TRABALHO E AMOR - Olavo Luís [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 29/04/2026 (há 4 dias) 236 visualizações

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Transcrição

Olá, queridas irmãs. Olá, queridos irmãos. Sejam todos muito bem-vindos à Comunião Espírita de Brasília, seu formato virtual, para mais uma harmonização do dia. Momento tão abençoado que a gente para um pouquinho aí a nossa correria do dia a dia para nos sintonizarmos com Jesus, nos sintonizarmos com os mentores da nossa casa e buscarmos um pouquinho mais. de paz, de tranquilidade para seguir aí na nossa caminhada, a nossa correria do dia a dia. E antes da gente começar a nossa reflexão de hoje, eu gosto sempre de fazer uma prece para que nós nos sintonizemos ainda mais com a espiritualidade maior. Então convido a todos vocês para nós fecharmos os nossos olhos físicos, aqueles que assim desejarem, que levarmos os nossos pensamentos a Deus, nosso pai de amor, nos desconectarmos do nosso mundo exterior e nos conectarmos, entrarmos pro nosso quarto íntimo, serenarmos os nossos pensamentos, nos desligarmos um pouquinho das preocupações do dia a dia e nos conectar com Deus, com Jesus, com os espíritos superiores presentes e pedir a eles que derram uma chuva de bênçãos sobre nós. Agradecermos a Deus, nosso pai de amor, pelo dom. Agradecemos a Jesus por sempre estar conosco e pedir a Jesus, aos mentores da casa que nos intua para que possamos levar a mensagem da melhor maneira possível e que ela possa tocar os nossos corações, as nossas mentes e que possamos ao finalizar o nosso encontro aqui hoje sairmos mais renovados. ados mais fortalecidos e principalmente mais confiantes no amor de Deus por nós. Obrigado, mestre querido, por sempre estar conosco e fica cuidando de cada um de nós hoje e por todo sempre. Que assim seja. Bem, minhas irmãs, bem, meus irmãos, a nossa reflexão de hoje tá contida lá no livro Recados de Anacleto. E o tema é eh da nossa reflexão de hoje é trabalho e amor. E aí essa nossa reflexão, ela começa com uma passagem do capítulo 17 lá do Evangelho segundo o Espiritismo, do item três. O capítulo 17 do Evangelho segundo o Espiritismo é aquele sedes perfeito,

mor. E aí essa nossa reflexão, ela começa com uma passagem do capítulo 17 lá do Evangelho segundo o Espiritismo, do item três. O capítulo 17 do Evangelho segundo o Espiritismo é aquele sedes perfeito, né? E traz nós muitos ensinamentos. Esse capítulo, esse capítulo, aliás, ele deve ser consultado por nós espíritas constantemente. deve estar ali na nossa cabeceira ali da nossa cama, na nossa mesa ali de trabalho, para que sempre que a gente precisar, nós tenhamos esse roteiro para nós consultarmos, para direcionar ali a nossa caminhada, para nos ajudar ali a resolver algumas dúvidas, algumas situações que podem está acontecendo no nosso dia a dia. Nós analisamos apenas o título desse capítulo, ser desperfeito. Já dá pra gente imaginar a importância que nós temos que dar para esses ensinamentos contidos ali nesse capítulo 17, né? E aí, se a gente olhar os itens que compõem esse esse capítulo, aí que a gente percebe mesmo quantos ensinamentos maravilhosos tem ali pra gente nos inspirar. O itens um e dois vai falar caracteres da perfeição, né? onde ali no item um a gente sabe que essa essa classificação, essa forma como Kardec trouxe pra gente o Evangelho Segundo Espiritismo é é muito intuitiva, muito didática, né? até que começa no item, no primeiro item ali, trazendo uma mensagem, nos primeiros itens, trazendo uma mensagem do Novo Testamento. Depois, nos itens subsequentes, ele traz os comentários deles sobre esses ensinamentos. E o final, a terceira parte ali, a gente tem as instruções dos espíritos. Então, lá no item um, a gente vai aprender um pouquinho sobre amar os inimigos, fazer o bem, orar pelos que nos pelos que nos odeiam, pelos que nos perseguem. E aí Jesus traz pra gente: "Sede pois vós outros perfeitos, como perfeito é o vosso Pai celestial." Essa mensagem tá lá em Mateus, capítulo 5, versículo 44 a 48. E aí no item dois, Kardec vai comentar essa passagem. de de Mateus pra gente, trazendo grandes ensinamentos. O item três, ele vai falar pra gente sobre o homem de bem, que é eh

