Artur Valadares | O Evangelho como caminho para a paz interior | 105 Anos da Fergs

FergsPlay - Canal da Federação Espírita do RS 14/03/2026 (há 3 semanas) 47:35 136 visualizações
Transcrição

Queridos amigos e amigas, então mais uma vez vamos aqui fazer a nossa autodescrição para o registro. Me chamo Artur Valadares, tenho 36 anos, tenho a pele clara, branca, os olhos e os cabelos castanhos. Uso um óculos de grau, tem uma camiseta azul com um detalhe do Cristo do lado esquerdo e uma estatura de 1,74 m. Que o Senhor nos abençoe. Mais um momento de reflexões, que possamos buscar a inspiração do mais alto para que captemos do evangelho aquilo que realmente é a sua essência. E quando falamos de evangelho, não há como não pensar em jornada. O evangelho não é só uma adesão formal, como dizíamos na fala anterior. Não é simplesmente uma promessa, não é simplesmente um ideal. O evangelho é caminhada, o evangelho é construção. E talvez essa seja uma das principais contribuições que nos traz uma das mais valiosas obras que o nosso movimento teve a bênção de poder receber, que é o livro Paulo Estevan. Basicamente, qual é o eixo central dessa obra? Como o próprio Emmanuel nos quis fazer compreender no prefácio do livro, ele quer nos mostrar o esforço que está envolvido, que deve estar envolvido após o aceite do evangelho, para que não cai num estado de acomodação ou como ele diz de mornidão. no prefácio da obra, ele nos trará essa informação de que dois foram os principais motivos que fazeram, que fizeram com que aquela obra viesse a lume. E o primeiro deles é justamente este. Diz ele, a postura acomodada, a mornidão das igrejas cristãs na atualidade justifica o nosso esforço. Em outras palavras, nós queremos com essa obra mostrar ou relembrar o que de fato significa aceitar o evangelho e empreender a jornada. O outro motivo que ele ali lh estaria é o de destacar a importância da cooperação fraternal. Na jornada do evangelho, nós não temos todas as peças para o quebra-cabeças que temos a montar. Nós não temos todo o material para a construção a empreender. Precisamos das peças, do material que vamos coletando com as almas que vamos encontrando pelo caminho, que o Senhor

as que temos a montar. Nós não temos todo o material para a construção a empreender. Precisamos das peças, do material que vamos coletando com as almas que vamos encontrando pelo caminho, que o Senhor vai aproximando da nossa jornada e do nosso coração. Então, esses os dois motivos pelos quais a espiritualidade entendeu ser interessante trazer uma nova biografia do apóstolo Paulo. Mas eu acho que o que mais se destaca mesmo, o eixo central desse livro é justamente podermos acompanhar a jornada do próprio Paulo. Entre o seu encontro marcante, inesquecível em Damasco e a culminância em Roma, quando martirizado, temos mais de 30 anos de trabalho e de jornada. E aqui não falamos somente de jornadas exteriores percorridas a pé, em navios ou de outros modos. Não falamos apenas de suas viagens apostólicas que, sem dúvidas foram importantes, mas destacamos a principal jornada que ele empreendeu, que é uma jornada para dentro. Não por acaso. Após a sua conversão, depois de algum tempo em Damasco, ele se dirige a Palmira buscando a palavra amiga do seu antigo mestre, Gamaliel, que então lhe traria uma definição muito bela que Paulo, com toda a sua bagagem anterior de formação, pôde compreender muito profundamente. De novo, resgatando o conceito aqui da terra prometida que trouxemos em nossa primeira fala, aquela jornada empreendida em busca da terra da promissão. Camaliel diz então a Saulo de Tarso: "Tenho para comigo que o evangelho é a terra prometida e que nos adaptarmos a ele, isto é, incorporarmos o que de fato ele nos traz, moldando a nossa vida aquilo que está ali proposto, adaptarmo-nos ao evangelho, é descobrir um novo país, cuja grandeza se perde no infinito da alma. Então assim, Gamaliel definiu para Saulo o que seria a sua vida nos próximos 30 anos. uma jornada por descobrir, desbravar aquele antisignoto país de si mesmo, outrora desconhecido, mas que agora ele haveria de percorrer ininterruptamente, fazendo jornadas por fora, mas acima de tudo servindo-se delas para jornadear

