O BEM MAIS ALTO - Márcia Sirotheau [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, estou aqui para agradecer de coração Paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz. Busco. Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus esteja com todos nós. Vamos começar esse nosso momento fazendo uma leitura que tá nesse livro Fonte Viva, psicografia de Franciscante Xavier, pelo espírito Emanuel, que ele fala da enxertia divina. E tá lá em Paulo, Romanos, capítulo 11, versículo 23, que fala assim: "Se não permanecerem na incredulidade, serão enxertados, porque poderoso é Deus para os tornar a enxertar." E Emanuel vem fazendo uma explicação divina, assim, tão fácil da gente absorver. Toda criatura em verdade é uma planta espiritual, objeto de minucioso cuidado por parte do divino semeador. Cada homem, qual ocorre ao vegetal apresenta diferenciados períodos de existência: sementeira, germinação, adubação, desenvolvimento, utilidade, florência, frutificação e colheta. Uma sequência, né? colheta. Nas vésperas do fruto desvela-se o pomicultor. Pomicultor é aquele que cuida de plantas frutíferas. Com mais carinho pelo aprimoramento da árvore. É imprescindível haja fartura e proveito na luta espiritual. Em identidade de circunstâncias, o senhor adota iguais normas para conosco. Atingindo o conhecimento, a razão e a experiência, o pomicultor celeste nos oferece preciosos recursos de inxertia espiritual com vistas à nossa sublimação para a vida eterna. A cada novo dia de tua experiência humana, recebes valioso concurso para que os resultados da presente encarnação te enriqueçam de luz divina pela felicidade que transmites aos outros. És contudo uma árvore consciente com independência para aceitar ou não os elementos renovadores, com liberdade para registrar a bênção ou desprezá-la. Repara atentamente quantas vezes te
s aos outros. És contudo uma árvore consciente com independência para aceitar ou não os elementos renovadores, com liberdade para registrar a bênção ou desprezá-la. Repara atentamente quantas vezes te convoca o sublime semeador ao engrandecimento de ti mesmo. A enxertia do alto procura-nos através de mil modos. Hoje é na palestra edificante de um companheiro, né? Amanhã será um livro amigo. Depois virá por intermédio de uma dádiva aparentemente insignificante de senda, da senda, desculpa. Se guardas, pois, o propósito de elevação, aproveita a contribuição do céu, iluminando e santificando o templo íntimo. Mas se a incredulidade, por enquanto, te isola a mente e novelando-te as forças no carretel do egoísmo, o enxerto de sublimação te buscará debalde, porque ainda não produzes no recesso do espírito, a seiva que favorece a vida abundante. Mensagem linda, linda mesmo, né? A gente fica assim até sem querer fazer a prece para poder curtir, saborear cada fala do espírito Emanuel. Mas mesmo assim nós agradecemos esse espírito maravilhoso que nos traz exemplos de nós e a natureza fazendo essa referência. A gente agradece muito o espiritismo por ter um Francisco, um Chico Xavier, um Divaldo Franco, ô Pereira do Amaral, tantos outros maravilhosos que através deles vem esses espíritos bondosos trazendo a mensagem. Então, por todos eles nós agradecemos e começamos esse nosso momento dizendo graças damos. Agradecemos a Márcia também, porque é aquela palestrante que vem, que fala e que nos ajuda, né, nessa nossa, nesse nosso incertio. Então, com ela hoje nós vamos ter a fala O bem mais alto, tá lá no livro Mestre Jesus, que ela tá bem doentinha, né? Eu trato muito bem o quem eu convido. Já trouxe um chazinho, entendeu? Sei que tem muita tosse por aí, mas ela vai sim dar o recado dela direitinho e nós vamos estar aqui vibrando para que tudo ocorra na santa paz e que ela fique bem bem mesmo, que eles dê meia hora só para ela poder fazer a sua lição de hoje. Fiquemos na paz de Jesus.
