AGRESSIVIDADE E VOCÊ - Cláudia Piva [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 04/05/2025 (há 11 meses) 58:28 541 visualizações

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Transcrição

Olá, queridos amigos. Sejam todos muito bem-vindos a mais um programa, a mais um programa, não, mais uma palestra, né? Tô aqui acostumada a gravar episódios diários e hoje nós estamos aqui com a palestra das 15 horas, eh, o tema agressividade e intolerância, como vencer. Antes da gente começar a nossa palestra, vamos ler uma lição do nosso livro Ceifa de Luz, só para nos harmonizarmos um pouquinho com esse livro, com essa, com esse tema, agressividade, intolerância, né? Agressividade de nós, agressividade de você. Um tema tão atual é o capítulo dois, desculpar. Vai ser um comentário de Emanuel ao que nos diz Jesus. Não te digo até sete, mas até 70 x 7 é a quantidade de vezes que deves perdoar. Atende ao dever da desculpa infatigável diante de todas as vítimas do mal, para que a vitória do bem não se faça tardia. De certo que o mal contará com os empreenteiros que a lei do Senhor julgará no momento oportuno. Entretanto, em nossa afeição de criaturas igualmente imperfeitas, suscetíveis de acolher a influência, vale perdoar sem condição e sem preço, para que o poder de semelhantes intérpretes da sombra se reduza até a integral extinção. Recorda que acima da crueldade encontramos junto de nós a ignorância e o infortúnio que nos cabe socorrer cada dia. Quem poderá com os olhos do corpo físico medir a extensão da treva sobre as mãos que se envolvem no espinheiral do crime? Quem na sombra terrestre distinguirá toda a porcentagem de dor e necessidade que produz o desespero e a revolta? Dispõe-te a desculpar hoje infinitamente para que amanhã sejas também desculpado. Observa o quadro em que respiras e reconhecerás que a natureza é pródiga de lições no capítulo da bondade. O sol releva generoso monturo que o injuria, convertendo-o sem alarde em recurso fertilizante. O odor miasmático do pântano para aquele que entende as angústias da gleba não será mensagem de podridão, mas simativa comovente, para que se lhe dê a bênção do reajuste de modo a transformar-se em terra produtiva. Tudo na vida roga

a aquele que entende as angústias da gleba não será mensagem de podridão, mas simativa comovente, para que se lhe dê a bênção do reajuste de modo a transformar-se em terra produtiva. Tudo na vida roga entendimento e caridade para que a caridade e o entendimento nos orientem às horas. Não ouvides que a própria noite na Terra é uma pausa de esquecimento, para que aprendamos a ciência do recomeço em cada alvorada nova. Faz a outra emo desejas te seja feito, advertiu-nos o amigo Excelso. E somente na desculpa incessante de nossas faltas recíprocas, com o amparo do silêncio e com a força da humildade, é a que tingiremos em passo definitivo o reino do eterno bem, com a ausência de todo mal. Então, com essa lição aqui do nosso livro Ceifa de Luz, capítulo 2, vamos elevar o nosso pensamento ao nosso mestre Jesus, esse mestre querido, aos amigos espirituais que zelam pela nossa querida comunhão espírita de Brasília, o nosso querido Dr. Bezerra de Menezo, dirigente espiritual da comunhão Espírita de Brasília, agradecendo esse momento em que aqui estamos para refletir sobre os teus ensinos, mestre, em um mundo que em que ainda a violência se derrama tão grande, em que ainda trazemos a ausência do perdão, a ausência da compreensão. nos inspira, Senhor, para que possamos trazer a mensagem da tarde sob a ótica do teu evangelho e a luz do nosso bendito e esclarecedor espiritismo. E sobre as tuas bênçãos, sobre a tua proteção, sobre a companhia dos amigos espirituais assessorados por Dr. de Menezes, o bendito espiritual amigo dirigente da Com Espírita de Brasília, te pedimos permissão para iniciarmos a palestra da tarde de hoje. Então, meus queridos amigos, o tema de hoje, agressividade, você como vencer. Esse tema nós tiramos do livro Entrega-te a Deus, uma psicografia de Divaldo Franco aí pelo espírito Joana de Angeles, no capítulo 3, da Agressividade, também do livro Fonte Viva, capítulo 114, em Bahia em Atu. E sempre tiramos aí do Evangelho Segundo Espiritismo e do Livro dos Espíritos,

lo espírito Joana de Angeles, no capítulo 3, da Agressividade, também do livro Fonte Viva, capítulo 114, em Bahia em Atu. E sempre tiramos aí do Evangelho Segundo Espiritismo e do Livro dos Espíritos, dessa vez lá do capítulo 9, bem-aventurados os Moss e Pacíficos. E no livro dos espíritos, as questões 742, 753 e 754. Agressividade, né, meus amigos, agressividade, intolerância, impaciência, violência. Nós temos visto muito sobre isso nos nossos noticiários. Quase todo dia, nós temos uma ou outra notícia que acaba até nos estarrecendo, nos trazendo tanta eh dificuldade de entendimento do que acontece aí pelo mundo, né? E parece que tem uma uma violência meio que orgânica em todo mundo. Todo mundo perdeu a paciência, todo mundo, as pessoas estão mais agitadas, mais intranquilas, mas com as notícias mais agressivas nós ficamos estarrecidos e começamos a comentar e começamos a dizer que o mundo está perdido e que estamos numa situação bastante difícil, né? Nós vemos aí as notícias de professores que são agredidos por alunos, alunos também que são agredidos por professores, eh uma agressividade grande de maus tratos, espancamentos e até mortes de idosos, de pessoas doentes, pais que agridem filhos, filhos que maltratam pais, a questão do do tráfico de drogas, o próprio terrorismo e e tudo que é espécie de notícias nos trazendo aí, eh, não tem idade para isso, né? até crianças hoje estão sendo captadas por por meios aí da internet desse dessa falta de controle do uso das redes sociais e e todo esse tipo de violência que a gente vê também seja e até inclusive dos órgãos, né, que seriam os órgãos de proteção, como a a as polícias e e muita violência ainda contra a mulher, contra pessoas aí do grupo LGBTQI e aí por aí vai, né? Então, nós ficamos bastante estarrecidos com isso, não sabemos como agir, eh, acabamos nos impressionando negativamente com isso. Mas nós esquecemos, meus queridos, que a agressividade quando ela sai num jornal, quando essa violência sai numa notícia

