AUTOPERDÃO - Ivan Silva [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 01/11/2025 (há 5 meses) 27:45 201 visualizações

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Transcrição

Olá, queridos irmãos, queridas irmãs. Sejam todos bem-vindos a esse espaço virtual da comunhão espírita de Brasília. Estamos aqui para esse momento de harmonização no grupo Chico Xavier para fazermos uma reflexão sobre um tema de amor e também para nos prepararmos para o momento do passe virtual que vai vir a seguir. Que todos nós sejamos abençoados por Deus. acompanhados de toda espiritualidade amiga, dos nossos mentores e do mentor da nossa casa espírita, que é o Dr. Bezerra de Menezes. Para você que está nos acompanhando, procura se acomodar de uma maneira confortável para que nós possamos ser envolvidos num clima de calma, de paz e que possamos deixar de lado as nossas preocupações do dia a dia. Então vamos tentar controlar a nossa respiração. Vamos revitalizar as nossas energias nesse momento, nos sintonizando com o nosso mestre maior que é Jesus Cristo. Para essa mensagem do dia de hoje, nós vamos continuar com as reflexões do livro chamado Renovando Atitudes, que é do nosso querido irmão Francisco do Espírito Santo Neto e que foi editado pelo espírito de Hamed. E o tema proposto para hoje é auto perdão, que é um dos capítulos do livro. Então, nós vamos trazer aqui a referência inicial que é do capítulo 10, item 15 do Evangelho Segundo Espiritismo, diz assim: "Ó, se sois duros e exigentes, como quereis que Deus esqueça que a cada dia tendes maior necessidade de indulgência?" Então, nessa referência inicial, já temos aqui uma reflexão, né? Nós sabemos que não somos perfeitos. Nós sabemos que vamos precisar da compreensão dos nossos amigos, dos nossos familiares em outros momentos da nossa vida, né? Então, nós também precisamos aprender a nos compreender, aprender a nos perdoar, porque a a ideia do autão, ela nos remete para uma necessidade de perdoarmos as nossas falhas, as nossas ações incorretas. Porque se a gente não aprender a fazer esse perdão de nossos possíveis erros, nós vamos ficar carregando culpa. E talvez por um tempo pequeno, mas também talvez por um tempo muito grande,

incorretas. Porque se a gente não aprender a fazer esse perdão de nossos possíveis erros, nós vamos ficar carregando culpa. E talvez por um tempo pequeno, mas também talvez por um tempo muito grande, né? E quando a gente carrega uma culpa por um tempo muito grande, a gente vai alimentando possíveis mágoas, possíveis ressentimentos. Então, há uma necessidade de nós reconhecermos que nós temos essas imperfeições, mas que também podemos e que nós precisamos abandonar uma crítica que talvez a gente faça de uma maneira muito severa. Nós podemos seguir em frente, mesmo com os nossos erros, mesmo com as nossas imperfeições, mas de uma maneira mais leve, mais saudável. E isso é necessário para o nosso crescimento, porque nós vamos estar um pouco melhores, nós vamos estar um pouco mais preparados paraa nossa evolução espiritual, porque a gente não carrega culpas de maneira tão pesada. Sim, temos erros, nós somos perfeitos, estamos aqui aprendendo, né? Mas as nossas reações perante a vida, ela acontece em função de estímulos e de acontecimentos exteriores, mas também a partir do modo como percebemos, o modo como julgamos em nosso interior esses mesmos estímulos, esses mesmos acontecimentos. Depende muito de como captamos essa realidade lá no nosso íntimo. Como que a gente desencadeia essas emoções? que vamos vivenciando, que na verdade é a base da nossa conduta, é a base das nossas reações comportamentais, tanto do presente quanto daquilo que a gente também vai apresentar no futuro, porque é uma preparação para os próximos atos, né? Então, essa nossa forma de avaliar, de reagir, que a gente classifica como uma ação boa ou uma ação má, uma ação correta ou uma ação incorreta, de tudo aquilo que nós determinamos paraa nossa vida é como se fosse uma autocensura que nós fazemos em relação aos nossos próprios atos, né? Então isso é um nível de consciência um pouco mais profundo que a gente vai estruturando em nosso íntimo, né? Então, essas posturas que nós vamos assumindo na nossa vida, ela

