CADÊ A MINHA ALMA GÊMEA? Desilusões Amorosas e busca da Alma Gêmea Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 13/06/2025 (há 10 meses) 49:00 668 visualizações

Mário Augusto aborda em sua palestra o mito da alma gêmea, desmistificando a ideia de que somos destinados a uma única pessoa e ressaltando que o amor é um aprendizado contínuo. Ele explica que relações amorosas são oportunidades de crescimento, exigindo respeito, previsibilidade e comunicação madura. Mário enfatiza que o sofrimento amoroso, embora doloroso, é uma chance de autoconhecimento e que o amor verdadeiro não é posse, mas liberdade e afeição. A imortalidade da alma e a reencarnação são apresentadas como perspectivas que mitigam a dor das desilusões, mostrando que cada relação é uma lição para a eternidade. 👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

internet. Eh, o tema de hoje, digamos assim, é um assunto bem temático com a data 12 de junho. E a data 12 de junho para alguns é comemorada, é celebrada o dia dos namorados. E quem não quer um amor para chamar de seu, porque nós somos seres de amor. E aproveitando a época de São João como um bom nordestino, vou começar a intervenção de hoje com um forró que certamente eu não vou cantar. É um forró que eu conheci pela voz de Dominguinhos. Nome da música é Eu só quero um xodó. Que falta? Eu sinto de um bem. Que falta eu já esqueci a música. Tão emocionado que ela é. Vou colar. Que falta eu sinto de um bem. Que falta me faz um xodó. Como eu não tenho ninguém, eu levo a vida assim. Então, só a gente trata de uma maneira cômica um assunto bastante sério, que é a nossa projeção em relação ao outro, a nossa projeção afetiva, a nossa projeção amorosa, a nossa projeção em relação à necessidade, à necessidade que nós temos de nos socializar. É muito bom quando a gente encontra afinidade com as pessoas, quer seja no movimento espírita, quer seja no ambiente de trabalho, quer seja na vida social e também na nossa vida amorosa. Porém, as nossas construções às vezes nos levam a dissipar, a criar como se fosse um cisma. E aí, às vezes muitas delas a gente não entende alguns processos. E aqui um registro, eu tô começando a intervenção do final, que é uma parte mais triste em relação ao mito da alma gêmea, mas depois a gente vai melhorando, porque a finalidade de uma palestra espírita, pelo menos até onde eu sei, é proporcionar uma reflexão lúcida que possa nos fortalecer em relação aos nossos caminhos. Estávamos falando sobre os cismas em relação aos nossos processos amorosos, em relação aos nossos processos afetivos, que nos dói muito. Tem até a expressão chamada dor de cotovelo, que dói em todo canto, menos no cotovelo. E nós quando caímos nos nossos processos de desacreditar, nós quando caímos nos nossos processos de desilusões, tudo aparenta perder o sentido. É como se tudo

que dói em todo canto, menos no cotovelo. E nós quando caímos nos nossos processos de desacreditar, nós quando caímos nos nossos processos de desilusões, tudo aparenta perder o sentido. É como se tudo não tivesse mais o colorido da vida. Literalmente, quando a gente padece de um processo de sofrimento amoroso, nós perdemos o brilho nos olhos. Nós ficamos cabes baixos. É como se a gente não tivesse mais carga fluídica para enfrentar mais uma vicissitude da vida. Porém, contudo, mais todavia, entretanto, devemos ter em mente que o outro não foi feito para nos servir. O outro também tem os seus próprios caminhos. E é bom que uma história de amor dê certo. É ótimo. É ótimo. Mas trabalhando um pouco do conceito de filosofia espírita, o que significa amar alguém? Pela nossa vinculação à matéria, a gente associa uma relação amorosa como se fosse uma relação de proximidade corporal. Porém, para quem tem um relacionamento amoroso à distância, sabe que o toque corporal é apenas um detalhe pelo qual o amor se concretiza. Hoje nós vivenciamos a época do telefone, que para alguns como eu é uma extensão do perespírito. de vive aí a época da tecnologia, mas há um pouco tempo atrás o telefone quando não existia, estamos falando aqui da década de 90, quando minha avó me colocava para dormir. Ela dizia: "Meu filho, antigamente tinha cartas. A gente mandava cartas para as pessoas e quem nunca escreveu uma carta de amor não sabe o que é bom, porque é como se a gente comprimisse toda uma emoção represada de saudade que precisa se expandir. É como, por exemplo, se a mão não desse conta da velocidade do sentimento. E para quem escreve ou escrevia carta de amor, deve saber que em algumas delas a mão é tão rápida, querendo aquela aproximação, que os rabiscos começam a virar erros de português. a gente risca, a gente lê e como se a vida pudesse ser ensaiada, a gente não gosta do texto, rasga e começa a escrever outra. Porque nós temos inúmeras formas de expressar o amor. A verbalização é tão somente mais uma.