ravar aquele antisignoto país de si mesmo, outrora desconhecido, mas que agora ele haveria de percorrer ininterruptamente, fazendo jornadas por fora, mas acima de tudo servindo-se delas para jornadear portas adentro de si mesmo, descobrindo-se para se construir, para se transformar. para se fazer o grande instrumento que foi nas mãos de Jesus a espargir a mensagem da boa nova ou do reino de Deus. Nesse sentido, então, entendendo o evangelho como jornada, mais do que meramente um ideal, um sonho, uma utopia, um desejo, entendendo ele nesses termos, vamos ao livro Paulo Estevan, num trecho que julgamos aqui muito pertinente, e ele como que sintetiza tudo isso que nós intentamos aqui descrever. Esse trecho está no contexto do encontro ou daquela convivência de Saulo coma e Prisca no Oasis de Dan. Como sabemos, aquele foi um momento muito importante para ele, os três anos ali passados, porque ele poôde introjetar melhor os conteúdos que ia recebendo agora do evangelho. Claro, sobre um novo olhar, antes os havia recebido quando, por exemplo, ouviu a pregação de Estevão ou as palavras de Simão Pedro, os recebia já com reticências, com resistências, com um viés que lhe deturpava a interpretação daquela mensagem divina. não conseguia ver ali algo divino, mas removidas as escamas lá em Damasco, ao toque amoroso de Jesus, ele tinha agora um novo olhar. Então, recebia todo aquele material divino, toda aquela luz que lhe era introjetada no plano íntimo com uma outra disposição, preparando-se primeiro para a longa jornada que haveria agora de empreender, mas que já começava ali. Embora estivesse fixado no ASIS por 3 anos, ali ele deu os seus primeiros e mais fundamentais passos naquela jornada que o mestre lhe havia convocado. E ao fazer o registro então de um desses momentos, dos diálogos que ele tinha com Áel com Prisca, o Emmanuel, ele assim nos diz: "Os grandes sentimentos nunca povoam a alma de uma só vez em sua beleza integral. A criatura envenenada no mal é qual recipiente de vinagre que necessita ser

com Prisca, o Emmanuel, ele assim nos diz: "Os grandes sentimentos nunca povoam a alma de uma só vez em sua beleza integral. A criatura envenenada no mal é qual recipiente de vinagre que necessita ser esvaziado pouco a pouco? Então, Saulo se propunha a ser agora esse vaso a receber a água pura do mestre, mas era preciso em paralelo fazer o trabalho de purificação, removendo o antigo conteúdo, o fé, o vinagre, o vinho das ilusões do mundo que contaminariam essa água, era preciso purificar-se, mas isso não faz, não se faz de um salto. Isso não é num piscar de olhos. E daí a ideia de jornada, porque quando falamos em jornada, numa jornada vivencial ou de transformação da vida, falamos também de tempo e de perseverança no tempo. Sem essa compreensão, nós ficaremos naquela que tem sido a relação secular com o evangelho para muitos de nós, que se dá nos seguintes termos: nos encantamos, nos emocionamos, começamos a caminhada e desistimos. Começamos a jornada e desistimos porque não nos enganemos. Parte fundamental para essa implementação é a capacidade de perseverar. Diria o mestre no Evangelho de Lucas. Na vossa paciência ganhareis as vossas almas. A palavra traduzida por paciência do grego e pomôé pode ser também traduzida por perseverança. Sem perseverança, ninguém conquistará a si mesmo, porque a perseverança é o esforço no tempo, é o seguir na jornada, apesar dos impecílios que se encontram no caminho. Então, sem isso, não chegaremos a concluí-la. Ao começar a tarefa mediúnica ali nos primeiros anos ainda, Chico receberia uma orientação de Emânio que haveria de norteá-lo por toda a existência em mais de 70 anos de exercício da mediunidade com Jesus. Emanu lhe diria, isso está registrado no livro Testemunhos de Chico Xavier de Sueli Caldas Schuber. Na tarefa cristã, meu filho, começar é fácil, continuar é difícil e chegar ao fim é crucificar-se. Pois foi o que Saulo descobriu, o que todo sincero discípulo que se transformou à luz do evangelho veio a descobrir, que começar com Cristo é

ácil, continuar é difícil e chegar ao fim é crucificar-se. Pois foi o que Saulo descobriu, o que todo sincero discípulo que se transformou à luz do evangelho veio a descobrir, que começar com Cristo é fácil, é encantador, é sublime. dias de muita emoção, mas vem as lutas, sobretudo internas. E se não existir uma comunhão profunda, cada vez mais profunda entre o discípulo e o mestre, nos faltará o combustível, faltar-nos a seiva que nos nutre na caminhada. Por isso, continuar é difícil, mas chegar ao fim é crucificar-se, porque é a morte do velho eu, do que éramos, para que uma nova criatura se estabeleça, agora mais aos moldes de Jesus. Ora, essa é a síntese da jornada do evangelho. Entra uma criatura e sai outra, mas conforme o Cristo. Entra uma criatura em um ano e ao final do ano ela sai já algo transformada. ao final de cinco, ao final de 10 anos, algo transformada, muito mais transformada ao final de uma existência. Depende da escala de tempo que considerarmos, mas o chegar ao fim uma existência inteira consagrada a essa jornada é realmente crucificar-se. Pede espírito de sacrifício e muito espírito de perseverança também. Então é isso que Emanu está destacando, que Paulo foi notando. Ele lidava ali, estando diante de e Prisca com os remorços que ele trazia. ouviu de Áila que o seu pai havia sido morto em decorrência das perseguições de Saulo. Então você imagina o que se processava nesse coração. O evangelho lhe acenava com esperança, com misericórdia, mas ao mesmo tempo ele via dentro de si os conflitos, as memórias amargas, ainda determinados hábitos infelizes, vícios, sentimentos a renovar. E então é aquele trabalho perseverante e constante. Coloca mais da água pura, tira um pouco mais do antigo conteúdo até que um dia esteja o vaso de fato integralmente purificado. Então não povoam os grandes sentimentos a alma de uma só vez. A criatura envenenada no mal. E qual de nós não estaremos saturados no vaso do coração, no vaso de nossa mente do mal, aqui entendido como aquilo que nos afasta da