nossos próprios atos, né? Então isso é um nível de consciência um pouco mais profundo que a gente vai estruturando em nosso íntimo, né? Então, essas posturas que nós vamos assumindo na nossa vida, ela aprende muito a maneira como nós aprendemos a enxergar a vida. Ela aprende a que nós vamos olhar esse mundo de fora ou dentro de nós mesmos. E isso pode nos levar a uma sensação íntima de realização ou de frustração, né? Então, sempre essa dualidade é um contentamento ou é uma culpa. é um perdão ou é uma punição a partir de um código, um código moral que nós vamos modelando na nossa intimidade, né, no nosso psiquismo ou na nossa alma, na no nosso perespírito, né, se quisermos usar uma linguagem espírita, né, mas o que vale a isso, né, é que todos nós temos esse código moral, né, na nossa intimidade, né, e a gente vai colocando isso a partir de um julgador interno que nós mesmos criamos, né? Porque isso é formado a partir de tudo aquilo que a gente vai acumulando em tempos passados, né, em nossas vidas passadas ou nessa vida atual, a partir de ensinamentos que a gente vai tendo na nossa sociedade, né, a partir dos ensinamentos que os nossos pais colocaram para nós, nossos professores, né, ou então no contato mesmo, né, já na vida adulta, na na vida de jovens, né, eh, que a gente vai tendo em vários momentos da nossa vida. né? Então esse jogador interno, ele foi sendo criado ao longo da nossa existência e não significa que ele valha para todos os momentos com um rigor necessário, um rigor muito forte, né? Porque as coisas vão se modificando, os nossos valores morais, claro, né? permeando tudo isso, mas às vezes a gente colocou uma carga muito grande em cima de um aprendizado que os nossos pais também não tinham tanta convicção daquilo. Por quê? Porque às vezes para aquele momento que a gente tava aprendendo era necessário para formar o nosso caráter, para que a gente pudesse ter essa esse aprendizado no nosso íntimo. Mas às vezes a gente foi muito censurado, a gente foi precisando de uma

tava aprendendo era necessário para formar o nosso caráter, para que a gente pudesse ter essa esse aprendizado no nosso íntimo. Mas às vezes a gente foi muito censurado, a gente foi precisando de uma aprovação, né, dos pais e a gente colocou tudo isso com muito rigor. Então a gente foi criando essa sensação de aprovação, de reconforto quando a gente agia dentro de uma proposta que os pais colocavam, né? E a gente às vezes tinha essa essa necessidade de aprovação, então a gente foi aprendendo a fazer isso com muito rigor. Às vezes a gente a gente traz isso para uma fase adulta como se houvesse um única uma única maneira correta de fazer as coisas, né? E a gente sabe que não, né? a gente pode experimentar um pouco mais esse autão a partir de uma tentativa que a gente faz de acertar, mas que depois a gente vê que não foi a coisa mais correta que a gente fez, foi uma tentativa que se mostrou errada, mas aprendemos com aquilo e podemos nos perdoar. Então esse autão ele é sempre necessário para que a gente vá reexaminando essas nossas convicções que tá lá no fundo da nossa alma, né, que tá lá na na na no jeito que nós construímos essa nossa natureza, né, esse nosso jeito de ser. Então, a gente estudando a a as leis, né, da vida superior, os ensinamentos que que os evangelhos nos traz, a gente vê que não precisamos modificar tudo aquilo que a gente acredita, mas não precisamos cobrar de nós mesmos uma manutenção de perfeição o tempo todo. Então, uma das grandes fontes da da nossa autoagressão, né, desse nosso não pertuar a nós mesmos, vem de uma busca apressada, de uma perfeição absoluta. Nós sabemos que não somos deuses, não somos perfeitos. Então, nós não precisamos exigir de nós mesmos uma perfeição em tudo que a gente faz. Então essa essa exigência da perfeição às vezes pode se tornar a nossa pior inimiga, porque a gente vai tá sempre buscando uma perfeição que não existe. Então, sim, precisamos melhorar, sim, precisamos fazer tudo aquilo que nos é possível, mas não precisamos imaginar

