AUXÍLIOS DO INVISÍVEL - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa tarde. É sempre uma alegria estar aqui nesse espaço de estudos, de reflexões sobre o evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita e sobre os ensinamentos que nos são trazidos paraa melhor edificação de nós mesmos, do nosso espírito e do mundo que está ao nosso redor. E para iniciarmos nesse dia de hoje, vamos fazer uma prece. agradecendo por esse dia, esse dia que nos é oferecido para que nós possamos aproveitá-lo com tudo que ele oferece de melhor. O sol que brilha, que rompe a aurora e que nos traz a esperança de um dia novo. chuva que molha e que nos renova o ambiente, trazendo também a força necessária para o renascimento e a purificação daquilo que existe e do que precisa ser mudado. tudo o que recebemos e que faz parte do nosso processo de crescimento, de evolução, que são ferramentas para que nós possamos cumprir da melhor forma a nossa jornada, a nossa jornada ascendente que nós que nos conduz rumo ao nosso crescimento, a nossa felicidade, a nossa comunhão com Deus, as pessoas que estão no nosso caminho, que nos auxiliam, que nos inspiram, que nos apoiam também aquelas que nos preocupam, que nos tiram a energia muitas vezes, mas que também, mesmo sendo desafios, são pontos importantes na nossa jornada. Agradecemos a presença dos nossos mentores, especialmente a Bezerra de Menezes, o mentor aqui da nossa casa, que é o nosso médico, que nos dá os remédios que precisamos para tratar as doenças do nosso corpo, da nossa alma, do nossos sentimentos, que nos dá os unguentos, que nos aliviam as dores, que nos tratam as feridas e as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios do nosso nosso dia a dia. Agradecemos a Jesus, nosso mestre, aquele que veio exemplificar o caminho para Deus, veio ser o nosso caminho, a nossa verdade, a nossa vida e nos dizer e nos mostrar aquilo que precisamos fazer para nos aproximar. Por isso, quanto quando nos aproximamos de Jesus, também nos aproximamos de Deus e da nossa comunhão
ssa verdade, a nossa vida e nos dizer e nos mostrar aquilo que precisamos fazer para nos aproximar. Por isso, quanto quando nos aproximamos de Jesus, também nos aproximamos de Deus e da nossa comunhão com ele no melhor de nós. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre e sobretudo que nós estejamos com ele. Que assim seja. E neste momento de nossa alimentação espiritual também aqui, né, já que na hora do almoço nós, além de alimentarmos o nosso corpo, também somos convidados a a alimentar o nosso espírito, tratamos do tema que vem do livro Caminho, verdade e vida, um capítulo 100. O capítulo 100 é um número significativo e esse capítulo traz um tema também muito significativo que se chama auxílios do invisível. Emanuel sempre parte de uma passagem do Evangelho ou da dos Atos dos Apóstolos ou das cartas para fazer suas reflexões. E dessa vez ele traz uma passagem que é muito bonita, muito inspiradora, que tá em Atos capítulo 12 versículo 10. E essa passagem é interessante procurá-la aqui dentro do próprio texto dos Atos dos Apóstolos na Bíblia. Ela fala da libertação miraculosa de Pedro que estava preso. Era um momento de muitas perseguições, muitas perseguições que eram feitas aos homens que seguiam ao Cristo. perseguições que já tinham matado o Thago, que tinham feito torturar tantos eh seguidores do Cristo que já estavam começando a levá-los às arenas, que também matariam Estevão e que estavam fazendo muitas vítimas. E neste momento tão perigoso, tão determinante, Pedro foi preso, foi preso e levado a ao cárcere, né? estava ali onde ele passaria a noite e no dia seguinte ele seria apresentado ao rei. Certamente isso não teria um final bom, não seria um final aprasível. Por isso, neste momento, Pedro manteve a serenidade, apesar de todas as dificuldades, apesar de saber o provável destino que ele enfrentaria e foi visto com muita preocupação pelo plano espiritual, pelos nossos amigos no plano espiritual, que diante do risco, diante da avaliação que foi feita, entenderam ser necessária uma
