Carla Daniela Leite | CRÊ E AGE (PALESTRA ESPÍRITA)

Comunhão Espírita de Brasília 05/04/2025 (há 1 ano) 44:01 422 visualizações

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Transcrição

que eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor Estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver doando amor. Boa tarde a todos. É sempre uma alegria estar aqui na nossa casa, na comunhão espírita para fazer essa reflexão, né? ter termos esse momento de reflexão a respeito do evangelho de Jesus à luz da doutrina espírita, buscando assim esse nosso alimento espiritual, esse nosso conhecimento que nos alimenta e essa reflexão que nos transforma a partir do exemplo de Jesus e das das abordagens doutrinárias a respeito desses temas. E para começarmos, eu gostaria de convidar, de convidá-los a fazermos uma prece, a erguermos o nosso pensamento, o nosso coração a Deus, a nosso mestre Jesus, agradecer por esse dia de hoje, esse dia tão belo, cheio de sol, que nos banha, que nos alimenta, que nos transforma, que nos traz esperança, que nos traz essa rica mensagem de Deus. do dia que vence a noite, da luz que vence as trevas e que traz tudo de bom, tudo de belo na vida. agradecer por tudo o que nós recebemos, por todos esses presentes, pelas belezas da natureza, pelas belezas da nossa vida, por todas as oportunidades que ela nos traz, por tudo o que nos foi dado para ser instrumento do nosso caminho, da nossa transformação, da nossa evolução. É, cada uma das pessoas, cada uma das situações, cada uma das coisas que nós temos é instrumento para que a gente possa a partir daí mudar, transformar a nós mesmos e crescer rumo à nossa inevitável evolução, a nossa inevitável felicidade e plenitude, a qual todos nós estamos destinados. Agradecemos a todos aqueles que compartilham conosco dessa

rmar a nós mesmos e crescer rumo à nossa inevitável evolução, a nossa inevitável felicidade e plenitude, a qual todos nós estamos destinados. Agradecemos a todos aqueles que compartilham conosco dessa caminhada. aqueles que fazem parte da nossa família, fazem parte dos nossos círculos, aqueles a quem amamos e que nos amam, que nos apoiam, que estão conosco, aqueles que ainda nos desafiam, que nos afastam do melhor de nós mesmos, mas apenas para nos trazer aprendizado, nos ensinar e nos aproximar do que precisamos, mais do que do que queremos. Agradecemos também aos nossos mentores, aqueles que escolheram estar conosco nessa vida para nos apoiar, nos auxiliar, estar conosco em todos os momentos, comemorar conosco as nossas vitórias, chorar as nossas derrotas, lamentar muitas vezes as nossas escolhas infelizes, mas jamais desistir de nós, sempre estarem ali. Não existe um momento na nossa vida em que não haja alguém cuidando, olhando por nós, velando e torcendo e muitas vezes agindo decisivamente para que nós possamos estar no melhor caminho. Agradecemos por todas essas pessoas e agradecemos pelos mentores aqui da nossa casa, Bezerra de Menezes, que é o nosso médico, aquele que cuida de nossos corpos, nossas almas, de nossas emoções, do nosso coração. que ele nos traga sempre os remédios que nos que curam os males da nossa alma, que tratam as nossas moléstias, os unuentos que aliviam as nossas dores, que cicatrizam as nossas feridas, as vitaminas que nos dão força e coragem diante dos desafios da vida. que possamos enxergar a Deus em todos os momentos e ver Jesus não apenas como um ponto de chegada, mas como um companheiro de caminhada, alguém que está ao nosso lado e que é um guia e modelo, mas acima de tudo um ser que nos ama e que de tudo faz para que nós possamos ser e nos sentir melhores a cada momento. Que assim seja, graças a Deus. E hoje nós vamos refletir sobre um trecho de um pequeno livro que nos foi trazido pelo irmão José pela psicografia de João Carlos de Luca.

