ÀS MÃES - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui. Olá, pessoal. Boa noite a quem está presencialmente, a quem nos assiste das redes sociais. Estamos aqui essa tribuna em mais um expediente ao longo do dia, ao longo da semana para fazer uma reflexão a respeito do evangelho de Jesus, a respeito do Espiritismo, a respeito do amor de Deus, que é uma intercessão diária a nos socorrer, a nos acolher e também a nos consolar. Para quem está aqui pela primeira vez, se é que tem alguém aqui pela primeira vez, porque o óbvio sempre precisa ser dito, a nossa reunião pública é dividida em dois momentos, três momentos. a prece inicial, que é o momento em que a gente tenta equilibrar, apaziguar as emoções, a palestra propriamente dita e por último a prece final para quem quiser, para quem quiser. Depois tem o passe que é aqui atrás nas novas cabines de passe. Para quem, porventura não saiba o que é um passe, não tem nada de assombração. O passe é uma transmissão fluídica, é um ato de amor, tanto da equipe desencarnada como da equipe reencarnada. Feitos esses breves, importantes registros, vamos à nossa prece inicial. Não é obrigatório fechar os olhos. Particularmente, eu estou com os olhos abertos. Tentemos mentalizar Jesus ao nosso lado, sentado ao nosso lado, tocando a nossa coxa, tocando o nosso ombro em um sentindo inverso, dizendo: "Meu irmão, minha irmã, seja bem-vindo a mais uma casa de oração, a mais uma casa do caminho. Que hoje possamos nos encontrar para o despertar da nossa consciência rumo ao conhecimento íntimo da obra de Deus. Nos nossos momentos turbulentos, nos nossos momentos de insônia, nos nossos momentos asfixiantes, lembremos que eu sou o bom pastor, que não deixa nenhuma nenhuma ovelha perdida. Assim, irmanados em torno do amor de Deus, depois dessa prece inicial, damos por iniciados os trabalhos da noite de hoje. Deixe-me ver quem, se é que tem alguém no nosso canal do YouTube nos assistindo. Boa noite, Isabela Teodoro. Boa noite, Juliana Vepo. O tema de hoje é como se fosse uma dedicatória às
a noite de hoje. Deixe-me ver quem, se é que tem alguém no nosso canal do YouTube nos assistindo. Boa noite, Isabela Teodoro. Boa noite, Juliana Vepo. O tema de hoje é como se fosse uma dedicatória às mães. Segundo domingo de maio, pelo calendário gregoriano é dedicada à comemoração ao Dia das Mães. E eu vou começar pelo fim, a intervenção da noite de hoje em um exemplo prático de um choro de uma mãe. E o choro da mãe costuma ser silencioso. O sofrimento de uma mãe costuma ser sutil, certamente de uma mãe amorosa, consciente da sua oportunidade cristã de educar um espírito. Ontem pela manhã, no Rio de Janeiro, dois jovens foram presos. 19 e 18 anos. E a autoridade policial, ao efetuar aquele auto de prisão, chamou um familiar e veio uma mãe desacreditada na cena que estava vendo. e aos prantos inconformada, aos soluços triste. Angustiada disse a seguinte frase: "Meu filho, pelo amor de Deus, por que você fez isso? Não foi para isso que eu te criei." Fecha aspas. Aquele choro latente daquela mãe se reverbera no coração de muitas outras quando os filhos erram, quando os netos erram. Porque uma mãe quando vai criar o seu filho estabelece um vínculo de amor no momento em que sabe da gestação. E é certo que enquanto responsável por conduzir aquele espírito reencarnante, a mãe faz de tudo. Faz de tudo para ensinar os atalhos da vida. Mas espíritos imperfeitos da nossa natureza não gostam tanto de atalhos. Espíritos imperfeitos da nossa natureza são teimosos, são arredios, são rebeldes, pensam que podem caminhar com seus próprios passos. E é natural porque uma das melhores capacidades do espírito é a capacidade de pensar que o livro dos espíritos traz na terceira parte, quando vem falar sobre as leis naturais, na liberdade de pensamento, na liberdade de consciência e no livre arbítrio, cada um com a sua dimensão. A liberdade de consciência diz respeito ao engatinhar da nossa psiquê. Todos nós enquanto espíritos, registra a questão 115 de O Livre dos Espíritos, fomos criados simples e