ssa pior inimiga, porque a gente vai tá sempre buscando uma perfeição que não existe. Então, sim, precisamos melhorar, sim, precisamos fazer tudo aquilo que nos é possível, mas não precisamos imaginar que vamos ser perfeitos o tempo todo. Então, este auto perdão, que é a mensagem que precisamos, né, eh, entender um pouco melhor hoje, ela não precisa ser uma hostilidade tão grande quanto nós mesmos. O auto perdão é necessário na nossa vida, não precisamos dessa perfeição, né? Então, às vezes, esses padrões muito severos que a gente coloca a partir do dos pais, né, que que eh queriam nos educar sempre, né, na na no mais alto nível moral possível, né? Então, às vezes nos transforma num adulto muito inflexível, num adulto muito irredutível com alguns posicionamentos com as outras pessoas e às vezes e talvez até pior, né, com nós mesmos. Então, não precisamos buscar essa perfeição o tempo todo. Temos que buscar uma melhoria. Temos que buscar trabalhar com aquilo que já sabemos, com aquilo que já podemos manifestar, né, nas no nossos relacionamentos, mas não precisamos ser inflexíveis. Podemos dar uma margem para que a gente seja feliz e não sejamos, né, esses buscadores da perfeição o tempo todo, né? Então, nós não podemos esquecer da nossa natureza humana, né, que ainda é imperfeita, que ainda eh faz coisas erradas, né? Não, não precisamos também colocar uma desculpa em tudo que fazemos, né, de modo atropelado. Não, não é isso, né? Nós podemos sim fazer coisas muito boas e ajudar as pessoas que nos envolvem, né, que que estão nessa caminhada conosco, mas não precisamos ficar com essa aura de fracasso por não conseguirmos nem sermos bom o tempo todo e nem precisamos então colocar essa essa culpa exagerada em nós. Precisamos sempre lembrar que o autodão é necessário, né? Então, tomar consciência das nossas limitações é uma dessas possibilidades, né? Então, às vezes a gente coloca assim, ó, eh, eu tenho raiva porque eu não consegui, eh, entender o que eu estava fazendo naquele

omar consciência das nossas limitações é uma dessas possibilidades, né? Então, às vezes a gente coloca assim, ó, eh, eu tenho raiva porque eu não consegui, eh, entender o que eu estava fazendo naquele momento e acabei errando. Então, tenho raiva de mim mesma, né? Eu não consigo me perdoar por um erro cometido no passado. Não são lições que aprendemos e podemos sim continuar caminhando de maneiras um pouco mais leve, né, entendendo que na próxima vez que isso for acontecer, a gente vai tentar caprichar, né? Mas não precisamos entender que todas as vezes temos que ser perfeitos, não. Não é isso, né? Nós temos uma perfeição em potencial. Em algum momento ela vai se manifestar. Mas não precisamos ser perfeitos o tempo todo. Não precisamos ficar nos culpando pelos erros. Por quê? Porque cometemos erros. Estamos aqui nesta encarnação justamente para aprender um pouquinho mais e errar um pouquinho menos, né? Essa é a ideia, né? Então, quando aquilo que que nos traz uma uma um aprendizado da infância que às vezes, né, era colocado de uma maneira muito rigorosa, nós podemos sim entender que talvez seja necessário a gente eh caminhar de uma maneira mais leve, né? E isso vai nos possibilitar uma oportunidade de nova aprendizagem, uma oportunidade de crescimento pessoal, de desenvolvimento, né? Desenvolvimento gradativo e constante, que é a técnica do universo, né? Estamos todos caminhando para a perfeição, uns mais longe, né? E alguns, né, eh, um pouco mais pertos, né? Nós tivemos grandes exemplos. Chico Xavier, né, que veio aqui, né, viveu, nos deu grandes exemplos, né, de como é bom a gente se se alinhar com os ensionamentos do grande mestre, né, e tentarmos caminhar, né, mas sim, temos ainda boa caminhada, né, mas precisamos então entender que essa autoaceitação eh nos dá um pouco mais de segurança para essa caminhada, né, quem está ao nosso lado vai aprendendo também que estamos agindo com boas intenções. Nem sempre acertamos, mas tivemos boa intenção. Então isso é muito válido, né? E esse