não sabemos como agir, eh, acabamos nos impressionando negativamente com isso. Mas nós esquecemos, meus queridos, que a agressividade quando ela sai num jornal, quando essa violência sai numa notícia de de de que acaba rodando hoje de uma forma tão mais rápida, por meio das redes sociais, por meio dos celulares, por meio até do do do boca a boca, né, que acaba que um vê e conta pro outro e vai e isso numa amplitude muito maior do que há poucos anos. Porque a notícia tem chegado de uma forma muito mais rápida. Nós não nos apercebemos que essa violência ela ocorre conosco. E mais do que nós pensamos. Essa agressividade ela ela nasce inclusive em nós mesmos. E podemos perceber isso no trânsito, quando nós vemos eh gritos, palavrões, quando não somos nós mesmos, né, que emitimos essa essa essa essa forma de violência para com aquele que acaba cometendo um ato, uma uma falta de educação ou até mesmo um ato de perigo ali no trânsito conosco, uma ausência de respeito que muitas vezes nós como pais temos nas relações com os professores, né? né, dos nossos filhos, eh, uma falta de compreensão nas nossas relações dentro dos nossos lares, aí às vezes evoluindo para para xingamentos entre os nossos companheiros e companheiras, com os nossos pais e f entre pais e filhos, eh, no nosso trabalho, uma falta de compreensão com essas pessoas que convivem conosco na na nossa vida social, na nossa vida familiar, na nossa na nossa vida aí eh social mesmo, né? Às vezes a gente vai no ambiente público e acabamos extrapolando com essa violência, essa agressividade que nós estamos carregando, né, por conta de todo esse ambiente que é toda essa psicosfera que nós nós chamamos, que André Luiz chama, né, esse envolvimento em que às vezes nós nos encontramos de mau humor, de azedume, de falta de esperança, de pessimismo, que leva, né, a o a um desrespeito muito grande nas relações. E nós trazemos isso muitas vezes e nem percebemos que aumentamos, colaboramos com esse eh nível de agressividade. Seja porque nós estamos

que leva, né, a o a um desrespeito muito grande nas relações. E nós trazemos isso muitas vezes e nem percebemos que aumentamos, colaboramos com esse eh nível de agressividade. Seja porque nós estamos agressivos, nós estamos impacientes, nós estamos trazendo por meio de maledicência, de fofoca, de calúnia, levando aí a desastres, eh, pequenos desastres emocionais no nosso dia a dia. Só que naquele momento em que nós perdemos a paciência com alguém, que nós somos agressivos com alguém, nós deixamos de ter o controle sobre aquela carga energética que nós passamos de agressividade e de violência, né? Então nós vamos falar um pouquinho sobre isso, desse nosso papel na violência e na agressividade que nós vemos aí no mundo atual. Nós vemos tantas outras formas de agressão, aqucitamos algumas, né? Isso, sem contar as guerras, temos duas grandes guerras hoje e eh não conseguimos nem avaliar o tamanho da violência que acontece nas guerras, né, no ambiente aí de guerra, inclusive as questões mais violentas que nós até podemos observar em nas grandes cidades, na nas principalmente nas periferias de das grandes cidades. Isso Joana deângeles nos fala que está acontecendo no nosso mundo, porque na atualidade nós estamos num verdadeiro, em verdadeiros dias de descontrole emocional, mas não só um descontrole emocional, um descontrole espiritual também, né? Estamos desgarrados da religiosidade, estamos desgarrados dos conceitos de paz, dos conceitos de entendimento, dos conceitos de fazer ao outro que eu gostaria que fosse feito para mim mesmo, né? Então, trazemos aí uma desconfiança sistemática, uma é muitas vezes é isso que acontece, né? Nós trazemos uma desconfiança as nossas mentes estão tão invigilantes que nós desconfiamos de tudo, de todos. começamos a ter suspeitas infundadas, contínuas e acarretam essas reações doentias que nós temos visto na atualidade. E vemos, né, que nós muitas vezes mal nos suportamos uns aos outros e acabamos explodindo, tendo verdadeiras explosões emocionais. E aí pode entrar o

eações doentias que nós temos visto na atualidade. E vemos, né, que nós muitas vezes mal nos suportamos uns aos outros e acabamos explodindo, tendo verdadeiras explosões emocionais. E aí pode entrar o lado espiritual por motivos irrelevantes e sem significado. Então, eh, nós vemos isso algumas vezes nessas no quando nós vemos uma violência tão grande assim, tipo, no trânsito, alguém que sai do carro e bate em alguém e atira em alguém, isso daí é um é uma explosão que aquela pessoa teve emocional. Às vezes se acoplam ali espíritos que são violentos também e acaba naquela tragédia que nós vemos ali com pessoas que são assim, pessoas que não t histórico de violência eh tão grave assim. E esse caos psicossocial, esse verdadeiro caos psicossocial são explicad é é explicado por uma série de fatores, né? Isso trazendo lá dessa literatura que nós estamos aqui no início, nós temos fatores sociológicos, sim, que explicam as nossas profundas diferenças sociais e isso em todo o mundo, mas essa diferença, né, de pessoas com uma concentração de poder de riqueza muito grande, poucas pessoas com muita muito poder e riqueza e muitas pessoas com pouco eh eh com pouca com pouco poucos valores materiais, inclusive sem acesso às questões básicas da vida, como moradia, cidadania e alimentação. os próprios, a os próprios fatores físicos e geológicos da Terra, né, nós temos tido aí, seja porque eh a questão dos problemas climáticos que o próprio homem provoca e traz aí alguns alguns cataclismos que foram provocados ao longo dos séculos e dos anos pelo próprio homem, mas seja também pelas próprias transformações naturais do planeta Terra, o que já geraria bastante problema para algumas sociedades em função de eventuais terremotos ou inundações e que trazem ali problemas físicos, problemas sociais ou problemas psicológicos grandes para aquelas comunidades. os fatores psicológicos que são diversos em função do da atualidade, da própria fogacidade, dessa rapidez, dessa fluidez das coisas, a grande quantidade de