es sentimentos a alma de uma só vez. A criatura envenenada no mal. E qual de nós não estaremos saturados no vaso do coração, no vaso de nossa mente do mal, aqui entendido como aquilo que nos afasta da lei divina. Tantas e tantas posturas, escolhas, hábitos infelizes que ainda nos saturam o modo de ser. Transformar isso pede-nos tempo, perseverança, constância. Prossegue, Emmanuel. A visão de Jesus constituía um acontecimento vivo e morredouro. Mas para que pudesse compreender toda a extensão dos seus novos deveres, impunha-se-lhe o caminho estreito das provas ríspidas e amargosas. Então, aqui está para nós o plano. Cedo ou tarde, o espírito desperta. para outras buscas. Vislumbra o Cristo no seu horizonte mental. Exaure-se da matéria, do cativeiro da matéria simbolizado lá no Egito, na jornada do êxodo. Ele começa a vislumbrar esse reino de Deus, ansiar por sua conquista. Mas este reino está lá e entre ele e o reino há o caminho, há o processo. Então Saulo foi buscado por Jesus. Ele o viu, ele contemplou aquela luz e estabeleceu de si para consigo: "Esta é a minha nova meta." A jornada do evangelho começa, obviamente com o aceite. Sequer aceitamos o convite, não há ainda jornada a empreender. Mas se já o aceitamos, aí começa um processo. Como dissemos mais cedo, outrora, não compreendendo muito bem a ideia, aquilo que Jesus propunha, nos contentávamos com o aceite. Aceitamos o Cristo, pronto, estamos garantidos no reino. Ele fez tudo por nós. Na doutrina espírita aprendemos que não é assim. Os séculos estão à nossa frente, as muitas existências, as muitas lutas, a imensa jornada, mas uma jornada cada vez mais rica de luz, de esperança, de força, de consolação, embora também prhe de lutas e desafios, porque são justamente essas lutas e desafios que vão testar a profundidade do nosso aceite. O quão sincero é o nosso sim para Jesus. Porque dizer a ele um sim nos dias redentes é simples. Sermos fiéis ao Cristo quando tudo nos sorri é tranquilo. São nos testemunhos que começamos a ver

ceite. O quão sincero é o nosso sim para Jesus. Porque dizer a ele um sim nos dias redentes é simples. Sermos fiéis ao Cristo quando tudo nos sorri é tranquilo. São nos testemunhos que começamos a ver a profundidade da nossa busca. O quão sincero é o nosso interesse no evangelho, o quão firme é o nosso propósito. Então, foi o que Saulo foi percebendo. Quanto mais luz do evangelho entrava, quanto mais ele ouvia falar sobre Jesus, pelos manuscritos que ele lia, pelos discípulos com os quais ele conversava, mais lutas a vida foi lhe trazendo interna e externamente. Luz do evangelho para dentro revela coisas antes não vistas, acende lutas antes adormecidas. Luz do evangelho para dentro. entende a vida em sua sabedoria que o discípulo tem agora mais recursos para lidar com essas lutas de ordem exterior. Surgem, portanto, os testemunhos. Viu o Cristo no horizonte? Ótimo. Agora você já tem pelo menos o norte. Vamos agora ao caminho e às lutas no caminho. É bonito isso porque é o que Jesus disse a ele quando em Damasco, né? E ele então diz o seu sim para Jesus. Senhor, que queres que eu faça? Ótimo, Saulo, você deu o sim. Você deu o primeiro passo na jornada do evangelho. Então, você vai fazer o seguinte: levanta-te, entra na cidade e lá te será dito o que convém fazer. Mas como assim? Que que Jesus tá dizendo? Ótimo, você aceitou o evangelho? Então beleza, ore agora paraa sua vida. Prepara-te para as lutas que virão. Entra na cidade, isto é, vai à luta, vai à convivência, vai ao esforço no mundo, porque eu chegarei até você agora pelas circunstâncias. Você já tem a luz do evangelho? Pois bem, estás mais preparado para lidar agora com as experiências. Por isso que para Ananias Jesus diz: "Eu mostrarei a ele o quanto convém padecer pelo meu nome." E aqui não é o padecimento no sentido superficial, né? Não, eu mostrarei a ele as lutas para consolidar esse aceite. Senhor, que queres que eu faça? Pois bem, a vida te mostrará então o que eu espero, o que eu proponho a ti nessa

