ARTE: CIÊNCIA DO CORAÇÃO - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Vibrando luz, buscando a ti, buscando [música] a ti. Obrigada. Comunhão Espírita de Brasília. >> Senhor, >> boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós, aqueles também que estão nos assistindo. Uma boa noite para vocês. Vamos começar esse nosso momento fazendo uma breve leitura. Eu sei que a gente já tá harmonizado, né? Porque a aqui é bom quando a gente chega, a gente já começa a sentir uma leveza, não é? Um bem-estar tão grande quando senta aqui. Isso aqui faz um bem muito grande. Então a leitura é só paraa gente completar mesmo e para o ir paraa palestra. É desse bilhetes fraternais um. E o nosso tema é o auto perdão. Como eu me perdoar, né? A gente às vezes até desculpa o outro, mas e a gente, né? A gente a gente é mais difícil. E tem uma frasezinha aqui, um pedacinho da do espírito Joana de Angeles, que ela fala assim: "Os mecanismos da evolução utilizam-se do trabalho como meio de disciplinar a vontade, domar os instintos, desenvolver a razão e sublimar os sentimentos". O autoperdão é algo de difícil entendimento mesmo para aqueles que já adentraram nas lides do consolador do espiritismo, né? Perdoar a si mesmo é assim muitas vezes considerado irresponsabilidade e descaso ante o erro cometido. Em geral, aquele que se arrepende se enche de culpa. deixando-se arrastar pelo remorço, dificultando a própria cura. A infração praticada contra a lei divina deve ser resgatada por atos que demonstra o bom propósito de acertar. Para isso é necessário, acima de tudo, admitir as nossas limitações, conscientizando-nos do próprio estágio evolutivo e buscar meios para intensificar dentro do coração os valores imperecíveis do espírito. Se errares, aceita-te como és. Não deixes que o orgulho te instille a presunção de que está estás acima do estado moral que te é peculiar. Admite aí a responsabilidade do resgate, mas não te vincules à culpa improdutiva que te impede a caminhada. A noção de pecado irremissível já não é desta época. Tudo se transforma e ilumina ante fugor
Admite aí a responsabilidade do resgate, mas não te vincules à culpa improdutiva que te impede a caminhada. A noção de pecado irremissível já não é desta época. Tudo se transforma e ilumina ante fugor do amor incondicional. Perdoa a ti mesmo, amando-te sem condições, para que também saibas saibas amar o teu irmão e a tua irmã de jornada evolutiva. Esse quem disse isso aqui, essa mensagem é o nosso irmão Rodrigo, né? O espírito Rodrigo, que tá sempre a falar por nós coisas tão bonitas, né, e tão acertadas. Então vamos fazer a nossa prece inicial pra gente poder passar a palavra paraa Carla. Então, nesse momento, nós elevamos nosso pensamento, o nosso coração a Deus em agradecimento. Agradecimento pela paciência, pela misericórdia que ele tem com cada um de nós a todos os dias e a todas as horas. Todos os dias, todas as horas, nós estamos ali precisando de misericórdia, precisando de ajuda, precisando de um amparo para nos sustentar nas dificuldades da caminhada, mas nós temos a certeza absoluta. E a certeza absoluta é a fé que esse Deus faz com prazer. Porque qual o pai que não faz com prazer? Quando o filho quer acertar, quer andar no caminho da luz. Então, tendo essa certeza absoluta, nós nos alegramos. Mas o nos alegrarmos é alegrar que nós podemos fazer o que cabe a nossa parte, porque nós vamos ter o auxílio daquele pai maior. E assim nós começamos esse nosso momento agradecidos e dizendo que a paz de Jesus fique conosco, que as bênçãos de Deus recaia sobre o coração de cada um de nós que aqui estamos e aqueles que estão nas suas casas. Que assim seja. Bom, nós, a Carla teve sumida, né? A Carla teve sumida, tava de férias, né? Então isso é muito bom. Agora ela voltou, agora é muito trabalho, né? Muito trabalho. Então hoje a palavra tá com ela e ela vai falar para nós. Aí você fala, viu? Eu esqueci. >> Muito obrigada. É muito bom estar de volta aqui, muito bom voltar a esse espaço do qual eu estive realmente um pouco afastada pelas inúmeras obrigações, né? Eu tava tendo reuniões