icológicos grandes para aquelas comunidades. os fatores psicológicos que são diversos em função do da atualidade, da própria fogacidade, dessa rapidez, dessa fluidez das coisas, a grande quantidade de informações que nós temos e e informações desencontradas, nem todas reais, nem todas válidas, nem todas verdadeiras, nos trazendo uma sobrecarga de ansiedade, de depressão, de medo, uso, né, da de bebidas, de drogas as listas e ilistas e as obsessões que acabam sendo talvez inclusive a maior causa de tudo isso que a gente falou, mas que não é o nosso foco aqui, a questão das obsessões, mas que acabam agravando esse momento de em que nós estamos passando, né? Então, a influência espiritual daqueles desencarnados que não querem a paz, seja porque eles em espírito individualmente não estão em paz e também não conseguem entender isso e acabam trazendo um ambiente espiritual perturbador ou em função de realmente o objetivo de não trazer a paz pra sociedade de forma geral. Então, todos esses fatores geram esse descontrole emocional que gera, por sua vez, a agressividade diária, como a gente viu aqui, inclusive nossa. A, e que da agressividade parte para violência e não raro para a perversidade, né? Então, a perversidade então nesses atos edos que muitas vezes nós vemos nos jornais, infelizmente, nas notícias trágicas que nos atingem todos os dias. Então, por isso é importante a gente entender o nosso papel nesse contexto, para que nós auxiliemos, para que nós colaboremos com do jeito que podemos, com uma estruturação de um clima de paz, de um clima de compreensão, uma melhoria, né, uma um saneamento desse clima espiritual que nós nos encontramos. Infelizmente, toda a tecnologia, toda a ética, né, toda toda a questão eh cultural da civilização humana evoluiu, mas não conseguiu preencher esse vazio existencial do homem a ponto de abafar esses seus instintos e essa ânsia que o ser humano traz e que aí nos atira enquanto sociedade humana nessa arbitrariedade, nessa nessa intolerância, nessa

vazio existencial do homem a ponto de abafar esses seus instintos e essa ânsia que o ser humano traz e que aí nos atira enquanto sociedade humana nessa arbitrariedade, nessa nessa intolerância, nessa agressividade, nessa violência, né? Jana deângeles, nesta nesta lição em que estudamos aqui, ela reforça o que tem lá na questão 742 do livro dos espíritos, reforça que a agressividade, né, e a violência são heranças cruéis do medo ancestral que vem aí da nossa origem animal, da nossa origem enquanto homem, como sapiens, né, trazemos essa ainda trazemos ainda somos animais no nosso nosso organismo físico. E isso, esse medo, remanece, né, no nosso espírito em função dessa origem que nós temos aí primitiva, que vem aí dos nossos primórdios enquanto seres humanos. na questão 754, está lá então na questão 742 do livro dos espíritos. Na questão 754, os espíritos vão vem nos esclarecer sobre a violência que ela acaba esbarrando na crueldade, coisa que não existe nos animais, né, gente? Vamos lembrar que os animais, alguns eles acabam sendo violentos em função das suas necessidades aqui, em função do medo, mas para o no homem ele acaba evoluindo para a crueldade. Por quê? por causa da nossa fragilidade moral, a fragilidade do senso moral que existe em nós. Então, trazemos aí esta característica animal ainda da violência em função desse medo que ainda existe em nós, dessa dessa nossa evolução muito bem explicada, inclusive pela ciência, né? Mas o senso moral fragilizado acaba exacerbando, aumentando essa violência e o que esbarra aí na crueldade. E ainda mais materializado, nós ainda somos muito materializados do que espiritualizados, supervalorizamos os instintos. Então, esses nossos instintos que é para que é para que nós ao com passar da nossa evolução, nós vamos lapidando. E esses instintos aí eh tem uma importância em sentido de proteção. Isso quando nós vamos vendo a evolução da espécie humana e e tem por base aí o o o egoísmo, esse excesso de zelo por si mesmo, acabem enfraquecendo esse nosso

m uma importância em sentido de proteção. Isso quando nós vamos vendo a evolução da espécie humana e e tem por base aí o o o egoísmo, esse excesso de zelo por si mesmo, acabem enfraquecendo esse nosso senso moral e tornando quase nula essa sensação, eh, desculpa, essa sensação não, essa esse senso moral que precisa existir e que precisa ser fortalecido no homem, na sua evolução. E aí vemos tudo isso que nós vemos. E por isso que às vezes nós não entendemos como é que muitas vezes, nossa, essa pessoa era tão boa, essa pessoa nunca demonstrou, nunca gritou, nunca fez nada e foi lá e e acabou numa explosão e e por causa de alguma coisa bateu demais em alguém, quebrou tudo por causa disso, porque temos ainda esses instintos ancestrais animalizados como o medo, o egoísmo feroz ainda e nos traz essa agressividade em excesso que muitas vezes vai cair aí numa verdadeira crueldade. O livro dos espíritos ainda nos diz que a medida em que o senso moral se desenvolve, esse nosso senso moral que nós temos, todos nós temos, tá gente? lá no livro dos espíritos nos ensina que nós todos temos essa esse essa conceituação do bem, o que ele tá chamando aqui de senso moral dentro de nós. Então, nós vamos substituindo à medida que nós vamos amadurecendo e deixando se revelar esse senso moral, nós vamos então substituindo essa agressividade pela civilidade, pela ética, pela gentileza, pela cooperação. Nós vamos entendendo que nós não precisamos mais conseguir as coisas por pelo meio agressivo, que nós estamos já num outro patamar de evolução e que a cooperação, a gentileza, a bondade é que é a será a base é a base, deveria ser deveria ser a base das nossas relações. E aí, ante tanta violência e perversidade, será que a gente tá regredindo? Muitos, muitos, muitas vezes nós nos perguntamos isso. Alguns companheiros e companheiras nos perguntam. Eh, Pedro Paulo fez uma palestra na semana passada, no horário das 17, no sábado passado, às 17 horas sobre o mundo, tá piorando ou tá melhorando, né? né? Então, muitas vezes

