AFETIVIDADE, O GRANDE PRAZER DA ALMA - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 03/01/2026 (há 3 meses) 44:51 485 visualizações

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Transcrição

[música] perfeição. Aqui eu entendi qual o valor [música] dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver, doando amor, vibrando luz, [música] buscando a ti, buscando a obrigado a comunhão espírita de Brasília. >> Meus amigos, boa tarde a todos. Sejam muito bem-vindos. Nós hoje vamos falar sobre afetividade, o grande prazer da alma. Tinha uma amiga sentada bem ali, ela foi embora. Nossa amiga Celi, tava cedinho aqui, deve ter partido para outro trabalho. Mas eu pedi a ela que ajudasse a abrir aqui uma mensagem ao acaso do livro Sementes da Felicidade de Lorival Lopes. E ela abriu a mensagem que diz para todos nós o seguinte: "O seu desejo tarda a se concretizar. Você pede a Deus, repete o pedido, aguarda com ansiedade e não surge a solução. Talvez você esteja agindo na forma inversa. Examine bem. Em vez de colocar nas mãos de Deus, você age como se Deus estivesse nas suas mãos. Aguarde o tempo certo, conforme o desejo de Deus. Ele sempre responde. Tenha paciência. Confie. O desejo mais bem concretizado é o que traz o carimbo de Deus. Meus amigos. Então, vamos fazer a nossa prece. Quem quiser fechar os olhos para que nós possamos pedir a bênção do nosso mestre Jesus. para o nosso trabalho de hoje. Amigo querido, nos abençoa. Estamos todos aqui de boa vontade, reunidos para aprender, para refletir, para procurar aplicar o teu evangelho no nosso dia a dia. abençoa o nosso entendimento para que tenhamos a lucidez necessária para compreender as as lições que vamos estudar, a lucidez necessária para compreender a nós mesmos as nossas emoções, as nossas reações, nossas expectativas. nos ajuda, Senhor, para que possamos nos conhecer e assim com mais afinco, com mais confiança, nos colocarmos na marcha da nossa própria recuperação. E assim, querido amigo, pedimos a tua proteção e a tua permissão para a nossa atividade dessa tarde. Graças a Deus, meus amigos, esse tema afetividade tá inspirado num livro que se chama tirar aqui um bichinho que tá andando

pedimos a tua proteção e a tua permissão para a nossa atividade dessa tarde. Graças a Deus, meus amigos, esse tema afetividade tá inspirado num livro que se chama tirar aqui um bichinho que tá andando por aqui passeando. Vocês não tm ideia da confusão que ele já fez, agora tá no chão. Bom, desculpem. Um livro que se chama Os Prazeres da Alma. é um livro ditado pelo espírito e ele, nesse livro Os Prazeres da Alma, ele vai tratar de algumas potencialidades que nós trazemos e que precisamos desenvolver. essas virtudes que das quais a gente tanto ouve falar, que a gente gostaria de tê-las assim em exuberância, mas ainda não temos, mas temos todas elas ali no estado ideal para que elas sejam por nós desenvolvidas. E a afetividade é uma grande potência da nossa alma, capaz de nos conduzir a momentos de paz, de equilíbrio, de percepção do sentido da nossa vida. Tudo isso é afetividade que vai fazer conosco. E aí, meus amigos, para falar de afetividade, estamos falando do a do sentimento por excelência de que nós somos capazes, que é o amor. Eu vinha para cá pensando nesse assunto e queria, olha como a proteção espiritual do trabalho é muito grande. Eu não sou uma pessoa das que tem a melhor memória. Dou uma topada ali, já esqueci tudo que eu estudei, infelizmente, né? Mas eu vinha para cá pensando assim: "Meu Deus do céu, onde é que tá escrito tal coisa?" Assim, é no evangelho, mas onde será? Aí eu venho aqui nessa mesa, pego o evangelho que não é o meu e abro e diretamente no que eu queria encontrar. Vejam que o nosso trabalho ele tem eh uma direção muito cuidadosa para nos ajudar, para que a gente possa captar o que realmente a gente precisa. E a mensagem que eu queria lembrar e não achava onde era a lei de amor, que tá lá no capítulo 11, amar o próximo como a si mesmo. E eu queria ler para nós só um pequeno trechinho da mensagem que foi trazida pelo espírito Lázaro, que diz assim: "O amor resume toda a doutrina de Jesus, porque é o sentimento por excelência e o sentimento são os instintos elevados à