o 5, versículo 44 a 48. E aí no item dois, Kardec vai comentar essa passagem. de de Mateus pra gente, trazendo grandes ensinamentos. O item três, ele vai falar pra gente sobre o homem de bem, que é eh o trecho que nós vamos refletir daqui a pouquinho. O item quatro, os bons espíritas. E aí no item cinco, ele traz pra gente a belíssima parábola do semeador. E no item seis, ele comenta sobre essa parábola. Aí os itens 7, 8, 9 e 10. e 11 vai trazer pra gente as instruções dos espíritos fechando esse esse capítulo. Item 11, tem item sete vai falar sobre o nosso dever, item oito sobre a virtude. E tem nove, superiores e inferiores. Item 10, o homem no mundo. Item 11, cuidar do corpo e do espírito. Olha só quantos ensinamentos nós podemos buscar somente nesse capítulo do Evangelho segundo o Espiritismo nesses itens. E aí, devido ao nosso tempo aqui, a gente não vai se aprofundar muito nesse estudo desse capítulo, mas fica aí a sugestão para nós estudarmos um pouquinho, refletirmos um pouquinho sobre esse capítulo de desperfeito que eu gosto bastante pra gente entender um pouquinho da nossa da nossa doutrina pra gente buscar ali nos melhorarmos um pouquinho. né? Mas Ana Clet vai trazer pra gente aí o ensinamento desse capítulo eh a seguinte frase, seguinte texto: "O verdadeiro homem de bem, possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma". Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 17, item 3. Um pedacinho desse item pra gente. Ele é bem maior. Então, o verdadeiro homem de bem. E aqui nós vamos usar homem, mas assim quadro para homem, para mulher, pro ser humano em geral, pro espírito encarnado, né? Para termos didáticos da nossa língua portuguesa, a gente vai usar o masculino. Então, Kardec já começa nos mostrando que existe uma maneira de nós nos tornarmos verdadeiros homens de bem, verdadeiros seres humanos de bem. E aí é interessante a gente parar um pouquinho para refletir aqui, porque se existe o homem de bem, então existe

neira de nós nos tornarmos verdadeiros homens de bem, verdadeiros seres humanos de bem. E aí é interessante a gente parar um pouquinho para refletir aqui, porque se existe o homem de bem, então existe também o homem do mal e também o falso homem de bem. E aí, como que nós fazemos para diferenciar esses três seres humanos, esses três tipos de seres humanos? Ou até melhor, como nós fazemos para vencermos em nós mesmos os seres humanos imperfeitos que ainda nós somos. Porque com certeza, ora nós somos verdadeiros seres humanos maus, homens maus, mulheres maus, mulheres más, praticando atos não tão bons assim, atos até horríveis, não é? O que, por exemplo, agressões, ofensas, desonestidades. Isso aí é o nosso homem mal. se saindo de nós, colocando as suas asinhas para fora, como a gente fala por aí. E ora, a gente é também falsos homens, falsas mulheres, falsos seres humanos, falsos espíritos encarnados de bem. São os lobos na pele de cordeiro. Somos quando nós somos falsos, quando nós somos mentirosos, quando nós somos bajuladores. Isso aí é o falso homem de bem, colocando a sua asinha para fora. E aí, como nós conseguimos vencer em nós? Como nós conseguimos nos tornar verdadeiros seres humanos de bem? E aí a resposta é sendo caridosos e amando o nosso próximo, amando o nosso irmão, ou seja, trabalhando em favor do nosso próximo. Só que aí Kardec chama a nossa atenção para mais um detalhe muito importante. Esse trabalho ele não pode ser pago, né? Ele não pode ser um encargo para nós, uma obrigação, onde a gente busca algo em troca, onde a gente trabalha esperando receber um salário, um favor, ou um pelo menos um muito obrigado. Não. Esse trabalho que a gente precisa fazer, ele precisa ser feito, como nos diz Kardec, sem esperar paga alguma. sem esperar nada em troca. E aí é difícil, não é? A gente pensar assim, é muito difícil. Às vezes até um, quando a gente não recebe um, um muito obrigado por algo que a gente fez para algum irmão nosso, nós nos melindramos, nós nos

