A VIDA DO OUTRO - Olavo Luís [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Olá, queridas irmãs. Olá, queridos irmãos. Sejam muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília para mais uma hormonização do dia, esse momento tão abençoado em que nós passamos juntos aqui. E antes da gente começar a nossa harmonização, nós vamos fazer uma prece para que nós nos sintonizemos. ainda mais com a espiritualidade superior. Então, convido a todos vocês para nós fecharmos os nossos olhos físicos, serenarmos os nossos pensamentos, nos desconectarmos um pouquinho do nosso mundo exterior e nos conectarmos ao alto, a Deus, a Jesus, nosso mestre, nosso guia. e agradecer a Deus por mais um dia de vida, por estarmos aqui reunidos e pedir a Jesus, nosso mestre querido, que nos intua para que possamos levar a mensagem da melhor maneira possível e que ela possa tocar os nossos corações e que possamos ao final dessa harmonização sairmos melhores do que quando chegamos. Fica conosco, mestre querido, nos abençoando, nos intuindo e nos iluminando hoje, agora e por todo sempre. Bem, minhas irmãs, bem, meus irmãos, a nossa reflexão de hoje tá contida lá no livro A Busca do Melhor e é o primeiro capítulo daquele livro intitulado A vida do outro. é a psicografia de Francisco do Espírito Santo, né, ditada pelo Espírito Hamed. E eu achei bem interessante como a espir espiritualidade amiga muitas vezes quer nos nos comunicar, quer nos mostrar algumas coisas nas entrelinhas do nosso dia a dia. A última harmonização que nós fizemos aqui é há uns 15 dias atrás foi sobre karma e parentela, de outro livro também da parceria do Francisco do Espírito Santo com o espírito ham, o livro chamado Renovando Atitudes. E aí já logo nessa semana já vem esse tema novamente pra gente falando a vida do outro. E semana que vem vou fazer uma outra reflexão numa outra casa espírita no CEPAC, que é o centro que eu frequento aqui em Luziânia, intitulado Compadece-te dos teus, do livro Busca e achará psicografia de Chico Xavier pelos por espíritos diversos. Então, Carmen e parentela, 15 dias atrás, hoje a vida do outro e
o aqui em Luziânia, intitulado Compadece-te dos teus, do livro Busca e achará psicografia de Chico Xavier pelos por espíritos diversos. Então, Carmen e parentela, 15 dias atrás, hoje a vida do outro e semana que vem compadece-te dos teus. Acho que a espiritualidade tá enviando algum recado aí para mim que eu preciso me dedicar um pouquinho mais, dedicar um pouquinho mais de amor, de indulgência, de paciência com as pessoas que estão ali eh ao meu redor, pelo que eu tô entendendo assim. Mas bem, recado, recado já foi dado. Vamos refletir um pouquinho aqui então sobre esse nosso tema de hoje. E a reflexão desse livro, ela começa com uma questão lá do livro dos espíritos, a questão 940. Kardec pergunta, eh, na verdade, ela começa com uma resposta dessa questão, mas eu trouxe ela aqui pra gente refletir um pouquinho. Kardec pergunta lá na 940 pros espíritos amigos, eh, não constitui igualmente fonte de dessores tanto mais amargos quanto envenenam toda a existência. A falta de simpatia entre seres destinados a viver juntos. Kardec quer saber porque Deus permite essas nossas uniões, essas nossas relações antipáticas, se muitas vezes elas vão causar sofrimento e até como ele pergunta lá, algumas vezes até comprometendo toda a nossa encarnação. E aí os espíritos amigos respondem pra gente: "Sem dúvida é uma fonte de muita amargura". Porém, é uma das infelicidades de que sois as mais das vezes a causa principal. Em primeiro lugar, o erro é das vossas leis. Julgas porventura que Deus te constrange a permanecer junto dos que te desagradam? Depois, nessas uniões, ordinariamente buscais a satisfação, do orgulho e da ambição, mais do que a aventura de uma feição mútua. Sofreis, então, as consequências dos vossos prejuízos. Então aqui a gente já começa a perceber que as pessoas que cruzam o nosso caminho, até aquelas pessoas que a gente não tem muita simpatia, elas não cruzam o nosso caminho por acaso. Nada acontece por acaso. A gente fala muito isso na nossa doutrina. Então, esses encontros eles não acontecem por
