AOS OBREIROS DO SENHOR - Olavo Luís [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]

Comunhão Espírita de Brasília 22/01/2026 (há 2 meses) 34:01 129 visualizações

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Transcrição

Olá, queridas irmãs, olá, queridos irmãos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília para mais uma reflexão do dia, esse momento tão abençoado, que a gente para aí um pouquinho para refletir um pouquinho sobre essa doutrina tão maravilhosa, esses ensinamentos tão maravilhosos. E antes da gente começar a nossa reflexão de hoje, vamos fazer uma prece para que nós nos sintonizamos um pouquinho mais com espiritualidade superior. Então eu convido a todos aqueles que desejarem para fecharem os olhos físicos, serenarmos os nossos pensamentos, elevarmos os nossos pensamentos a Deus, nosso pai de amor, e agradecer a ele por mais esse dia de vida, pela oportunidade de estarmos aqui reencarnados, agradecer a Jesus, nosso mestre querido, e pedir aos mentores da casa que derrame suas bênçãos. sobre nós e que possamos levar a mensagem da melhor maneira possível e que ela possa tocar os nossos corações e ao sairmos daqui sairmos melhores do que quando iniciamos. Obrigado, mestre querido, por sempre estar conosco e fica cuidando de todos nós hoje e por todo sempre. Que assim seja. Bem, minhas irmãs, bem, meus irmãos, a nossa reflexão de hoje, ela tá contida eh lá no livro Na Seara do Mestre e é o primeiro capítulo daquele livro intitulado Aosreiros do Senhor. Esse livro é escrito por Vinícius, que é o pseudônimo que Pedro Camargo utilizou para escrever diversos livros, trazendo ensinamentos do nosso mestre Jesus. Eu gosto bastante dos livros de Vinícius, que traz muitos ensinamentos pra gente nos seus livros. Eh, As Três Cruzes, eh, Cristo Nasceu, onde? quando o pródigo e egoísta são exemplos de grandes eh textos que Vinícius deixou aí pra gente. E hoje a gente vai falar desse obreiros do Senhor. Como estão as nossas obras? Vinícius vai nos chamar a refletir um pouquinho sobre isso, vai chamar a nossa atenção sobre essa questão da nossa obra, como nós estamos trabalhando na seara do Cristo. A gente precisa ter muita atenção, e a gente vai ver no texto isso, eh, o cuidado com os extremos,

ar a nossa atenção sobre essa questão da nossa obra, como nós estamos trabalhando na seara do Cristo. A gente precisa ter muita atenção, e a gente vai ver no texto isso, eh, o cuidado com os extremos, não fazer nada, a gente sabe que é ruim, no mínimo, a gente vai ficar estacionado nessa nossa oportunidade bendita da reencarnação que Deus nos proporcionou. a gente não vai evoluir, mas fazer tudo achando que nós somos os donos da verdade também não é bom. E é sobre isso que Emanuel vai nos levar a refletir. Nós precisamos encontrar aí o break even, né, que é o jargão que a gente usa aí na na nas finanças. A gente precisa encontrar esse ponto de equilíbrio paraas nossas paraas nossas obras. Nem fazer de menos, nem fazer de mais nos achando que nós somos os únicos que conseguimos fazer determinada atividade, determinado trabalho. Essa reflexão trouxe muito ensinamento para mim. Com certeza. a gente sabe que o o os mais beneficiados somos nós mesmos, os primeiros que escutamos o que o que a gente está falando. Eh, porque às vezes eu me cobro muitas vezes sobre essas minhas as minhas obras. E é sobre esse tema que Vinícius vai começar o texto pra gente falando assim: "Constitui funesto erro o supornos senhores e detentores da obra ingente e sobrehumana da regeneração social, ou seja, da redenção das almas aqui encarnadas. Essa obra não é nossa. Não temos a envergadura e os requisitos para o desempenho de semelhante missão. Olha que interessante, Vinícius, já começa o texto aqui pra gente. E atualmente a gente ouve muito falar desta questão da regeneração, a regeneração da Terra, a regeneração planetária. A gente ouve muito falar sobre isso, não é mesmo? Mas nós precisamos tomar muito cuidado com isso. A obra da regeneração planetária, espiritual e social não nos pertencitam. O que nós conseguimos regenerar somos nós. Nós precisamos sempre nos lembrar disso. A obra da regeneração planetária pertence a nosso pai, a Deus, nosso pai de amor. É ele com a sua soberana sabedoria,