entir melhores a cada momento. Que assim seja, graças a Deus. E hoje nós vamos refletir sobre um trecho de um pequeno livro que nos foi trazido pelo irmão José pela psicografia de João Carlos de Luca. um trecho que um pequeno capítulo que se chama crê e age. São dois elementos que a gente precisa ter em todos os momentos da nossa vida que nos auxiliam e nos impulsionam sempre em cada situação, em cada momento, em cada circunstância. A crença, a fé e o agir, a ação são dois elementos imprescindíveis. A fé é imprescindível na nossa vida. Acreditar, confiar é imprescindível para que a gente consiga viver. Eu sempre digo que nós vivemos imersos em confiança. A gente confia que as coisas vão dar certo, confia que teremos as condições necessárias para chegar. Nós dominamos muito pouco daquilo que existe na nossa vida. Então, a gente precisa confiar até nas circunstâncias menores. Eu saio de casa confiando que vai estar tudo bem e eu vou conseguir chegar aqui. Eu volto para casa confiando que o elevador vai est funcionando e eu não vou precisar subir de escada todos os andares que me levam ao meu apartamento. Eu saio daqui confiando que tudo vai estar bem. Eu embarco numa viagem, saio de casa para embarcar numa viagem, confiando que o avião vai tá lá, que o piloto é hábil, que ele é que ele é capacitado para fazer aquilo, que ele tem as horas de treinamento, que ele vai conseguir tomar as decisões necessárias e que que eu chegarei em segurança ao meu destino. Tudo isso são circunstâncias que a gente precisa confiar para viver. Eu confio que as pessoas que estão ao meu lado cooperam comigo. Eu confio que o meu esforço será recompensado e que o que eu faço eh resultará em naquilo que eu necessito. Então, a gente vai confiando e a gente vive confiando porque, como diz Guimarães Rosa, viver é um negócio perigoso. Então, diante de todas as circunstâncias, diante de todos os perigos da vida, nós confiamos e vai dando certo. A cada dia a gente acorda com planos, com projetos, mas sem

viver é um negócio perigoso. Então, diante de todas as circunstâncias, diante de todos os perigos da vida, nós confiamos e vai dando certo. A cada dia a gente acorda com planos, com projetos, mas sem saber como será o nosso dia. E nós confiamos que dentro daquele dia nós agiremos e receberemos de forma em que o melhor seja feito. e que mesmo que venham adversidades, mesmo que venham dificuldades, que venham dores, nós conseguiremos lidar com essas circunstâncias, conseguiremos superá-las e atingir o fim adequado, até mesmo para aqueles para aquelas intempérias que não foi dado, que pode haver sim tempestades, mas que essas tempestades não serão permanentes. Pode haver dores, mas essas dores serão superadas e servirão pro nosso aprendizado. Isso faz parte também do nosso caminho de vida. É interessante que Deus quando falou do seu compromisso com o ser humano, ele não falou que seria um eterno dia, que seria uma eterna felicidade, que seria um eterno bem-estar, porque isso não é o que nós precisamos. Então ele diz: "Olha, da mesma forma que existe dia, que o dia vem após a noite, eu faço aliança com o meu povo. Eu estou presente e a minha palavra vale." O símbolo da aliança no Novo Testamento é o arco-íris que vem depois da chuva, ou seja, a paz após as intemperes. Então fica estabelecido que existe noite e existe dia, existe chuva e existe sol. Existe as quatro estações, a primavera, o verão, outono, inverno. E tudo isso é necessário para que a gente possa crescer. Não existiria primavera se não tivesse existido antes o inverno que acalma, adormece e permite que tudo aquilo, que aquelas folhas que caíram no inverno se recuperem debaixo do solo, debaixo ali daquelas circunstâncias de frio e se transformem novamente em vida, permitindo que tudo volte a florescer. Às vezes é preciso que a gente se recolha nos invernos da vida para que a primavera volte a florir em nós. Se a vida fosse um eterno verão ou se fosse um eterno dia, nós não conseguiríamos viver. Por isso, é importante que mesmo

