AMAR O PRÓXIMO - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim [música] que encontrei na comunhão. Foi nessa casa [música] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Boa tarde, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Nesse momento vamos começar fazendo uma leitura desse livrinho, eh, Conselhos úteis, né? É livrinho porque ele é pequenininho, né? Ele é pequenininho, mas ele é muito precioso. E a lição é: "Devemos amar a todos". E é da Hilda Alonso pelo espírito Hilda Pereira Magalhães. Devemos amar a todos. Será que já iniciaste a tua caminhada no sentido de ir ao encontro do teu próximo? Certamente já consegues ajudar teus familiares e teus amigos muito queridos. És capaz de perdoar os pequenos deslizes desses teus preferidos, mas ainda tens algumas reservas quanto aos demais, aqueles que mais mais afastados, que não tem não te tocam tanto o coração perante Deus, esses também são teus familiares e lhes deves solidariedade, respeito e compreensão. Não os abandones a pretexto de que não tens grandes ligações com eles, não é verdade? Talvez tenha zelos muito fortes com antigos companheiros de outras reencarnações aos quais deves muito, embora a tua memória não registre. Para que não deixes passar as oportunidades de reajuste e reconciliações, não te furtes aos ensejos. Vai ao encontro de todos que te pareçam necessitados e socorre-os para que não venhas em tempo algum até e até ver negado o auxílio de que estejas precisando. Dá primeiro para que algum dia possas receber. Mensagem pequenininha, mas linda, né? Vamos fazer nossa prece inicial dizendo Pai Nosso. Quando a gente fala Pai Nosso, a gente tá falando que ele é nosso pai. A gente tá louvando, né, glorificando, tá chamando ele para junto de nós. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim
is nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa, Pai, as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixes cair em tentação e nos livre de todo o mal. Que assim seja. Amigos, tenhamos uma boa, uma boa tarde, que as palavras da Márcia pode tocar os nossos corações. Ela vai falar também de amor, desse amor ao próximo, né? Como eu amo o próximo. Não é aquele próximo só que tá lá dentro de casa, não. É aquele próximo que eu passo por ele. Ele tá próximo de mim, mesmo que fisicamente, mas não é só fisicamente, né? Então a gente passa a palavra para ela e que Deus a ilumine, abençoa hoje e sempre. Meus amigos, boa tarde a todos. Essa nossa tarefa de hoje que consiste no estudo de um dos capítulos do livro Em torno do Mestre e se intitula Amar o Próximo, realmente dá pano pra manga, sabe? realmente nos faz refletir muito. Porque quando nós pensamos em alguém que a gente ama, vamos fazer aqui um pequeno exercício. Vamos lembrar de alguém que a gente ama e vamos fingir que alguém chega para nós e fala assim: "Mas por que que você ama o fulano ou a fulana?" E a gente vai falar, porque ele é uma pessoa maravilhosa ou ela é muito querida, é tão inteligente, olha, essa minha filha é tão atenciosa comigo, a gente gosta das mesmas coisas. E aí a gente vai dizer algumas coisas segundo as quais a gente vai entender que ama aquela pessoa por conta daquelas características. E Vinícius, nessa lição, ele vai nos ajudar justamente a pensar sobre esse assunto, o que nos faz amar o outro. Ele começa nos lembrando de um mandamento que todos nós sabemos de amar o próximo como a nós mesmos. E aí a gente percebe que pra gente realmente amar alguém, seja lá quem for, a gente precisa também se amar. Quando a gente não se gosta, quando a gente não se aceita, quando a gente não cuida de nós por alguma razão ou porque a gente às vezes teve uma educação em