sentido superficial, né? Não, eu mostrarei a ele as lutas para consolidar esse aceite. Senhor, que queres que eu faça? Pois bem, a vida te mostrará então o que eu espero, o que eu proponho a ti nessa jornada vivencial. É interessante porque a gente costumava brincar, brincar falando sério, né? Lá no nosso grupo de estudo, no Nep, as pessoas chegavam e começavam a estudar o evangelho, né, a luz da doutrina espírita. Então, a gente vai esclarecendo as lições de Jesus e tal. E a gente sempre costumava dizer: "Olha, você tá preparado?" Porque ao longo dos próprios anos e da experiência, o que a gente foi notando? A criatura chegava ali, recebia mais recursos do Cristo. No entendimento do evangelho, começavam a surgir as provas mais difíceis, começavam a aparecer as lutas. E não é óbvio isso. Você recebeu o recurso, agora você vai ser aferido, analisado no aproveitamento do recurso. A escola nos ensina isso. Você recebe a lição, a matéria por meses, depois tem a avaliação, não é? Pois bem, a escola da vida também funciona assim. O auto dá-nos os recursos primeiro. Podemos olhar e analisar com sinceridade em nossas vidas. Antes das lutas vieram os recursos. Se os aproveitamos ou não, é por nossa conta. Mas vieram os recursos. Porque Deus não nos dá a prova acima das condições que teríamos de lidar com ela. Então, ele dá o ensinamento, ele dá o conhecimento, ele faz com que chegue a mensagem, a orientação até nós por meio de um amigo, por meio de um livro, por meio de um convite, de um trabalho, de uma outra experiência menor que prepara para uma maior. Assim é a vida. conhecimento recebido, prepara-te para jornada de consolidação dele na forma de testemunhos. Então é o que a gente sempre dizia, alguns ficavam assim, né? Nossa, e agora, né? Alguns até saíam do grupo achando que Mas não é. A vida é assim, recurso recebido será recurso aferido, avaliado mais à frente, porque não há progresso sem que passemos por isso. Todo progresso real do ser, intelectual ou moralmente, está envolvido com o

a é assim, recurso recebido será recurso aferido, avaliado mais à frente, porque não há progresso sem que passemos por isso. Todo progresso real do ser, intelectual ou moralmente, está envolvido com o desafio, aquilo que nos convida a subir alguns degraus. A solução de cada problema da nossa vida não está no degrau em que nos encontramos. Deus não nos envia, diz no Zemân, problemas de que não estejamos necessitados. Se o problema chega, é porque ele nos convida a subir um degrau de conhecimento, de análise, de moralidade. É o testemunho que afere. Então, Saulo foi aprendendo, ele foi entendendo cada vez com mais clareza isso ao longo da sua vida. O que Jesus disse para ele, olha, levanta-te, entra na cidade e lá será dito o que convém fazer. Ou seja, Jesus conversava com ele por meio das experiências que chegavam. Paulo, a lição de agora é essa. É o desafio nessa igreja, é o desafio naquele lugar, é o desafio em relação ao seu pai, é essa ou aquela questão. Era Jesus falando com ele, ó, passamos a uma nova lição do evangelho, viu? é uma nova página agora, é uma nova matéria, é um novo aspecto. E ele foi entendendo o valor dos testemunhos. Há até uma cena interessante, ele já estava em Corinto e o trabalho na igreja de Corinto foi muito profío. Mais e mais pessoas começavam a participar ali das reuniões a tal ponto que as sinagogas começaram a ficar vazias e tal. E aí se iniciou um movimento de perseguição em relação à figura que estava à frente daquele trabalho, que era Paulo. Eles conseguem lá uma espécie de ordem de prisão porque, né, fizeram uma trama lá e conseguiram uma ordem de prisão para Paulo. E aí eles levam essa ordem de prisão um dia na reunião, chegam lá, faló: "Tá aqui, nós precisamos te levar, temos uma ordem de prisão." E aí os cristãos que estavam na reunião ficaram alvoroçados, aquela bagunça, aquele tumulto, alguns já queriam revidar, já se preparavam para revidar e tal. E aí Paulo se ergue, né, na altura de sua confiança e de sua fé inabalável no Cristo. Já nessa

