Amar, trabalhar, esperar e perdoar • Ivana Raisky
Toda sexta-feira, a União Espírita de Vitória da Conquista traz um convidado especial para falar sobre temas do cotidiano sob a luz da Doutrina Espírita. Palestrantes e estudiosos do Espiritismo se encontram para reflexões acerca do Evangelho de Jesus. Realização: União Espírita de Vitória da Conquista (UEVC) #olivrodosespíritos #espiritismo
Que o divino amor de nossas almas ilumine as nossas consciências. Que a sua paz esteja em cada coração. Sejam bem-vindos em mais uma live aqui nos nossos canais da VCT TV e da TV Mansão do Caminho. Sempre uma imensa satisfação saber que estamos na companhia de tantas almas queridas para mais um momento de reflexão em torno da mensagem do mestre, à luz da doutrina espírita. E para melhor sintonizarmos com esse instante, que possamos elevar os nossos pensamentos em prece. Divino amigo, a nossa gratidão, Senhor, pela companhia bendita dos amigos nos dois planos da vida. Nossa gratidão pela tua presença generosa nessa terra, aguardando-nos pacientemente para que tenhamos a coragem de tomar do arado, devolver a terra dos nossos corações, deixar tua semente generosa germinar, dando frutos abundantes de vida e vida em abundância, como nos prometestes. Sim, Senhor, nesse instante nós te rogamos que nos auxilie a bem compreender a mensagem da noite com a nossa querida irmã Ivana Risk, a fim de que sejamos cooperadores contigo nesta tarefa. Por isso, amigo, ser conosco, auxiliando-nos, intuindo-nos, protegendo-nos hoje e sempre. Hoje temos a alegria de receber a nossa querida amiga, irmã Ivana Risk. Já algum tempo que não nos presenteia com a sua presença. Então, seja bem-vinda, Ivana. Sempre uma imensa satisfação tê-la aí conosco. Rogando votos de muita paz. Passamos a palavra para você para abordar o tema amar, trabalhar, esperar e perdoar. A casa já é sua, minha irmã. Fique à vontade. Muito obrigada. Rosângela, é sempre uma alegria nós estarmos juntos aqui neste programa da UVCTV, junto com amigos muito queridos de Vitória da Conquista e de todo o Brasil e do mundo que nos acompanhou agora. Muito boa noite a todos nós. Esse é um tema muito interessante porque ele traz orientações que Abigail, a amada de Saulo de Tarso, oferece a ele no momento de muita dor. Nós precisamos buscar a obra Paulo e Estevão, de autoria de Emanuel, espírito Emanuel, pela psicografia de Francisco
ções que Abigail, a amada de Saulo de Tarso, oferece a ele no momento de muita dor. Nós precisamos buscar a obra Paulo e Estevão, de autoria de Emanuel, espírito Emanuel, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Ali Emanuel vai trazer para nós numa narrativa belíssima como foi a conversão daquele que depois ficou conhecido como o apóstolo dos gentios ou o bandeirante do cristianismo, aquele que foi o responsável por espalhar a mensagem de Jesus por todo o mundo naquela época, não somente ali naquele povo que era tão exclusivista como era o povo povo judeu, mas levando também para outros povos, para os gentios, levando a palavra da boa nova para todas as possibilidades que se tinha naquela época. E é importante nós nos lembrarmos que Saulo era um homem muito bem preparado. Ele tinha tido uma criação esmerada. Ele era de uma família muito bem conceituada, que tinha recursos. Então ele teve uma educação primorosa. Ele estudou com Gamaliel, que era um dos eh dos rabinos mais importantes do templo na época. Ele conseguiu uma posição muito privilegiada no Sinédrio. Ele era um doutor da lei. Então nós sabemos que ele era um homem que tinha uma capacidade intelectual enorme, mas ele também era um homem de bom coração, que tinha um amor muito grande pela lei de Moisés. lei que ele defendia com todas as suas forças, porque ele realmente acreditava que ela representava a verdade. E é justamente por isso que antes de se tornar Paulo no caminho de Damasco, ele Saulo, se transformou num grande perseguidor do cristianismo nascente. Ele era aquele que mandava buscar, que caçava, que prendia, que matava os cristãos. Por quê? Porque ele acreditava que o cristianismo, que aquelas pessoas que seguiam a Jesus de Nazaré eram pessoas loucas que colocavam realmente em risco o equilíbrio daquela sociedade e que seriam totalmente contrárias à aqueles princípios que ele defendia com tanto ardor. Então, quando Paulo e nessa condição de uma autoridade prende Estevão e o condena a morrer