viu? Eu esqueci. >> Muito obrigada. É muito bom estar de volta aqui, muito bom voltar a esse espaço do qual eu estive realmente um pouco afastada pelas inúmeras obrigações, né? Eu tava tendo reuniões nesse período, reuniões semanais, sempre nesse horário com o meu orientador de pesquisa e depois entrei de férias. Mas agora eu espero que em 2026 as reuniões mudem de dia, mudem de horário e que eu possa estar sempre aqui nesse horário. E eu voltei já falando de um tema que eu gosto muito, né? Estamos seguindo ainda no livro Em torno do mestre do Vinícius, que é o pseudônimo de Pedro de Camargo. E o tema que eu vou tratar hoje é arte, ciência do coração. E ele fala muito da arte e do papel da arte na conexão. E aí eu me lembro da importância que a arte tem. Emanuel quando fala no livro, na verdade a caminho da luz, né? O livro A Caminho da Luz, ele mostra, ele traz toda a formação do universo, traz tudo o que foi feito, né? E Chico Xavier psicografou esse livro e deu essas esse conhecimento pra gente. E no capítulo dois ele fala da organização da vida e da formação do mundo, que ele fala de tudo isso, da formação do mundo, de como foram estabelecidas as civilizações e de tudo o que foi feito, né? Então ele começa dizendo: "Sob a orientação misericordiosa e sábia do Cristo, laboravam na Terra numerosas assembleias de operários espirituais. Como a engenharia moderna que constrói um edifício prevendo os menores requisitos de sua finalidade, os artistas da espiritualidade edificaram o mundo das células, iniciando nos dias primevos a construção das formas organizadas e inteligentes dos séculos por vindouros. O ideal de beleza foi a sua preocupação nos primeiros momentos, no que se referia às edificações celulares das origens. É por isso que em todos os tempos a beleza junto à ordem consistiu num dos traços indeléveis de toda a criação. E ele vai seguindo. Mas aí ele mostra, né, no livro que Deus e Jesus, que era o governador e que nos acompanha desde a formação do mundo,
à ordem consistiu num dos traços indeléveis de toda a criação. E ele vai seguindo. Mas aí ele mostra, né, no livro que Deus e Jesus, que era o governador e que nos acompanha desde a formação do mundo, confiou aos artistas a formação da terra. E diz mais que por isso é que o mundo é tão belo, por isso é que a Terra é considerada o jardim da Via Láctea. Por isso é que a gente tem esses nasceres do sol, esses pores do sol tão lindos, essas flores que jogam toda essa cor e esse perfume, essa exuberância que tudo no mundo é tão bom e tão belo, porque foi confiado aos artistas da espiritualidade desenhar o mundo e fazer com que ele tivesse essa funcionalidade, porque arte também é beleza e também é funcionalidade. É, como diz, como dizem os filósofos, é o bem promovendo o belo, uma ideia que Emanuel resgata lá no Consolador. Os gregos também têm uma noção de arte que é muito interessante. Na filosofia grega também fala da criação do mundo, né? Os mitos estão em toda parte e a verdade está em toda parte. e fala da das velha das várias eh gerações de deuses. E num determinado momento foi dividido o espólio do mundo, né? Urano, que era o deus que dominava tudo, foi destronado e o espólio foi dividido entre seus filhos, cabendo a Deus todo a Zeus, todo o firmamento, ou seja, tudo que estava acima do chão, que não era o mar, né? Então, tudo que estava na Terra para ser criado era a obra de Zeus. E Zeus quis criar o mundo. E aí ele fez tudo o que existia. Ele criou todo o universo com harmonia, as formas, tudo o que nós conhecemos foi criado por Zeus com os seus auxiliares. E aí ele, achando tudo tão bom, chamou os outros deuses para mostrar para eles, compartilhar com eles o que havia sido criado e mostrou. E aí perguntou a eles: "Vocês gostaram? Tá tudo bem? Tá tudo como deveria ser?" E eles disseram: "Tá tudo ótimo, tá tudo perfeito, tá tudo lindo, tá tudo funcional". Mas falta uma coisa. Falta alguém que cante essas belezas, alguém que celebre. Obrigada, Rute. Alguém que celebre essas belezas, alguém
