Apocalipse: Considerações Gerais | Estudo O Evangelho Redivivo

FEBtv Brasil 10/06/2025 (há 10 meses) 1:46:56 593 visualizações

Apocalipse: Considerações Gerais - Livro IX - Estudo Interpretativo de O Apocalipse. Aula especial de abertura com Professor Severino Celestino. Link de acesso ao estudo: https://febtv.live/evangelho_redivivo Apoie a FEBtv! Para que este e outros programas continuem a ser produzidos. https://doe.febtv.com.br

Transcrição

Boa noite, meus amigos. Muita alegria. Mais uma vez estamos reunidos para uma apresentação especial. Tenho certeza que irão gostar muito. Para aqueles que estavam aguardando hoje uma aula sobre o ato dos apóstolos, podem ter certeza que semana que vem terão esta aula. Mas hoje nós teremos uma apresentação especial do professor Severino Celestino, que vai nos falar sobre o apocalipse e vai ser muito bonito e vamos ouvir com muita atenção e sabendo que estamos aprendendo um pouquinho mais a cada dia. Nós vamos então chamar a Marinez, que vai fazer a nossa leitura e a prece para iniciarmos o trabalho. Boa noite, Marinês. Boa noite. Boa noite. Então, a leitura de hoje é do livro Paz e Renovação, Emanuel e Amigos, psicografia de Francisco Cândido Xavier. O título do texto, trabalho e sacrifício é pelo espírito Batuíra. E o texto diz o seguinte: "Filhos, todo o trabalho é santo. Contudo, é forçoso não esquecer a santidade maior do trabalho de sacrifício na exaltação do bem, quando tudo parece obstáculo intransponível, quando a dificuldade econômica nos exaurir as últimas energias, quando a enfermidade parece eliminarmos todas as forças, Quando a solidão nos envolve em seu manto imponderável de cinza, quando a calúnia nos fere de rijo, ameaçando prostar-nos o coração, quando a maioria dos companheiros nos estende o fé da dúvida em troca de nossas esperanças mais belas. Quando a tentação nos cerca, o espírito necessitado de segurança, ofertando vantagens materiais à custa de nossa deserção, do dever a cumprir. Quando o desânimo, por frio doloroso, busca entorpecer-se as fibras mais íntimas, quando o cárcere de nossos testemunhos se ergue aflitivo, portas adentro de nossa própria casa, aprisionando-nos em superlativo sofrimento moral. Nesses minutos supremos é preciso trabalhar mais, confiando-nos a bênção divina que brilha infatigável no trabalho maior. Trabalhar sim, porque é trabalhando no bem de todos que exoraremos as próprias lágrimas e venceremos as próprias fraquezas, de

, confiando-nos a bênção divina que brilha infatigável no trabalho maior. Trabalhar sim, porque é trabalhando no bem de todos que exoraremos as próprias lágrimas e venceremos as próprias fraquezas, de modo a que todo mal nos esqueça, por invulneráveis às arremetidas da sombra. Filhos, não vos deixeis abater diante da luta. O apostolado da redenção inclui todas as dores. Lembremo-nos de que, perseguido e tentado, Jesus trabalhou sempre, ainda mesmo na cruz, à frente da morte. trabalhou na obra do perdão sem limites. E não nos esqueçamos de que é pelo trabalho que poderemos responder ao divino apelo que há muitos séculos fluiu da divina palavra. S fiel e dar-te ei a coroa da vida, né? Apocalipse 2, capítulo 2, versículo 10. Então assim, meus amigos, nós vamos fazer a nossa oração rogando a Jesus a suas bênçãos nesse momento, agradecendo todas as oportunidades de estudo do nosso livro, desse evangelho, essa luz de amor que ilumina o nosso coração e clareia a nossa mente. que este estudo abençoado, trazido pelas palavras do nosso irmão Severino Celestino, possamos a aprender com muito carinho, com muita atenção e desta maneira agradecer a Jesus mais uma vez por essa reencarnação, por essa oportunidade e por este momento que nós estamos vivendo. Então, nesse instante nós pedimos as bênçãos ao nosso amigo e companheiro, que ele possa nos trazer as suas informações, os seus estudos que fez com muito carinho e com muito amor. Graças a Deus. Obrigada, Marine Inez. Foi lindo. Então agora nós vamos chamar aquela nossa companheira que todos nós amamos muito, que é a nossa Martinha. Marta, por favor, boa noite, querida. Boa noite, querida Silene, que a gente também ama todos vocês. O amor é recíproco. É uma grande alegria estarmos aqui hoje na no último livro dessa nossa jornada, né, que nós estamos fazendo nesse grupo com o nosso amigo, querido amigo Celestino, Severino Celestino, que vai nos transmitir uma mensagem de amor e de paz. Então, neste momento, né, nós vamos chamar o Severino.

estamos fazendo nesse grupo com o nosso amigo, querido amigo Celestino, Severino Celestino, que vai nos transmitir uma mensagem de amor e de paz. Então, neste momento, né, nós vamos chamar o Severino. O Severino Celestino vai nos apresentar hoje uma parte do apocalipse. Estudar o apocalipse é um desafio. É um desafio para elaborar os temas. Mas o que que não é a vida se não for os desafios? Nós temos amigos encarnados, desencarnado, que tem nos auxiliado a todos nós para o entendimento à luz da doutrina espírita, do significado do apocalipse de João, dos seus símbolos e tudo e que o professor Celestino vai colaborar muito com a gente. Ele vai dar hoje uma primeira parte e depois posteriormente vai ainda vamos acertar uma data. O professor Celestina aqui presente vai nos nos dar a segunda parte, a conclusão do apocalipse. Mas eu quero, antes de passar a palavra para esse querido amigo e dar as boas-vindas, é uma alegria estar com ele, nós divulgamos esse essa palestra para Deus e o mundo. O pessoal da Europa tá todo mundo assim tristinho, escondendo na boca, porque o fuso horário realmente é um pouco grande, grande. Mas como tá vai est gravado, vai est no YouTube, no Feb Lives, eles vão ver com calma. Então, Celestino, seja bem-vindo. Você sabe que você é um amigo do coração, não só dessa vida, de muitas vidas. Tá nos ajudando demais caminhar, trilhar esse caminho do conhecimento da mensagem do Cristo que começou no livro de Mateus. E agora estamos chegando no livro, no último livro do Novo Testamento, né, novo livro do cano da igreja chamado o apocalipse. Eu não vou me delongar mais, todos que conhecem sabe que você é uma pessoa, é doutor, especialista no assunto, conhece muito do evangelho e é sobretudo um grande amigo que a gente pode contar. Seja bem-vindo e a palavra é sua. Boa noite, Martinha, querida. Gratidão pela oportunidade que você, o seu grupo, esses irmãos queridos, os nossos queridos internautas, aos nossos companheiros fora do Brasil, por todo esse apoio e pela garra, pelo

rtinha, querida. Gratidão pela oportunidade que você, o seu grupo, esses irmãos queridos, os nossos queridos internautas, aos nossos companheiros fora do Brasil, por todo esse apoio e pela garra, pelo denudo, pela perseverança que você sempre teve. E hoje a gente, graças a Deus, está começando a encerrar esse trabalho. Um trabalho que, como bem você colocou, o que nós vamos falar em duas etapas, é um grande desafio. É desafio porque a primeira coisa que a gente precisa colocar na nossa aula de hoje é a visão judaica desse livro, porque Jesus era um judeu e foi um livro escrito para judeus e primeiros sucessores de Jesus no primeiro século, no momento difícil, no momento onde as dores, o martírio, a perseguição, intolerância era muito grande. E Jesus vem como um grande consolador, que sempre foi, trazer uma mensagem, um complemento daquilo que ele já havia falado, que nós já vimos lá em Mateus, em Marcos e em Lucas, na parte escatológica dos sinais dos tempos. Só que pela circunstância que se vivia naquela época, João exilado, o as comunidades fundadas na Ásia Menor por Paulo, por ele, por outros, estavam todas acéfalas por causa da perseguição doiciano. Foi assim terrível nessa questão, mas eles não perderam a fé e não deixaram de receber o auxílio de Jesus. Jesus já estava no mundo espiritual, mas ele fez um programa belíssimo, porque ele deixou, ele deixou todo um suporte por aqueles que o sucederam para que o seu ensino, o seu exemplo, a sua obra de amor, a sua fabilidade, a sua doçura, vamos dizer lá lá em João 10, eu sou conhecido pela prática das obras do meu pai. Então Jesus teve a preocupação também que assim como ele disse, brilhe a vossa luz diante dos homens para que veja as vossas boas obras. Ele teve a preocupação de deixar para nós o seu legado de obras. Como a gente tem toda a condição de verificar isso nos Evangelhos, naqueles que sucederam nas epístolas de Paulo, nas epístolas católicas, tudos que nós já vimos ali está perfeitamente delineado essa preocupação de Jesus.