te se recolha nos invernos da vida para que a primavera volte a florir em nós. Se a vida fosse um eterno verão ou se fosse um eterno dia, nós não conseguiríamos viver. Por isso, é importante que mesmo diante do mais duro dos invernos, nós acreditemos que a primavera chegará. Assim diz a música, né? Assim diz a poetiza. A primavera chegará. Não importa o quão duro foi o inverno, não importa o quão frio e vazio foi o inverno, a primavera vai chegar e ninguém conseguirá impedi-la. Não importa o quão longa foi a noite, o dia vai nascer. Isso é inevitável. Não importa o quão intensa foi a chuva, virá o sol e virá o arco-íris. Então esse é o compromisso de Deus, o compromisso de que crendo, acreditando, nós conseguiremos seguir e nós poderemos agir, né? Paulo de Tarso, em sua primeira carta aos Hebreus, no capítulo 3, ele fala de fé e ele dá para mim a maior definição de fé, a minha predileta. ali logo no versículo um, se eu não me engano, ele diz assim: "A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito daquilo que não se vê". Então, você acredita antes de enxergar, antes de ver que a coisa existe, mas ela já existe, independente de estar debaixo dos nossos olhos. E aí, mais adiante, nesse capítulo, ele vai citando o exemplo de várias pessoas do Antigo Testamento, vários líderes do povo hebreu que estavam ali, o povo de Deus assim qualificado, que tiveram fé e que por isso fizeram grandes realizações. Fala de Abraão, que cuja esposa era Estéril, mas a quem foi prometido por Deus que ele seria que ele teria uma descendência mais numerosa do que a areia. Isso. Ele ouviu isso falar depois de já ter perdido as esperanças de ter algum filho, porque a esposa dele já tava em idade avançada e não se esperava mais que ele tivesse descendentes. Então, o legado dele morreria com ele. E, no entanto, foi-he prometido por Deus que ele seria o pai de uma numerosíssima descendência. E isso aconteceu, né? Noé, que recebeu de Deus a instrução de construir a arca para que pudesse evitar

. E, no entanto, foi-he prometido por Deus que ele seria o pai de uma numerosíssima descendência. E isso aconteceu, né? Noé, que recebeu de Deus a instrução de construir a arca para que pudesse evitar ser tragado por uma enchente que aconteceu e acreditando fez essa instrução, né? Construiu a arca salvando assim a sua vida e a de sua família e a de todos aqueles que ficaram ali com ele, né? Moisés, que conduziu o povo à terra prometida, aquela terra que havia sido abandonada na época de José em busca de dias melhores. Então, mesmo sem crer, mesmo mesmo sem ver, na verdade, ele seguiu as instruções, ouviu o chamado e seguiu adiante, né? Isso é a trajetória do herói, né? Hoje a gente estuda, Joseph Campbell escreve sobre a trajetória do herói, né, o herói de mil faces e tantos outros livros, em que ele fala da jornada de cada um e ele diz que existem várias fases, 12 fases, mas o primeira fase da nossa trajetória do herói é o chamado. É a gente ouvir esse chamado e atender esse chamado. Então o herói em seu coração é chamado. Esse chamado, na maioria das vezes, se materializa. Alguém vai e faz um convite, lança um desafio, propõe uma aventura, como diz Joseph Campbell. E essa aventura é a nossa missão de vida, é a nossa tarefa. E chamando, atendendo esse chamado, nós nos colocamos à disposição, nós nos colocamos disponíveis para execuçar essa tarefa, para fazer aquilo que é preciso. E aí diz Joseph Campbell que quando o herói e nós mesmos sendo os heróis assumem a tarefa e atingem, né, recebem o chamado e aceitam, ele não tem tudo aquilo que ele precisa. Ele ainda não tem o conhecimento necessário. Ele ainda não tem as armas para travar aquela guerra, para travar aquele bom combate, como Paulo fala. Ele ainda não tem o seu mentor, né, que ele coloca essa figura do sábio que ajuda, que instrui, que orienta no exercício dessas tarefas. Ele ainda não tem o a experiência necessária. Então ele apenas acredita, ele confia que aquele chamado, se foi feito, poderá ser aceito e poderá