que nós conseguimos regenerar somos nós. Nós precisamos sempre nos lembrar disso. A obra da regeneração planetária pertence a nosso pai, a Deus, nosso pai de amor. É ele com a sua soberana sabedoria, soberana bondade, soberana misericórdia que conduz tudo. E aí a doutrina espírita, ela deixa bem claro isso para nós. A doutrina nos coloca no nosso lugar. O problema é que a gente, nós muitas vezes não entendemos isso. Nós somos espíritos imperfeitos. A doutrina traz isso pra gente. Espíritos imperfeitos em processo de aprendizado com a perfeição relativa. Achar que nós temos envergadura moral e espiritual para sermos donos da obra de Deus, é falar no mínimo que nós estamos tendo uma falta de humildade enorme. E aí quando a gente pensa dessa maneira, nós corremos um sério risco de transformar o nosso serviço em um tipo de personalismo só nosso. Ou seja, a obra é minha. Esse trabalho aqui voluntário que eu faço, ele é só meu e só serve se for feito da minha maneira, do meu jeito. Se não for do meu jeito, para mim não serve, eu não faço. Isso é muito ruim, isso é muito perigoso. Nós precisamos sempre lembrar que nós somos colaboradores, voluntários e nunca donos da tarefa. Dono da tarefa é Deus. E nós temos que agradecer a oportunidade de nós podermos estar aqui trabalhando nessa tarefa. E aí, olha o que Vinícius vai nos dizer a seguir no texto. Por misericórdia nos foi outorgada a oportunidade de desempenharmos certas tarefas de pouca monta dentro da imensidade daquele labor, de acordo com as nossas restritas e acanhadas possibilidades. Vinícius continua falando assim, ó. dizemos por misericórdia, porque se trata de facultar aos devedores os meios de ressarcirem seus débitos atrasados. A parte que toca cada um de nós pode ser comparada às sombras de um de um grande quadro. Tomar, portanto, essa parte ínfima como sendo quadro completo é simplesmente irrisório. Demais, ele continua chamando a nossa atenção. Essa pretensão pode inutilizar-nos, tornando-nos incapazes de fazer o mínimo

anto, essa parte ínfima como sendo quadro completo é simplesmente irrisório. Demais, ele continua chamando a nossa atenção. Essa pretensão pode inutilizar-nos, tornando-nos incapazes de fazer o mínimo de que fomos incumbidos. Seremos nessa hipótese substituídos, talvez com vantagem para a conceção da obra e grande desproveito para nós. Não devemos supor que temos sobre nossos ombros o peso de responsabilidades que vão muito além das nossas forças. Deus não se equivoca no programa que traça. Não nos exaltemos para que não sejamos humilhados. Olha que interessante trabalhar na seara do Cristo para o nosso pai, para nós tão imperfeitos ainda não é virtude, prêmio. Então, a gente tá trabalhando ali na seara do Cristo e tá achando que nós estamos tendo méritos, somos virtuosos, somos os escolhidos por trabalharmos ali. Mas não, a gente precisa lembrar que esse trabalho, como espíritos imperfeitos que nós somos, é apenas uma oportunidade do quê? de nós repararmos erros nossos nesta encarnação ou encarnações anteriores. É oportunidade de nós resgatarmos dívidas espirituais que nós ainda precisamos. O serviço no bem é instrumento de aprendizagem para nós conseguirmos fazer esse reajuste espiritual que é tão importante para nós. E aí é por isso que Deus confia eh confia em nós pequenas tarefas compatível com o nosso estado evolutivo. E aí com isso a gente vai crescendo gradativamente. Deus sabe de tudo, a inteligência suprema. Então ele sabe o que que a gente consegue fazer e o que que a gente não consegue fazer. E aí ele dá pra gente o que a gente consegue fazer de acordo com a nossa caminhada evolutiva. E aí a medida que nós vamos evoluindo, vamos aprendendo, vamos crescendo, a gente vai conseguindo fazer coisas maiores. Por isso que cada um de nós tem que carregar as nossas cruzes. Cada um tem a sua cruz para carregar. O problema é que muitas vezes nós esquecemos disso. E aí o que que acontece? A nossa noidade, o nosso orgulho se infla, começa a falar mais alto. E aí nós nos achamos