ele enfrentaria e foi visto com muita preocupação pelo plano espiritual, pelos nossos amigos no plano espiritual, que diante do risco, diante da avaliação que foi feita, entenderam ser necessária uma intervenção imediata. Então aqui nos Atos dos Apóstolos é narrado esse auxílio que é dado a Pedro. Pedro estava preso, tranquilo, procurando manter a serenidade e é visitado por um anjo, por um emissário do plano espiritual que chama-o e pede que ele venha, né, que ele a eh esteja em alerta, chama-o para que ele acompanhe, né? Pedro tava deitado, meio adormecido, e o anjo tocou-o de lado e disse: "Levanta-te depressa." E Pedro não hesitou, seguiu, né? pediu para que ele se ajeitasse, se vestisse, calçasse as suas sandálias, envolvesse no manto, enfim, se preparasse completamente e eh pediu que o segue. E Pedro, sem questionar, fez tudo o que foi orientado e começou a seguir. Ele saiu, foi andando, seguindo o anjo que que o o pedia, né, que o orientava e o anjo ia abrindo as portas, abrindo a porta da cela, abrindo a porta da cadeia, depois conduziu até por um tempo até a cidade, abrindo também os portões que se faziam necessários ali. Até que num determinado momento, na porta final, ele deixou Pedro e se retirou para que Pedro pudesse finalmente seguir o seu caminho. Então, eh, Pedro no final depois foi deixado ali e quando ele voltou a si, depois de tudo isso, de refeito do susto, ele diz: "Agora eu sei que realmente o Senhor enviou o seu anjo, livrando-me da das mãos de Herodes e de toda a expectativa do do povo de Deus." E aí pediu para que ele fosse e contasse o que havia acontecido. E dessa lição, Emmanuel nos extrai muitas, muitos ensinamentos dessa passagem que aconteceu com Pedro. Em primeiro lugar, certamente esse auxílio era necessário, porque a prisão de Pedro se deu no momento crucial e certamente se ele tivesse permanecido preso, poderia ter um destino que o levasse à tortura e até mesmo à morte, né? apresentado a Herodes, certamente ele seria um exemplo
se deu no momento crucial e certamente se ele tivesse permanecido preso, poderia ter um destino que o levasse à tortura e até mesmo à morte, né? apresentado a Herodes, certamente ele seria um exemplo para todos aqueles que se buscava perseguir. Então, os espíritos do bem avaliando, consideraram necessária essa intervenção. Houve outros momentos em que Pedro, Paulo mesmo, Paulo tem um episódio de uma prisão dele em que ele permaneceu preso, até as portas se abriram, mas ele optou até por permanecer na prisão e ficar ali, né, salvando a sua própria vida e salvando a vida dos carcereiros, que certamente seriam torturados e mortos. Mas naquele momento considerou-se essa intervenção extremamente necessária para salvar a vida de Pedro, que era um dos arrimos, um uma das pedras angulares do cristianismo nascente, que ainda nem era chamado de cristianismo naquele momento, da casa do caminho e dos seguidores do Cristo que começavam a se estabelecer. Então essa intervenção foi estritamente necessária, foi tida como estritamente necessária e nos mostra que nós nunca deixamos de ser abandon de ser cuidados, de ser amparados, que os anjos do céu, como aqui falado na passagem, né, os nossos espíritos amigos, aqueles que operam em nosso favor, não negligenciam nenhuma das nossas necessidades e estão sempre dispostos a nos atender na medida do necessário para que a gente possa eh se nos restabelecer e nos livrar do perigo iminente quando podemos ser úteis necessários e quando aquela situação nos traz o melhor proveito pro nosso espírito e para aqueles que estão ao nosso redor. Contudo, não exclui a nossa responsabilidade. A Pedro foi dado o necessário para que ele pudesse se livrar daquele perigo. As portas em que ele se encontrava presos foram abertas. As instruções lhe foram dadas para que ele pudesse seguir. E ele seguiu com fidelidade as instruções que lhe foram dadas. Pedro não questionou, não disse: "Mas por quê? Para onde vocês estão me levando? Por que que eu preciso me vestir? Isso é mesmo necessário? Tem