a condição de verificar isso nos Evangelhos, naqueles que sucederam nas epístolas de Paulo, nas epístolas católicas, tudos que nós já vimos ali está perfeitamente delineado essa preocupação de Jesus. Então, sem mais delongas, o que eu pediria ao nosso irmão Robson para que a gente começasse a nossa projeção, para que a gente pudesse didaticamente dividir bem o nosso tempo para que possamos entender esta palavra Apocalipse, que é uma palavra diferente, mas uma palavra grega que tem a sua origem no hebraico. Então, a gente vai tentar trazer Apocalipse, Espiritismo, transição planetária, tudo nessa obra, porque a gente não pode conversar em Apocalipse sem falar do capítulo 18 da Gênese, sem falar de outras predições de Jesus, outros preparos, porque estava é é muito interligado o assunto. a gente vai lá na frente, volta ao meio, vai à origem e nesse nessa busca incessante que a gente tem de entender a mensagem de Jesus, a gente vai buscando nos seus próprios ensinamentos num legado magnífico de amor e de herança para todos nós. Pode ir adiantando, Robson, aí para que a gente possa começar aqui. a gente já tinha a imagem de um dragão, que é uma um símbolo do apocalipse, o dragão, a besta, que é o o que a gente vai ver praticamente na segunda etapa, mas é o que mais se fala, o a o símbolo, a imagem mais forte do apocalipse é a besta, o a o 666. Pode adiantar. Essa é a palavra apocalipse em hebraico. Rision. Rision vem de rosé em hebraico, que significa visão no sentido de visão espiritual, aquilo que a gente chama na doutrina de vidência, que foi colocado a partir do livro do Samuel, onde o, naquela época os profetas eram chamados de José. O Rosé era aquele que tinha faculdade de ver, mas não era vidência, não era ver com os olhos, era a ver com a mente. E essa palavrinha diferente é que origina essa obra, que o grego, pode passar o próximo, chama essa palavra de apocalipse, que eles chamam e a maioria do do ocidente traduz como revelação. em inglês se vê logo revelation, que é o

que origina essa obra, que o grego, pode passar o próximo, chama essa palavra de apocalipse, que eles chamam e a maioria do do ocidente traduz como revelação. em inglês se vê logo revelation, que é o e até mesmo os cursos que a gente eh tem acesso em Israel, até as pessoas que trazem alguma coisa nesse sentido, eles se preocupam porque é uma é um é um termo que o ocidental conhece melhor por causa do grego. Pode passar, pode dar mais um toque aí que nós temos aqui. Primeira coisa que a gente quer trazer para vocês para já ficar marcado hoje, qual é o objetivo do apocalipse, por ele foi escrito, né? Para quem ele foi escrito, qual foi o a o principal objetivo de Jesus com essa obra? Vamos ver. Pode passar. O principal objetivo do apocalipse na nossa visão hoje é suerguer o ânimo dos cristãos que, após tanto sofrimento, recebe a promessa de um final de redenção e vitória. Portanto, é uma obra consoladora, confortadora. É um, é uma, é como Jesus diz, o outro, um consolador a mais do Cristo paraa humanidade é o apocalipse, porque foi feito para quando as pessoas colocam aqui cristãos, eles ainda não eram praticamente cristãos, eles estavam ainda naquele naquela, naquele naquela transição, né, de seguidores do caminho, aquela parte que a gente sabe de cristianismo primitivo, porque ainda ainda não tinha ah um corpo formado, ainda havia necessidade do testemunho, do martírio e etc. Então essa é a grande receita para que a gente possa entender e tirar essa ideia que muita gente acha que tudo que é apocalíptico é dantesco, é caótico, é negativo. Quando a gente vê uma coisa muito ruim, a gente diz: "Isso é o apocalipse". Mas quando a gente começa a entender o verdadeiro conceito do apocalipse, a gente vê que é realmente uma obra de sorergimento, de perseverança, de ânimos. É o mesmo Cristo que voltou na psicografia de João para trazer essa essa essa mensagem relembrando a sua linguagem. Aquele que põe a mão no arado e olha para trás, quer dizer, aquele que perseverá até o

o mesmo Cristo que voltou na psicografia de João para trazer essa essa essa mensagem relembrando a sua linguagem. Aquele que põe a mão no arado e olha para trás, quer dizer, aquele que perseverá até o fim vencerá. É exatamente força, ânimo e coragem. Pode adiantar, Robson. Os textos apocalípticos compartilham várias características comuns. Primeiramente, eles utilizam uma linguagem simbólica e imagética para transmitir suas mensagens. É a diferença da escatologia que a gente vai ver. A escatologia dos Evangelhos. O apocalipse entra o simbolismo das imagens, trombetas, selo, eh cçais, eh estrelas, anjos e vai por aí aa tem e uma linguagem diferenciada da linguagem comum que a gente viu até o o a o as cartas apostólicas, figuras como besta, dragões, anjo, Números específicos são empregados para representar realidades espirituais e eventos futuros. Além disso, esses textos tendem a retratar uma luta cósmica entre as forças do bem e as forças do mal, mas mostrando que a vitória no final virá. Então aqui a gente tem a característica dessa desse emprego figurado, metafórico, simbólico, né? Uma linguagem realmente diferenciada daquela que a gente tá acostumado a buscar nos Evangelhos. Você não pode buscar num texto apocalíptico a mesma exegese, a mesma hermenêutica que você usa para os textos diretos, vamos dizer assim, escatológicos, porém sem ser com imagem, com figuras, com símbolo. Aí entram outros outros eh médiuns ou profetas que tem também a sua linguagem apocalíptica. E é bom ficar bem claro que o apocalipse é uma linguagem eh literária, judaica. Essa é a grande mensagem que a gente tem que guardar bem firme em nossos corações. Pode adiantar, Robson. As visões de João parecem outorgadas a um espírito que recebe comunicação das intenções divinas divinas. sobre os destinos do planeta. Tudo isso é feito numa linguagem intencionalmente figurada e misteriosa. O apocalipto por intencionalmente figurada porque eles que eram judeus oprimidos, que estavam sofrendo, eles entendiam essa linguagem figurada.

o numa linguagem intencionalmente figurada e misteriosa. O apocalipto por intencionalmente figurada porque eles que eram judeus oprimidos, que estavam sofrendo, eles entendiam essa linguagem figurada. O romano não entendia. O apressor que é naquela época daiciano, não conhecia, não sabia nem o que que significava isso, porque além de ser um ocidental, era um pagão, um herético que oprimia aqueles sucessores de Jesus, seguidores na expressão da palavra. Então, aquela linguagem intencionalmente, que vamos chamar até codificada e misteriosa, era para que os seus leitores, que eram em especial os judeus, pudessem decifrá-la. É como se a gente fosse escrever uma carta para um espírita e numa numa situação de de opressão e que a gente tem os os nossos códigos desencarnar, né? A gente fala de textos, né? reencarnar, desencarnar linguagens, como Kardec coloca no livro dos espíritos, e textos novos, linguagem nova, mas para nós espíritas hoje é uma linguagem comum. Para eles, o apocalipse era uma linguagem comum, mas o romano não entendeu absolutamente nada do que eles estavam recebendo como conforto através de João naquele momento. Pode passar. A interpretação dos textos Apocalipse tem variado consideravelmente ao longo da história. Diferentes tradições, escolas de pensamento, ofereceram várias abordagens para entender essas revelações. A sua leitura será melhor compreendida se relembrarmos do fato que Jesus era judeu, escrevia para judeus. Pois assim compreender compreenderemos nós leitores estudiosos melhor simbologia de várias imagens empregada. Segue alguns significados dos símbolos empregado na obra. Então você vai encontrar na teologia muitas escolas preterista, presentista, futuristas. Então, cada um achando que empregando tal linguagem ou tal eh título, vai entender. E não é bem por aí. A gente tem que entender que essas classificações são puramente didáticas. A verdadeira mensagem de Jesus é para aqueles que tinham sintonia espiritual com ele. Pode passar. Vocês vão observar aqui, ó. O cordeiro é

e entender que essas classificações são puramente didáticas. A verdadeira mensagem de Jesus é para aqueles que tinham sintonia espiritual com ele. Pode passar. Vocês vão observar aqui, ó. O cordeiro é uma uma linguagem muito conhecida no apocalipse que simboliza o Cristo, que foi aquele eh indicado por João, eis o cordeiro de Deus. E ele é um cordeiro que foi morto como um um um márte, mas ressuscitou como leão. É o leão que ressurge do cordeiro como vencedor e livre. A mulher que representa a comunidade cristã, o dragão que simboliza sempre as forças hostis do reino de Deus, ao reino de Deus, ou opositoras ou adversárias. As duas feras do capítulo 13, que simboliza o império romano e o culto imperial. A fera do capítulo 17 simboliza o imperador Nero. Babilônia simboliza a Roma pagã. As vestes brancas simbolizam na na nossa interpretação o perespírito puro ou a vitória quando ele diz felizes convidados para a ser do Senhor. Entretanto, esses símbolos não são exclusivos. O Cristo às vezes é figurado como o filho do homem ou um cavaleiro ou o alfa, o ômega, o richon vharon no princípio e o fim. Tem muitas simbologias que nós temos que nos acostumar a poder entender melhor o que João escreve, aliás, o que Jesus escreve através de João. João foi só o médio, o intermediário. Pode passar. Outras formas de apresentações do Cristo também são encontradas no livro. O próprio Cristo é visto a saudar a comunidade, além de ser retratado, olha aí, como alfa e o ômega, que é uma linguagem grega, mas é aquele que era e que vem, o que foi, o que é e o que será. O richon, como diz Isaías, e a quer dizer, richon em hebraico é primeiro e aom é final. Então, princípio e fim. E lá, como tá escrito em Isaías e 46:10, para mostrar que quando Jesus diz assim: "Eu sou o Alfa e o ômega", ele tá lembrando o profeta Isaías, aquele que foi eh presílico messiânico por excelência, o grande profeta do Messias, que foi Isaías. Então, a linguagem que Isaías usa sobre ele, ele traz através de João,

á lembrando o profeta Isaías, aquele que foi eh presílico messiânico por excelência, o grande profeta do Messias, que foi Isaías. Então, a linguagem que Isaías usa sobre ele, ele traz através de João, mostrando que ele é o princípio e o fim. Porque alfa e ômega são as duas, a primeira e última letra do alfabeto grego. E a Richon é a primeira e a Haron que é o alfichon. E aharon que a otáve que é a última letra que se apresenta desde o primeiro versículo da obra do Gênesis escrito por Moisés. Jesus já está ali na nos primeiras sete palavras do livro do Gênesis. Pode adiantar, querido. Lá no capítulo 21, versículo 20 a 22 do Evangelho de João, as margens do mar da Galileia, num lugar assim efusiante, sereno, maravilhoso, Jesus aparece naquela pesca milagrosa, depois vai tomar café com os discípulos e perguntou três vezes a Pedro se ele o amava. Pedro respondeu que sim. Conhecemos muito bem essa história, mas naquele momento tem um discípulo de Jesus que estava sempre com ele nos melhores momentos e mais difícil também na sua vida. E no mais difícil ele foi o único que era João. João ficava sempre por perto. E aqui diz que viu Pedro que seguia a Jesus e ele aquele discípulo a quem Jesus amava, que é João, e que na ceia, veja bem, recostou a sua cabeça sobre o peito de Jesus e que dissera: "Senhor, quem é que há de te trair?" Isso aí eles estão relembrando a cena do cenáculo. Vendo Pedro a este disse ou mais especificamente perguntou a Jesus: "Senhor, e deste o que será?" Ou ou em outras palavras, o que que ele tá fazendo aí, João? em silêncio. João tava sempre sintonizado com Jesus em vida e depois que ele se foi. É o maior médium do Cristo na história das nossas vidas. E Jesus disse para Pedro, olha a resposta de Jesus. Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa? Segue-me tu. Então aqui Jesus já deixa uma uma senha, uma informação de que curiosamente a gente observa que João foi o único que não foi martirizado, foi o único que domiciano não conseguiu destruir. Por