direitinho e nós vamos estar aqui vibrando para que tudo ocorra na santa paz e que ela fique bem bem mesmo, que eles dê meia hora só para ela poder fazer a sua lição de hoje. Fiquemos na paz de Jesus. Desculpem a voz um pouco assim, mas é que eu tava em Belém do Pará e vocês sabem que lá faz muito frio, né? É verdade, porque aquele calor que nosso amigo Sérgio conhece, né, conterrâneo querido, é tão quente e hoje em dia tem ar condicionado. Que que eles fazem? bota o ar condicionado lá naquele mais frio. Aí a gente vai pro frio, vai pro calor, vai pro frio, vai pro calor. Eu já perdi um pouco daquele DNA bom do Pará e já não me acostumei. Então voltei com essa voz. Mas graças a Deus dá pra gente fazer a nossa conversa de hoje, que é uma conversa que nos é proposta pelo espírito Vinícius, quando ele fala do bem mais alto. Que que é o maior bem? O melhor bem para todos nós. A gente pode pensar, bom, é a caridade, né? O bem é a caridade, mas que tipo de caridade que essa caridade que significa, como a Rutu nos diz, o espírito Emanuel, é esse nosso começar a dar um frutinho aqui, outro a colá. E é linda essa mensagem e combina não por acaso muito com o nosso estudo de hoje, porque nessa mensagem se fala daquele tanto a mais que a gente recebe quando a gente tá produzindo algo de bom, seja uma conversa fraterna, seja uma atitude amorosa nossa, a nossa vontade de acertar os nossos passos é algo de bom que a gente tá produzindo. Então a gente recebe aquele enxertozinho lá do alto, é aquele tantinho a mais que nos ajuda para que a gente vá dando esses passos. Esse é o bem maior que a gente pode praticar, essa caridade. Mas aí quando nós pensamos em caridade, a gente pensa logo, né? Não sei vocês, eu pelo menos já penso em distribuição de comida, em uma visita a algum lugar as pessoas necessitadas de alguma maneira, né? um remédio para uma pessoa doente. Isso tudo é muito bom, porque nós estamos num corpo material. Nós não somos um corpo material, mas nós estamos em um. E esse
soas necessitadas de alguma maneira, né? um remédio para uma pessoa doente. Isso tudo é muito bom, porque nós estamos num corpo material. Nós não somos um corpo material, mas nós estamos em um. E esse nosso corpo, ele tem demanda, ele nos pede cuidados. E esses cuidados são muito, muito amplos, muito complexos. Então, a gente precisa de comida, a gente precisa de agasalho, precisa de sono, enfim, tantas coisas. Existe essa caridade que é importantíssima para a nossa sobrevivência, que é a caridade material. Mas o espírito Vinícius, ele vem nos lembrar do pão do espírito, que é a caridade. Ele vai nos dizer por excelência, a maior caridade é o pão do espírito. E a gente lembra que Jesus ensinou pra gente lá no Pai Nosso, quando ele nos ensinou a pedir, dai-nos o pão nosso de cada dia. Será que ele se referia só à comida? Que a comida a gente come, daqui a pouco tá com fome de novo? É assim. E esse alimento ele é necessário, mas ele não é o suficiente para nós. No nosso nível evolutivo, nós precisamos mais do que o pão material de cada dia. A gente precisa desse pão do espírito. E não é à toa, meus amigos, que a gente vê entre nós, tantos de nós, às vezes sentindo aquele vazio existencial, aquele tipo de tédio, aquela falta de sentido. É fome, fome mesmo. Mas é a fome desse pão espiritual que vai nos completar, que vai nos ajudar, que vai ser a ferramenta para que a gente, quando as coisas não são exatamente quando a gente como a gente esperava que elas fossem, a gente possa ter algum entendimento do por que isso tá me acontecendo, por que as coisas são assim e não assado e sendo assim, como é que eu posso fazer com isso que a vida me oferece para que eu possa construir a minha felicidade para que eu possa crescer, que é o que todos nós queremos, ser felizes. A gente quer crescer, a gente quer atingir essa plenitude da qual o espírito Joana de Angângeles nos fala. Então, nessa obra com o título O sumo Bem, o espírito Vinícius veio nos falar desse bem principal que a gente