lá quem for, a gente precisa também se amar. Quando a gente não se gosta, quando a gente não se aceita, quando a gente não cuida de nós por alguma razão ou porque a gente às vezes teve uma educação em que fomos muito eh criticados, não fomos assim abastecidos daquele amor que todos nós precisamos para nos desenvolver. Às vezes a gente vai crescendo com uma autoestima bem abalada, bem prejudicada e aí não conseguimos gostar de nós mesmos. Mas não vamos nos desesperar por isso, porque todos nós estamos aqui para treinar o amor, para treinar o amor em relação ao próximo e em relação a nós mesmos. Então ele começa nos lembrando desse detalhe, é como e o nosso amor é tão interessante porque ele não consegue ser canalizado. É como se a gente acendesse uma luz. A gente quando acende uma lâmpada, a gente não vai iluminar só um canto da sala. A lâmpada assente, ilumina tudo e assim também a nossa capacidade amorosa. Quando a gente começa a desenvolver essa capacidade, ela se estende pro outro, pra gente, pras coisas, pra natureza, para tudo ao nosso redor. Então, Vinícius nos fala em relação à nossa capacidade de amar justamente isso, que quando nós, ao invés de amar o próximo, amamos as qualidades desse próximo, nós não estamos compreendendo bem esse mandamento. Agora vamos voltar à nossa brincadeira do começo. Brincadeira no bom sentido, né? No começo da nossa fala. Quando a gente pensou em alguém que a gente ama, nós pensamos em qualidades dessa pessoa, não foi isso? Eu pensei, pelo menos, não sei vocês, ah, eu amo meu filho porque ele é um filho muito bom para mim, porque ele é tão agradável, ele é engraçado. Pensamos nas qualidades, mas a essência daquela pessoa. E é sobre isso que Vinícius vai nos falar, que a gente ama ainda desse nosso modo imperfeito de amar não a pessoa, mas as qualidades dela e que precisamos fazer esse exercício de ir além das qualidades, além das virtudes daqueles que a gente gosta. Então, que a gente possa eh pensar em amar de uma maneira diferente. E é
qualidades dela e que precisamos fazer esse exercício de ir além das qualidades, além das virtudes daqueles que a gente gosta. Então, que a gente possa eh pensar em amar de uma maneira diferente. E é interessante que ele vai dizer assim: "A gente outro e ama as virtudes dele". Principalmente quando essas virtudes nos beneficiam. Ah, eu gosto do fulano que ele me trata tão bem. Nossa, mas simpatia comigo tá me beneficiando essa virtude. Então, a gente ainda tem ainda esse e esse resquíciozinho de interesse, porque a gente ama quando aquelas qualidades que o outro tem nos dão prazer ou nos traz algum tipo de benefício, mesmo que seja aquele aquele aquecimento no coração. Às vezes não é um benefício da gente falar assim: "Ah, eu tô amando de maneira eh interesseira". Não é o sentir-se bem que aquela qualidade proporciona o nosso coração. Então, meus amigos, ele fala por isso, por conta dessa nossa eh tendência a amar o outro através das qualidades dele, é que a gente acha difícil a gente amar os tais dos inimigos. A gente acha difícil amar aquela pessoa que é antipática com a gente, amar aquela pessoa que a gente entende que é uma pessoa malvada. A gente não vê qualidade. Como é que a gente vai amar? Vejam que bacana, que interessante essa percepção que Vinícius nos traz. É porque a gente ama a qualidade. Se a gente focar em não amar mais a qualidade, mas a pessoa, a gente vai ter um pouquinho mais de facilidade no exercício da nossa capacidade de amar, podendo, quem sabe estender essa capacidade pra gente chegar a amar aos inimigos. Então ele diz que é preciso que a gente entenda e que assimile bem o espírito do mandamento, que não é a gente amar a qualidade, mas amar o próximo. Realmente, é claro que as virtudes são admiráveis, lógico, né? Quem não gosta da gente eh ter do lado pessoa bondosa, uma pessoa que tem assim uma aparência que nos dá uma alegria de olhar, aquela coisa assim, um carinho para os olhos, é claro que a gente gosta de estar perto da virtude, mas a
