Aprender e Refazer | Geraldo Campetti
📍 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista – Tema central: Justiça Divina Geraldo Campetti apresenta reflexões sobre a justiça divina que nos oferece constantes oportunidades de aprendizado e refazimento, iluminando os caminhos de renovação e progresso espiritual. 📅 29/08 a 07/09/2025 📍 Centro de Convenções Divaldo Franco – Vitória da Conquista, Bahia #SemanaEspírita #JustiçaDivina #Espiritismo #PalestraEspírita #GeraldoCampetti #AprenderERefazer #TVMansãoDoCaminho #VitóriaDaConquista #DoutrinaEspírita
Queridas, queridos amigas, amigos, irmãs e irmãos, muito boa noite, amigas, amigos, irmãos e irmãos, companheiras e companheiras. Boa noite. >> Boa noite. >> Melhor assim, espontaneamente, os nossos cumprimentos à mesa que nos acompanha com muito carinho, a todos vocês que estão aqui presentes neste evento singular, especialíssimo, a 72ª Semana Espírita de Vitória da Conquista. só por estes mais de 70 anos denota aí realmente a segurança, a seriedade, o amparo espiritual que existe. Obrigado pela presença de cada um aqui neste ambiente. Muito feliz pela companhia, pela amizade, por podermos compartilhar esses momentos em que formamos indubitavelmente uma só família espiritual. Ah, nossa boa noite também a todos que estão nos acompanhando pela internet, pela rede mundial de computadores. Obrigado pela presença. Brasil, mundo afora. É sempre muito gratificante nós estarmos juntos. Estava me recordando esse trabalho lindo de Libras também, essa querida amiga irmã que a gente sempre vê pela telinha, não é? E hoje eu pude vê-la ali presencialmente. É uma emoção muito grande. Vocês sentem assim também? Ela fica sempre escondidinha, essa menina maravilhosa, fazendo esse trabalho de linguagem para que todos possamos ter acesso, né? Aqueles nossos irmãos que também vão poder acessar a informação espírita. Estava me lembrando, querido amigo irmão Jorge Godinho, presidente da Federação Espírita Brasileira. Aqui neste mesmo ambiente, quando o nosso querido, inesquecível André Luiz Peixinho recebeu o título de cidadão conquistense, foi um dia muito especial, uma noite especialíssima, uma palestra como ele fazia, que a gente aprendia muito com aquela sabedoria. E eu tenho uma gratidão muito especial ao peixinho, porque pouquíssimas pessoas sabem e como eu sou o espírito inferior, eu vou revelar. Ele praticamente sustentou durante um ano um programa exibido em TV aberta do próprio bolso, um programa produzido pela Federação Espírita Brasileira e que ao ar toda semana durante 30 minutos aos sábados
praticamente sustentou durante um ano um programa exibido em TV aberta do próprio bolso, um programa produzido pela Federação Espírita Brasileira e que ao ar toda semana durante 30 minutos aos sábados E em vários meses aquele programa foi ao ar graças a generosa contribuição e anônima caritativa desse nosso irmão. E a gente quando fala em televisão, nós estamos falando em valores que não são pequenos. A exibição de um programa não é assim tão acessível. Eu só fiquei sabendo que era ele depois que a gente já tava lá avançando. A FEB, claro, também durante um tempo, Peixim durante um tempo, ele pessoalmente. Então, por isso esse esse registro aqui de gratidão a esse irmão e também a outro irmão que a gente gostaria de recordar e que nós tivemos o privilégio de poder nos despedir dele, mas de uma forma muito diferente esse missionário do bem, apóstolo do Senhor, é que no último momento que estive com ele, uns breve breves 10 a 12 minutos. Ele por cerca de 8 a 12 vezes, ele dizia numa voz bem baixinha: "Muito obrigado, gratidão. Obrigado." E cada vez que ele falava isso, eu me sentindo cada vez menor, porque ali nós estávamos diante de um missionário indubitavelmente. E tava pensando, queridos, no princípio fundamental do espiritismo. Nós somos espíritos imortais. É uma frase conhecida. Agora, como é que nós conseguimos reconhecer e comprovar efetivamente que o espírito é imortal? Quando nós nos despedimos de um ente querido, como nos despedimos de André Luiz Peixinho e de Divaldo Pereira Franco, na certeza de que a ausência é apenas material, física, mas que espiritualmente, como aqui neste evento, nós podemos sentir a presença entusiasmada, viva, dinâmica de Deus se manifestando por estes nossos irmãos, assim como dezenas e centenas de outros da equipe espiritual que aqui conosco estão. Nós somos espíritos imortais. E é tão interessante que diante disso vamos reconhecer por óbvio, que jamais deixaremos de existir, jamais morreremos. E sendo assim, compreenderemos também
onosco estão. Nós somos espíritos imortais. E é tão interessante que diante disso vamos reconhecer por óbvio, que jamais deixaremos de existir, jamais morreremos. E sendo assim, compreenderemos também que sempre estamos aprendendo. É que nunca vamos parar de aprender. A nossa querida Eulália numa roda de conversa hoje respondeu maravilhosamente a uma questão que era sobre que assim o indivíduo, né, o espírito, ele ia parar de aprender em algum momento? se aprendia sempre. Porque se Deus tem essa sabedoria absoluta, essa inteligência suprema, como é que fica, não é? O espírito ele puro, ele continua aprendendo, ele nunca para de aprender? E a resposta da nossa irmã foi didática, maravilhosa, falando das cocriações em plano maior e menor, citando André Luiz e evolução em dois mundos, trazendo Emanu na abordagem também do Caminho da Luz, quando vai trazer para nós Jesus como esse nosso guia modelo, esse cocriador do planeta Terra com Deus há 4 bilhões 500 milhões de anos. E a gente vai perceber que o espírito, que somos nós, os seres imortais, jamais paramos ou pararemos de aprender. Porque como fala o espírito de verdade em O livro dos espíritos, o progresso é quase infinito e sempre me causou aí na profundidade cognitiva dos professores Paulo de Tarso e também da nossa querida Denise Lino. Esse quase nos dá a ideia de que a gente não vai parar. sempre teremos algo a aprender. E o aprender é algo que nos dá vida, nos anima, nos coloca numa disposição de podermos abrir as nossas mentes. Eu me lembro que quando eu era criança, já faz algum tempo, eu assistia um episódio na TV aberta em preto e branco, em que aparecia uma animação com um personagem que ele sempre, ao final de cada episódio, dizia uma frase de efeito. Vocês estão identificando o que eu tô falando? É da época de vocês, né? Alguns aí não estão querendo admitir. E uma das frases que eu ouvi, nunca esqueci, foi o seguinte: a mente é feito paraquedas. Só funciona quando está aberta. Para a nossa mente funcionar, é preciso