tudo ótimo, tá tudo perfeito, tá tudo lindo, tá tudo funcional". Mas falta uma coisa. Falta alguém que cante essas belezas, alguém que celebre. Obrigada, Rute. Alguém que celebre essas belezas, alguém que narre essas belezas do mundo, tudo isso que existe de bom e de belo aí. E aí Zeus criou as nove musas, que são as filhas da deusa Minemosini, para cantar a beleza do mundo que estava ali. E Minemosine é a deusa da memória. Ou seja, a arte também tem tudo a ver com a memória, com contar histórias, com mostrar aquilo que é bom, aquilo que é belo. Então, não basta haver a beleza, não basta ver o que é bom. É preciso que o que é bom seja mostrado, seja celebrado, seja visto e seja ensinado para todas as pessoas. Na revelação espírita, Kardec, desde o primeiro momento, ele se preocupou também com o papel da arte. Lá no livro dos espíritos, na questão 565, ele perguntou: "Atentam os espíritos em nossos trabalhos de arte e por eles se interessam?" E aí ele fala, né? Atentam no que provê a elevação dos espíritos e os seus progressos. Ou seja, os espíritos dizendo que eles acompanham e intuem também a arte. E no prefácio do Evangelho Segundo o Espiritismo, ele fala também de arte. Ele compara a ação dos espíritos que trouxeram a terceira revelação com o efeito da música, na verdade de um grande couro de vozes. Ele fala assim: "Eu vos digo em verdade que são chegados os tempos em que todas as coisas devem ser estabelecidas no seu verdadeiro sentido para dissipar as trevas, confundir os orgulhosos e glorificar os justos". E aí ele diz: "As grandes vozes do céu ressoam como sons de trombetas e o cântico dos anjos se lhes associam. Homens, nós vos convidamos ao divino conserto. Tomai da lira, que as vossas vozes se unam e no hino sagrado elas se estendam e vibrem de um extremo ao outro do universo. Então ele compara a revelação espírita com um grande couro. Aqui a gente tem um couro, dois na verdade, né? Aqui na comunhão a gente tem um couro adulto e um couro infantil. E eu sou do couro
niverso. Então ele compara a revelação espírita com um grande couro. Aqui a gente tem um couro, dois na verdade, né? Aqui na comunhão a gente tem um couro adulto e um couro infantil. E eu sou do couro aqui. E o couro é uma soma de vozes que entram em harmonia. E é muito importante a gente perceber isso. Cada voz é uma voz, mas cada voz cumpre um papel essencial para que aquela harmonia se faça. Então é preciso que aquela voz seja consonante com as outras. Então eu canto com a minha voz, preciso cantar afinado no tempo correto e seguir a regência. Existe um regente no couro que é quem dita a música, quem dita o tempo, quem dita a afinação e dita tudo o que precisa. A gente segue a partitura e segue o regente. Assim ele compara a doutrina espírita. A doutrina espírita é uma conjunção de vozes que falam as verdades, que seguem uma regência divina do espírito de verdade e que seguem essa partitura que nós conhecemos, que é o evangelho de Jesus. que são as leis divinas. Então, a a doutrina espírita, nós sabemos que não foi uma revelação de uma única pessoa, mas é uma revelação de uma multidão de vozes que ele compara um grande couro. E cada voz num couro, ela canta diferente. A gente tem quatro vozes principais, mas cada voz é diferente, mas ela precisa estar em consonância com as outras vozes para que a melodia esteja harmoniosa, para que a música seja bela. Então ele compara também a revelação espírita com o couro, trazendo a metáfora da arte. Já também desde a Grécia que se falava que a arte dá sentido à vida, que a arte traz essa conexão. Eh, Platão falava que a verdade se mostra de duas formas, principalmente ele dizia que existe a sabedoria que traz o conhecimento e a arte, que é quem coloca isso em conexão e faz com que isso apareça e que faz com que nós percebamos e tragamos para dentro de nós essas verdades. E aí eu me lembro de uma experiência que eu fazia muito quando eu era criança, né, que era a experiência do imã. Eu não sei se todo mundo já fez isso. Quando eu era criança, a gente