oroçados, aquela bagunça, aquele tumulto, alguns já queriam revidar, já se preparavam para revidar e tal. E aí Paulo se ergue, né, na altura de sua confiança e de sua fé inabalável no Cristo. Já nessa maturidade de entendimento do que é a importância do testemunho no evangelho, ele diz assim: "Acalmando toda a igreja, né, irmãos? Acaso quereis o Cristo sem testemunho? Que evangelho nós estamos julgando seguir se nós nos revoltamos quando o testemunho chega? é o evangelho no plano do impalpável, assim, do sonho, ou nós realmente entendemos que o testemunho é, na verdade, uma bênção, porque o testemunho é quando o Senhor já nos considera dignos de passar por aquilo. Então, olha como eu posso olhar a experiência difícil. Puxa vida, que tristeza, que dificuldade. Ou eu posso olhar assim, o mestre já me considera apto a passar por isso. Olha como muda. Ele já me deu os recursos, ele está aqui a me amparar e ele já me considera digno do testemunho. E o que seria do evangelho sem esse momento? Que virtude edificaríamos? Que paciência seria real, verdadeira em nós, se não tivéssemos a circunstância que nos afere à paciência? Que resiliência seria verdadeira em nós se não tivéssemos aquilo que nos compiliência? Que abnegação seria verdadeira em nós se não tivéssemos aquilo que nos impele a esquecermos um pouco mais de nós mesmos em prol de outro, em prol em prol do bem comum. Então, a circunstância difícil, o testemunho, ela é justamente o contexto mais propício para o desenvolvimento do testemunho. E é isso, então, que aqui está sendo dito. Você recebe o recurso, vem a jornada de implementação, digamos assim, né, de desenvolvimento do recurso que foi recebido. E aí surgem as lutas, tanto internas quanto externas. Então, para que pudesse compreender toda a extensão dos seus novos deveres, impunha-se o caminho estreito das provas ríspidas e amargosas. Vira o Cristo, mas para ir ter com ele era indispensável voltar atrás e transpor abismos. Então, no fundo, o que é a nossa experiência com o evangelho?

aminho estreito das provas ríspidas e amargosas. Vira o Cristo, mas para ir ter com ele era indispensável voltar atrás e transpor abismos. Então, no fundo, o que é a nossa experiência com o evangelho? O evangelho nos dá um relance do futuro. O evangelho se acende em nosso horizonte para que, vendo agora o caminho pela frente, descortinado por essa mesma luz que se acendeu, tenhamos força, motivação para superá-la, porque vemos algo além. Então, vemos o Cristo que está imensamente distante de nós em termos de evolução, mas que se fez próximos pelo seu amor, que se fez próximo, perdão, pelo seu amor e pela sua misericórdia. Mas compreendemos também que só avançando pelos passos dele, pelo caminho que nos descortinou, é que chegaremos a senti-lo realmente mais junto de nosso coração, a nos sentirmos mais unidos a ele e com isso sentimos mais paz, mais felicidade, mais plenitude. Então, é como se ele abrisse algo, né, das cortinas do porvir da nossa destinação, para que nos desse esperança, estímulo, para que em vendo o caminho agora descortinado, pudéssemos olhar para aquilo que nos chama no horizonte. E temos então motivação, temos objetivos que nos dão força para superar as lutas que vêm, porque nós nos movemos com base no horizonte que alcançamos. E o evangelho ele descortina horizontes belíssimos para que tenhamos muita força e inspiração para lidar com os caminhos árduos para chegar até lá. Se eu não tenho a visão do horizonte belo, por que percorrer esse caminho tão difícil? Falta-nos propósito, falta-nos força, mas se eu vejo o que me espera depois, aquele caminho torna-se muito mais suportável. as lutas tornam-se diminutas ante a beleza do que nos acena mais à frente. Então é o que se deu aqui com Saulo. Ele viu Cristo, mas viu também os abismos a transpor. Mas o que eram esses abismos? Se depois estava o Cristo? Se o que o esperava era o abraço do Cristo. Assim, cada um de nós, meus amigos, quando olhamos sobretudo para dentro, quantos abismos a transpor? Quantas

eram esses abismos? Se depois estava o Cristo? Se o que o esperava era o abraço do Cristo. Assim, cada um de nós, meus amigos, quando olhamos sobretudo para dentro, quantos abismos a transpor? Quantas montanhas a mover? Mas a fé nos faz ver para além das montanhas. A fé move montanhas. E a gente vê a beleza do que nos espera. Diante da beleza e do amor que nos esperam, nada são ou em nada se tornam as lutas e agruras de agora. Então isso é a experiência do evangelho. Luz que chega, descortina caminhos e nos convida a percorrê-los, acenando-nos com muitas promessas e esperanças para além desses caminhos, o que é justamente a força para o espírito percorrê-los. as desilusões da sinagoga de Damasco, o reconforto junto dos irmãos humildes sob a direção de Ananias, a falta de recursos financeiros, os conselhos austeros de Gamaliel, o anonimato, a solidão, o abandono dos entes mais caros, o tear pesado sobre o sol ardente, a penúria de todo e qualquer conforto material, a meditação diária nas ilusões da vida, Tudo isso. Então veja o queel elenca aqui. Dificuldade de recursos materiais, o ter pesado sobre o sol ardente, a falta de qualquer conforto material, os conselhos austeros, o anonimato, a solidão, tudo isso. Coisas talvez um pouco agradáveis, outras nada agradáveis, mas tudo isso ao espírito que busca, que tem clareza do horizonte para onde vai. Tudo isso se torna material de edificação, adubo divino que nos fecunda a alma. Então tudo isso representara auxílio precioso para a sua decisão vitoriosa. Então o que Emanu está nos dizendo é que a luta que você vive, especialmente a mais difícil, ela é na verdade um auxílio precioso para a sua decisão vitoriosa. Que decisão? Eu quero seguir com Jesus. Então, você quer um auxílio paraa sua decisão? Você quer afirmar para você mesmo o quanto essa decisão é verdadeira e profunda, eu vou te dar uma luta muito difícil para você manter essa decisão. Apesar disso, ah, meus amigos, não há vitória maior, não há alegria maior do que quando a