? Alguns aí não estão querendo admitir. E uma das frases que eu ouvi, nunca esqueci, foi o seguinte: a mente é feito paraquedas. Só funciona quando está aberta. Para a nossa mente funcionar, é preciso que esteja aberta. Para a gente aprender, é preciso que nós tenhamos a disposição do aprendizado. E é importante que nós aprendamos pelo menos uma coisa nova por dia. Alguém já aprendeu algo novo hoje aqui? Ou pelo menos uma maneira diferente de fazer algo que a gente já faz? Porque isso vai nos dinamizar, vai movimentar substâncias para que a gente se sinta renovado em cada dia. André Luiz fala que quando a gente aprende, a gente se renova, tá no livro Respostas da vida. É como se nós nos rejuvenecêssemos com aprendizado. Então, a mente precisa estar aberta pra gente poder aprender, porque senão nós nos fechamos e a gente deixa de aprender. Aprender faz bem à mente. Faz bem à mente, faz bem ao coração, faz bem ao corpo, faz bem a nós espiritualmente. Porque o aprendizado é aquilo que dinamiza, aquilo que nos torna vivos, é aquilo que vai agregar valor à nossa própria existência. O aprendizado dá sentido à nossa vida. Nós estamos aqui na terra para quê? Por que que a gente encarnou? Por que que a gente está aqui neste momento? Já paramos para pensar nisso? Qual a finalidade, a razão da existência? Quando a gente fala sobre a reencarnação, que é a volta do espírito ao novo corpo de carne, interessante a resposta que o espírito da verdade apresenta. Ele usa uma palavra, depois coloca uma vírgula e vem com uma frase. Vocês já recordaram qual é, não é? Com essa dica. Mas antes dessa questão 67, Kardec, o genial codificador do espiritismo, faz a pergunta 132. para perguntar qual é o objetivo da encarnação, porque que nós estamos encarnados aqui. Depois ele vai perguntar da reencarnação, que é a volta, é o retorno. Por que que nós estamos encarnados aqui? Para É isso mesmo que vocês pensaram. Como eu tenho telepatia, eu vou traduzir. Nós estamos aqui encarnados para, ah, se a salvação dependesse
ta, é o retorno. Por que que nós estamos encarnados aqui? Para É isso mesmo que vocês pensaram. Como eu tenho telepatia, eu vou traduzir. Nós estamos aqui encarnados para, ah, se a salvação dependesse desse esforço, nós todos estamos aqui para a aprender. Todos nós, sem exceção, todos somos aprendizes do evangelho de Jesus. E no nosso caso, com a oportunidade de sermos aprendizes do evangelho de Jesus à luz do Espiritismo. Então o compromisso é grande. Esse aprender é o objetivo da encarnação. Todos aqui para aprender, para evoluir, evidentemente, para desempenharmos o papel útil na criação divina como colaboradores com Deus. Essa é a nossa função aqui na Terra, encarnados para essa finalidade. Aprender, evoluir, atravessar as provas, desenvolver as funções e colaborar com Deus no processo da criação, pela cocriação, em plano maior ou menor, a depender da nossa possibilidade. Estamos aqui para esse aprendizado. Aprender faz bem, aprender é saudável. Se a gente não aprende, a gente não cresce. Se a gente não cresce, a gente não se desenvolve. Se a gente não se desenvolve, a gente não evolui. Nós estamos aqui para tudo isso. E aí quando vai falar da reencarnação, Kardec pergunta: "Qual o fim objetivado com a reencarnação? E o espírito da verdade, que é o próprio Cristo, responde: Nós reencarnamos para espiar." e coloca uma vírgula e diz: "Melhoramento progressivo da humanidade". É muito interessante. Ora, só há um caminho para o aprendizado, que é quando a gente não aprende de um jeito, a gente vai aprender. Se a gente não aprende de um jeito, nós vamos aprender de outro. Como é que vocês sabem disso? Já passamos pela experiência, provavelmente algumas vezes. E olha que interessante, o meu papaizinho, já nos seus 88 anos de idade, quando se despediu aqui desta existência, ele dizia assim: "Aquele que não aprende, não caminha pelo amor, vai aprender caminhando pela dor. Já aconteceu com alguém? São todos caminhos do amor, de certa maneira. E a gente vê para aprender
ia, ele dizia assim: "Aquele que não aprende, não caminha pelo amor, vai aprender caminhando pela dor. Já aconteceu com alguém? São todos caminhos do amor, de certa maneira. E a gente vê para aprender efetivamente, tendo a mente aberta, é preciso ter humildade. Nós só conseguimos aprender se formos humilde. Seja esse aprendizado cognitivo do conhecimento, da informação, do saber, seja esse aprendizado afetivo, emocional, do sentimento, seja esse aprendizado, digamos até, é, psicológico numa questão de navegação íntima para o autoconhecimento, seja esse aprendizado espiritual. que vai dizer da nossa essência, da nossa razão de existir, da nossa integração com Deus. Se não houver humildade, a gente não aprende, a gente não conquista, a gente não adquire e a gente não alimenta para a manutenção e desenvolvimento dessas potencialidades, desses talentos, que sejam conhecimento, que sejam as virtudes, se não houver esta essencial característica que Cristo testemunhou antes de ensinar. É impressionante como Cristo ele é Senhor desde o momento em que ele esteve conosco. No primeiro momento, ele manifesta a virtude por excelência pelo testemunho pessoal, que é a simbologia do nascimento da manjedoura entre os animais. humildade para depois ensinar a humildade como mestre que é através das palavras, dos sermões, dos exemplos. E ele traz para nós no sermão do monte, começando as chamadas bem-aventuranças, quão felizes, quão alegres, bem-aventurados são os pobres em espírito, porque deles é o reino dos céus. E aí nós temos os pobres em espírito, exatamente sendo os humildes. Então, precisamos ter humildade para aprender. Quem é orgulhoso aqui, por favor, permaneça como está. Quem se acha humilde, vem aqui à frente agora, por favor, para se justificar. Parece uma coisa tão simples, não é? Mas quando a gente vê que aprender nunca é demais e que nós estamos então o tempo todo aprendendo, é preciso ter essa abertura pro aprendizado, essa disposição, esse interesse, senão a gente não aprende. Se a gente não é
ê que aprender nunca é demais e que nós estamos então o tempo todo aprendendo, é preciso ter essa abertura pro aprendizado, essa disposição, esse interesse, senão a gente não aprende. Se a gente não é humilde com essa característica de que nós nos colocamos no devido lugar, com os pés no chão, com a cabeça erguida, porque aquele que é humilde, ele tem sob medida o reconhecimento de suas potencialidades e também das suas fragilidades. nem se submet submestima se colocando abaixo do que é, nem se superestima se colocando acima do que ele pode já ser naquele momento. O humilde, ele não é um coitadinho e ao mesmo tempo ele não é um superhomem ou uma mulher maravilha. O humilde é aquele ser que está na posição de se encontra para fazer o que precisa ser feito e ele tem consciência disso. Aí eu pergunto, Geraldo Campete, você é humilde? Eu fiz para mim, faça cada um para você. Será que eu tenho consciência de onde eu estou, com o que eu preciso fazer, colocando os meus pés no chão, levantando a cabeça e seguindo em frente? Por que que a gente ainda fala em humildade? Porque efetivamente nós ainda não somos humildes. Quando nós tivermos essa característica, essa virtude por excelência da humildade, a gente vai aprender. Nós estaremos abertos ao aprendizado. Vai ficar mais fácil. Vamos descobrir que aprender nunca é demais, porque sempre haverá alguma coisa nova a aprender. Por isso que o progresso é quase infinito, porque Mano vai trazer para nós aqui no livro Consolador de uma maneira muito interessante que nós evoluímos no aspecto da sentimentalidade, da emotividade, da afetividade, da amorosidade. E também evoluímos no aspecto da racionalidade, da razão, da intelectualidade, dos processos cognitivos. É como se fôssemos um pássaro para um voo e que precisamos ter as ambas as assas, não é, fazendo o seu movimento adequado para que a gente consiga voar. No livro dos espíritos a gente aprende quando Kardec questiona, salvo melhor juízo na questão 700 e é 80, Paulo Denise quando fala do