ada um com a sua dimensão. A liberdade de consciência diz respeito ao engatinhar da nossa psiquê. Todos nós enquanto espíritos, registra a questão 115 de O Livre dos Espíritos, fomos criados simples e ignorantes. Como diria o pessoal da informática, nós fomos criados formatados 0,0. E aí, ao passar do tempo, nós vamos tomando algumas decisões e vamos construindo o nosso próprio caminho. E certa vez, em uma pergunta no estudo sistematizado da doutrina espírita, que é o nosso estudo que se propõe a fazer reflexões sobre o espiritismo. Ainda quando eu morava lá em Natal, eu acho que em 2016, uma pessoa me perguntou: "Mário, tá, nós fomos criados simples e ignorantes, zerados e formatados, mas o que nos levou a gente tomar nossa primeira decisão?" A primeira decisão, a responsabilidade com o conhecimento espírita me fez abafar uma piada. Porque o conhecimento espírita nos atribui senso de responsabilidade. Se fosse em outra época, eu responderia: "Não sei por causa da lei do esquecimento." Mas aquele momento eu me recorri, salvo me engano, a questão 121 de O livro dos Espíritos, quando Allan Kardec questiona exatamente isso. E a resposta é assim: "Olhe, todos nós fomos criados simples e ignorantes, mas todos nós, sem exceção, temos um germen divino dentro do nosso coração, dentro da nossa mente." E foi esse germen divino que nos encaminha, nos direciona ao caminho da perfeição, que despertou a nossa primeira escolha. Mas a partir dela, lá atrás, quando habitávamos o mundo primitivo, mais primitivo que o nosso, quando habitávamos um mundo primitivo, nós tomamos aí uma relação em cadeia e vamos escolhendo. E essa liberdade de consciência, que é a primeira do tripé, liberdade de consciência, liberdade de pensamento e livre, na verdade a segunda, porque a primeira é liberdade de pensamento. Vamos lá recapitular. Das três da lei de liberdade, a sequência, salvo me engano, é a liberdade de pensamento, a liberdade de consciência e o livre arbítrio. A liberdade de pensamento diz respeito a
. Vamos lá recapitular. Das três da lei de liberdade, a sequência, salvo me engano, é a liberdade de pensamento, a liberdade de consciência e o livre arbítrio. A liberdade de pensamento diz respeito a tudo que nós modulamos. E aqui um exemplo, mais um sobre a misericórdia divina. A misericórdia divina é tão grande, tão grande, que nós não temos uma válvula automática que ligue os neurônios ao maxilar, que tudo que a gente pense a gente fale. Graças a Deus. A liberdade de pensamento diz respeito ao espírito no seu estado natural. Quem nós efetivamente somos sem máscaras sociais, sem freios. A liberdade de consciência, por outro lado, ela demanda um certo tempo, ela demanda uma certa perspectiva de socialização para sabermos onde nós estamos inseridos, para sabermos da consciência da repercussão do que nós fazemos. E por último, o livre arbítrio, que é quando nós estamos em um processo mais desenvolvido, quando nós habitamos um mundo de provas e expiações. Porque no mundo primitivo, lá atrás, lá atrás, no berço da humanidade, nós éramos nômades. Nós nos mudávamos de acordo com as mudanças climáticas. Nós éramos caçadores e a liberdade de consciência que a gente adquire com o tempo e com os erros, porque todo amadurecimento ele presume um equívoco. A gente vai modulando isso ao longo das nossas reencarnações. E o livre arbítrio é uma perspectiva de mais maturidade do espírito. E neste mundo que é um pouco mais avançado, que é o mundo de provas, expiações, um segundo, numa escala de um a cinco, nós já estamos nos resgatandos, nos resgatando conosco em detrimento de quem nós fomos em outras épocas, em outras ocasiões. Estou falando, estamos falando que numa tribuna espírita ninguém tá sozinho. Da questão 171 de o livro dos espíritos. Em que dogma se baseia a reencarnação? É como se Allan Kardec questionasse a equipe do espírito de verdade. A seguinte pergunta: "Vem cá, como é que isso acontece? E por quê? Qual é a lógica dessas idas e vindas? Se todos nós somos destinados à