anto essa decisão é verdadeira e profunda, eu vou te dar uma luta muito difícil para você manter essa decisão. Apesar disso, ah, meus amigos, não há vitória maior, não há alegria maior do que quando a gente consegue se manter fiel ao Cristo, ao bem, ao compromisso com o evangelho, mesmo quando a luta se engrandece e se torna mais difícil. Parece que a nossa decisão de seguir com ele se torna ainda mais bela, mais consoladora, mais inspiradora quando os dias são sombrios. Então, o que a gente achava que era um problema é na verdade uma bênção, um auxílio do alto para dizer assim: "Ó, veja como a sua decisão ela vale a pena. Insista com ela nos dias difíceis e você vai ver ou vai sentir as mais alegres consolações, as mais profundas alegrias dentro de si pela vitória sobre si mesmo, sobre as tentações, sobre o passado, sobre as distrações do mundo, que a todo tempo nos diz: "Larga a mão disso e troca isso pela satisfação imediata de agora". Aí a gente vai entendendo o que Eman nos diz. Mas vale chorar sobre os aguilhões da resistência do que sorrir sobre os narcóticos da queda. A luta nos ensina isso, que mais vale chorar sendo fiéis ao bem e a decisão de seguir o mestre do que sorrir sobre as anestesias da queda, cedendo, por exemplo, a vingança, cedendo a maledicência, cedendo a corrupção. O sorriso talvez surgirá em nosso rosto, escondendo as lágrimas de amanhã, o tempo perdido e lamentado. Mais à frente, quantas criaturas a descerem nas valas do mundo sorrindo. Quantas criaturas subindo o Gólgota libertador chorando, encurvadas sobre o peso da cruz, mas de olhos voltados para o céu, para o horizonte luminoso de esperança que lhes acena. Então, é muito bonito essa ou muito bela essa descrição de Emmanuel dizendo-nos que os quadros mais desafiadores da vida são, na verdade meios que a espiritualidade que o auto tem de nos lembrar da nossa decisão e do valor dela, vendo-a ainda mais bela e luminosa quando os dias são mais sombrios. O evangelho funcionara como lâmpada na jornada difícil para o

idade que o auto tem de nos lembrar da nossa decisão e do valor dela, vendo-a ainda mais bela e luminosa quando os dias são mais sombrios. O evangelho funcionara como lâmpada na jornada difícil para o descobrimento de si mesmo, a fim de ajuizar as necessidades mais prementes. Então aqui ele certamente resgata a conceituação que Gamaliel trouxe a Saulo. Olha, você tá começando uma jornada. Saulo aceitou o convite do mestre, mas entenda que essa jornada é por um país cuja grandeza se perde no infinito da sua alma. Quanto por descobrir em si mesmo quantos problemas, vícios, imperfeições a identificar, quantos potenciais a descobrir, a desenvolver e a revelar. É uma jornada imensa, mas não te esqueças da luz do evangelho a te amparar nesse caminho, a te dar a força, o consolo, a inspiração, para que não desistas quando as dificuldades primeiras vierem a surgir. No início tudo é sonho, são as lágrimas de emoção, de encantamento, mas depois virão lágrimas mais amargas, especialmente à medida que nos aprofundos e descobrimos realidades que queríamos ignorar. Nessas lutas ou nesses momentos é que o evangelho precisa estar ainda mais junto de nós, mais próximo do nosso coração, porque descobrir-se não é fácil. Mas descobrir-se amparado pela misericórdia do Cristo torna-se mais fácil. Descobrir-se de olhos voltados para o chamado de Jesus torna-se mais possível. E é isso que ele foi fazendo, luz que se acendia na sua alma, clareando as necessidades mais prementes. O que temos a fazer aqui dentro, o que temos a trabalhar, né? vão se revelando cômodos ou zonas desse nosso campo interior, áreas desse país outrora ignoto, desconhecido, vão se revelando e mostrando-nos o trabalho ali ainda fazer. Cômodos a ajustar a bagunça interna em determinados cômodos dessa casa mental, zonas ainda pantanosas do campo de nossa alma que outrora ignorávamos. Tudo isso vai sendo revelado por essa lâmpada que se acende pelo estudo do evangelho, pela busca da divina mensagem. Mais luz, mais consciência, mais