, que instrui, que orienta no exercício dessas tarefas. Ele ainda não tem o a experiência necessária. Então ele apenas acredita, ele confia que aquele chamado, se foi feito, poderá ser aceito e poderá resultar em ação. Então, por isso é importante que a gente acredite. Mas não existe fé sem obras, já dizia Jesus. Então, para além de acreditar, é preciso agir, é preciso que a gente faça, né? Tem o o Gabriel Pensador, que era um poeta, né, um rapper que era muito conhecido na década de 90, mais ou menos. Ele tem um um verso, um conjunto de versos que é muito interessante. Ele diz assim: "Pensa, o pensamento tem poder, mas não adianta só pensar. Você também tem que dizer: Diz, as palavras têm poder, mas não adianta só dizer, você também tem que fazer. faz, porque você só vai saber se o final vai ser feliz depois que tudo acontecer. Então, é preciso que a gente pense, que a gente acredite, mas sobretudo que a gente aja. Na minha época, já que eu tô falando de coisas da década de 90, né, me entregando aqui, tinha uma uma, enfim, uma trilogia que era muito famosa, que hoje se transformaram em seis filmes, né, que era do Indiana Jones. E tem um momento em que ele é provado nas principais virtudes que para cumprir uma determinada tarefa, ele precisa mostrar-se temente a Deus e exercitar algumas virtudes que são indicadas ali. Então ele vai a partir daquelas instruções, executando aquelas tarefas, eh, orientado por qual virtude está ali presente. e tem um determinado momento que ele precisa cumprir um obstáculo para poder salvar a vida de uma pessoa que é muito importante para ele, que dependia dele e que ele não podia deixar de fazer aquela tarefa naquele momento. E aí disse que a palavra, a virtude que ele precisa exercitar naquele momento é a fé. E ele não sabe como fazer. Ele precisa chegar até o outro lado de um grande penhasco, um penhasco imenso, que tem um abismo muito longo e muito fundo. Então, era impossível saltar, porque se ele saltasse, ele não conseguiria chegar nem a décimo da

té o outro lado de um grande penhasco, um penhasco imenso, que tem um abismo muito longo e muito fundo. Então, era impossível saltar, porque se ele saltasse, ele não conseguiria chegar nem a décimo da distância, mesmo que ele usasse um instrumento como a vara, alguma coisa. É impossível passar por baixo, porque lançando uma pedra você não conseguia ouvir sequer o barulho. E é impossível sobrevoar também por ali, né? passar pelo alto, não havia nada que ele pudesse utilizar. Então ele decide assim: "Se é fé, então eu vou simplesmente colocar-me diante desse abismo e acreditar que existe um caminho. Se a prova é da fé, cabe a mim acreditar que existe um caminho. A fé, a esperança a respeito daquilo que não se vê, né? E ele simplesmente coloca o pé ali no abismo. E quando ele coloca o pé paraa surpresa dele, ele sente algo sólido embaixo do pé dele. E ele lança um pouco de areia e ele percebe que ali onde parecia o vazio existe um caminho e ele consegue trilhar aquele caminho e atravessar aquele abismo e chegar com sucesso até onde ele precisava. E isso é a nossa fé. a gente começa a trilhar o caminho sem saber bem onde a gente vai chegar, mas tendo um objetivo, tendo uma meta e cumprindo essa meta. Martin Luther King dizia que para você subir uma escada, você não precisa enxergar o topos dos degraus, você só precisa enxergar o próximo degrau. E subindo o próximo degrau, você chega no próximo degrau. E subindo o próximo degrau, você chega no próximo degrau. E aí quando você menos espera, você já cumpriu toda a subida, você já está lá, você já chegou no topo da escada. Mas a gente precisa esperar também o tempo das coisas, precisa compreender que, por mais que exista um caminho e um caminho que é longo e cujo destino é certo, a gente precisa focar no próximo degrau, preciso saber como chegar à próxima etapa, como cumprir esse desafio que existe hoje, o que fazer para que eu consiga chegar na próxima etapa e cumprir o a minha trajetória na questão 900. 9 do livro dos espíritos, Kardec