o se Allan Kardec questionasse a equipe do espírito de verdade. A seguinte pergunta: "Vem cá, como é que isso acontece? E por quê? Qual é a lógica dessas idas e vindas? Se todos nós somos destinados à perfeição, por a gente não chega à perfeição em uma única existência? Aí vem a resposta que é um pouco longa, a gente abrevia. O dogma, a lógica da reencarnação se baseia na oportunidade que Deus nos dá. de nós ajustarmos a nossa consciência com a sua lei, a nossa consciência com a justiça divina. E aqui vai um recado da questão 625 de livro dos espíritos. Porque a gente muito se preocupa onde está a lei de Deus. numa palestra, num vídeo, em um livro, no estudo, no evangelho, onde está a lei de Deus? A resposta é na nossa consciência. Quer ver um exemplo? Se pudéssemos, mas não podemos, fazer uma atividade dinâmica aqui baseada na andragogia e fizéssemos uma roda de conversa e questionássemos: "O que é que significa Deus para mim? Como é teu nome? Marcos. O que é que significa Deus para Marcos? Como é teu nome? Tibério. O que é que significa Deus para Tibério? Só nesses três exemplos, provavelmente a gente teria um ponto em comum. Me permita, Marcos, o que é que significa Deus para você? Tão complexo que não consegue entender. Inteligência suprema, Tibério. Algo imensurável. Alguém quer falar um conceito de Deus? João Evangelista escreve em uma das suas cartas que Deus é amor. E o que que é amor? Qual é a percepção que nós temos sobre o amor? O que é que se quer dizer com isso? Que dentro de uma construção linguística, nós conseguimos estabelecer um conceito de Deus. Mas Deus vem a ser efetivamente uma percepção neurossensorial. Alguns associam Deus a um senhor barbudo, sentado num trono com cajado. Durante muito tempo eu pensei que Deus era assim, com cajado, esperando o meu próximo erro para me dar um cascudo. Menino, de novo, você não tem jeito. Mas o tempo passa e o espírito aprende. O Espiritismo vem nos ensinar que Deus, conforme Marcos falou, é como se fosse uma inteligência suprema,
me dar um cascudo. Menino, de novo, você não tem jeito. Mas o tempo passa e o espírito aprende. O Espiritismo vem nos ensinar que Deus, conforme Marcos falou, é como se fosse uma inteligência suprema, suprema, algo que nós não conseguimos conceituar. Mas em termos de sentimento, todos nós temos uma definição concreta de Deus. Sabe por quê? Porque nós estamos vivenciando experiência imortal. Se nesta reencarnação, pela nossa faixa etária aqui, a gente já provavelmente deve, salvo alguém, porventura seja teu com todo respeito, a gente já deve ter recorrido a Deus incontáveis vezes, tentemos imaginar em uma perspectiva imortal. Aí quando Kardec vem perguntar sobre a lei de Deus, a equipe do Espírito de verdade vem contextualizar o nosso crescimento espiritual. O estudo do evangelho, por exemplo, se propõe a mudar a psiquê de sujeito. O estudo do Evangelho se propõe a refletirmos e ponderarmos quem nós somos diante do mundo. Paulo apóstolo, quando vem escrever sobre isso, salvo me engano, na carta aos Coríntios, ele começa um texto com uma frase que até hoje eu não consigo entender. O amor do Cristo nos constrange. Ponto. Toda vez que, particularmente, eu passo por um processo de constrangimento, que eu fico procurando um buraco para colocar a cabeça, eu me lembro dessa frase de Paulo. Por quê? Porque quanto mais a gente erra, mais Jesus nos procura. Não que vai encontrar, porque o Nazareno se disponibiliza a nos socorrer. E durante muito tempo eu pensava que Jesus nos procurava constantemente, mas não, porque Jesus está disponível. E o espiritismo me traz uma reflexão que o pensamento é o contrário. Somos nós que procuramos o Cristo. Porque o Cristo, conforme João Evangelista escreve, como Deus é amor e Jesus é o caminho, a verdade e a vida que nos leva ao amor de Deus, o amor do Cristo está diluído no mundo. E cada vez que no exercício da liberdade de pensamento, da liberdade de consciência e do livre arbítrio, a gente sucumbe, a gente cai, nós temos a oportunidade por uma prece a rota que
luído no mundo. E cada vez que no exercício da liberdade de pensamento, da liberdade de consciência e do livre arbítrio, a gente sucumbe, a gente cai, nós temos a oportunidade por uma prece a rota que planejou. Mas nós devemos ter em mente que, por mais que amemos alguém, por mais que projetemos o bem para alguém, a gente não vive a vida do outro. E o vínculo que uma mãe tem que tem com um filho é muito além do corpóreo, é muito além de um choro silencioso no meio da noite. O vínculo que uma mãe tem com um filho é um vínculo de amor. é um vínculo que vai além, muito além desta atual reencarnação. André Luiz tem um livro incrível chamado Entre a terra e o céu, em que no final do capítulo 28 tem uma mensagem sobre o que é o ventre de uma mãe. E olhe que estamos falando em uma perspectiva fisiológica. O ventre de uma mãe, segundo regista André Luiz no livro Entre a Serra e entre a terra e o céu, é como se fosse um vaso anímico, como