ente lê e como se a vida pudesse ser ensaiada, a gente não gosta do texto, rasga e começa a escrever outra. Porque nós temos inúmeras formas de expressar o amor. A verbalização é tão somente mais uma. O choro e o ranger de dentes. Quando nós caímos em um processo de desilusão amorosa, também é só mais uma forma de dizermos: "Meu Deus, como como eu preciso ser amado?" Porque a gente precisa refletir sobre isso nos nossos processos de desilusão amorosa. Porque o atual amor que porventura a gente chore hoje não é o primeiro e nem vai ser o último. Porque todos nós estamos imersos e uma experiência imortal, atravessando mais uma oportunidade pedagógica, que é a reencarnação. Na questão dos entos de O livro dos espíritos, por exemplo, Allan Kardec nos traz um conceito a respeito de que os espíritos não têm sexo. O sexo é uma construção fisiológica. A sexualidade é uma construção cognitiva e o amor, o amor é uma célula divina que nós temos, uma célula em que a gente grava os arquivos do perespírito. também é uma cédula pela qual nós nos imprimimos em relação aos conceitos de afetividade que nós vamos construindo. E nos nossos processos de desilusões amorosas, nós podemos ter uma reflexão a respeito da imortalidade da alma. Não no primeiro momento, não no primeiro momento da queda, porque no primeiro momento da queda a gente chora até não ter mais lágrima. A gente chora até o rosto ficar inchado, até ficar com dor de cabeça. Não vou nem falar nos processos de insônia, porque é uma luta que nós travamos consigo, nos questionando, por exemplo, onde foi que eu errei? Porque esse amor se acabou? A gente procura a pessoa, me dê mais uma chance, eu posso me reinventar, me dê mais uma chance para a gente se ajustar. Porque nos nossos processos de desilusões amorosas, que são tão doloridos, são tão doloridos e deixam marcas na vida, tudo que nós queremos é sermos acolhidos. Porém, nada melhor do que o tempo. E aqui uma fala dirigida porventura. Se você passa por um momento de desilusão amorosa,

doloridos e deixam marcas na vida, tudo que nós queremos é sermos acolhidos. Porém, nada melhor do que o tempo. E aqui uma fala dirigida porventura. Se você passa por um momento de desilusão amorosa, se você passa por um momento de vazio existencial, que se pergunta: "Cadê a minha alma gêmea?" Porque todo mundo tem um relacionamento, menos eu. Porque eu não dou certo com ninguém. Porque quando eu me apaixono pelas pessoas, as pessoas me enganam. Essa mini intervenção de agora é dirigida para quem porventura passe por um processo de implosão sentimental vai passar porque nada melhor do que o tempo. O tempo é o nosso grande aliado e o pensamento da imortalidade nos propõe uma reflexão no sentido de que nós somos viajantes da eternidade. Devemos pensar, por exemplo, no que é amor. Amor não é posse. Amor não é propriedade. Amor não é apego. Muito pelo contrário. Já canto o conjunto paralamas do sucesso. Todas as formas de se controlar alguém só trazem um amor vazio. Saber amar é deixar alguém saber amar era deixar saber alguém te amar. Nós somos espíritos livres e nos aproximamos uns do uns dos outros por afinidade, por simpatia. ou conforme Allan Kardec escreve no capítulo 14 de o livro A Gênese, por interação fluídica. Conexão fluídica é o que os apaixonados chamam de química. E nossas conexões fluídicas são decorrentes de escolhas. Que o diga, por exemplo, quem passa hoje por uma noite de imenso amor. Os casais bem apaixonados, mas bem apaixonados, costumam manter o seguinte diálogo: "Eu te amo, mas eu amo mais". Eu te amo. Eu queria saber o que eu posso dizer para dizer que eu te amo, porque o amor não cabe em uma construção linguística. que o diga, por exemplo, os nossos reencontros com quem está afastado fisicamente e a gente se depara, por exemplo, no aeroporto. E aqui eu me lembro da minha gloriosa mainha que chega a próxima semana e ela nem sabe, mas vou dar um aperto naquele pinguinho de gente até estralar a coluna, como se um abraço pudesse simbolizar o amor que eu aprendi,