scer, a gente quer atingir essa plenitude da qual o espírito Joana de Angângeles nos fala. Então, nessa obra com o título O sumo Bem, o espírito Vinícius veio nos falar desse bem principal que a gente deve buscar. E ele nos fala outra coisa, nos convida assim a refletir. A gente consegue eh atender a todas as nossas necessidades sempre, porque não tem jeito da gente alimentar todo mundo a fome. Vamos pensar fome de comida. Ah, então vamos tirar a fome do planeta. Não tem jeito abrigar todo mundo, não tem jeito. O sofrimento, ele faz parte do nosso nível evolutivo. Então, quando a gente pensa apenas nessa parte material, é como se a gente estivesse enxugando o gelo, porque a causa do nosso sofrimento é um pouco anterior, tem a ver com as situações morais que a gente precisa transformar. Mas é complicado porque esse pensamento de que, bom, a gente não vai conseguir eh ajudar todo mundo, a gente não vai conseguir acabar com a fome do mundo. Eu lembro quando eu era criança, eu frequentava uma casa espírita em Belém chamada Lá de Maria, uma casa muito querida que eu tive visitando a do ar condicionado, fortíssimo. Aqueceu o coração, mas o corpo ficou com frio. E era uma casa que nesse tempo é um centro espírita e era um internato de meninas. E eu convivi muito tempo com essas meninas do lado de Maria, hoje todas já, né, da minha idade, mais velhas que eu, enfim, já mães, avós, mas por algum motivo aquela situação daade tocava tanto meu coração e eu pensava isso lá pelos 10 anos de idade. Ah, eu já sei, eu vou crescer. E aí eu vou adotar umas crianças. E se todo mundo um dia fizer isso, vai ter um segundo, um segundo que seja, em todo planeta em que não vai haver nenhum órfão. E esse pensamento meio que pensamento mágico, né? Mas aquecer de alguma forma o meu coração, pensando o quanto é ruim a gente estar numa situação que não tem pai, não tem mãe. Tanto de nós também já estivemos em outras experiências. Mas o compreender isso, essas tribulações que nós temos, é essencial
o quanto é ruim a gente estar numa situação que não tem pai, não tem mãe. Tanto de nós também já estivemos em outras experiências. Mas o compreender isso, essas tribulações que nós temos, é essencial para que a gente possa avançar, não nos deixando cair na armadilha da indiferença. Bom, já que não dá para ser mãe de todo mundo no planeta, então cada um com o seu momento eh de provação, já que não dá para matar a fome do mundo, bom, então eh não existe injustiça, então a pessoa sofre a fome porque precisa. Vejam o perigo de nós cairmos na indiferença. A indiferença nos mata por dentro. Porque não é porque o sofrimento seja inerente à nossa condição que nós não somos convidados a fazer algo. E aí a necessidade de que a gente possa fazer a caridade. Porque quando nós falamos em caridade é tão interessante que a gente sempre pensa que a gente está doando algo. Vou fazer a caridade para o outro, pelo outro. É verdade isso? É. É pro outro também. Também. Porque é principalmente para nós, porque como todos nós aqui no planeta Terra estamos internados aqui porque a gente padece de uma doença terrível que nos acomete a todos, que é o egoísmo, nós precisamos do remédio para o nosso egoísmo. E o remédio é que a gente rompa a barreira da indiferença para que a dor do outro possa também me tocar. Não para me revoltar ou para me colocar numa posição de me achar a salvadora do mundo. Não é isso. Mas qual o pouquinho que eu consigo fazer por um instante, por um momento? Qual é esse pão espiritual que eu posso oferecer? E o pão material também. A caridade é para nós o remédio contra o nosso egoísmo. É o remédio que a gente tem que tomar. A gente vai no médico, eu que tô assim resfriada, tô tomando todas as, não vou falar os remédios, né, para não ser propaganda, mas tô tomando tudo que tem para tomar, claro, né? Não quero ficar péssima e aí vou tomando os remédios. E o remédio pro nosso egoísmo, será que a gente tem tomado? é a caridade, é esse caminhar em direção ao outro. Então, Vinícius fala para nós
, né? Não quero ficar péssima e aí vou tomando os remédios. E o remédio pro nosso egoísmo, será que a gente tem tomado? é a caridade, é esse caminhar em direção ao outro. Então, Vinícius fala para nós assim: "O pão do espírito, ele é diferente. O pão da matéria a gente precisa dar, mas precisamos dar também o pão do espírito." Porque esse pão do espírito, quando a gente recebe esse enxerto que o espírito humano falou, é o pão do espírito. Na hora que ele rece, que a gente começa a receber, a gente começa a ficar saciado, ou seja, preenchido. A nossa sensação de incômodo, de vazio existencial, ela vai diminuindo essa saciedade. Agora, esse pão espiritual não é um pão que a gente chega aqui, opa, tá aqui, tomei, comi, opa, resolveu. Não, a gente