se fosse um centro de força que se adapta à chegada do espírito. E esse processo de volta é tão intenso, mas tão intenso, que em uma perspectiva fisiológica, em uma gestação natural, demora 9 meses. Imaginemos uma mãe ansiosa de primeira viagem esperando esses 9 meses. E a literatura espírita baseada na questão 344 o livro dos espíritos, vem dizer que esse vínculo acontece no momento da fecundação, da fecundação, mas espiritualmente é bem antes, porque nós passamos por um processo de planejamento reencarnatório. É como se fosse um script que Deus e os mentores nos chamam para uma reunião e dizem: "Tá chegando". E a gente na hora se aperreia de novo. Será que eu vou dar conta? Não, não vai. Por isso que a gente fazer um planejamento aqui. Aí é feito como se fosse um petscan espiritual de quem nós fomos, do que erramos e com quem erramos. A espiritualidade olha que eu tô falando, tá no livro nosso lá. A espiritualidade de óleo. Aí faz uma projeção. Vamos dar um met, um encontro para não americanizarmos o português. E começa ali o processo de
ritualidade olha que eu tô falando, tá no livro nosso lá. A espiritualidade de óleo. Aí faz uma projeção. Vamos dar um met, um encontro para não americanizarmos o português. E começa ali o processo de planejamento reencarnatório. Na literatura espírita tem um icônico, um histórico, que é o é o a reencarnação de Segismundo, que André Luiz traça, se me engano, no capítulo 10 de o livro Missionários. O que é que se quer dizer com isso? Que a cegonha espírita não erra. Não erra. E quando a gente vem pro processo de volta à reencarnação, nesse período acontece uma situação que é como se fosse de via de mão dupla. Na medida em que o feto vai se desenvolvendo, o espírito vai perdendo a sua consciência. Mas a obra de Deus é tão perfeita, é tão perfeita, que isso não acontece em um instalar de dedos. É gradual. Alguns espíritos nesse processo de gestação, por um motivo de resgate que não precisam reencarnar, alguns espíritos interrompem aquele processo. Estamos falando do que o Espiritismo fala a respeito do aborto espontâneo. Porventura tem alguma mãe que passou por esse processo? A doutrina espírita traz disso que eu tô dizendo lá na questão 347. Porque às vezes pro espírito em relação ao seu processo evolutivo, ele não precisa ainda reencarnar, mas os pais precisam passar por uma aprovação, uma aprovação de união, uma aprovação de amor. Outro exemplo de aborto espontâneo diz respeito quando o espírito desiste por causa do seu livre arbítrio. E aí, muitas vezes uma mãe num processo de gestação vai pro pré-natal, faz todo preventivo e por uma situação que foge ao seu controle, cai em um momento de desânimo, de angústia, onde não consegue encontrar resposta. Mas na obra de Deus nada fica sem explicação e nada melhor do que o tempo, o tempo do reencontro. Particularmente, eu conheço uma pessoa que teve um aborto espontâneo e toda vez que ela conversa comigo sobre isso, ela traz uma convicção de que é mãe tão linda, tão linda, e ela não é espírita, que toda vez que ela fala
onheço uma pessoa que teve um aborto espontâneo e toda vez que ela conversa comigo sobre isso, ela traz uma convicção de que é mãe tão linda, tão linda, e ela não é espírita, que toda vez que ela fala isso, eu tenho uma aula sobre amor, uma aula sobre João Evangelista. Abre aspas, Deus é amor. Fecha aspas. Concluindo o processo de gestação, algumas vezes que nós reencarnamos, alguns de nós desencarna dias após o parto. O espiritismo ensina que é um complemento de aprendizado pro espírito reencarnante e, principalmente pros pais. E deve ser mais ainda paraa mãe. Continuando o tema da noite de hoje, vamos à infância. Porque às vezes a gente observa uma criança e se questiona se o espiritismo tem essa se o espiritismo tem essa conversa de mortalidade, por que a criança não nasce falando os porquês da vida? Porque todos nós quando voltamos passamos por uma lei natural chamada lei do esquecimento, para nós não nos lembrarmos automaticamente de quem efetivamente nós somos. Leão Deni é um contemporâneo de Allan Kardec. Ele tem um livro chamado Depois da Morte. É um livro da capa verde, da metade para frente, ele tem um capítulo chamado lei de esquecimento, que ele veio falar que a lei do esquecimento é o misericórdia de Deus pra gente. E o espírito integridade reencarnante na infância, ele precisa dos insumos cognitivos dos pais e do amor da mãe. E aí o espiritismo vem traçar um pouco sobre a responsabilidade que nós temos de cuidar de alguém. Aí chega uma parte da infância que a criança recebe aqueles insumos, recebe aqueles fomentos, recebe educação, conhece alguns sistemas de controles e mesmo assim chega a fase em que ele fica um pouquinho revoltado, um pouquinho chato. Estamos falando da adolescência, que na minha época era aborrecência. Aí, o que é que o Espiritismo tem a falar sobre isso? O livro dos espíritos nos ensina que é a fase em que o espírito efetivamente se contempla com as suas faculdades psíquicas. Porque na primeira infância até os 7 anos, nós temos um hibridismo entre lá e
livro dos espíritos nos ensina que é a fase em que o espírito efetivamente se contempla com as suas faculdades psíquicas. Porque na primeira infância até os 7 anos, nós temos um hibridismo entre lá e cá. E a própria estrutura corporal não dá conta, salvo raríssimas exceções de crianças prodígio, por exemplo, não dá conta de se desenvolver. Aí na aborrescência três sementes que nós temos: orgulho, vaidade e egoísmo. E cabe ali a maternidade dentro da sua limitação fazer ou tentar fazer alguns ajustes. Não que vá conseguir, não que vá conseguir. Porque se tem algo na dinâmica da vida que nós temos como se fosse um desafio é cuidar de alguém ou tentar cuidar. que o diga, por exemplo, nós em todos os nossos processos, mãe, pai, avô, avó, namorado, namorada, amigo, colega de trabalho, o que quer que seja. Existe uma recomendação de Jesus que independente, independente do que estivermos passando, nos dediquemos à vida de coração, sem esperar nada em troca. A máxima, uma das máximas do cristianismo é isso, nós oferecermos ao outro nosso amor de bandeja, sem nos preocuparmos se o outro vai jogar no lixo, sem nos preocuparmos se o outro vai guardar numa gaveta, sem nos preocuparmos se o outro vai nos atirar de volta. E Jesus tem uma história linda sobre isso no livro Boa Nova, que é uma psicografia de Chico Xavier pelo espírito de Humberto de Campos. No capítulo 15 tem um texto que fala a respeito da história de Joana de Cusa. Joana de Cuza era uma mulher devota do cristianismo. Uma primeira cristã. Não é uma cristã da última hora, é uma primeira cristã que quando soube da obra de Jesus tentou levar para dentro de casa e o marido que servia ao império romano prontamente refutou. Não me venha com esse papo furado. Já não aguento escutar sobre esse Jesus. Mas meu amor, entenda, não é bem por aí. Jesus fala em reconciliação, Jesus fala em pacificação. Jesus ensina que todos nós somos irmãos e o marido continua. Não quero saber. Aí um belo dia, Joana de Cuzo tava na rua e se encontra com
or aí. Jesus fala em reconciliação, Jesus fala em pacificação. Jesus ensina que todos nós somos irmãos e o marido continua. Não quero saber. Aí um belo dia, Joana de Cuzo tava na rua e se encontra com Jesus nas andanças do Cristo. E aí, meu amigo, quando a gente se encontra com Jesus, a gente se fortalece, porque Jesus nos ensina palavras de vida eterna. Aí Jesus olha, Joana nem sabia quem era, mas Jesus nos conhece e nos procura pelo nosso psiquismo. Aí se aproxima, Joana fica inquieta e começa a desabafar com o Cristo. Senhor, não consigo acreditar porque o meu marido não acredita no seu amor. E começa um diálogo ali. Joana, não se preocupe. Todo mundo tem seu tempo. Se você acredita em mim, se você acredita na obra do meu pai, continua. Continua com o teu caminho. Não se preocupe de convencê-lo. Mostre-o, por exemplo, o que é o amor de Deus. Joana continua, não consegue convencer o marido. Aí o marido, por uma situação da época perde o emprego. E como a vida dá voltas, ele começa a ser perseguido e é preso. Aí passa o tempo e vem a perseguição. a Juna decusa, porque se tem algo que aconteceu com os primeiros cristãos, foi perseguição. Se a gente quiser saber o que é fé, estudemos as histórias dos primeiros cristãos. Pedro foi crucificado de cabeça para baixo. Começam a perseguir Joano. Prendem Joana de Cuza, ela e o filho. E ali, em uma escolha de Sofia, levam Joana ao julgamento e prestes a matá-lo, insistem: "Refuta! Refuta o Cristo que a gente te solta. E Joana na sua convicção, não, não vou refutar. Refuta não refuto. Aí começa o ping-pong. Aí uma hora o filho que tava preso com ela começa a gritar: "Mãe, pelo amor de Deus, já chega, a gente tá para morrer aqui. Refute o Cristo." Joana, naquela escolha de Sofia, olha pro filho e diz: "Não, meu filho, Jesus significa o amor de Deus. E por mais que eu queira te salvar, porque agora não estou mais pensando em mim, por mais que eu queira te salvar, eu não consigo refutar o amor de Deus, de Jesus, porque no meu encontro com ele,
eus. E por mais que eu queira te salvar, porque agora não estou mais pensando em mim, por mais que eu queira te salvar, eu não consigo refutar o amor de Deus, de Jesus, porque no meu encontro com ele, eu percebi a essência do seu psiquismo. Aí os dois são mortos. Hoje em dia a gente só é cancelado em rede social para quem porventura se importa em viver uma vida paralela dentro de um celular. Aí quando Joana desencarna é recebida por Jesus. O que é que se quer dizer com isso? que nos nossos processos e como a palestra é destinada ao dia das mães, nos processos de escolha de Sofia das mães, não sou mãe, mas pela imortalidade da alma, certeza absoluta que eu já fui para nós mães, em uma perspectiva mais ampla, nos nossos desafios, confiemos. em Jesus. Confiemos que os processos que a gente passa são passageiros, que a vida vai além, bem além de um constrangimento, que a vida vai além, bem além de uma decepção, de uma angústia. E aqui, por exemplo, se tem alguma mãe aqui ou alguma mãe que nos assiste ou nos assistirá, que educa com a criança e que vivencia um processo de alienação parental, que é um processo mal resolvido dos pais que se reverbera na criança, que muitas vezes a psiquasculina e um comportamento autodestrutivo, vai ali descontando a mágoa de uma separação na desconstituição da figura materna. vai passar, passa pela idade cronológica e passa também no conceito de vida eterna. Nesses momentos em que a gente estremece, tentemos nos fortalecer com amor, com fé, com esperança. Lembremos que Deus tem pra gente um propósito muito maior do que eventual sofrimento que pensamos. que estamos passando, adiantando o tempo cronológico, tanto da palestra quando da vida de uma criança que há até 30 minutos estava na gestação. Agora já a gente já passou pela infância, pela adolescência, por um processo de alienação parental, chegamos na fase adulta. e que o filho, por um motivo ou por outro, esteja se envolvido em um processo de criminalidade, em um processo de alcoolismo e um processo de
m processo de alienação parental, chegamos na fase adulta. e que o filho, por um motivo ou por outro, esteja se envolvido em um processo de criminalidade, em um processo de alcoolismo e um processo de drogadição. E aí às vezes realmente a gente olha e não sabe, não sabe o que fazer. Há relatos, se a gente buscar na internet, encontra de mãe acorrentando um filho pro filho não se drogar. de mãe desesperada porque não tinha mais nada em casa, porque o filho vendeu tudo para comprar álcool ou droga. Aí sabe o que a sociedade faz? Julga a mãe. Que absurdo acorrentar um filho. Como é que pode não ter sabido criar? Como se a gente como se a gente desse conta dos nossos próprios impulsos. Porque os bastidores de uma maternidade só sabe quem passou. E aí quando esse tipo de situação nos visita, nós temos duas perspectivas, porque a intervenção do sintético no organismo causa dependência. E contra a dependência, precisamos procurar a ciência, psiquiatria, psicologia, nos recorrermos a recursos farmacêuticos, por exemplo, a depender do caso, intervenções. Mas não nos esqueçamos da fé. Fé em Deus, fé em si. e fé no amor do Cristo. Allan Kardec tem um texto e um Evangelho Segundo Espiritismo lindo intitulado Aliança entre a ciência e a religião, em que ele diz o seguinte: "Olhe, a gente tem muita religião no mundo, mas tentemos ter uma fé raciocinada, porque o que nos dá equilíbrio É, aí ele diz a aliança entre a ciência e a religião. E a fé, segundo relata Chico Xavier, a fé de uma mãe é algo indescritível. Segundo Chico Xavier abre aspas, a oração de uma mãe arromba as portas do céu. Fecha aspas. É como se no nosso processo de desespero a prece de uma mãe aflita tivesse prioridade, porque ali são dois espíritos. É uma mãe que não já sabe a quem recorrer e nem como recorrer. No capítulo 46 do livro nosso lar, que é intitulado Serviços de Mulher, tem uma mensagem muito bonita sobre a maternidade. André Luiz se encontra com a mãe no mundo espiritual. No livro Nosso lar tem dois encontros de André Luiz com
r, que é intitulado Serviços de Mulher, tem uma mensagem muito bonita sobre a maternidade. André Luiz se encontra com a mãe no mundo espiritual. No livro Nosso lar tem dois encontros de André Luiz com a mãe. Um em estado de vigília enquanto ele cochila no mundo espiritual e outro estado acordado. No finalzinho do livro isso que eu vou relatar. Ela estava lá em nosso lar e vê a mãe de longe. E eu não sei vocês se a mãe mora longe para quem tem a mãe ainda reencarnada. Mas pelo menos a minha é assim. Quando minha mãe se aproxima, meus centros de força se alinham. É como se eu me encolhesse, não de corcundo, mas em espírito, em forma de alegria, por mais um reencontro. Próxima semana eu vou reencontrá-la. Aí André Luiz vê a mãe, diz: "Mãe, a senhora por aqui? A senhora vem sempre por aqui? André, eu vim me encontrar porque eu decidi que vou reencarnar. André Luiz fala: "Não, a senhora só pode estar de brincadeira porque a senhora está em uma colônia espiritual bem mais avançada, bem mais avançada do que nosso lar. O que é que a senhora vai fazer na terra?" Aí a mãe fala o seguinte: "André, tu não sabe dar melhor, o teu pai, o espírito que foi teu pai na última reencarnação tá passando por um maus bocados. Sério? Sério? Sério ou seríssimo? seríssimo. E eu pedi para reencarnar para tentar, não que eu vá conseguir, para tentar ajudá-lo. Aí André Luiz fala: "Mãe, me conte a fofoca toda, o que é que realmente tá acontecendo?" Aí ela fala: "André, o seu pai tá obsidiado por duas entidades que não conseguem deixá-lo em paz aqui no mundo espiritual. E eu pedi para ser mãe dos três. Ah, eu acho que André Luiz botou a mão na cintura. Sim, tu tá de brincadeira, né? É, André, vou não sei se eu vou conseguir realinhar esses fluidos, mas eu consegui a permissão de tentar. E aqui vai a natureza do amor de mãe que tenta, mas tenta incansavelmente. O recomeço de uma mãe com um filho é como se fosse a primeira vez, porque é um amor sem limites. já nos encaminhando pro final duas historinhas. A primeira vai para alguma
, mas tenta incansavelmente. O recomeço de uma mãe com um filho é como se fosse a primeira vez, porque é um amor sem limites. já nos encaminhando pro final duas historinhas. A primeira vai para alguma mãe que tenha um conflito com o filho. É difícil. Eu sei que é difícil que eu já tive inúmeros com minha mãe até aprender na prática o espiritismo. Quando eu comecei a estudar o espiritismo, tive muito preconceito em casa e eu sempre discutia com mainha. Aí quando ela soube, aí pronto, o mundo desabou na cabeça dela. Na primeira discussão é isso, é isso que você aprende com aqueles espíritos. Aqueles espíritos ficam falando para você se afastar de mim. E eu muito revolto, que ainda não conseguia ter uma reflexão mais ampla sobre os instintos, comecei a retrucar. Respeite, respeite a minha religião. Aí começou, aí confusão passou. E nada melhor do que um conflito pra gente mergulhar dentro de si, para nos questionarmos porque houve o desequilíbrio. Aí passa o tempo e eu continuo a estudar o espiritismo, porque isso foi quando era caloro. Aí passou acho que uns 2 tr anos recorde sem discutir com minha mãe. Teve a discussão de novo, porque se tem uma pessoa que sabe me descontrolar, é a minha mãe. Ela me derruba e me vira de cabeça para baixo sem eu nem perceber. Mas agora quando vem a rota do conflito, eu consigo me afastar e devolver com um beijo. Passo uns 2, tr anos, outra confusão. É isso. Eu sabia que esse negócio de espiritismo ia nos afastar. Esses espíritos que não sei o que. Eu fiz: "Não, mãe, não é isso que eu aprendo não. E o que é que você aprende lá?" Eu aprendo, ó, que o Espiritismo ensina na prática. É na prática. Eu aprendo com o espiritismo que esse conflito que eu tenho com a senhora é responsabilidade minha, porque a senhora escolheu ser minha mãe. Eu aprendo com espiritismo que esses conflitos que eu tenho com a senhora, eu preciso dissipar. E se tem algo que implode qualquer discussão é nós falarmos sobre amor. Aí na hora ela assim cética, aí eu finalizei a conversa, deixa eu lhe dar