um tem a sua cruz para carregar. O problema é que muitas vezes nós esquecemos disso. E aí o que que acontece? A nossa noidade, o nosso orgulho se infla, começa a falar mais alto. E aí nós nos achamos indispensáveis, achamos como a gente gosta de brincar, a última bolacha do pacote. E aí que tá o problema. Quando isso acontece, nós falhamos, nós perdemos a oportunidade do trabalho bem dito. Esse trabalho não vai ter valor espiritual pra gente. E aí vamos ver o que Vinícius nos diz a seguir no texto. Consideremo-nos como obreiros de baixa classe que realmente somos, cumprindo-nos sempre a agir na esfera que nos foi determinada pelos legítimos executadores da majestosa edificação. Não nos julguemos indispensáveis, nem mesmo necessários. Por isso que das próprias pedras Deus pode suscitar filhos de Abraão. Outro sim, não computemos o tempo em nosso abono, porque há últimos que serão primeiros e primeiros que serão os derradeiros. Tão pouco consideremos o vulto do que temos feito, porquanto o valor das nossas obras não sealitará aquilatará pela quantidade, mas pela qualidade. Lembremo-nos da ligação que nos oferece a parábola dos trabalhadores das diversas horas do dia. A balança divina, a balança da divina justiça não acusa o peso material das nossas realizações, porém registra com a máxima exação a essência dos nossos feitos, isto é, os fatores ou motivos que os determinaram. A originalidade daquela balança está em desprezar o que se vê para considerar o que não se vê. Se assim não fora, só os argentos, os que têm grandes riquezas materiais, dinheiro, né, lograriam realizar obras meritórias. Então, a obra divina não depende de cargos, de nomes, de títulos, de riquezas materiais, de dinheiro. Nós precisamos sempre lembrar disso e lembrar também dessa frase que eu gostei bastante. O valor das nossas obras não se aquilatará pela quantidade, mas pela qualidade. O problema não é fazer muito, o problema é nós nos acharmos, acharmos que somos muito, nós nos acharmos os melhores, nós

O valor das nossas obras não se aquilatará pela quantidade, mas pela qualidade. O problema não é fazer muito, o problema é nós nos acharmos, acharmos que somos muito, nós nos acharmos os melhores, nós nos acharmos os únicos, nós nos acharmos insubstituíveis. E a gente viu no texto aí que ninguém é insubstituível. Se precisar, a espiritualidade superior substitui a gente e às vezes aquela pessoa que entrou na nossa no nosso no nosso lugar vai fazer o trabalho até melhor do que nós fizemos. Então, a gente precisa tomar muito cuidado com isso. Quando a gente deixa o nosso orgulho falar mais alto, achando que só nós conseguimos fazer determinada tarefa. Quando a gente faz isso, a gente faz acontece o quê? a gente se afasta de Deus que aí nós perdemos a oportunidade de evoluir, de crescer, da gente seguir a nossa caminhada. É bem interessante essa analogia que Vinícius faz também da balança. A balança de Deus, do nosso pai de amor, é diferente da nossa. a dele não pesa esses resultados visíveis, eh, esses interesses mesquinhos nossos. Ela não pesa isso. Realizar grandes obras externas com com vaidade vale muito menos do que a gente realizar pequenas tarefas com amor. E aí o texto nos lembra dos ensinamentos das da parábola dos trabalhadores da última hora. E é muito bonita e muito interessante essa essa parábola traz muito ensinamento pra gente sobre essa questão das nossas obras. Não é o tempo nem o volume de trabalho que define o nosso salário, que define o nosso salário espiritual. O que que define o nosso salário espiritual? o mérito e a fidelidade da gente cumprir aquele trabalho, aquele dever ali, aquela obra com amor. E aí Vinícius vai trazer pra gente no texto um outro exemplo bem interessante também que eu gostei bastante. Ele nos fala assim, ó: "Identifiquemo-nos cada um de nós com a parcela mínima do trabalho que nos foi determinado. Se devemos carregar a caçamba de reboco, não queiramos levantar colunas e erguer capitéis e pilastras. Melhor faz e mais mérito tem o servente

com a parcela mínima do trabalho que nos foi determinado. Se devemos carregar a caçamba de reboco, não queiramos levantar colunas e erguer capitéis e pilastras. Melhor faz e mais mérito tem o servente humilde, que não se descuida de seu mistério, do que o oficial, cuja imperícia e leviandade se tornando. Para todos. Transportemos a nossa pedra com boa vontade, sem presunção, pois o Supremo Arquiteto tomará na devida conta a nossa perseverança. Há obreiros humildes que passaram despercebidos aos olhos dos homens e hoje desfrutam no além posição de destaque. Pois aqueles que foram fiéis no pouco, o muito lhes será confiado, conforme ensina a parábola dos talentos. E aí Vinícius segue trazendo outro exemplo pra gente. Outros há cujos feitos o mundo encarece, completamente desconhecidos nos tabernáculos eternos. Os olhos de Deus não vêm como os humanos. Então, a balança de Deus é diferente e os olhos do nosso pai é diferente, né? Eh, nessa metáfora aqui, né? Porque Deus não não olha assim como a gente vê eh como a gente vê nós, né, ser humanos aqui, com esse com esse órgão da visão, né? é totalmente eh uma uma alegoria aqui paraa gente entender um pouco eh eh essa essa questão, né? Eh, o que a gente precisa sempre fazer é deixar o nosso orgulho e a nossa vaidade de lado. Porque como nós vimos no texto, quando a gente faz isso, isso é que é reconhecido no mundo espiritual. Isso é que a gente vai levar conosco, a fama aqui, o dinheiro. Eh, e isso pra gente aqui no mundo material pode parecer valoroso, mas lá no mundo espiritual não tem esse essa envergadura toda, essa importância toda que muitos de nós eh colocamos. Então nós, se nós fomos chamados para carregar a caçamba de reboco, vamos fazer isso bem feito. Vamos fazer isso com amor, com alegria. Vamos nos zoar inteiramente para esse serviço que nós fomos convocados. levantar colunas, levantar capitaéis, isso é função de outra pessoa que foi convocada. A gente precisa fazer o nosso serviço bem feito. O verdadeiro obreiro