pessoas que a gente não tem muita simpatia, elas não cruzam o nosso caminho por acaso. Nada acontece por acaso. A gente fala muito isso na nossa doutrina. Então, esses encontros eles não acontecem por acaso, não existe uma coincidência. Até tem uma uma frase que atribuem a, mas eu não não sei se se é comprovado isso mesmo, eh, mas que eu gosto bastante, que ela diz que a coincidência é a forma que Deus tem de permanecer no anonimato. E é bem isso mesmo, né? não existe eh coincidências. Nós estamos vivendo com as pessoas que nós precisamos viver. A pergunta, essa pergunta 940, ela tem até uma uma subdivisão. Ela é a 940 e 40a. A Kardec vai perguntar mais um pouquinho sobre essa questão aí das antipatias para nos esclarecer um pouquinho mais. Aí ele pergunta assim: "Mas nesse caso não há quase sempre uma vítima inocente?" Há. Os espíritos respondem que há e para ela é uma dura expiação, mas a responsabilidade de sua desgraça recairá sobre os que lhes tiverem sido os causadores. Se a luz da verdade já lhe houver penetrado a alma, em sua fé, no futuro, airá consolação. Todavia, à medida que os preconceitos se enfraquecerem, as causas dessas desgraças íntimas também desaparecerão. Então, apesar de ser necessárias essas convivências para alguns, para as para outros que algumas vezes não tem nada a ver com a história, vítimas inocentes, é uma forma de uma expiação de algum erro lá de alguma existência passada. que ele causou. Ou seja, mais uma vez a gente vê a sabedoria e a bondade de Deus atuando na nossa evolução e nada acontece por acaso. Mas aí vamos ver no texto o que que o Hamed traz pra gente, pra gente entender um pouquinho mais sobre essa questão. Aí ele diz assim pra gente no início: "Sofres imensamente o o abandono de alguém. retirou-se de tua vida repentinamente, sem nenhuma explicação plausível. Buscas consolo e conformação, razão e sentido para tal acontecimento. Olha só que interessante. Muitos de nós, nós sofremos muito quando alguém próximo nós nos abandona. É normal nós sofrermos
usível. Buscas consolo e conformação, razão e sentido para tal acontecimento. Olha só que interessante. Muitos de nós, nós sofremos muito quando alguém próximo nós nos abandona. É normal nós sofrermos pela partida de alguém que convive conosco, que nós amamos. Todos nós temos sentimentos e criamos laços com as pessoas que vivem conosco. Então, quando essa pessoa precisa ir embora, é normal nós ficarmos tristes, nós sentirmos saudades, nós acharmos ruim. E isso acontece com muita frequência, como eu falei, é normal. Um exemplo é quando um familiar nosso, por exemplo, se muda para outra cidade distante porque arrumou um emprego melhor ou porque ele foi estudar, nós vamos sentir a falta dele. É normal, só que nós vamos sentir a sua falta, mas nós precisamos lembrar que para aquela pessoa, aquela mudança vai ser boa. ela vai estudar, por exemplo, se formar e ter uma outra uma profissão ou vai trabalhar em um em um outro lugar e vai crescer ali naquele novo lugar. Então, cabe a nós, apesar de de estarmos sentindo a falta dele, incentivar, torcer, orar para que esse novo ciclo dele seja repleto de êxito. Só que o problema é que algumas vezes nós deixamos o nosso orgulho e o nosso egoísmo falar mais alto. E aí quando isso acontece é que surgem os sofrimentos maiores. E é isso que a gente não pode deixar acontecer. Como nos diz Ramed, buscas consolo e conformação, razão e sentimento para tal acontecimento. Nós precisamos ter sabedoria para entender a razão que isso tá, porque isso está acontecendo. Esse exemplo que eu falei aqui é quando ocorre uma separação tranquila, uma separação sem brigas. Se para esses casos muito de nós já sofremos, agora a gente imagina quando ocorrer uma separação, quando ocorre uma separação com brigas, por exemplo, vamos supor um divórcio de um casal que vivia em pé de guerra e um deles resolve por fim aquela aquela relação porque ela já não está mais salutar. Com certeza vai ter muito sofrimento, mas a gente precisa sempre buscar um sentido para tal acontecimento.