seguiu com fidelidade as instruções que lhe foram dadas. Pedro não questionou, não disse: "Mas por quê? Para onde vocês estão me levando? Por que que eu preciso me vestir? Isso é mesmo necessário? Tem certeza?" Pedro simplesmente compreendeu que se tratava de um emissário do alto. Ouviu as suas instruções, cumpriu essas instruções e se colocou à disposição para fazer o que era necessário, entendendo que aquela intervenção era para o bem, vinha do alto e que era necessária. Tendo Pedro sido libertado, tendo aquela instrução cumprido a sua finalidade e libertado ele daquele perigo iminente, permitindo que ele pudesse permanecer à frente, o espírito, o anjo se retirou, deixando Pedro ali para cumprir as etapas seguintes. Então ele fez aquela aquela intervenção estritamente necessária para que Pedro pudesse ser libertado daquele perigo iminente em que estava, mas deixou a Pedro a responsabilidade de seguir o seu caminho após aquela intervenção. O que Pedro deveria fazer, né? Ele foi orientado a procurar e a dar notícia do que tinha acontecido, mas ele sabia do significado disso e sabia que ele estava sendo libertado para seguir e continuar o trabalho, não para fugir, não para ir embora, não para simplesmente desaparecer, mas para que ele pudesse continuar o caminho, né? E uma outra ocasião, eu vou falar de uma outra intervenção que foi feita pelo próprio Jesus quando ele estava fugindo, quando ele estava indo embora e que Jesus também foi resgatá-lo ali na via, né, perguntando para onde vais no momento em que Pedro, já em sentido contrário, estava indo, estava rumo ao martírio, mas naquele momento era necessário que o testemunho que se esperava de Pedro era que ele fizesse, que ele passasse por esse momento. né? E aí Jesus conduziu exatamente para onde ele precisava estar também. E ele mais uma vez obediente seguiu a mensagem do Cristo. Mas Pedro neste momento, seguiu esse caminho, seguiu e tomou a sua responsabilidade conduzindo aquele rebanho do Cristo que lhe fora confiado ali naquele momento,
bediente seguiu a mensagem do Cristo. Mas Pedro neste momento, seguiu esse caminho, seguiu e tomou a sua responsabilidade conduzindo aquele rebanho do Cristo que lhe fora confiado ali naquele momento, né? sendo aquela pedra angular a quem fora confiada aquele rebanho. E isso nos faz refletir exatamente isso. Toda vez que nós precisamos do apoio, toda vez que nós precisamos do auxílio, toda vez que as nossas tarefas são impostas e que elas precisam do concurso do alto, com confiança, com fé, com fidelidade, nós receberemos. esse auxílio do alto, mas esse auxílio também não dispensa o nosso concurso, não dispensa que nós cumpramos as nossas tarefas. O auxílio foi dado a Pedro, mas coube a ele cumprir as tarefas que não foram fáceis, que foram difíceis, que foram desafiadoras, que exigiram sacrifício, que exigiram coragem, que exigiram cansaço, atitude e que exigiram a vida de Pedro mesmo, né? o sacrifício de tudo o que ele tinha construído em prol da casa do caminho, que era a tarefa dele construir, propagando a mensagem do Cristo. Então, o concurso de cada um é necessário. E eu me lembro da passagem de Jesus no barco diante das tempestades que são enfrentadas, né? Aqui, como nessa outra situação do barco, o auxílio é dado no na medida da necessidade, mas também existe uma confiança do alto de que nós somos capazes de fazer a nossa parte. Naquele momento estava tudo tranquilo, estava tudo bem e os apóstolos seguiam o seu rumo no barco quando uma tempestade se formou e eles se desesperaram. Acharam que não dariam conta. Procuraram por Jesus. Jesus estava no barco, contudo, estava recolhido ali no fundo, descansando depois de um dia difícil, depois de um dia que ele, talvez não difícil, mas um dia cansativo em que ele passou ali, né? E eles foram despertá-lo. E Jesus naquele momento não compreendeu por quê? Porque o barco estava seguindo seu rumo, a tempestade se fez, mas ele compreendia naquele momento que a tripulação e o barco eram suficientes e capazes para enfrentar