ós essas verdades. E aí eu me lembro de uma experiência que eu fazia muito quando eu era criança, né, que era a experiência do imã. Eu não sei se todo mundo já fez isso. Quando eu era criança, a gente fazia isso direto. Rute, eu tenho certeza que fez também, né? Que a gente pegava aquela limalha de ferro, né? Que era aquele ferrinho que tinha, e a gente colocava em cima de uma folha de papel. E embaixo dessa folha de papel a gente colocava um ímã, que normalmente era redondo, né? os que eu usava na minha escola eram sempre redondos. E primeiro o professor dizia: "Como é que você faz?" Eu quero que vocês façam uma forma perfeitamente redonda com esse ímã, né? Com essa limália de ferro. E a gente tentava, tentava, tentava e nunca ficava um círculo perfeito. E aí ele entregava o íã pra gente. E esse quando a gente colocava o ímã, aí o íã dava a forma perfeitamente redonda para aquela alimalha de ferro. E aí, de acordo com o que diz o próprio Aristó, com o próprio Platão, né, o nosso conhecimento é como aquela limáha de ferro, a nossa consciência é como a folha de papel, que é apenas uma folha, né? E a arte é como esse ímã que dá forma as coisas, que dá forma a tudo que nós temos. Então, a partir da arte, nós conseguimos organizar todo esse conhecimento, todo esse saber, todo esse bem, toda essa virtude que nos é passada, de forma que ela tome aquela forma. Então, a gente utiliza da arte para mostrar, né, como o Emanuel diz no conselador, a arte é o bom e é o belo trazendo o bom. E para isso que ela serve, para fazer essa conexão. Eu não sei se vocês assistiram já, na minha época era muito comum e hoje em dia talvez não se fale mais tanto, um filme chamado Amor Além da Vida, que é com o Robin Williams. E o Robin Williams, ele logo no início do filme, não é um spoiler, ele passa por um acidente de carro e morre naquele coisa e ele vai para o plano espiritual. Ele chega, nem era eh crente nem essas coisas, né? Mas ele chega e se vê no local onde ele começa a tomar pé e a
passa por um acidente de carro e morre naquele coisa e ele vai para o plano espiritual. Ele chega, nem era eh crente nem essas coisas, né? Mas ele chega e se vê no local onde ele começa a tomar pé e a criar o seu mundo. E ele quando ele chega, ele percebe que ele está num lugar, a mulher dele era pintora. que ele está dentro de um quadro, dentro do quadro predileto dele, o quadro que ele mais gostava dela. Só que ele está com todo o poder de criação. E como ele se mudou para dentro desse quadro, que era o que representava o amor para ele, ele eh utiliza tintas, utiliza todos os instrumentos que a esposa utilizava para pintar. Então, ele se vê criando o seu mundo a partir daquelas tintas, a partir daquelas imagens. que havia. E essa é a metáfora que a gente utiliza também, né? É a arte dando esse mundo, é a nossa mente criando a partir criando essas formas a partir dos instrumentos da arte. é a gente podendo nos posicionar e criar o nosso mundo a partir do que nós temos no nosso coração, mas utilizando esses instrumentos que é o imã, que é que são as tintas que o personagem do Robin Williams usou para isso, né? Tem um livro que se chama Só quem ama canta, que é do Joseph Pipper, que é um livro belíssimo que fala sobre a arte e o amor. E ele utiliza só quem ama canta, é uma frase de Santo Agostinho. Santo Agostinho tem essa tradução, né? Em outra tradução, ele diz que eh cantar é da natureza daqueles que amam. E ele fala que a arte ela tem três dimensões principais. A primeira dimensão é olhar, enxergar. O artista, ele olha, ele enxerga e ele se posiciona no lugar. E aí o José Piper fala que muitas vezes nós não conseguimos enxergar o mundo ao nosso redor. Nós não vemos mesmo aquilo que está ao nosso lado. Jesus falava muito disso. Jesus falava que era importante ter olhos de ver, ouvidos de ouvir, já falando dessa nossa desconexão do mundo. E ele cita uma experiência que ele teve, o Joseph Pieper, que foi de conversar com pessoas que tinham ido a Nova York. ele que morava lá, né? Então