é, fazendo o seu movimento adequado para que a gente consiga voar. No livro dos espíritos a gente aprende quando Kardec questiona, salvo melhor juízo na questão 700 e é 80, Paulo Denise quando fala do progresso intelectual, se, né, o progresso moral acompanha o progresso eh moral, o intelectual acompanha moral, o moral acompanha o intelectual. Veja se a questão 780. Alguém pesquisa e responde agora que dá tempo, hein? E aí, que que o Espírito da verdade responde? E o progresso moral, ele nem sempre acompanha o progresso intelectual, mas o progresso intelectual o antecede, ou seja, ele vem antes, primeiro o intelectual, depois o moral. Por que o intelectual cognitivo, conhecimento para abrir caminho, possibilidade de entendimento, de compreensão, de discernimento, que é fundamental. Mas quando a gente vai ver no capítulo de número seis, item cinco, do Evangelho Segundo o Espiritismo, quando o Espírito da verdade diz assim lá naquele item cinco, né? Veja se assim: Espíritas, amai-vos, eis o primeiro ensinamento. Instruí-vos, eis o segundo mandamento. Ora, no livro dos espíritos, o espírito da verdade vai dizer que o progresso intelectual antecede o moral. Aí o Espírito da verdade vem lá no Evangelho segundo espiritismo diz pra gente amar primeiro para depois se instruir. Que história é essa? É porque ele não tava falando necessariamente numa sequência. Ele estava falando no que precisa ser um sistema conjugado de aprendizado. Nós precisamos manter esse equilíbrio. Há justificativas lógicas, explicações racionais para que o progresso intelectual anteceda por conta da própria capacidade cognitiva e racional de distinguir, de discernir, de separar, de identificar o que é certo, o que é errado, o que é bom, o que é mau. Porque com isso eu vou conseguir tomar decisão, fazer escolhas, usar o meu livre arbítrio. E como é importante a intelectualidade para que essas escolhas sejam as mais assertivas ou deveriam sê-las, nem sempre o são. E aí a gente vê que nem sempre nós acertamos.
, usar o meu livre arbítrio. E como é importante a intelectualidade para que essas escolhas sejam as mais assertivas ou deveriam sê-las, nem sempre o são. E aí a gente vê que nem sempre nós acertamos. É preciso ter a humildade para aprender e aprender nunca é demais. A gente sempre está nessa caminhada. Nem sempre a gente vai acertar nessa trajetória. Por isso, há necessidade de nós considerarmos o aspecto moral, porque a moral, que é o conhecimento do que é certo, do que é errado, que vai nos trazer os princípios fundamentais, acrescida a moral da ética, nós vamos ter a vivência transformadora, porque não basta ser moralista, é preciso ser ético. Outro dia eu ouvi uma expressão muito interessante dizendo que era preciso colocar ética nessa moral. Tava tendo moral de mais e ética de menos. Então não pode ser a ética da conveniência, a ética, né, do bel prazer. É preciso ter aquela ética transformadora, platônica, como a gente vê em Sócrates, não é? Exatamente. Dessa beleza, desse bem, dessa utilidade de nós termos um papel que seja útil, que vai dar sentido. Então, não é assim. Veja que coisa impressionante. E a gente vai ver Emano trazendo para nós aqui no Consolador, assim como Allan Kardec traz no capítulo 5 do Evangelho Segundo Espiritismo, uma distinção entre prova e expiação. Porque a questão 17, 167 pergunta: Qual o fim objetivado com a reencarnação? expiação, melhoramento progressivo da humanidade. Nós todos estamos aqui encarnados e reencarnados para progredir, para evoluir, sem dúvida alguma. Mas a reencarnação, ela tem como primeiro mote necessidade de espíritos no estado evolutivo que a gente se encontra da expiação. E a expiação vai ser muito bem desenvolvida por Kardec, fazendo a distinção entre prova e expiação e por emano no consolador. pra gente ver que a prova é uma oportunidade, é um teste pro nosso aprendizado, para testar o nosso conhecimento e não só isso, também a nossa moralidade. E que a expiação também é uma prova, mas é uma prova que tem um vínculo com o
oportunidade, é um teste pro nosso aprendizado, para testar o nosso conhecimento e não só isso, também a nossa moralidade. E que a expiação também é uma prova, mas é uma prova que tem um vínculo com o passado de faltas, de equívocos, quando de certa maneira nós nos transviamos, nos desviamos, nos afastamos da lei divina. E a expiação surge como uma oportunidade de melhoria, não de castigo. É por isso que a gente costuma dizer, nós somos seres humanos, então nós cometemos erros. Confere? Errar é, eu vou repetir, vocês completam, por favor, para ajudar. Então a gente costuma dizer, nós somos seres humanos, temos as nossas dificuldades, estamos ainda, né, inferiorizados, cheio de mazelas e tal. Então, errar é >> nada mais falso do que isso. Errar não é humano. Porque a gente coloca como se fosse no estado de humanidade que a gente chega ao ponto de cometer erros e que isso é plenamente justificável pela nossa condição de ser humano. Pera aí. Exatamente. O oposto por sermos humanos dotados de razão que nós deveríamos utilizar desse discernimento, o conhecimento da informação que nós temos para não cometer o erro. O que é o erro? É fazer o que não deve ser feito. É seguir o caminho que não deve ser seguido. É nós, de repente optarmos ou escolhermos algo que nos distancia do que é natural, normal. e divino. Portanto, hoje nós estamos vivendo uma sociedade em que há uma normose. É como se fosse a enfermidade tomada como algo absolutamente integrante do estado de normalidade. Eu digo aqui a enfermidade moral, a mazela social, espiritual. Essa sociedade então que vive uma normose, ela precisa ser trabalhada para se curar, está adoentada. Esse não é o caminho natural criado por Deus. Então, nós vamos ter uma distinção muito interessante que está assentada na questão 120 de O livro dos Espíritos. Aqui Denise citou também a questão 117, né, na roda de conversa, que tá tudo ali na questão do uso do livre arbítrio, da evolução do espírito. E Kardec pergunta, veja que pergunta genial, o espírito tem de passar pela