momento não compreendeu por quê? Porque o barco estava seguindo seu rumo, a tempestade se fez, mas ele compreendia naquele momento que a tripulação e o barco eram suficientes e capazes para enfrentar aquela tempestade, não sendo necessária a sua intervenção naquele momento. Se essa intervenção fosse necessária, ele estava ali no barco, estava pronto a fazê-la, mas ele não entendeu que naquele momento seria necessário. Ainda assim desperto. Ele atendeu os discípulos naquele momento, né? Acalmou a tempestade, mas ele tinha a certeza, tinha a confiança de que aquela tripulação de homens experientes e acostumados a lidar com essas tempestades e com as intemperes e que aquele barco firme seriam capazes de cuidar. E nós somos capazes de enfrentar as tempestades da vida. Quando elas são maiores do que nós, Jesus está ali presente no barco. Os anjos, os auxiliares do plano espiritual são nos enviados para lidar com as dificuldades. Mas nós também temos as nossas capacidades, temos os nossos conhecimentos, temos a força do nosso espírito e a força do nosso barco. Nós também precisamos lidar. A espiritualidade conta conosco, assim como nós contamos com ela. Então é um sistema de cooperação em que nós fazemos a nossa parte e a espiritualidade nos auxilia fazendo todo o esforço necessário para que nós nos livremos do mal que nos é imposto e possamos potencializar as nossas capacidades. Eu faço eh eu sou da equipe do ESD aqui na comunhão na parte das leis morais, né? Eu falo sobre as leis morais e a gente fala sobre as leis divinas. E falando sobre as leis divinas, a gente fala que existem didaticamente as leis morais e as leis naturais, mas todas são leis divinas. Então, da mesma forma que as leis morais são leis de Deus, as leis científicas também são leis de Deus. as leis da matemática, da física, da economia, da psicologia, todas são leis divinas também. Então, para explicar um pouco isso, eu vou usar uma lei divina de uma ciência que é fundamental, embora não seja das mais queridas, a matemática,
conomia, da psicologia, todas são leis divinas também. Então, para explicar um pouco isso, eu vou usar uma lei divina de uma ciência que é fundamental, embora não seja das mais queridas, a matemática, que ela explica muito, muito, muito e é uma lei divina também. Então eu vou me valer de uma equação que é básica, nem vou recorrer às matrizes, nem as integrais, nem as derivadas. Uma equação que é básica e que nós aprendemos já na primeira série, né? Qualquer número multiplicado por zero dá zero, né? Então, se eu colocar 1 x 0 dá 0. Se eu colocar 2 x 0 dá 0. 5 x 0 dá 0. 1 milhão x 0 dá zero. Então, se nós não fizermos esforço nenhum, se nós não trabalharmos, não nos colocarmos à disposição, não nos mobilizarmos, não fizermos movimento, não haverá com que a espiritualidade trabalhar. Porque qualquer multiplicador que multiplica o zero dá zero, não dá em nada. Se eu coloco um, qualquer número multiplica a si mesmo, né? Então, se o esforço é um, né? Eu pensando agora na parábola dos talentos, que um deles recebeu cinco, outro recebeu dois e outro recebeu um, se eu invisto um ali, então um esforço de um resulta em um. Bem, né? Um esforço de dois resulta em dois. Um esforço de cinco resulta em cinco. Um esforço de 10 resulta em 10. Então eu dou a minha contribuição e recebo de acordo com o investimento que é feito. Se eu coloco dois, aí já receberei bem mais. Aí um esforço de que se coloca um é multiplicado, né? Se a gente coloca cinco, como aquele que investiu cinco talentos, o esforço, o resultado é muito maior, né? Um um esforço que se é colocado multiplica por cinco, dois valem 10. E se a gente colocar mais ainda, se eu multiplicar por 10, coloc investir 10 naquilo, então tudo será multiplicado muito mais, né? Então os nossos esforços, a nossa porção se multiplica. Se eu invisto zero, nada acontecerá. Por mais que a espiritualidade queira me fazer operar, queira me beneficiar, queira me livrar do mal ou queira me fazer proceder para o bem, se nenhum esforço eu faço nesse