ança para essa caminhada, né, quem está ao nosso lado vai aprendendo também que estamos agindo com boas intenções. Nem sempre acertamos, mas tivemos boa intenção. Então isso é muito válido, né? E esse perdão que nós podemos nos conceder, ele nos traz uma paz de espírito, né? Porque a gente vai caminhar eh mais leve, a gente não vai estar preso nos no no desejo de de controlar todos os nossos passos, né? numa perfeição inexistente e nem a gente vai ficar carregando os passos de alguém nesta régua tão pesada, né? Então, podemos compreender que cada um de nós está cumprindo um destino que é só seu. Cada um de nós está num nível diferente de maturidade. Cada um de nós está tentando viver a sua vida a partir dos recursos que tem, né? Então, não é desrespeito, não é incompreensão em relação a ao aos ensinamentos da evolução espiritual. É entender que cada um de nós está num momento diferente, né? E que todos nós merecemos sim a compreensão, merecemos sim esse amor, esse carinho e esse entendimento de que precisamos nos perdoar possíveis erros, né? E tentar acertar um pouquinho mais na próxima vez, né? Então, esses essa diferença de estágio entre entre cada um de nós também há essa necessidade de entender que precisamos a a a conviver numa comunhão, a viver no mínimo de estabilidade com o pessoal que está vivendo conosco, né? Então, quando o texto diz lá, né, que nós precisamos perdoar os inimigos, nós também estamos pedindo perdão para nós mesmos, né? Porque enquanto a gente não não a gente não se libertar dessa necessidade de punir o erro do outro, a gente não vai também tá recebendo essa possibil dádiva da compreensão para o autoperdão, né? Então é uma é uma lição muito importante que a gente traz pro dia de hoje, né? Ela vem trazer então a mensagem: "Precisamos nos perdoar, pois assim estamos criando oportunidades novas para esse processo, né, que é divino, né, da vida, que que vai nos fecundar a alma e que vai nos trazer a plenitude do amor." Então, autão nos libera dessas emoções

estamos criando oportunidades novas para esse processo, né, que é divino, né, da vida, que que vai nos fecundar a alma e que vai nos trazer a plenitude do amor." Então, autão nos libera dessas emoções negativas, nos ajuda nesse crescimento pessoal, nos nossos relacionamentos, na nossa saúde mental e o que é mais importante no nosso amadurecimento espiritual. Então, cada dia é uma oportunidade para que nós aprendemos uma nova tarefa. Sempre que nós conseguimos demonstrar então esses novos comportamentos perante os outros e perante nós mesmos, nós estaremos evoluindo nessa grande estrada da vida, né? Então, podemos e devemos reconhecer nossos erros, mas não precisamos ficar nos flagelando eternamente por isso, né? Podemos ser mais compreensivos conosco mesmo, né? Podemos aprender e seguir essa nossa vida, de maneira mais leve, né? E vale sempre lembrar, né? Jesus é a nossa maior demonstração de amor, é o nosso exemplo de vida. Então, na dúvida, quanto a algum erro ou quanto ao que fazer em determinada situação, é sempre a gente perguntar como que Jesus, como que Jesus faria se ele estivesse aqui, né? Então, em vários momentos ele falou, né? Eh, eu não te eu, né, na naquela situação lá do apedrejamento, né, ele disse claramente, né, se ninguém te condenou, não sou eu que vou te condenar, né? Vá e não peques mais, né? Então era isso que ele dizia, né? Ele perdoava sempre e dizia para nós, né, nessas mensagens, né, se perdoe também, só tente não pecar mais, né? Então essas são as ações compatíveis com os ensinamentos do mestre, né? Então fica aqui, é o convite, né? Vamos tentar viver procurando entender essas novas lições que a vida nos traz, né? Essa necessidade do auto perdão, né? Que tá no sentido de uma verdadeira evolução nos aspectos morais e espirituais, que é o que mais vale para todos nós, né? Então assim, queridos amigos, queridos irmãos, nós encerramos as nossas reflexões de hoje, desejando os mais sinceros votos de paz e de harmonia nas nossas vidas. Que o nosso pai maior

todos nós, né? Então assim, queridos amigos, queridos irmãos, nós encerramos as nossas reflexões de hoje, desejando os mais sinceros votos de paz e de harmonia nas nossas vidas. Que o nosso pai maior nos traga bênçãos neste momento. Somos gratos, Senhor, por zelar de nós, por saber que tudo está no seu comando, por nos trazer tantas oportunidades, tantos ensinamentos e por nos fortalecer na nossa fé. Assim, aqueles que desejarem, continue sintonizados para receber o passe virtual. Se possível, traga uma garrafinha pro ambiente também para que a água seja acrescida dos fluídos magnéticos e que possa ser utilizada depois, né, ao longo do dia ou ao longo da semana, né? Obrigado, Senhor, por estar sempre conosco. Graças a Deus. Graças a Jesus. idade, [música] auxiliar a recuperação física. mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao [música] reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido

ental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor [música] do mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja [música] o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos [música] devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao [música] nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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