o daquela sociedade e que seriam totalmente contrárias à aqueles princípios que ele defendia com tanto ardor. Então, quando Paulo e nessa condição de uma autoridade prende Estevão e o condena a morrer apedrejado, ali ele estava fazendo o primeiro márteir do cristianismo nascente. Mas o que Paulo nunca imaginava é que aquele Estevão, que na verdade o nome era Jesiel, era o irmão da sua amada Abigail. Abigail, que era uma jovem que representava todos os seus sonhos de futuro, com um lar, com uma esposa, com a mãe dos seus filhos, um lar onde ele teria o amor, a ternura, a doçura de Abigail. Mas naquele momento em que ele vendo Estevão ser apedrejado e Abigaí identifica ali o irmão amado, ali naquele momento, ele fica em completa perturbação. E ele então se afasta de Abigail porque não consegui entender como que Abigail, a sua amada, também era seguidora de Jesus. Aquilo provoca um conflito íntimo muito grande, mas ele se torna mais do que nunca o perseguidor dos cristãos. Até que naquele episódio conhecido de todos nós que sabemos um pouco da história dessa personagem tão importante para o cristianismo, Saulo de Tarso, a caminho de Damasco, onde ele ia junto com uma tropa, com um exército para prender, para aprisionar e matar cristãos, Jesus lhe aparece. E nessa aparição, basta que Jesus olhe para ele e pronuncie: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Ali naquele instante ele literalmente cai do cavalo. Ele cai, ele fica enceeguecido com aquela luz imensa e o coração naquele instante se abre e ele percebe o quanto ele estava seguindo um caminho equivocado. Ele, na verdade, estava perseguindo, perseguindo o Messias a tanto esperado pelo seu povo. Naquele instante ele consegue compreender tudo e ele pergunta: "Senhor, o que queres que eu faça?" Bonito, simbólica essa passagem, porque ele não tenta se desculpar, ele não tenta se justificar, ele reconhece e a partir dali ele diz: "Senhor, agora eu compreendo o que queres que eu faça". E aí Jesus o orienta que ele vá até a
em, porque ele não tenta se desculpar, ele não tenta se justificar, ele reconhece e a partir dali ele diz: "Senhor, agora eu compreendo o que queres que eu faça". E aí Jesus o orienta que ele vá até a cidade e aguarde que ele será procurado. É importante dizer que nesse momento ele perde a visão, ele fica completamente cego. Os soldados que estavam vendo aquilo aturdidos, porque na verdade ninguém viu nada, só ele teve a visão espiritual de Jesus. voltam, retornam a mando dele e apenas um dos soldados o acompanha até que ele chega Damasco. E ali ele vai para uma hospedaria e fica guardando. E aí se desenrola todo o livro mostrando esta esse momento de renovação em que ele deixa de se chamar Saulo e se torna Paulo, o nome de batismo que deram a ele na conversão ao cristianismo. E Paulo, então, começa essa sua jornada de reparação, de resgate e buscando com todo o seu empenho, com todas as suas forças e o seu entusiasmo, trabalhar para Jesus. Mas naturalmente não era muito fácil, porque imaginem, né? Imaginemos nós, aquele que era o grande perseguidor dos cristãos, de repente aparece dizendo que perdeu a visão. Ananias, que foi mandado por Jesus para auxiliá-lo e restitui a visão de Saulo, né? E o batiza como Paulo o apresenta à comunidade cristã. Mas havia uma desconfiança muito grande, porque eles eram acostumados com o Paulo perseguidor, com Saulo perseguidor. Como é que agora aquele que era o grande perseguidor chega, né, se dizendo eh irmão de fé? Então, havia uma desconfiança muito grande por parte de todos, por parte dos apóstolos. E Paulo recomenda-se, ele vai pro deserto, ele passa um período de 3 anos no deserto, onde ele vai aprendendo, ele vai lendo, ele vai tendo conhecimento sobre tudo aquilo que tinham escrito sobre os feitos de Jesus, sobre os ensinamentos de Jesus. E quando ele retorna, ele resolve buscar Damasco, ele resolve buscar Tarso, a casa do pai, porque ele pensava encontrar no pai um apoio que ele precisava naquele momento. Porque vejam só, ele deixou uma posição
le retorna, ele resolve buscar Damasco, ele resolve buscar Tarso, a casa do pai, porque ele pensava encontrar no pai um apoio que ele precisava naquele momento. Porque vejam só, ele deixou uma posição privilegiada que ele tinha como sendo um doutor da lei, não é? Um um membro do Sinédrio que tinha os seus recursos financeiros. De repente, ele abre mão daquilo tudo e ele busca a casa do pai ansioso para que ele pudesse ali ser acolhido, para que ele pudesse compartilhar com o pai tudo aquilo que ele sentia, o porquê dele ter mudado tanto a vida dele. Só que quando ele chega em Tarso, na casa do pai, o pai o recebe de uma forma muito mal, porque o pai não entendia que loucura era aquela que o filho tinha cometido. O pai não conseguia entender como que aquele jovem promissor que dava tanto orgulho pra família havia se deixado contaminar por aquela seita de heresia. Então o pai indignado o deserda e o coloca para fora de casa. Então é nesse instante que ele se sente completamente sozinho no mundo. Ele percebe que ele não tem mais o amparo da profissão que lhe dava o recurso financeiro. Ele não tem mais o amparo da família, ele estava sozinho. Ele não tinha o apoio dos adeptos do Cristo, porque ninguém confiava nele. E é uma cena belíssima que Emmanuel nos descreve, que ele resolve então se afastar um pouco da cidade para uma região nos arredores, onde haviam algumas grutas, algumas cavernas. E é ali na entrada de uma delas que ele se recosta a cabeça contra as pedras e ele começa a chorar. E ele vai chorando e lavando toda aquela mágoa, aquela angústia que ele trazia. E ele se coloca em oração, pedindo a Jesus que o ajudasse. E ele então se vê num estado que ele não sabe definir se era um sonho ou um estado de êxtase. Mas o fato é que ele vê se aproximar dele Abigail, acompanhada do irmão Jesiel ou Estevão. E naquele instante ele se joga de joelhos aos pés de Estevão e pede perdão por aquilo que ele tinha feito. E Estevão, com todo o carinho o incentiva, acolhe e diz: "Nós