mpanheiras nos perguntam. Eh, Pedro Paulo fez uma palestra na semana passada, no horário das 17, no sábado passado, às 17 horas sobre o mundo, tá piorando ou tá melhorando, né? né? Então, muitas vezes nós achamos que o mundo está piorando porque vemos, né, que a sociedade literalmente esttoura ante os camartelos da violência, né? Nós vemos aí não tem mais cidade, eh, bairro que não tenha violência. Pode ter menos, mas tem violência, agressividade e fatos que às vezes nos chocam. E Kardec, né, também se preocupava com o avanço da violência e essa maldade. E lá na questão 784, ele pergunta pros espíritos o seguinte. Ele afirma: "Bastante grande a a perversidade dos do homem. Não parece que, pelo menos do ponto de vista moral, ele em vez de avançar caminha aos recusos. Ou seja, não parece que ele retrograda, não parece que o homem tá regredindo?" Aí os espíritos nos respondem: "Engana-te". Observa bem o conjunto e verás que o homem se adianta, pois que melhor compreende o que é mal e vai dia a dia reprimindo os abusos. Faz mistério que o mal chegue ao excesso para tornar compreensível a necessidade do bem e das reformas. Então vejamos esta frase de Kardec. Faz mistério que o mal chegue ao excesso para tornar compreensível a necessidade do bem e das reformas. Vamos exemplificar com um caso que aconteceu lá em 2020, no auge inclusive da pandemia. Acho que muitos aqui lembram de George Floyd, um negro que americano que foi contido pelos policiais americanos, eh, e, infelizmente foi morto, né, por pelos próprios policiais, que seriam aqueles que deveriam eh proteger a população. A morte tão violenta de George Floyd levou então a à sociedade americana a diversas evoluções nas leis e nas políticas de justiça, segurança pública, principalmente nos Estados Unidos, mas no mundo como um todo, tá? Então assim, precisou o mal chegar, como diz aqui Kardec, né, num extremo que foi a morte de um ser humano de uma forma totalmente injusta, de uma forma por aqueles que deveriam preservar

um todo, tá? Então assim, precisou o mal chegar, como diz aqui Kardec, né, num extremo que foi a morte de um ser humano de uma forma totalmente injusta, de uma forma por aqueles que deveriam preservar a vida humana, que são que são os policiais, né? E precisou o mal chegar nesse extremo, como diz aqui, é mistério que o mal às vezes chegue ao excesso para tornar compreensível a necessidade do bem das reformas. Então, tivemos aí algumas evoluções, né? Após o seu assassinato, a polícia ela daquela localidade proibiu o uso dessa técnica de asfixia e outras técnicas de contenção que hoje não fazem nenhum sentido porque colocam a pessoa em risco de morte, né? Como essa manobra aí que foi feita com esse homem. Outra evolução, né? uma intervenção obrigatória de outros policiais no caso de força excessiva utilizada por algum colega nesses momentos ali que são momentos tensos, não é? Então, eh, algumas leis de alguns estados, de algumas cidades, de alguns distritos americanos, eh, estabeleceram a obrigatoriedade de colegas intervirem e também eh relatarem eh essa fazerem essa denúncia, além de mais treinamento para lidar com situações de violência excessiva, assim, de um próprio colega, né? o aumento da transparência sobre a conduta desses policiais, incluindo a disponibilização ao público de dados sobre essas ações policiais e as reclamações recebidas. Eh, diversas cidades e estados também americanos têm implementado reformas nas práticas policiais, como, por exemplo, aqui no Brasil também o uso de câmeras corporais, que traz uma uma importante eh revisão aí dos protocolos do uso de força policial e aumento da responsabilização dos policiais por atos desta forma, né, por atos de violência desta forma. Então aqui dá um exemplo do que a os espíritos respondem a Allan Kardec lá na questão 784, que às vezes é preciso que o mal chegue num ponto extremo para que venham as reformas. Nesse caso, todas essas mudanças que eu citei aqui são reflexo desse amplo debate das pressões sociais que surgiram

e às vezes é preciso que o mal chegue num ponto extremo para que venham as reformas. Nesse caso, todas essas mudanças que eu citei aqui são reflexo desse amplo debate das pressões sociais que surgiram aí após a morte de George Freud e visam então, né, melhorar e melhoraram um pouco a justiça social e a segurança pública em todo o mundo, mas principalmente lá nos Estados Unidos, em que ainda há uma relação muito muito ruim, hum, e muito arbitrária com relação e muito muito violenta com relação às diferenças, né? Eh, as diferenças raciais, as diferenças que a gente nem chama mais diferença racial, mas as diferenças de classes em que as pessoas se colocam lá como eh pessoas pretas e pessoas brancas e há uma discriminação que chega a essa violência extrema. Então, tivemos aqui algumas evoluções em que pese toda a a carga violenta da morte desse rapaz. Esse é um exemplo que envolve um crime, um crime bárbaro, né, cometido aí por pessoas cultas, pessoas de classe eh social eh de uma classe social, né, de trabalhadores que foram os policiais que mataram um outro trabalhador e uma imediata eh reação da sociedade, né, para para não aceitando esse tipo de prática e demonstra sim a nossa evolução enquanto sociedade, porque se fosse em outra época isso não mudaria e essas coisas permaneceriam sem nenhum tipo de mudança e e as pessoas que estivessem reclamando ali eh teriam também sido como algumas foram realmente, né, eh rechaçadas, perseguidas e até mortes poderiam acontecer, como realmente aconteceram outras mortes lá, né, e continuam acontecendo. O que nós queremos mostrar aqui é que alguns fatos realmente e nós chamamos essas pessoas de mártires acabam acontecendo e a sociedade acaba evoluindo. Mas nós temos exemplo que ultrapassam as reencarnações, né? Nós vamos relembrar aqui um caso de Divaldo e nós, ele traz esse caso no filme, nós vamos contar rapidamente, e ele traz esse caso do Máscara de Ferro aqui, eh, que vivido por ele e um espírito que perseguiu por muitos séculos em função