do lado pessoa bondosa, uma pessoa que tem assim uma aparência que nos dá uma alegria de olhar, aquela coisa assim, um carinho para os olhos, é claro que a gente gosta de estar perto da virtude, mas a gente não pode se esquecer que a virtude em si, o bom, o belo, o justo, é algo ali abstrato. eles se concretizam ou eles aparecem na nossa vida através das mãos de alguém, de alguma pessoa. Então, e isso é interessante porque eh a gente passa a observar o agente que manifesta essas virtudes. E isso me fez lembrar uma história que é conhecida no meio espírita, né? Hoje eu fui pesquisar essa história novamente e eu descobri que parece que ela talvez nem seja verdadeira, que ela é uma lenda, enfim, é incerto. Não se sabe se isso realmente aconteceu ou se poderia ter acontecido, mas é uma história muito interessante porque ela serve para ilustrar a nossa responsabilidade na manifestação dessas virtudes divinas. E conta o seguinte, essa história, que havia uma cidade na época da primeira ou segunda guerra, tanto faz o impreciso, na Europa, em que havia uma estátua lindíssima de Jesus com as mãos estendidas. Embaixo da estátua tinha os seguintes dizeres: "Vinde a mim". E ele estava assim, eu imagino que é tipo o nosso Cristo Redentor, né? com aquelas mãos abertas, nos acolhendo e nos convidando para caminhar com ele. Mas aí houve a tragédia da guerra, várias cidades foram destruídas e aquela cidade ali também foi muito danificada pela guerra e aquela estátua obviamente também foi destruída. Passado esse momento triste, várias pessoas se reuniram para reconstruir a cidade, para reconstruir os monumentos e para reconstruir a estátua Cristo. E aí começaram a montar pedacinho por pedacinho, mas na hora de colocar as mãos, ninguém achava aqueles pedaços que iam compor a mão da estátua. E aí ficou-se naquele dilema. Tá bom? Então alguém, a gente vai chamar algum escultor para fazer novamente, mas não conseguiam chegar a uma solução que agradasse. E aí no dia da inauguração da estátua, todos tiveram uma surpresa,
Tá bom? Então alguém, a gente vai chamar algum escultor para fazer novamente, mas não conseguiam chegar a uma solução que agradasse. E aí no dia da inauguração da estátua, todos tiveram uma surpresa, porque a estátua foi reinaugurada sem as mãos. E em vez daqueles dizeres: "Vinde a mim", que estavam na estátua antiga, os dizeres eram: "Sejam vocês as minhas mãos! E essa história é linda porque ela nos fala desse convite que é feito para nós do Cristo, pelo Cristo, para que a gente possa, através do nosso desenvolvimento emocional, espiritual, manifestar essas virtudes na nossa relação com os nossos irmãos de caminhada. Voltando à nossa lição do livro Em torno do Mestre, Vinícius vai nos falar que a gente possa amar o próximo tal como ele se encontra no momento. Ou seja, é tipo Jesus fez com a gente, amar a gente do jeitinho que a gente é. É desse modelo que a gente é agora, porque é o que nós somos. E não amar aquilo que a gente acha que o próximo pode ser. Quantas vezes a gente ama alguém e a gente coloca essa pessoa lá num pedestal? Ah, é Deus no céu, é a pessoa na terra. Aí a pessoa, é claro, é humana e como nós é falível e vai errar. E a gente diante do erro do outro, o que a gente faz? Derruba o outro do pedestal. Ah, meu Deus. Aí bota ali para baixo do cachorro até de tão desiludido que a gente fica. Mas o que aconteceu? Nós nos iludimos atribuindo ao outro qualidades que nós ainda não temos, que elas não são pelo menos da da humanidade que nós conhecemos, né? Talvez outras humanidades a gente possa falar diferente, mas essa nossa humanidade que habita aqui o planeta Terra é cheinha de defeito. A gente tem muito problema para resolver, a gente tem muito vício para dar conta deles, para redirecionar. Então, é claro que nós não podemos esperar essa perfeição do outro. E aí, vejam que maldade que nós fazemos com nós mesmos quando a gente coloca o outro nesse pedestal, projetando nele qualidades que ele não tem e que nem nós temos, porque quem de nós não erra? Por isso Vinícius fala:
aldade que nós fazemos com nós mesmos quando a gente coloca o outro nesse pedestal, projetando nele qualidades que ele não tem e que nem nós temos, porque quem de nós não erra? Por isso Vinícius fala: "Olha, vamos amar o outro do jeito que ele é agora, sem atribuir a ele falsas virtudes que ele ainda não tem. O outro vai acertar, vai, vai fazer coisas boas para nós, sim. Coisas ruins também, porque ele é humano, ele tá errando, ele tá aprendendo e ele tá como nós, aprendendo principalmente a amar. Ele nos fala assim: "Vamos amar o doador mais do que a doação, mais do que as dádivas que ele nos pode dar. Vamos amar o outro pelo outro, pelo que ele é e não pelo que ele faz." E como isso é difícil para nós, porque na hora que o outro faz uma coisinha que não desagrada, a gente já não quer mais amar esse outro. Criança, é muito engraçado que a gente vê isso de uma maneira muito clara, né? Porque são mais transparentes, não estão ainda tão moldados pelas máscaras que a gente utiliza para estar na sociedade, né? E aí criança tem aquela sinceridade maravilhosa, né? Você faz alguma coisa que desagrada, o que que a criança diz? logo fecha a cara e fala assim: "Eu não gosto mais de você". E é verdade, ela não gosta mesmo, pelo menos por aquele aqueles instantes, até que ela esqueça aquela situação que causou a ela algum tipo de desconforto, mas que a gente possa amadurecer espiritualmente e amar o outro pelo pelo que ele é e não pelo que ele faz. E assim nós vamos ter menos dificuldade nessa tarefa que para nós ainda é tão complicada. de amar o inimigo é complicadíssimo. E aí a gente lembra que Jesus falou para nós, né, tá no Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo eh sete. Amai os vossos, aliás, sete não, 12. Amai os vossos inimigos. Quando Jesus fala para nós no evangelho de Lucas, capítulo 7, versículo 32 a 36, e se vós amais somente os aos que vos amam, que merecimento é que vós tereis? Os pecadores também amam os que os amam. Então é isso, se a gente amar só aquela
de Lucas, capítulo 7, versículo 32 a 36, e se vós amais somente os aos que vos amam, que merecimento é que vós tereis? Os pecadores também amam os que os amam. Então é isso, se a gente amar só aquela pessoa que gosta da gente, a gente não tá evoluindo, a gente não tá caminhando. E aí Jesus segue nos dizendo assim, eh, em relação a essa fala sobre o amor, né? E se fizerdes bem aos que vos fazem bem, que merecimento que vós tereis, gente? É fácil a gente fazer bem para quem faz bem pra gente, porque isso mesmo fazem também os pecadores. E aí mais adiante ele vai dizer para nós: "Amai pois os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai sem nada esperar, e tereis muita avultada recompensa e sereis filhos do Altíssimo, que faz bem aos mesmos que lhe são ingratos e maus". Aí, meus amigos, lendo essa parte do evangelho, a gente pode pensar assim: "Pera aí, então Jesus tá falando que eu tenho que fazer bem aquele que me faz mal, porque só assim eu vou ser considerado filho de Deus?" Que que ele quis dizer com isso? Mas nós não somos filhos de Deus. Depende então do nosso comportamento a gente ser ou não filho de Deus? Mas na hora que Jesus fala para nós que se nós tivermos determinadas atitudes amorosas, nós seremos considerados filhos de Deus, ele quer dizer para nós que nós dessa maneira estaremos manifestando a nossa filiação. É claro que a gente é filho de Deus, lógico. Mas quantas vezes a gente não manifesta os atributos divinos que nós temos por herança do nosso pai? Na hora que a gente manifesta esses atributos de amorosidade, a gente está se manifestando como filhos de Deus. Estamos então alcançando o objetivo para que nós o qual nós fomos criados. estaremos quando a gente for capaz desse tanto de amor, que ainda falta talvez um pouco pra gente chegar lá, né? Mas a gente estará manifestando o nosso pleno potencial. E aí sim, filhos de Deus, né, com F maiúsculo, realmente de posse da nossa herança. É nesse sentido que Jesus nos fala e nos convida a praticar esse amor. E aí, e em relação aos inimigos,