vai comendo de pouquinho em pouquinho, aí sente um aliviozinho. Para quê? Para dar vontade da gente procurar mais. A gente tem que querer mais melhora e mais energia e mais disposição e mais amorosidade. E a gente vai e gere novamente mais um pouquinho. E aí esse pão espiritual que sacia para sempre, aos poucos, né? Porque a gente não vai evoluir de uma hora para outra, mas é para sempre. Então é como se fosse um copinho que a gente precisa completar de água. Tem um pouquinho aqui. A gente vai enchendo, vai enchendo até o momento em que a gente possa se preencher totalmente desse alimento espiritual, que é o momento da nossa plenitude, né? Nós como seres perfectíveis, nós vamos em direção a esse momento. A água viva de que nos falou Jesus, né? que apaga a sede por completo, que se transforma em uma fonte interior e jorrando para toda a eternidade. Interessante que na hora que a gente começa a receber esse alimento espiritual e a transmitir também, porque a nossa vida de relação é assim, a gente recebe e transmite, a gente tá todo tempo recebendo e transmitindo. Quando a gente começa a fazer esse movimento, nós nos tornamos também pequenas fontezinhas dessa água espiritual quando a gente compartilha. Não fazendo sermão por aí,
tempo recebendo e transmitindo. Quando a gente começa a fazer esse movimento, nós nos tornamos também pequenas fontezinhas dessa água espiritual quando a gente compartilha. Não fazendo sermão por aí, a gente não pode, né, gente, ficar no ouvido do parente, do amigo agora fazendo sermão, né? Pra gente fazer isso. Precisamos respeitar as consciências alheias, porque as nossas consciências foram respeitadas pelo nosso mestre. Ele nos chegou e falou: "Olha, tem que ser assim". não falou. Ele nos acolheu e nos acolhe como somos, mas ele nos convida. Caminha comigo. Ele vem nos falar que ele é o caminho, a verdade e a vida. É o caminho para que a gente chegue a esse estado de felicidade. É o ensinamento que Jesus nos trouxe. Então, nós começamos também a dividir um pouquinho disso que a gente recebe pelos nossos exemplos. Como é que a gente age diante de uma contrariedade? Como é que a gente age diante de uma separação? Uma separação provocada pelo desencarne de um ente querido. E diante da injustiça, nós ainda nos revoltamos? Claro que sim. Lógico, né? A gente tá aqui na terra, mas como que eu lido com a minha revolta? Eu aceito e deixo ela ficar estagnada, fazendo morada no meu coração? Ou eu procuro ir compreendendo e dominando aquela revolta e pedindo ajuda e trabalhando aquele sentimento? é a nossa atitude mental que é a propulsora, a máquina que nos vai impulsionar para o nosso progresso. E aí a gente lembra daquele encontro de Jesus, né, com a moça lá, com a samaritana, que os discípulos haviam ido buscar comida, estavam numa uma jornada de deslocamento, então passaram pela Samaria e Bom, não tinham nada para comer. Então, mestre, o senhor fica aqui, a gente vai atrás de comida. E aí Jesus ficou ali naquele poço e encontrou a samaritana, que é aquela passagem linda que tá no Evangelho de João, quando Jesus diz para ela assim que quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água, jorrando
que tá no Evangelho de João, quando Jesus diz para ela assim que quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água, jorrando para a vida eterna. Então, à medida que nós nos permitimos ser tocados por essa boa nova, por esse conhecimento espiritual, essa fonte começa também a jorrar de nós. Não é que a gente ficou iluminado da noite pro dia e santificado, não é isso. É porque o passo que a gente deu, a gente tá dividindo com o outro, a gente tá caminhando junto. E aí nós vamos nos ajudando, cada um com seu passinho e a gente vai indo e aí essa fonte vai jorrando. E o espírito Vinícius nos lembra que as as necessidades do nosso corpo elas são eh insaciáveis. Por a gente tem fome todo dia, a gente tem frio toda hora, tudo precisa ser sempre. Elas são insaciáveis e complexas porque elas são variadas. Então, é preciso que a gente cuide delas, mas é preciso que a gente atente que as enfermidades elas continuam existindo. A gente tem remédio, dá remédio para alguém, leva pro médico, mas nós continuamos ficando doentes, por nível evolutivo ainda necessita desse tipo de prova para o nosso crescimento. Vai chegar um dia que nós não vamos mais nos deparar com as doenças. Vai chegar um dia que o