ueno trechinho da mensagem que foi trazida pelo espírito Lázaro, que diz assim: "O amor resume toda a doutrina de Jesus, porque é o sentimento por excelência e o sentimento são os instintos elevados à altura do progresso realizado. No seu ponto de partida, o homem só tem instintos, mas avançado e corrompido só tem sensações. Mais instruído e purificado tem sentimentos. E o amor é o requinte do sentimento. Então, vejam que o espírito Lázaro vai nos falar no nosso processo evolutivo. Como que nós estamos? Será que a gente só tem instinto? Não, a gente tem também, né, vários instintos que nos ajudam na realização das nossas tarefas. Temos as sensações também e temos sentimentos também. Então, nós nos encontramos nessa dinâmica de procurar providenciar a o desenvolvimento da nossa amorosidade, a não nos deixar levar tanto por alguns instintos ou pela busca de algumas sensações que a gente, de uma maneira equivocada muitas vezes acha que vai preencher o vazio que a gente traz. Quando esse vazio que nós trazemos é a nossa busca pelo amor, essa esse anseio nosso natural pela amorosidade, por nós sermos amados, por nós amarmos, nos conduz então a essa jornada em que a gente parece que tá sempre falta alguma coisa. O que que é essa alguma coisa? nós não atingimos ainda a nossa plenitude e muitas vezes nessa nossa busca a gente se ilude achando que bom a minha plenitude eu vou me sentir completa na hora que eu tiver tal emprego. Na juventude isso é muito comum, né? a gente quer, tem aquele sonho e acha que aí tá tudo certo. Ou quando eu casar, se a pessoa for mais nova, né, quer casar, quando eu separar dessa criatura que me aí que vai ser o auge. E não é nunca, porque sempre falta alguma coisa. E o que que é esse essa sensação de vazio que nós temos? É a providência divina atuando em nós de forma automática para que a gente busque, busque sempre algo mais. E assim nós vamos nos desenvolvendo, assim nós vamos caminhando. E aí, meus amigos, a gente se pergunta o que que é amar? Na

m nós de forma automática para que a gente busque, busque sempre algo mais. E assim nós vamos nos desenvolvendo, assim nós vamos caminhando. E aí, meus amigos, a gente se pergunta o que que é amar? Na verdade, nós viemos aí do ano Natal, do ano novo, né? Escrevemos e recebemos muitas mensagens de feliz Natal e sempre tem assim votos de paz, de amor, de alegria, amor, saúde e, né? E tem as superstições. Ah, eu tenho que para ter muito amor na minha vida, eu tenho que pular a onda, sei lá como, vesti a cor, tal. E a gente vai, né, ainda na imersos na nossa cultura, buscando de alguma maneira atrair esse sentimento para nós, essa vivência do desse sentimento. Nós queremos ser amados, nós queremos amar. E aí é preciso que a gente se pergunte o que que é realmente amor para nós. É interessante que a nossa cultura, ela está imersa, a nossa cultura, pelo menos ocidental, né, que a gente pode falar porque estamos inseridos nela. Ela envolta sim em uma certa ilusão do que seja o amor. E essa ilusão foi descrita muito bem no livro Banquete de Platão, quando Aristófales vai contar aquela lenda que nós já todos conhecemos de alguma maneira das dos seres humanos de antigamente, que eram feitos assim de duas cabeças, eh quatro braços, quatro pernas, eram seres humanos completos, né? Uma parte masculina, outra feminina, tudo em um só. Não faltava absolutamente nada, mas apenas uma alma. E aí diz o mito que lá pelas tantas Eus, que era o rei dos dos deuses no Olímpo, ficou muito chateado, enciumado. Ah, pera aí, eles acham que estão com tudo? Não, melhor tá aqui um um basta nessa nessa humanidade. E aí ordenou que o deus Apolo cortasse ao meio os seres humanos. E aí esses seres humanos que só tinham uma alma, ficariam a vida toda à procura da tal da alma gêmea, da cara metade. É isso que é o amor. Nós estamos imersos nessa cultura e nessa ilusão que vem falar através desse mito de algo que é comum a todos nós, que é essa insatisfação, essa sensação de que falta alguma coisa. Ah, então falta deve ser o