as do campo de nossa alma que outrora ignorávamos. Tudo isso vai sendo revelado por essa lâmpada que se acende pelo estudo do evangelho, pela busca da divina mensagem. Mais luz, mais consciência, mais consciência, mais senso do dever do que fazer. Com isso também mais responsabilidade. Para muitos a responsabilidade será um mero fardo. Mas para nós, a luz do espiritismo, já entendemos que sem responsabilidade não há de fato liberdade, não há sequer progresso. Só avançamos quando conscientemente escolhemos nos aplicar ao bem, perseverar nessa jornada de transformação. Isso é progredir. Então é o que os espíritos vão dizer a Kardec quando tratam ali do progresso intelectual, do progresso moral. Na questão de número 780 780 de O livro dos Espíritos, Kardec pergunta se há uma correlação entre o progresso intelectual e o progresso moral, ao que os benfeitores responderão: "Sim, em geral, o progresso intelectual antecede, né, o progresso moral. e o engendra. Essa é a palavra de que ele se serve. O progresso intelectual engendra o progresso moral. Kardec então pergunta para tentar esclarecer mais o que é esse processo. Como assim o progresso intelectual engendra o progresso moral? Porque ele torna para o homem, para a criatura humana, mais compreensíveis o bem e o mal. Desde então ele pode escolher com mais consciência. Então, o desenvolvimento da inteligência acompanha o do livre arbítrio, né, ou o do livre arbítrio acompanha o da inteligência e aumenta a responsabilidade dos atos, dizem os espíritos. Então, o meu primeiro contato é com o evangelho texto, que tem um potencial de luz. No esforço por entendê-lo, eu acesso o evangelho espírito, mensagem. Essa sim projeta luz em meu mundo interior, em minha consciência, mas ela projeta luz para que eu saiba melhor escolher ou discernir como agir nesta ou naquela circunstância, ou para que eu tenha mais clareza em relação a atitudes e posturas que eu tenho que não estão condizentes com a proposta da lei divina, com o evangelho.

ernir como agir nesta ou naquela circunstância, ou para que eu tenha mais clareza em relação a atitudes e posturas que eu tenho que não estão condizentes com a proposta da lei divina, com o evangelho. Uma vez que eu compreendo isso, tenho o trabalho pela frente a fazer. Melhorar o que está em desacordo e implementar o que ainda não foi implementado. Eis a jornada, eis o trabalho a fazer e as lutas que virão para nos dar ocasião de consolidar a lição. Então o evangelho ele começa seguindo lá os passos de auxílio que são bastante norteadores para o nosso estudo do evangelho hoje em nosso movimento espírita. Muito do trabalho de Emmanuel gravita em torno desses passos. A mensagem do evangelho precisa ser conhecida. Primeiro, a intimidade com os textos, com a mensagem em si, conhecê-la, começar a me debruçar sobre ela para que então seja meditada, alcançar o espírito da mensagem, a luz mesmo que se acende na alma, clareando o que fazer, o que não mais fazer. Trazendo no senso de discernimento o que é dever, o que não é, o que deve ser mantido, o que deve ser deixado. E aí a escolha do espírito. Quero seguir ou desisto mais uma vez? Quero ser fiel aplicando minha jornada da vivência ou ainda voltarei para experiência acomodatícia com o evangelho? A mensagem precisa ser conhecida, meditada. E aí chegamos ao ponto em que Saulo aqui se encontrava para que ela seja sentida. Ele já vinha conhecendo ela, algo meditando nela naqueles dias no Asdã e agora começava a ver os primeiros choques entre o antigo sentir e o novo sentir proposto por Jesus. É aí geralmente em que paramos. É aí geralmente em que estacionamos quando vemos o quão visceral deve ser a mudança. Talvez porque também julguemos que estamos sozinhos nela, nos esquecendo que estamos com ele. Se sinceramente nos dispomos a segui-lo, ele estará conosco. E o que nos parece inviável a nós apenas para nós, com ele se torna viável. para que ela seja sentida e então chegue a ser vivida. Então, veja a jornada, quantas lágrimas, quanto suor, quantas