ada do irmão Jesiel ou Estevão. E naquele instante ele se joga de joelhos aos pés de Estevão e pede perdão por aquilo que ele tinha feito. E Estevão, com todo o carinho o incentiva, acolhe e diz: "Nós estamos juntos. Eu estarei com você para te ajudar". E aí vem o diálogo dele com Abigail, que era amada. Abigail, depois desse episódio do apedrejamento do irmão, ela volta paraa casinha dela e Paulo tem a ocasião de visitá-la depois, mas a encontra muito doente, realmente muito doente. E ela se despede dele. Ela diz: "A nossa vida juntos é impossível e até mesmo porque a minha vida está findando." Então Abigaí também havia desencarnado. E em plano espiritual, Abigaíu vem e trava um diálogo belíssimo com Paulo. E é esse diálogo que nós vamos encontrar essas quatro palavras que são respostas que Abigail dá diante dos questionamentos que Paulo faz a ela: "Ama, trabalha, espera, perdoa." Eu vou pedir os amigos para colocarem na tela uma apresentação para nós irmos conduzindo o nosso pensamento aqui. Então, amar, trabalhar, esperar e perdoar. Tudo isso, né, que nós comentamos aqui, está nessa obra Paulo e Estevão, que é uma obra que vale a pena, meus amigos, não somente a leitura, mas o estudo. É uma obra que a cada vez que nós retornamos para ler novamente, nós encontramos aspectos interessantes que muitas vezes não tínhamos percebido numa leitura anterior. Então, fica aí a dica como obra essencial para todo espírita. Conhecer Paulo e Estevão, psicografado por Chico Xavier, ditado pelo espírito Emanuel. Então, na momento daquele trans em que ele se se encontrava naquele êxtase de ver a sua amada ao seu lado, ele começa a perguntar muitas coisas a ela e ele pergunta: "O que fazer para adquirir a compreensão perfeita dos desígnios do Cristo?" Porque vejam só, ele não esteve, ele não conheceu Jesus, ele não conviveu com Jesus. O que ele sabia eram o que os outros tinham contado a ele, eram os escritos que tinham feito, anotado sobre o que o mestre havia feito ou dito. Então ele pergunta: "Como é que eu
o conviveu com Jesus. O que ele sabia eram o que os outros tinham contado a ele, eram os escritos que tinham feito, anotado sobre o que o mestre havia feito ou dito. Então ele pergunta: "Como é que eu vou compreender o que Jesus espera de mim?" Logo eu, por ele tinha um remorço muito grande. Ele trazia dentro de si um arrependimento imenso por tudo aquilo que ele havia feito anteriormente antes de se deparar com Jesus às portas de Damasco. Então ele pergunta a ela como fazer para compreender os desígnios de Cristo? O que que ele espera de mim? E Abigaí responde a ele: "Ama, ama." E essa palavra, ela contém o universo de significados e daqui a pouco nós vamos comentar cada um deles. Na sequência, ele pergunta: "Todavia, como proceder de modo a enriquecermos na virtude divina? Jesus aconselha o amor aos próprios inimigos. Entretanto, considerava quão difícil deveria ser semelhante realização, penoso testemunhar dedicação sem o real entendimento dos outros. Como fazer para que a alma alcançasse tão elevada expressão de esforço com Jesus Cristo? Porque ele sabia o quanto isso era difícil. Porque mesmo aqueles, os apóstolos que seguiram Jesus de perto, que viveram com Jesus, eles tinham dificuldades porque eles desconfiaram de Paulo. Eles não queriam aceitá-lo. Entre eles próprios havia muita discordância, não era um relacionamento totalmente harmonioso que ele eles tinham uns com os outros. Então ele pensava de que forma que a gente pode alcançar, não é, essa esse esforço, essa elevada expressão que ia perdoar, perdoar aqueles que são considerados como inimigos. E aí Abigail responde para ele: "Trabalha e nós vamos depois desdobrar esse trabalho". Aí que providências adotar contra o desânimo destruidor? Porque imaginemos nesse instante em que ele estava completamente só. Ele não tinha o apoio de ninguém aí nesse momento. Então o desânimo já estava imperando na naquele momento, na sua mente, no seu coração. E ele fala como como lutar contra esse desânimo destruidor. E Abigaí diz a ele:
poio de ninguém aí nesse momento. Então o desânimo já estava imperando na naquele momento, na sua mente, no seu coração. E ele fala como como lutar contra esse desânimo destruidor. E Abigaí diz a ele: "Espera, espera, tenha paciência. Tudo vem no tempo do Senhor. Mas como conciliar as grandiosas lições do evangelho com a indiferença dos homens? Imagine vivenciar tudo aquilo que o Evangelho de Jesus orientava, mas perceber a indiferença das pessoas. E essa diferença, ela ficou muito clara nas próprias atitudes de Paulo como de Saulo como perseguidor de cristãos. nas atitudes de todos os sacerdotes ou da grande maioria do Sinédrio que tramaram a crucificação de Jesus e daquelas pessoas tidas como sendo as mais inteligentes, as mais preparadas, que não conseguiam entender que Jesus tinha vindo para mudar a história da humanidade. Então ele pensava de que for? Porque Jesus, no instante supremo, ele rogou ao Pai que perdoasse aqueles que o estavam colocando naquela situação de dor, de humilhação, da