e ouvir, já falando dessa nossa desconexão do mundo. E ele cita uma experiência que ele teve, o Joseph Pieper, que foi de conversar com pessoas que tinham ido a Nova York. ele que morava lá, né? Então ele falava com pessoas que tinham passado uma semana, 10 dias, que tinham visitado e ele já em outra cidade, né? Ele tinha saído naquele momento. E ele começava a falar: "E olha, você viu, você teve no Central Park, no Central Park tem uma praça em que tem um chafaris que os passarinhos vão lá, tem uma árvore ali, tem uma praça ali na Quinta Avenida em que acontece tal coisa, em tal lugar. E as pessoas não sabiam, não tinham visto, não tinham ouvido, não tinham participado, não sabiam dizer de nada que ele tinha visto. Ou seja, as pessoas tinham passado ali de uma forma basicamente burocrática, tinham ido passado pelos pontos turísticos principais, tirado a foto, postado, mas não tinham estado realmente no local, não tinham visto as belezas daquele local, não tinham passado. Quantas vezes na nossa vida é assim, agora tá tendo um belíssimo pôr do sol. Quantas pessoas estão observando esse pôr do sol, né? A gente vê aqui na época dos IPs tanta coisa bonita, quantas pessoas param para ver. Tem um filme que é baseado num livro que se chama Cor Púrpura, que tem uma frase lindíssima que diz que no momento em que elas estão eh as personagens ali, uma delas artista e a outra uma mulher muito séria, muito compenetrada, que já passou por muito sofrimento na vida e elas estão passando por um belíssimo campo de lavanda. E a mulher que é artista chama aquela olhar aquele campo e diz: "Olha, eh, veja como isso é tão belo". E realmente aquela mulher passava por aquele campo todos os dias, mas nunca tinha percebido a beleza daquilo. E ela chega a dizer assim, tem uma frase que me marca muito, né? Ela diz: "Deus deve ficar muito chateado quando ele coloca tantas belezas no mundo e ninguém observa". Claro que Deus não fica chateado, mas é interessante a gente ver como tudo é tão belo, como o mundo é
diz: "Deus deve ficar muito chateado quando ele coloca tantas belezas no mundo e ninguém observa". Claro que Deus não fica chateado, mas é interessante a gente ver como tudo é tão belo, como o mundo é exuberante, como um pô do sol é um uma profusão de cores, como um campo de lavanda é uma beleza imensa. Como os IPs trazem tanta beleza, como por do sol aqui em Brasília que a gente assiste em qualquer lugar, é belíssimo, né? Então, a natureza não economiza, os artistas do universo não economizaram, beleza? Então, é um convite é que a gente olhe, o artista vê, o artista está ali. E aí isso se conecta com a segunda dimensão da arte, que é a conexão. Nós estamos desconectados da vida. Muitas vezes nós não percebemos o que está ao nosso redor. Nós olhamos e não vemos. Nós ouvimos, mas não escutamos. Nós não nos fazemos verdadeiramente presentes. Se eu pedir para que cada um narre como foi o dia, os lugares por onde passou, assim como Joseph Piper falou, será que as pessoas terão visto, percebido, sentido tudo aquilo? Já o artista, ele é alguém que se conecta profundamente às experiências. E aí eu vou falar de um livro que eu também estudei que chama O palhaço e o psicanalista. O palhaço do livro é o Cláudio Tebas, que narra uma experiência que é um dos vídeos muito interessantes. Ele fala no livro e faz vídeo sobre isso, que se chama Fala que eu não se que eu não te escuto. É um experimento social que ele fez. Ele parava as pessoas, ele de carro ou ele a pé e falava coisas com elas para ver se elas estavam realmente prestando atenção. Coisas absurdas. Então ele dizia: "Dá para você me ensinar?" parava assim no no com a pessoa na rua. Dá para você me ensinar onde fica a escola classe da 405, porque eu quero jogar uma bomba lá e matar todas as crianças. E aí a pessoa aí e ensinava para ele, chega até ali porque ela não tinha ouvido, né? Olha, dá para você me dizer onde fica comunhão espírita, porque eu quero, eu tô aqui com a metralhadora e quero metralhar todo mundo. E as pessoas, pois não. E