isto zero, nada acontecerá. Por mais que a espiritualidade queira me fazer operar, queira me beneficiar, queira me livrar do mal ou queira me fazer proceder para o bem, se nenhum esforço eu faço nesse sentido, eu permaneço exatamente onde estou, permaneço no zero. Mas se eu invisto investindo pouco, o retorno será pouco. Investindo muito, o retorno será muito. investindo mais ainda, investindo tudo o que eu tenho, como diz o Cristo, o retorno será infinito. Então, é importante que nós façamos a nossa parte, é importante que nós demos aquilo que é de nós, aquilo que nós precisamos colocar para que sejamos auxiliados. Eu me lembro de um quadrinho do Maurício de Souza, né, do personagem Chico Bento, em que o Chico Bento e tinha uma prova e a gente sabe que o perfil do personagem Chico Bento não é de alguém muito estudioso, ele gosta de brincar e coisas que todo mundo gosta, né, de tomar banho de rio, de comer frutas, de aproveitar o campo, que realmente é maravilhoso, mas que pode ser feito também conjugando com os estudos. E ele não gostava muito de estudar. Então tinha um quadrinho em que na véspera de uma prova muito importante, ele ia rezar e pedir a Deus. Ele chegava na na nos pés da cama dele, rezando com a cara de desespero profundo e pedindo: "Deus, me ajude na prova de amanhã, pelo amor de Deus, que eu preciso muito de uma nota boa para passar nessa prova". E aí vinha aquela mão divina e botava ele sentado na cadeira e dizia: "Vai estudar, você quer passar na prova, então vai estudar". E é exatamente isso. É preciso que a gente faça a nossa parte, né? Eu tinha uma irmã que ela dizia, né, quando eu falava: "Ah, se Deus quiser, isso vai dar certo". Ela dizia: "Ele quer", né? Ela sempre dizia isso. E aí cabia a reflexão: "Ele quer, mas e eu? Será que eu quero? E será que eu quero o suficiente para fazer a minha parte, para investir os meios que eu tenho e realmente me esforçar para que aquele trabalho seja feito, para que aquele resultado seja obtido? Então, o auxílio
eu quero o suficiente para fazer a minha parte, para investir os meios que eu tenho e realmente me esforçar para que aquele trabalho seja feito, para que aquele resultado seja obtido? Então, o auxílio do invisível é algo que a gente sempre pode contar. Nós sempre receberemos o apoio. O Cristo sempre vai estar presente na nossa barca e ele fará todo o necessário para que nós sejamos livrados do mal, para que o nosso esforço no bem seja premiado. Tem uma frase de um poeta que se que o que é o GET, né, que diz que quando a gente coloca um propósito pro universo, tudo começa a trabalhar em nosso favor e todo o universo começa a trabalhar em favor daquele nosso propósito. E isso aqui na doutrina espírita nós chamamos de sintonia e afinidade. Ou seja, eu comunico esse propósito ao universo e esse propósito é multiplicado. Aqueles que afinizam com esse projeto são chamados a participar dele. E claro, isso tanto pro bem quanto pro mal, né? Há espíritos que atendem, há amigos que atendem tanto pro bem quanto pro mal. Por isso é preciso que nós reflitamos também sobre o que nós estamos lançando, o que nós estamos pedindo, o que nós estamos pedando de apoio. Porque eh se nós estamos buscando o trabalho no bem, se nós estamos buscando aquilo que é necessário para que a gente possa prosseguir o nosso caminho pro bem, certamente receberemos. Mas se também procuramos o apoio para seguir nas sendas das trevas, para buscar o mal, infelizmente sempre haverá quem atenda o nosso chamado e pelo menos transitoriamente permaneça ao nosso lado para que esse desafio seja cumprido. Então, é importante que a gente reflita sobre o que nós estamos buscando, o que nós estamos pensando, em que nós estamos trabalhando para que a gente possa realmente seguir e buscar o apoio para aquilo que é bom e nos colocar à disposição para que seja cumprido o plano espiritual naquilo que é bom, né? Recebendo esse apoio, é muito importante que nós também estejamos prontos a fazer a a nossa parte, a fazer o que é
colocar à disposição para que seja cumprido o plano espiritual naquilo que é bom, né? Recebendo esse apoio, é muito importante que nós também estejamos prontos a fazer a a nossa parte, a fazer o que é necessário. Como eu falei, Pedro foi auxiliado naquele momento, estando em perigo, estando eh deixado ali, provavelmente para ter um destino eh precipitadamente ruim, nós somos livrados do mal quando isso é possível, quando isso é necessário. Muitas vezes, eh, nós somos livrados do mal, mas não damos conta de cumprir a nossa parte. de fazer aquilo que a espiritualidade confiou a nós. Muitas vezes, aquilo que nós pedimos, aquilo que nós nos colocamos e que o auxílio que nós recebemos é um voto de confiança que a espiritualidade faz em nós. O livro Ação e Reação tem uma história muito