mais profunda ignomínia humana. Ele pede a Deus que perdoasse, porque os homens não sabiam o que estavam fazendo. Então, é o que Abigaí diz a ele, perdoa. Mas é importante que nós compreendamos, né, de forma profunda o que que isso tudo significou. Porque naquele momento, nesse momento, quando Paulo acorda, ele vê Abigail e se afastando, sumindo e de repente ele acorda. E ele acorda em êxtase e agradecido profundamente a Deus por aquele encontro ou reencontro com aqueles dois seres com os quais ele tinha tanta ligação. E nesse momento ele percebe que nós não estamos sós, que ele não estava sozinho. Ele percebe que aqueles que partiram pelas portas da morte continuavam vivendo no mundo espiritual e cuidando de nós. Então ele percebeu, Paulo, que ele não estava só. Naquele momento, ele sentiu que ele renascia, né? é o renascimento de Paulo. E ali ele compreendeu que aquilo que Abigail disse a ele, o amor, o trabalho, a esperança e o perdão, seriam os seus companheiros inseparáveis por toda a sua
e renascia, né? é o renascimento de Paulo. E ali ele compreendeu que aquilo que Abigail disse a ele, o amor, o trabalho, a esperança e o perdão, seriam os seus companheiros inseparáveis por toda a sua existência. Esse seria o caminho de renovação interior que ele precisaria trilhar após a sua transformação de perseguidor de cristãos a apóstolo do Cristo. E isso faz com que ele se sinta fortalecido. Ele demora, mas já quase amanhecendo o dia, ele consegue dormir. Quando acorda já quase meio-dia, ele pensa: "E agora? O que que eu vou fazer? Eu preciso, em primeiro lugar conseguir um trabalho que me dê o pão de cada dia. Então ele olha e o pai quando o expulsa de casa dá a ele uma bolsa com uma quantidade de dinheiro. É como se fosse o pai dizendo assim: "Isso aqui é tudo que você terá de mim". E ele olha aquela quantidade que era uma quantidade relativamente boa e ele resolve comprar um tear e ele se torna um tecelão. Ele se aloja na cidade de Tarso, numa casinha muito humilde. E os pais quando ficam sabendo que o filho estava morando na cidade de uma forma que a eles causava tanto constrangimento e vergonha, os pais resolvem se mudar de Tarso. Mas é ali que ele começa a sua nova vida como tecelão para ganhar a sua subsistência. E aquele tear ele levava com ele para onde ele fosse. Era assim que ele trabalhava, era assim que ele se mantinha. Interessante observar que ele aprendeu esse ofício quando esteve no deserto, durante os três anos que ele ficou se preparando para o trabalho que ele tinha que realizar. Agora vamos entender um pouquinho eh cada parte dessa orientação que a Bigail dá para ele. Ama, trabalha, espera e perdoa. Quando ela fala ama, não é à toa que ela começa com o amor, porque o amor no na no ensinamento de Jesus, ele é a base de tudo. Quando Jesus é questionado sobre a lei mosaica, que ele dizia que sim, que a lei de Moisés era a lei de seus pais, era a lei de seu povo, que os 10 mandamentos de Moisés eram uma expressão da lei de Deus, mas ele disse que
nado sobre a lei mosaica, que ele dizia que sim, que a lei de Moisés era a lei de seus pais, era a lei de seu povo, que os 10 mandamentos de Moisés eram uma expressão da lei de Deus, mas ele disse que poderia condensar os 10 mandamentos em apenas dois, que esses dois conteria toda a lei e os profetas. E ele fala que o primeiro mandamento seria amar a Deus sobre todas as coisas e o segundo amar ao próximo como a si mesmo. Então, percebam que o amor é a base do ensinamento de Jesus. o amor a Deus, o amor ao próximo, o amor a si mesmo. E se nós pararmos para pensar, se nós realmente conseguirmos amar o outro, amar a Deus com verdadeiro fervor e confiança e começar também a olhar para nós com indulgência e com amor, nós estaremos trazendo para junto de nós a prática das virtudes que nós precisamos adquirir aqui nessa existência. E nós deixaremos de lado os vícios morais, como o orgulho, o egoísmo, a vaidade, a ira e tantos outros, que são aqueles que nos prendem à vida material, que nos prendem às coisas da terra, que nos tornam espíritos, não é, mais distantes da perfeição a que nós fomos destinados por Deus quando ele nos criou. Então, o amor ele é colocado como a base de tudo. E nesse momento, quando Abigail diz a Paulo para amar, ela o convida para sair do orgulho, da violência e da rigidez da lei antiga e entrar na nova proposta de Jesus, que é o amor incondicional. Por quê? Porque Paulo, como Saulo, ele estava acostumado a conviver com o orgulho como sendo inclusive uma virtude. Ele tinha muito orgulho da sua posição no Sinédrio. Ele tinha muito orgulho do seu conhecimento intelectual. Ele tinha muito orgulho da família. Ele era um homem muito convicto de que era privilegiado diante daquela sociedade. Isso fez com que ele agisse muitas vezes de forma brusca, de forma violenta, exatamente porque a interpretação da lei era de uma forma muito rígida, não tinha flexibilidade. E quando ele resolve, quando ele deixa aquilo tudo e ele segue o caminho que estava programado para