processo de desencarne mais tão doloroso por conta da saudade, porque nós vamos ter ampliada a nossa capacidade de percepção e comunicação com aqueles que estão do lado de lá, através da aburilamento ou da agora me foge a palavra, mas a nossa materialidade vai ficando assim mais rarefeita, a gente vai ficando menos material e aí Essas fronteiras que ainda estão tão marcadas pra gente vão ficando mais tênues, mais leves. Qual é o caminho para isso? o nosso progresso, a gente trabalhar as nossas emoções, o que a gente tem de moralidade, a nossa capacidade de amar ou como a gente falou no começo, que a gente trabalhe a cura dessa doença que nos acomete a todos, que é o egoísmo, que é a indiferença. E aí nós vamos fazendo esse
alidade, a nossa capacidade de amar ou como a gente falou no começo, que a gente trabalhe a cura dessa doença que nos acomete a todos, que é o egoísmo, que é a indiferença. E aí nós vamos fazendo esse trabalho. E Vinícius diz assim: "É por isso que uma hora é o pão que falta, outra hora é a roupa, outra hora é a casa, outra hora falta médico, falta remédio e o corpo, as necessidades nunca são completamente atendidas, mas é esse pão do espírito que nós devemos buscar e à medida que a gente vai recebendo, a gente vai compartilhando, é esse que vai solucionar todos os nossos problemas. Esse pão que eh não diminui a medida que a gente divide. É uma matemática diferente, né? Na hora que a gente distribui, ele aumenta para nós. Puxa, mas eu distribuí, aumentou. É, ele vai dizer assim: "Esse pão que se atira às multidões a mancheias, todos apanham esse pão e dele se servem segundo as suas necessidades pessoais". Que que ele quis nos falar com isso? Nós vamos captar, estamos captando de acordo com a nossa necessidade. Muitas vezes esse pão espiritual nos é oferecido e a gente não tá com necessidade, não. Não, não quer não. Então, para mim tá bom assim. Ah, mas você, olha só, Jesus veio nos convidar a gente botar em prática o perdão. Ele veio nos convidar a gente orar por aqueles que nos perseguem caluniam. Ah, mas eu não quero. Não quero de jeito nenhum. Olha comigo assim. Bateu, levou. A minha necessidade ainda não está no nível de dor necessária para que eu desperte e fale: "Opa, quero mudar, não tá mais bom para mim". E é isso, a dor que vem nos mudar. Tava pensando aqui num exemplo bobinho, simples, né? Meu pai era piloto, tá na reserva, né? mas era piloto. E não sei se por isso ou se por uma coisa de uma má educação da família mesmo, a gente só chegava atrasada em tudo quanto é viagem, aquela agonia correndo e eu cresci assim, eu fui educada ou mal educada desse jeito, aquela coisa de mala correndo, chega no aeroporto, aquela confusão. Meu cunhado é o contrário, cara extremamente assim
ela agonia correndo e eu cresci assim, eu fui educada ou mal educada desse jeito, aquela coisa de mala correndo, chega no aeroporto, aquela confusão. Meu cunhado é o contrário, cara extremamente assim precavido, sai de casa com antecedência e eu naquela agonia. Eu tenho 56 anos, né? Tem mais ou menos um ano ou dois, olha o tempo que eu sofri. E eu falei: "Epa, gente, isso é muito ruim. Eu sofro muito. Cada viagem é um sofrimento. Falei: "Perdeu, vou cadê o Uber?" Aquela agonia, eu faço quem tá comigo sofrer. Aí eu falei: "Não, tá bom, gente, eu vou mudar". E aí tem uns dois anos que eu mudei e agora eu sou diferente, agora eu saio com antecedência. Ah, pode furar o pneu do carro, tem problema nenhum, dá tempo de trocar, pode ter um acidente, desviou a rota, não tem problema nenhum. Isso é um exemplo bobinho que eu tô dando. É, mas é para falar o tanto que às vezes é o sofrimento que faz a gente mudar. E eu falei pra minha mãe, agora eu tava, né, viajando, fui para Belém ver minha família e falei pra minha mãe assim: "Mãe, agora eu sou diferente, agora eu saio cedo". É, eu falei: "É porque eu sofri muito" e eu resolvi que eu não queria mais sofrer. Aí eu mudei. Então o sofrimento chegou num nível que me provocou uma mudança. E isso ocorre essas pequenas coisas bobinhas e com as maiores também. a hora que a gente quer outro tipo de alimento, que a gente precisa e reconhece que precisa de outras coisas para o nosso equilíbrio. Então, meus amigos, é esses esse pão espiritual do qual Vinícius nos fala que ele ao mesmo tempo alimenta, vestuário, calçado, teto, lar, saúde e conforto. Por quê? Porque é luz. É luz na nossa vida. o entendimento, a compreensão do que eu vim fazer aqui, qual é a minha missão, como eu faço para eu ser feliz, não é para eu pagar a dívida, não é como eu faço para acabar rápido essa vida, eu já ir para outro lado, que quem sabe que lá tá melhor. Não é isso. Nós vamos sempre viver dentro ou fora da carne, no ambiente espiritual do nosso coração. Sempre é a