Divaldo e nós, ele traz esse caso no filme, nós vamos contar rapidamente, e ele traz esse caso do Máscara de Ferro aqui, eh, que vivido por ele e um espírito que perseguiu por muitos séculos em função de maldades grandes que Divaldo fez há algumas reencarnações, há muitas reencarnações atrás. E esse espírito perseguiu Divaldo por toda a sua vida, né? E ele ele dizia que via esse espírito perseguindo esse espírito atrás dele desde criança, esse espírito perturbando, esse espírito realmente eh prejudicando a sua vida em diversas fases da sua vida, dessa encarnação atual do nosso querido Divald. E isso em função de reencarnações passadas, em que Divaldo, nesta reencarna, nesta reencarnação há muito tempo tinha feito muitas coisas erradas, uma violência muito grande contra esse espírito e ele continuou então perseguindo Divaldo. Que nós queremos trazer aqui, meus queridos, que quando Divaldo o via também sentia medo. depois revolta. teve diversas situações em que Divaldo reagiu de diversas formas, eh, até contra essa perturbação desse espírito. Mas com o tempo, com amadurecimento, com o conhecimento e a ajuda de Joana de Angeles, de sua mentora, ele foi entendendo que esse irmão era um irmão bastante necessitado e eh deixou de pensar de forma negativa. Até que um dia ele recebe, Divaldo recebe em sua, ele tem, né, um abrigo para crianças, recebe uma criança que foi abandonada, uma criança muito feinha assim, né, com diversas eh diversas características assim de de que não a tornavam eh no conceito clássico, né, do da atualidade, uma criança bonita, porque trazia deformidades, algumas deformidades assim no rostinho e no próprio corpinho. E ele acolhe aquela criança com muito carinho, com muito amor. E essa criança era um um espírito que tinha sido a mãe desse máscara de ferro. E esse máscara de ferro então cede a a aquela maldade. Ele não consegue então prosseguir com as suas maldades contra Edivaldo, porque ele fala: "Olha, eu não tenho como continuar fazendo mal a quem

o. E esse máscara de ferro então cede a a aquela maldade. Ele não consegue então prosseguir com as suas maldades contra Edivaldo, porque ele fala: "Olha, eu não tenho como continuar fazendo mal a quem está cuidando da minha mãe que renasceu numa situação tão difícil, além das das pequenas deformidades que tinha, ela tinha sido abandonada. Então, pensemos, uma criança, um bebê, na época era um bebê recém-nascido, com deformidades que tinham que ser tratadas para que ela conseguisse ser, né, um adulto, uma pessoa com com capacidades eh para paraa vida, né, para poder desenvolver a sua vida e ser relegada, não tinha nenhuma chance de sobrevivência se não fosse Divaldo, eh, ou se não fosse, né, alguém eh proteger essa criança. E Divaldo, então com esse ato acaba eh colocando um ponto final naqueles anos, séculos de violências e agressividades que ambos perpetravam um contra o outro. Só que nessa reencarnação, Divaldo conseguiu, por todo o processo que ele teve, por todo a por toda a caminhada que ele teve e por toda a caridade que ele teve, conseguiu colocar um ponto final nesse processo de agressividade, violências, arbitrariedades e crueldades que um cometia contra o outro, né? Sabemos que esse irmão reencarnou e hoje possivelmente está aí lá no lar de Divaldo, já deve ser um jovem adulto ou até um adulto, né? Não sabemos aí quanto tempo faz que ele está reencarnado e a sua mãezinha também. E isso nos mostra que o amor, a caridade é a única solução para essa onda de agressividade que nós temos observado. E isso já está dito há muito tempo por Jesus, né, meus queridos. Nós às vezes nós não não dizemos que os conceitos de Jesus estão ultrapassados. Dizemos que os conceitos do espiritismo está está ultrapassado, mas essas lições são eternas e permanecerão grifadas na nossa consciência, porque não são as leis de um homem, são as leis de Deus. as lições de mansuetude, de caridade, o roteiro de evolução que Jesus nos trouxe jamais vai ser substituído pelo medo, pela violência, pela agressividade, pela

s leis de um homem, são as leis de Deus. as lições de mansuetude, de caridade, o roteiro de evolução que Jesus nos trouxe jamais vai ser substituído pelo medo, pela violência, pela agressividade, pela crueldade. Quanto mais nós colocamos gasolina no fogo, mais esse fogo se alastra. O fogo ele só é contido com o que é a sua antítese, com que é o seu contrário, que é com água ou com substâncias que inibem a sua proliferação. E Jesus já nos disse isso em várias passagens, mas nós destacamos aqui aquela passagem que está lá em Mateus, no capítulo 5, versículos 21, 22, em que ele nos diz que, em que Jesus nos diz, né, Mateus nos narra que Jesus nos fala, vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados, não matarás, e quem matar estará sujeito ao julgamento. Mas eu, porém, vos digo que qualquer um que se ir contra seu irmão estará sujeito a julgamento. Também qualquer que disser a seu irmão raca será levado ao tribunal. E qualquer que disser louco corre o risco de ir para o fogo do inferno. Quer dizer, aqui Jesus trazia o conceito da civilidade, o conceito da urbanidade. Não basta não matar. É preciso, como ele diz aqui, não se ir contra o nosso irmão. É preciso não ter violência contra o nosso irmão. É preciso não ser agressivo contra o nosso irmão. É preciso não nos irritarmos contra o nosso irmão. E ele fala: "Quem quem diz raca será levado ao tribunal e quem disser louco corre risco de ir para o fogo do inferno." Quer dizer, aquele que se quer ofender um irmão, porque raca e louco eram consideradas palavras muito ofensivas naquela época. Aquele, esse também será tão punido quanto aquele que matar. Então Jesus neste nesta passagem nos traz uma colocação muito assertiva com relação a questão da paz, da paciência, da compreensão e da não violência. Parece difícil nesses dias a gente entender essa vivência do amor, tais, essas circunstâncias todas que nos cercam, essas forças eh que parecem que são contra tudo isso, o poder da violência, o poder das armas, né? Mas nunca foi diferente. E as