ta, exatamente porque a interpretação da lei era de uma forma muito rígida, não tinha flexibilidade. E quando ele resolve, quando ele deixa aquilo tudo e ele segue o caminho que estava programado para ele, para aquela reencarnação, ele percebe que ele precisa deixar tudo isso para trás, porque a proposta de Jesus é apenas do amor e o amor incondicional. Não mais a rigidez, não mais o orgulho, não mais a violência, mas a mansuetude, a humildade, todas essas virtudes que nos aproximam do Pai. Então esse ama que Abigail diz a ele, na verdade é um chamado a essa caridade, a caridade, a empatia, ao perdão, mesmo diante das perseguições que ele próprio soferiria. Porque na oração dominical, na oração do Pai Nosso que Jesus nos ensinou, ele nos diz assim: "Perdoai os nossos pecados, Senhor, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido." Então, assim como ele precisava do perdão daqueles que ele havia perseguido, que ele havia levado à morte, à ruína, ele precisava do perdão dessas pessoas. E ele precisava aprender a perdoar, porque a partir daquele momento ele saiu do papel de perseguidor para perseguido. E quando nós pensamos nesse fato, com os olhos do espírito imortal, nós observamos quão grandioso ele se torna. Talvez aos olhos da matéria, aqueles que viviam nunca conseguiram entender como que aquele jovem doutor da lei, com um futuro tão promissor, foi capaz de deixar tudo para seguir um carpinteiro de Nazaré. Mas aos olhos de Deus, ali nasce o verdadeiro Paulo de Tarso, que foi tão importante para todos nós. É um chamado então a essa caridade. E aí nós vamos lembrar que quando a gente fala aqui de caridade, nós estamos falando da caridade no seu aspecto mais amplo. a caridade que realmente perdoa, que realmente abraça, que realmente ajuda com o coração. A empatia, essa capacidade de se colocar no lugar do outro, de tentar ver pelos olhos dos outros. E ele precisa aprender a amar como Jesus amou. E essa é a primeira, né, é o primeiro passo para qualquer reforma verdadeira do espírito. Quando
no lugar do outro, de tentar ver pelos olhos dos outros. E ele precisa aprender a amar como Jesus amou. E essa é a primeira, né, é o primeiro passo para qualquer reforma verdadeira do espírito. Quando nós então vemos essa orientação de Abigaí para Paulo de Tarson, nós podemos tomar para nós mesmos, que é um ensinamento válido para todo cristão que deseja um dia chegar, galgar os degraus e chegar onde Jesus está, onde ele chegou. Quando Abigaí fala sobre o trabalho aí, aqui o trabalho ele está se referindo tanto ao esforço material quanto ao espiritual. Porque na verdade Paulo, ele fez um trabalho imenso. Ele foi realmente incansável porque ele leva a mensagem de Jesus a povos, a lugares naquela época muito distantes. E meus irmãos, imaginemos, ele viajava a pé, ele viajava no lombo de um burro. Naquela época não tinha os veículos, os meios de transporte, como nós temos. Quando o lugar era muito longe, ele ia de barco, enfrentando tempestades, enfrentando pestes, enfrentando todo tipo de adversidade para chegar até aquela comunidade. E ali ele chegava, ele pregava, ele falava do evangelho de Jesus, ele reunia os simpatizantes e ele criava ali um núcleo, um núcleo familiar que posteriormente se transformaria numa igreja, num núcleo de cristãos. E ele voltava depois a esses lugares para visitar. Até que ele pensando, meu Deus, mas como é que eu vou fazer? Eu não vou conseguir visitar todos o tempo inteiro como precisa. E aí vem a orientação espiritual para que ele escrevesse para aquelas comunidades. E assim nós temos as belíssimas cartas de Paulo a esses diversos povos, a essas diversas comunidades cristãs. Então ele foi um incansável, fundando as igrejas, escrevendo as cartas, enfrentando os perigos. Mas ele também foi incansável no trabalho de alta educação. Por quê? Foi com o trabalho que ele foi domando as suas más inclinações, que ele foi aperfeiçoando o seu ser espiritual, que ele foi se melhorando, que ele foi realmente se tornando um verdadeiro cristão. Porque o trabalho ele nos
e ele foi domando as suas más inclinações, que ele foi aperfeiçoando o seu ser espiritual, que ele foi se melhorando, que ele foi realmente se tornando um verdadeiro cristão. Porque o trabalho ele nos dignifica, ele dignifica o espírito e nos liberta dos apegos do passado. Então Paulo, ele precisava vencer muitas coisas. Ele precisava vencer o autoritarismo que tinha antes. Aqui não cabia mais ser autoritário. Ele tinha que ser firme, mas precisava ter doçura. Precisava ser aquele que acolhe. Precisava ser digno de portar a mensagem do Cristo. E ele tinha isso de forma muito clara. Quando Abigaí diz a ele que esperasse, ela estava dizendo para ele que a espera, né? A esperança e a paciência, elas seriam virtudes importantíssimas, cruciais e são virtudes importantíssimas para todos nós. Porque Abigail sabia que essa transformação ela não viria de um dia para outro e nem o reconhecimento viria e nem a paz. Porque Jesus, ele deixou claro, eu não vim trazer a paz, mas a guerra, mas a espada, porque ele sabia que a mensagem que ele trazia era uma mensagem revolucionária para os padrãos daquela época. Então, Paulo, ele nunca teve paz no sentido do sossego. Ele sempre teve que lutar muito contra as adversidades, contra os perigos, contra aqueles que não aceitavam a sua presença, por exemplo, nas nos lugares e fazia com que ele fugisse dali apedrejando, quase o matando. Ele sofreu muito. Então ele teria que esperar muito para ver os frutos do seu esforço. E aí, né, que muitos, muitas vezes ele não ia vê-lo ainda naquela existência, naquela reencarnação. Então, Abigail nos ensina que esperar com fé e confiar no tempo de Deus e não no nosso é o que nós precisamos fazer. E quanta dificuldade, não é, meus irmãos, nós temos de fazer isso, de saber esperar o tempo de Deus. Nós temos a tendência de sermos muito ansiosos, imediatistas. Nós queremos que as coisas aconteçam muito rapidamente, mas nós aprendemos com a doutrina espírita que a natureza não dá saltos. As coisas acontecem é com muita luta, é