o potencial. E aí sim, filhos de Deus, né, com F maiúsculo, realmente de posse da nossa herança. É nesse sentido que Jesus nos fala e nos convida a praticar esse amor. E aí, e em relação aos inimigos, no evangelho, eh, existe uma explicação para isso, porque Kardec fala assim para nós, realmente a maos inimigos, a gente precisa entender bem essa essa situação, porque é claro que a gente não vai eh vibrar da mesma maneira diante de uma pessoa que a gente ama, que é nosso amigo, que a gente quer bem, como a gente vai vibrar na presença de um desafeto nosso. É claro que o nosso coração não tem como manifestar a mesma ternura. É claro que a gente não vai poder expressar aquele sentimento todo que a gente expressaria para um amigo, para uma pessoa muito amada. Porque Kardec vai nos dizer que a ternura pressupõe confiança. Ora, se o outro vive ali querendo me prejudicar, como é que eu vou ter essa ternura por ele? Como é que eu vou baixar a minha guarda? Se eu baixar agarda, eu levo uma rasteira. Não posso fazer isso. E nós temos razão de pensar assim. Kardec vai nos dizer que não se pode ter confiança naquele que nos quer mal. Não se pode ter as mesmas assim expressões de amizade com aquele que pode abusar da nossa amizade, da nossa boa vontade. A gente não vai ter aquele impulso natural de simpatia. A gente não vai ter a mesma alegria de encontrar um amigo e um inimigo. É claro que não. Não precisamos também ser hipócritas e achar que a gente vai sentir isso, ou pior, fingir que a gente tá sentindo isso. Ah, porque aí eu estou cumprindo eh o ensinamento de Jesus. Mas Kardec nos lembra que até pelas próprias leis da física existe uma natural assimilação e repulsão dos fluídos. Nós somos energias. Então, se o outro tem alguma dificuldade com a gente, é como a gente fala na na expressão popular, meu santo não bateu. O que que é o santo que não bate? É esse choque fluídico que causa uma sensação que não é tão agradável. como quando a gente encontra alguém que a gente ama
na expressão popular, meu santo não bateu. O que que é o santo que não bate? É esse choque fluídico que causa uma sensação que não é tão agradável. como quando a gente encontra alguém que a gente ama muito e a gente sente como se fosse um abraço quentinho no coração. Então, o que que é amar aos inimigos? Como é que a gente pode colocar isso em prática? E Kardec explica para nós, dando um montão de dicas de como a gente vai fazer isso. Qual que é o nosso objetivo? é a gente entender que a gente pode em relação aos inimigos não lhes ter ódio, não lhes ter rancor ou desejo de vingança. Na verdade, é a gente se libertar. O outro fez mal pra gente, a gente vai ficar chateado? Claro que vai, mas a gente vai cultivar aquele ódio, a gente vai eh utilizar as nossas energias, as nossas forças no desejo de vingança. Vamos nos destruir se a gente fizer isso. Vamos ir aniquilando as nossas capacidades de experimentar boas coisas na nossa vida. Então, amar aos inimigos é a gente não nutrir esse ódio, esse desejo de vingança. É a gente perdoar pelo mal que eles nos fizeram. Claro que no nosso tempo, claro que de acordo com os recursos amorosos que a gente pode mobilizar, com a nossa capacidade de entendimento, mas o perdão é para nós um caminho no qual a gente precisa colocar os pés. Ah, eu vou perdoar. Às vezes não é amanhã, não é do dia paraa noite, mas eu tô querendo, eu tô me esforçando. E aí nós vamos desenvolvendo então essa capacidade, é não opor nenhum obstáculo para a reconciliação. O outro quer se reconciliar, que a gente possa estar aberto a isso. O outro não quer paciência, que a gente se reconcilie, mesmo que o outro não queira energeticamente com ele dessa maneira, não querendo mal, não querendo eh que ele sofra as consequências. Ah, fulano me paga, porque é dele, tá guardado, eu não vou fazer nada. A gente fica vingativo assim, né? Mas Deus tá vendo a justiça divina tarda mais no falha. E a gente tem todo um rosário de coisas para dizer que a gente saia desse lugar. E