é difícil, não é? A gente pensar assim, é muito difícil. Às vezes até um, quando a gente não recebe um, um muito obrigado por algo que a gente fez para algum irmão nosso, nós nos melindramos, nós nos ressentimos. Nossa, mas que pessoa ingrata, nem agradeceu, né? a gente pensa muito assim ainda a gente precisa trabalhar muito isso em nós. E aí, como que a gente consegue realizar isso? É sobre esse tema que Anacleto vai nos chamar a refletir hoje. E aí ele começa o texto dizendo assim pra gente: caridade ele traz um significado poético da palavra caridade para nós. Palavra doce, néctar divino que neutraliza os odores, que sacia famintos que descenda os sequiosos. Quando a compreenderdes em seu sentido total, aveis de ver que de mil formas podeis praticá-la e que mesmo a todos os momentos do dia se oferece o ensejo de colocá-la no vosso roteiro de cristãos praticantes. Eita! Então, entender o significado da palavra caridade vai muito mais além pra gente, muito mais longe do que a gente pensa que significa caridade. Praticar a verdadeira caridade é a melhor maneira que existe de quê? de nós vencermos os seres imperfeitos que nós ainda somos. Nós ainda não compreendemos realmente o sentido da palavra caridade. E aí o texto nos diz: "Existem 1000 formas de nós praticarmos caridade e podemos colocá-la em prática a todo momento, todo dia, a todo instante. Para isso, a gente precisa compreender realmente o que que significa essa verdadeira caridade que Kardec colocou aí pra gente. E muito mais do que compreendê-la, Kardec Anacleton, nós precisamos colocá-la no roteiro do nosso dia a dia. Nós precisamos praticar essa verdadeira caridade. E aí onde a gente busca inspiração? Porque é tão difícil, como nós vimos, praticar essa verdadeira caridade. Existe algum roteiro? E aí, Ranacleto recomenda pra gente: "Estudiosos do Evangelho, que sois todos vós, buscai a essência dos textos sagrados, procurando neles o significado absoluto que não deve deixar dúvidas e que há de nortear sempre os vossos destinos,

"Estudiosos do Evangelho, que sois todos vós, buscai a essência dos textos sagrados, procurando neles o significado absoluto que não deve deixar dúvidas e que há de nortear sempre os vossos destinos, determinando as vossas decisões, os vossos alvres, os vossos gestos." Então, Anacleto já dá o roteiro pra gente. Aonde a gente busca inspiração, aonde a gente aprende? No evangelho de Jesus, nos exemplos de Jesus. Fazer do evangelho de Jesus, dos exemplos de Jesus, o nosso GPS espiritual. Na dúvida ali, a gente recalcula a rota. buscando sempre Jesus. Ficamos na dúvida, consultemos Jesus, consultemos o Novo Testamento. E nós da doutrina espírita ainda temos mais um GPS pra gente calcular, pra gente nos inspirar, que é que são as obras da nossa doutrina, as obras da codificação espírita, livro dos espíritos, Evangelho Segundo Espiritismo, Livro dos Médiuns, Fé, Inferno, a Gênese. Além disso, né, dessas obras de Kardec, a gente tem as obras complementares, né, Chico Xavier, Divaldo Pereira Franco. Olha só o tanto de de de obras que a gente pode buscar inspiração pra gente conseguir achar esse sentido aí para essa palavra caridade. Como nós dissemos até agora a pouco, se a gente consultar o próprio capítulo 17 ali do Evangelho Segundo o Espiritismo, tem muita inspiração, tem muito ensinamento pra gente, pra gente buscar como praticar essa verdadeira caridade. Não tem, nós não temos desculpa, nós temos aonde nos espelhar, né? E aí Anacleto continua o texto dizendo assim pra gente: "Eis que cada dia mais se ampliam as perspectivas dos recursos humanos, como também crescem as lutas, as dores e os sofrimentos. Por isso, mais trabalho se vos apresenta e melhores condições de vos oferecerem, de atingirdes dos objetivos superiores que vos alçarão as posições melhores em face dos compromissos assumidos no pretérito e as tarefas de resgates a que vos propuseres. Então, hoje nós temos muitos recursos nas nossas mãos para nós trabalharmos a caridade em nós. Nós temos muitas opções.

mpromissos assumidos no pretérito e as tarefas de resgates a que vos propuseres. Então, hoje nós temos muitos recursos nas nossas mãos para nós trabalharmos a caridade em nós. Nós temos muitas opções. Além de nós termos essas essa gama de opções no mundo material, aqui nós temos o mundo virtual, nós temos a internet, que pode ser uma fonte para nós nos inspirarmos. pode ser uma fonte para nós buscarmos inspiração de aprender sobre essa questão da caridade, como pode servir de instrumento para nós ajudarmos os outros também que não estão tão próximo ali de nós. Então, aquelas nossas desculpas comuns de que, ah, eu não tenho tempo, ah, eu não sei onde ajudar, isso não é minha função, isso não funciona mais, isso aí não tem mais como a gente continuar. As dores e os sofrimentos nesse atual momento que a gente tá passando aumentaram demais. E nós podemos ser útil, nós podemos ajudar em várias frentes. Trabalho não falta nunca, basta que a gente queira. E é geralmente isso o que falta na maioria das vezes, essa nossa disposição, o nosso querer de trabalhar na seara do Cristo. Nós precisamos sempre lembrar disso e parar de procrastinar, parar de prorrogar, deixar para depois. E é isso que Anacleto vai recomendar pra gente a seguir no texto. Olha o que ele disse pra gente. Persuadi-vos de que o vosso lema há de ser sempre trabalho e amor. e o dístico, o lema, né, do verdadeiro homem de bem, do cristão sincero e do espírita, convicto de que a eternidade e a vida espiritual são verdades incontáveis e de que Deus predize a tudo e que não vos faltará em qualquer circunstância a que fordes, compelido no desempenho daquilo que deveis considerar uma obrigação, a ajuda ao próximo. incondicional. Deus vos guarde. Anacleto finaliza pra gente trazendo aqui o lema que nós precisamos seguir, o nosso lema de verdadeiros cristãos espíritas que somos. O lema dos homens de bem, dos verdadeiros homens de bem. precisa ser sempre trabalho e amor. Todas as nossas atitudes, todos os nossos atos devem ser