s muito ansiosos, imediatistas. Nós queremos que as coisas aconteçam muito rapidamente, mas nós aprendemos com a doutrina espírita que a natureza não dá saltos. As coisas acontecem é com muita luta, é com muito esforço. Nós encontramos na obra espírita quando Allan Kardec pergunta como se reconhece o verdadeiro espírita. E tem um texto belíssimo que vem na sequência de um texto que fala sobre o homem de bem em um Evangelho Segundo o Espiritismo, em que os espíritos dizem que o verdadeiro espírita, ele é o mesmo que o verdadeiro cristão e que se reconhece o verdadeiro espírita pelos esforços que ele faz para domar as suas más inclinações e se tornar uma pessoa melhor. Então esse esforço ele é necessário para todos nós o tempo todo. E não adianta nós pensarmos que vai ser assim, ó, no estalar de dedos. Isso é construído por cada um de nós. Porque também Allan Kardec nos ensina que isso é um processo de educação, educação do espírito. E a educação ele define como sendo um conjunto de hábitos adquiridos. Então, nós temos que criar o hábito do bem na nossa vida, o hábito de sermos bons, de termos esperança, de termos paciência, de aprendermos a amar. Isso é tudo fruto da nossa luta e do nosso esforço, assim como era também para Paulo de Tarso. E aí, por fim, ela fala: "Perdoa". E aí a gente fica pensando, né? Perdoar não é fácil. Não era fácil para Paulo de Tarso. Não é fácil para nenhum de nós. Exatamente porque no caso de Paulo de Tarso, o perdão principal que ele precisava era do auto perdão. Inicialmente era perdoar a si mesmo, porque ele trazia um peso de culpa, de remorço imenso dentro do peito. Exatamente. Porque ele havia apedrejado Estevão Jesiel, irmão de Abigail, o primeiro que teve a coragem de gritar a plenos pulmões que ele aceitava Jesus como sendo Messias. Então esse essa culpa que ele sentia, ele precisava perdoar a si próprio. Então quando Abigaí fala do perdoa, é do perdão duplo. É que ele primeiro se perdoasse, mas que ele também se perdoasse aqueles que não o
essa culpa que ele sentia, ele precisava perdoar a si próprio. Então quando Abigaí fala do perdoa, é do perdão duplo. É que ele primeiro se perdoasse, mas que ele também se perdoasse aqueles que não o compreenderiam, aqueles que lutariam contra o trabalho que ele estava desenvolvendo. Inclusive dentro do próprio grupo dos apóstolos, ele teve muitas dificuldades, especialmente no começo, até que ele realmente provasse a sua conversão ao cristianismo. Então, ele precisava trabalhar esse perdão primeiro para ele se libertar, porque perdoar é libertador. Perdoar vai curar feridas que o tempo não cura sozinho. Perdoar nos liberta tanto que tem uma frase interessante que eu ouvi certa vez que é claro que é um trocadilho e é uma brincadeira, mas diz que a gente deve perdoar nem que seja por egoísmo. Exatamente. Porque quando nós perdoamos alguém de um mal praticado contra nós, nós deixamos eh nós nos desvinculamos dessa pessoa. Nós libertamos essa pessoa para que ela possa seguir adiante e ela vai ter que responder pelos seus atos, perante a sua consciência. Mas nós não somos cobradores. Nós não desejamos o mal do outro. Nós nos libertamos daquela amarra. Isso é muito interessante. Então, para nós na doutrina espírita, né, nós espíritas, esses quatro princípios, amar, trabalhar, esperar e perdoar, eles não são apenas belos ideais, eles são caminhos práticos de evolução do espírito e que nós precisamos, né, colocar em prática no nosso dia a dia. É claro, meus irmãos, que nós sabemos que isso é um desafio para nós, que não é fácil, mas nós sabemos que esse é o roteiro, esse é o caminho a ser seguido. E aí, se nós nos lembramos daquilo que caracteriza o verdadeiro espírita e o verdadeiro cristão, que é esse esforço diário para ser melhor, nós entendemos que o caminho é esse, não tem outro. E aí nós trouxemos alguns exemplos práticos de como que nós podemos aplicar no nosso dia a dia as recomendações de Abigail a Paulo. No nosso cotidiano, o que que representa esse amar? E aí nós pensamos, né, amar é praticar a