ado, eu não vou fazer nada. A gente fica vingativo assim, né? Mas Deus tá vendo a justiça divina tarda mais no falha. E a gente tem todo um rosário de coisas para dizer que a gente saia desse lugar. E essa aqui é a proposta que nos é feita pelo evangelho, que a gente deseja o bem e não o mal. E que a gente possa se alegrar quando algum bem acontece para aquela pessoa de quem a gente não gosta. Às vezes não é nem inimigo, mas aquela criatura que a gente acha ali tão antipática, né? E acontece alguma coisa boa. Gente, as bênçãos elas não são a contagotas. Porque o outro recebeu uma bção, não quer dizer que ele tá tirando da minha parcela de bênção. Não tem esse motivo pra gente pensar dessa maneira. Nós temos abundância de bênçãos e de coisas boas para todas as criaturas de Deus. Então, a gente pode se alegrar pelo bem que acontece ao outro. E a gente pode também no J Kardec se abster, ou seja, evitar por atos ou palavras de tudo aquilo que possa prejudicá-los. Então quer dizer que a nossa palavra não seja um instrumento para ferir esse inimigo. Às vezes a gente nem encontra com a pessoa, mas a gente vai encontra com o grupo, nem sabe fulano, você gosta do fulano, da fulana. É porque eu não gosto muito não, porque ó, já aprontou comigo. O que que é isso? Não é eu utilizar a palavra para prejudicar essa pessoa. Então que a gente possa se abster disso. Vamos guardar as nossas referências que não são caridosas em relação à aquela pessoa que nos magoou pra gente. Ou então vamos desabafar com amigo se for necessário, mas que a gente não possa ir espalhando isso sobre o outro, porque nós estamos nos enredando em uma atmosfera fluídica que vai nos fazer muito mal. primeiro prejudicado, vamos ser nós mesmos. E que a gente possa no J Kardec, pagar o mal com bem, sem a intenção de humilhar a pessoa. Quer dizer, não é a gente assim esperar a oportunidade, olha, você me negou tal coisa, mas eu como sou uma pessoa muito boa, não vou te pagar na mesma moeda. Você superior, gente, não vale, porque
oa. Quer dizer, não é a gente assim esperar a oportunidade, olha, você me negou tal coisa, mas eu como sou uma pessoa muito boa, não vou te pagar na mesma moeda. Você superior, gente, não vale, porque aí a gente tá só se exaltando, né? A gente tá só querendo usufruir dos dos louros ou da gente, ah, eu sou a pessoa boa. Não vale fazer isso, né? A gente não vai tá aplicando a lição. Mas o que o Kardec nos fala, em suma, é que a gente possa se libertar daquela pessoa com quem a gente tem dificuldade. Como? purificando as relações energéticas que a gente estabelece ou com aquela pessoa ou com aquela situação. Porque na hora que a gente foca a nossa atenção, o espírito vai nos falar disso de uma maneira maravilhosa no livro Dores da Alma, quando ele fala do medo. Na hora que a gente foca a nossa atenção em uma situação que é para nós desgastante, ruim, que causou sofrimento ou foca atenção em uma pessoa que nos causou sofrimento, a gente está na hora que a gente foca a nossa atenção, estabelecendo com aquele ser profundas ligações mentais. E essas ligações mentais desequilibradas, elas são altamente destrutivas para nós. Destrói o quê? a nossa capacidade de estabelecer ligações saudáveis, a nossa capacidade de aprendizado, a nossa capacidade de ter acesso ao nosso potencial criativo, enfim, a gente fica ali numa espécie de autohipnose. Então, que a gente possa se comprometer a purificar esses laços. E voltando então à nossa lição, deixa eu ver aqui que eu até agora virei um papel para um lado, outro pro outro, mas aí Vinícius vai nos falar que a gente também possa considerar que aquilo que nos aborrece no outro não é a pessoa em si, mas é o mal que está nele de maneira transitória. Porque nenhum de nós está destinado à maldade, ao erro e à perpétua. A gente se equivoca. A gente muitas vezes caminha pelos caminhos do mal, mas é por ignorância. E na hora que a nossa consciência desperta, todos nós, sem exceção, vamos nos renovar. Todos nós, sem exceção, vamos nos arrepender das