para acabar rápido essa vida, eu já ir para outro lado, que quem sabe que lá tá melhor. Não é isso. Nós vamos sempre viver dentro ou fora da carne, no ambiente espiritual do nosso coração. Sempre é a nossa casa. Então, vamos trabalhar essa nossa casa. E Vinícius nos fala, uma vez que a gente elimine a causa do nosso sofrimento, os efeitos começam a ser diferentes. Por isso, a gente tem que comer, tem que vestir, tem que cuidar da do corpo, sim, o pão material, sim. Mas a causa do nosso sofrimento não é isso. É algo que provoca essas experiências, porque no nosso nível evolutivo, elas ainda são necessárias para o nosso crescimento. Por isso que o nosso corpo adoece, por isso que a gente sente limitações, a gente nasce limitado. A gente no decorrer da nossa vida, quem passou dos 25, não, 25 não, dos 45, vamos botar mais para Já percebeu que a gente vai ficando mais fraquinho, vai ficando para quê? Será que é pra gente aprender a valorizar a ajuda do outro? Pra gente aprender a pedir ajuda? São experiências que a gente vai passando para despertar coisas no nosso coração. Então, é disso que o espírito Vinícius vem nos falar, que o mundo hoje em dia está faminto, faminto desse pão espiritual. Estamos todos, todos imersos nessas ilusões do materialismo. Até nós que temos o conhecimento da que Jesus veio nos trazer, que o Espiritismo veio explicar no detalhe, porque não é um conhecimento diferente, mas é o que Jesus falou explicado. É aquele assim que a gente fala para para quando a gente quer ficar numa discussão, implicar com outro, né? Vem cá, entendeu? O que é que eu desenho? A gente não fala isso quando quer ser desaforado. O espiritismo veio desenhar para nós, para que a gente consiga entender. Então nós já temos essas ferramentas para que a gente possa utilizar. Temos esse enxerto que vem, como disse a mensagem do Emano da espiritualidade para nos incentivar. Temos as os nossos momentos em que a gente é convidado a escolher. Diante da dificuldade, eu vou me desesperar, me sentir sozinho ou eu vou
a mensagem do Emano da espiritualidade para nos incentivar. Temos as os nossos momentos em que a gente é convidado a escolher. Diante da dificuldade, eu vou me desesperar, me sentir sozinho ou eu vou permitir que se abra uma porta para que aqueles amigos da espiritualidade que querem me ajudar encontrem eco no meu coração. É a minha escolha, posso fazer. Qualquer uma das duas coisas, depende da minha necessidade. Então o mundo tá cheio desses famintos, né, de que nos fala o espírito Vinícius. Porque nós ainda não nos demos conta que o único meio de atender e assistir a todos nós tão carentes é nos alimentarmos desse alimento espiritual que é o amor, que é o amor que a gente consegue colocar em movimento. Só o pão do espírito nos diz Vinícius vai solucionar efetivamente os problemas da vida nesse e no outro plano. E vocês lembram aquele momento em que Jesus fez uma pregação, quando ele fez a multiplicação dos pães e dos peixes, né? Eram cinco pães, dois peixes, mais de 5.000 pessoas. O povo lá com fome, os discípulos, olha, mestre, o pessoal tá ficando com fome, não é melhor já dispersar, porque onde é que a gente vai arrumar comida? E aí ele faz a multiplicação desses pães e multiplica tanto que ainda sobra. E que que Jesus fala pros discípulos? Vão e distribuam aqui esses esses esse alimento para as pessoas. Nós somos esses discípulos agora. Não que a gente esteja querendo se igualar aqueles que já caminharam tanto mais que nós e que vem nos ajudar, não é isso? Mas cada um de nós no seu nível. A gente não quer aprender o que Jesus falou. Então nós somos os discípulos. Somos nós que vamos fazer essa distribuição desse pão para o outro e para nós. Porque na hora que eu distribuo pro outro pouquinho da fé, a minha fé é aumentada. Na hora que eu distribuo um pouquinho de amor, o meu amor é aumentado. Na hora que eu distribuo mensagem de confiança, a minha confiança também é aumentada. E o espiritismo vem explicar isso muito bem quando ele vem nos falar da sintonia.