amos imersos nessa cultura e nessa ilusão que vem falar através desse mito de algo que é comum a todos nós, que é essa insatisfação, essa sensação de que falta alguma coisa. Ah, então falta deve ser o outro, né? o outro que vai me completar. Quando a gente é mais novo, acha se o outro vai me fazer feliz, né? Hoje em dia a gente não tá mais tão eh subjulgado pelos romances como era talvez há há 50, 100 anos atrás, mas ainda de alguma maneira na nossa nosso jeito de ser contemporâneo, nós ainda buscamos isso. E aí nós precisamos nos perguntar o que que é realmente eh essa busca do amor? Será que tem esse encontro de almas, essa tal dessa lenda das almas gêmeas? Será que ela existe? Vamos ver o que que diz a doutrina espírita a esse respeito. Nós aprendemos que não há alianças pré-determinadas. Aprendemos que quanto mais iluminados nós somos, melhor a nossa capacidade de amar vai se apresentar no nosso dia a dia. A gente vai desenvolvendo essa potência da nossa alma que é a capacidade de amar. Então, se eu tô bem ali no início da minha evolução espiritual, a gente leu ali na mensagem de Lázaro, começa só o instinto, depois mais adiantado, tem algumas sensações, depois sentimentos e o amor é o auge do sentimento. Então, a gente nessa nossa situação ainda meio embaralhada, nós acabamos eh não tendo ainda a capacidade de amar como um dia nós teremos. Então, quanto mais nós vamos avançando nesse processo evolutivo, instinto, sensação, sentimento, sentimentos depurados, mas nós temos a capacidade de amar. Portanto, temos mais possibilidade de estabelecer relações amorosas verdadeiras, seja a que nível for, seja numa uma esfera conjugal ou de amizade ou filial, não interessa, é sempre o amor, mas depende do nosso desenvolvimento. E por que que o mito de Aristófanes nos ajuda tanto a perceber a nossa realidade? Porque nós estamos sempre ainda esperando que algo venha do outro para me completar. E aí nós vamos aprender que é ainda uma maneira de de nos visualizar e de administrar a nossa expectativa que

dade? Porque nós estamos sempre ainda esperando que algo venha do outro para me completar. E aí nós vamos aprender que é ainda uma maneira de de nos visualizar e de administrar a nossa expectativa que ainda muito centrada apenas no eu. Então, como é que funciona isso? É uma visão imatura do amor, vai nos dizer Ramed lá no livro Trazeres da Alma. Porque nós estamos sempre achando, ele vai dizer assim, essa crença das almas gêmeas, né, se assemelha ao egotismo do amor, contrário à fraternidade cristã, que nos ensina que um dia todos se amarão de forma incondicional. Será que Cristo amava um ou outro de maneira diferente? Será que ele ama a gente quando a gente tá ali todo embaralhado dos nossos erros? Será que ele ama mais o santo do que o pecador? De forma alguma. Porque um ser da qualidade do nosso Cristo já desenvolveu a plenitude de sua capacidade amorosa. Então ele não tem que economizar, ama todo mundo extremamente e de uma maneira muito intensa. Mas nós ainda temos a nossa capacidade limitada e não entendemos ainda isso, que esse nosso amor vai se expandir dessa maneira. É uma imaturidade. A gente coloca sempre o nosso eu em perspectiva. O que quer dizer, que que a médio diz com esse egotismo do amor? A gente coloca sempre o eu como referencial. Que quer dizer isso? Significa assim que eu, se eu estou numa relação, seja lá qual for, a gente pode pensar conjugal, de irmãos, de amigo, quando o outro não corresponde à minha expectativa, ah, então ele não gosta de mim, parece criança. Vocês já viram que criança assim, quando a gente faz alguma coisa que desagrada a criança, ela fala assim: "Eu não gosto mais de você". Não é assim? Quem tem filho, sobrinho, neto, já viu, eu não gosto mais. Ela realmente para de gostar, pelo menos ali enquanto ela tá com aquela encrenca, aquela briga na cabeça dela. E nós às vezes agimos assim ou a gente pensa: "O outro não gosta de mim por quê? Ele não atendeu os meus caprichos. Olha ainda o nosso nível de maturidade e o quanto que esse nosso