egar à próxima etapa, como cumprir esse desafio que existe hoje, o que fazer para que eu consiga chegar na próxima etapa e cumprir o a minha trajetória na questão 900. 9 do livro dos espíritos, Kardec pergunta pros espíritos se nós podemos vencer as nossas principais dificuldades, né? Se nós podemos eh eh poderia o homem pelos seus esforços vencer suas más suas dificuldades, suas más inclinações? E os espíritos respondem sim e com esforços muito insignificantes. O que precisa, o que falta é vontade. Então ele diz que são esforços muito insignificantes, pequenos, mas esforços que se somam também. Não é eu ir um dia fazer um esforço e deixar. Seria como subir um único degrau querendo chegar no topo da escada. Então, é preciso que eu vá, subam degrau por degrau, que eu vá, faça aquele esforço que é necessário, tendo aquela meta, mas cumprindo a cada dia aquele pequeno esforço que é necessário e sendo fiel naquele esforço. Hoje a gente ouve falar muito do poder do hábito, né? E Aristótelees já dizia isso ali na Grécia antiga, né? Ele dizia que a virtude não é uma construção de um momento e que a excelência não é um evento, é um hábito. Então, que não é um momento de glória, um momento de simplesmente eh, sei lá, de enxergar mais longe, de uma iluminação que faz a gente ver alguma coisa e acreditar e, enfim, se superar. O que faz a gente se superar é a gente manter a constância, manter aquele hábito, manter aquele esforço, porque isso vai nos tornando eh mais fortes, né? Em tudo na vida é assim. O próprio Paulo diz que primeiro vem o ramo, depois vem a cepa, depois vem a flor. Não adianta eu querer traçar uma coisa que não existe, né? Criar, dar um passo maior do que as pernas, como a gente chama. É preciso que a gente vá pedra após pedra, degrau após degrau. Foi feito um estudo há um tempo atrás em que eh se desafiava algumas pessoas a fazer uma foto perfeita e eles avaliavam qual seria a melhor foto que seria feita. E aí eles dividiram as pessoas em dois grupos. Um dos grupos eram

empo atrás em que eh se desafiava algumas pessoas a fazer uma foto perfeita e eles avaliavam qual seria a melhor foto que seria feita. E aí eles dividiram as pessoas em dois grupos. Um dos grupos eram fotógrafos peritos e eles teriam a oportunidade de bater uma única foto e eles tinham o melhor equipamento e podiam escolher o momento, a luz perfeita, o lugar perfeito e fazer aquela foto que seria aquela genial. E para outro grupo, ele dava a oportunidade de bater quantas fotos pudessem e dentre todas essas escolher a que fosse boa mesmo e e ver qual e inscrever essa no concurso. E aí descobriu que as melhores fotos eram aquelas do grupo das pessoas que bateram muitas fotos. Por quê? Porque se eu constantemente faço isso, se eu constantemente bato fotos, se eu constantemente pratico alguma coisa, eu vou adquirindo a excelência, apesar eh naquela coisa, eu vou adquirindo o hábito e com isso eu vou eu vou me melhorando. Então eu vou fazendo o treino. Então cada foto que eu vou batendo, eu vou compreendendo melhor o que é a ciência, o que é a técnica, eu vou escolhendo. E dentre todas aquelas, uma vai ficar excelente. Então, tem um livro que se chama Originais, que é muito interessante, que ele fala que normalmente as pessoas que fizeram coisas geniais não fizeram uma única coisa na vida, elas fizeram muitas coisas e algumas dessas coisas se destacaram. Então, Mozart, um dos maiores músicos que existe. Mozart trabalhava 14 horas por dia, dedicava assim muito mais da metade. Tirando o tempo que ele tava dormindo, a grande parte era dedicado à música, né? Eh, o próprio Thomas Edson, quantas vezes ele tentou antes de construir a lâmpada, né, de fazer algo genial, quantas tentativas ele fez? Eu posso escrever 1 milhão de textos e desses 1 milhão de textos, um se transforma em algo que é excelente, um poema excelente, um livro excelente, uma história que se destaca. Mas tudo isso que eu vou fazendo são treinos. Ontem eu tava brincando com a nossa diretora de artes aqui, né, que ela