e-me tu. Então aqui Jesus já deixa uma uma senha, uma informação de que curiosamente a gente observa que João foi o único que não foi martirizado, foi o único que domiciano não conseguiu destruir. Por isso que como não conseguiu matá-lo, exilou, exilou numa ilha para que ele lá pudesse receber Jesus agora na condição de espírito e nos legar essa obra que conhecemos com o nome de Rision ou revelação espiritual, conhecido como apocalipse. Pode passar. Esse é o cenário onde João foi exilado antes de eu ir aí. Eu já estive aí, meus irmãos, umas quatro ou cinco vezes. Mas antes de eu ir aí, eu tinha, eu procurava na internet a imagem dessa ilha e não achava, porque é uma ilha pequenininha, ela tem 32 km qu. Mas é, quando eu cheguei aí, eu eu disse: "Meu Deus do céu, que coisa! Jesus, o João não foi exilado, o João não foi preso. Jesus deu um presente, uma ilha paradisíaca para ele ter sossego, um cenário espiritual de muita importância para que ali ele pudesse receber de volta o seu mestre amado, querido, e nos legar esse patrimônio espiritual incalculável, que é essa obra que nós estamos começando a estudar. Pode passar o próximo. Vamos conhecer melhor essa ilha com seus detalhes. Aqui você vê essa essa parte azul é o marigu. Isso é um canal que divide a ilha em duas partes. Quase divide porque ela não se não chega a se partir. E aí só tem vida praticamente seis vezes seis meses por ano. Porque o no inverno grego é muito forte. Não há navegação, não há nada. Algumas vezes que a gente saiu daí, eh, fomos a o último grupo a abandonar a ilha, saindo e as pessoas fechando as portas e se preparando para mais seis meses sem receber ninguém, porque a situação climática não permite. O que era mais uma dificuldade para que a mensagem de Jesus chegasse a esses longincos lugares. Mas veja onde eleonde ele foi exilar João. Pode passar. Vamos situar essa ilha geograficamente para vocês conhecerem melhor. Aqui Domiciano promove, né, o o exílio de João. Aqui nós estamos subindo, né? Você vê que a

eonde ele foi exilar João. Pode passar. Vamos situar essa ilha geograficamente para vocês conhecerem melhor. Aqui Domiciano promove, né, o o exílio de João. Aqui nós estamos subindo, né? Você vê que a ilha vai ficando mais mais embaixo. Aqui eu estou olhando para o canal onde a gente chega, mas do mosteiro de João, do local onde tem uma igreja ortodoxo, mosteiro ortodoxo grego. Pode, pode passar. Eu acho que aí eu eu isso próximo. Esse é o mosteiro lá em Pátimos, João, naquela região é chamado, conhecido como o teólogo. E muita gente não sabe que ele tinha um companheiro que era Prócoro, que Prócoro era o amanuense de João aí nessa ilha. João via as coisas, descrevia e prócoro anotava. Pode passar aqui. É uma visão ao nível onde a gente entra nesse canal, naquela divisão que eu mostrei a vocês, a gente entra por esse lugar. Parece ser raso, mas não é. Aí é bem fundo. Aí passa um um ferre bolt com cinco andares com aproximadamente 3.000 pessoas, 200 caminhões, 100 ônibus. É uma coisa impressionante. Pode passar. Olha, esse é o transporte parece ser pequeno, né? Então esse aí dentro tem até eh restaurante. A gente leva 12 horas de Atenas para chegar aí navegando. Como é um mar, não tem onda nenhuma. Já fiz essa viagem à noite, já fiz durante o dia. É uma viagem de meditação, de tranquilidade. É algo assim indescritível. Pode passar aí para vocês verem do lado do ferreibat aí eu estou a margem. Vocês verem que lá na frente tem mais ilhas, porque praticamente um arquipélago que tem aí a ilha de Pátos, ela é a maior desse arquipélago que se destaca. Pode passar aí uma visão também da estrada. Vocês observem que não tem os os engarrafamentos que a gente encontra hoje por onde a gente vai, que é um resiro paraísso. Adiante mais, Rob. Pode adiantar só para eu trouxe a Olha, olha como é o movimento de trânsito. Ninguém, muito pouco transporte, praticamente só o nosso, alguns táxis que tem na cidade, mas aí os carros ou entra ou sai com pelo ferrebat, ninguém sai, não tem estrada, não tem nada para

trânsito. Ninguém, muito pouco transporte, praticamente só o nosso, alguns táxis que tem na cidade, mas aí os carros ou entra ou sai com pelo ferrebat, ninguém sai, não tem estrada, não tem nada para sair. Pode passar. Vendo alguns carros estacionados. Aí a gente tá subindo para a gruta onde João recebeu o apocalipse. Pode passar. Aqui é chegada. Vocês estão vendo? Tem esse arco com uma cruzinha. Você entra aí e aí nós vamos visitar a gruta onde essa obra foi recebida por aquele que Jesus preparou, evitou que fosse Marte, porque era quem mais sintonizava com ele. Era o Chico Xavier de Jesus. Era João evangelista. Pode passar. Aqui tá escrito em grego e em inglês, Cave of the Apocalipse. E em cima tem espeleio, que espeleo, espeleio é caverna, caverna do apocalipse. Vocês estão vendo aqui tem até radiotáxi de Pátimos, porque daí lá para o Porto é longe, embora seja uma ilha pequena, mas ela tem 32 km². Pode passar. Aqui é a entrada da caverna, aonde você não pode filmar, não pode fotografar, mas ninguém deve dizer isso a um pesquisador. Eu consegui as duas coisas, graças a Deus, porque eu pouco escuto essas proibições e agora que o celular ajuda, não tem mais flash que fotografa sem flash, aí que você pode fazer muita coisa, esperar a oportunidade, pode passar. E aqui é uma fotografia dentro da caverna. Olha, irmãos, vocês podem ver aqui João deitado começando a narrar. o que ele, a sua experiência nessa ilha. Eu me lembro que a primeira vez que eu cheguei aí, eu não não filmei nada, mas uma amiga que viajou comigo, uma colega de Puan, São Paulo, Fernanda. E Fernandinha foi quem trouxe a o filme, né? O que ela conseguiu. Eu praticamente não consegui falar porque a energia, a gente tem um pouco de mediunidade, esse teto desapareceu, eu só vi luz. Foi algo assim indescritível, mas uma felicidade aquela que a gente sentia quando tava perto do Chico de não segurar as lágrimas. Pode passar o próximo. É, essa foto, veja, tá sem flash, tá sem nada, mas ela tá melhor de observar.

mas uma felicidade aquela que a gente sentia quando tava perto do Chico de não segurar as lágrimas. Pode passar o próximo. É, essa foto, veja, tá sem flash, tá sem nada, mas ela tá melhor de observar. Essa eu tirei esse ano. Eu estive lá em fevereiro, começo de março. Então vocês observam João deitado e ele disse que viu, daqui a pouco nós vamos descrever. Essa é a primeira visão dele, o que mostra que ele era um grande médio vidência. Porque tudo que João narra no apocalipse, ele diz: "Eu vi, eu vi um anjo, eu vi uma imagem, eu vi uma uma um dragão, eu anjos com corneta, selos. Então ele é tudo baseado numa sequência de revelação através da mais mediunidade de audiência, vidência, desdobramento e psicografia. Então é uma obra espiritualmente falando, divina, porque é ditada por Jesus e psicografada por João. Se fosse classificada na doutrina, seria esse o nome. Revelação de Jesus. através da psicografia de João. Seria esse o verdadeiro nome do Apocalipse? Pode passar. Olha como ele narra no primeiro capítulo. Eu fui arrebatado, quer dizer, desdobramento no espírito no dia do Senhor. Aí a gente já tem uma revelação aqui. Qual é o dia do Senhor? Para os católicos é o domingo. Dominos aí vem domingo, mas para os judeu não é o domingo, é o sábado. Então aqui como ele como era judeu, ele foi arrebatado num sábado, porque no shabate é que os judeus oram, meditam, relembram sua libertação. Então, próprio o dia foi no sábado e eu vi, olha aí, desdobramento, vidência, detrás de mim uma grande voz, audiência. Olha como era a voz, uma voz de trombeta. A trombeta faz um barulho alto para despertou e a voz dizia: "Eu sou, olha aí a audiência de novo, o Alfa e o ômega". Mas a voz não disse: "Eu sou o Alfa e o ômega". A voz disse: "A ni vharon como o profeta Isaías, eu sou o início e o fim". Era a primeira senha de que ele estava se revelando através do profeta Isaías, que foi o seu grande profeta messiânico. Mas como a obra foi escrita em grego, eles não podiam botar Richon e

o e o fim". Era a primeira senha de que ele estava se revelando através do profeta Isaías, que foi o seu grande profeta messiânico. Mas como a obra foi escrita em grego, eles não podiam botar Richon e Aharon. Usaram a mesma letra do do alfabeto hebraico, mas agora no alfabeto grego, que já dominava muito. Embora o romano tenha conquistado aquela região, mas a filosofia grega e a sua escrita influenciou demais. ainda hoje influencia a cultura, medicina, a o direito todo canto, a sobretudo a filosofia platônica, Sócrates, o o Aristóteles, Pitágoras, todos esses que também tiveram um legado espiritual. Olha aí, eu sou o alfa ou ômea, primeiro derradeiro. E o que vez? Vidência, escreve-o psicografia no livro e envie as sete comunidades que estão na Ásia, a Éfeso, a Esmirna, Pérgmate e aatira e a Sardes, a Filadélfia e a Laud Odisseia. Então aqui está revelada a o primeiro objetivo do apocalipse. Aqui, só para já começar a diferenciar linguagem apocalíptica, aqui não tem eh simbologia. Observe que aqui só tem escatologia, que é a primeira, aliás, é escatologia sem simbologia. Tem coisas que vão acontecer no final dos tempos, mas de uma forma direta, porque agora ele tá falando para comunidade dasre das das comunidades de da Ásia Menor, começando por Éfeso, é realmente aqui a gente visita primeiro e nós visitamos já várias vezes essas comunidades e tr e trouxemos para vocês imagens e o recado. de João para essas comunidades, mostrando a autenticidade da sua revelação, o conhecimento, a sintonia. E Jesus fala para eles conhecendo tudo. Mas João, que é o intermediário, que também era judeu, facilita todo um processo que tem lições não só para eles, mas para nós como cristãos, seguidor de Jesus, espírita, estudioso, para ver a autenticidade dessa veridade entre o grande mestre e o discipem amado. Pode passar o próximo. O estudo do apocalipse pode ser dividido em duas partes distintas. A primeira parte que fala sobre a carta às sete comunidades da Asia Menor, capítulo de 1