essa vivência do amor, tais, essas circunstâncias todas que nos cercam, essas forças eh que parecem que são contra tudo isso, o poder da violência, o poder das armas, né? Mas nunca foi diferente. E as condições de antigamente eram, como nós sabemos, muito piores. As leis sociais vêm evoluindo e as leis sociais vêm amparando as nossas as nossas eh a nossa não violência, né? Porque hoje muitas coisas já são crime. Muitas microviolências, como nós chamamos, são crimes, como, por exemplo, a discriminação, o racismo, o ódio contra eh pessoas diferentes. Porque nós sabemos que antes, como diz Jesus aqui, antes do ato fatal da morte física por uma por um ato agressivo, uma violência, nós tivemos podemos ter uma série de violências antes disso que que cinarão com um ato violento. E é por isso a nossa atenção que nós temos que ter com os com o nosso comportamento diário, com as nossas atitudes, com os nossos pensamentos. Porque à medida que nós vamos pensando mal, que nós vamos pensando com impaciência, com agressividade, com irritação, não sabemos a que ponto nós podemos ser levados. Nós temos aqui um caso de Chico Xavier muito interessante com relação à violência. Chico, na época ainda em que ele trabalhava na fazenda modelo, ele trabalhava muito, muito, muito. Então ele sai, ele chegava na fazenda modelo 7:30, não temos nem ideia, 7:30 da manhã, não temos nem ideia de que horas ele saía de casa. Então ele saí, chegava na fazenda modelo 7:30, saía 5 horas da tarde e já ia direto, né, para o centro espírita, onde saía de lá 1 2 horas da manhã, dependia da quantidade de pessoas que ele tinha que atender. Numa dessas oportunidades, uma senhora veio de viagem e foi atrás de Chico, foi na fazenda modelo, foi na casa de Chico, Chico já tinha ido para para seu trabalho. Foi na fazenda modelo, Chico tinha saído por algum motivo. E essa senhora passou o dia inteiro indo atrás de Chico e não encontrou Chico. Só conseguiu encontrar Chico lá na casa espírita já bem depois das 5 da tarde. Quando ela chega na casa

por algum motivo. E essa senhora passou o dia inteiro indo atrás de Chico e não encontrou Chico. Só conseguiu encontrar Chico lá na casa espírita já bem depois das 5 da tarde. Quando ela chega na casa espírita e chega e consegue se aproximar de Chico, ela dá dois grandes tapas no rosto do Chico e Chico fica tordoado. Imaginemos, né, meus amigos, nós recebermos dois tapas no rosto de uma forma assim que não sabemos nem da onde que veio aquele aquele aquela agressão. E nesse momento ele nem sabe o que fazer, ele fica embasbacado, estarrecido e pede ajuda de Amano porque ele não sabia o que fazer. Ele não sabia nem como se comportar. Ele diz: "Eu me ajude, o que eu faço?" E Emanuel diz para ele, dê um passe nela, porque olha quem está com ela, né? Ela vinha ali carregada de companhias espirituais. Por quê? Porque ela aconteceu exatamente o que às vezes acontece conosco, quando temos esses essas explosões de ódio, essas explosões de raiva, essas explosões de violência. Ela foi atrás de Chico durante o dia inteiro e ao invés de compreender as as ausências de Chico, não porque sabia que ela estava atrás dele, muito antes pelo contrário, Chico nem a conhecia, nem sabia, não tinha marcado, não tinha nada marcado com essa senhora e ela não conseguia encontrar ele. cada vez que ia atrás do Chico, fosse lá no no casa, nas na fazenda modelo, que era onde ele trabalhava, e até conseguir encontrá-lo, toda vez que ela foi atrás dele e não o encontrou, ela se carregou de irritação, se carregou de irritabilidade, de falta de compreensão e foi se armando. Ela foi aquilo que a gente viu aqui no início das nossas das nossas palavras, dos nossos comentários, das nossas reflexões. Ela foi se deixando levar psicologicamente por uma incompreensão, desequilíbrio emocional tão grande. E com isso, o que que aconteceu? Ela se ligou àqueles espíritos que também queriam prejudicar Chico, que também queriam agredir Chico pelo bem que ele fazia. E quando ela chegou lá, ela esbofeteia Chico duas,

so, o que que aconteceu? Ela se ligou àqueles espíritos que também queriam prejudicar Chico, que também queriam agredir Chico pelo bem que ele fazia. E quando ela chegou lá, ela esbofeteia Chico duas, né? Não bastou ser um um tapa, foram dois. Nesse momento que Chico pede ajuda, Emanuel fala: "Dê um passe nela porque ela está completamente desequilibrada. E Chico, né, mentalmente fala: "Como que eu faço isso, mano? Eu não tenho condição nenhuma. Essa mulher me agrediu de uma forma violenta. Eu não tenho condição alguma de dar o passe nela." E aí a Manuel vem a grande lição que a Manuel traz para todos nós, mas ela precisa muito mais do que você. você já tem conhecimento, esclarecimento suficiente para saber que ela está muito necessitada do seu auxílio. Porque, meus queridos, sejamos nós em momentos de violência, seja o outro, essa pessoa está adoecida momentaneamente porque se deixou levar por um um grau tão grande de violência, por um grau tão grande de desequilíbrio emocional, psicológico e espiritual que está totalmente desequilibrado. Então, a receita, a fórmula para nós vencermos toda e qualquer agressividade é gradativamente nós que sabemos que ainda somos cheios de vícios e defeitos, valorizarmos o amor, a caridade, a amizade, a ternura, sintonizando com as bem-aventuranças, sintonizando com a mensagem de Jesus, sintonizando os espíritos amigos. De que forma? Joana de Ângeles nos conclama. Jana deângeles faz um conclame para nós, né? Ela invoca, ela nos implora. Torna dócil a tua voz nestes dias turbulentos de algazarra e gentis os teus atos ante os tumultos e choques pessoais. É bastante difícil. E às vezes nós temos que considerar até a cultura local, né? Nós temos regiões do nosso país, do mundo, inclusive, que se cultuam eh experiências mais eh, vamos dizer assim, mais brutas, né? tem uma uma maior não tem tanta tem hábitos mais eh fortes, tomos, eh coisas mais não tão um pouco mais agressivas. E Joana deâeles nos diz mesmo assim: "Torna dócil a tua voz, a