até ali porque ela não tinha ouvido, né? Olha, dá para você me dizer onde fica comunhão espírita, porque eu quero, eu tô aqui com a metralhadora e quero metralhar todo mundo. E as pessoas, pois não. E ele falava as coisas mais absurdas e as pessoas simplesmente respondiam sem atentar para o que ele tava falando. E ele fez isso com várias pessoas e raríssimos foram aqueles que ouviram o que ele tava dizendo e consideraram qualquer coisa que ele dissesse. Então, ele falava da desconexão. As pessoas ouvem, mas não escutam, não percebem o que elas estão falando. Esse mesmo Cláudio Tebas conta uma história de uma vez em que ele teve que fazer uma apresentação numa livraria, o lançamento de um livro, uma aí ele ia fazer uma apresentação e colocaram ele para fazer uma apresentação do lado do café e a princípio era o melhor lugar. as pessoas tiveram a maior boa vontade, só que aquele café tinha uma máquina de suco que era extremamente barulhenta e que interrompia ele toda vez que ele ia falar. Então, a princípio, era uma tragédia. Ele não ia conseguir simplesmente fazer a apresentação, mas ele eh decidiu que ia se conectar e interagir com aquela máquina e com o rapaz que era o operador da máquina. Obviamente o rapaz não podia parar de vender suco, ele não podia pedir para que ele parasse a máquina. Mas aí ele incluiu simplesmente a máquina de suco na apresentação dele e toda vez que ele ia falar, ele pedia pro rapaz fazer suco. Então, cada vez que ia fazer suco, ele mandava parar e aquilo se transformou num motivo de interação, de piada. E tanto ele conseguiu fazer e interagir com essa máquina, quanto foi o dia que mais se vendeu suco, porque todo mundo comprava suco para poder ver a interação que ele tinha com a máquina. Então tudo que ele falava, o rapaz ia lá e fazia um pouquinho de suco. Aí ele falava mais alguma coisa e pedia para ele fazer. Então todo mundo comprava suco só para poder ouvir a próxima piada e fazer alguma coisa. E o artista é essa pessoa que se conecta. Porque quando o
ele falava mais alguma coisa e pedia para ele fazer. Então todo mundo comprava suco só para poder ouvir a próxima piada e fazer alguma coisa. E o artista é essa pessoa que se conecta. Porque quando o artista está no palco, quando ele está fazendo essa interação, ele está atento a tudo que se passa. Ele está atento ao olhar daquele que está assistindo, a pessoa que está interagindo com ele, a música que tá sendo tocada. Aqui eu me lembro uma vez a gente foi apresentar a peça da dos 150 anos da doutrina espírita e faltou luz no ambiente e aquela falta de luz se transformou numa parte do espetáculo. Ela virou parte. Então, as pessoas que estavam aqui criativamente se conectaram com essa falta de luz e introduziram ela assim como aquela máquina de suco dentro do espetáculo. Quando a gente tá interagindo, a gente precisa ter o olhar na outra pessoa, precisa saber o que está fazendo. Um artista que toca música, por exemplo, nos hospitais, ele precisa ver como está a pessoa, qual é a demanda dela, qual é a música que ela gosta, o que faz sentido tocar naquele momento. Então o artista ele tem essa visão, essa conexão e ele lê e traz aquilo que ele vê para ambiente. É uma conexão total, uma conexão que a gente pode chamar de amor, de amor à arte, de amor àele que está assistindo, amor àele que está falando consigo. Agora a gente tá preparando o musical do Chico Xavier e eu sou uma das pessoas que vai trabalhar como atriz, como cantora, até como dançarina, que eu nunca me atrevi. E eu tava conversando com a minha orientadora de teatro, né, sobre isso e propondo para ela uma dinâmica que eu queria fazer numa das cenas. E eu falei: "Ó, ela aprovou e eu disse: "Então vou falar com o meu colega que vai se vai contracenar comigo". Ela falou: "Não precisa falar com ele. Se você fizer desse jeito, ele vai perceber e ele vai responder ao que você tá fazendo. Não combina com ele. Deixa fluir, deixa vir naturalmente, porque ele vai saber interagir com o que você tá fazendo e vai sair melhor ainda do que você