iga na cabeça dela. E nós às vezes agimos assim ou a gente pensa: "O outro não gosta de mim por quê? Ele não atendeu os meus caprichos. Olha ainda o nosso nível de maturidade e o quanto que esse nosso nível de maturidade é responsável por muitos sofrimentos que a gente poderia evitar e que vamos evitar à medida que nós formos amadurecendo. Então, eh, enquanto nós estivermos pensando dessa maneira, nos diz a méd nós não vamos amar verdadeiramente. Eu amo quem tem consideração por mim. Eu amo quem pensa igual a mim. Olha, na política, se não for da minha ala que eu, ih, não, até corto relações. Vocês já não ouviram isso? E nós temos várias coisas em comum e também divergentes um com o outro. Será que a gente só vai gostar de quem for igual a gente? Se colocassem a gente para conviver apenas com a nossa própria imagem no espelho, duvido que a gente durasse uma semana se amando. Não ia dar. Daqui a pouco a gente não ia se suportar. Porque íamos ver que nós também temos muitos defeitos e temos muitos conflitos e às vezes a gente é contraditório também. Então precisamos ir desenvolvendo essa nossa visão para que a gente deixe de lado a idealização amorosa. Idealização amorosa em todos os níveis. Ah, quando a gente é mais novo, a gente acha assim, eu passei por essa experiência. Eh, amiga querida, brigou com o namorado, era muito jovem, era muito amiga e aí o namorado prontou lá com ela, enfim, né? Se aborreceram e ela falou assim: "Ninguém da turma vai mais falar com ele". Eu era uma das melhores amigas e ela falou: "Você vai falar com ele?" Eu olhei assim: "Não, claro que não, né? Pavor de desagradar. Não, não vou mais falar." Resultado, passaram-se os anos, ela casou com o rapaz e olha eu para poder desfazer essa má impressão que eu deixei. E ele ficou com uma reserva com toda a razão, lógico, né? Porque eu a atendendo lá a solicitação da amiga, ah, também fiz como ela queria. Virei a cara pro rapaz. Que que eu tinha a ver com isso? Absolutamente nada. Mas é a nossa imaturidade.

ão, lógico, né? Porque eu a atendendo lá a solicitação da amiga, ah, também fiz como ela queria. Virei a cara pro rapaz. Que que eu tinha a ver com isso? Absolutamente nada. Mas é a nossa imaturidade. A gente acaba idealizando o outro. Então nós nunca, se continuarmos na idealização, vamos estabelecer laços verdadeiros com ninguém, nem com o pai, nem com a mãe, nem com o filho, não, porque aí me desapontou, saiu do meu script e não é mais como eu quero. Então, Ramed diz assim que amar não significa esperar que alguém satisfaça todos os anseios e necessidades que só cabe a nós satisfazer. Então, é um momento de nós trazermos para a nossa consciência o que que é meu e o que que é do outro. A responsabilidade pela minha paz de espírito não é do outro. O outro pode ser o espírito de porco que ele for. Não é a responsabilidade dele a minha paz de espírito. Não é ele que vai tirar a minha paz, porque ele é o espírito de porco. Não. Se eu me desequilíbro, é por conta de não conseguir ainda administrar os meus sentimentos, os meus conflitos. É por, é por minha conta, não é o outro. Então, assim como o outro não vai me tirar do sério, na medida que eu vou amadurecendo, também não posso esperar que ele me faça feliz. Podemos esperar que nós atentos para as nossas necessidades, que a gente vá trabalhando para se encontrar, para se realizar, para procurar buscar o que realmente dá prazer à nossa alma, lembrando instintos, sensações, sentimentos, o que que está nos faltando realmente? E é nos diz Ramed, esse desenvolvimento da nossa afetividade. E é interessante a gente ver como que a lei da reencarnação é maravilhosa para nos ajudar nessa tarefa. Porque a gente vem determinado núcleo familiar com espíritos afins, espíritos também com que a gente tem um compromisso, um comprometimento, uma antipatia, uma dívida. E a gente tá ali junto, né? tento que que conviver e a gente vai pouco a pouco vendo qualidades naquela pessoa que a gente não via. Às vezes a o simples fato de uma pessoa,