s exemplos práticos de como que nós podemos aplicar no nosso dia a dia as recomendações de Abigail a Paulo. No nosso cotidiano, o que que representa esse amar? E aí nós pensamos, né, amar é praticar a caridade em pensamento, em palavras e em ações. Porque o pensamento é a matriz, é a base, é de onde vem tudo que nós realizamos, né? O pensamento, a vontade é que são as molas propulsoras da nossa vida. Então, pensar no bem, falar sobre o bem, agir no bem com amor. E aí, lembrando, caridade não é só doar bens materiais, mas é oferecer compreensão, escuta, gentileza, acolhimento. E aí nós nos lembramos da pergunta da questão 886 de O livro dos Espíritos. Quando Allan Kardec pergunta qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, conforme a entendia Jesus, os espíritos responderam: Benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições alheias e perdão das ofensas. É aquilo que a gente chama de bip espírita. Então esse amar é colocar em prática essa benevolência, essa indulgência e o perdão. E não é todo dia que nós vamos ser vitoriosos. Tem dia que nós vamos fazer direitinho, no outro dia nós vamos escorregar, mas nós vamos levantar e vamos seguir. E à medida em que a gente vai se esforçando, nós vamos devagarinho criando o hábito. De tal forma que daí a pouco isso se torna espontâneo. Aí não há mais necessidade do esforço para ser bom. Por isso que lá em o livro dos espíritos, no capítulo 12 da terceira parte, sede perfeitos, numa das questões, Allan Kardec pergunta: "Por que que para algumas pessoas fazer o bem é algo tão espontâneo, tão fácil, ao passo que para outros demanda uma um esforço enorme?" Aí os espíritos dizem é que para aqueles cujo bem se faz com facilidade é algo que já foi conquistado, foi é um espírito que já traz uma história de esforço no sentido da sua evolução moral. Aquele que se esforça ainda está lutando para chegar lá. Aquele que faz o bem espontaneamente já está colhendo os frutos desta luta em busca do bem. Esforce-se para não julgar os
a sua evolução moral. Aquele que se esforça ainda está lutando para chegar lá. Aquele que faz o bem espontaneamente já está colhendo os frutos desta luta em busca do bem. Esforce-se para não julgar os outros apressadamente, porque o espiritismo nos lembra que cada alma tem a sua história e o seu grau de entendimento. E aí quando nós pensamos isso, nós precisamos olhar paraas pessoas com esse olhar compassivo e a gente pensar o seguinte: cada um dá aquilo que tem. Se nós observamos no outro que ele que ele oferece a ingratidão, que ele oferece o orgulho, o egoísmo, é o que ele tem para dar naquele momento. Nós precisamos estar atentos o que que nós temos oferecido, o que que nós temos feito de diferente, tudo aquele, aquilo que eu observo no outro, até que ponto eu também não faço a mesma coisa. Esse é o nosso grande desafio, é o autoconhecimento. É buscar enxergar em nós os nossos pontos fracos, aquilo que nós precisamos melhorar e lutar realmente para que nós possamos colocar isso em prática. Esforce-se para não julgar os outros. Cultive o amor universal, inclusive nas relações difíceis. Porque amar não é concordar com tudo, mas desejar o bem do outro, mesmo daqueles que não concordam conosco. Nós não precisamos concordar com todo mundo, mas a gente respeita o direito do outro pensar diferente, entendendo que é o que ele pode no momento. E aí nós nos lembramos de um dos princípios que o espiritismo nos traz. Fora da caridade não há salvação. Trabalhar. Aí nós vamos, né, pensando num lado material. Encara o seu trabalho profissional como campo de aprendizado moral, honestidade, paciência, cooperação, atitudes como essa no trabalho. Isso vai trazer para nós os resultados desse nosso esforço por sermos pessoas melhores. Trabalhe também espiritualmente. Estude, ore, evangelize e se envolva nas tarefas do bem. Nós precisamos fazer algo em benefício dos outros, porque assim nós estamos fazendo em benefício de nós mesmos. Toda vez que a gente faz algo em benefício do próximo, nós somos os primeiros a
do bem. Nós precisamos fazer algo em benefício dos outros, porque assim nós estamos fazendo em benefício de nós mesmos. Toda vez que a gente faz algo em benefício do próximo, nós somos os primeiros a recebermos. Então é importantíssimo que nós estejamos vinculados a algum tipo de ação social, de ação em prol do outro. E quando a gente fala de obra social, não necessariamente relacionada só à caridade material, mas a todo tipo de atitude que possa beneficiar a humanidade. Por exemplo, este trabalho realizado pela União Espírita de Vitória da Conquista, com essa programação de lives, de programas, sempre trazendo mensagens eh dignificantes, consoladoras, este é um trabalho em prol da humanidade. Então isso gera esforço, isso demanda a abnegação, é abrir mão de tempo que poderia estar ocupando com outras coisas, mas que semanalmente estão aqui trazendo, fazendo esse trabalho. Então, a nossa gratidão a toda essa equipe se esforçando para vencer as dificuldades nos relacionamentos, em todos os aspectos, relacionamentos familiares, no trabalho, na sociedade, na casa espírita, porque nós também temos dificuldades na casa espírita. E aí nós temos que lembrar que o trabalho do bem é o antídoto contra a ociosidade espiritual que gera desequilíbrio. Espera foi o terceiro conselho de Abigail. Então é desenvolver a paciência nas dificuldades, confiando que tudo tem um tempo certo para se resolver. Se não resolveu, é porque ainda não está no tempo certo. Mas confiemos que as coisas vão acontecer. Façamos o nosso melhor. Porque Jesus falou: "Faça a tua parte e o céu te ajudará". Deus nos ajuda. Espere o momento certo para agir ou responder. Muitas vezes o silêncio é a melhor resposta. Muitas vezes nós ganhamos mais ficando calados. Em outras vezes, é importante, é necessário que nós nos posicionemos, mas sempre de forma equilibrada, de forma serena, apenas para trazer uma reflexão, não para agredir o outro. Tenha fé ativa. Fé ativa é não esperar de braços cruzados, mas caminhar