é excelente, um poema excelente, um livro excelente, uma história que se destaca. Mas tudo isso que eu vou fazendo são treinos. Ontem eu tava brincando com a nossa diretora de artes aqui, né, que ela falou: "Ah, um bom os artistas aqui eh treinam, ensaiam pelo menos 6 horas por semana". Falei, se você tem artistas que ensaiam 6 horas por semana, seus artistas são muito fracos. Brincando, né? Porque com certeza um artista ensaia muito mais do que 6 horas por semana. Ele sai 6 horas pelo menos por dia. No nosso coral, eu canto aqui no coral Elos de Luz, a gente tem um violinista que é maravilhoso, que na hora que ele chega lá, ele tira as músicas de ouvido, a gente começa a tocar e ele apreende a música e vai tocando. Mas por quê? Ele tem 75 anos e ele toca desde os cinco. Então, se ele naquele momento tem o momento de treino, de genialidade e consegue pegar a música do nada, é porque ele tem dentro de si o conhecimento. Ele já faz esse volume de trabalho que vem acompanhando ele há muito tempo. Então, para que a gente consiga a excelência, para que a gente consiga a genialidade, a gente precisa fazer as coisas, se predispor a agir, se predispor a fazer sem medo, sem achar que qualquer coisa que eu faça vai ser excelente, qualquer coisa vai ser genial, porque a excelência não é um evento, a excelência é um processo. Então, se eu quero ser uma música excelente, eu preciso primeiro ser uma péssima música, depois ser uma música ruim, depois ser uma música regular, depois ser uma música boa, depois ser uma música indo para para o ótimo, né? E por fim, eu serei uma música ótima e serei superarei os meus os meus eh os meus limites, né? E quem hoje já nasce com 3 anos, 4 anos tocando sinfonias, é porque já fez esse trajeto, já fez esse percurso e já tem esse caminho trilhado. Ninguém sai do nada, nenhum conhecimento surge do nada. O conhecimento se cria, se faz a partir da nosso próprio esforço, a partir da nossa própria experiência, a partir da nossa ação. Então, é preciso que a gente, que

a, nenhum conhecimento surge do nada. O conhecimento se cria, se faz a partir da nosso próprio esforço, a partir da nossa própria experiência, a partir da nossa ação. Então, é preciso que a gente, que a gente não tenha medo de começar, que a gente não tenha medo de começar do frágil, começar do pequeno, começar daquilo que não chama atenção, começar falhar inúmeras vezes e errar quantas vezes for necessário. uma outra questão que é 894 que é muito muito muito interessante porque que fala da nossa perfeição moral, né? Kardec pergunta aos espíritos assim: "Há pessoas que fazem o bem espontaneamente, sem que precisem vencer quaisquer sentimentos que lhes sejam opostos. Terão tanto mérito quanto as que se vem na contingência de lutar contra a natureza que lhes é própria e a vencem". E aí os espíritos respondem a Kardec. Só não tem que lutar aquele em aqueles em quem há já há progresso realizado. Eles lutaram outrora e triunfaram. Ou seja, quem hoje é bom por natureza é porque já superou as suas dificuldades. Ninguém nasce bom. Todos nós nascemos simples e ignorantes enquanto espíritos e crescemos evoluindo, apesar a partir das nossas experiências, a partir dos nossos erros, a partir de tudo o que vamos vivendo. Aqueles espíritos que hoje são bons e que nós conhecemos como bons espíritos também já falharam, também já erraram e falharam muito, falharam Rud, o espírito de Emanuel, que eu gosto sempre de citar, fez questão de contar pra gente que se hoje ele é um espírito que foi o coordenador espiritual da obra de Chico Xavier, que nos deixou lições lindíssimas, que fez importantes reflexões que mudam vidas, transformam trajetórias, ele também já foi um espírito que errou rudmente que cometeu atos que dos quais ele se arrepende, que ele lamenta e mas que eram compatíveis com quem ele era naquele momento. Ele conta que ele esteve próximo de Jesus, mas não conseguiu aceitar naquele momento a transformação que Jesus lhe sugeria, que ele lhe colocava como escolha naquele momento. Ele adiou aquela escolha, mas a