ceber e ele vai responder ao que você tá fazendo. Não combina com ele. Deixa fluir, deixa vir naturalmente, porque ele vai saber interagir com o que você tá fazendo e vai sair melhor ainda do que você imagina, porque o artista tem essa capacidade de enxergar e de se conectar. E por fim, a celebração. A arte também serve para celebrar, para juntar as pessoas e fazer com que elas celebrem, né? É tão bom celebrar com música, é tão bom celebrar com teatro, é tão bom celebrar com algo belo, né? Eu eh me lembro de uma vez que eu fui participar de uma caminhada que era em prol das pessoas que tinham Alzheimer e muitas pessoas estavam lá e tava demorando a surgir e do nada um homem chegou e ligou um violão numa caixa de som e começou a tocar música. Imediatamente todas as pessoas que estavam cansadas, entediadas, eh, esperando para começar reclamando, achando ruim de cara feia, todo mundo foi para lá e 80% das pessoas de imediato foram para lá. Todo mundo começou a cantar, todo mundo começou a aplaudir, todo mundo começou a dançar e o clima mudou radicalmente. Teve gente até que nem foi pra caminhada, preferiu ficar ali ouvindo e participando da música, porque a música conectou as pessoas, a música trouxe esse bom e esse belo que fez isso de bom. E a gente traz essa arte, essas três dimensões da celebração também. Eu me lembro na pandemia teve uma fala do Mário Sérgio Cortela em que ele dizia: "Por que nós fazemos churrasco?" E ele dizia: "O churrasco não é para fazer carne, o churrasco é um motivo pra gente se encontrar. Se eu quisesse só comer carne, eu comia na minha casa do jeito que eu queria e tudo." Mas a o churrasco é só um motivo pra gente se encontrar. E assim é a arte. A arte é um motivo pra gente se encontrar. A arte é uma razão paraa gente se conectar. E a gente se conecta melhor com música, a gente se conecta melhor com essa com essa beleza, né? E aí por fim, no consolador, o Emanuel trata da missão do artista e da arte. Ele fala seguinte: "O que é a arte? A arte pura é a mais elevada
a, a gente se conecta melhor com essa com essa beleza, né? E aí por fim, no consolador, o Emanuel trata da missão do artista e da arte. Ele fala seguinte: "O que é a arte? A arte pura é a mais elevada contemplação espiritual por parte das criaturas. Ela significa a mais profunda exteriorização do ideal, a divina manifestação desse mais além que polariza a esperança das almas. O artista verdadeiro é sempre o médium das belezas eternas e o seu trabalho em todos os tempos foi tanger as cordas mais vibráteis do sentimento humano, alçando-o da terra para o infinito e abrindo em todos os caminhos a ânsia dos corações para Deus nas suas manifestações supremas de beleza, de sabedoria, de paz e de amor. Então, a arte nos conecta, ela é o bem, o belo trazendo o bem. E Emanuel fala isso. E eu gosto de lembrar sempre que o primeiro livro trazido por Chico Xavier, cuja obra Emanuel foi o coordenador, foi um livro dedicado à arte, à poesia, o parnazo do além túmulo. Nesse livro que é desse tamanho, é enorme, Chico traz poemas de vários poetas, de vários poetas que eram conhecidos. E eu me lembro de Alta de Souza, né, que é uma das minhas poetas prediletas, minha conterrânea, que escreveu durante a sua encarnação um livro chamado Oto, com vários poemas, mas que depois de desencarnada também escreveu em parceria com Chico Xavier poemas lindíssimos. Então, a mediunidade também é um grande apoio e todos os médiuns também são artistas. Inclusive no livro dos médiuns, no item 193, ele fala dos médiuns artistas. E nós conhecemos as mediunidades da arte também, né? A pintura, a pictografia que serve para cura, né? A gente tem as pinturas de gase que são feitas, né? É uma imagem e uma palavra que servem para curar, que não serve para ser exposta, mas serve para curar. as músicas espíritas, que também t um papel fundamental na cura e na conexão, não apenas na condução da beleza. Então, todo artista é também um médium e todo médium é também um artista. Então, a arte serve para essa conexão.