interessante, uma história de um homem que era um trabalhador espírita, que frequentava a casa espírita há muitos anos e era trabalhador, trabalhava nos grupos de passe, trabalhava em vários serviços na casa e passou por uma enfermidade grave. Passando por essa enfermidade, ele buscou o tratamento espiritual, foi avaliado, porque eles sempre avaliam a nossa ficha, né? Eles olham os nossos prontuários espirituais. e foi visto que ele tinha muito mérito e era um trabalhador ainda promissor e que com isso ele poderia ser auxiliado no plano espiritual. Então, foi dado a ele, foi feito o tratamento de passes para que ele pudesse se restabelecer e continuar vivendo, né, o que a gente chama de moratória, de que a espiritualidade nos dá, o socorro para que a gente possa ter mais um tempo e prosseguir naquele auxílio. Só que ele não levou isso da forma como esperado. Ele parou e pensou: "Olha, eu passei a minha vida inteira trabalhando, passei a minha vida inteira no centro, agora que eu fui salvo, que eu tô bem e tudo, vou aproveitar a vida". E aí começou a enfiar o pé na jaca, né? Começou a ir e ir pra balada, ir pras festas, fazer atos que não eram bons, né? não eram compatíveis com a confiança que a espiritualidade havia
veitar a vida". E aí começou a enfiar o pé na jaca, né? Começou a ir e ir pra balada, ir pras festas, fazer atos que não eram bons, né? não eram compatíveis com a confiança que a espiritualidade havia depositado nele e até mesmo com o que ele já vinha de de mostrando de trabalho. Então, num determinado dia, André Luiz narra nesse livro que a equipe espiritual foi procurá-lo para os trabalhos com os quais ele havia se comprometido e ele não estava num bom lugar, pelo contrário, a sintonia dele não permitia a colaboração de forma alguma, né? E aí eles reavaliaram o caso e decidiram que espiritualmente para ele seria melhor que aquela melhora fosse repensada. Então eles refizeram o tratamento de passes para que o corpo dele piorasse naquele momento e que ele pudesse repensar as atitudes. Então a espiritualidade prioriza o nosso desenvolvimento espiritual, porque nós somos espíritos, somos espíritos imortais, seremos espíritos para sempre. E para eles, para Deus, para os bons espíritos, o importante não é que salvemos o nosso corpo, não é que salvemos a matéria, é que salvemos o nosso espírito, é que ele esteja melhor, né? Então eles pensaram e refletiram que seria melhor que ele tivesse uma piora que induzisse ele a repensar e rever esse caminho que ele estava tomando. E isso de fato aconteceu naquele momento, pouco tempo depois. daquele daquela avaliação, ele realmente teve uma piora e retornou ao hospital. E essa essa vinda dele ao hospital eh fez com que ele repensasse e reestruturasse o caminho do espírito. Então, às vezes, nem sempre nós somos atendidos naquilo que desejamos, mas somos atendidos naquilo que necessitamos pro nosso espírito, mas eh para que a gente possa ter o melhor caminho. de todo jeito, eh, nossos pedidos nunca deixam de ser atendidos. Então, são determinadas circunstâncias que nós devemos levar em consideração. Já finalizando, primeiro lugar, que nós nunca deixamos de ser atendidos. Sempre que estamos necessitados, sempre que estamos em perigos, nós recebemos o
stâncias que nós devemos levar em consideração. Já finalizando, primeiro lugar, que nós nunca deixamos de ser atendidos. Sempre que estamos necessitados, sempre que estamos em perigos, nós recebemos o auxílio do alto, como Pedro foi auxiliado num momento de iminente perigo, em que a ausência desse auxílio certamente significaria a a sua aniquilação no dia seguinte, provavelmente, né? O segundo é que esse auxílio do alto não dispensa o nosso próprio concurso. Qualquer número multiplicado por zero é zero. Se não fizermos a nossa parte, de nada adiantará. Pedro foi levado até onde era necessário, mas ele precisou seguir o caminho. Trabalhou e trabalhou muito a sua vida inteira. Trabalhou, passou por dificuldades, passou por sofrimentos também por alegrias. Mas ele realmente cumpriu com erros, com acertos, com idas e vindas, cumpriu a tarefa para qual ele foi designado e chegou no plano espiritual. Bem, e outra coisa é que nós