da minha gloriosa mainha que chega a próxima semana e ela nem sabe, mas vou dar um aperto naquele pinguinho de gente até estralar a coluna, como se um abraço pudesse simbolizar o amor que eu aprendi, aprendi a desenvolver pela minha mãe. Porque nesta atual reencarnação, nós já tivemos muitos embates, muitos embates. E há algum tempo, quando eu comecei a estudar o espiritismo, que vieram as primeiras incompreensões, a gente pegou uma discussão, mais um. Aí ela vira porque se tem uma pessoa que sabe me desestruturrar, é minha mãe com a palavra. Aí ela vira para mim. É isso mesmo. É isso que você aprende com esses espíritos, a brigar com a sua mãe. Procure Deus, procure Jesus. E eu aquela época, um pouco mais imediatista do que hoje retruquei respeite a minha religião, como se respeito devesse devesse ser pedido. Aí começa uma discussão, aí eu caio em um processo de arrependimento. Mais uma discussão com aquela abençoada. Aí vou estudar a questão 990 de O livro dos Espíritos, que é quando Kardec começa a escrever sobre arrependimento. Passa o tempo, porque nada melhor do que o tempo para nos apresentar situações semelhantes. E nenhuma situação é igual à outra, porque nós somos um sopro na eternidade. Passa um tempo, outra discussão. E eu tentando manejar, não conseguia. Aí ela vem com esse argumento. Aí eu paro, respiro fundo e giro a matrix e digo: "Mãe, não, não é isso que os espíritos me ensinam. Os espíritos me ensinam que eu devo muito, muito agradecimento por a senhora terme permitido voltar à reencarnação. Com espiritismo, eu aprendo que esse meu conflito com a senhora vai se transformar em amor. De lá para cá, nós ainda tivemos algumas discussões, mas em tom bem menores. Porque quando a gente observa o amor dentro da gente, dentro da gente, intimamente falando, qualquer situação que a gente se depara, nós podemos reverenciar a lição do Cristo a respeito do brilho a vossa luz. O brilho à vossa luz do sal da terra e da luz do mundo é de dentro para fora, como se a luz do Cristo dissipasse ainda

para, nós podemos reverenciar a lição do Cristo a respeito do brilho a vossa luz. O brilho à vossa luz do sal da terra e da luz do mundo é de dentro para fora, como se a luz do Cristo dissipasse ainda as nossas trevas. E nos nossos processos de relacionamentos afetivos, amorosos, na busca incessante em relação à alma gêmea, nós temos também o começo de um processo de enamoramento, onde a gente tem vergonha de expressar os nossos sentimentos, como se o sentimento não fosse mais tempo ou menos tempo efetivamente expressados. A gente pensa que represa sentimento, mas nós somos seres psicossomáticos. A respeito dos nossos processos de vergonha à procura da nossa alma gêmea, tem uma estrofe de uma música cantada por um por uma pessoa chamada Leone, que eu acho incrível, incrível. guardo para te dar as cartas que eu não mando. Conta a história de um jovem muito apaixonado, muito apaixonado, que mora no Rio de Janeiro e tem um sentimento represado por uma pessoa. E aquele sentimento represado em termos de vergonha, de socialização, de verbalização, se transforma em um texto. E ele praticamente escreve um livro de tanta quarta que guarda. E aqui uma observação para eventualmente a gente que tem vergonha de verbalizar sentimento. Nós somos seres sentimentais. Por incrível que pareça, nós somos seres amorosos. Aí, por causa das marcas da vida, por causa de eventual trauma que a gente carregue dessa atual reencarnação, a gente pensa: "Não vou verbalizar porque Eugênia não pode corresponder." Aí a gente segura, segura, segura, verbaliza. A Eugênia faz ouvidos de mercador ou pode falar uma frase que dói lá dentro do coração. Não, Mário, nós somos só amigos de movimento espírita. É para morrer, mas ainda bem que ninguém morre, porque nós somos seres imortais. Aí quando a gente recebe esse tipo de resposta, a gente se questiona. É isso mesmo. Segurei, segurei. Aí quando falo, outra pedrada, outra porta fechada. Isso é para eu aprender a deixar de ser besta. São as nossas construções em relação aos