nta que ele esteve próximo de Jesus, mas não conseguiu aceitar naquele momento a transformação que Jesus lhe sugeria, que ele lhe colocava como escolha naquele momento. Ele adiou aquela escolha, mas a gente não adia indefinidamente essas escolhas, assim como ele não adiou. Então ele se reencontrou com seu progresso mais adiante e conseguiu se melhorar. espíritos que hoje nós reconhecemos, né, como o mentor da nossa casa, Bezerra de Menezes, que é o mesmo Zaqueu, que foi o cobrador de impostos, que e muito errou, que ludibriou, enganou as pessoas, né, e que, enfim, ele vilipendiou seu próprio povo para satisfazer os romanos e satisfazer os seus próprios interesses, mas ao encontrar Jesus prometeu que ele devolveria muito mais do que ele havia tirado daquelas pessoas e que a partir de então ele faria escolhas diferentes. E ele se tornou médico dos pobres, que deu tudo tudo que ele tinha para o bem-estar das pessoas, que entregou até mesmo na história que tem o seu anel de formatura para ajudar a matar a fome de alguém que deu tudo que tinha, né? que no dia do seu desencarne, ele já tendo adquirido muitos méritos pelo trabalho que ele fazia no bem, ele eh foi comunicado de que ele desencarnaria naquele mesmo dia e fez apenas um pedido que ele pudesse atender toda aquela extensa fila de pessoas que estavam ali, que ele atendia de graça todos os dias, que ele exercitava medicina de forma voluntária e de forma gratuita para ajudar aqueles que necessitavam. E ele pediu assim: "Olha, eu compreendo e vou, mas eu não quero que ninguém volte para casa decepcionado e sem ter sido atendido. Então, por favor, permita-me atender até a última pessoa que está aqui nessa fila". E depois que ele atendeu a última pessoa, ele sentou e o espírito dele foi levado. Então ele cumpriu a promessa que ele fez. Ele conseguiu crescer e aceitando Cristo melhorar. E esse é o destino de todos nós. Quando nós aceitamos esse chamado e nos tornamos os heróis de nós mesmos, nós conseguimos agir, nós conseguimos

fez. Ele conseguiu crescer e aceitando Cristo melhorar. E esse é o destino de todos nós. Quando nós aceitamos esse chamado e nos tornamos os heróis de nós mesmos, nós conseguimos agir, nós conseguimos vencer, nós conseguimos superar as nossas dificuldades, que passam a ser muitas. O nosso caminho é ascendente, mas não é um caminho linear. E mesmo depois que nós fazemos o ponto de virada, que nós aprendemos, que nós aceitamos e decidimos mudar, ainda erramos, ainda sofremos, ainda fazemos coisas das quais nos arrependemos, né? A gente vê Paulo de Tarso, ele lamentava muito as escolhas que ele havia feito, aceitou Jesus, mas ele mesmo no caminho de seguir a Jesus, ele ainda dizia, né, e palavras textuais deles, o bem que eu quero eu não consigo fazer e o mal que eu não quero eu ainda faço. A gente vê o exemplo de Pedro, que tantas vezes ali ao lado de Jesus, de frente para Jesus, cometeu erros terríveis, mas conseguiu se superar naqueles erros e vencer, que negou a Jesus, que afundou tentando caminhar sobre as águas, que depois, mesmo depois de Jesus ter deixado aqui várias vezes, Jesus precisou ir lá e puxar a orelha de Pedro. Pedro, volta, Pedro faz isso. E não importa quantas vezes ele errou, mas todas as vezes ele soube voltar ao caminho, reconhecer os erros e seguir adiante no seu caminho, né? Então, é preciso que nós acreditemos, que nós confiemos, que nós tenhamos esse olhar de ver mesmo aquilo que não se vê. Mas é preciso que a gente, com base nessa fé não se permaneça inerte, que a gente aja, que a gente receba esse chamado, transforme esse chamado em ação. E mesmo sabendo que nós ainda falhamos, que nós ainda falharemos inúmeras vezes, que nós ainda erraremos, que nós ainda fracassaremos, que nós ainda decepcionaremos a nós mesmos e as outras pessoas, mas que isso faz parte da nossa caminhada. Isso não deve ser um impedimento para que nós prossigamos em nosso caminho, que nós sigamos na nosso aprendizado e na nossa caminhada, que eu preciso errar muitas vezes até que eu possa acertar, que eu