precisamos pensar no que pedir. Precisamos ter consciência de que nem sempre aquilo que desejamos é aquilo que é melhor pro nosso espírito, né? Então, muitas vezes, dar o que nós desejamos não é o melhor caminho para o nossa, a nossa salvação, entre aspas, não é o melhor caminho para que a gente siga o nosso caminho paraa melhoria do nosso espírito, que é o que realmente importa. Esse corpo perece, essas condições materiais que temos hoje perecem, mas o nosso espírito permanece e o investimento que precisamos fazer é no nosso espírito. E por fim, eu quero encerrar trazendo uma um trecho de uma passagem de Leon Deni no livro eh o problema do ser do destinidad da dor, que fala da nossa vontade. Tá no capítulo 25, na minha edição, nas páginas 343, 344. e que são que é uma das passagens mais bonitas que eu considero de toda a literatura espírita e mais edificantes, que diz assim: "Todo o poder da alma resume-se em três palavras: querer, saber, amar, querer, isto é, fazer convergir toda a atividade, toda a energia para o alvo que se tende a atingir, desenvolver a vontade e
sim: "Todo o poder da alma resume-se em três palavras: querer, saber, amar, querer, isto é, fazer convergir toda a atividade, toda a energia para o alvo que se tende a atingir, desenvolver a vontade e aprender a dirigi-la. saber, porque sem o estudo profundo, sem o conhecimento das coisas e das leis, o pensamento e a vontade podem transviar-se no meio das forças que procuram conquistar e dos elementos a quem aspiram governar. Acima de tudo, porém, é preciso amar, porque sem o amor a vontade e a ciência seriam incompletas e muitas vezes estéreis. O amor ilumina-as, fecunda-as, centuplica-lhes os recursos. Não se trata aqui do amor que contempla sem agir, mas do que se aplica a espalhar o bem e a verdade pelo mundo. A vida terrestre é um conflito entre as forças do mal e as do bem. O dever de toda a alma viril é tomar parte no combate, trazer-lhe todos os seus impulsos, todos os seus meios de ação, lutar pelos outros, por todos aqueles que se agitam ainda na via escura. O uso mais nobre que se pode fazer das faculdades é trabalhar por engrandecer, desenvolver, no sentido do belo e do bem, a civilização e a sociedade humana, que tem suas chagas e e fealdade, sem dúvida. mas que é rica de esperanças e magníficas promessas. Essas promessas transformarseão em realidade vivais no dia em que a humanidade tiver aprendido a comungar pelo pensamento e pelo coração com o foco de amor, que é o esplendor de Deus. Então, utilizemos essas três palavras, essas três dimensões que são essenciais: querer, saber e amar. Que Jesus esteja conosco, que ele seja o nosso caminho, a nossa verdade e a nossa vida. que nós tenhamos a sabedoria, nós tenhamos a fé, que é a fidelidade a Deus e a confiança, e que nós tenhamos a coragem para levar em frente os desafios do nosso dia a dia, que tenhamos a certeza do amparo, do auxílio que sempre receberemos e que sejamos dignos desse amparo, trabalhando no bem e multiplicando cada vez mais os recursos que recebemos. que Jesus esteja conosco e sobretudo que nós estejamos
do auxílio que sempre receberemos e que sejamos dignos desse amparo, trabalhando no bem e multiplicando cada vez mais os recursos que recebemos. que Jesus esteja conosco e sobretudo que nós estejamos com ele. Que assim seja. Muito obrigada a todos. Um ótimo dia e quem desejar receber o passe, basta procurar a nossa sala aqui no fundo. Muito obrigada. >> Sejam bem-vindos à nossa sala [música] de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa [música] auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, [música] pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu [música] Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os [música] males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a
gério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a [música] cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a [música] nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então [música] a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos [música] do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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