de amor, o meu amor é aumentado. Na hora que eu distribuo mensagem de confiança, a minha confiança também é aumentada. E o espiritismo vem explicar isso muito bem quando ele vem nos falar da sintonia. Que correntes mentais? Em que correntes mentais? Nós estamos navegando, são várias passando por aí, de tudo quanto é tipo para tudo quanto é gosto. Qual corrente que eu vou me inserir e navegar naquela corrente? São as vibrações que variam, nos convidando todo o tempo a a essa escolha. Então, Vinícius fala para nós assim: "Espalhando o pão da terra, não nos esqueçamos do pão do céu. Esse sintetiza o bem dos bens, o bem por excelência, o sumo bem que nos é dado a fazer a outrem. O melhor presente que a gente pode dar é que a gente caminhe divida o fruto da nossa caminhada com o outro. Nós temos muitos de nós filhos, netos, sobrinhos e a gente se preocupa. Ah, colégio bom, né? Eh, caderno, não vai faltar um caderno, lápis para e a gente quer suprir de comida, né? Uma comida que seja nutritiva. E esse pão espiritual a gente tem esquecido muitas vezes em nome de uma pretensa, não é verdadeira, mas uma pretensa, um pretenso respeito à liberdade do outro. A gente tem deixado nossas crianças crescerem sem a luz do evangelho, sem distribuir esse pão que a gente sabe muito bem que na hora que as coisas ficam difíceis é o que nos sustenta. Então, precisamos também ter essa consciência de fazer essa distribuição. E para que a gente possa encerrar, meus amigos, lembrando que nós ontem tivemos a passagem do nosso querido Divaldo Franco, que retornou à pátria espiritual, esse que foi o grande distribuidor do pão espiritual e que ah teve as suas ações que repercutiram em nossas vidas de uma maneira que a gente não pode nem avaliar. Quantas obras pelas mãos caridosas desse amigo tão querido que deixa saudade, mas deixa tanta gratidão porque nos deu tanto. E eu queria trazer aqui para nós uma lição, uma uma história, né, que é contada pela Suel Elicalda Schuber, também já desencarnada no livro Semeador
ade, mas deixa tanta gratidão porque nos deu tanto. E eu queria trazer aqui para nós uma lição, uma uma história, né, que é contada pela Suel Elicalda Schuber, também já desencarnada no livro Semeador de Estrelas. É o a maneira pela qual ela chama carinhosamente de Valdo Franco, semeador de estrelas, em que ela vai nos contar uma situação em que ele vivenciou, que ele estava lá no centro, né, atendendo alguém, estava cansado já, cansado de tanto trabalhar. E aí chega uma senhora e começa a falar assim: "Olha, seu Edivaldo, me mandaram aqui, foi uma pessoa aqui que me mandou que eu tenho um problema, eu tenho quatro filhos, eu precisava que o senhor cuidasse desses quatro filhos, que aceitasse aqui esses filhos eh como internos, eh porque eu não consigo cuidar deles." E antes que ele pudesse falar alguma coisa, ela falava e falava e fala e ele cansava e ele com fome. Ele pensava assim: "Meu Deus do céu, eu não posso, não tem, a gente não tá vai recebendo mais ninguém, eles têm a mãe, não, não tá na hipótese que eu poderia acolher essas crianças". E ela falava e falava e falava. Aí ele vê chegar o espírito Joan de Ângeles. Ai que bom, pelo menos vai me dar uma luz aqui. Aí começa a conversar mentalmente com o espírito Jonatângeles e fala assim: "Olha, eu tô chateado, mas não é por nada, porque eu não vou poder ajudar o que ela quer. Eu não vou poder atender o pedido dela. Então isso que eu tô ficando mais chateado." E ela disse para ele assim: "Divaldo, você não consegue fazer o que ela está lhe pedindo, mas você consegue doar amor, que é o que ela precisa". E aí Joana de Angeles conversando com ele, imagina, né, gente? Ele tá conversando com a pessoa, tá conversando com o Jon de tudo ao mesmo tempo. É realmente um ser humano extraordinário. E Joana de Angeles diz assim para ele. No Evangelho, há um texto que diz assim: "Não vos alegreis, porque se vos sujeitem os espíritos, alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus". Lucas, capítulo 10, versículo 20.