uma antipatia, uma dívida. E a gente tá ali junto, né? tento que que conviver e a gente vai pouco a pouco vendo qualidades naquela pessoa que a gente não via. Às vezes a o simples fato de uma pessoa, uma mãe com quem eu tenho extrema dificuldade em razão de um passado difícil me permitir voltar na hora que eu vou trabalhando a minha maturidade eh espiritual, isso já é motivo para que eu tenha em relação à aquela criatura um sentimento de gratidão. Deu a vida, o corpo de carne me permitiu esquecer e recomeçar. Olha que coisa maravilhosa. Mas às vezes a gente espera do outro que ele não tem ainda condição de nos dar. E aí vem as frustrações e aí vem as nossas dificuldades, as mágoas que a gente vai deixando crescer. Então, meus amigos, o convite que nos é feito é para que nós procuremos desenvolver a nossa própria afetividade. Ou podemos também falar assim, desenvolver a nossa fraternidade, que é o amor, é ver no outro irmão. E Ramed nos fala assim, a gente tá num um num um um momento em que a gente caiu aí num certo automatismo. Ele vai falar em robotização das ações nesse livro, quando a gente faz a coisa ali no automático. Então, às vezes a gente chega num local, na casa religiosa e a gente, ah, meu irmão, não sei quê, mas não sente o outro como irmão. Problema não é o que a gente fala. O que a gente fala, a gente pode dizer qualquer coisa, mas o que que a gente tá realmente sentindo? E aí eu me lembro daquela história que eu acho linda do Chico Xavier, que eu realmente não sou capaz de fazer aquilo. Devia, pelo menos de fingimento, tentar imitar, né? Mas eu vou confessar a vocês que eu nunca fiz, mas não deixo de admirar e de ver que é alguma coisa que nós precisamos nos esforçar para atingir. Quando ele vai comprar tomate lá na feira, que que a gente faz quando a gente vai no supermercado? Faço, gente. Eu já sei essa história há tanto tempo, continuo fazendo. Eu escolho ali o que eu acho que tá melhorzinho, que tá bom, mais maduro, lá pro que eu quero. E aí o

gente vai no supermercado? Faço, gente. Eu já sei essa história há tanto tempo, continuo fazendo. Eu escolho ali o que eu acho que tá melhorzinho, que tá bom, mais maduro, lá pro que eu quero. E aí o Chico foi e escolheu, não lembro bem assim o número, né, mas vamos supor que ele precisasse de oito tomates. Ele escolheu quatro bons e quatro bem ruinzinho. Aí o Ferante falou: "Ô, Chico, gostava dele, né? Ô, Chico, leva o tomate aqui. Separei aqui para você. leva esses aqui que estão melhores. Não, meu irmão, porque eu acho que eu tenho direito a um tomate bom, mas se eu só pegar o bom, o outro que também tem direito vai ficar só com os ruins. Então eu divido, pelo menos a coisa fica mais equilibrada. Isso é fraternidade. É pensar no outro que ele nem conhecia. Quem que é o outro que vai comprar tomate? Ele nem sabia quem era, mas é perceber no outro um irmão, um filho de Deus, que tem também o direito à felicidade. E é esse o desafio que nos é colocado de desenvolver a nossa a nossa fraternidade. Então, meus amigos, Ramed vai dizer para nós que a fraternidade é esse entrelaçamento sagrado entre as criaturas que a gente precisa ter. Isso é uma tomada de consciência, sabe? cair a ficha, quando eu percebo que o que acontece no outro de alguma maneira vai repercutir em mim também. E por isso o empenho em desejar o bem do outro. E por isso que o Cristo veio nos falar que a gente amasse o inimigo. A gente não vai, o amor não é que a gente vai, ah, eu adoro agora o inimigo, vou sair abraçada. Ai, quanto mais eu encontro, melhor, como é bom. Claro que não. Isso é falsidade da nossa parte, mas que a gente dê o passo para que esse amor um dia possa se concretizar. O primeiro passo, não querer o mal. É uma pessoa que tem o mesmo direito à felicidade que eu tenho. É uma pessoa que às vezes errou comigo. Sim, claro que errou. Eu tô chateada. Deve ter errado, né? Mas eu também já não errei com outras pessoas. Então, que a gente possa se libertar daqueles antagonismos que nós trazemos, não é?