também a questão 117, né, na roda de conversa, que tá tudo ali na questão do uso do livre arbítrio, da evolução do espírito. E Kardec pergunta, veja que pergunta genial, o espírito tem de passar pela fieira do mal para chegar ao caminho do bem? Vocês entenderam, gente? Pessoal da internet aí tá entendendo? O espírito para evoluir, para chegar ao caminho do bem, ele tem que passar pela fieira do mal. E a resposta é pela do mal, não, mas pela da ignorância. Então, nessa resposta, o espírito de verdade, ele faz a distinção entre ignorância e mal. Nós podemos ter o mal decorrente da ignorância, mas nem toda ignorância é mal. Porque a gente vai dizer, você não é mal, você é ignorante, não. Você está mal naquele momento que se manifesta na criminalidade. Você não é mal em essência porque você é um ser divino, mas você está naquele momento em que se manifesta, dando vazão à sua vontade, ao seu livre arbítrio, entregando-se a determinadas condições como manifestante do mal. E esse mal existe e ele se manifesta mesmo que temporariamente, diferentemente do bem que vem de Deus, que existe desde sempre e continuará existindo, apesar ou independentemente de nós. O bem não precisa do nosso estímulo para ele continuar existindo. O mal precisa. Se nós não alimentamos o mal, ele morre. Se a gente não alimenta o mal, quem morre somos nós. Se vocês gostaram de alguma parte, quiserem espontaneamente aplaudir, vocês fiquem à vontade, é com vocês, tá bom? Eu vou repetir, tá bom? Como é importante a gente entender essa trajetória evolutiva em que não há castigo, não há punição. Nós todos estamos aqui com a condição evolutiva na melhor oportunidade que Deus nos oferece pra gente poder fazer o melhor ao nosso alcance, porque nós temos tudo em mão e reconhecer que quem aprende cresce. Quando a gente aprende, a gente está se desenvolvendo. Então, o mal, como está na questão do dia de Gênese, no capítulo terceiro, quando vai falar da origem do bem e do mal, vai dizer que Deus só cria o bem e
gente aprende, a gente está se desenvolvendo. Então, o mal, como está na questão do dia de Gênese, no capítulo terceiro, quando vai falar da origem do bem e do mal, vai dizer que Deus só cria o bem e não cria o mal, porque se Deus criasse o mal, ele não seria Deus. Mas como é que o mal então existe? É porque o mal é uma criação humana, é esse desvio do que é o bem. É um uso da inteligência humana temporariamente desviada do caminho que é o normal, natural, divino. Eu incluo normal também para não confundir com o comum. Comum é o que às vezes a maioria faz, não é o normal. O normal é o que deveria ser feito realmente, como natural que está na natureza, como é o caminho divino. E a gente vai ver, então, quem aprende cresce, mas nem sempre a gente segue o caminho certo. E mesmo que a gente vá entender que não é porque nós somos seres humanos, estamos fadados ao erro e justificamos o equívoco, o pecado, o erro ao alvo, que nós vamos dizer: "Ah, nós somos seres humanos, nós erramos". Não. É exatamente por sermos seres humanos que não deveríamos errar, mas nós erramos, Campete. Aí quando nós erramos, a necessidade de espiar. Ninguém paga sem dever. O pagamento não é um castigo, é oportunidade de quitação. Quem deve não é porque necessariamente esteja mal, mas é porque vai ter oportunidade de se melhorar. A visão é otimista, esperançosa, porque Deus nos vê no que a gente tem de melhor, porque ele é nosso pai. Assim como Jesus também nos vê no que nós temos melhor, porque ele é nosso irmão maior. Acreditar nisso vai fazer a diferença. Então a expiação ela passa a ser uma necessidade de correção. Eu preciso pagar aquela conta. Eu infringi a lei. A expiação é uma prova que está vinculada a esse passado de de faltas. E eu vou abrindo os olhos porque eu não preciso errar para evoluir. O erro entendido aqui como prolongamento no equívoco, assim como o mal deliberado por escolha humana e não há outro mal a não ser este, não está no planejamento divino para a nossa evolução. Não existe o planejamento do mal nos
prolongamento no equívoco, assim como o mal deliberado por escolha humana e não há outro mal a não ser este, não está no planejamento divino para a nossa evolução. Não existe o planejamento do mal nos planos divinos pra nossa evolução. André Luiz deixa isso claro no livro Missionários da Luz, quando fala que o mal é um circuito fechado em si mesmo. Porque do próprio mal Deus enseja a oportunidade do bem. Quando os seres que ali estão se alimentando destas situações complicadas, eles próprios vão trabalhar a sua liberação, a sua libertação, o seu crescimento, vão despertar para o que é bom, para o bem. É um processo. Por isso, a expiação é uma oportunidade de melhoria. E nós não precisamos errar para evoluir, mas nós temos o dever de aprender com os erros cometidos. Por isso, a oportunidade de refazer, a gente só refaz quando não fez direito. Se a gente fizesse direito, a gente seguiria em frente. Se a gente fosse aprovado de ano, não precisaria repetir de ano. A gente se fizesse direitinho, não precisaria espiar. Então a gente espia porque há necessidade e se há necessidade não entramos no mérito, porque isso vai nos prejudicar. Pelo contrário, expiação não é um mal, é um bem. Por isso que na lei divina não há castigo. Aquele que faz o bem recebe o bem de volta. E aquele que faz o mal recebe o o mal não, senão seria um castigo. Vai receber a oportunidade de fazer o bem no momento em que ele estiver com essa disposição. Às vezes vem chamado pela dor e às vezes pelo sofrimento que ele próprio alimenta. E aí então nós temos a oportunidade de refazer os caminhos, de reconstruir, porque quem refaz floresce. Se quem aprende cresce, quem refaz floresce. Nós temos oportunidade sempre de fazer alguma coisa melhor quando na genialidade do codificador, no livro Céu Inferno, que comemora 160 anos agora nesse ano de 2025, que é o objeto inclusive desta temática, não é? desta semana maravilhosa. A gente vê no capítulo 7, primeira parte, quando fala do Código Penal da Vida Futura, que muito bem a gente pode