litos que eu tenho com a senhora, eu preciso dissipar. E se tem algo que implode qualquer discussão é nós falarmos sobre amor. Aí na hora ela assim cética, aí eu finalizei a conversa, deixa eu lhe dar um abraço. Aí dei um abraço, depois passou mais uns se anos pra gente discutir. Vez por outro ainda tem um negocinho, porque o espírito imperfeito demora muito tempo para se depurar nessa época. dos conflitos que eu tinha com mainha, eu ainda não tinha lido um capítulo e um Evangelho Segundo Espiritismo. É que é para quem ainda tem conflito com a mãe ou que a mãe tem com filho. É tanta cola aqui para falar de mãe que eu me perdi nos livros. Capítulo 14. Honrai vosso pai e vossa mãe. Final do capítulo, item nove. Ingratidão dos filhos e os laços de família. É uma comunicação de Santo Agostinho, uma, duas, tr quatro páginas. Dá para ler até o final do ano. Aí Santo Agostinho vem falar nos processos que a gente tem de família. Aí fala que a família é um reencontro, que a família é uma oportunidade de amor. Aí na metade do texto ele toca num ponto sensível que são os conflitos familiares. Não sei se porventura vocês conhecem alguém que tenha. Aí, seu degusto tem diz assim: "Mãe, se tá dando errado com o filho, tente fazer o máximo que você puder. O máximo. Se mesmo assim não der certo, mentalize. filho, eu não sei quem foi que errou, se foi eu, se você, mas eu sei que eu estou na responsabilidade de ter vindo primeiro. Me desculpe, vamos recompor. E Santa Costinho também fala pro filho, pro filho dizer pra mãe: "Mãe, seja lá o que eu tiver feito com a senhora, vamos aproveitar a oportunidade. E para finalizar, uma mensagem para uma mãe que porventura vivencia um processo de luto. Hoje é véspera de dia das mães. É quinto dia das mães, é domingo. Coração aperto. No livro Céu Inferno, no último capítulo intitulado Espiações Terrestres, tem uma história de uma menina chamada Clara. Clara desencarnou com 4 anos e passou algum tempo doente e as pessoas iam visitá-la. e Clara com a lucidez que ninguém sabia,
tulado Espiações Terrestres, tem uma história de uma menina chamada Clara. Clara desencarnou com 4 anos e passou algum tempo doente e as pessoas iam visitá-la. e Clara com a lucidez que ninguém sabia, dizia: "Não, não se preocupe, não, vamos ter fé em Deus que vai dar certo". Aí Clara desencarna e vem da comunicação na rão mediúnica um tempo depois e vem dizer: "Olha, a misericórdia divina minha amparou antes de eu voltar. Por isso que eu tinha aquela lucidez." E Clara vem dar um recado aos pais. Em processo de luto, o médium pergunta o seguinte: "Quereis que digamos algo aos vossos pais?" Resposta longa. Eu vou abreviar aqui. Ípsis líteres lendo por causa da envergadura. A pedido de um médium, eles já tiveram ensejo de praticar a caridade, de não orarem só com os lábios e fizeram bem, porque cumpre fazê-lo também na prática pelo coração. Socorrer os que sofrem é orar, é ser espírita. Aí ela começa a falar na família espiritual que nós somos. As mães amorosas, em sofrimento, felizes ou em lutadas, que possamos pensar no amor de Cristo. Porque se o amor de uma mãe é intenso, o amor de Jesus é maior. E conforme escreve João Evangelista, Deus é amor. Quero desejar boa noite aqui para Vanderson, Geovana, Nádia, Telma, Andreia, Cristina, Raquel, José, Verônica, Eliana, Isabela. Era isso que tínhamos para falar. as mães, que são espíritos imortais, que são portas que proporcionam oportunidades de reencarnação, que são direcionamento para espíritos que precisam aprender e que principalmente que principalmente são destinatárias do abraço do Cristo. Feliz dia das mães antecipadamente. Muito obrigado. Vamos agora a prece que cada aplauso se transforme numa oração para mã aflita. Vamos agora paraa oração, paraa prece final. Amado mestre Jesus, que nesse dia das mães o Senhor consiga trazer a calento, segurança e reerguer mães que se sentem desamparadas, mães que se sentem desconsoladas e mãe que se sentem tristes. Ó mestre amado, distribui o teu pão de amor, de misericórdia e carinho a todos os
o, segurança e reerguer mães que se sentem desamparadas, mães que se sentem desconsoladas e mãe que se sentem tristes. Ó mestre amado, distribui o teu pão de amor, de misericórdia e carinho a todos os corações de todas as mães. Com essa prece, damos por finalizados os trabalhos da noite de hoje. E agora, para quem quiser, tem o passe. Obrigado. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores
sitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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