uitas vezes caminha pelos caminhos do mal, mas é por ignorância. E na hora que a nossa consciência desperta, todos nós, sem exceção, vamos nos renovar. Todos nós, sem exceção, vamos nos arrepender das coisas equivocadas que nós fizemos. E tomara que tenha amor suficiente no nosso coração para que a gente também se perdoe e se reconheça a possibilidade de reconstruir o que a gente destruiu. Todos nós temos essa possibilidade porque todos nós fomos criados para continuar caminhando. Então, como Deus Vinícius vai dizer assim: Deus pai, o Deus Pai que foi revelado no Evangelho é aquele que abomina o pecado, mas ama o pecador. É justamente essa diferenciação. Não é a gente bater palma pro mal feito, mas a gente compreender o estado em que aquela criatura está, porque nós também estamos no estado mais complicado, que com certeza aqueles que já avançaram mais que nós precisam olhar pra gente e compreender também a situação que nós ainda estamos, compreender a nossa visão que comparada aos que já avançaram é pequenininha, é limitada, é meio milp, mas a gente tá caminhando. Então, precisamos dessa compreensão uns com os outros, não é? E que a gente possa eh lembrar que na história que Jesus nos conta sobre o samaritano que prestou assistência, aquele homem que tinha sido lá espancado pelos ladrões, tava lá caído no meio do caminho, lembra dessa passagem que nenhum momento do evangelho tem nenhuma informação sobre essa pessoa que tava lá e que foi socorrida pelo samaritano, era boa pessoa? Será que ele merecia ajuda? Será que ele era uma pessoa que valia a pena ou ele era uma pessoa desprezível? Não tem essa informação no evangelho e não tem de propósito, porque a lição que Jesus queria nos transmitir é que não interessa o estado evolutivo dos nossos irmãos de caminhada, que a gente possa se comprometer nessa tarefa de acolhê-los e amá-los de qualquer maneira. E aí, meus amigos, a gente lembra para que a gente possa aqui eh encerrar, a gente lembra daquela aquela uma lição que está no livro que se chama
sa tarefa de acolhê-los e amá-los de qualquer maneira. E aí, meus amigos, a gente lembra para que a gente possa aqui eh encerrar, a gente lembra daquela aquela uma lição que está no livro que se chama Casos Inéditos, Chico Xavier Casos Inéditos, é do Vai Muniz de Oliveira, em que ele vai contar uma história em que uma senhora foi procurar Chico lá em Uberaba muito preocupada com o genro que ela Ela tava prestes a ganhar. O rapaz que tava se envolvendo com a filha dela, uma moça muito doce, bem novinha, inexperiente. E o sujeito, olha, não descia de jeito nenhum na goela daquela mulher. Não tinha jeito dela aceitar aquela criatura. E ela vai procurar Chico para pedir uma ajuda. Quem sabe afastava lá a criatura do caminho da filha dela, né? E aí, Chico olha para ela e pensa um momento. E aí diz a ela que, na verdade, aquele espírito que lá estava nessa posição de futuro eh marido da filha, na verdade havia sido um filho em que ela em encarnação posterior havia abortado. E depois, numa encarnação seguinte, ele veio novamente como filho dela e ela o abandonou, deixando que ele fosse criado em um lugar onde ele desenvolveu muitos vícios, muitas práticas assim de maldade e que agora ela tinha a oportunidade de novamente se acercando dele, colocá-lo no bom caminho. esse caminho que ela, por não dar conta, por não conseguir, por não ter ainda a maturidade espiritual que era necessária, acabou essa tarefa que ela acabou se furtando de completar, uma vez aborto, outra vez abandono. Agora ele vinha novamente, ia ser o genro difícil. Com certeza não vai se mostrar aquele genro mais amoroso, mas era a oportunidade que a vida dava, que Deus em sua misericórdia oferecia. para que ela pudesse retomar a tarefa. Então, diante dos nossos entraves em termos de relacionamentos pessoais, aquela pessoa que a gente olha assim e o santo não bate, vamos lembrar, se ela está no nosso caminho é porque tem a ver conosco, senão ela não estaria no nosso caminho, estaria no caminho do vizinho, de outra pessoa. Apareceu na nossa vida.