ano de 2025, que é o objeto inclusive desta temática, não é? desta semana maravilhosa. A gente vê no capítulo 7, primeira parte, quando fala do Código Penal da Vida Futura, que muito bem a gente pode trazer pra vida presente da existência atual, paraa aplicação e a gente se preparar devidamente ali pelos são 33 artigos, né? Um código, portanto ali tem o artigo 1, 2 até o 33º. E Kardec comina ensinando para nós no 33º que todo o sofrimento é inerente à imperfeição espiritual. Ou seja, a gente só sofre porque é imperfeito. À medida que vai se aperfeiçoando, vai deixando de sofrer. E vai dizer que a gente acaba pelo livre arbítrio, fazendo escolhas inadequadas, indevidas, que se afasta da companhia de Deus. A gente então acaba sofrendo as consequências, não é? E temos que, de certa maneira, pagar essas contas, não como punição, castigo divino, mas para nós mesmos nos sentirmos íntegros. integrados à lei de de Deus, a lei divina. Então, é preciso fazer a nossa parte, senão fica faltando alguma coisa. E nesse ponto a gente vai verificar como é importante o passo a o passo aqui. Nós estamos o pessoal participando, né, da beleza da Eline, a vida é um convite constante ao aprendizado. Foi assim que a gente começou um artigo que mandamos pro querido Barreto, né? Ele deve publicar em algum momento se ele achar conveniente, porque a autorização, autoridade é dele. Mas essa é a primeira frase. A vida é um convite constante ao aprendizado. Sempre, fazendo ou refazendo, nós podemos sempre aprender, sempre crescer, sempre nos desenvolver. E aí nós temos nesse código penal que vai dizer com livre arbítrio a gente pode tanto se desviar como pode acertar. A gente pode sofrer, como pode também se sentir bem. Depende da escolha que a gente fizer. Assim como a gente pode prejudicar e se afastar, a gente pode reencontrar. Tudo depende de nós, depende das escolhas, das decisões, das ações que nós vamos empreender. Então, veja que interessante. Allan Kardec vai colocar que no momento em que a gente comete um erro, nós nos
udo depende de nós, depende das escolhas, das decisões, das ações que nós vamos empreender. Então, veja que interessante. Allan Kardec vai colocar que no momento em que a gente comete um erro, nós nos sentimos um tanto quanto incomodados. Eh, não precisam responder. Alguém já cometeu algum erro aqui? Essa menina bonita que tá fazendo uma linguagem de Libras ali, ela ficou pensativa. Quero ver como é que você vai traduzir agora. Menina bonita. Olha lá, que linda, ó. É muito simpática, né? Por que que vocês riram? Por que que vocês riram assim, né? Alguém já cometeu algum erro aqui? Vou fazer pergunta de um jeito diferente. Alguém nunca cometeu um erro aqui? O que é o erro? A gente aprende com erro. Aprende ou não aprende? Devemos aprender. Nós precisamos errar para aprender. Não. A gente pode aprender inclusive com o erro do outro, a experiência do outro, não é? Podemos aprender lendo, estudando, refletindo, ponderando, no silêncio, na companhia, num abraço, num olhar, fazendo o bem. Tudo isso só oportunidade de aprender, né? Mas veja lá que coisa interessante. Se há necessidade de recomeçar, de refazer, de reconstruir, é importante entender que refazer não é um fracasso. Que a gente pode sentir: "Ah, mas eu eu cometi um erro, eu me sinto fracassado, eu tô ali tal". Não me sinto em condições ou me sinto envergonhado. Acontece. Mas olha, refazer não é fracasso, é experiência amadurecida pelo aprendizado. Olha a diferença. Porque através dessa, desse refazimento, desse refazer, desse reconstruir, eu tô também passando por experiências valiosas, experiências que vão me levar ao amadurecimento, amadurecimento que vão me trazer um aprendizado e aí eu vou me sentir melhor. Como a gente se sente seguro já sendo experiente? tava falando com Eulália, querida amiga, irmã, mais experiente que eu, mais jovem, né, mais espiritualmente mais assim experiente, mais vivida. Aí ela tava me ensinando, falou: "Engraçado, enquanto a gente é mais jovenzinho, né, Wesley, a gente faz um monte de coisa que, sei lá, a gente
mais espiritualmente mais assim experiente, mais vivida. Aí ela tava me ensinando, falou: "Engraçado, enquanto a gente é mais jovenzinho, né, Wesley, a gente faz um monte de coisa que, sei lá, a gente parece que não pensa muito. Depois que a gente vai amadurecendo, a gente vai refletindo, ponderando e vê assim que olha, você já observa mais, já verifica. E nós vamos ver como é interessante o aprendizado constante. Eh, Jaqu Delore, ele entregou um relatório paraa UNESCO na virada do século X pro X ali em 99, 2000. Foi muito interessante. Eh, e depois esse que ficou conhecido como os quatro pilares da educação do século XX, foram também utilizados esses pilares por outros pensadores, Edgar Moran, assim, um trabalho lindo, né? E é interessante que eles levaram uma proposta paraa educação. A educação ali não era apenas a educação, né, da instrução, uma educação muito mais ampla pelo que a gente vê. E é tão curioso que essa proposta estava fundamentada no verbo aprender. Aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. Aí a doutora psicóloga, nossa querida amiga e irmã Joana de Ângeles, ela vai trazer para nós, assim como a querida pedagoga também, nossa evangelizadora sempre, não é? A Sandra Borba, para pegar essa explicação à luz do Espiritismo, né? A Maria Cecília diz, né? Refazer os caminhos é de grande importância para o crescimento do espírito, né? É isso mesmo, Maricília. Como é importante refazer os caminhos. Refazer os caminhos quando necessários na nossa vida. volta e meia a gente tem que refazer. Tem o plano B, o plano C. Vai dependendo das escolhas. Ah, eu nasci para fazer isso, eu não fiz, então eu vou desencarnar para no encarnação eu voltar a fazer o que eu deveria ter feito. Não, seu infeliz, aproveita agora. Vamos fazer desde agora. Refazer agora. Agora é o momento, nós estamos na atual encarnação, vai esperar a próxima que a gente se acomoda. E às vezes o refazer exige um esforço realmente, mas olha, a satisfação que dá é muito grande. Então
. Agora é o momento, nós estamos na atual encarnação, vai esperar a próxima que a gente se acomoda. E às vezes o refazer exige um esforço realmente, mas olha, a satisfação que dá é muito grande. Então veja, o aprender, aprender, aprender, é ter a mente aberta pra gente descobrir o que é novo ou uma maneira nova da gente descobrir o mundo. Quem já olhou quando adentrou esse auditório aqui hoje, alguma coisa diferente. A primeira coisa que eu tive hoje de manhã ao entrar foi um sentimento de vocês não sabem qual é, começa com grá e acaba comidão. Foi tão intenso assim, sabe? Tão íntimo e tão espontâneo, porque a gente agradecer como é bom. Então, aprender a aprender, aprender a fazer algo novo no dia. Quem aprendeu alguma coisa nova hoje aqui, por favor. Aqui uma estatística assim, mais ou menos, né? 13% dos presentes. Que coisa. Os outros não aprenderam nada, não. Ah, não. 17%. Melhorou a estatística. É, estamos aí aprendendo. É, não é tão comum a gente aprender algo novo em cada dia. Eu mesmo tenho essa dificuldade. Ah, como se eu fosse diferente de vocês, né? Mas é assim, eu tô me colocando como exemplo que eu preciso fazer esse esforço também, porque às vezes passa o dia inteiro, a gente não aprende nada. Como é que pode passar um dia a gente não aprender nada? Então, aprender a aprender a uma revisitação a nossa própria cognição, maneira como a gente tá ali, tá? Por isso eu tava vendo agora recentemente, viu Tânia, educadora querida, a gente tem que escrever, voltar a escrever com lápis, não é nem com a caneta, né? É com lápis mesmo, escrever com lápis, porque a gente tá digitando tanto que vai perdendo algumas habilidades. Quando você escreve, né, Antona Helena é tão gostoso, você escreve, você desenha, você tem um contato, você vai desenvolvendo cognitivamente, vai desenvolvendo parte do cérebro, porque às vezes estão lá ficando meio esquecidas. Aprender a fazer é habilidade, não é só conhecer, não é só saber na teoria, eu preciso fazer. Então, aprender a fazer é execução, é a