e e o discipem amado. Pode passar o próximo. O estudo do apocalipse pode ser dividido em duas partes distintas. A primeira parte que fala sobre a carta às sete comunidades da Asia Menor, capítulo de 1 a tr e a segunda parte que são as revelações escatológicas capítulo 5 a 22. Hoje iremos nos deterves. Pode passar o próximo. A psicografia diz assim: João, as sete comunidades, eu teri igreja para mostrar que a maioria quer colocar a igreja, mas que é carralo, sinagoga no sentido de grupo, que a gente já definiu isso para vocês. Grupo com o mesmo objetivo, não é templo. sete comunidades que estão na Ásia. Volte, meu filho. Graça na próxima aí. Graça e paz seja convosco da parte daquele que é e que era e que há de vir e da parte dos sete espíritos que estão diante do seu trono. Então, esses sete espíritos são exatamente os espíritos que são dirigentes das sete comunidades, assim como a gente tem Ismael no Brasil hoje proporcionalmente cada, porque a primeira visão de João foi sete candelabros com sete luzes ou sete estrelas na mão de Jesus. quer dizer, representava o grupo e o espírito guia de cada um, que é a visão simbólica, aquela primeira que eu tirei a foto esse ano e coloquei aí para vocês. Pode passar. Aqui nós temos o mapa resumido, como vocês podem ver, as sete comunidades pela ordem, Éfeso, Esmirna, Pérgamo, Tiatira, Sard, Filadélfia e Laudicia. E a ilha de Pátimos, que éonde nós estamos, mostramos a vocês agora nós fomos conferir a o local espiritual, ou seja, vamos dizer assim, a geografia ou o slide da chegada de Jesus trazendo a sua comunicação. Lá ali você lá você encontra muito essa imagem. muito bem eh telineada. Eu vou só eu vou só mostrar aqui a vocês rapidamente. Isso aqui é, dá para vocês verem, é a imagem que caracteriza a primeira visão de João. Ele deitado na na gruta, tá vendo? E acima ele vê um como filho do homem. Isso, querido. Obrigado. Olha aí, um como o filho do homem, que ele diz, vestido de linho, de púpla, com sete candelabos, que são as sete

na na gruta, tá vendo? E acima ele vê um como filho do homem. Isso, querido. Obrigado. Olha aí, um como o filho do homem, que ele diz, vestido de linho, de púpla, com sete candelabos, que são as sete comunidades, e em cada mão, em cada candelabro, uma estrela que representa o o guia espiritual de cada comunidade. E aqui, isso lá tem todo canto. Aqui você vê João e Prócoro, ele ditando e Prócoro anotando a sua mensagem. Todo canto você encontra isso. Então eu aproveitei para mostrar a vocês. Pode continuar. Obrigado, Robs. Então, cada comunidade dessa nós visitamos. Vamos dar um passeio por elas rapidamente. Essa daqui é a primeira que é. Éfes é uma cidade hoje romana que foi, mas é impressionante como, embora tendo hoje predominância do do islamismo, mas o cristianismo é vivíssimo, tem 90% de ruínas cristãs na na Ásia Menor, hoje Turquia. Essa é a entrada da comunidade que eu considero assim a matriz de todas, porque foi em Éfeso que morou Maria, foi em Éfeso que João levou Maria para lá e também ali viveu, ali morreu a maior montanha de Éfeso. É onde se encontra o túmulo de João e é onde Justiniano no século VI construiu uma basílica imensa, inclusive destruiu o templo de Artemísia. para construir a basílica de João. Pode passar o próximo. Aqui vocês observam colunas romanas, né, de forma muitas delas, de forma grega e que mistura misturou muito a a cultura, as duas culturas. E hoje você tem ruas assim com 1 2 km só com essas colunas e com mármore daquela época carrar mármores caríssimos pode ir passando. Essa é a a água de Éfeso onde Paulo viveu. Você vê que Éfes mistura João. Mistura não, une, né? A história de João, de Paulo, de Maria. Estão todos aí. Aonde tem esse guindast lá do outro lado, ali foi segundo os as nossas buscas aonde Paulo morou. Ele tinha uma cara, uma casa ali, tinha uma loja, cada coluna dessa que vocês estão vendo aí era uma loja. E é uma Paulo tinha uma loja aí por 3 anos na sua eh segunda, terceira viagem, ficou 3 anos aí quando saindo só com aquele episódio dos

a loja, cada coluna dessa que vocês estão vendo aí era uma loja. E é uma Paulo tinha uma loja aí por 3 anos na sua eh segunda, terceira viagem, ficou 3 anos aí quando saindo só com aquele episódio dos Orives. E daqui ele saiu e pegou uma a estrada que começa nessa áre nessa água e vai até o porto de Éfeso daquela época. Hoje tá muito aoreado, muito aterrado e ele tá mais distante, mas naquela época era mais próximo. Pode adiantar aqui a entrada do do da ágora para o a estrada que vai para o porto. pode passar essa famosa biblioteca de céus em Éfra diz que essa biblioteca eh Marco Antônio deu de presente a Cleópola praticamente mais de 20.000 papiros. Daí o que chama a era negra da da história foi porque esses papilos tinham todo a narrativa dos grandes acontecimentos naquele no período romano e ficou perdido porque eles queimaram depois esses papiros, coisas que a história sofre quando sabe de algo dessa natureza. Pode passar. Essa é outra rua. Observem o mármore carraro branco. Nessa rua diz que a noite era coisa mais linda. Isso tudo era cheio de de daquelas daquelas daquelas tochas, né? Iluminava os que passavam. E aí tem até uma na época de do do imperador romano que colocou mandou fazer um globo terrestre para ele colocar o pé em cima que tem aí numa dessas dessas passagens. Pode passar. E essa não podia deixar de trazer para vocês o registro também. a casinha de Maria, onde ela viveu seus últimos dias na monterna de Bilbu, aonde eh segundo Berto de Campos, Jesus veio buscá-la. É outro espetáculo à parte. Éfes para mim é é uma luz, é um um núcleo energético. Aí as visões que a gente tem das energias e de a leveza do ar são impressionantes. A mediunidade de uma de uma freira alemã Catarina Eméric foi quem revelou, quem achou essa casinha que ficou 1800 anos perdida dentro dessa mata sem ninguém saber onde onde teria sido. Pode adiantar. E aí a carta de Jesus tá em Apocalipse 2:6. Para os cristãos que ali estavam sofrendo, perseverantes, pois sofreste por causa do meu nome, mas

ta sem ninguém saber onde onde teria sido. Pode adiantar. E aí a carta de Jesus tá em Apocalipse 2:6. Para os cristãos que ali estavam sofrendo, perseverantes, pois sofreste por causa do meu nome, mas não esmoreceste. Tens de bom detestares a a conduta dos nicolaítas, que também eu detesto. Os nicolaítas eram uma seita, uma um grupo que alimentava mais o corpo do que o espírito. chegavam a permitir até promiscuidades e outras coisas. Então, é uma passagem que a gente vê como aí Éfeso eh era um ambiente promisso como era Corinto, que Paulo sofreu muito ao ver aquele aquela promiscuidade, que ele ficou mais tempo ali para atender as pessoas, tentar reequilibrá-los. Então aqui quando você vai ler, conhece a história, você vê que autenticidade existe nessa mensagem de João, aliás, de Jesus, mas de uma sintonia mediúnica de João. Impressionado, impressionante. Pode passar. Essa Esmirna considerada a pérola do Egeu, é uma cidade portuária que ficava perto de de Éfeso. Aliás, naquela época, quando começou a a as primeiros primeiros influência da Igreja Católica Apostólica Romana, eh, Smirna passou a ser superior a Éfeso. Éfeso passou a ser subordinada ao bispado de Esmirna. que é uma ainda hoje é uma cidade assim belíssima. Os barcos ancoram na beira da calçada da Pode ir passando, Robs. Tem outras fotos aí bem para vocês terem uma ideia. Olha aí, ó. Lá no fundo você vê montanhas, mas é entre esse bastro que tem aqui e as montanhas ali. É uma enceada. O maregu envolve tudo isso aí. É uma cidade muito moderna, tem mais de 1 milhão de habitantes hoje. Pode passar, mas isso aí é um cais. E você observando tem essa mureta lá na frente. Isso aí tudo tem barcos ancorados. Aí chega navío, aí chega Barcos Grande. É um é uma cidade muito, muito, muito bonita, mas tem muito pouca coisa de de ar, eh, escavações, porque ninguém vai derrubar os prédios hoje para fazer escavações. Mas tem história riquíssima. Passa a próxima. Você chega, sai eu e minha esposa, observa o mar atrás, o maregeu. Por isso que ela é

, porque ninguém vai derrubar os prédios hoje para fazer escavações. Mas tem história riquíssima. Passa a próxima. Você chega, sai eu e minha esposa, observa o mar atrás, o maregeu. Por isso que ela é chamada de a pérola do Egeu. Pode passar. Jesus mandou também mandou uma carta aí para eles. Essa é a igreja de São Policarpo, que a gente pouco ouve falar em Policarpo de Smirno, mas ele foi discípulo de João, evangelista, fundou comunidades aí por muito lugar, inclusive a comunidade de Filomélio, que ninguém sabe hoje onde fica. Eu descobri nessas minhas buscas, encontrei, eu não digo por acaso, porque a gente tem sempre, eh, recebe sempre intuição de buscar determinadas informações. E tem uma cidadezinha chamada Acheí, onde tem um poeta, um profeta, não é profeta, poeta não, é um uma figura muito filosófica na cidade. Ele era da cidade de Achei e eu fui Achei ficava eh pertinho de de Antioquia da Psía, onde Paulo chegou com Barnabé depois que Marcos veio embora. E aí eu descobri que aquela cidade que hoje chama Achei foi uma comunidade chamada Filomélio, fundada por Policarpo, que foi martirizado por Roma para não negar a Jesus. deu a própria vida sem nenhuma titubiação. A a igreja dele é tem toda pintada no teto a história do seu martírio que e também que ele foi queimado. O fogo não conseguiu consumi-lo como não conseguiu eh eh consumir outros mártires, mas um soldado tirou-lhe a vida com a espada. passando com a espada em cima do coração. Uma história muito bonita. Ele foi contemporâneo de Inácio de Antioquia. Pode passar. E aí a mensagem que Jesus manda para eles é isso. Conheço tuas obras, tribulação e pobreza, mas tu és rico. E a blasfêmia dos que se dizem judeus e não são, mas são a sinagoga de Satanás. Eu coloquei essa tradução, embora não seja correta, porque a palavra não é Satanás. Satanás é uma palavra grega, é Satã, que é uma palavra hebraica, que não significa figura de Satanás, mas aquele que se opõe à mensagem, porque eles a blasfemavam, porque diziam judeu, mas