ou comigo. Sim, claro que errou. Eu tô chateada. Deve ter errado, né? Mas eu também já não errei com outras pessoas. Então, que a gente possa se libertar daqueles antagonismos que nós trazemos, não é? Vejam que eu falei, nós precisamos nos libertar, não é libertar o outro, o outro tá lá livre ou preso, isso é com ele, mas nós nos libertarmos. E outro dia eu tava numa casa querida aqui, a casa fraterna Semente de Luz, falando de algum assunto que eu não me lembro mais qual que era, mas tinha a ver com o caso da mulher adúltera e falando de como Jesus sempre eh nos incentivou para que víssemos as nossas qualidades luminosas. Quando ele fala pra mulher adúltera, em vez de condenar, ele fala assim: "Vai e não peques mais". Ou seja, eu acredito em você. você consegue redirecionar sua vida, ressaltar as qualidades luminosas. E aí uma pessoa que tava era um uma p não palestra, é uma conversa, né? Igual a gente tá aqui, é uma conversa. E uma pessoa falou assim: "Eu quero fazer aqui uma pergunta". Você falou muito assim, até achei que tá tudo certo que você falou, mas você falou muito só de mim. Agora eu vou dizer aqui meu caso. Ela contou lá alguma coisa do caso dela, né? E aí falou assim: "Tem uma criatura que eu tenho extrema dificuldade e eu já fiz tudo que aprendi aqui nessa casa, nesse evangelho, eu fiz. Custou, mas eu fiz. Eu fui. Eu pedi desculpas, mesmo achando que eu não tava errada. Eu fui lá na casa da pessoa, eu me humilhei, eu fiz isso e aquilo. Ela contou um monte de coisa e o outro não quis nem saber, me ignorou e me tratou mal. E aí só fala de mim e o outro? Por que que você não falou nada do outro? E aí com uma inspiração, né, que com certeza da minha cabeça isso não saiu, eu tinha resposta para veio na ponta da língua, eu falei, falei do outro, sabe por quê? Porque a gente não consegue controlar o outro. Que que adianta me preocupar? O que que o outro vai fazer, deixar de fazer? Se a nossa responsabilidade é com a gente, o outro vai fazer o quê? Sei lá. E qual o controle que eu tenho do

rolar o outro. Que que adianta me preocupar? O que que o outro vai fazer, deixar de fazer? Se a nossa responsabilidade é com a gente, o outro vai fazer o quê? Sei lá. E qual o controle que eu tenho do que o outro vai fazer? Absolutamente nenhum. Eu tenho o controle de estar bem com a minha consciência e de fazer o que eu acho que naquele momento é o oportuno e o correto. Se não for, depois eu refaço de novo, mas com base ali no meu conhecimento, no meu sentimento, refletindo, pedindo ajuda, eu acho que é o certo fazer assim. E aí eu vou lá e faço. E isso é algo que vai trazer paz para o nosso coração, essa fidelidade aos nossos sentimentos, à nossas percepções, para que a gente possa ir desenvolvendo, desenvolvendo a palavra fraternidade. Então, colocar essa nossa afetividade em movimento é o verdadeiro sentido da religião. Às vezes a gente pensa na religião, ainda pensamos, né, claro, um pouco como uma prática exterior. Aí eu vou na comunhão 6 horas da tarde, sexta-feira eu vou, eu tomo passe, aí depois já tem a palestra, aí tem nossas atividad ou vou paraa igreja, não importa. Práticas exteriores. E a prática interior, que que isso tá me adiantando na minha vida? Eu tô, eu tô lembrando de alguma coisa que eu estudo lá no meu evangelho no lar, no meu dia a dia, na hora da raiva, né? Não é nem raiva, é tanto forte que às vezes é reiva, né? Ódia, coisa. A gente não sabe mais nem falar português direito. Na hora que aquilo ali sobe a cabeça, o que eu aprendi vai me ajudar de alguma maneira? E aí, se ajudar, eu estou realmente vivendo uma religião e não importa qual ela seja, mas baseada na afetividade, o amor que eu vou ter por mim, de cuidar do meu processo evolutivo, de cuidar do direcionamento dos meus pensamentos, dos meus sentimentos, porque ninguém vai cuidar para mim também. Cristo, por mais que ele nos ame esteja sempre nos esperando ali de mãos estendidas, incentivando, intuindo, ele não vai andar por nós. O passo nós temos que dar para desenvolver e colocar em prática a nossa