arte do cérebro, porque às vezes estão lá ficando meio esquecidas. Aprender a fazer é habilidade, não é só conhecer, não é só saber na teoria, eu preciso fazer. Então, aprender a fazer é execução, é a prática, é o método, é o dia a dia, é a rotina. Às vezes a gente reclama da rotina. Quem gosta da segunda-feira? Muito bem. Sinceramente, aqui uma pessoa só levantou a mão, não é? A duas. Tá bom. É, mas segunda-feira diz que é o dia mundial do trabalho, né? Vocês sabiam? É, é o dia mundial do trabalho. A gente, como é que, quando é que começa a semana, gente? No domingo. O domingo é um é um domingo, né? Muito bem. É, mas o domingo é o quê? Na semana é um feriado, geralmente, não é esse? E qual é o último dia da semana? O sétimo, é o sábado, né? E o sábado geralmente a gente trabalha também profissionalmente, a maioria de nós não, né? Então veja, a gente começa a semana descansando, acaba a semana descansando e ainda reclama da segunda-feira. Então aprender a fazer, como é que a gente aprende a fazer? fazendo, não tem outro jeito. A gente aprende a andar andando, a nadar nadando, a andar de bicicleta caindo. Você caiu pela terceira vez, você vai sair andando ou você desiste, não tem jeito. Eu me lembro quando era pequeno, não faz muito tempo, eu era jovem há menos tempo, aliás, era jovem, era criança, estava na minha segunda infância e era uma bicicleta só, Godinho. Não sei se na sua época era assim, era uma bicicleta só para todo mundo. Nós éramos em quatro, eu era o mais novo e eu achava que como eu era o mais novo quando era pequeno, eu tinha nascido por último. Então eu era mais velho, porque eu nasci por último, eu era o mais velho de todos. A lógica infantil é uma coisa, né, meio inexplicável. E aí meu irmão aprendeu a andar de bicicleta, bicicleta garique pesada. Eu me lembro até assim, um cano verde, aquele cano grande pesado assim de ferro. Aí meu irmão André aprendeu a andar de bicicleta. Minha irmã, eu não me lembro da minha irmã não, se ela aprendeu a andar. Aprendeu a andar, mas
m cano verde, aquele cano grande pesado assim de ferro. Aí meu irmão André aprendeu a andar de bicicleta. Minha irmã, eu não me lembro da minha irmã não, se ela aprendeu a andar. Aprendeu a andar, mas não sei quantos tombos ela caiu, mas eu me lembro que eu caí três vezes, chorava. Aí meus irmãos me davam apoio, sabe? Depois o que eles fizeram? Ah, não. Agora a todo mundo aqui aprendeu caindo. Você tá pensando o quê? Só porque você é o mais novo, já é o caçula, né? Tem todas as privilégios. Agora você vai cair também os seus tombos para aprender. Não deu outra. Eu fazia as birras, chorava. Depois eu caí, ficava lá e ninguém me socorria, eu levantava a bicicleta e saia andando com ela. Então a gente vai aprender a fazer fazendo, não tem jeito. E a experiência, gente, é única, individual, intransferível. Por isso que não há como carregar um filho no colo, né, carne, para o resto da vida. Não tem como. A gente vai fazer isso até um certo tempo. Depois eles têm que caminhar por eles próprios. Nós criamos filhos para o mundo e a gente às vezes fica reclamando do mundo. Precisa saber se nós estamos criando filhos melhores para o mundo melhor também. Não é assim? Aprender a conviver, como é fundamental isso, que aí toca a afetividade, o sentimento, a relação, essas potencialidades também que a gente precisa ter esse relacionamento com o próximo, né? Aprender essa abrir essa mente, né? e refazer é abrir o coração. O relacionamento aqui tem a ver muito com o coração. A gente vai lidando com os outros e a gente tem oportunidade de ter uma vida pessoal, uma vida familiar, uma vida social, profissional e espiritual. Vocês sabem, não é? Vou repetir. Tomem nota aí que eu não vou repetir não. Só uma vez, hein? Pessoal, faceta da nossa vida. pessoal, familiar, social, profissional e espiritual. Olha que interessante. Será que a gente tá dando conta destas abordagens, dessas facetas da nossa vida? Aprender a conviver. Dr. Bezer de Menezes, numa mensagem psicografada por Chico Xaviero em 1969, publicada em
ressante. Será que a gente tá dando conta destas abordagens, dessas facetas da nossa vida? Aprender a conviver. Dr. Bezer de Menezes, numa mensagem psicografada por Chico Xaviero em 1969, publicada em Reformador em 1977, diz assim que nós vivemos num regime de interdependência total, numa mensagem sobre divulgação doutrinária. Nós vivemos num regime de interdependência total, ou seja, nós nos dependemos recíproca mutuamente. E muitas vezes nesse ir e vir, nessa relação que de mão dupla, a gente precisa refazer muitas coisas, refazer posicionamentos. Quantas vezes a gente não gostaria de falar alguma coisa e pensa duas vezes porque já tem um pouco de experiência e se cala, já aconteceu com alguém da gente tomar aquela água fluidificada e você não engole, vai segurando para poder exestar paciência diante de um relacionamento que não é simples, que não é fácil, porque a gente quer falar, mas não quer escutar e a gente vai enfrentando as dificuldades, né? Então, aprender a conviver é algo que a gente aprende conosco mesmo, aprende com o próximo, aprende em família, porque em família nós nascemos entre pares e ímpares, não é assim? Entreabores e também amores. Nem sempre vai ser tudo muito bom, nem sempre tudo muito bem. Às vezes nós vamos enfrentar problemas, mas estamos ali para aprender. A família é um cadinho purificador de aprendizado. Então, aprendemos sozinhos, aprendemos com os familiares, aprendendo com os amigos, aprendemos na sociedade, na casa espírita, no ambiente de trabalho. Todas são oportunidades de aprendizado e de refazimento. Por que que a gente refaz? para reconstruir, porque às vezes o caminho, né, faz com que a gente precise sentir mais o que nós estamos atravessando, né, Henrique? O Espiritismo me ensinou a recomeçar todos os dias e também que há muita injustiça no mundo, mas não há nenhuma nenhum injustiçado. É isso aí. Não há nenhum injustiçado no mundo. Quando a gente vê a luz da justiça divina, Deus cuida de todos nós. E aí, nesse versículos ou