posta, a gente se questiona. É isso mesmo. Segurei, segurei. Aí quando falo, outra pedrada, outra porta fechada. Isso é para eu aprender a deixar de ser besta. São as nossas construções em relação aos medos que nós temos de sofrer. E os medos que nós temos de sofrer na perspectiva da vida amorosa, na perspectiva da vida afetiva, eles representam uma imensa vontade de ser correspondido, porque ao final e ao cabo nós fomos criados para o amor. Aí, às vezes, esse processo de vergonha é suplantado, é superado, existe a aproximação e começa ali mais uma linda história de amor. Aí a afinidade é tão grande, a afinidade é tão grande que a gente começa a se questionar, a gente é alma gêmea, só pode. Por quê? Porque a gente é bem coladinho. A gente é igual aquela música de Fábio Júnior. Carne unha, alma gêmea, bate coração. As metades da laranja, dois amantes, dois irmãos, duas forças que se atraem. Campo lindo de viver. Tô morrendo de saudade de você. É para chorar. Por quê? Porque a gente projeta a energia psíquica do amor na arte, porque a arte canta a vida. Eu, particularmente não conheço uma pessoa apaixonada que escute música triste, porém a recíproca não é verdadeira. Aí, nesses nossos processos, o tempo passa. E a gente vai começando a se observar e observar o outro. E vem as primeiras discussões que a gente fica emborrado com a tromba maior do que um maior do que um elefante, o rosto maior do que essa lua cheia, mas basta um movimento de aproximação do outro. pra gente estremecer. Mas nós somos tão orgulhosos que muitas vezes morrendo de vontade de dar um abraço, a gente segura. Aí vem as reconciliações, a relação continua, vem outras situações de conflitos e surge a frase, o pensamento existencial. É isso mesmo. Como é a convivência lá atrás? Você não era assim. lá atrás a gente não brigava. Como se relacionar afetivamente fosse fácil, porque são duas vidas e na ótica espírita são duas vidas imortais. Existe toda uma construção. O grande desafio das relações afetivas

a gente não brigava. Como se relacionar afetivamente fosse fácil, porque são duas vidas e na ótica espírita são duas vidas imortais. Existe toda uma construção. O grande desafio das relações afetivas é nós aprendermos a nos respeitar em relação aos nossos limites e aprender a respeitar o outro. Porque se nós, se nós não temos dias bons, o outro pode pode ser que também não tenha. A plenitude de uma relação afetiva se dá também na ponderação, na observação, no silêncio diante da vontade de criticar, no silêncio diante de uma crítica que recebamos, porque se relacionar é complexo. E nessa perspectiva da busca pela alma gêmea, que a gente tanto se questiona, cadê a minha alma gêmea? E aqui eu conversava com Eugênia no começo aqui no momento video show que eu já fui procurado muito, muito por pessoas que não são espíritas com a seguinte pergunta: "Ei, essa história de alma gêmeo?" A gente olha assim, tem que respeitar o momento do outro. Certamente que a gente não resposta direta, mas uma resposta diretiva e nada melhor do que uma resposta com uma pergunta. Isso a vida me ensinou. Como assim alma gêmea? O que é que você entende por alma gêmea? Ah, você sabe, né? Não preciso falar. Porque assim, todo mundo se relaciona e eu não encontro a tampa da minha panela. Aí a gente pondera um pouco, tenta observar aquele momento, porque pode ser um momento de desilusão amorosa quando alguém nos deixa. Na verdade, quando alguém nos deixa, não, quando alguém continua o seu percurso. Pode ser uma situação nossa que a gente não consiga se vincular à pessoas em uma perspectiva afetiva, que venha as nossas crises existenciais. Meu Deus, eu não consigo me amarrar com ninguém. Como se nós fôssemos uma âncora. Aí quando vem essa dúvida a respeito da alma gêmea, é sempre bom nós relativizarmos o conceito de amor. Por exemplo, o que que é amor? João evangelista escreve em uma das suas cartas que Deus é amor. Só um exemplo. A gente conversava aqui nada mais bonito do que um amor de uma mãe que efetivamente ama o seu