sim, mais brutas, né? tem uma uma maior não tem tanta tem hábitos mais eh fortes, tomos, eh coisas mais não tão um pouco mais agressivas. E Joana deâeles nos diz mesmo assim: "Torna dócil a tua voz, a mansa voz, porque a voz, a voz agressiva, ela já traz a perturbação, né? e torna gentis os teus atos nesses tumultos e choques pessoais, né? Por meio de quê? do diálogo de se não conseguimos naquele momento ter essa docilidade na voz, calarmos, porque Joana deângeles nos diz que o silêncio é como que um algodão às vezes numa ferida, porque se não conseguimos naquele momento ter essa docilidade do Chico Xavier, ter essa docilidade de espíritos superiores, né, como matérias de Calcutá ou até não tão superiores, mas que nós vemos aí com grandes como grandes exemplos às vezes no nosso dia a dia, pessoas que são mais calmas, mais dóceis, mais tranquilas, então vamos calar naquele momento. Se conseguimos ter um pouco mais de equilíbrio, vamos dialogar de forma calma, sem agressividade na voz. Vamos nos colocar no lugar da pessoa que teve, que sofreu, que está ali às vezes com aquela ferida enorme em função de diversas coisas. Nada justifica. Inclusive, nesse caso de de Chico, Emanuel fala que Chico tinha razão, né? que Chico tinha razão de se sentir ofendido, que Chico tinha razão de estar bastante magoado, bastante sentido, bastante estarrecido com aquele ato violento que ele sofreu. Emanuel não tira de Chico o lugar em que ele se encontrou de sofrer a agressividade. Mas não é isso que os espíritos nos pedem. os espíritos nos pedem que naquele momento, se nós temos mais compreensão, que nós então nos coloquemos nesse lugar de empatia, de compreensão, de fraternidade para fomentar esse bem aquele momento que se formos violentos, agressivos também nós vamos explodir conforme uma panela de pressão, né? Nós vamos botar mais lenha na fogueira. Nós vamos aumentar este momento de violência. Substituir, gente, é muito importante esse conselho de Joana, esses conteúdos violentos e agressivos que nós vemos

Nós vamos botar mais lenha na fogueira. Nós vamos aumentar este momento de violência. Substituir, gente, é muito importante esse conselho de Joana, esses conteúdos violentos e agressivos que nós vemos todos os dias, seja nos conteúdos dos jornais, das redes sociais, seja nos filmes, nas novelas, nos seriados, por conteúdos de elevado teor intelectual ou moral. Não vamos cultivar. E a ciência, a neurociência explica inclusive os papéis dos hormônios e do que essa agressão, essa autoagressão que nós fazemos quando assistimos violências fazem conosco e com isso nós ficamos piores, né, com a emoção tumultuada, isso sem considerar a parte espiritual. E então saímos às vezes de casa ou ou eh nos inundamos com com esse conteúdo violento e transmitimos esse conteúdo violento onde nós vamos trazer Jesus por meio de para o nosso meio, por meio da oração e da não esquecendo jamais a prática do evangelho no lar. Meus amigos, o Evangelho no Lar é um verdadeiro antibiótico para a infecção da violência, para a infecção da agressividade. Se o seu lar está agressivo, se você se encontra agressivo nesse momento, com irrit um grau de irritabilidade grande, um grau de agressividade grande, vamos trazer Jesus. Leia mais lições de otimismo, procure mais eh palestras ou pequenos filmes ou séries de otimismo que traga essa esses conceitos de esperança, de otimismo, do bem. Talvez a gente não consigue, não consiga ser um Chico Xavier, mas começamos dentro de nós a fazer os atos de não violência e que colaboram para esse ambiente psicológico, espiritual, nosso mental melhor para colaborar com essas com aonde quer que nós nos encontramos e colaborar com esse ambiente de paz, com esse ambiente eh mais ameno, com esse ambiente que nós queremos de eh de uma sociedade mais tranquila, uma sociedade mais calma, uma sociedade com mais amenidade, com mais empatia e com mais amor entre todos. Divaldo Franco, pra gente encerrar, dentre os seus filhos do coração, como ele chamava, tinha um menino que desde criança ele dizia que

om mais amenidade, com mais empatia e com mais amor entre todos. Divaldo Franco, pra gente encerrar, dentre os seus filhos do coração, como ele chamava, tinha um menino que desde criança ele dizia que ele tinha ele tinha muita vontade de matar alguém com uma faca. Então, que ele ele trazia assim um instinto muito forte da agressividade, né? Mas essa agressividade eh a ponto da própria violência física. E ele dizia que ele tinha uma vontade muito grande de pegar uma faca e e ele sentia prazer, né? Ele ele sabia que ele iria sentir prazer de pegar a faca e cravar em alguém essa faca. E Divaldo falava para ele: "Meu filho, toda vez que você quiser pegar a faca e cravar em alguém, vem aqui e crava em mim. Vem aqui e crava em mim". E assim foi, esse menino ficou adolescente, ficou adulto, foi embora, né, da mansão do caminho. E um dia ele chega lá na mansão do caminho chorando e dizendo para Adivaldo que ele tinha tido aquele instinto de pegar a faca e cvar ele então tinha ido lá pra mansão para receber então o o a ajuda de Divaldo. Valdo acolhe e consegue ali fazer um tratamento para que ele não cometesse, né, aquele ato instintivo que ele trazia aí, certamente de outras reencarnações de matar um outro ser humano. Vejamos que com esses atos, meus queridos, de compreensão, de acolhimento, quantos assassinos e quantos atos violentos nós inibimos, talvez não consigamos, como Divaldo, né, que é um uma pessoa que traz uma missão importante nessa reencarnação, não consigamos fazer tudo isso que ele fez durante a sua vida. Mas nós não sabemos o poder do amor. Nós não sabemos o poder de atos de caridade, de atos de compreensão. Nós não sabemos o poder de não somente dar dinheiro, até que não é tão correto assim num sinal, mas não sabemos aonde que chega a nossa vibração de carinho e de amor quando nós entregamos um pacote de biscoito, um cobertor, uma roupa, inundemos essa coisa material com a nossa energia do amor, com a nossa energia da não violência, com a nossa energia da