lema de verdadeiros cristãos espíritas que somos. O lema dos homens de bem, dos verdadeiros homens de bem. precisa ser sempre trabalho e amor. Todas as nossas atitudes, todos os nossos atos devem ser respaldados, balizados nesse lema. Mesmo que a gente fique algumas vezes em dúvida, mesmo que a gente fraqueja, mesmo que a gente tenha medo, nós devemos sempre lembrar desse lema. Devemos sempre buscar inspiração nesse lema. Trabalho e amor. A fé ela precisa ter obras. Deus é nosso pai, pai de tudo, pai de todos. É esse pai de amor absoluto, não é mesmo? E ele trabalha sem parar. Tá lá no Evangelho de João. João contou pra gente e foi Jesus quem nos disse. Capítulo 5, versículo 17. Jesus nos diz: "Meu pai trabalha até agora e eu também." Olha só, Deus, sabedoria infinita, bondade infinita, nunca para de trabalhar. Jesus, nosso modelo, nosso guia, espíritos, espírito crístico, não para de trabalhar. E por que nós então espíritos imperfeitos ainda que somos, achamos que não precisamos trabalhar, trabalhar e amar, não é? Deus nos ama infinitamente. Jesus, esse espírito crístico, cuida de nós sempre, nos ama sempre. Nós imperfeitos que somos, precisamos aprender a amar. Nós somos filhos de Deus, né? filhos desse pai de amor e de trabalho. Então, nós temos em nós a centelha divina do trabalho e do amor. Ela tá marcada dentro de nós. Por isso que a gente precisa trabalhar e amar, ajudar ao próximo. É uma obrigação incondicional nossa. Nós precisamos sempre ter essa meta. É isso que nós precisamos fazer. Ajudar ao próximo é obrigação incondicional de cada um de nós. Então, vamos pedir sempre a Deus, pedir a Jesus, pedir aos espíritos amigos que nos inspirem sempre para o trabalho e para o amor. eles possam sempre nos intuir a trabalhar e a amar para que nós consigamos seguir a nossa caminhada em paz. Era essa a nossa reflexão de hoje. Eu agradeço a Deus pelo dom da vida, agradeço a casa pelo trabalho bendito e agradeço a cada um de vocês por nós passarmos esses momentos tão abençoados.

ada em paz. Era essa a nossa reflexão de hoje. Eu agradeço a Deus pelo dom da vida, agradeço a casa pelo trabalho bendito e agradeço a cada um de vocês por nós passarmos esses momentos tão abençoados. aqui juntos, que possamos seguir cada dia mais amando e trabalhando com Jesus, com os espíritos superiores. Que a paz do Cristo reine no coração de cada um de nós. Eu vou fazer a nossa prece final e depois nós vamos passar pro nosso passe virtual. Então, convido a todos vocês para nós fecharmos os nossos olhos físicos, serenarmos os nossos pensamentos, elevarmos os nossos pensamentos a Deus e visualizar nesse momento a figura doce e meiga do nosso nosso mestre Jesus que se faz aqui presente e agradecer a ele por ser esse guia, por ser essa luz, por ser esse farol que ilumina a nossa caminhada. Obrigado, mestre querido, por sempre estar conosco, iluminando os nossos caminhos. que possamos ter a sabedoria e ter a humildade de continuar seguindo contigo, mestre querido, e que possamos ter a sabedoria e a humildade de trabalhar na tua seara. Que o teu amor resplandeça em todos os nossos atos e que consigamos ser instrumentos aqui na terra, trabalhando cada vez mais na tua seara e levando um pouquinho mais de amor aonde estivermos. S conosco, mestre querido, hoje e por todo sempre, e fica cuidando de todos nós hoje e por todo sempre. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão [música] espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque

er [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos [música] momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o [música] Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como

no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na [música] terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos [música] aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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