s nos posicionemos, mas sempre de forma equilibrada, de forma serena, apenas para trazer uma reflexão, não para agredir o outro. Tenha fé ativa. Fé ativa é não esperar de braços cruzados, mas caminhar com confiança. Tiago, o apóstolo, na sua epístola, fala que a fé sem obras é morta. Então, que nós tenhamos obra, não somente fé. E aí nós lembramos também um trecho que está em o Evangelho Segundo o Espiritismo lá no capítulo 9. A paciência é também uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo. Paciência. E por fim, perdoar. praticar o perdão diariamente, não nos prendendo a mágoas, nos libertando da energia do ressentimento. Nós precisamos sempre nos lembrar, né, de que todos nós erramos, nós também erramos. Jesus nos falou disso, que nós apontamos o dedo e nós enxergamos o argueiro no olho do nosso irmão e não enxergamos a trave no nosso olho. E muitas vezes o erro que eu aponto no outro, ó, o dedo também tá voltado para mim. São coisas que às vezes eu também faço. Então o perdão cura mais a quem perdoa do quem do que a quem é perdoado. E essa é um é uma realidade, né? É um fato. E é claro, o autão também é essencial. Se nós erramos, não adianta ficar remoendo, não adianta ficar se se torturando, não adianta desenvolver remorço, que é um sentimento destrutivo. É reconhecer o erro, se arrepender sinceramente e colocar-se na posição de refazimento. O que que eu posso fazer agora para corrigir esse erro? é começando a agir diferente, é agindo no bem que nós vamos pagar. Porque o apóstolo Pedro também na sua carta nos lembra que o amor cobre a multidão dos pecados. Então é amando, é fazendo bem que nós vamos apagar os nossos erros do passado. Perdoai para que Deus vos perdoe. Se fordes duros, exigentes, inflexíveis, como quereis que Deus esqueça todos os dias? tendes mais necessidade de indulgência, que é você. E aí uma dica prática que nós podemos fazer todos os dias, quando nós acordarmos pela manhã, nós podemos fazer um exercício diário com essas quatro
tendes mais necessidade de indulgência, que é você. E aí uma dica prática que nós podemos fazer todos os dias, quando nós acordarmos pela manhã, nós podemos fazer um exercício diário com essas quatro palavras. Então, de manhã, eu começo o dia com a minha oração mentalizando a palavra ama. Então eu decido que naquele dia, naquele dia eu vou ser uma pessoa gentil e eu vou fazer a caridade, lembrando a caridade no seu mais amplo aspecto, benevolência, indulgência, perdão das ofensas. Durante o dia, eu me lembro da segunda palavra: trabalha e assim eu vou agir com dedicação, com ética, com honestidade, sempre buscando caminhar no caminho reto que o Senhor nos ensinou. Ao enfrentar um desafio durante o dia, respire e pense: Espera, confia no tempo de Deus. Antes de dormir, medite em perdoa e libere qualquer mágoa que tenha acumulado. Se nós fizermos isso todos os dias, já imaginaram que resultado lindo que nós teremos? Então, nós só podemos agradecer a Jesus, não é? e pedir que ele nos fortaleça nesse propósito de sermos servidores na sua seara e que nós possamos nos esforçar sempre para sermos melhores a cada dia. E assim nós queremos concluir essa nossa fala agradecendo aos irmãos pela atenção. Uma alegria nós estarmos juntos aqui nesse início de noite. Que Jesus possa nos abençoar a cada um. Nossa imensa gratidão, Ivana, pelas belíssimas reflexões, trazendo ao nosso coração esse caríssimo irmão que nos traz o consolo através das suas cartas, através da carta viva, que é ele próprio, nos dedicando o exemplo a ser aqui. Que o Senhor da vida te abençoe, te espíre, te proteja sempre, minha irmã. Que assim seja. Nossa gratidão também a tantos amigos aqui conosco de várias partes do Brasil, aquilo outros que estarão no futuro assistindo esta live, sabendo que nunca estamos sós, que estamos na companhia de amigos benfeitores que comungam conosco nesse trabalho de sermos verdadeiramente servos fiéis da mensagem do mestre. Então, mais uma oportunidade para enviarmos a todos aqueles que, como nós,
anhia de amigos benfeitores que comungam conosco nesse trabalho de sermos verdadeiramente servos fiéis da mensagem do mestre. Então, mais uma oportunidade para enviarmos a todos aqueles que, como nós, necessita tanto de ouvir a mensagem libertadora do evangelho do Divino Amigo. Então, a todos também estendemos o convite para estarmos conosco todas as manhãs às 7 horas, nosso momento de reflexão para começarmos o dia na luz da oração e às quartas-feiras às 21 horas com o nosso programa Somos Todos Imortais. Então, a todos, paz e luz e tenhamos um bom fim de semana.
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