exemplo, o que que é amor? João evangelista escreve em uma das suas cartas que Deus é amor. Só um exemplo. A gente conversava aqui nada mais bonito do que um amor de uma mãe que efetivamente ama o seu filho. que o digam os choros silenciosos das mães durante uma noite, durante um banho, no trânsito, no metrô, caminhando. Porque quando a gente trabalha o conceito de amor, nós podemos pensar na perspectiva da ponderação, da dedicação. E ness nesse viés de relacionamento afetivo também dá liberdade. Porque se tem algo que o Espiritismo nos ensina a respeito dos nossos relacionamentos amorosos, é que uma das formas mais sublimes, mais sublimes de amarmos alguém é respeitando o seu modo de ser. Por outro lado, uma das formas mais sublimes de nos oportunizarmos ao amor é dizer quem nós somos. E aqui outra etapa da intervenção, acho que já é a quarta, sobre o processo de responsabilidade afetiva, tão difícil nos tempos de hoje. Porque se não bastasse a nossa vida corpórea, atualmente 12 de junho de 2025, a gente ainda tem vida em rede social. como se não bastasse, tem números e a gente vai no nosso processo de dissipar a nossa psiqu. E nesse nosso processo de socialização, é importante nós sabermos quem nós somos para quando nós nos relacionarmos com alguém de uma maneira afetiva, nós sabermos dos nossos processos, não necessariamente falar sobre as nossas fraquezas, mas sabermos dos nossos processos e tentar proporcionar previsibilidade ao outro. previsibilidade ao outro, no sentido de que um processo de enamoramento, de paquera, quando a gente não quer mais a pessoa do nada sumir, conversas maduras são difíceis, porém necessárias. Porque se tem algo que é valioso na vida, se tem algo que é valioso na vida, e as nossas reuniões mediúnicas dizem, são os nossos corações, são os nossos sentimentos. É natural que em um processo de construção afetiva nós queiramos tomar outro norte. A existência é natural porque a vida ela é dinâmica. É natural que nos nossos processos da vida a gente queira efetivamente

al que em um processo de construção afetiva nós queiramos tomar outro norte. A existência é natural porque a vida ela é dinâmica. É natural que nos nossos processos da vida a gente queira efetivamente vivenciar um lindo amor. E um lindo amor, a vivência de um lindo amor é como a construção de uma casa sobre a rocha nos ensinada pelo Cristo no Evangelho de Mateus. Demanda solidez, demanda tempo, demanda escolha. demanda abnegação, demanda sabermos que pela dinâmica da vida, a construção de uma relação não é uma eterna, uma eterna construção de boas energias, demanda criarmos uma rede de sororidade, de acolhimento, porque a vida pessoal no médio prazo, é boa de viver. A vida no médio prazo é boa de experimentar. Se a gente vivencia atualmente uma relação conturbada, por que não respirar um pouco? Porque não recuar ou em uma perspectiva de tecnologia, por que não subir o drone para tentar ver a situação de uma maneira mais panorâmica? Por que não ceder? Por que não ponderar? Por que não perdoar? A construção de uma vida amorosa e afetiva vai além, vai muito além do que as lindas histórias do cinema. que o digam os nossos bastidores psíquicos, que o digam as nossas noites eternas que duram tempo nos nossos processos de dificuldades, por exemplo. técnica em que a gente não consegue dormir, te bola de um lado pro outro. A depender da situação, tenta até tomar um banho para ver se esfria os ânimos. E nós, da mesma forma que não devemos desanimar consigo, também não devemos desanimar com o outro. E se chega um contexto que porventura a gente perceba efetivamente que a relação não dá mais certo, que tentemos, não que vá conseguirmos, mas que tentemos administrar danos. E a expressão é essa, porque não é fácil, não é fácil lidar com o término de uma relação. Não é fácil, não é fácil lidar com os momentos que antecedem o término de uma relação, os momentos decisórios. E muito cuidado com as miragens do deserto. muito cuidado com os nossos imediatismos em que a gente pensa que o problema está no outro,