é Satanás. Satanás é uma palavra grega, é Satã, que é uma palavra hebraica, que não significa figura de Satanás, mas aquele que se opõe à mensagem, porque eles a blasfemavam, porque diziam judeu, mas era contrário à mensagem de Jesus. Então, porque eles são a sinagoga de Satã, da oposição que estava perseguindo os seguidores de Jesus. Nada temas das coisas que há de padecer. Eis que o opositor lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados e tereis uma tribulação de 10 dias, que é um tempo, eh, como é que se diz? É uma tribulação que vai passar. É nesse sentido, não são exatamente 10 dias. Ser fiel até a morte e dar-tei a coroa da vida. Então vejam que é uma mensagem confortadora, que Jesus sabia da situação de cada uma. Ele conhecia o que o que havia de problemas e ele mandava uma cartinha, um bilhete, vamos dizer assim, destinado à situação, porque cada um daqueles passava. Pode passar. Essa é a comunidade de Bérgama, o Pérgamo, que é uma comunidade também muito, muito distinta. Pode passar, Robson. Pérgamo é tem uma uma particularidade porque Pérgamo sobressaiu a na montanha de Pérgamo. É que tem uma um altar, tem o a, vamos dizer assim, um altar, não, um templo aos um deus pagão, romano, mas a gente nem visita quando vai ali, porque não tem eh informação nenhuma importante pra gente, a não ser a história. Mas aqui tem muita coisa riquíssima nessa nessa parte de Pérgamo. Pode passar o próximo. Aqui tá escrito em grego ascépion, né, que é um templo ao deus grego Ascleépo que era um hospital que foi construído aí, um hospital 300 anos antes de Cristo, onde Galeno, que foi um grande médico, nasceu aí, trabalhou, era preferido pelos Césares, pelos imperadores, porque ele era muito muito culto, ele descobriu muita coisa. Quem fez área de saúde, como eu, a história dele me impressionou aí, porque eu nem sabia que um dia iria visitar a cidade onde nasceu Galeno. Mas aí tinha uma coisa particular. Pode dar mais um toque, Robson? Essa é a entrada. Essa entrada

ória dele me impressionou aí, porque eu nem sabia que um dia iria visitar a cidade onde nasceu Galeno. Mas aí tinha uma coisa particular. Pode dar mais um toque, Robson? Essa é a entrada. Essa entrada tinha 800 m de comprimento e tinha uma placa dizendo assim: "Aqui a morte não tem permissão de entrar, porque só entrava gente com doença mental e eram processos obsessivos. Isso aqui é curioso. E ali eles se tratavam com os sacerdotes chamados Asclépio, que na verdade eram médiuns que eh tratavam essas pessoas com naquela época com métodos muito naturais. Eles usavam a leitura na biblioteca, o teatro, a música e os espetáculos. Usava terracota também para fazer tratamento e usava um túnel onde eles passavam por debaixo do túnel com vindo a água passando para acalmar. E o em cima tinha uns buracos onde os sacerdotes iam falando, doutrinando cada um. Quando eles chegavam no final eles iam dormir num local chamado Telesprum. E ali ele adormeciam e pela mediunidade onírica eles recebiam espiritualmente o tratamento para a doença de cada um. Isso é impressionante, gente. 300 anos antes de Jesus já existia um hospital psiquiátrico mediúnico. Não é impressionante isso? espiritual em Pérgamo. Isso eu fiz até um apresentei isso num num grupo de associação de medicina e espiritismo aqui em João Pessoa, mostrando essa parte desse tratamento terapia espiritual através da mediunidade onírica. Pode passar aqui. Tem umas coisas mais curiosas ainda. Ó aqui o tempo de Zeus era a entrada era aqui. Fotografia que eu tirei assim mais próximo. Pode passar. E aqui tem uma is é a entrada na frente onde era feito a triagem era o ambulatório. Aqui se fazia um uma ficha e a pessoa tinha que provar que tinha saúde, tinha que andar com seus pés porque se não viesse andando não entrava porque não tinha doença física. E aqui você vê nessa coluna branca tem uma jarra, a boca de uma jarra e duas serpentes se entrelaçando. E se conta que eles vinham um senhor que não estava muito bem, com a jarra de leite. E naqueles 800 m ele

cê vê nessa coluna branca tem uma jarra, a boca de uma jarra e duas serpentes se entrelaçando. E se conta que eles vinham um senhor que não estava muito bem, com a jarra de leite. E naqueles 800 m ele parou, deitou debaixo de uma árvore, adormeceu e vieram duas serpentes. entraram para beber o leite e brigaram dentro da jarra com leite e deixaram o seu veneno da briga dentro da jarra e foram embora. E quando o homem acordou, não sabia do que tinha acontecido, bebeu do leite e ficou curado. A partir daí, a serpente passa a ser o símbolo da cura. Eh, Asclépio, o deus e Giea, a sua, a deusa da saúde. Daí vem a palavra higiene. Quer dizer, é um lugar, eu não pensei nunca que eu ia encontrar na na comunidade de de Pérgamo, tanto conhecimento e tantas informações, tanta história belíssima, sobretudo com relação à espiritualidade. Pode passar. E a carta para ele foi essa. Mas algumas poucas coisas tenho contra ti, porque tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeço diante dos filhos de Israel, para que comesse do sacrifícios da idolatria e fornicasse. Assim tens também os que retém a doutrina dos nicolaías, o que eu odeio. Então Jesus aqui manda para eles um recado, onde eles estavam se entregando à idolatria, estavam perdendo o entusiasmo, mas ele tava sabendo de tudo que estava acontecendo. Porque quando na época que João é preso, praticamente as comunidades ficaram acéfalas. Então eles não tinham mais alguém que os chamasse atenção, que os visitasse. E a gente observa naquele ciclo que eu fiz das sete comunidades, João ficava em em Éfeso com Maria e se afastava e a Esmirna e a Pérgamo, e a Tiatira e a Filadélfia ia visitava e depois voltava. é como se fosse todas em círculo em torno de Éfeso. E ele conhecia a situação e a dificuldade de cada um, que é curioso nessas cartas, exatamente isso. A fidelidade da mediunidade de João. Jesus não se se tem dúvida que ele sabia tudo e para cada um tem um recado compatível com a situação da comunidade. Passo próximo.

nessas cartas, exatamente isso. A fidelidade da mediunidade de João. Jesus não se se tem dúvida que ele sabia tudo e para cada um tem um recado compatível com a situação da comunidade. Passo próximo. Aqui é Tiatira, é outra cidadezinha que tem que tem poucas ruínas, poucas escavações, mas tem uma mensagem muito bonita. Tiatira era uma cidade onde tinha produtoras de de tecido eh com com pintura. Já havia pintura de tecido. E vocês se lembram que Paulo encontrou uma mulher que era lá lá perto na sua primeira viagem na beira de um rio, aonde tinha uma mulher que era de Tiatira, é citada numa de suas cartas. Pode passar. Essa comunidade foi muito condenada por Jesus. Aqui é a parte das ruínas escrita a história em grego e em turco. Pode passar. Eu te só para registrar aqui mais ruínas, ó. Mas isso tudo é um é uma espécie de um ginásio que ficou no centro da cidade, porque ao redor tudo aí são ruas modernas com edifício e tudo. Ainda tem, eu acho que tem mais uma. Pode ir, pode adiantar. Olha aí aí, ó. Esses arcos que eles estão são descobrindo de Tiatira. Pode passar que a gente vai ver aí agora eles no lugar. Estão vendo, ó? Aquela foto, os arcos e lá depois os edifícios. Então, toda a escavação de Tiatira é mais ou menos o equivalente a dois campos de futebol, mas aí tem muita coisa por debaixo da desses é difícil, mas ninguém vai derrubar para fazer a escavação. Mas são marcas cristãs, vocês observem em toda essa região da Turquia, sobretudo essas sete comunidades que a gente visita todas, que para mim é uma bção poder esses lugares. sentir a energia, relembrar, estudar com o pessoal e cada vez mais assimilar essa mensagem riquíssima e o testemunho daqueles que diante do sofrimento ele eles não negaram a Jesus. Isso aqui é importante. Alguns se afastaram, foram foram criticados, mas nenhum negou a sua fidelidade. É muito, é muito rico quando você se encontra diante disso. Lá na, na casa de, de Paulo, na cidade de Paulo, em Tarso, tinha duas, três freiras, não tinha padre, não tinha nada na igreja

a fidelidade. É muito, é muito rico quando você se encontra diante disso. Lá na, na casa de, de Paulo, na cidade de Paulo, em Tarso, tinha duas, três freiras, não tinha padre, não tinha nada na igreja que é feita, construída em honra dele. Essas mulheres, contando a história dela hoje, elas têm o mesmo amargor, a mesma tristeza da oposição e adversidade que elas recebem hoje, como se fosse na época de Jesus. Eu me emocionei muito com isso. Inclusive lá em Antioquia eu conheci um padre que sucedeu um outro que foi degolado por ser cristão. Então, a gente observa que ainda hoje a questão da do preconceito da diversidade entre religiões diferente é algo que como diz o Espírito de São Luís lá no capítulo 13 do Evangelho Segundo Espiritismo, tem 20, que a gente tem que tratar as pessoas como filhos de Deus, nunca pela religião que militam, porque mesmo que ele não tenha a nossa religião, se for bem tratada, mesmo que não seja deles, Mas segundo São Luís, as pessoas irão simpatizar. Isso aqui é o importante. Pode passar. Olha a carta que ele mandou. Eu conheço as tuas obras, o amor e serviço e fé e a tua paciência, e que as tuas últimas obras são mais do que as primeiras, mas algumas poucas coisas tenho contra ti, que deixa Jezabel, mulher que se diz profetiza, ensinar e enganar os meus servos, para que forniqua do sacrifício de idolatria. Essa é uma é uma é uma referência que Jesus traz ao que aconteceu lá no livro dos Reis com Jezabel, a esposa do rei Acas, que se opôs ao profeta Elias. E a gente observa a ligação entre primeira revelação e segunda sobre um Jesus que conhecia essas histórias a fundo e que ele tinha para aqueles que eram judeus sucessores uma ressalva, mas com base ou fazendo metáfora ou comparação com aquilo que está lá no livro dos Reis, que é o caso da história do profeta Elias. Então a gente vê como Jesus era primoroso e como ele convencia. Ninguém tinha dúvida que era ele que estava falando pela as respostas. E mais uma vez lembrando a autenticidade da