para esse serviço que nós fomos convocados. levantar colunas, levantar capitaéis, isso é função de outra pessoa que foi convocada. A gente precisa fazer o nosso serviço bem feito. O verdadeiro obreiro do Senhor é aquele que faz o seu serviço com amor, com obediência, o que lhe foi confiado. Mesmo que ninguém esteja vendo, ele age da forma correta. E aí o texto vai trazer já mais pro final aqui pra gente eh eh um ensinamento eh de Jesus que tá lá em Lucas, vai falar assim, ó. Portanto, tomemos na merecida conta a seguinte advertência do Mestre: "Depois de terdes feito tudo o que vos que vos o que vos foi ordenado, dizei: Sim, dizei: "Somos servos inúteis, pois só fizemos o que devíamos fazer". Então, é isso que a gente precisa ter em nossa em nossa mente. A gente precisa fazer tudo o que nos foi eh colocado para fazer. Todo o nosso trabalho a gente precisa fazer, mas a gente precisa fazer ele com humildade. A gente precisa fazer ele com amor. Se a gente fizer o nosso trabalho com interesse, pensando em interesses materiais, pensando em interesses que não sejam voltados para o bem, nada vai valer pra gente. Deus vê, como nós vimos aí no texto, o que nós não vemos. E a doutrina espírita, ela nos convida sempre a nós sermos obreiros conscientes do Senhor. A gente precisa sempre lembrar disso. Vinícius vai até colocar aqui pra gente: "O espiritismo é doutrina dos espíritos, foi revelada por eles e compilada por Kardec. Seu objetivo é espiritualizar as almas reclusas no calaboço da carne, a fim de libertá-las. Seu reino, o de Jesus, cuja moral veio restaurar, veio restaurar em sua primitiva pureza, não é deste mundo. Então, a gente precisa sempre lembrar disso. Deus vê o que nós não vemos. A doutrina espírita nos convida para sermos obreiros conscientes do Senhor. Então, que nós possamos servir sempre com humildade e que Jesus, esse nosso guia maravilhoso, possa sempre nos inspirar a sermos servos fiéis no pouco, porque com isso, no tempo certo, no tempo de Deus, quando eh

ós possamos servir sempre com humildade e que Jesus, esse nosso guia maravilhoso, possa sempre nos inspirar a sermos servos fiéis no pouco, porque com isso, no tempo certo, no tempo de Deus, quando eh trabalhos maiores forem confiados a nós, no muito a gente também vai conseguir realizar. Era essa a nossa reflexão de hoje. Eu desejo muita paz a todos, que Jesus possa nos iluminar e que nós consigamos ser obreiros do Senhor. Ser obreiros realmente que vamos levar o amor e o bem por onde nós estivermos. Que Jesus nos acompanhe a todos. Eu vou fazer a nossa prece final e aí nós vamos passar pro nosso passe virtual. Antes eu gostaria de agradecer a Deus pelo dom da vida, agradecer a casa pela oportunidade do trabalho e agradecer a todos vocês por nós passarmos esses momentos juntos aqui. Então vamos fechar os nossos olhos, serenar os nossos pensamentos, elevar os nossos pensamentos a Deus. nosso pai de amor, agradecer a ele e lembrar nesse momento da figura amiga de Jesus, nosso mestre querido, que se faz aqui presente, pedir a ele que derrame uma chuva de bênção sobre todos nós, continue nos iluminando, nos abençoando e que nós consigamos ser obreiros do Senhor, ser obreiros de Jesus, possamos Vamos trabalhar na sua seara, levando um pouquinho mais de amor, desse amor tão maravilhoso que ele deixou, que ele nos ensinou, que possamos espalhar esse amor para que consigamos diminuir um pouquinho do sofrimento de todos os irmãos que nos cercam. Obrigado, mestre querido, por sempre estar conosco e que a sua paz e o seu amor resplandeça em nossos corações e resplandeça principalmente em nossos atos e em nossas palavras. Fica conosco, mestre querido, hoje e por todo sempre. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. AIS guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim,

cuperação física, mental e espiritual. AIS guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje.

Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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