AS CONSEQUÊNCIAS DOS EXCESSOS - Adolfo Marques [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 17/02/2026 (há 1 mês) 30:13 297 visualizações

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Transcrição

Estimadas irmãs, estimados irmãos, que a paz do Mestre Jesus envolva os nossos corações e os nossos lares nessa transmissão. É uma alegria estarmos reunidos, ainda que instantes, ainda que distantes fisicamente, em um só pensamento de amor. E se você tirou um tempo do seu dia para assistir a essa palestra, é porque está buscando fortalecer sua fé nos postulados espíritas ou buscando uma orientação para uma tomada de decisão, ou ainda buscando uma resposta aos inúmeros porquês da vida. Pode ser também que você busque um acolhimento diante de um conflito íntimo, uma enfermidade, uma separação ou um revés financeiro. Para nós espíritas, essa busca se faz pelo exercício diário do autoconhecimento e pela aplicação constante da mensagem de Jesus em nossa vida. E nesse caminhar, às vezes tropeçamos, caímos e levantamos. Choramos e sorrimos, persistimos porque temos a certeza de que a vida futura prometida pelo Cristo nos aguarda. E para evitar o desvio deste caminho, alcançarmos as respostas que buscamos, equilibrarmos nossas emoções, inclusive harmonizarmos nossa vida material, Jesus nos exorta à vigilância espiritual e a oração constante. "Vigiai e orai,", disse o mestre. "Vigiar significa observar pensamentos, palavras e ações para evitar o mal". Orar significa conectar-se com Deus para fortalecer o espírito contra a fraqueza da da carne. Em alguns momentos dessa ou de outras vidas, não soubemos vigiar nossos pensamentos, nossas palavras, nossas atitudes e agora sofremos as consequências dessa invigilância que, como resultado, nos faz cometer diversos excessos. E o que é o excesso? Excesso é tudo que passa da medida, ultrapassa o limite e nos traz consequências materiais e espirituais. Nessa reflexão, trataremos sobre as consequências dos excessos que cometemos, tendo como fonte o capítulo 5 do livro três do livro dos espíritos, no item intitulado Gozo dos bens terrenos. Utilizaremos também outras obras. E vamos iniciar citando exatamente o livro dos espíritos, onde os mensageiros

ítulo 5 do livro três do livro dos espíritos, no item intitulado Gozo dos bens terrenos. Utilizaremos também outras obras. E vamos iniciar citando exatamente o livro dos espíritos, onde os mensageiros da terceira revelação afirmam que o gozo dos bens da terra é um direito de todos os homens. Quer dizer, é um direito nosso o gozo dos bens dos bens da terra. E decorr e decorrem de quê? Decorrente da necessidade de viver. Eles disseram, respondendo às questões 711, 712, que Deus colocou os atrativos nesses gozos para nos experimentar por meio das tentações. E aí perguntamos: por que Deus colocaria atrativos nos gozos dos bens da terra para nos experimentar nas tentações? Vocês sabem que Kardec também teve essa dúvida e ele perguntou qual é o objetivo dessa tentação, questão 712A do livro dos espíritos. E disseram os mensageiros que é o objetivo dessa tentação é para desenvolver a razão que deve nos preservar dos excessos. Olha só. E aí Kardec faz um comentário que eu vou ler para vocês. Esse comentário tá na questão 712A que acabei de de ler. Diz Kardec comentando essa questão. Deus lhe deu o atrativo do prazer que o impede ao cumprimento dos desígnios da providência. Além disso, por meio desses próprios atrativos, quis Deus experimentar o homem pela tentação que o arrasta ao abuso do qual a razão deve defendê-lo. E isso aí é uma reflexão paraa noite. Hoje vamos refletir muito sobre isso que é interessantíssimo. E Kardec continua essa sua essa esse seu comentário nas questões 714 e 714, que é primordial nós possamos ler para compreender o que vem um pouquinho adiante. Perguntou, perguntou o Kardec, que se deve pensar do homem que procura nos excessos de todo gênero o requinte dos seus prazeres? E os espíritos responderam: "Pobre criatura que devemos lastimar e não invejar, porque está bem perto da morte". E aí Kardec vem e retruca, faz outra pergunta: "Perto da morte física ou da morte moral?" E eles respondem: "De ambas." Em decorrência desse conjunto de respostas, Kardec faz o