o e de amor quando nós entregamos um pacote de biscoito, um cobertor, uma roupa, inundemos essa coisa material com a nossa energia do amor, com a nossa energia da não violência, com a nossa energia da caridade. ao doar para estas pessoas em situação mais vulnerável. Nós não sabemos o que esse ato que será sim amplificado, essa energia do bem será amplificada pelos espíritos superiores para envolver aquele irmão e evitar, não sabemos um assassinato, evitar um ato de violência tão maior, um roubo, algo tão dramático que poderá acontecer. E no nosso dia a dia, nós que às vezes nos nos carregamos de sentimentos negativos, com tanta coisa que passa no nosso celular, com tanta coisa, tanta notícia que chega às vezes de colegas nossos, vamos limpar, limpar a nossa mente, limpar, tirar essas energias negativas. Vamos tentar nos carregar sim de otimismo, nos carregar sim de esperança. O mundo não está perdido, está lá no livro dos espíritos. É preciso que às vezes que o mal chegue num ponto tão grande para que os homens vejam a necessidade do bem. Estamos sim melhores do que ontem. Estamos com leis sociais muito melhores com relação a coibir a injustiça, a coibir a crueldade, a coibir a violência. Vamosar dessa esperança. Vamos carregar o verdadeiro sentimento de compreensão do nosso próximo dentro de nós. Vamos nos esforçar e quando nós cairmos, quando nós estivermos também nos nossos dias de intranquilidade, de impaciência, vamos procurar os meios de sair disso, aquilo que nos acalma. se é uma um um uma reflexão, se é um uma novela, se é uma série engraçada. Estudos comprovam que aqueles filmezinhos bobos de Natal trazem sim eh energia, uma energia boa para nós, porque ali é aquela magiazinha, né? Aquela coisa bonita, aquela coisa que nos traz esperança em um mundo melhor. O mundo melhor, quem fará, meus queridos, somos nós. Nós é que faremos esse mundo. Nós que estamos fazendo esse mundo. Como diz Mais Braga nas suas palestras, nós somos aquela mesma sociedade de ontem,

mundo melhor, quem fará, meus queridos, somos nós. Nós é que faremos esse mundo. Nós que estamos fazendo esse mundo. Como diz Mais Braga nas suas palestras, nós somos aquela mesma sociedade de ontem, reencarnada hoje, para transformar esse mundo numa sociedade melhor, com esses conceitos que Jesus nos trouxe, rememorados e ratificados pela espiritualidade amiga por meio da codificação cardequiana e tantos outros ensinamentos que a própria ciência nos traz hoje, nos falando da positividade. dos conceitos de amor e de esperança que fortalecem a nossa humanidade. Os estudos que a ciência tem trazido corroborando o que Jesus nos trouxe, corroborando o que o Espiritismo nos trouxe. Nós podemos e devemos fazer esse nosso mundo sem agressividade e com a paz que nós tantos, tanto, tanto almejamos. Porque não esqueçamos o que Jesus nos disse. Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra. Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. Que Deus e Jesus nos abençoe nesse propósito de paz, de esperança. E vamos relembrar aqui a letra da música Paz pela Paz de Nando Cordel, que nos diz: "A paz do mundo começa em mim. Se eu tenho amor, com certeza eu sou feliz. Se eu faço bem ao meu irmão, tenho a grandeza dentro do meu coração. Chegou a hora da gente construir a paz. Não é ninguém não. Fora de nós, meus amigos. Somos nós que construímos a paz. Ninguém suporta mais o desamor. Ninguém suporta mais o desamor. Nós não suportamos o desamor. E aí ele vem trazendo, né, paz pela paz, pelas crianças, pelas florestas, pela coragem de mudar. É preciso que nós tenhamos essa coragem de mudar, de entender que muitas vezes vamos estar mais agressivos, mas vamos mudar esse pensamento, vamos mudar essa emoção, vamos mudar essa carga espiritual negativa que estamos carregando conosco. Paz pela paz, pela justiça, a liberdade, pela beleza de te amar. E aí ele traz os conceitos que nós todos buscamos. Paz pela paz pro mundo novo. Paz pela paz a esperança. Paz pela paz pela coragem de

Paz pela paz, pela justiça, a liberdade, pela beleza de te amar. E aí ele traz os conceitos que nós todos buscamos. Paz pela paz pro mundo novo. Paz pela paz a esperança. Paz pela paz pela coragem de mudar. E é isso, meus queridos. Vamos pensar com coragem nessa reflexão que fizemos aqui. Vamos nos autoanalisar, vamos nos entender, vamos nos esforçar para trazer esses sentimentos de calma, de tranquilidade, de esperança, de otimismo, para não tornar ainda mais agressivo o ambiente em que nos encontramos. Esse é um trabalho de cada um de nós. Que Deus nos abençoe. Vamos fazer a nossa oração de encerramento, agradecendo pela oportunidade dessas reflexões, Jesus querido, que possamos compreender o quanto ainda temos a crescer, a desenvolver para colaborar com esse mundo de paz que tanto queremos. que possamos tirar de nós toda essa agressividade, que possamos adoçar a nossa voz, tornar gentis os nossos atos, como a nossa querida Juna de Ângelos nos pede, que possamos te trazer para o nosso dia a dia com mais frequência, compreendendo aquele que é agressivo conosco, colocando o algodão da bondade ou o algodão da caridade, o algodão do esquecimento, para que o nosso mundo seja mais esperançoso, mais otimista e que tenha mais paz. Que teu amor, Jesus nos banhe de otimismo, de esperança e de consolo e que possamos sermos melhores a cada dia, principalmente depois dessas reflexões, possamos trazer mais paz, mais tranquilidade, mais harmonia pro nosso dia a dia. Em teu santo nome, Jesus. Em nome dos amigos espirituais que nos assessoram, que nos cuidam, em nome do nosso querido Dr. Bezerra de Menezes, damos por encerrada a palestra da tarde de hoje, dizendo graças a Deus e graças a Jesus. M.

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