que antecedem o término de uma relação, os momentos decisórios. E muito cuidado com as miragens do deserto. muito cuidado com os nossos imediatismos em que a gente pensa que o problema está no outro, porque o outro tem as suas próprias batalhas, assim como a gente. Estávamos falando aqui antes de começar a intervenção da noite de hoje no que que é um namoro? O que que é um namoro? Alguém aqui quer falar? Não se preocupe que ninguém vai ver, só eu e Eugênio. Olha a vergonha de falar sobre o amor. O namoro, pessoal, é uma amizade qualificada. Esse é o ponto. O grande desafio da gente é ver no nosso cônjuge, no nosso namorado, na nossa namorada ou conforme diz a juventude no nosso crush. Um amigo, um amigo querido, tão querido, tão querido, que a gente decidiu compartilhar o coração. Relacionamento amoroso passa longe de ser rivalidade. Relacionamento amoroso, amoroso, passa longe de ser uma competição. E na experiência imortal, um relacionamento amoroso é uma oportunidade para nós aprendermos sobre si. Aí, às vezes, a gente vivencia uma relação amorosa em forma de espelhamento, que é quando a gente só critica o outro, só critica o outro. Primeira pergunta, por que se relaciona? E segunda pergunta, que é uma pergunta mais existencial, quais são as brasas que o outro tanto sopram em mim? para eu falar sobre ele. Em outras palavras, no meu inconsciente, em relação às críticas que eu faço, ao meu companheiro, a minha companheira de vida, o que é que eu me vejo? ou trazendo um pouco de Freud na psicanálise. Quanto mais Pedro me fala sobre Paulo, mais eu sei sobre Pedro do que sobre Paulo. A parcsimônia nas relações é uma máxima ensinada pelo Cristo. A doutrina da alma gêmea ensinada pelo Espiritismo, sinto muito em dizer, não existe. Nós não somos vinculados ao outro por uma fatalidade. Nós não somos vinculados ao outro em uma perspectiva de relacionamento amoroso para eternidade. E aqui estamos falando para relacionamentos que eventualmente estejam abalados. Até onde?

ma fatalidade. Nós não somos vinculados ao outro em uma perspectiva de relacionamento amoroso para eternidade. E aqui estamos falando para relacionamentos que eventualmente estejam abalados. Até onde? Até onde vale a pena prender a pessoa? por um processo de orgulho, por um processo de medo de ser julgado, por um processo de egoísmo, de não pensar que aquela pessoa pode se relacionar com outra. Allan Kardec tem um texto e um Evangelho Segundo o Espiritismo a respeito do divórcio. Devemos evitar por ponderação, por calmaria, por um copo d'água, que a gente consiga controlar a raiva, por uma prece para dissipar as nossas mágoas quando o outro nos fere. Mas se a rotina se instaura em uma ótica de conflito, acendamos o sinal amarelo. Porque o outro, assim como a gente, tem o direito e a bênção de ser feliz. Todos nós, todos nós fomos criados para a felicidade. Muito cuidado nos nossos processos egoísticos, em que a gente se prende, às vezes, em que a gente entra em um espiral. de conflitos. Ainda a respeito de almas gêmeas, registra a questão 298, que realmente de o livro dos espíritos, que realmente isso é um mito. Então, muito cuidado com a reflexão. Ah, no planejamento, no meu planejamento reencarnatório, estava descrito para eu me casar com Eugênia. Pode ser que sim, mas pode ser que não. Agora, se tem algo que fala sobre os nossos laços afetivos e aqui a gente já se encaminha pro final, se tem algo que provoca muita reflexão é a questão 303. E que Kardec vem falar sobre simpatia de espíritos. Nós nos ligamos por simpatia. Nossos processos de namoramento, por exemplo, regra geral, eles demandam um pouco de tempo. A gente conhece uma pessoa, pode ser em uma festa, nessa época de de de celular, de rede social, por uma rede social, por um aplicativo de relacionamento. A gente vai conhecendo o outro, vai tentando se observar naquela rotina, vai tendo uma construção até eclodir em um relacionamento. Para algumas pessoas aventuradas existem aquelas paixões repentinas, é bom demais.

