Artur Valadares | A busca pelo Reino de Deus à luz do Espiritismo | 105 Anos da Fergs
Prezados amigos e amigas, boa tarde para todos nós. >> Que o Senhor nos abençoe neste dia de reflexões e de aprendizados. Começaremos aqui com a nossa autodescrição. Me chamo Artur Valadares, tenho a pele branca, os cabelos e os olhos castanhos. Estou utilizando um óculos de grau. Tenho uma camiseta azul com um detalhe no CR do Cristo no peito e tem uma estatura por volta de 1,74 m. Queridos amigos, é com muita alegria que estamos aqui hoje num dia de festa e não poderia iniciar a fala sem antes. Aproveitar para parabenizar a Fergs na pessoa aqui do seu atual presidente Antônio, parabenizando a todos os trabalhadores que estiveram envolvidos nestes 105 anos de existência. de serviço, de aprendizado, de oferta com Jesus, com Kardec, com a espiritualidade amiga. Certamente não são poucos os corações que desse trabalho tem recolhido bênçãos, orientações e inspirações para a sua jornada. Então, muito nos felicita podermos participar desse evento comemorativo da casa mat aqui do espiritismo em terras gaúchas, deixando os nossos votos de muitos anos mais de trabalho nessa imensa seara do Cristo. Como ele mesmo nos dizia, grande a seara. Aquele tempo ainda não tantos eram os com o tempo eles têm crescido, mas há sempre espaço, porque o trabalho é imenso. E não falamos aqui de um trabalho de alguns anos, algumas décadas, tampouco alguns séculos. Estamos a falar de um trabalho para os milênios, que é o trabalho da iluminação do espírito em sua infinita jornada de ascensão. Então ficam os nossos votos de muitos anos, de muitos séculos mais de trabalho com Jesus e com Kardec, que estejamos no corpo ou fora dele, porque nós espíritas temos essa certeza, né, e essa compreensão de que o trabalho se expande para muito além do que os nossos olhos carnais podem ver. Então que sigamos, que sigamos nesse espírito de festividade espiritual, de alegria, de gratidão pelas bênçãos do Espiritismo em nossas vidas, buscando, claro, também com ele aprender aquilo que nos compete em termos de trabalho, de realização,
o de festividade espiritual, de alegria, de gratidão pelas bênçãos do Espiritismo em nossas vidas, buscando, claro, também com ele aprender aquilo que nos compete em termos de trabalho, de realização, para transformarmos a nossa gratidão em uma gratidão efetivamente mais lúcida. verdadeira, como nos diz Emanuel, a melhor maneira de agradecer nos círculos do cristianismo está no devido aproveitamento das dádivas recebidas com eficiência, com dedicação. E esse é o nosso intuito, para além da gratidão nas palavras, aquela que se traduza em nossa transformação, em nossa realização, à luz do quanto temos recebido do espiritismo. E o tema que nós vamos tratar nesse momento gira exatamente em torno disso, essa busca essencial, busca fundamental do reino de Deus, agora por nós entendida ou analisada à luz do espiritismo. E é sobre isso então que nós vamos conversar, buscando primeiramente entender o que é essa expressão ou essa proposta tão fundamental e tantas vezes mencionada no Evangelho de Jesus. O que ele quer dizer com o reino de Deus, com essa promessa que ele oferta à humanidade, aos séculos do por vir. E quem fala reino fala também reinado. E eu acho que está aqui um dos principais recursos de entendimento desse conceito que é para nós no evangelho, no cristianismo, tão fundamental. Reino de Deus é o reinado de Deus. Onde reinado de Deus a se estabelecer no plano íntimo da criatura. Em outras palavras, trazendo o conceito para ainda mais próximo de nós, falar do reinado de Deus é compreender que todos nós, enquanto criaturas, somos chamados a substituir determinadas forças, determinadas ilusões, caprichos que muitas vezes ainda nos governam em nossas escolhas, em nossas decisões. por um reinado que seja realmente divino, isto é, por escolhas, por decisões a se traduzirem depois em ações, em hábitos que derivem verdadeiramente da governança de Deus em nós. Governança divina, isso é o reino de Deus. Governança divina no plano interno da criatura. Isso é o reino de Deus
depois em ações, em hábitos que derivem verdadeiramente da governança de Deus em nós. Governança divina, isso é o reino de Deus. Governança divina no plano interno da criatura. Isso é o reino de Deus como projeto maior para todo espírito em jornada. Podemos usar aqui uma expressão que talvez sintetize isso de maneira ainda mais completa e profunda. Uma palavra que no contexto do evangelho é tão essencial também e que foi tão bem abordada pelo apóstolo Paulo, por exemplo, embora tenha sido depois mal interpretada em muitas ocasiões. Vamos traduzir todo esse conceito do reinado de Deus por essa palavrinha chave, fidelidade, que Paulo vai denominar nas suas epístolas como sendo fé, recordando a própria origem da palavra fé na sua língua, no hebraico, no aramaico, que vem de emuná, que significa justamente fidelidade. Por isso, esse é um conceito tão presente, tão abordado nas cartas paulinas. Ele tanto fala da fidelidade de Deus, porque Deus é onipotência, é soberana justiça, soberano amor, misericórdia infinita. Deus vela pelas suas criaturas. Deus é soberanamente justo e bom, como aprendemos com a doutrina espírita. Então, Deus é fiel. Deus é perfeito. Tudo que ele faz, ele o faz visando o progresso, o aperfeiçoamento, a felicidade de seus filhos. Então, essa é uma frase muito conhecida nas cartas de Paulo. Deus é fiel. Só que há a contraparte, aquela que nos diz respeito mais propriamente. Da parte de Deus haveremos e poderemos esperar sempre o melhor. Mas a questão é o que vem da criatura, da parte de cada um de nós, o que tem sido ofertado nessa relação. E aí entra o fundamental conceito da fé para Paulo. Fé entendida como fidelidade, governança de Deus no âmbito da criatura. A criatura que entende a vontade divina, seus desígnios, suas leis e é daí por diante ou busca ser cada vez mais fiel, realmente deixando-se governar, conduzir pelo criador e por suas sábias, justas e perfeitas leis. Esse é um conceito chave nas epístolas de Paulo, porque ele entendia que aí
ca ser cada vez mais fiel, realmente deixando-se governar, conduzir pelo criador e por suas sábias, justas e perfeitas leis. Esse é um conceito chave nas epístolas de Paulo, porque ele entendia que aí está a grande questão. Já que o projeto maior do evangelho é o reino de Deus, não chegaremos a entendê-lo, muito menos a empreendê-lo, se não entendermos que ele passa necessariamente por um projeto, por um esforço de fidelidade da criatura em relação ao criador, à suas leis, a sua proposta para nós traduzida em vida no evangelho pela vida de Jesus. Então, quando Paulo trata na sua carta aos Romanos, por exemplo, sobre a salvação pela fé, é disso que ele ele está tratando. A salvação para nós no Espiritismo, a edificação do aperfeiçoamento do ser, o desenvolvimento de suas potências, a libertação de suas paixões, do cativeiro das ilusões, das paixões. Tudo isso passa necessariamente pela fé, mas não a fé meramente intelectual no estreito âmbito da crença, que é uma parte importante da fé, mas que não a resume. Não é dessa fé apenas que Paulo trata. E por isso ele foi ao longo dos séculos tão mal compreendido, porque pensávamos, não, o reino de Deus então estará garantido para nós desde que aceitemos Jesus como nosso mestre e senhor. Mas isso é o primeiro ato do processo, o que não nos exime de tudo que vem depois. Porque fé para Paulo é essa implementação gradativa em nossas vidas de fidelidade ao que está no evangelho, que é o mesmo que dizer, de fidelidade ao projeto divino para cada um de nós, os seus filhos. Então, veja que o conceito vai ganhando novos contornos, novos horizontes vão se nos abrindo à medida que o vamos analisando à luz especialmente do espiritismo, que traz uma série de outras variáveis importantíssimas para entendermos então o que é a realização desse projeto. Sermos integralmente fiéis a Deus quando assim o formos. Então virá o reinado de Deus em nós. Deus reinará. Em cada escolha, em cada decisão, estaremos atendendo a vontade divina, que é sempre para nós o que há
egralmente fiéis a Deus quando assim o formos. Então virá o reinado de Deus em nós. Deus reinará. Em cada escolha, em cada decisão, estaremos atendendo a vontade divina, que é sempre para nós o que há de mais libertador, o que há de resultar em mais felicidade, em mais paz, em mais progresso. Mas para isso é preciso necessariamente a fé entendida como fidelidade. É isso que Paulo quer dizer. Com o justo será salvo pela fé. não é uma mera adesão formal, verbal ou circunstancial ao cristianismo, mas um projeto de vida que se estende para muito além das paredes de um templo religioso ou do tempo específico consagrado a uma experiência religiosa em nossa semana. É a experiência do transcendente, da religiosidade que vai inundando a vida do ser como um todo nas mais diversas circunstâncias. passa a criatura a se ver como efetivamente uma servidora do criador, um instrumento dele, agindo de conformidade com ele, para que então se expanda também esse reinado para além do seu mundo interior, que ela busca já agora consagrar ao Senhor da vida. Por isso, quando falamos de reino de Deus, é preciso associá-lo a essa palavrinha chave. fidelidade. E é por isso também que nós vamos ver, como registrado para nós por Humberto de Campos, no livro Boa Nova, no capítulo de número seis, esse capítulo muito interessante intitulado Fidelidade a Deus, em que Humberto de Campos nos relata um diálogo entre Jesus e os discípulos acerca desse conceito ou desta postura. a fidelidade. Porque conta-nos esse grande cronista do Evangelho que à medida que Jesus foi revelando os desafios, os sacrifícios envolvidos no empreendimento desse reinado de Deus, alguns dos discípulos começaram a ficar reticentes. Mas como assim esse reino então ele pede tanta luta assim? Ele pede tanto sacrifício, tantas renúncias? Por que essa surpresa, né? Por que esse espanto? Porque estavam eles acostumados a outra natureza de reinos, de reinados, de impérios, de imperadores, aqueles que se impunham pela força na utilização dos elementos materiais,
é? Por que esse espanto? Porque estavam eles acostumados a outra natureza de reinos, de reinados, de impérios, de imperadores, aqueles que se impunham pela força na utilização dos elementos materiais, aqueles reinos que eram muitas vezes com frequência transformados na mudança do monarca, do imperador. aquilo que estava mais associado à matéria, reinos sustentados ou construídos sobre a fortuna, o poder material, os exércitos, a violência, a imposição. Por isso também reinos que vinham e que passavam, deixando muitas vezes destruição, lágrimas, o espolho de tantos vencidos, tantos cativos, tantos escravos. Eram esses os reinos. os reis e imperadores que eles conheciam. E à medida que Jesus começava a anunciar um reino de Deus, talvez o aproximassem desse tipo de reinado, esperando que mais cedo ou mais tarde Jesus o anunciaria. e por meio das falanges celestes ou mesmo conquistando, dominando ele próprio os poderes terrenos, estabeleceria esse reino sem qualquer resistência, sem qualquer contradita. Por isso vemos os discípulos até os últimos momentos que antecedem a crucificação ainda a debaterem quem se sentaria à esquerda ou à direita de Jesus quanto o seu reino se estabelecessem, porque estavam com essa expectativa de um reino que surgiria em algum momento num piscar de olhos pela imposição de uma força externa ou pelo próprio poderio divino do mestre. Essa era a expectativa ainda nos corações. Mas Jesus há todo tempo no evangelho faz questão de ir descortinando para nós que a realidade ali era bem outra, que ele tratava de um reino absolutamente diferente, tanto na maneira de implementação quanto no tempo necessário para essa implementação. Afinal de contas, dentro dessa conceituação que aqui trouxemos, imaginamos só sermos plenamente fiéis a Deus em tudo. Quanto tempo se nos pedirá? Talvez até por isso, por intuirmos ou notarmos que a magnitude desse projeto era demasiada grande por demais. é que concebemos então outras vias de salvação, imaginando, não, não é possível
os pedirá? Talvez até por isso, por intuirmos ou notarmos que a magnitude desse projeto era demasiada grande por demais. é que concebemos então outras vias de salvação, imaginando, não, não é possível considerarmos que a salvação vem então da edificação de tudo aquilo que Jesus propôs no evangelho. Vamos pensar então que a salvação venha por outros meios. O exemplo ou o sacrifício dele bastou, basta agora aderirmos à sua mensagem, então estaremos garantidos nesse reino. Então teremos nosso lugarzinho ao céu. Por quê? Porque intuíamos a dimensão de um projeto como esse e pensávamos numa existência só, numa vida apenas, desenvolver tal nível de fidelidade que no Cristo vemos. Mas estaria reservado ao tempo também nos esclarecer quanto ao meio de implementação desse reino. Mas voltando aqui à mensagem, Jesus nota que os discípulos estavam meio reticentes quando começaram a entender que era um reino diferente, que pediria, ao contrário de outros reinos, o sacrifício pessoal da própria criatura. Muitas renúncias, muitas transformações íntimas. Ora, isso esses reinados de fora não solicitavam. Que reino era esse agora tão distinto. E é então que Jesus os chama para uma conversa sobre a luz do luar nas cercanias de Cafarnaum, nas proximidades ali ou mesmo na casinha de Simão Pedro. E o mestre ouve essas angústias, essas indagações dos discípulos a respeito da implantação desse reino e então lhes responde dizendo: "Na causa de Deus, meus filhos." A primeira das virtudes, como a dizer, a mais essencial delas é a fidelidade a Deus. Se estamos a falar do reinado de Deus em nossas vidas, não podemos conceber isso sem que exista, de nossa parte fidelidade ao seu projeto, à sua causa. E ele acrescenta, trazendo considerações realmente muito importantes para nós em todos os tempos, os discípulos de hoje, que seguimos nesse intuito de compreender para construir esse reino. diz o mestre, todas as edificações do mundo têm o preço que lhes corresponde. Tudo que a gente vai fazer, realizar,
ípulos de hoje, que seguimos nesse intuito de compreender para construir esse reino. diz o mestre, todas as edificações do mundo têm o preço que lhes corresponde. Tudo que a gente vai fazer, realizar, empreender, tem um preço que corresponde, que lhe corresponde. Já pararam para pensar, indaga o mestre, o imposto alto e doloroso que o prazer costuma cobrar a criatura humana? Já que vocês estão reciosos quanto ao preço para a edificação deste reino, o preço em termos de sacrifícios, renúncias, perseverança, resiliência, já que estão reticentes, já pararam para meditar no preço que o mundo cobra por suas ilusões? Porque é importantíssimo meditarmos nisso. Tudo tem um preço. A questão é que no que diz respeito ao mundo, em geral, o preço vem depois. No que diz respeito às coisas divinas, em geral, o preço vem antes. Então, o mundo é assim. Você conquista o prazer imediato, sensorial, mais efêmero, se entrega a ele de maneira desequilibrada, inconsciente, invigilante, mas e depois o preço dos desequilíbrios que foram criados, dos desatinos que foram cometidos, dos arrependimentos que dali surgem. Então, é isso que Jesus tá perguntando. Já pararam para meditar no imposto alto e doloroso que o prazer costuma cobrar a criatura humana? Quanto pagarão em termos de flagelações íntimas o avarento e o vaidoso? Aquele, portanto, que conserva consigo o vício, servindo a outros senhores que não o Senhor da vida, sendo fiel a outros projetos que não o projeto divino para nós, os projetos ilusórios do eu, qual o preço que essa essa criatura paga em permanecendo avarenta vaidosa, quantas inquietações, quantas flagelações íntimas para cada pequeno triunfo ilusório, para cada pequeno gozo imediatista, quanto de inquietação, quanto de angústia depois ou de tédio, quando vamos notando que aquilo já não mais nos satisfaz, o medo de perder, a comparação sempre com o que tem mais. Então, quanto essa criatura paga em termos de flagelações íntimas? Qual o preço será pedido ao mentiroso, ao gozador?
á não mais nos satisfaz, o medo de perder, a comparação sempre com o que tem mais. Então, quanto essa criatura paga em termos de flagelações íntimas? Qual o preço será pedido ao mentiroso, ao gozador? Então, se vocês se assustam com o preço desse reino, deste reinado, o preço da fidelidade, não estarão se esquecendo do preço que o mundo tem cobrado de vocês na fidelidade à suas ilusões. Porque, como aprendemos com o espiritismo, a causa primordial da infelicidade da criatura não são as circunstâncias, mas é antes o que ela traz em si, para cada vício, uma fonte de infelicidade constante. Quanto sofre o invejoso, quanto sofre o maledicente? Talvez pode não notar agora, mas cedo ou tarde notará o estado em que se encontra. Porque, como dizíamos, assim é o mundo. Em geral, o preço vem depois. À medida que surja a maturidade, à medida que passa o tempo, que vamos refletindo, que vamos nos frustrando com a efemeridade de tudo que diz respeito ao mundo, é que vamos notando o preço. Mas as coisas divinas não, em geral o preço vem antes, mas a conquista depois é peren a felicidade associada a ela também, porque o preço da virtude é toda disciplina de construí-la. Mas uma vez consolidada, ela é sempre uma fonte perene de felicidade para o ser. Mas até lá eu paguei o preço de anos e anos, existências e existências de disciplina até consolidar a espontaneidade daquela virtude. Mas uma vez consolidada, ela é nossa e é para sempre. O preço veio antes, mas o que é mais valioso veio para ficar. No mundo, em geral, é o gozo imediato agora, mas depois um preço de lágrimas, de arrependimentos e reajustes para depois e a necessidade de recomeçar em novas bases, em novos rumos. Então, é isso que Jesus tá indagando aos discípulos, clareando esse que é um conceito essencial para todo aquele que realmente compreende que essa é a busca mais fundamental no evangelho. A fidelidade tem um preço, mas o que ela retorna à criatura não tem preço. Não há valor no mundo que possa se aproximar daquilo que há de angarear
nde que essa é a busca mais fundamental no evangelho. A fidelidade tem um preço, mas o que ela retorna à criatura não tem preço. Não há valor no mundo que possa se aproximar daquilo que há de angarear aquele que se propõe a ser fiel a Deus. Agora, a fidelidade ao mundo, a mamon e as suas ilusões, diz o mestre, ela também tem um preço, muitas vezes não considerada. Considera-se a satisfação imediata do instante sensorial, efêmera, material, mas não se considera o que vem depois em termos de reajustes, de lágrimas, de recomeços. E assim eles seguem nessa conversação a respeito da fidelidade. Jesus destacando a importância disso nessa relação, que é a relação mais fundamental para todos nós, a relação com Deus, porque é definidora do equilíbrio, da sanidade, de todas as outras relações que nós temos com outras pessoas, com objetos, com circunstâncias. Se a relação com Deus não estiver equilibrada, tudo mais poderá estar comprometido, né? Então, se a relação com o divino não está equilibrada, a relação com o outro pode descambar facilmente para a possessividade, para o ódio. Se a relação com Deus não está equilibrada nesse processo de comunhão que a criatura vai estabelecendo com o divino, a sua relação com um determinado objeto pode se tornar facilmente um processo de apego, de adoração, quase que de culto em relação ao dinheiro, ao prazer, ao poder, né? Então, a criatura, ela vai perturbando as suas outras relações enquanto não ajusta a mais fundamental. E é por isso que Paulo nas suas epístolas e o mestre aqui nessa mensagem tratam o conceito de fé, de fidelidade nesse âmbito de uma relação. Diz o mestre o mesmo que Paulo mais tarde diria. Olha, Deus é fiel, tem sempre feito o melhor para nós, muito mesmo, muito antes mesmo de o conhecermos. Ele já nos amava e nos entregava o que de melhor nós precisávamos. para a nossa evolução. A partir de agora, à medida que a consciência se nos aclara, a tarefa é nossa, de respondermos a essa fidelidade divina com a nossa fidelidade, assim
de melhor nós precisávamos. para a nossa evolução. A partir de agora, à medida que a consciência se nos aclara, a tarefa é nossa, de respondermos a essa fidelidade divina com a nossa fidelidade, assim estabelecendo-se a comunhão. Criatura, criador, esse laço inquebrantável da qual a fé é a nossa oferta e o amor divino é a oferta que vem de nosso pai. Então Jesus trata disso com os discípulos e em determinado momento eles voltam-se para o mestre naquela noite que seria para todos ali presentes inouvidável e dizem: "Senhor, seremos fiéis. Senhor, seremos fiéis." Jesus então sorri. como quem sabe ou como quem sabia a intensidade da luta que estava por vir e a fragilidade das promessas humanas. Mas ele sabia também que cedo ou tarde esse reino haveria de chegar para cada um daqueles corações. E mesmo ainda tão frágeis, aqueles discípulos, aqueles primeiros corações, vencendo a si mesmos, souberam incrementar cada vez mais em si a presença daquele compromisso, aquela fidelidade, a ponto de mesmo perseguidos, humilhados, muitos deles mortos, manterem-se fiéis, fazendo de seus esforços, de sua fidelidade, um cântico. de esperanças e de glorificação que haveria de transformar o mundo. Então ali nós vimos os primeiros lampejos, o alvorecer desse reinado já naqueles corações, corações que souberam ser fiéis. Exemplo que chega-nos ainda hoje ajudando-nos a entender a dimensão do projeto que nos cabe, fidelidade integral. Mas é claro que sendo um projeto tão profundo, não poderia ser edificado em tão curto tempo. E aí, mais propriamente, que surge a doutrina espírita em nosso auxílio, ajudando-nos a dar novos contornos a esse projeto, a enxergá-lo em sua grandeza sublime, quando nos projeta à tela mental o imenso quadro panorâmico da evolução. Vem a doutrina espírita nos ajudar a entender o que já se encontrava nas palavras de Jesus. de maneira implícita, mas que com o espiritismo se nos aclara e se nos mostra tão belo e tão grandioso o projeto de Deus junto a cada filho seu
a entender o que já se encontrava nas palavras de Jesus. de maneira implícita, mas que com o espiritismo se nos aclara e se nos mostra tão belo e tão grandioso o projeto de Deus junto a cada filho seu e a humanidade terrestre como um todo, a envolver milênios e milênios de esforços, de dedicação, de lágrimas, de suores, de tantos e tantos espíritos atuando sob a inspiração divina. sobre a condução do Cristo. Porque para entendermos melhor essa dimensão dessa busca fundamental a do reino de Deus à luz do Espiritismo, nós vamos ao próprio evangelho. Aqui auxiliados pela doutrina espírita, vamos a um dos mais conhecidos diálogos do Evangelho, capítulo 3 do Evangelho de João. Jesus conversa com Nicodemos e ali o mestre já nos traz todas as pistas fundamentais. Pergunta Nicodemos: "O que fazer, né, para herdar a vida eterna?" Poderíamos traduzir aqui tranquilamente. O que fazer para alcançar então esse reino? ao que Jesus inicialmente responde: "Ninguém pode ver o reino de Deus se não nascer de novo". Como dizíamos ao longo dos séculos, nós criamos uma outra interpretação para essas palavras de Jesus, porque não incluímos em nosso quadro de interpretação do evangelho esse elemento essencial que mais tarde o espiritismo resgataria, a reencarnação. Ali entendemos esse nascer de novo como uma renovação, que também é uma interpretação válida, porque afinal de contas é preciso renovar-se sempre na edificação desse reino. Mas o projeto é de tal monta que uma existência apenas seria inviável para implementá-lo integralmente. Nós estamos a falar daquilo que nós vemos em Jesus. Ele mesmo nos disse, aliás, as coisas que faço, as fareis e ainda maiores. E ao olhar para aquela sublimidade de vida, uma fidelidade sem mescla, uma vida em que de fato Deus reinava, a ponto de chegarmos a confundir criador e criatura. Ao olharmos para aquela vida, imaginávamos, impossível considerar a aplicação disso tudo em uma existência apenas. E como não incluímos a reencarnação na equação, então concebemos o outro modelo
tura. Ao olharmos para aquela vida, imaginávamos, impossível considerar a aplicação disso tudo em uma existência apenas. E como não incluímos a reencarnação na equação, então concebemos o outro modelo de salvação. Jesus nos salvou, o que em algum sentido é válido, mas ele não nos eximiu de todo o trabalho para chegarmos aonde ele chegou. Porque a doutrina espírita vem e nos diz, então o projeto para todo espírito, todos sem exceção, é ser um dia o que o Cristo já é, um espírito puro. O que é um espírito puro nas palavras de Kardec, dos próprios espíritos? São várias as partes ou os aspectos desta definição, mas uma que sempre nos chama atenção, um espírito puro é aquele que capta diretamente a vontade divina, o seu pensamento, e tem como mote da sua vida executar essa vontade. já não há mais intermediários. é uma relação direta, é um tal nível de comunhão, de intimidade que ele capta e executa. Daí a feliz definição de João no seu evangelho, o verbo de Deus, aquele que faz do pensamento divino ação, realização. Essa é a nossa destinação. Esse é o reinado de Deus em seu ápice. Deus orienta, Deus define e esse espírito executa perfeitamente em plena sintonia com o Criador. Então, olha que bonito isso. Agora, como conceber uma tal realização em 80, 90 anos? Dava-nos Jesus a chave para isso, muitas vidas. Algo que o Espiritismo depois traduziria para nós de maneira tão clara. sem todas as complicações que nós criamos teologicamente para fugir ao caminho mais natural da vida, da evolução. Pergunta Kardec na questão 166 de o livro dos espíritos, no subtópico da reencarnação, que faz o espírito, que sucede ao espírito ao final de uma existência, se naquela existência não pôde depurar-se integralmente, diriam os espíritos. toma um novo corpo, uma nova existência. Ah, quer dizer, então, Prossegue Kardec, que são múltiplas as existências do espírito. Sim, incontáveis. Quantas forem necessárias até que chegue a condição de espírito puro. Então, aí está nascer de novo. Aquilo que o Espiritismo traz para nós
são múltiplas as existências do espírito. Sim, incontáveis. Quantas forem necessárias até que chegue a condição de espírito puro. Então, aí está nascer de novo. Aquilo que o Espiritismo traz para nós de maneira clara. Um projeto de tal monta só poderia ser realizado ao longo de milênios, de séculos incontáveis, porque significa desenvolver cada potência nossa ao grau máximo. Ciência, moralidade, todos os aspectos de desenvolvimento para que sejamos para Deus instrumentos cada vez mais eficazes, cada vez mais completos, afinados. só mesmo muitas vidas. E é isso que Jesus quer dizer. Ninguém pode ver, ninguém pode compreender exatamente o que é esse projeto sem considerar isso, a trajetória inteira, o quadro amplo da evolução. É o que o Espiritismo nos torna tão palpável hoje, tão acessível. Mas notemos neste primeiro versículo, nessa primeira parte do seu diálogo com Nicodemos, Jesus diz: "Ninguém pode ver o reino de Deus". Mas um pouco mais à frente, dando sequência, ele acrescenta: "Aquele que não nascer da água e do espírito, não poderá entrar no reino de Deus". Ah, aqui uma diferença. Uma coisa é ver, vislumbrar no horizonte, cogitar disso, buscar entender. Outra coisa de fato é implementar, é entrar neste reino, é consolidá-lo em nós. E é aqui que o espiritismo ajuda-nos ainda mais. Tudo faz mais sentido ainda. Por quê? Quando olhamos para a trajetória do espírito, em geral, o que vemos nas primeiras fases da jornada? Vemos o espírito que sequer cogita desse reinado de Deus, porque ainda vive numa expressão que Emanu se serve muitas vezes, de que ele se serve muitas vezes nos seus textos, ainda vive ele no império escuro do eu. Não é o reinado de Deus. a criatura, o espírito sequer cogita disso nas primeiras fases da sua jornada, tão vinculado que está a matéria e a si mesmo, se mantém nesse império adoecido do eu. Esse império sombrio, sombrio aqui no sentido de ignorância também, de paixões, permanece a criatura nessa condição. Mas como Jesus disse lá aos discípulos,
mo, se mantém nesse império adoecido do eu. Esse império sombrio, sombrio aqui no sentido de ignorância também, de paixões, permanece a criatura nessa condição. Mas como Jesus disse lá aos discípulos, há um preço, esse império do eu, há um preço a se pagar dessa fidelidade ao mundo, ao egoísmo, em detrimento da fidelidade a Deus. Os vícios vão gerando decepções, frustrações, angústias. Cada vez mais, à medida que avança, existência após existência, o espírito vai notando que aquilo já não mais o satisfaz. E é então que ele começa a cogitar o reinado de Deus. Antes para ele tudo gravitava em torno de si, do seu eu, do seu querer. De repente ele começa a pensar, deve existir alguma outra opção. E então que no seu horizonte sentimental, mental, começa a surgir esse convite que ele primeiro vislumbra sem ainda entrar, porque ainda luta com a rebeldia. A sua voz ainda quer ser mais alta que a voz divina, o chamamento de Deus. Ele sabe o que fazer, já está orientado, mas ainda reluta em aplicar. Ele vê o reino, mas ainda resiste em entrar. Mas o tempo a tudo vai transformando. A lei divina tem os seus meios de ir nos despertando, nos educando e a própria criatura vai ansiando por aquilo que ela int, que ela sabe lá no fundo realmente a poderá plenificar em detrimento das ilusões e satisfações imediatistas do eu e da matéria. E então que ela reconhece a necessidade não só de nascer no corpo, nascer da água, mas também nascer do espírito, renovando-se, fazendo-se mais fiel para que, enfim, possa realmente adentrar passo a passo neste reino, neste reinado, no império de Deus e da sua vontade em nós. Então, vejamos que Jesus ele coloca as duas frases, dando uma certa distância entre elas, como a dizer que existem essas duas etapas que o Espiritismo nos faz ver com clareza. Muitos e muitos espíritos, ainda que sequer cogitam desse reinado, tão presos que estão ao império do eu. Outros que já começam pelo menos a ver, depois de tantas existências, tantas decepções com a matéria, com as suas promessas
nda que sequer cogitam desse reinado, tão presos que estão ao império do eu. Outros que já começam pelo menos a ver, depois de tantas existências, tantas decepções com a matéria, com as suas promessas ilusóas, o espírito começa a cogitar este outro projeto, esta outra proposta, mas só mais à frente, mais experimentado, mais consciente, com vontade mais firme, começa ele realmente a implementar este projeto divino. E isso é para nós, talvez o ponto chave para nós espíritas. Porque há quantas existências talvez já temos visto esse reino, já sabemos da sua existência, porque já informados do evangelho, mas há quantas existências também temos resistido em entrar? Temos visto, mas ainda não adentrado, porque ainda não nos propomos realmente a ser fiéis, a entender que não há liberdade efetiva senão na fidelidade, à lei divina. Quando o egoísmo nos diz para fazer assim, sermos mais fortes e fazermos como Deus nos solicita, como Cristo nos propõe no evangelho, porque a voz do Cristo não é senão a voz de Deus a nos instruir. Era ele o médium divino, diz-nos Kardec. Então, nós estamos mais ou menos nesse meio termo. E há aqui uma imagem muito bonita, eu acho que muito representativa. Mais uma vez ele, Paulo, com o seu olhar tão perspicaz na sua carta aos Hebreus, capítulos de número 3 e 4, Paulo ele vai trabalhar aquela ideia da jornada do povo pelo deserto. aquilo é senão uma figura da jornada da própria humanidade em busca da terra prometida, que não é senão o reino de Deus, o reinado de Deus. E a imagem ela é muito instrutiva. O que está registrado lá no livro de Êxodo, de Números, o povo tem uma jornada a empreender em busca da terra prometida, mas eles chegam à margem dessa terra, digamos, na fronteira. E Moisés envia algum alguns espias, 12 deles, para sermos mais exatos. Eles visitam a terra prometida e voltam para trazer o seu relato. 10 deles se fixam nos problemas. Não, a terra é habitada por gigantes, tem muita dificuldade para entrar. a gente vai sofrer muito isso, isso. E dois deles
prometida e voltam para trazer o seu relato. 10 deles se fixam nos problemas. Não, a terra é habitada por gigantes, tem muita dificuldade para entrar. a gente vai sofrer muito isso, isso. E dois deles destacam os aspectos positivos, Josué e Calebe, aqueles Josué mais propriamente que assumiria depois da desencarnação de Moisés a condução do povo. O que que Paulo vai fazer? Ele pega o que aconteceu ali, porque por conta do relato dos 10 vigios que destacaram os aspectos negativos, o povo não quis entrar e ficaram então por 40 anos andando em círculos pelo deserto. Paulo diz assim: "Essa é uma boa imagem da nossa experiência com o evangelho. Muitos de nós já chegamos na fronteira porque já vimos a terra prometida, já vimos o evangelho, já sabemos o que é o reino de Deus e que ele é a nossa destinação, mas ainda relutamos em ser fiéis e por isso ficamos andando em círculos, nas agruras da vida material, no deserto da vida, sabendo onde está o reino, mas resistindo em entrar, porque resistindo em sermos fiéis. Então, todos esses esses dois capítulos inteiros, Paulo vai tratar disso, dizendo para nós um alerta para nós os cristãos e diríamos especialmente para nós os espíritas que temos ainda mais clareza do que essa terra prometida. Paulo diz lá no texto, o repouso de Deus. Não adentraram o repouso de Deus porque foram infiéis, porque foram rebeldes, sabiam o que fazer, já não mais ignoravam, mas ainda assim relutavam em aplicar. Ora, se não é essa a condição de muitos de nós hoje na doutrina espírita, temos a plena e a clara visão do que é essa terra prometida, do que é esse projeto divino, mas por quantos séculos, os 40 anos lá, representam séculos, existências a caminharmos, vislumbrando aquilo que é objetivo, mas ainda pela rebeldia, pela acomodação relutando em adentrar uma viagem que não era tão longa e daí esse símbolo, né, 40 anos por uma distância que não era tão longa assim. Ora, é a condição de muitos de nós. Por isso Kardec chega a perguntar, né, na questão 195,
a viagem que não era tão longa e daí esse símbolo, né, 40 anos por uma distância que não era tão longa assim. Ora, é a condição de muitos de nós. Por isso Kardec chega a perguntar, né, na questão 195, se esse conhecimento da multiplicidade das existências não seria de molde a fazer com que alguns postergassem indefinidamente a sua transformação, perseverassem no caminho de rebeldia, no caminho da acomodação, sabendo que poderão se corrigir depois. E os espíritos respondem: "De fato, um espírito imperfeito poderá durante a vida corporal pensar como dizes, mas liberto que se veja da matéria, pensará de outro modo, pois logo verificará que fez cálculo errado e então sentimento oposto a esse trará ele para sua nova existência". É assim que se efetua o progresso. E essa razão porque na Terra os homens são desigualmente adiantados. Uns já dispõem de experiência que a outros falta, mas que adquirirão pouco a pouco. Deles depende o acelerar-sehes o progresso ou retardar-se indefinidamente, como o povo no deserto, retardando indefinidamente a sua entrada. Assim tem sido a condição de muitos de nós. Mas hoje a doutrina espírita surge para as nossas mentes e nossos corações, justamente para que tenhamos claro esse horizonte, justa essa compreensão do que é o reino de Deus, sem ilusões concebidas outrora que nos eximiam de quase quaisquer esforços para essa aquisição ou essa edificação. Agora, sabendo o que de fato é cada vez mais fidelidade a resultar cada vez mais liberdade e felicidade para o ser. Mas o adentrar neste reino mais cedo ou mais tarde, isso corre por nossa conta. Quantas já as existências que temos, digamos, dilapidado, andando em círculos, recapitulando experiências de outrora. Se já vemos esse reino, por que não adentrar? Porque não aceitar, enemfim, o chamado, o convite divino expresso tão eloquentemente na vida do Cristo, para que, enfim, sejamos fiéis, para que venhamos a dar um voto de confiança àquilo que tão amorosamente nos foi entregue nas palavras, nas
onvite divino expresso tão eloquentemente na vida do Cristo, para que, enfim, sejamos fiéis, para que venhamos a dar um voto de confiança àquilo que tão amorosamente nos foi entregue nas palavras, nas lições e, acima de tudo, na vida inouvidável de Jesus. Eis aí, meus amigos, aquilo que em síntese a doutrina espírita nos apresenta quanto ao reino de Deus. Se entendermos que está aí a nossa busca mais essencial, tudo mais se nos acrescentará se a ela soubermos nos dedicar. Mas é da autonomia da criatura. Como povo no deserto, no símbolo de Paulo, podemos ficar existências ainda vendo o reino, vendo a terra da promissão sem adentrar, mas já temos material, orientação e estímulos suficientes para tomarmos enfim essa decisão. abrirmos o nosso coração, consagrarmos o nosso mundo, o nosso país interior, para que aqui não mais legisle o império obscuro do eu, da vaidade, do egoísmo, do orgulho de outrora, mas para que aqui, enfim, governe o amor, a misericórdia, a sabedoria de Deus a nos conduzir para os altiplanos de luz, de paz e de felicidade que a todos nos estão reservados. nas palavras sublimes de Jesus que não poderemos esquecer. Busque primeiramente este reino e tudo mais lhe será acrescentado. Sejamos fiéis ao projeto divino e tudo mais há de encontrar a justa medida, o justo momento e a justa presença em nossa vida e em nossos caminhos. Não posterguemos, pois, se está no nosso querer, na nossa disposição de fidelidade adentrar desde já neste reinado e nesta edificação. A todos muita luz e muita paz. Que Jesus nos abençoe sempre. >> เ
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