ria do profeta Elias. Então a gente vê como Jesus era primoroso e como ele convencia. Ninguém tinha dúvida que era ele que estava falando pela as respostas. E mais uma vez lembrando a autenticidade da mediunidade de João, porque ele diz: "Algumas coisas eu tenho contra ti". Porque Jezabel era uma era uma mulher que tinha lá na em Tiatira que corrompia os cristãos. Dizia que não tinha problema nenhuma nenhum que ele se problema eh praticasse paraiscuidade, comesse eh sacrifício de animais que de idolatria. E Jesus traz uma mensagem mostrando que ninguém pode ficar em cima do muro, né? Seja o vosso falar sim, sim, não, não. Ou você é ou você não é. Pode passar aqui. Essa comunidade de Sardes, ela é fantástica. É o maior ginásio. Olha, vocês estão vendo o tamanho dessa estrutura. Isso é, isso tudo são ruínas, gente. No tempo, essa cidade foi é uma cidade que hoje eu acho que as escavações dela só perde para Éfeso, mas tem muita coisa. Olha o tamanho que as pessoas ficam daqui para poder a gente tirar uma foto que pega o ginásio com o tamanho que fica as pessoas quase invisíveis diante da foto, o que mostra a magnitude dessa obra. Passa o próximo, Robertson. Ele tem Jesus. Olha as colunas escrita aqui, mostrando mais uma vez aqui nessa coluna a palavra seasto que é venerado, distinto, a palavra grega mostrando que embora fosse construção romana, mas o idioma grego ainda influenciava pela força que sempre teve e ainda hoje tem, né? Você vê que todas as obras que a gente tem dos evangelhos hoje de de de tudo, sobreviveu exatamente o texto grego pela influência que eles tiveram nas civilizações, mesmo depois de sucedidos por Roma, mas continuaram marcando preso. Pode passar. Olha as montanhas em torno de Sardes. Tem ginásio aí, tem sinagoga, coisas imensas. Sardes era uma uma um lugar muito preferido pelos conquistadores, porque era um local muito muito importante, era cruzamento de de de caravanas, de de E aí depois que os gregos, os romanos, depois que aí invadiram naquela época

muito preferido pelos conquistadores, porque era um local muito muito importante, era cruzamento de de de caravanas, de de E aí depois que os gregos, os romanos, depois que aí invadiram naquela época os cristãos, a comunidade que foi fundada aí, eles sofriam Mas de conta a história que o o essa cidade era inexpugnável, porque além de ser entre montanhas, por si só era uma defesa, uma barreira, tinha uma muralha intransponível. E eles viviam tão confiantes de que ninguém ultrapassava nem chegava ali, que eles frequentemente eles faziam festa a Baco, né, o deus do vinho, e se embriagavam muito. Eu disse que numa noite que eles fizeram uma festa, todos embriagados, chegou, chegaram os peças eh conduzido, dirigido por Ciro, rei peça, aquele mesmo que libertou o judeu do cativeiro da Babilônia. E Crio, ao chegar aí tava todo mundo dormindo. Ele não teve trabalho nenhum. Cavou um buraco no muro e conquistou a cidade. Quando eles eh despertaram da ressaca, estavam todos dominados. E é curioso que Jesus cita na sua carta. Vamos ver como foi a mensagem para lá. Observem que coisa interessante. Pode passar, querido. Essa aqui é uma foto do grupo. A gente tá na porta embaixo do ginásio. Olha, gente, nem vai embora lá, desaparece a parte superior porque é imenso. Pode passar. Olha o que ele diz. Ser vigilante e confirma os restantes que estão para morrer, porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Lembra, pois, do que tem recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te, e se não vigiares, virei sobre ti como ladrão, e não saberás a que hora sobre tirei. Lembre-se que Jesus recomenda lá na frente, que a gente não sabe se o homem, se soubéssemos o dia e a hora que o ladrão viria, o dono da casa fecharia a porta. E Jesus traz isso aqui, exatamente dizendo para ele, ó, lembro do que aconteceu na conquista por Ciro dessa cidade? Porque confiaram, não vigiaram e veio Ciro como ladrão e conquistou a todos. mais uma senha de que era Jesus que estava escrevendo, porque ele já

o do que aconteceu na conquista por Ciro dessa cidade? Porque confiaram, não vigiaram e veio Ciro como ladrão e conquistou a todos. mais uma senha de que era Jesus que estava escrevendo, porque ele já tinha dito isso no evangelho. Então, é mais um uma uma comprovação de que ele estava com o pessoal, com os seus seguidores e se identificando como aquele que era o primeiro fim, aquele que falou no evangelho, como a gente vai ver em outras outras comunidades. Pode passar o próximo, Robs. Filadélfia. Olha o tamanho dessas colunas. É outra. Filadélfia. Palavra filho em grego é amigo, né? Delfos é irmão, amigo do irmão. Essa comunidade foi uma das comunidades que mais foi fiel a Jesus. E ele diz isso na carta. Por isso que você vai encontrar muitas comunidades dos nossos irmão protestante com o nome de Filadélfia, porque foram as únicas elogiadas por Jesus. Pode passar. Olha o tamanho dessas colunas. Você vê o prédio junto que é quase do tamanho do do edifício. E tinham essa essa igreja, a a base dela era oonal, tinham oito colunas dessa. Aí você ainda encontra textos em armênios, em grego. Mas essa comunidade foi a sexta comunidade que foi muito alugiada por Jesus. Passo o próximo. A igreja São João, né, que que foi o o que recebeu a carta para ela. Coloca o nome dela. Pode passar. Aqui é um texto também em grego, nessa placa. Pode passar. E olha a mensagem. Conheço as tuas obras. Eis que diante de ti pus uma porta aberta e ninguém a pode fechar. Porque tendo pouca força, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome. Eis que eu farei aos da sinagoga de Satã, aos que se dizem judeus e não são mais mentem. Eis que eu farei que venham e adorem prostrados a teus pés e saibam que eu te amo. É a única que recebe uma declaração de amor de Jesus. Por isso que muitas igrejas eh querem se chamar comunidade Filadélfia, porque realmente foi aquela que mais foi fiel a Jesus. E ele declarou amor incondicional a eles, como tá lá em Apocalipse 3, 8 e 9. Passa próxima. Agora essa comunidade,

chamar comunidade Filadélfia, porque realmente foi aquela que mais foi fiel a Jesus. E ele declarou amor incondicional a eles, como tá lá em Apocalipse 3, 8 e 9. Passa próxima. Agora essa comunidade, meus irmãos, ela é muito interessante. Filadélfia, não a própria. Sim, como guarda aqui é a segunda mensagem, o resto da mensagem. Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei na hora da tentação, que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. Eis que venham sem demora. guarda o que tens para que ninguém tome a tua coroa. Além de dizer que eles que ele o amava, ainda os dedicou a eles uma coroa daquele que vence, né? Uma coroa de rei. Pela fidelidade dessa dessa comunidade. Pode adiantar, Robson. Laudiceia. La Odisseia é uma comunidade assim, a última, mas muito grande. Tem sinagogas. Quando eu fui aí a primeira vez, gente, só tinha praticamente essa rua. Hoje estive estve lá agora em março, fevereiro, final, começo de março, o que já tem de escavação. Vai passando, passa mais um pouquinho. Olha o tamanho dessa dessa rua que é só já tá lá na frente. Pode adiantar. Olha, isso aqui tudo é a sinagoga, o luxo. Diz que laudissé era a única comunidade que tinha uma lã negra. Os as ovelhas de lá davam lãs negras e tinha foi lá que se descobriu eh eh tratamento de de para olho, óculos, fabricação de lentes, essas coisas. foi em Laudiceia. E eles eram tão poderosos e tão ricos que eles sofreram muitos terremotos e não aceitaram nem auxílio de Roma. Os do habitante da cidade mesmo, pela riqueza, reconstruíam a cidade com seus próprios eh recursos. Então, foi assim uma comunidade distinta. Agora, o que me chama atenção em Laud Odiceia, pode passar o próximo, Robs. É a a geografia. Olha aí, mais gente caminhando todo dia nosso grupo junto com outros grupos. Essas todas essas fotos são minhas. Então, a gente observa a grandeza, olha as colunas. Quando eu fui aí a primeira vez, não conhecia isso aí não. Não existia nada disso. Foi escavações depois. Acho que a

s todas essas fotos são minhas. Então, a gente observa a grandeza, olha as colunas. Quando eu fui aí a primeira vez, não conhecia isso aí não. Não existia nada disso. Foi escavações depois. Acho que a primeira vez que eu tive aí foi em 2011 ou 2012, h, uns 13 anos atrás. Pode passar pro próximo. Olha, mais escavações. Tão vendo? Isso já é outra área e ainda tão descobrindo mais coisas. Pode adiantar mais um que eu acho que agora é que eu vou mais um aí, ó. Pronto. Aqui eu queria, eu coloquei três nomes aqui para mostrar uma coisa interessante a vocês. Laudiceia, Hierápolis e Colosso. Esses nomes não são estranhos. Esse segundo, o primeiro nome é o que nós estamos tratando dessa comunidade lá odis. Hierápolis. Vocês estão vendo uma mancha branca lá no horizonte do outro lado. Isso aí é o que se chama hierápolis, o pangucale, que é uma fonte de cálcio que tem nessa montanha, que é uma coisa linda, chama montanha do algodão. Ela é toda branquinha, parece eh o o capucho do algodão. E ela tem fontes térmicas, coisa linda. Aí tinha maior fonte de tratamento para todo tipo de doença. Aí morreu muita gente. Aí tem uma uma piscina chamada piscina de Cleóptero, bem azulzinha e você avista ela de lá de serra. E essa foto me disse muita coisa depois, porque aqui eu poderia, eu você imagine que a gente tá aqui, tá vendo do outro lado Hierápolis. Aí em Hierápis eu encontrei o martírio de Felipe, o quinto discípulo de Jesus que foi acabar os seus 47 anos. Ele pregou o evangelho de Jesus aí nessa cidade, cidade romana, né? Cidade santa, né? Yerov e polis, que ali as pessoas vinham muito para ir para se tratar porque as águas diz que eram medicinais e morreu muita gente. Aí tem uns verdadeiro cemitério, tumbas de todo sarcófago, de toda a natureza. E aí morreu Felipe do lado de lá, discípulo de Jesus, pertinho de Laudiceia. E aqui embaixo à direita fica Colosso, aquela cidade que é Páforas, que era de lá, foi visitar Paulo na prisão. E junto com ele Paulo escreveu a carta aos Colossenses.

