Aristotelino Alves Praeiro: um verdadeiro espírita
Este minidocumentário foi apresentado durante o 7º Congresso Espírita de Mato Grosso. Marca as celebrações de 121 anos de nascimento de Aristotelino Alves Praeiro, fundador da Federação Espírita do Estado de Mato Grosso, em 1956, e tantos outros centros espíritas por onde passou.
el nasceu em 1903 mas na década de 20 começo da década mais ou menos 1922 mais ou menos ele começou a eventualmente foi pra casa de uma pessoa que tem trabalho mediúnico na casa do Senor Montezuma ali aconteceram fenômenos que foram fundamentais na na sua fixação diante da busca do Cristo via espiritismo ficou óf com 9 anos a mãe dele desencarnou e tinha 9 anos ele recebeu mensagem do pai dele do seu Manuel também da sua mãe dona Joana psicográfico e aliás nessa nesse nesse momento ou numa das frequências desse primeiro momento dos Montezuma a mensagem da mãe dela dele psicografada inclusive ele achou muito extraordinário porque ninguém sabia que ela tinha morr que ela tinha desencarnado o pai teria dito para ele aliás por duas vezes mas essa a primeira vez que ele teria longa vida e que ele teria dificuldade mas que ele teria realmente uma longa experiência física né isso ele Manteve até o final da sua vida toda vez que ele até mesmo como militar que ele foi da dificuldade que ele teve em Campo de de luta mesmo né Essa coisa Ficava muito na cabeça dele ficasse tranquilo porque ele ia durar muito tempo e a viver muito tempo entre nós ó a minha vida como filho né de aristotel noves praeiro foi uma vida sempre assim disciplinada né meu pai era realmente uma pessoa que ele demonstrava né aquilo que ele queria tanto que ele dizia faça o que eu faço né primeiro contato que eu tive com seu praeiro foi em 1971 eh quando da primeira visita de dival da Cuiabá eu posso identificar seu praeiro como um tripé de doçura de disciplina e de Pacificador quando fui a Cuiabá pela primeira vez aquele homem manso e doce recebeu-me como um filho Tive a felicidade de conhecê-lo no Exercício da doutrina espírita e me fascinava a sua humildade a sua forma de tratar as pessoas conheci na década de 80 eu vim paraa FEB no dia 8 de janeiro de 1980 e naquele ano durante a reunião do Conselho federativo Nacional com conheci conhecia bem o movimento espírito onde que ele estava inserido falava com muita
eu vim paraa FEB no dia 8 de janeiro de 1980 e naquele ano durante a reunião do Conselho federativo Nacional com conheci conhecia bem o movimento espírito onde que ele estava inserido falava com muita segurança Então ele era assim uma pessoa discreta modesta muito gentil ele é para mim uma referência de afetividade de indulgência de resiliência de determinação E acima de tudo de fé convicta porque eu me emociono lembrar com carinho dessa alma tão querida né eu aos 13 anos meu pai desencarna e essa afetividade naturalmente encontrei num afetividade espiritual e com certeza é um reencontro de almas né Nós nas palavras lúcidas daquele homem já de 86 anos de idade eu ainda com meus 30 e poucos anos eh me empolgou muito a forma com que ele me acolheu a forma com que ele me abraçou as primeiras palavras do col endereçou para mim me chamando de soldado do exército do Cristo como ele era um militar né é um jargão muito próximo né dele difícil eu chamá-lo de Tenente priro eu gostaria de chamá-lo como nós carinhosamente netos o chamavam de pai aristóte eu defino pai aristóte como sendo um dos discípulos de Cristo de uma integridade de uma de um investimento a vida toda dentro de um processo de amorosidade dentro de um processo de vencimento e sobretudo de persistência a principal contribuição que seu praeiro fez foi em relação ao próprio estado a própria fundação da Federação Espírita de Mato Grosso que foi fundado em 1956 e foi representativo para nós a sua atuação na Federação Espírita do Estado de Mato Grosso porque ele foi um dos fundadores e esteve na presidência alternando com o nosso querido irmão mirala o o exercício da presidência e também no centro espírita Cuiabá que foi uma casa de grande destaque para o estado desde o surgimento no início do século XX seu prer e seu miral foram os bandeirantes da organização enquanto Federação enquanto casas espíritas numa perspectiva política da mensagem de Jesus para a sociedade aquele que foi muito bem instrumentalizado digamos assim pela
os bandeirantes da organização enquanto Federação enquanto casas espíritas numa perspectiva política da mensagem de Jesus para a sociedade aquele que foi muito bem instrumentalizado digamos assim pela espiritualidade nesse projeto de evangelização de cada um de nós evangelização de um grupo maior e eu diria que evangelização de um estado onde ele como ele era militar do exército onde ele passava deixava uma casa Espírita Então realmente o seu para ir para o Mato Grosso é o nosso apóstolo Paulo Matogrossense então Eu recordo do meu avô como sendo um ícone da doutrina espírita do Estado de Mato Grosso na vida dele como Espírita aqui eu presenciei neste corredor diversas famílias sendo atendida por ele período de natal ele recebia 600 pessoas que VM aqui para pegar o cartão para ir lá no centro espírita Cuiabá para poder receber os alimentos a marca da presença de praeiro no mundo é a mensagem da caridade ele levou para Cuiabá o natal dos Pobres eu participei por TRS anos com ele entendeu eram milhares de pessoas assistidas principalmente pessoas idosas porque o apóstolo Paulo ele dizia assim sem a caridade nada serve nada faz ele deixou um legado de oportunidade para que nós desenvolvamos a fé convicta e o exemplo dele de vida de Conduta de integridade moral foi o maior exemplo que ele deu de divulgação do evangelho que não basta só conhecer né é importante sobretudo vivenciar a mensagem reportar me a praeiro nos momentos das grandes dificuldades e desafios era ouvir a sua voz exec cuar No íntimo da minha alma Pedro apenta as minhas ovelhas essa sensibilidade ele veio dos arquivos de muitas experiências no Evangelho não é não é não é uma construção de uma Encarnação em 1913 em Mato Grosso ele já traz isso com uma bagagem de milênios né e enalteceu a criatura humana ele sempre utilizava a brandura a mansuetude bem-aventurados os brandos e pacíficos porque é deles o reino dos céus eu não me esqueço dele mas o meu avô entendia essa necessidade de você dar alimento a aquele necessitado dar a
ndura a mansuetude bem-aventurados os brandos e pacíficos porque é deles o reino dos céus eu não me esqueço dele mas o meu avô entendia essa necessidade de você dar alimento a aquele necessitado dar a veste ao desnudo mas entendia também de dar Sobretudo o acompanhamento e ensinamento espiritual recordando dele na poeira do tempo vejo que foi um verdadeiro Espírita e hoje est aqui né logo após do falecimento dele pedimos a nossa mãe que nos proporcionasse o o o patrimônio para constituir o centro de estudo e assistência aristotel noves para tá aqui essa obra né 25 anos já né com o nome dele né com toda com toda a vida dele aqui mostrada né a biblioteca dele aí preservada né e ele sempre dizia do trabalho de raízes o que que sustenta uma árvore são as raízes então nós somos os trabalhadores dessa grande árvore do Evangelho quando a raiz aparece a árvore fica ameaçada então seu praeiro soube também se apagar sem deixar de brilhar para que o trabalho pudesse crescer que a instituição não nos pertence e quando nós desencarnamos se tivermos condições para tal nós continuaremos no trabalho do bem l
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