e também t um papel fundamental na cura e na conexão, não apenas na condução da beleza. Então, todo artista é também um médium e todo médium é também um artista. Então, a arte serve para essa conexão. Quando nós estamos com essa tríade da arte, quando nós temos olhos de ver, quando nós conseguimos nos conectar com essa realidade e quando nós conseguimos celebrar a vida por meio da arte, nós encontramos a essência do belo trazendo o bem. Nós encontramos esse ímã que nos traz a sabedoria, que nos traz a verdade e que nos traz a mensagem do bem. na sua maior pureza, nós realizamos o evangelho trazendo com tanta beleza essa mensagem de amor, porque como diz o Santo Agostinho com a frase que o Joseph Piper fala, cantar é da natureza daqueles que amam e quem ama canta. Então, cantemos e celebremos a vida. Cantemos e celebremos o amor. Sejamos os artífices do bem com a nossa arte, a arte do amor sobretudo. Muito obrigada a todos e que sejamos os artistas que trazem o bom e o belo ao mundo. Muito obrigada. Essa foi uma palestra diferente das outras, não que nós nunca trouxemos uma palestra da arte, né? Então ficou assim muito bem bem variadas informações sobre a arte que eu acho que é bom depois a gente procurar assim mais empenhar em saber sobre isso. Nós temos uma diretoria de arte aqui na casa. Ela é ainda é é a caçula das diretorias. Ela foi já está trabalhando há pouco tempo. Quantos anos? >> Acho que dois anos. >> Acho que dois anos só. E já traz muita coisa para nós, né? E tá sempre vocês entram na no na aqui na na comunhão, né? No site da comunhão sobre a diretoria de artes que vocês vão ver tudo que tem ali para poder aproveitar. Eh, foi já era uma coisa que já tava se discutindo há muito tempo para ter. Nem toda casa tem uma diretoria de artes. Eu, para mim, é a primeira casa espírita do Brasil que tem diretoria de artes, né? Isso é muito bom. Então, vamos terminar esse nosso momento em agradecimento, né? agradecimento por esta explanação que a Carla fez sobre a arte que tanto nos
do Brasil que tem diretoria de artes, né? Isso é muito bom. Então, vamos terminar esse nosso momento em agradecimento, né? agradecimento por esta explanação que a Carla fez sobre a arte que tanto nos enriqueceu e vamos enriquecer mais porque agora nós vamos procurar ver mais sobre a arte dentro desta desse contexto religioso. É muito interessante. E que a paz de Jesus possa estar conosco, nos acompanhar nessa quarta-feira, na quinta, todos os dias da nossa existência, nos trazendo esta beleza que nós temos, que foi criada por Deus, para que aqui nós pudéssemos habitar e entender e enxergar, né, a beleza de cada coisinha pequenininha que tem por aí ou as coisas grandes também, né? Um flamboiã que é imenso e que tanta beleza traz, mas também umas flores pequenininhas, mas também um pássaro pequeno, como as nossas araras que voam por aí no escândalo, que a gente acha que é escândalo, mas é uma comunicação que ela está tendo conosco. Então, que essa paz que hoje está impregnada em todos nós continue essa semana toda e para todo sempre. Então vamos fazendo o Pai Nosso, para encerrar esse nosso momento que nossa amiga Antônio já estar ali para acompanhar vocês para o passe. Então, Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação e nos livres de todo mal. Que assim seja. Amigos, uma boa noite para todos vocês daqui do salão. Boa noite para vocês que estão nos ouvindo e até quarta-feira que vem. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos [música] uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor
ísica, mental e espiritual, substituindo os [música] fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos [música] uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é [música] o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem [música] nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música]
fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que [música] estais no céu, santificado seja o teu [música] nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
NATAL TODO DIA - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Carla Daniela
AUXÍLIOS DO INVISÍVEL - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Carla Daniela
LAÇOS INVISÍVEIS - Mayse Braga [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília
MOTIVAÇÕES - Mayse Braga [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília
Mayse Braga | E O QUE TENS ACUMULADO, PARA QUEM SERÁ? [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília
MAYSE BRAGA | NOSSO MUNDO INTERIOR (MACES 2025)
Comunhão Espírita de Brasília
MAYSE BRAGA - GENEROSIDADE [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília
Mayse Braga | LAÇOS INVISÍVEIS [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília