APAIXONE-SE POR JESUS - Neuza Zapponi [PALESTRA ESPECIAL DE ANO NOVO]
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buscando [música] a ti, Senhor, mesmo tão longe [música] de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi qual [música] O valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. >> buscando a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. >> เ Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim. Amigos, amigas, nessa tarde noite de 31 de dezembro de 2025, a palavra-chave é gratidão. Gratidão a Deus pela oportunidade de aqui nos encontrarmos. E temos que dizer assim: "Boa noite". Cadê? Sim, esse boa noite é uma vibração de amor que nos conforta o coração e abraça a nossa alma. Quero primeiramente agradecer ao Leandro Zanuto que tão brilhantemente nos presenteou com a música. A música é terapia, ela vai nos acalmando, minimizando as nossas expectativas, acalmando as ansiedades e nos dando a oportunidade de entrarmos em sintonia com a espiritualidade amiga que aqui já se encontra. Quero cumprimentar os nossos irmãos que nos assistem pelas redes sociais, que nos ouvem pela rádio comunhão e dizer com muita alegria: "Sejam bem-vindos, unidos num só pensamento de amor, unidos numa vibração de paz, paz em nossos corações. em nossos lares, paz para o mundo e que nós possamos sempre agradecer a Deus essa oportunidade do encontro. 2005 está se despedindo, 2025 está se despedindo. Quantos foram para o plano espiritual? Quantos no hospita nos hospitais? Quantos sorrisos e quantas lágrimas? Quantas doenças curadas, então, foram oportunidades concedidas nessa nossa trajetória existencial. E muito grata a Deus por mais uma vez nos encontrarmos aqui. Eu quero convidar para a mesa diretora a vice-presidente da comunhão, Malu, carinhosamente Malu, Maria Luía Bezerra. Convido os médios para ocuparem seus lugares na mesa mediúnica. Vamos sempre entrar em sintonia porque temos muitos irmãos aqui do plano espiritual nos fortalecendo. São momentos ímpar que nós estamos tendo
o os médios para ocuparem seus lugares na mesa mediúnica. Vamos sempre entrar em sintonia porque temos muitos irmãos aqui do plano espiritual nos fortalecendo. São momentos ímpar que nós estamos tendo a oportunidade de vivenciar. Durante a prece, a leitura do Evangelho e a prece inicial dos nossos trabalhos na tarde e noite de hoje, vamos mentalizar as nossas famílias, os amigos e aqueles adversos que são molas propulsoras que nos impulsionam ao autoaprimoramento. Os dirigentes das nações, que eles tenham sabedoria para direcionarem os seus pensamentos, ações, atitudes em prol da paz. Então, gostaria de convidar o nosso irmão Sérgio Castro para fazer a leitura do Evangelho e a prece inicial. Queridas irmãs, queridos irmãos, nossa querida família comunhão, a casa do caminho do Cristo dos tempos modernos. Obrigado a todos pela presença. Vamos ler o recado escrito com muito carinho para nós pelo Espírito de verdade. No capítulo 20 do Evangelho Segundo o Espiritismo, item 5, é o último item do capítulo. obreiros do Senhor. Aproxima-se o tempo em que se cumprirão as coisas anunciadas para a transformação da humanidade. Serão os que houverem trabalhado no campo do Senhor com desinteresse e sem outro móvel senão a caridade. Os seus dias de trabalho serão pagos pelo centuplo do que tiverem esperado. os também os que hajam dito aos seus irmãos: "Trabalhemos juntos, eunamos os nossos esforços, a fim de que o Senhor, ao chegar encontreida a obra. Porquanto a esses o Senhor dirá: "Vinde a mim, vós que sois bons servidores, vós que soubestes impor silêncio aos vossos ciúmes e as vossas discórdias, a fim de que daí não viesse a causar nenhum dano para a obra. Mas ai daqueles que, por efeito de suas discensões, houverem a hora da colheita, pois a tempestade virá e eles poderão ser levados no turbilhão. Clamarão: "Graça, graça, Senhor." Mas o Senhor lhes dirá: "Como implorais graças? Vós que não tivestes piedade dos vossos irmãos e que vos negastes a estender-lhes as mãos, que esmagastes o fraco em vez de o
o: "Graça, graça, Senhor." Mas o Senhor lhes dirá: "Como implorais graças? Vós que não tivestes piedade dos vossos irmãos e que vos negastes a estender-lhes as mãos, que esmagastes o fraco em vez de o amparardes, como suplicais graças vós que buscastes a vossa recompensa plenamente nos gozos da terra e na satisfação do vosso orgulho. Já recebestes a vossa recompensa tal qual a desejast. Nada mais vos cabe pedir, porque as recompensas celestes são para aqueles que não tenham as buscado na terra. Meus filhos, Deus procede neste momento ao senso dos seus servidores fiéis e já marcou com seu selo aqueles cujo devotamento fora apenas aparente, a fim de que não usurpem o salário dos servidores animosos. Porque aqueles que não recuarem diante das suas tarefas, é que o Senhor irá confiar os postos mais difíceis nessa grande obra da regeneração da humanidade pelo Espiritismo. Então se cumprirão estas palavras. Muitos primeiros serão últimos. Muitos últimos serão primeiros no reino dos céus. O espírito de verdade. Mensagem dada em Paris, 1862. E agora, para dar início à nossa primeira parte dos trabalhos desta noite, vamos unir os nossos corações um pouquinho mais, os nossos pensamentos, gerar de nossas almas as vibrações mais nobres que pudermos, a fim de que os irmãos que aqui estão no mundo espiritual Receba como se estivesse sendo abraçados por cada um de nós. Recebam as bênçãos do amor. O amor que cura, o amor que equilibra, o amor que pacifica, o amor quefica as criaturas de Deus. Então, oremos dizendo: Pai querido, criador de todas as coisas, Cristo, amigo de todas as horas, elevamos os nossos pensamentos aos vossos corações, traduzindo o nosso desejo e a nossa fé para neste ambiente, nesta tarde e noite, podermos cooperar com os amigos espirituais, trabalhadores do bem. que programaram para esta noite, nesta casa do caminho, uma grande festa de amor a Deus, uma grande adoração ao Senhor do fundo de nossos corações, traduzindo-se em bênçãos de paz, de equilíbrio, de recuperação de energias,
ta noite, nesta casa do caminho, uma grande festa de amor a Deus, uma grande adoração ao Senhor do fundo de nossos corações, traduzindo-se em bênçãos de paz, de equilíbrio, de recuperação de energias, de despertamento da moralidade e da espiritualidade em muitos irmãos aqui presentes que necessitam das nossas mãos, que estão com fede de amor, que estão morrendo de saudades de Jesus, como todos nós estamos. Então, juntos, Pai querido, fortalece-nos na fé, na esperança e na caridade, para que possamos unir as forças com os teus mensageiros. E todos nós em teu nome e em nome de Cristo, o nosso governador planetário, o nosso irmão maior, que nos ama incondicionalmente, todos junto, em nome dele possamos oferecer o que de melhor tivermos no coração e o mais nobre que possuímos em nossas almas. Muito obrigado, Jesus. S conosco até aprendermos a estarmos contigo para sempre. Graças a Deus. Jesus amor, hoje teremos uma palestra especial em torno de Jesus, em torno do amor, que precisa ser vivenciado a cada instante. A palestrante da noite de hoje, desde menina frequenta esta casa. Só tinha, não havia a primeiro, o bloco da frente, só essa aqui. Ela era jovem e abraçou essa casa até então como sua. Piareira de Jesus, pois trabalha arduamente na seara do Pai, do Mestre, lembrando a palavra que consola e procurando aprimorar-se a cada instante para nos trazer subsídios que possam nos fortalecer ao atendermos um irmão que aporta esta casa querendo ser ouvido, querendo ser escutado e acolhido. E nesse trabalho constante, já se levou muitos anos, ela tornou-se escritora. E não só isso, começou a abraçar também todo o movimento espírita. E nós temos um terceiro livro, a terceira edição do livro Atendimento Fraterno, baseado em profundos estudos, esse livro nos auxilia como escutar, como olhar, como abraçar um irmão com os olhos. atendimento fraterno. Ela abraçou várias atividades nessa nossa casa, diretorias, conselho. Então, nossa irmã não só tem a terceira edição deste livro,
como olhar, como abraçar um irmão com os olhos. atendimento fraterno. Ela abraçou várias atividades nessa nossa casa, diretorias, conselho. Então, nossa irmã não só tem a terceira edição deste livro, atendimento fraterno, que pode ser encontrado na nossa livraria e todos nós podemos tê-lo, porque sempre temos irmão ao lado que precisa de uma palavra amiga, como o livro que dá uma orientação e aí vai para as outras casas espíritas, é o tombo orientador da formação do atendimento fraterno na casa espírita. Essa é a nossa trabalhadora, essa é a areira do Cristo Jesus que vem aqui nos falar. Apaixone-se por Jesus. Ne zaponi. Queridos irmãos, irmãs, amigos, companheiros de doutrina. Que dia maravilhoso foi o dia de hoje. Fomos brindados aqui em Brasília com o céu azul maravilhoso, terapêutico, aquele azul que quando a gente olha nos pacifica. E agora de noite, já de noitinha, fomos brindados com o refresco, uma chuvinha leve que não impediu nenhum de nós de estarmos aqui. E por isso, nessa noite agora, nós nos reunimos. E eu digo a cada um de vocês, boa noite. Eh, nós nos reunimos aqui em pessoa na nossa encarnação e temos a nossa casa completamente preparada, adornada. Os nossos médiuns videntes têm nos descrito como é que a espiritualidade superior preparou esse nosso recinto para a noite de hoje. Eles nos disseram que nós estamos em um ambiente pleno de flores curativas, com seus perfumes, suas fragâncias e que nós estamos aqui reunidos, os nossos protetores, aqueles que eh nos amparam, que nos intuem, que nos acompanham aqui na casa espírita e também aqueles que são os protetores, os espíritos benfeitores, os anjos da guarda, de cada um que aqui está. Imagina quanta luz, imaginem quantas bênçãos nós podemos receber na noite de hoje. Por isso, nós todos enviamos já de começo uma grande vibração de amor. Que ela atinja cada um de nós em nosso coração, que nós nos conectemos com essas vibrações de paz. de serenidade, de evolução. E que nós recebamos esse acolhimento no
meço uma grande vibração de amor. Que ela atinja cada um de nós em nosso coração, que nós nos conectemos com essas vibrações de paz. de serenidade, de evolução. E que nós recebamos esse acolhimento no nosso coração para juntos nós realizarmos aqui um trabalho que é um trabalho de amor e de cura. Essa é a nossa tarefa da noite de hoje. Os dirigentes dessa casa, ao me assinalarem com essa imensa honra e alegria de aqui estar para falar com vocês essa noite, eles nos disseram, nos orientaram que a gente abordasse dois pontos. Primeiro a um pequeno testemunho, uma pequena história dos tempos idos e depois um convite, um grande e amoroso convite que nós vamos fazer para cada um que se encontra aqui presente. a nossa pequena história. Então, voltamos ao ano de 1962. Esse foi o ano em que a minha família se mudou para Brasília, aquela Brasília pequena, vazia, com grandes avenidas, poucas casas e a comunhão espírita, que era uma criancinha que engatinhava naquele naquela época, um aninho só. Agora em janeiro, a comunhão é completa 65 anos desde a sua do seu início. Naquela época eu tinha 19 anos próximo de 20, né? e vindo de outro local, de uma família espírita, porém não tinha muita vivência de centro espírita. E nó ao chegar a Brasília, poucos centros espíritas, a comunhão naquela época funcionava em cima de uma loja de ferragens lá na W3. poucas pessoas, menos de duas dúzias, os nossos fundadores. Naquela época eu achava que eram pessoas assim tão maduras, né? 35, 40 anos. Hoje em dia, meu filho, eh, meu filho caçula tem quase 60, né? E o mais velho já passou dos 60. Naquela época, a experiência de de penetrar nesse ambiente foi algo maravilhoso. Que grupo de pessoas, que entusiasmo, que vontade de praticar a doutrina cristã. aqueles os os casais que aqui laboravam, seu Mário, dona Irene, Dr. Júlio Capiler, dona Laí, Erasmo, sua esposa Clara e e mais alguns casais. Que entusiasmo! era a revivessência daquilo que mais tarde eu consegui vislumbrar, sonhar, ver eh em pensamento
ona Irene, Dr. Júlio Capiler, dona Laí, Erasmo, sua esposa Clara e e mais alguns casais. Que entusiasmo! era a revivessência daquilo que mais tarde eu consegui vislumbrar, sonhar, ver eh em pensamento na igreja de Antióquia, por exemplo, os primeiros cristãos, aquela chama, aquele entusiasmo, aquela vontade de ajudar ao próximo, aquela família que se reunia aos domingos e que as eh mulheres faziam o seu almoço para depois vender baratinho, mas que dava um certo lucro para sustentar o orfanato que a casa já estava organizando. E esse mergulho nessa ambiência me trouxe aquilo que eu considero que é um dos marcos, um dos pontos altos dessa existência. é o companheirismo e a convivência com pessoas verdadeiramente cristãs. E eu era muito jovem, então me integrei na mocidade espírita, chamava Mocidade Espírita Allan Kardec e era orientada pelo seu Erasmo. e ele e éramos muito poucos e ele nos fazia e desafios de leituras e de debates e toda aquela ambiência do cristianismo foi se impregnando, foi entrando nas nossas almas. E esses poucos casais que atendiam nessa saleta lá na sobreloja da casa de ferragens, da casa do barata. reunia, era um salãozinho que reunia umas 50 pessoas no máximo. Mas que ambiência, que quais vibrações de cura aconteciam naquele ambiente? E nessa vivência, menos de um ano depois, seu Mário, que organizava as palestras, convidou aquela jovenzinha de 19 anos para falar sobre Jesus. Nós tínhamos duas palestras somente por semana e eu fui convidada a falar meia hora sobre Jesus na palestra de sexta-feira. Ela, a palestra transcorria da seguinte forma: o seu Mário conduzia e o seu Erasmo falava sobre o livro dos espíritos. E ali estava aquela mocinha falando sobre Jesus de Nazaré e seu evangelho. Que honra e que responsabilidade. E naquele momento, essa oportunidade que era dada a nós, jovens do centro, foi um marco essencial em toda a minha vida. Foi naquele momento que com essa responsabilidade de trazer a palavra ao público sobre a figura do Cristo
portunidade que era dada a nós, jovens do centro, foi um marco essencial em toda a minha vida. Foi naquele momento que com essa responsabilidade de trazer a palavra ao público sobre a figura do Cristo que se manifestou no planeta, na no personagem que nós ficamos conhecendo como Jesus de Nazaré, o Cristo, espírito perfeito, uno com Deus, que se manifestou entre nós por uma extrema benevolência de sua alma divina e que então eh se descortinava através dos escritos espíritas a minha visão como alguém muito diferente de outras denominações, da maneira como era visto. e na e naquela aprendizagem para poder trazer a mensagem de Jesus ao público, eu fui me imbuindo dessas histórias maravilhosas que só o espiritismo traz, os livros abençoados pelas mãos eh eh benditas de Francisco Cândido Xavier na sua mediunidade gloriosa, trazendo fielmente mente os relatos dos primeiros anos do do cristianismo no planeta Terra. Um dos livros que me impactou muito foi um pequeno livro grande, enorme em seu conteúdo, que se chama Boa Nova. Esse livro relata, pelo relato do espírito Humberto de Campos, ele trouxe um outro Jesus, um Jesus que se recolhia à noite naquela casa simples do pescador Simão Pedro, lá naquela aldeiazinha, não muito eh que não recebia muitas glórias da Palestina daquela época, porque eram um lugar pobre de recursos, mas um lugar muito belo, Cafarnaum, as a beira do lago de Genesaré. E Jesus se hospedava então na casa de Simão Pedro, um pescador. E nessa casa, então ele recebia, a gente fica sabendo pelo relato de Humberto de Campos, o espírito, a gente fica sabendo de da vida e das ações de um outro Jesus, não aquele Jesus preso na cruz, que não foi realmente essa missão que ele veio realizar aqui. Porque eu eu aprendi então que a vinda de Jesus que ele veio, que ele se manifestou entre nós, não para dar um testemunho que foi um testemunho magnífico da sua da nobreza do seu espírito ter se molado na cruz e nos dado exemplos maravilhosos como aqueles que ele nos deu ao final do seu testemunho, que foi
um testemunho que foi um testemunho magnífico da sua da nobreza do seu espírito ter se molado na cruz e nos dado exemplos maravilhosos como aqueles que ele nos deu ao final do seu testemunho, que foi aquela fala: "Perdoai o Senhor. Eles estão fazendo isto, mas não sabem o que fazem. Mas não foi esse o Jesus que me foi apresentado e que todos aqui podem vir a conhecer. Foi aquele Jesus que ia e se recolhia a sua casa, a casa de Simão Pedro à noite, e que conversava com seus discípulos, aqueles homens simples, aqueles homens que eram como quaisquer um de nós e que ele havia convidado para segui-lo, convidado para serem companheiros da sua tarefa E e falando nesse nesse aspecto do convite de Jesus, o convite de Jesus é para cada um de nós, porque ser discípulo é ser um aprendiz, é ser aquele que se dispõe a seguir a alguém que orienta, que é um mestre, que nos proporciona lições de vida, exemplos e e conhecimentos. E isso é que foi eram os aprendizes. E esses aprendizes vinham do povo também, não foram somente aqueles 12 que ele convidou especialmente, porque Jesus ele subia aos morros e vejam só, ele falava sem microfones, não tinha um microfone como esse. Mas a sua irradiação, o seu campo, a sua a sua e personalidade, a o seu campo, a sua aura, o campo de amor. Ele fal falava sem palavras, curava, transformava, fazia com que as pessoas se empolgassem, se apaixonassem por ele. E o que é se apaixonar? Eu gosto muito da definição do em inglês que diz que apaixonar-se é to fall in love, é cair, entrar se mergulhar no amor. Isso é o apaixonar-se. É mergulhar-se em um campo de amor. Quando a gente se apaixona por outra pessoa, a gente mergulha no campo da outra pessoa e só vê a beleza, se empolga, se encanta. E foi esse encantamento que eu senti ao ler sobre aquele Jesus que recebia seus discípulos mais chegados e que conversava com eles, conversava com cada um e vinha trazer suas dúvidas. Então vinha um discípulo e dizia das suas inseguranças. E aí há uma lição nesse livro que eu
eus discípulos mais chegados e que conversava com eles, conversava com cada um e vinha trazer suas dúvidas. Então vinha um discípulo e dizia das suas inseguranças. E aí há uma lição nesse livro que eu mencionei no Boa Nova. Aí vinha um outro discípulo e como qualquer um de nós estava com ciúmes do outro e discutiam entre si quem é o maior aqui entre nós, quem quem está aprendendo mais, quem é quem é eh eh aí Jesus conversava e dava as suas orientações. E vinha o Simão Pedro e falava e que ao absorver na sua rudeza de pessoas sem grandes conhecimentos e acadêmicos de de eh ele absorveu aquela aquelas sábias lições do mestre. E então vinha a Joana de Cuza, que se tornou depois a nossa Joana de Ângeles, mentora do Divaldo Franco. A Joana de Cusa era uma mulher que era casada com um marido e de despótico, um marido que ela então ela veio eh e ali aos pés de Jesus, Jesus fazia o quê? Um atendimento fraterno. Ouvia, consolava, encaminhava, orientava. E Joana de Cusa veio reclamar do seu esposo e dizer que ela tinha uma vontade imensa de se dedicar. Tinha a Jesus que tinha ouvido as suas palestras e ao ouvir as suas palestras ela havia se encantado e que ela queria seguir Jesus. e ouve aquelas palavras sábias, a ponderação sobre a o desenvolvimento dos seus dons, o que ela podia fazer junto àela alma que era o seu companheiro, que ela guardasse, que o tempo da sua da sua do seu testemunho chegaria, como chegou para quem depois, né, acompanha a história de Joana de Cusa e principalmente a história maravilhosa de Maria de Magdala. Maria de Magdala era uma mulher belíssima e que estava morava em um recanto eh eh à margens desse lago de Genesaré em um palácio e ela possuía posses e era voltada ao usufruto das eh daquilo que era supérfluo, daquilo que eram as as paixões do mundo. Ah, ela era tida como uma mulher de má vida e discriminada, inclusive por aqueles que eram puristas dentro da sociedade da época. E ela vem a Jesus na calada da noite, procura Jesus e lhe diz que apesar de toda a riqueza, apesar de
r de má vida e discriminada, inclusive por aqueles que eram puristas dentro da sociedade da época. E ela vem a Jesus na calada da noite, procura Jesus e lhe diz que apesar de toda a riqueza, apesar de todos os romances com aqueles vários homens abastados, apesar da vida de luxo, ela sentia uma sede no coração. ela possuía vazia a sua alma e que ela havia ouvido Jesus e se encantou e que ela vinha à procura de uma orientação sobre o que fazer. E aí eu convido os irmãos a lerem essa linda história na qual Jesus a orienta e lhe fala sobre as fontes do da verdadeira felicidade daquilo que faltava na vida de Maria de Magdala, que era o verdadeiro amor, que era a conexão com o campo maior, com o campo abençoado do amor do próprio Cristo. E ela ouve e transforma toda a sua vida. E ela foi aquela que, após uma jornada acompanhando Jesus, no dia da ressurreição, foi a primeira pessoa para quem Jesus apareceu. E ela, ao verificar que era Jesus rede vivo, ela diz: "Rabone, ah, meu rabone! Rabone é uma palavra carinhosa na língua hebraica que quer dizer mestre. Mestre num sentido delicado, superior, amoroso. Era assim que ela chamava Jesus. E depois ela se dedicou inteiramente às fontes do verdadeiro amor. Então, todas essas histórias, as histórias dos primeiros eh cristãos me fizeram compreender, meus amigos, meus irmãos, onde está a fonte da verdadeira alegria? trouxeram uma visão de que aqueles primeiros cristãos, porque eles entravam no campo de amor do Cristo, eles conseguiam ser, apesar de todas as discriminações da época, apesar das dificuldades financeiras, apesar de uma sociedade que possuía escravos, que era muito, mas muito mais eh eh discriminadora do que a nossa sociedade atual, onde aquele que era pobre era muito desprezado, aquele que era doente era chamado de impuro. Mas no entanto, os cristãos daquela época, ao contrário do que a gente às vezes ouve dizer, eles eram extremamente alegres. Jesus trouxe com seu amor e a sua, o seu campo todas as possíveis esperanças.
as no entanto, os cristãos daquela época, ao contrário do que a gente às vezes ouve dizer, eles eram extremamente alegres. Jesus trouxe com seu amor e a sua, o seu campo todas as possíveis esperanças. Ele trouxe a certeza de que a vida continua, que não que tudo que a gente pode fazer, que é em benefício da nossa alma, que são que são as trocas fraternas e amorosas, nos pacificam. e que perduram para sempre. Jesus trouxe e entregou a nós os tesouros da vida, da verdadeira vida, aquela que diz que tudo que é amoroso, tudo que nós aprendemos, tudo aquilo que a gente faz dentro das trocas de vibrações de amor, permanecem conosco para sempre, nos evoluem. nos traz pazes. Então, o que aconteceu com os primeiros cristãos e que pode acontecer com cada um de nós? A cura dos medos. Um dos maiores problemas da atualidade emocionais são os medos, a falta do sentido da vida, não saber usufruir das benéces que estão aí à nossa disposição. E por isso os cristãos eles recuperaram o se a sua dignidade, o seu autoconceito. Eles aprenderam com Jesus que nós somos luz, que dentro de nós existe a fagulha divina, que a cada momento nós podemos fazer e radiar essa luz e nos curarmos com ela e curarmos o nosso próximo. Essa foi a dádiva que Jesus nos trouxe. Jesus não veio aqui, como eu disse antes, simplesmente para morrer na cruz. Jesus veio para trazer para o planeta Terra a vibração do amor crístico. É esse campo, esse campo que não é um espaço restrito, é uma vibração que está aí no ar, à nossa disposição, e que é um campo que traz em si, quando a gente fala amor crístico, nós estamos não estamos falando do amor romântico. Nós somos muito pobres de palavras, às vezes não sabemos expressar a eh na profundidade os nossos conceitos, mas vamos usar esse conceito, o amor crístico, esse campo de vibrações que a gente pode acessar mais facilmente do que a gente acessa um uma televisão com um controle remoto, porque podemos fazer isso com o nosso coração, com a nossa vontade. E o que tem nesse
vibrações que a gente pode acessar mais facilmente do que a gente acessa um uma televisão com um controle remoto, porque podemos fazer isso com o nosso coração, com a nossa vontade. E o que tem nesse campo de amor? O amor aí definido é aquela é aquela vibração que contém em si tudo aquilo capaz de nos curar, capaz de nos tornar mais humanos, mais felizes, mais serenos, em paz. Porque dentro desse campo, esse amor, ele comporta as vibrações da compaixão. E o que é compaixão? Compaixão no sentido do amor crístico não é dó. A compaixão é uma profunda compreensão da nossa natureza humana, que somos perfectíveis ao longo do tempo, mas não somos perfeitos e que, portanto, podemos errar. Podemos realizar atos dos quais a gente se arrepende profundamente e dentro de algum tempo. Podemos fazer coisas que nós das quais nós não nos orgulhamos, assim como o nosso próximo pode fazer também. E por causa disso, por causa de dessa conexão com a compaixão, nós podemos nos tornar mais humanos. conosco mesmos, fazendo com que a nossa vibração seja uma vibração que nos cure, que cure ao nosso, ao nosso semelhante, compreendendo, perdoando, deixando ir daquilo que não traz alegria e não traz paz. Nós podemos eh entender dentro desse campo todas as outras virtudes, a da misericórdia, que é a justiça compassiva, que não é aquela do olho olho, olho por olho, dente por dente. É aquela justiça que dá a cada um de acordo com as suas atenuantes, que dá oportunidade de refazer caminhos. é a justiça com compaixão e todas as outras virtudes de amor. E esse campo, meus amigos, está aí à nossa disposição. Por isso, o nosso convite de hoje é que nós nos liguemos a esse campo e nós nos apaixonemos por Jesus e seu campo de amor. nós nos tornemos essa luz que Jesus diz que nós somos, essa luz que brilha. Ele dizia, brilha a vossa luz. E nós podemos espalhar esse amor e conectar esse amor. E nesse momento aqui nós podemos atender esse convite e cada um de nós nos tornarmos um discípulo do Cristo, um atendente fraterno, um
vossa luz. E nós podemos espalhar esse amor e conectar esse amor. E nesse momento aqui nós podemos atender esse convite e cada um de nós nos tornarmos um discípulo do Cristo, um atendente fraterno, um curador. E nós podemos fazer isso olhando as benéces da nossa vida, olhando cada um que está ao nosso redor, aqueles que estão com alguém amado ao seu lado, olhar com carinho e com amor para essa pessoa nesse momento aqui e agora levarmos o nosso pensamento e pedir a felicidade, a cura e o bem-estar a todos aqueles que nós amamos e que conhecemos, os que aqui estão, os que aqui não estão. Podemos expandir amor de diversas formas. Podemos chegar em casa e sentir o amor do nosso cachorrinho que vem e alegre, que é aquela alma inocente que fica feliz quando nos vê. Podemos expandir amor, dizendo a cada um daqueles que nos rodeiam, aos nossos filhos, aos nossos netos, a todos os nossos amigos. Eu amo você. Você é importante para mim. Podemos expandir amor olhando as qualidades que existem, que são abundantes. Não existe ninguém nesse planeta que não tenha um grande dom. E nós precisamos conhecer os nossos, as nossas virtudes e expandir esses dons e nos apaixonarmos por todas essas vibrações de amor que nós podemos expandir no mundo e podemos dizer cada um de nós nesse momento, fazendo assim aquela entrega ao campo de amor de Jesus dizendo: "Jesus, eu amo você". Vamos dizer, meus queridos amigos, vamos todos dizer agora umas três vezes bem alto: Jesus, eu amo você. Jesus, eu amo você. Jesus, eu amo você. Cura a minha vida, Jesus. Cura aqueles que estão ao meu redor. Cura as minhas emoções. Cura a minha alma. com que eu penetre e não deixe Jesus dessa afinidade, dessa ressonância com o seu campo de amor divino. Ser conosco, Jesus mais do que isso. Dê, entre e aja dentro do meu coração. que ele nos abençoe e que saiamos todos daqui expandindo essa vibração. Essa vibração pode ir para curar toda a nossa Brasília nesse momento, todos aqueles que estão praticando atos menos amorosos.
o. que ele nos abençoe e que saiamos todos daqui expandindo essa vibração. Essa vibração pode ir para curar toda a nossa Brasília nesse momento, todos aqueles que estão praticando atos menos amorosos. que a nossa vibração, a nossa compaixão, a nossa misericórdia de sermos discípulos do Cristo chegue até eles, dizendo novamente para que essa vibração saia e cure todos aqueles que a espiritualidade trouxe nessa noite para serem aqui curados, para que toda Brasília e vá mais além se ilumine. Vamos dizer de novo, meus queridos irmãos, e trazer essa vibração. Jesus, eu amo você. Jesus, Jesus, eu amo você. Jesus, eu amo você. E que assim seja, meus irmãos. Pode sentar. Sentar >> que abre. Você quer sentar ali? Pode sentar. Eu sento. >> Jesus, eu amo você. Jesus em nossa vida. Ao ouvirmos essas reflexões sobre Jesus, certamente sairemos com muito otimismo de que Jesus nos ama e que nós amamos Jesus. Eu vou pedir agora que toque uma Ave Maria e eu quero eh informar aos nossos irmãos que nos assistem pelas redes sociais, que essa segunda parte do trabalho da noite de hoje, que é a parte mediúnica, ela ela não será transmitida. permaneçam eh é onde e se encontrem, onde todos se encontrem imitalizando a paz para o planeta Terra e para as famílias fragmentadas. Podemos ouvir Ave Maria.
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