por mais que ele nos ame esteja sempre nos esperando ali de mãos estendidas, incentivando, intuindo, ele não vai andar por nós. O passo nós temos que dar para desenvolver e colocar em prática a nossa afetividade. Então, meus amigos, é a essência da palavra religião, a gente se religar a Deus através do outro, através de uma visão mais amorosa em relação ao outro. nas relações amorosas, não esperar que o outro me complete como se eu fosse uma criança, reclamando toda hora atenção e comida e cuidado. Não, nós já estamos num processo de pelo menos nos preocupar com o nosso amadurecimento espiritual, emocional. Não podemos ficar mais na querendo que Deus nos atenda da maneira que a gente acha correto. E por isso tão importante a lição que a Celi, agora achei que eu sou cega de a Celu abriu para nós que muitas vezes a gente quer que Deus nos atenda. Ah, eu quero que eu faço tudo tão certo, como é que Deus vai não vai me atender? E aí essa parte que veio aqui na lição, talvez você esteja agindo da forma inversa. Examine bem. Em verdade, em vez de se colocar nas mãos de Deus, você age como se Deus estivesse nas suas mãos. É o famoso Pai Nosso que nós fazemos muitas vezes assim: "Seja feita a vossa vontade". Aí no segredinho a gente fala assim: "E tomara que ela combine com a minha". Mas às vezes não combina. E aí a gente se revolta, a revolta vai nos atrapalhar. Então precisamos diante das situações que nós atraímos com os nossos pensamentos, sentimentos, com as nossas ações, escolher o que que nós vamos fazer. Então, já que nós estamos falando de Ramed, não é nesse capítulo da da afetividade, não, mas é no capítulo, no livro Dores da Alma, em que ele vai falar sobre a crítica e vai nos dizer algo muito interessante em relação ao karma. Nós às vezes achamos que o karma é consequência dos nossos atos, ações feitos. Eu fiz isso, tal coisa vai voltar para mim. Mas ele vem nos alertar. Não são os feitos só, não são os acontecimentos, são também os nossos pensamentos, sentimentos,

ncia dos nossos atos, ações feitos. Eu fiz isso, tal coisa vai voltar para mim. Mas ele vem nos alertar. Não são os feitos só, não são os acontecimentos, são também os nossos pensamentos, sentimentos, tá? Dá para entender? Sentimentos, pensamentos. Eu tô jogando aquela energia pro universo, OK? Mas ele segue sentimentos, pensamentos, crenças, sentenças, juízos que nós fazemos. Então, quantas vezes a gente se isola pela nossa maneira equivocada de ver o mundo? Quantas vezes nós rompemos afetos porque achamos que se aquela pessoa não agir como eu quero, é porque ela não gosta de mim. Se ela não pensar como eu quero, é porque nós não temos afinidade. E aí nós vamos viver pelo universo sem que ninguém tenha afinidade com a gente, colocando sempre a responsabilidade na outra pessoa, projetando sempre no outro que eu estou deixando de ver em mim. E o convite para nós é bastante claro para que nós possamos nos conhecer. nos conhecendo, nós vamos poder trabalhar a nossa afetividade. nos conhecendo, nós vamos perceber o que em nós nós podemos reformar e aí nós vamos nos matricular na escola de aprendizado consciente, quando a gente resolve se melhorar, estudar, se aperfeiçoar, se desafiar, porque se nós não fizemos isso, nós nos matriculamos na escola de aprendizado automático, né, ou inconsciente, que é através do sofrimento, que vem dar aquela chacoalhada e E a gente, claro, quer sair daquilo ali. E aí nós começamos a ver o que que nós podemos fazer para mudar. Começamos a trabalhar às vezes a nossa própria arrogância de esperar que o mundo seja conforme a gente quer. E é tão engraçado porque não é não é como a gente quer. E a gente não pode falar, então para fazer que nem criança, né? Quando a coisa não é como criança quer, o jogo joga tudo para fora, né? Eh, bagunça o jogo, quebra cabeça, sei lá o que, o que tiver ali de pecinho, né? Criança faz isso. É a mãe ou pai ou quem tiver ali. Não, não faz assim. A gente não pode brincar assim. Tem que ter saber ganhar e saber perder.