de Jesus, pertinho de Laudiceia. E aqui embaixo à direita fica Colosso, aquela cidade que é Páforas, que era de lá, foi visitar Paulo na prisão. E junto com ele Paulo escreveu a carta aos Colossenses. Então você tem João aqui, Paulo ali e Felipe lá no do outro lado. Três figuras de destaque na sucessão de Jesus. Agora, a mensagem que Jesus manda para ele, para mim é perfeitamente identificável com ele. Porque a entre essa essa montanha branca e do lado de cá, onde a gente tá em Lauderra, fica 15 km de lá para cá. Eles aí no meio passa um rio, o rio Lixo. Então você tem a água que chegava lá de serra, vinha de Arápolo, da fonte da montanha, água quente e o rio era fria, água gelada. Então misturava água quente lá de cima com água gelada do rio Lixo. E quando chegava lá dissesse alguém tomasse dessa água. enjoava, passava mal e vomitava. Tinha que tomar ou ela quente ou fria. E aí você vê a mensagem de Jesus para esse pessoal que eram tinham esquecido praticamente de João e dos discípulos. Esse povo que era autossuficiente, muito rico, vestindo-se da melhor forma possível, né? Já tinha a lã, a a lã negra aí da das ovelhas. E olha a carta, vamos ver a carta que Jesus escreve para eles depois dessa situação geográfica toda. Pode passar ao anjo da igreja de la Odisseia escreve isto. Diz o amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus. Quer dizer, esse essa tá identificando como Jesus. Quem diz isso? O amém. O amém é um dos nomes de Jesus. Conheço as tuas obras. Olha aí. Nem és frio, nem quente. Quem dera fosse frio ou quente, como a água de Herápolis e e como a água do rio Lixo. Você poderia ser ou uma uma das duas coisas, porque morno eu não te aceito e não és frio nem quente. Como você não é frio nem quente, eu vou me tartirei da minha boca. Gente, eu fiquei impressionado com isso, porque Jesus tá falando algo que eles conhecem. Eles não podia tomar água morna na mistura do rio Lixo com a água de Herápolis. E ele usa essa metáfora como que eles

eu fiquei impressionado com isso, porque Jesus tá falando algo que eles conhecem. Eles não podia tomar água morna na mistura do rio Lixo com a água de Herápolis. E ele usa essa metáfora como que eles não podia. Olha o que Jesus dizia. Seja o vosso falar. Sim, sim. Não, não. Então é um Jesus agora no mundo espiritual utilizando a geografia da da região e trazendo para eles informações de muita importância para que eles tomem a posição, não seja como a própria geografia, mas seja ou quente como a água depois ou frio como a água do rio Lixon. Então eu acho essa mensagem assim uma das mais fortes no sentido de que Jesus foi bem fiel a uma geografia uma situação que todo mundo conhecia e é sobretudo da indiferença por eles ter esquecido da mensagem, por eles ter se envolvido mais com o dinheiro do que com a espiritualidade de dar mais a César do que a Deus. Passa o próximo, como diz, rico sou, tá vendo, ó? Estou enriquecido e de nada tenho falta. Como diz, não preciso mais de vocês. Não sabes que és um desgraçado e miserável, pobre e cego? Porque eles cuidavam de lentes, de óculos e nu. Eles fabricam até um colírio que era utilizado lá. Aconselhe-te que de mim compreso provado no fogo para que te enriqueças e roupas brancas para que te vistas e não apareça a vergonha da tua nudez e que unjas os teus olhos com colírio para que vej. Quer dizer, tudo ligado ao conhecimento do que acontecia naquela cidade. Passo o próximo. Magnífico esse essa colocação. Então, o espiritismo explica todos esses fenômenos de arrebatamento e todos os acontecimentos. Pode, pode passar um pouquinho. Eu vou. E aí agora que nós vamos entrar no entendimento do significado real. desse dessa obra. A primeira parte tá bem explicada, pode passar. Apocalipse. É verdade que frequentemente a descrição apostólica penetra o terreno mais obscuro, vê-se que a sua expressão humana não pôde copiar fielmente a expressão divina das suas visões de tanto interesse para a história da humanidade. Passe mais uma, pode

ica penetra o terreno mais obscuro, vê-se que a sua expressão humana não pôde copiar fielmente a expressão divina das suas visões de tanto interesse para a história da humanidade. Passe mais uma, pode adiantar. As guerras, as nações futuras, os tormentos por vindouro, o comercialismo, as lutas ideológicas da civilização ocidental estão ali pormenorizadamente entrevistos. Quer dizer, aqui tudo que tem no Apocalipse já foi predito, já está profetizado por Jesus e ali agora pelo próprio João. Pode passar. O divino mestre chama aos espaços o espírito João, que ainda se encontrava preso nos liamos da terra, né, lá em Pátimos. E o apóstolo atônito e aflito, lê a linguagem simbólica do invisível. Recomenda-lhe o anjo do Senhor que entregue os seus conhecimentos ao planeta como advertência a todas as nações e a todos os povos da terra. E o velho apóstolo de Pátimos transmite aos seus discípulos as advertências extraordinárias do apocalipse. Pode passar. E a figura mais dolorosa ali relacionada que ainda hoje se oferece à visão do mundo moderno é a bem da é bem aquela da igreja transviada de Roma, simbolizada na besta vestida de púrpura, embriagada com o sangue dos dos santos, não, aqui eu acho mais correto dos mártires, dos seguidores de Jesus. Isso está na obra Caminho da Luz do nosso querido Emmanuel, que dá um retrato assim bem fiel, bem amplo, bem universal, bem sucinto do que representa essa obra para toda a humanidade. Pode passar. Aqui você tem desdobramento mediúnico, vidência, audiência e psicografia. Então, podíamos dizer psicografia de João, ditada por Jesus através de vidência e desdobramento. É uma obra completa no sentido das faculdades mediúnicas que João possuía todas, como a gente tá vendo, né? Pode passar. Então, ele aqui agora que a gente fecha, né, que a gente viu a primeira parte, os capítulo de 1 a tr. com esse inroito, com essa base, para que a partir daqui ainda a gente precisa saber separar o que é a mensagem apocalíptica escatológica da mensagem escatológica

rimeira parte, os capítulo de 1 a tr. com esse inroito, com essa base, para que a partir daqui ainda a gente precisa saber separar o que é a mensagem apocalíptica escatológica da mensagem escatológica sem apocalipse, que eu vou fechar definindo isso para ficar bem separadinho. Primeira aula que eu tô terminando da segunda aula que a gente dará mais na frente. Primeira coisa, a linguagem escatológica é aquela que essa palavra grega significa aquilo que acontece no final dos tempos. Escatal aquas e logos é estudo, né? Então é estudo das coisas que vão acontecer no futuro. Quando essa essa linguagem não é imagética, vamos dizer assim, simbólica, é uma escatologia direta. Por exemplo, Jesus disse eh lá lá em Mateus 24, haverá aqui não sobrará pedra sobre pedra, sobre o templo. Não usou nenhum nenhuma imagem figurada. Pai contra filho, filho contra pai, nação contra nação, reino contra reino, fome, peste, eh, eram abalos sísmicos, pai contra filho, filho contra pai, rei contra nação contra nação. Então, Jesus deixou assim, de uma certa forma direta uma escatologia sem precisar de símbolos. A gente quando vê as guerras, as fomes, as pestes, covid, não, tudo isso está predito por Jesus nos capítulo 24 e 25 de Mateus, onde ele ainda dá uma uma um fechamento de como será o final da transição planetária com aquele juízo final que tá em Mateus 25 31 a 46. Tudo isso é imagem ou mensagem escatológica, que é das coisas que vão acontecer no final, mas sem símbolo, sem cartiçal, sem lâmpada, sem corneta, sem selo, sem cavaleiro, sem trombeta. Então isso é escatologia direta. Já a mensagem apocalíptica também é escatológica, mas é simbólica, cheia de metáforas, cheia de imagens de de dragão, besta, não é? Como a gente viu, que são característicos do que a gente vai estudar do capítulo 4 ao 22 com numerologia, com número 666. A gente vai mostrar para vocês verem como as pessoas confundem essa interpretação do de quem é a besta apocalíptica. E eu espero que a gente tenha aberto esse estudo que eu achei por bem de