nhecendo o outro, vai tentando se observar naquela rotina, vai tendo uma construção até eclodir em um relacionamento. Para algumas pessoas aventuradas existem aquelas paixões repentinas, é bom demais. arranca o fôlego, chega, a gente treme. Quando chega perto de uma pessoa e a gente cai no cagoete de dizer novamente. Não tem nadinha a dizer isso, novamente. Nunca pensei de gostar de alguém como eu gosto de você. Nunca pensei, mas como assim você nunca teve outros relacionamentos? Teve, mas nunca foi como você. Tô descobrindo amar pelos seus olhos. São os nossos processos. Porque quando a gente encontra simpatia em relação às nossas emoções, a gente vibra, a gente estremece. E quando a gente termina uma relação amorosa, tentemos, não que vá conseguirmos nos recolher um pouco intimamente, fazer como se fosse um balanço e não nos questionarmos abre aspas, onde foi que eu errei. Não, porque isso traz culpa. é se questionar o que eu aprendi, porque toda relação amorosa que a gente envolve traz aprendizado. E o aprendizado do amor, o aprendizado do amor a gente carrega para a eternidade. Nos encaminhando pro final. Deixa eu ver se tem alguma pergunta aqui no canal do YouTube. Boa noite, Larissa, lá de Belém. Larissa, boa noite, Iná. Boa noite, Eliana. Boa noite, Telma. Muito obrigado, Telma. Raquel, para finalizar aqui vai um recado, uma mensagem, um alerta. a transmissão de uma informação para você que porventura esteja com coração dilacerado aos prantos em um viés desacreditado da vida por causa de uma relação amorosa. Por incrível que pareça, por incrível que pareça, quanto mais dói internamente, mais é a certeza que você tem do tanto de amor que você tem para distribuir. A gente se engana muito quando se envolve numa relação amorosa e pensa que ama a pessoa em uma perspectiva 100%. O amor é uma força interna que nós temos, que nós dissipamos, compartilhamos para o outro. que o diga o amor de uma mãe, o amor de uma avó, que o diga o nosso amor quando a gente se reinventa

va 100%. O amor é uma força interna que nós temos, que nós dissipamos, compartilhamos para o outro. que o diga o amor de uma mãe, o amor de uma avó, que o diga o nosso amor quando a gente se reinventa e se redescobre depois de um processo angustiante em relação a uma desilusão. E aí nada melhor falar do que com propriedade. Acaba de vos falar uma pessoa que já teve inúmeras questões em relação à construção do conceito de alma gêmea, que está aqui vivinha para dizer graças a Deus que não existe. Porque se existisse al uma gêmea, nós não descobriríamos o amor em outros formatos. Que o diga quem passa porventura o começo de uma relação hoje depois de ter se fragmentado em outro. Relacionamento perfeito, só o de Jesus por nós. O nós com o outro existe exige ponderação, calmaria e dedicação. Que o diga, por exemplo, as pessoas que já reataram com a relação até então rompida. Porque se tem uma coisa que o Cristo nos ensina, é que o amor é a máxima da vida. Muito embora a uma gêmea, desculpe-me dizer, não exista. O que vale da vida, o que vale da vida é o amor que a gente tem no coração. Muito obrigado. Ara ser.

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