santo não bate, vamos lembrar, se ela está no nosso caminho é porque tem a ver conosco, senão ela não estaria no nosso caminho, estaria no caminho do vizinho, de outra pessoa. Apareceu na nossa vida. Temos algo a aprender, temos algo a resgatar e temos a possibilidade, a oportunidade de refazer o que a gente não deu conta de fazer da outra vez. Ah, mas todo mundo que eu reencontro é do meu passado. Claro que não, lógico que não. Algumas pessoas sim e outras vem nos ensinar alguma coisa. vem nos ensinar quantas vezes a ter paciência, a treinar o perdão. Aquela pessoa que pisa no nosso calo, pisa no nosso calo, que que ela tá nos ensinando a perdoar. E perdoar não significa ficar botando o nosso pezinho lá, olha, pisa mais, tá? Porque eu vou oferecer outra face. Não é isso que a gente possa se proteger, se resguardar, mas não nutrir por aquela pessoa esses sentimentos de ódio, de rancor, de desejo, de vingança e desenvolver a compreensão de que cada um de nós está no nível evolutivo e que cada um de nós dá o passo que a nossa perna é capaz de dar, nunca maior do que a nossa possibilidade. E esse passo sempre dependendo da nossa vontade. Então, meus amigos, que a gente inspirados por essa lição tão linda de Vinícius, a gente possa realmente entrar em contato com a nossa vontade de exercitar essa maravilhosa virtude que nós trazemos ainda para ser desabrochada, que é a nossa capacidade de amar. que nosso mestre Jesus nos abençoe nessa tarefa, que nos ensine, que nos oriente e que fortaleça a nossa perseverança, porque nós sabemos que não é fácil, é dificuldade, é desafio, é sair da nossa zona de conforto, mas é assim que nós vamos evoluindo e é assim que nós vamos aprendendo. Eu agradeço a vocês essa oportunidade dessa nossa conversa. Desejo a todos uma excelente tarde. Obrigada. Bom, amigos, chegando ao final desse primeiro momento, a gente agradece imensamente a Márcia. Falar de amor, né, é sempre muito bom. a gente sente assim reabastecida das energias e sente uma
Obrigada. Bom, amigos, chegando ao final desse primeiro momento, a gente agradece imensamente a Márcia. Falar de amor, né, é sempre muito bom. a gente sente assim reabastecida das energias e sente uma vontade tão grande de começar a praticar esse amor com aqueles que às vezes é mais difícil, né? Se não seja um amor, pelo menos uma simpatia, né? Mudar um pouco. Então a gente agradece, Márcia você, né? As as lições do Vinícius, elas estão mais curtas agora, mas eu acho que elas estão mais profundas. A gente já tá chegando ao final do livro, então vamos terminando esse nosso momento. Vamos fazer a Ave Maria que já tá o caí da tarde, que na realidade daqui a pouco já é à noite, né? Vamos fazer Ave Maria, como diz a Daniela Migliária, palestrante, bem sentida, né? Bem sentida, é bem introjetada, pensando nessa Maria que tanto amou esse filho, não é? E depois amou a humanidade toda como responsável, né, como se fosse a mãe de todos nós. E hoje é considerada a mãe de todos nós. Então essa que amou indistintamente amou no maior dos sofrimentos. E parece na história ela não reclamou de ninguém. Ela apenas perdoou, apenas entendeu aquele momento, mesmo que está estivesse preparada para vir a mãe desse salvador, né, que é o Jesus, mas ela fez o papel dela e por que não ir também fazer o nosso papel nesse momento que Deus nos permitiu de aqui estarmos reencarnados. Então, ave Maria, cheia de graças, o Senhor é convosco. Bendita sois entre as mulheres. Bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus. Santa Maria, mãe de Jesus, rogai por nós pecadores, agora e na hora do nosso desencarne. Amém. Que assim seja, amigos. Um beijo no coração de cada um de vocês. Uma boa tarde vocês que estão nos assistindo também. Um beijo no coração também a vocês e uma boa tarde. Até quarta-feira que vem. Mir, sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos
sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos [música] pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus [música] em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que
de trabalho, levando a cada canto a [música] tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues [música] à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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