le. No Evangelho, há um texto que diz assim: "Não vos alegreis, porque se vos sujeitem os espíritos, alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus". Lucas, capítulo 10, versículo 20. E aí ela diz assim: "Quando o Senhor sabe que na terra alguém tá fazendo algo de bom, escreve o nome dessa pessoa lá no céu, porque aí os outros trabalhadores que estão encarregados de distribuir o bem para a humanidade anota aquele nome. Opa, nessa rua aqui tem fulano que eu posso contar aqui nesse bairro, nessa comunidade. E aí aquele nome fique inscrito ali para que os trabalhadores do bem possam contar com a boa vontade daquela criatura. Então meus amigos, ela Joana deângeles diz assim: "Divaldo, o seu nome tá escrito no céu como alguém e pode ser um pouquinho das mãos de Jesus para socorrer. E aí, meus amigos, eu convido a nós também que a gente possa botar o nosso nome, seja ali pequenininho na última página do livro. tem problema que a gente possa oferecer a nossa boa vontade, a nossa perfeição, nós não temos para oferecer. Nossa santidade também não. Posto de virtude também não vai dar. Boa vontade conseguimos. Então, que nós possamos oferecer essa nossa boa vontade para que o nosso nome possa também ser lembrado como daqueles que querem ajudar a trazer um pouquinho do amor e do bem para a terra, porque nós já queremos trazer para os nossos corações. Agradeço a vocês esses minutos que até foram mais, né? Eu Banufo me ajudou, consegui falar. Boa noite a todos. Agora nós vamos pedir o Sérgio Castro para fazer a prece de encerramento por todos nós. Boa noite, queridas amigas, queridos amigos. Oremos. Senhor Jesus, após a multiplicação dos pães materiais que saciaram a fome dos necessitados, tu dissestes: "Eu sou o pão da vida. Todo aquele que de mim se alimenta nunca mais terá fome. É isto que buscamos aqui neste momento, nesta casa, o teu pão de amor para os nossos corações, conhecendo a tua doutrina, estudando o teu evangelho, procurando imitar a tua vida. procurando nos
fome. É isto que buscamos aqui neste momento, nesta casa, o teu pão de amor para os nossos corações, conhecendo a tua doutrina, estudando o teu evangelho, procurando imitar a tua vida. procurando nos renovar a cada dia. Por isso, Jesus fica conosco. Nossas saudades do teu amor são imensas. Estamos com muita saudade de ti. Fica conosco. Permanece no meio de nós. Orienta-nos, alimenta-nos, a fim de podermos aprender a tomar as atitudes de benfeitorias, de auxílios, de esclarecimentos, de orientação e ao mesmo tempo estendermos a mão, darmos um abraço, vermos um sorriso, ouvirmos com caridade o outro. Então, Senhor, aqui estamos te pedindo neste encerramento, nos ajuda a aprendermos a oferecer o pão material e doarmos o pão espiritual. Acompanha-nos no retorno aos nossos lares e deixa nas nossas casas os teus emissários para que lá nós possamos viver com muito mais harmonia, amor, verdade e justiça. Que a luz do teu evangelho ilumine nossos caminhos e nossos passos e nós possamos brevemente estar contigo nas moradas celestes, como tu prometestes. Muito obrigado, Jesus. Muito obrigado a todos vocês. Boa noite. Boa noite. Ah, boa noite a todos vocês pres aqueles que estão nos assistindo. E agora nós vamos passar para o passeir para coordenar. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual. da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a
emos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais.
aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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