úmero 666. A gente vai mostrar para vocês verem como as pessoas confundem essa interpretação do de quem é a besta apocalíptica. E eu espero que a gente tenha aberto esse estudo que eu achei por bem de trazer mais algum esclarecimento, não fazer apenas só uma introdução, porque é um é uma obra que é diferenciada de todas as outras obras da Bíblia. E agora vamos colocar o pé no chão e não pensar que a gente vai esgotar tudo que tem no apocalipse de forma nenhuma. A gente vai arranhar, a gente vai tentar unir um Jesus judeu, confortando aqueles seus sucessores que também eram judeus e aqueles que não eram, que estavam se eh unindo aos seus seguidores. Essa é mais ou menos a nossa intenção, sem querer esgotar jamais o assunto, nem me ter o direito, nem a prepotência de dizer que eu sei Apocalipse. De forma nenhuma. a gente vai procurando adequar os nossos poucos ou parcos conhecimento a cultura judaica e a simbologia que tem lá em Ezequiel, em Daniel, em Jeremias, tantos outros, até em Enoque, todos, tantos outros que trouxeram literatura apocalíptica. Essas são as nossas considerações. Olha, 1 hora 35 minutos, mas eu espero ter deixado pelo menos as bases, os alicés plantados para que a gente possa concluir esse estudo do Evangelho Red Vivo com alguma coisa mais do que a maioria coloca na o estudo do apocalipse. Gratidão a vocês. Obrigado pelo carinho e pela paciência. Obrigado, professor. O senhor conseguiu eh motivar de uma forma maravilhosa o estudo que nós teremos pela frente. O senhor conseguiu que a gente se emocionasse durante a sua explanação? Muito obrigado. Será lindo, tenho certeza, não é? Não sei se o Godinho já chegou. Chegou, gente, a nossa nossa godinho o Godinho vai fazer para nós. Oi, por não professor, desculpa. É, é, foi exatamente esse, de uma certa forma estimular o grupo e ter pelo menos alguma coisa de suporte para durante o estudo não ficar perdido no sentido de procurar, né, porque é impossível, né? E a gente vai ver que a foi um estudo lindo,

rma estimular o grupo e ter pelo menos alguma coisa de suporte para durante o estudo não ficar perdido no sentido de procurar, né, porque é impossível, né? E a gente vai ver que a foi um estudo lindo, professor, muito lindo. Eu acredito que a gente nesse primeiro primeiro trecho que nós vamos estudar, né, nós vamos nos entusiasmar um pouco mais ainda com com esse estudo. Vai vai falar alta ao nosso coração, porque foi muito emocionante tudo que o senhor passou. É interessante, né? Não sei se por ser professora de geografia, a visão desses lugares faz assim: "Puxa, meus olhos ficam, puxa, é uma, é uma diferença, né, Silene? É um slide a mais, né? É verdade. Teu microfone desligado. Teu microfone tá desligado, Martinha. Pode, pode falar. Isso é contigo, Martinha. Olha, eu não perdi nenhum lance, nenhum lance. Assisti tudo, vi tudo, ouvi tudo. Inclusive, eh, Celestino, você me fez lembrar boas lembranças. Eu tive em Éfeso, eu tenho fotografias ali daquele lugar, eu e também eu consegui tirar uma uma foto escondida, eu confesso para você, lá daquele de João, de João deitado, né? Eh, fui lá na casa da Santíssima. E uma coisa que me me interessante lá em Éfeso, eu fui em Pátimos e fui também em Éfeso. Mas lá em Éfeso, o que me achei que me chamou atenção é que nós espitas, nós temos uma tese, né, a tese de Deni, inclusive que João é a não é uma tese espírita que João seria que Francisco de Assis é reencarnação de João, não é isso mesmo? É. Nós temos essa tese espírita. E o interessante que lá na casa de na casa de Maria você vê que tem quando sai é muito humilde ali, né? Tem aquelas fonte de água, aquelas torneiras que todo mundo bebendo água. Do lado esquerdo, saindo do lado esquerdo tem toalete sanitário, mas para entrar ali porque hoje pertence à Turquia, né? É, então ali na entrada propriamente dito desse espaço, depois daquelas lojas de que vende, aquela lojinha lá que vende eh lembrança, na hora que você entra, tem uma mureta, eu tenho até a foto, posso mandar para

na entrada propriamente dito desse espaço, depois daquelas lojas de que vende, aquela lojinha lá que vende eh lembrança, na hora que você entra, tem uma mureta, eu tenho até a foto, posso mandar para você. Adivinha a quem cuida daquela casa de Maria? Adivinha não? Você sabe? São os franciscanos. É, exatamente. Padre fez, então achei interessante quando a gente teve lá, eu tive com a Carmen, com o Rabelo e mais duas amigas do Rio, que a gente acha que João, eh, Francisco de Assis, encarnação de João e tá lá uma estátuazinha de Francisco de Assis, que quem cuida daquele ambiente são os frades franciscanos. Mas eu gostei muito das suas colocações, inclusive é uma parte simbólica que não é fácil e é escatológica e também nas referências espíritas. Nós não temos tantas referências espíritas, isso espíritas propriamente dito, mas vai ser uma viagem muito boa e na segunda parte vai ser melhor ainda. Foi bom que conhecer essas igrejas, outras comunidades que eu não conheço e me deu boas boas informações. Vai ser bom, viu? Vai ser bom mesmo. Se Deus quiser, querida. Se Deus quiser. A ideia já foi bom, né, Marta? Já foi bom. Foi muito bom. Vai ser melhor. Deus quiser. É, vai ser Deus quiser. Então é isso aí, querido amigo, querida Silene, a gente agradece por esses momentos. Eh, eu não perdi nenhum segundo, acompanhei de perto. Eu nos sentir muito gratificados por estarmos aqui ouvindo, gravando pra gente poder reverescutar de novo e agradecemos sempre a sua boa vontade para conosco. É, Celest sempre que eu puder, minha filha, para ajudar e eu e eu me sinto gratificado de poder deixar alguma colaboração, porque esse estudo é muito importante. É, é um estudo que que vai servir muito, muito, muito, é muito mesmo. As coisas futuras. E eu achei interessante, você colocou que antes do do do espiritismo propriamente dito, consolador prometido, nós temos o apocalipse intermediando tudo para nos levar, para mostrar como será essa transição paraa regeneração. Finalmentes, finalmentes. É, então eu

itismo propriamente dito, consolador prometido, nós temos o apocalipse intermediando tudo para nos levar, para mostrar como será essa transição paraa regeneração. Finalmentes, finalmentes. É, então eu agradeço muito de coração. Tô realmente muito grata, muito sensibilizada. E vamos tocar o barco. Nós temos aí no presente presente, estamos aí a sua sorte ao grupo, aos internautas. Qualquer coisa que eu pudesse ser útil, ficarei muito feliz de poder ajudar. Ah, muito obrigado. Nós sabemos que podemos contar com com você. Então vamos agora aproveitar o momento para elevar a nossa o nosso pensamento em prece, né? Nós estamos muito felizes. A presença dos espíritos, dos desencarnados tem uma presença maciça, como eu nunca tinha visto antes. Um grupo muito grande de espírito que participaram, que acompanharam o estudo e uma vibração amorosa muito grande. E agradecemos no fundo do coração por essas esses estudos que o Celestino nos trouxe pela oportunidade que João, o querido João nos trouxe, o apóstolo João, o evangelista João nos trouxe a respeito dessas informações, algumas das quais possivelmente já estão, já aconteceram. estão acontecendo e que nos mostra que devemos ter a esperança. O apocalipse de João traz a mensagem do Cristo, mas uma mensagem de esperança, que o seu evangelho será vitorioso, a nova Jerusalém descerá. Então, Senhor, nós agradecemos muito, agradecemos a presença dos desencarnados, dos encarnados, dessa gravação que vai ficar pra gente rever com mais cuidado, com mais atenção alguns pontos importantes e aqueles que não puderem estar aqui presente, que a tua paz se estenda em todo o planeta, sobretudo naqueles locais de maior sofrimento, onde Existe guerra, de entendimentos que pode realmente a alastrar a dor, espalhar esse sofrimento por todo o planeta. Jesus abençoe a sua humanidade. Nós amamos muito você, o nosso nosso guia e modelo. E sabemos, Senhor, que tudo o que estará destinado ao nosso planeta irá acontecer segundo a sua vontade, porque age em nome do Pai, o

ua humanidade. Nós amamos muito você, o nosso nosso guia e modelo. E sabemos, Senhor, que tudo o que estará destinado ao nosso planeta irá acontecer segundo a sua vontade, porque age em nome do Pai, o nosso Deus, nosso Pai celestial celestial, criador. Muita paz, queridos irmãos, e muito obrigado, Jesus. Que assim seja, minha irmã. Jesus abençoe a todos. Assim seja. Meu abraço fraterno e a gente combina depois quando é que a gente dá a segunda parte, tá bom? É, a Maria Amélia vai entrar em contato com você e aí vai marcar direitinho, tá? E os nossos irmãos que aí estão presentes, aquele abraço bem carinhoso e que tenhamos uma noite cheia de paz, cheia de harmonia, com pensamentos de luz. Muita paz. Amém. Fiquem com Deus. Muita paz para todos. Certeza. Vamos chamar todos para vêla. Isso, Robinson, chega aí. Ei, Robinson, o print, o print. Rob, faz o print. Passa, Rober. Robs foi o médico de mídia. sem ele por ele. Aprendizado aqui, aprendendo. Me tira, me tira uma dúvida antes do fechamento. Aquele que escreveu as visões de João, né, o ele e ele não é também chamado epinefído, não? O nome que eu aprendi, que que eu conheci é Prócoro. Pois é. Mas vê que é no outra língua. Eu eu vi, eu não sei, eu vi em algum lugar que era que era um jovem que acompanhou o apóstolo depois que Domiciano quando Mas os guias, os guias lá falam esse nome, viu? Que você tá falando, mas é prócoro. Tá bom. Era isso que era minha dúvida, tá, minha filha? Um beijo para todos. Muita paz, muito obrigado pelo carinho. Até a próxima oportunidade. Fiquem com Deus. Fica com Deus, professor. Um abraço pro Dodinho. Por mim, Darei. Ele tá na voltando de comissões regionais. Coitado. É uma luta que eu sei. O trabalho dele é e não. E agora hoje eu tive com a Lud lá na FEB. A Lud é coordenadora da assistência de promoção social. Ela tava falando comigo, é a Gislane, ela ela tava falando comigo porque só tem pros horários, né, Ctinha? vieram de Rondônia. Ela disse que quando ela chegou em casa, na casa dela era mais de

social. Ela tava falando comigo, é a Gislane, ela ela tava falando comigo porque só tem pros horários, né, Ctinha? vieram de Rondônia. Ela disse que quando ela chegou em casa, na casa dela era mais de 3 horas da madrugada. Ai, coitado, deixa a pobrezinha descansar. E é e terminou meio-dia lá. Tudo terminou meio-dia. Você vê como é que é a a viagem. Essa hora ela tem que tá desdobrada. Diga, que eu deixei um abraço para ela, viu? E aí o gordinho voltou que foi muito bom, mas é uma viagem, né? É uma Ah, eu sei. Fiquem com Deus. Muito obrigado por tudo. Até uma próxima. Até uma próxima. Até a próxima. Obrigado. Até a próxima. Muito obrigada. Vai com Deus, professor. Gratidão, Rob. Você também se vê todos. Um abraço. Abraço, professor. Maria Amélia. Outro já. Tchau, Tchau. Ciao. Valeu. Ja.

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