tá bem perto da morte". E aí Kardec vem e retruca, faz outra pergunta: "Perto da morte física ou da morte moral?" E eles respondem: "De ambas." Em decorrência desse conjunto de respostas, Kardec faz o seguinte comentário. E esse comentário é primordial para esse nosso entendimento. O homem que procura nos excessos de todo gênero o requinte dos prazeres, coloca-se abaixo dos animais, pois que estes se contentam na satisfação das necessidades. Abdica da razão que Deus lhe deu por guia. Quanto maiores forem seus excessos, tanto maior domínio ele confere a sua natureza espiritual. As doenças, as enfermidades e a própria morte que resultam do abuso são também a punição, a transgressão à lei de Deus. É, é realmente é fantástico o comentário de Kardec. E nós se nós formos ainda na continuidade dessa questão ao capítulo 5 do Evangelho Segundo o Espiritismo, no item 4, Kardec vem nos alertar que vários males e enfermidades são consequências da intemperância e dos excessos de todos os gêneros. E no capítulo 27, item do Kardec complementa seu raciocínio dizendo o seguinte. Ele diz que se o homem dividisse os males da vida em duas partes, uma seria a dos males que ele não pode evitar. E quais são eles? os flagelos naturais, terremotos, maremotos, erupções, inundações, a morte na idade certa, a perda de entes queridos, dentre outras. Mas nós não trataremos dessa dessa parte. A que nos interessa é a segunda, que seria composta de causas cuja primeira raiz somos nós mesmos, pela nossa incúria e os nossos excessos. E em seguida, no item 12 desse capítulo, do capítulo 27, Kardec nos dá um conselho. Esse conselho tem que ser gravado por todos nós. Kardec vai dar o seguinte conselho para nós gravarmos na nossa mente. Ele diz o seguinte: "Se não ultrapassarmos os limites do necessário na satisfação das nossas necessidades, não teremos as doenças que são a consequência dos excessos e as vicissitudes que essas doenças ocasionam. Se colocássemos limite à nossa ambição, não temeríamos a ruína. Se não

as nossas necessidades, não teremos as doenças que são a consequência dos excessos e as vicissitudes que essas doenças ocasionam. Se colocássemos limite à nossa ambição, não temeríamos a ruína. Se não quiséssemos subir mais alto do que podemos, não temeríamos cair. Se fôssemos humildes, não sofreríamos as decepções do orgulho humilhado. Se praticássemos a lei da caridade, não seríamos nem maldizentes, nem invejosos, nem ciumentos, e evitaríamos as querelas e as disensões. Se não fizéssemos mal a ninguém, encerra Kardecário, não temeríamos as vinganças e etc e tal que ele vai seguindo. Kardec nos falou isso na codificação, mas Kardec está atual. Vivemos em uma era de excessos que pode sobrecarregar tanto o corpo físico quanto a mente. Quando ultrapassamos os limites do saudável em diferentes áreas da vida, as consequências costumam se manifestar como doenças crônicas, esgotamento emocional ou prejuízos sociais e financeiros. E esses excessos costumam se manifestar e agravar em algumas festas populares como carnaval. Eh, tem uma mensagem encaminhada por Divaldo quando encarnado e que em que ele alertava particularmente aos médiuns sobre os perigos dessas festas, principalmente do carnaval, que ele chama de eh carne eh carne vale carne vale alguma coisa assim, não esqueci. E o perigo eh eh ele nos alerta sobre os perigos dessas festas e de suas consequências e o espiritismo de forma estrita. Isso é importante nós esclarecermos que nós estamos falando do excesso e suas consequências. É importante esclarecer que o espiritismo, de forma estrita não proíbe nada. Uma das suas bases fundamentais é o livre arbítrio. Diferente de muitas religiões que possui códigos de condutas baseados em pode ou não pode, a doutrina espírita foca nas consequências das escolhas. A ideia central é que somos herdeiros de nossas próprias ações. E na primeira carta aos Coríntios, capítulo 12, versículo capítulo 6, versículo 12, consta um pensamento de Paulo de Tarso, que muito acrescenta a nossa reflexão. Disse ele: "Tudo me é

próprias ações. E na primeira carta aos Coríntios, capítulo 12, versículo capítulo 6, versículo 12, consta um pensamento de Paulo de Tarso, que muito acrescenta a nossa reflexão. Disse ele: "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". Esse é o ensinamento sobre o uso maduro da liberdade cristã, destacando que ter permissão para fazer algo não significa que seja produtivo ou moralmente correto. O apóstolo enfatiza a responsabilidade, evitando o evitando comportamentos que escravizem ou não edifiquem o espírito. Meus irmãos, e é dentro desse contexto que traremos alguns exemplos das consequências dos excessos que podem ocorrer em nossa vida. Não pretendemos de maneira alguma eh esgotar o assunto, mas alguns exemplos nos servem para sedimentar esse conhecimento que a doutrina dos espíritos nos traz. Vamos falar da alimentação, dos alimentos que ingerimos. Quando excedemos na alimentação, sentimos as consequências, como a obesidade, a hipertensão, diabetes, a pneia do sono, problemas cardiovasculares e alguns tipos de câncer, dentre outros. O trabalho. Quando excedemos o trabalho e as responsabilidades sem nos darmos o devido descanso, sentimos as consequências do esgotamento físico e mental, estresse crônico e irritabilidade, podendo evoluir para transtornos e depressão. Meus irmãos, e a tecnologia quando excedemos no tempo da tela, aquela telinha que a gente fica em todo lugar rodando na nossa mão e principalmente à noite, a gente costuma fazer muito isso, quando excedemos no tempo de tela e nas redes sociais, sentimos as consequências na fadiga ocular, sedentarismo, alterações físicas, principalmente nas crianças. Sentimos também insônia ou perda na qualidade do sono. E vou falar agora de um outro de um outro excesso que esse tem sido muito realizado pelas pessoas quando excedemos no consumo e os gastos superam renda, superam a nossa renda, podendo nos levar ao endivedamento. Então, sentimos as consequências desse excesso no estresse familiar. A família fica toda estressada, não tem dinheiro para isso,