injustiça no mundo, mas não há nenhuma nenhum injustiçado. É isso aí. Não há nenhum injustiçado no mundo. Quando a gente vê a luz da justiça divina, Deus cuida de todos nós. E aí, nesse versículos ou capítulos lá o artigos 15 a 17 do Código Penal da Vida Futura, Kardec magistralmente vai trazer para nós quando a gente comete um erro, quando a gente se desvia do caminho, quando assim, de certa maneira a nossa consciência parece que apontar alguma coisa que não tá legal. Por que que não tá legal? Porque na nossa consciência está escrita a lei de Deus. Toda vez que a gente faz algo que está em desalinho com a lei de Deus, em desacordo, nós nos sentimos mal. Porque sentir-se alinhado com Deus é o estado natural de ser e é o estado natural da evolução, das conquistas. Quando a gente se afasta disz que é natural, a gente não se sente bem. Então, a consciência vai manifestar, porque a consciência é exatamente onde tá escrita a lei de Deus. Questão 621 de livro dos espíritos. E aí tem uma um ponto, opa, não tá legal. Kardec então disse: "Pô, cometemos um erro. Vamos lá. Como é que a gente vai corrigir isso? Anotem isso aí que eu quero citar. Voltei. Vocês se lembram do irmão Jacó? Irmão Jacó, Frederico Figner esteve vice-presidente da FEB para dizer que está vice-presidente. Ele, eu só vou falar de vice-presidente, tá, senhor presidente? Que aí a gente aqui não pode falar do presidente. Nosso presidente é sério, uma autoridade moral, godin amor de pessoas. Você estão vendo a humildade ali constante, né? E é interessante que o irmão Jacó, ele chegou do outro lado, ele achava que ia ser muito fácil. Vou encontrar o melhor médium aí. Vou dizer tudo que a gente acredita, a imortalidade, a comunicabilidade vai ser levou muito tempo, não foi tão simples assim. E ele passou por vários processos. O livro é um livraço. Voltei. Vale a pena a gente ler, tá disponível na livraria, assim como o consolador também que a gente citou, o Evangelho, o céu e inferno, o livro dos espíritos, né? E olha que
O livro é um livraço. Voltei. Vale a pena a gente ler, tá disponível na livraria, assim como o consolador também que a gente citou, o Evangelho, o céu e inferno, o livro dos espíritos, né? E olha que interessante, aqui tem uma simbologia de uma ponte. Vocês se lembram da ponte? Você lembra Wesley daquela ponte? Você atravessou a ponte, Wesley? de lá para cá, a gente vai depois ter que atravessar daqui para lá de volta, não é? Era uma ponte o seguinte, de uma margem a outra, era um estado em que eles se encontravam, que eles iam seguir rumo no plano espiritual. E para quem fosse seguir já naquele trajeto, digamos assim, ia seguir o seu caminho, cada um seu destino, mas tinha que passar por aquela ponte, tinha que ter um certo mérito. No momento que ele estava atravessando, quem é que estava no comando? aquele que é quase anjo, que isso foi em 2022, já em 2025 já virou anjo, Bezer de Menezes, ele estava à frente e de repente um dos ali, eu acho que eram acho que umas 15 pessoas, né, aproximadamente, tinha uma senhorinha professora numa condição especialíssimas. Quem que é professora aqui? Ah, Santos. É uma coisa assim tão linda, né? Veja que esforço, né? Que vocação. Ela tinha um mérito maravilhoso. Mas um senhor, ele se sentiu que não tinha condições de fazer a travessia e ele se achou criminoso porque ele tinha cometido um crime mesmo. E naquele momento ele se acusa, ele não se permite fazer a travessia. E aí Bezerra de Menezes como mentor, como líder, como amigo, como companheiro, se aproxima dele e junto de outros fortalece a vibração para dizer: "Meu amigo, você de fato cometeu um erro? Quem de nós não cometeu um erro? Mas quantos acertos depois você também não empreendeu? Isso para nós, gente, é um significado tão grande para que a gente não estacione no erro, para que a gente não lamente o erro no sentido do equívoco que a gente não dá conta de superar. Pelo contrário, de certa forma, nós todos aqui somos equivocados. Eu tenho certeza de que sou. Já cometi muitos erros ainda nesta
nte o erro no sentido do equívoco que a gente não dá conta de superar. Pelo contrário, de certa forma, nós todos aqui somos equivocados. Eu tenho certeza de que sou. Já cometi muitos erros ainda nesta existência e não é a primeira vez que eu sou espírita. Então eu estou ratificando que eu sou espírito imperfeito por duas vezes. Imagina que situação de espírito inferior, no meu caso. Mas não vão ficar com pena de mim não, porque nós estamos caminhando, estamos evoluindo gradativamente, cometemos erros. Sim, vamos reconhecer. Aí Kardec coloca primeiro passo do momento pro recomeço, paraa reconstrução, pro refazer ao cometer um erro. é se arrepender. Tá lá no artigo 15 desse Código Penal da Vida Futura, capítulo 7, primeira parte, céu e inferno. Quem já leu o céu e inferno aqui, acho que a maioria, né? Quem não leu compra para ler e quem já leu compra para dar de presente. Tá combinado? Eu vou ver depois se vai sobrar algum exemplar do seu inferno na livraria. Se sobrar, vocês fiquem à vontade, tá bom? O arrependimento é o primeiro passo. Eu me arrependo. O arrependimento é um reconhecimento. É como se fosse assim: "Eu desperto a minha consciência para dizer: "Olha, eu de fato fiz o que eu não deveria. Eu aqui estou, não é numa situação em que sinto um certo peso e eu preciso fazer isso mudar. E aí eu não posso estacionar só no arrependimento. Muitas vezes eu caio num remorço e isso é negativo. Numa consciência de culpa que pode ir me minando ou às vezes eu passo a mão na minha cabeça querendo assim dizer: "Eu sou um coitadinho mesmo." Joana de Anjodescobrimento, capítulo terceiro, quando fala do autoconhecimento em si, o processo do autoconhecimento, ela diz que quando a gente comete um erro, a gente pode ir para um lado ou pro outro. Ou eu me condendo achando, olha, já pensou essa altura, já não era para cometer mais esse erro e a gente vai se macera, se automacera, se machuca, se pune, se castiga. Ou por outro lado, ah, mas tá vendo? Eu sou espiritão inferior, tô
á pensou essa altura, já não era para cometer mais esse erro e a gente vai se macera, se automacera, se machuca, se pune, se castiga. Ou por outro lado, ah, mas tá vendo? Eu sou espiritão inferior, tô muito longe ainda, assim, assim mesmo. A gente vai cometer muito mais erros ainda. E aí começa, né, a apaziguar ali com equívoco, como se você tivesse tomando aquilo como algo normal, natural, divino. E até atribui a Deus porque Deus é o seu pai, nos criou, então a gente comete o erro porque Deus tá, não é estimulando isso. Pelo contrário, Joana de Angeles, ela fala pra gente nem ter esse sentimento desse rageiro da autocondenação, nem também da autocomiseração, porque aí nem é a consciência, né, de uma culpa que castiga, nem assim de uma culpa que alivia, mas ela vai chamar de responsabilidade. Traz pro meio termo, para o ponto de equilíbrio. É preciso ser responsável. E aí então a gente se arrepende e a gente pela lei divina misericordiosa, nós vamos naturalmente passar pela tal da expiação. Não é um mal, não é um castigo. Às vezes o espírito diz: "Ah, mas negócio de expiação no espiritismo, gente, esse negócio é assim, eu quero ser espírito, mas eu quero ser mais livre, não quero espiar não. A seu espírito infeliz e inferior não é questão de querer. Você vai espiar se necessário for. Se não for nesta, será na próxima. Quem se permite refazer a prova, porém aquela prova que aprendeu a caminhar sem medo, não é? A caminhar sem medo do recomeço. Então o que acontece? Quem se permite refazer prova que aprendeu e prova que aprendeu é o testemunho de que ele de fato está aprendendo e pode caminhar sem medo ou recomeço. É por isso que a gente vai e recomeça. Eu não tenho medo. Eu tenho coragem. É difícil, é, é desafiador, é, mas eu não vou desistir. Então eu preciso admitir, sim, cometi um erro, eu vou internalizar a necessidade da correção e eu vou me preparar para expiação. Deus é tão bom, meu papaizinho falava nos seus 88 anos, que a lei de causa e efeito, gente, não é a lei de
ti um erro, eu vou internalizar a necessidade da correção e eu vou me preparar para expiação. Deus é tão bom, meu papaizinho falava nos seus 88 anos, que a lei de causa e efeito, gente, não é a lei de Talião, muito menos o código de Amurabe. Não é sequer a lei de ação e reação. A lei de causa e efeito é uma lei de amor que nos concede duas características fundamentais, que são o tempo e a reencarnação. O tempo pra gente se preparar, a reencarnação pra gente se hesitar, se exercitar no momento certo. Então, veja como é interessante, a pena de italião é o dente por dente, olho por olho, que já avançou do código de Amurab, que era um castigo absoluto ali, desproporcional. Não havia uma reciprocidade, né, entre pena e recompensa e castigo. E a lei de ação e reação, a lei física poderia dizer, ó, bateu, levou, do jeito que for, vai e volta, tal. André Luiz chama ação e reação ao livro, mas contextualizando no processo educativo da lei de causa efeito, que a cada um é dado segundo essas obras e a oportunidade é melhoria constante. OK? Então, nós vamos espiar. Não tem como fugir da expiação se a gente precisa. Mas existe outro elemento que é a reparação. Capítulo sétimo, primeira parte do seu inferno. A reparação é ascendência. É ascensão. Quando a gente comete um erro, é como se fosse uma queda, entre aspas, tá tudo figurado. Quando a gente espia, a gente zera o saldo. É como se ficasse numa superfície. Não estamos no vermelho, na conta negativa, nós pagamos aquela conta. Mas é preciso reparar que é o que vem depois. Essa reparação é a conquista do crédito pelo esforço próprio. E a gente pode fazer isso. Refazer, portanto, não é apenas o fato de que eu cometi um erro, eu preciso acertar aquilo. Não, eu vou refazer reconstruindo, reflorescendo, com a oportunidade de trazer algo que eu ainda não trouxe, com uma maturidade que eu não tinha. Hoje eu posso fazer o melhor ao meu alcance. Hoje eu estou diante de todos os recursos para dizer: "Senhor, eu cometi o erro, eu admito, mas eu estou aqui de
ouxe, com uma maturidade que eu não tinha. Hoje eu posso fazer o melhor ao meu alcance. Hoje eu estou diante de todos os recursos para dizer: "Senhor, eu cometi o erro, eu admito, mas eu estou aqui de novo. Eu quero ser provado, Senhor. Me teste, me dê oportunidade, porque não é o castigo, é a prova abençoada que tem vínculo sim com um passado faltoso, porque ainda é uma tendência negativa de fragilidade que eu tenho, que eu preciso trabalhar. E quando eu trabalho isso no exercício, na prova constante, eu vou melhorando e vou fortalecendo e aí eu vou podendo reconstruir, reflorescendo esse caminho. A reparação é quando eu volto a pontos onde eu semeio o ódio, agora eu vou plantar o amor. Onde eu foi a disseminação do mal, eu serei hoje o aralto do bem. Onde eu disseminei o ódio, hoje eu estou levando a paz. Esta paz necessária para construir um mundo melhor e começa na intimidade de cada um de nós, na nossa mente, no nosso coração, em nós espiritualmente, para que a gente se sinta envolvido, protegido e possamos seguir em frente. O livro Pensamento e Vita, Emanuel traz para nós sobre a vontade, o pensamento, o poder da disciplina que vai facilitar esse refazer, essa reconstrução para que a gente não desista e a gente possa seguir em frente. E eu queria trazer mais dois livros, Fé e Vida, para quando a gente tem os momentos de dificuldade, gente, não desistir. Refazer faz parte da caminhada, nos dá segurança. A experiência vai nos trazendo momentos de alento. E um livro que eu ganhei da maninha Lu, querida maninha Luziane Bahia, Cendas Luminosas, um livro republicado agora em 2025, que é muito interessante sobre isso que nós estamos conversando, é a nossa benfeitora Joana de Ângeles pelo abençoado Divaldo Franco. E olha só que interessante que vai dizer Joana: "O processo da evolução se opera mediante esforços ingentes que assinalam as conquistas adquiridas, abrindo espaço para novas realizações que facultam a fixação das sendas percorridas como patrimônio inalienável do ser. Assim se
pera mediante esforços ingentes que assinalam as conquistas adquiridas, abrindo espaço para novas realizações que facultam a fixação das sendas percorridas como patrimônio inalienável do ser. Assim se dá. Agora estou vendo só os perespíritos de vocês, tá bem? Assim se dá, gente, a nossa evolução. A gente evolui conquistando, conquistando bens verdadeiros da propriedade real e gradativamente nos despojando daquilo que não efetivamente nos pertence, que são às vezes uns penduricalos que a gente carrega e que nos pesam e sobrepesam, dificultando a nossa jornada. Então, os vícios eles vão sendo gradativamente mitigados até serem totalmente erradicados. E as virtudes pela força, pelo pensamento, pela disposição, pelo interesse, pela curiosidade do aprendizado, vai fazer com que nós alavanquemos os recursos indispensáveis ao nosso crescimento espiritual. Portanto, queridas e queridos, nunca é tarde, porque hoje é o melhor dia, agora é a melhor hora de fazer o que está ao nosso alcance, sem desperdício. Se nós cometemos um erro, se ainda alimentamos um remorço, se ainda temos uma mágoa que nos visita a intimidade neste momento, se eu tenho uma dificuldade em relação com o ente querido, se eu estou afastado h tempo de alguém que eu amei e que talvez eu continue amando, mas nós estamos em desalinho. Como diz Olavo Bilaque, o ódio é o amor em desalinho. É preciso reconstruir, é preciso refazer, é preciso recomeçar, porque a bênção da oportunidade que a reencarnação nos enseja é para que a gente possa não só se arrepender, nem só espiar, mas principalmente nós podermos resgatar a oportunidade de fazer o bem que a bondade divina sempre nos concede. E pro nosso fechamento, queria trazer aqui uma criação bem simples dessa tal da inteligência artificial que a gente deu os elementos com o conhecimento espírita. E de maneira bem simples ficou essa redação sobre a temática de hoje. Aprender é dar um passo na estrada ainda a se abrir. É colher do tempo traço. É querer sempre evoluir. Refazer é ter coragem de voltar
maneira bem simples ficou essa redação sobre a temática de hoje. Aprender é dar um passo na estrada ainda a se abrir. É colher do tempo traço. É querer sempre evoluir. Refazer é ter coragem de voltar e reconstruir. Transformar a dor em margem por onde a vida há de fluir. Aprender é ter caminho. fazer é ter raiz. No labor que é tão divino se refaz e se é feliz. Muito obrigado, queridos. Deus abençoe.
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