a cabeça, sei lá o que, o que tiver ali de pecinho, né? Criança faz isso. É a mãe ou pai ou quem tiver ali. Não, não faz assim. A gente não pode brincar assim. Tem que ter saber ganhar e saber perder. Mas às vezes na vida a gente acha que nem criança. A gente quer jogar tudo pro alto, quer para para o mundo que eu quero descer. Mas não dá para descer do mundo, nem da própria vida nós conseguimos sair, já que conseguimos às vezes matar o nosso corpo, mas continuamos vivos igual. Então, nós não temos outra alternativa a não ser caminhar, caminhar na no desenvolvimento da nossa afetividade, caminhar no aprofundamento de nos conhecer, que a gente possa se apaixonar pela gente, não pela nossa visão idealizada de fofos maravilhosos, que a gente não é, mas do jeito que a gente é, temos coisas boas também, vamos trabalhá-las e as coisas ruins, vamos tentar dar uma ajeitada, vamos ali melhorando um pouquinho de cada vez e aí nós vamos desenvolvendo a nossa afetividade. Então, meus amigos, eh para que a gente possa encerrar, eu gostaria só de dizer aqui um lembrete que nos traz o espírito nesse capítulo da afetividade, quando ele vai dizer para nós assim: "A convocação da nossa época é mais para atos de fraternidade do que para atos de beneficência. Nós às vezes pensamos na caridade, né? Ah, a gente aprende, fora da caridade não há salvação. Então é é fazer caridade por aí. E ele fala: "Não, a convocação de nossa época é para atos de fraternidade, é de ver o outro como igual nosso, como irmão. Isso é a fraternidade pra gente desenvolver essa amorosidade, essa caridade automática não adianta para nós, para a nossa evolução. E ele vai dizer: "Se os primeiros existirem, ou seja, se os atos de fraternidade existirem, com certeza os segundos serão consequências naturais. Então, que a gente possa investir no desenvolvimento da nossa afetividade, da nossa fraternidade, da nossa amorosidade. Ah, não dá para ser amoroso como Jesus foi, não dá mesmo. Mas a gente é capaz de atos de fraternidade. Então, vamos focar aí no

mento da nossa afetividade, da nossa fraternidade, da nossa amorosidade. Ah, não dá para ser amoroso como Jesus foi, não dá mesmo. Mas a gente é capaz de atos de fraternidade. Então, vamos focar aí no passo que a gente consegue dar. Eu agradeço, meus amigos, esse momento. Chegamos aqui ao nosso término, né? E convido a todos para que a gente possa fazer a nossa oração. E hoje eu queria fazer para vocês um pedido especial, que já que nós estamos falando de amorosidade, vamos tentar na nossa prece envolver especialmente aquelas pessoas que são a pedra no nosso sapato, porque são essas que a gente precisa eh utilizar como instrumento para o nosso aperfeiçoamento. esses atos de fraternidade, vamos tentar direcionar para essas pessoas. Ah, mas vai ser meio fingido, não importa. No começo é depois dizem os que já evoluíram mais que a gente vai automatizando aquele aquele aquela atitude e vai até, quem sabe vendra coisinha boa naquela pessoa que pra gente não cai muito bem. Então vamos procurar na nossa prece envolver. Cada um pensa nos seus e vamos imaginá-los aqui com a gente, sentados ao nosso lado, recebendo a mesma luz que eles têm direito, assim como nós, que essa luz é o amor do nosso pai por todos nós. Então vamos agradecer ao nosso mestre Jesus. Senhor, muito obrigada pela oportunidade de reflexão, de examinarmos o nosso coração e avaliarmos como anda a nossa afetividade. Obrigada, Senhor, porque já vislumbramos esse caminho. A estrada ainda é longa, temos ainda muitas dificuldades, mas te temos como farol, nos iluminando, nos incentivando a caminhar. E nós queremos, Senhor, agradecer essas bênçãos que são derramadas sobre todos nós. Sabemos que pela misericórdia do Pai, recebemos nesse instante aquilo que mais necessitamos para o nosso reequilíbrio físico, emocional, pela para a harmonização das nossas energias. E agradecemos por essa chuva de bênçãos. Agradecemos as mãos abnegadas da espiritualidade que conduzem, que manipulam essas energias como um presente do alto. Te pedimos,

onização das nossas energias. E agradecemos por essa chuva de bênçãos. Agradecemos as mãos abnegadas da espiritualidade que conduzem, que manipulam essas energias como um presente do alto. Te pedimos, Senhor, já que estamos querendo nos matricular nesse curso de aprendizes da fraternidade, que possamos compartilhar essas bênçãos com as pessoas com quem nós mais temos dificuldades no plano material, no plano espiritual, que possam todos ser abençoados com essas luzes e serem lembrados da nossa condição luminosa de todos nós. de filhos de Deus. Muito obrigada, Senhor, por esse momento e nos abençoa agora e sempre. Que assim seja, meus amigos. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual. Substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, [música] que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do

ritual. Senhor meu Deus, permita [música] que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do [música] bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada [música] um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso [música] que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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