peram renda, superam a nossa renda, podendo nos levar ao endivedamento. Então, sentimos as consequências desse excesso no estresse familiar. A família fica toda estressada, não tem dinheiro para isso, não tem dinheiro para aquilo. A conta vai atrasar, não vai pagar conta, não vai pagar a prestação. A família fica estressada e na restrição do crédito, vai querer comprar no crédito, não vai ter esse crédito. Vamos avaliar isso. nós nos excedemos nessa nesse nosso consumo também quando nos excedemos nas vibrações negativas com estados emocionais persistentes. Eu não estou falando aqui daquele momento em que você tem um aborrecimento, tem um uma raivinha de uma coisa, fica aborrecido com uma pessoa, fica triste. Não, nós estamos falando aqui das vibrações negativas como estados emocionais persistentes. Aquele pessimismo que persegue a vida toda, aquela raiva contida o tempo todo, o estress que não passa. Sentimos então impactos profundos e reais na saúde física, mental e social. E agora tem outro que para muita gente tá bom. Sexo. O espiritismo entende o sexo como uma energia criadora divina e um instrumento de evolução, não como um pecado ou tabu, desde que praticado com respeito, afeto e equilíbrio. É óbvio. Quando ocorre o excesso de sexo e ele é utilizado egoísticamente, gera desequilíbrios espirituais com diversas consequências que variam de desconfortos físicos imediatos a transtornos psicológicos graves. Tanto é que a Organização Mundial de Saúde classifica a compulsão por sexo como um distúrbo de saúde mental. As consequências incluem perda de controle, abandono de responsabilidades, impacto no cérebro, distanciamento emocional, sentimentos negativos e expectativas irreais, quando não acabam por eh separar famílias, não é isso? Então, vamos tomar cuidado com esses excessos. E tem outro que esse tá nas manchetes de de jornais. No espiritismo, vamos falar do poder. No espiritismo, o poder não é entendido como um domínio, força física ou autoridade hierárquica sobre os outros,

em outro que esse tá nas manchetes de de jornais. No espiritismo, vamos falar do poder. No espiritismo, o poder não é entendido como um domínio, força física ou autoridade hierárquica sobre os outros, mas sim como uma ferramenta de responsabilidade moral, evolução e amor. Mas no mundo material, nesse mundo que estamos aqui, nesse mundo de expiação e provas que estamos atravessando, o poder é compreendido com uma relação social de força presente em diversas esferas da sociedade, frequentemente associada à imposição de vontade e autoridade. Quando ocorre o excesso desse poder no mundo material, ele atua como uma droga no cérebro, alterando a percepção da realidade e a forma e a forma como o indivíduo trata os outros, não é verdade? A pessoa se acha o poderoso, esse poder nunca vai acabar e muda completamente a forma como ele trata os outros. E as principais consequências desse excesso inclui danos aos processos neurais. insensibilidade, visão dos outros como ferramentas, como um objeto, confiança cega em suas ideias. Eu sou poderoso, o que eu penso é o certo. Comportamentos antiéticos, preocupação excessiva com a sua imagem, com a glória que ele pensa ter e a criação de culturas de medo em ambientes. Quantas pessoas têm pavor daquele chefe, daquela pessoa que causa terror por onde passa. Inclusive dentro da família acontece muito isso. Agora tem uma outra um outro excesso que nós pontuamos aqui que vale a pena nós tratarmos sobre as conversas. As conversas desempenham um papel fundamental na nossa saúde mental, emocional e social, de todos nós, seres humanos. Conversar ajuda a evitar a solidão, constrói relacionamentos saudáveis e é essencial para o desenvolvimento de comunidades. Porém, meus irmãos, minhas irmãs, o excesso de conversa ou a conversa inadequada podem resultar em perda de credibilidade, conflitos interpessoais e queda na produtividade, além de desequilibrar ambiente. Eu vou dar um exemplo das nossas casas espíritas. Quando você adentra numa casa espírita, já tem logo uma placa,