onosco. E o que nos parece inviável a nós apenas para nós, com ele se torna viável. para que ela seja sentida e então chegue a ser vivida. Então, veja a jornada, quantas lágrimas, quanto suor, quantas lutas, quanto tempo entre o conhecer e o viver de um aspecto do evangelho, e são muitos. Quanto tempo entre o conhecer e ouvir falar da virtude, da humildade e o chegar a implementá-la lá na ponta? Quanto tempo entre o conhecer e ouvir falar da virtude da fidelidade e o chegar a implementá-la lá na ponta? Pois bem, está aí a jornada do evangelho. E no meio disso tudo, anos, séculos, existências, estará o amparo divino ofertando-nos recursos, estímulo e circunstâncias de validação desse sim, de confirmação dessa decisão de seguir. Então essa é a jornada do evangelho, do conhecer ao viver, passando pelo meditar, pelo renovar o sentimento, do qual deriva depois a vida nova. Tudo começa no plano do sentimento. Então, a gente vê que a vida de Paulo, ela é em si mesma. Toda a epopeia do livro Paulo Estevão, em especial na segunda parte, ela é uma ilustração viva para nós do que é o evangelho de fato, para que deixemos para trás antigas e já viciadas experiências com a mensagem de Jesus, em que a temos conhecido, mas de caráter ou numa ordem mais superficial, um evangelho moldado aos nossos interesses, à nossas conveniências. Portanto, o evangelho que não chega a cumprir a sua função em nós. Estamos de algo, de alguma forma vinculados a ele, mas ainda não introjetados nele, ainda não enraizados nele. experiência preciso deixemos para trás e olhemos para este evangelho que no início é encantador, comovente, mas de nada nos adiantaria subirmos enrompantes de emoção ou de emotividade as esferas sublimes para depois descermos ao mesmo padrão de vivência de séculos. É preciso nos esforcemos por subir consolidando a subida, de fato, galgando os degraus. da experiência. Para isso, precisamos ir para além do evangelho, mera, não que não seja importante, mas para além do evangelho apenas consolação,

r consolidando a subida, de fato, galgando os degraus. da experiência. Para isso, precisamos ir para além do evangelho, mera, não que não seja importante, mas para além do evangelho apenas consolação, para que cheguemos ao evangelho, transformação. E esse muitas vezes será amargo. João tem uma imagem que acho que ilustra muito bem isso no seu livro de Apocalipse. Apocalipse 10:10, quando ele diz que recebe do anjo um livrinho e que esse livrinho era na boca doce, mas no ventre era amargo. Acho que essa é uma boa ilustração do que é a jornada vivencial do evangelho. A princípio, ela é doce. É a esperança, é o encantamento, é a emoção de ver a grandiosidade do mestre, desse amor a nós direcionado, ainda que não o mereçamos, ainda que estejamos muito a quem em termos de realização. Isso é doce. Sentir, saborear esse evangelho é parte do processo, mas à medida que o digerimos, ele vai se tornando também amargo. Porque vamos então notando a dimensão da luta a ser empreendida. Vamos compreendendo que as principais causas de nossa infelicidade não repousam fora de nós, mas antes estão em nós próprios e dizem respeito ao nosso distanciamento do que ali está proposto. Então, o evangelho clareia, traz esperança, apresenta o norte, mas também incomoda porque revela tudo a ser feito. Mas se é amargo, se a gente persevera, toma o remédio que saneia, que cura, depois ele volta a ser doce, porque é como o enfermo. Quem tomando remédio amargo sente depois as alegrias da convalescência e da saúde que retorna. Assim, a experiência com o evangelho, ela é agre doce, diríamos. Doce no princípio, amarga quando um pouquinho mais profunda, mas volta a ser doce à medida que vamos nos curando, nos libertando, nos transformando e empreendendo a jornada vivencial que nos propõe. Lembremo-nos, portanto, do exemplo desse grande apóstolo que demonstrou-nos que o evangelho deve ir para além do aceite, que o evangelho em nossas vidas deve ser entendido como uma proposta profunda de renovação visceral que inunde, transborde, então,

stolo que demonstrou-nos que o evangelho deve ir para além do aceite, que o evangelho em nossas vidas deve ser entendido como uma proposta profunda de renovação visceral que inunde, transborde, então, para todos os aspectos de nossa vida, para que ela seja a cada dia mais conforme a Jesus e menos conforme ao que éramos até ontem. Por isso, Emu nos diria que a fórmula mais segura nessa jornada de ascensão com Cristo, seguindo pelos seus passos a jornada de vivência do evangelho, será sempre a forma de a cada dia um tanto mais com Jesus e um tanto menos com o que éramos até ontem. Se assim perseverarmos, se seguirmos nessa proposta hoje, amanhã e sempre, temos a certeza de que veremos descobrir as mais verdadeiras, perenes e profundas alegrias de nossa vida, apesar das lutas do caminho. Paulo teve a sua primeira experiência de um grande êxtase, justamente quando lá em Corinto aceitou o testemunho. flagelado pela Shibata no na prisão em que estava, sentiu-se transportar para as esferas do Cristo, a demonstrar que quem constrói com Cristo essa paz por dentro já não teme mais a luta no mundo, seja ela qual for, porque vê nela mesma a ocasião de testemunhar a sua fidelidade ao mestre, a profundidade do seu sim para Jesus. Que ele a todos nos abençoe e a todos muita luz e muita paz.

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