sso não deve ser um impedimento para que nós prossigamos em nosso caminho, que nós sigamos na nosso aprendizado e na nossa caminhada, que eu preciso errar muitas vezes até que eu possa acertar, que eu preciso desafinar muitas vezes até que eu consiga tocar uma melodia bela, que eu ainda cometa muitas muitos erros até que eu consiga acertar, que eu ainda faça muitas coisas comuns e pequenas até que um dia eu possa possa fazer algo que realmente faça a diferença. Porque a genialidade ela não é um evento, ela é um hábito. Então é preciso que a gente cultive esses hábitos todos os dias. E como diz Santo Agostinho na questão 919, o hábito de olhar para nós mesmos, de nos melhorar, de perguntar a nós mesmos o que que eu poderia ter feito de diferente, o que que eu poderia ter feito de melhor, o que que eu fiz de bom, o que que é preciso mudar, o que que é o que que é bom manter. E a cada dia essas reflexões vão servindo de norte para nós, tanto na nossa parte moral, quanto na nossa parte material, nos nossos aprendizados, na nossa convivência. no nosso trabalho, em tudo que existe na vida. E aí eu quero, já que meu tempo já encerrou, encerrar com uma frase de Paulo Freire na pedagogia da esperança, que resume para mim tudo o que a gente diz aqui, né, que o que é crer e agir. E ele diz assim: "É preciso ter esperança, mas esperança do verbo esperançar, porque tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. Esperançar é se levantar. Esperançar é ir atrás. Esperançar é construir. Esperançar é não desistir. Esperançar é levar adiante. Esperançar é juntar-se com outros para fazer de outro modo. Então, que nós possamos esperançar, que nós possamos acreditar e agir para construir em nós mesmos e no mundo aquilo que existe de melhor, mesmo que a gente saiba que o que a gente pode oferecer. Madre Teresa de Calcutar dizia: "O que eu posso fazer é uma gota no oceano, mas sem essa gota o oceano seria menor." Então, que a gente possa lançar a nossa

ente saiba que o que a gente pode oferecer. Madre Teresa de Calcutar dizia: "O que eu posso fazer é uma gota no oceano, mas sem essa gota o oceano seria menor." Então, que a gente possa lançar a nossa gota no oceano, que a gente possa dar a nossa pequena contribuição, mas acreditando que essa pequena contribuição vai transformar a nós mesmos e vai transformar o tudo que existe ao nosso redor e que a soma de tantas gotas que a gente colocar vão fazer toda a diferença e vão se transformar num oceano em que a gente vai nadar e vai ajudar tantas pessoas e vai matar muitas muitas e muitas sedes. Que Jesus esteja conosco hoje e sempre e sobretudo que nós estejamos com ele. E eu transmito vocês aqui, passo para o momento do passe. Convido o nosso amigo aqui para para o passe. Muito obrigada a todos e uma boa tarde. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força

ficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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