dade, conflitos interpessoais e queda na produtividade, além de desequilibrar ambiente. Eu vou dar um exemplo das nossas casas espíritas. Quando você adentra numa casa espírita, já tem logo uma placa, silêncio. Esta é uma casa de oração. Então ali significa que deve se manter um silêncio, ou seja, que as conversas sejam eh diminuídas, que o pensamento se foque naquele naquela busca que você vem ali na harmonia, na paz e tal. Isso muito mais deve ser obedecido dentro das das salas de passe, nas salas de trabalho mediúnico, onde os médiuns médiuns, ao adentrarem evitem as conversas. Existem em algumas casas reclamações de que os próprios médiuns ao entrarem, tendo um pouquinho de tempo, eles [risadas] ficam conversando sobre as últimas notícias do mundo físico aqui. Então, vamos falar de política, vamos falar da último crime que aconteceu e às vezes a a o o as pessoas que vão ali e receber um passe ou receber um tratamento mediúnico, presenciam aquela conversa. Isso não é bom. Então, eh, esse tipo de conversa, esse tipo de excesso deve ser evitado. Mas, meus irmãos, existem outras atividades que não precisam de excessos. Elas, por si só, conduzem a consequências perturbadoras. O consumo de álcool, de fumo e de drogas ilícitas, por exemplo, são atividades que trazem consequências maléficas para a saúde, para a família e para o meio ambiente em que vivemos. Muitos crimes e violências são cometidos sob o efeito da bebida e da droga, afetando muitas famílias. Depois se vem o choro, se vem o arrependimento, mas já se cometeu. E é nesse contexto que devemos ainda mencionar as mágoas, o orgulho, o egoísmo, o ciúme e o apego. O excesso desses sentimentos cria uma prisão emocional que intoxica não apenas a mente, mas o próprio corpo. Quando essas características se tornam dominantes, funcionam como bloqueios para o crescimento pessoal, gerando desequilíbrios interiores que drenam a alegria, impedem a paz de espírito, podendo chegar a violências terríveis. Violências terríveis. Tem pessoas que

mo bloqueios para o crescimento pessoal, gerando desequilíbrios interiores que drenam a alegria, impedem a paz de espírito, podendo chegar a violências terríveis. Violências terríveis. Tem pessoas que com ciúme da da companheira ou do companheiro acabam por cometer atos assim extremados na vida. Aí nós perguntamos: "Tá bom, você falou tudo isso, Adolfo, mas o que fazer? O que fazer? A doutrina, a doutrina nos orienta a adotarmos uma atitude imediata diante das consequências desses excessos. Devemos olhar para dentro de nós e perguntar: "O que não está bem dentro de mim? Como se apresenta nesse instante a minha vida sentimental, familiar, emocional, financeira, física, espiritual? Em qual momento fomos invigilantes e excedemos os limites do necessário? Vamos mergulhar para dentro de nós e perguntar: "O que é que está me trazendo agonia, tirando a minha paz? Esse olhar é fundamental para conhecermos os fatores que nos chegam e nos fazem adoecer o espírito. Não é fácil, meus irmãos, não é fácil lançarmos esse olhar para nossas sombras e para nossos excessos, mas é necessário. A descoberta dos excessos que habitam o nosso coração dá início à nossa cura física, psíquica [risadas] e espiritual. Nosso grande desafio é conosco. A doutrina dos espíritos nos ensina que tudo tem um propósito, objetivando a nossa evolução. Muitas vezes, precisamos da dor e da tentação para nos fazer despertar a razão e nos e nos afastar da natureza animal, dos instintos e das paixões inferiores. Viver o evangelho do Cristo é necessário, aplicando para nós e para o nosso próximo a lei de justiça, amor e caridade. Ao refletirmos, meus irmãos e minhas irmãs, sobre as consequências dos excessos, fica claro que é fundamental buscarmos o equilíbrio em todas as áreas da nossa vida. Deus nos oferece oportunidades infinitas para aprendermos e a vigilância espiritual, aliada à oração e a prática da caridade do amor ao próximo, são essenciais para a nossa evolução. Que possamos assim seguir firmes nesse caminho, sempre atentos aos

endermos e a vigilância espiritual, aliada à oração e a prática da caridade do amor ao próximo, são essenciais para a nossa evolução. Que possamos assim seguir firmes nesse caminho, sempre atentos aos excessos que possam nos desviar do amor e da paz que tanto almejamos. Que Jesus, meus irmãos, nos guie. e autocuidado, nos fazendo vigilantes em nosso caminhar rumo ao seu reino de amor, de paz e de harmonia. Graças a Deus e graças a Jesus. Fiquem com eles. Que assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como [música] finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, [música] fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir [música] a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério [música] necessário para que eu continue a

o sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo [música] e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério [música] necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os [música] nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que [música] esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja [música] feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes [música] entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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