guerra e um deles resolve por fim aquela aquela relação porque ela já não está mais salutar. Com certeza vai ter muito sofrimento, mas a gente precisa sempre buscar um sentido para tal acontecimento. Será que se eles ficassem juntos não poderia ter acontecido algo pior? Poderiam chegar até as vias de fato ali e um acabar agredindo tanto o outro que podia até levar o outro à morte. Então, a gente precisa pensar sempre nessa questão, o porquê desse acontecimento. Se a gente pensar assim, fica mais fácil da gente da gente seguir. Vamos ver o que que Ramed nos diz a seguir. Não te esqueças, porém, de que todos, sem exceção, são livres para ficar ou não ao lado de alguém. Pessoas buscam, pessoas mudam e buscam novas experiências. Talvez essa que partiu estivesse exausta de onde estar onde estava. Não queria mais viver como estava vivendo. Cada um de nós tem vontade própria. Assim sendo, não temos controle sobre ninguém. É importante a gente sempre lembrar disso. Todos nós somos livres para ir e para vir, inclusive juridicamente falando, as nossas leis humanas já trazem isso pra gente como um direito constitucional nosso lá no artigo 5º da nossa Constituição. que humanamente já é um direito. Vocês pensem espiritualmente falando, então, o quanto que isso é um direito nosso. Então, nós não podemos esquecer nunca do quê? Do nosso livre arbítrio que todos nós temos. Então, nós não podemos esquecer isso de maneira alguma. Todos têm direito, são livres para ficar ou para ir embora em busca de novas experiências, como nos falou o texto. E aí cabe a nós aceitarmos isso. Quem partiu não queria mais viver como estava vivendo, como nos diz o texto. Nós não temos controle sobre ninguém. controle sobre alguém é sinônimo de escravidão algumas vezes. E aí a escravidão fere as leis humanas da liberdade do ir e vir e fere ainda mais as leis divinas. Então, percebe até que ponto pode chegar a nossa influência sobre a vida dos outros? Percebe o cuidado que nós temos que ter com as nossas relações?
dade do ir e vir e fere ainda mais as leis divinas. Então, percebe até que ponto pode chegar a nossa influência sobre a vida dos outros? Percebe o cuidado que nós temos que ter com as nossas relações? Temos que ter muito cuidado com o que pensamos achar ser nosso. Ah, meu filho, minha filha, minha esposa, meu marido, meu pai, minha mãe. A gente tem que ter muito cuidado com essa questão dos pronomes possessivos, porque o próprio nome deles já acende um alerta para nós. Possessivo vem de posse e nós não somos donos de ninguém. A gente precisa sempre lembrar disso. Vejamos o que o Ramed pra gente a seguir no texto. Pior que a rejeição é desvalorizar a si mesmo. Quando somos rejeitados por alguém, a agonia é transitória. Quando desprezamos a nós mesmos, a aflição é constante. Busca sinceramente o porquê do teu sofrimento. O que te machuca, irmão? Será que é a dor da falta do outro ou a dor da própria solidão? Se alguém se recusa a partilhar contigo a existência, é inútil insistir. Então, existe algo pior que a rejeição, por mais que muitos de nós não perceba isso. E o que que é pior que a rejeição que o que o texto traz pra gente? é a desvalorização de nós mesmos. A pessoa não querer estar conosco é um direito dela. E a agonia, a tristeza que nós vamos sentir com a partida dela, dependendo da forma que nós conduzirmos, é transitória, passa. Agora, se a gente fica sofrendo, se ficamos reclamando, se ficando nos desvalorizando, a aflição e a agonia vão ser constante. E aí, nessa situação, nós precisamos parar um pouco e refletir porque nós estamos realmente sofrendo. Nós estamos sofrendo pela rejeição do outro, pela partida do outro ou nós estamos sofrendo porque o nosso sentimento de posse, o nosso egoísmo está falando mais alto ali para nós? Será que essa dor que eu estou sentindo é realmente pela falta do outro ou é pelo medo da minha própria solidão? Como nos diz o o texto? O simples fato da gente mudar um pouco a forma de nós encararmos a solidão já pode nos ajudar muito a nós vencermos
pela falta do outro ou é pelo medo da minha própria solidão? Como nos diz o o texto? O simples fato da gente mudar um pouco a forma de nós encararmos a solidão já pode nos ajudar muito a nós vencermos essa nossa dificuldade. Solidão não precisa ser sinônimo de de sofrimento e sim ser sinônimo de um momento de reflexão de nós para conosco mesmo crescermos, mudarmos. Algumas vezes é necessário nós estarmos só para refletirmos um pouquinho melhor nas nossas ações. Nós vemos no evangelho, Jesus vai muitas vezes ficar sozinho ali enquanto esteve aqui conosco para meditar, para orar. Se Jesus, que é o nosso modelo, nosso guia, esse exemplo, fazia isso, imagina nós tão perfeito, tão imperfeitos que que ainda somos, o quanto nós precisamos algumas vezes desses momentos de reflexão para nossa evolução. E aí Ramed finaliza a nossa reflexão nos esclarecendo e nos recomendando, dizendo assim paraa gente, ó, valida o direito que todo ser humano tem de viver com quem e como deseja. Não tentes resolver a vida ou entender o que o outro fez, por mais querido e íntimo que ele seja, entende a tua vida. A do outro que partiu, talvez tenha sido resolvida e por ele entendida. É simples assim, respeitar o livre arbítrio e o direito de ir e vir de todos. e focar, prestar atenção em resolver as nossas dificuldades, os nossos problemas, que muitas vezes não são poucos. As dificuldades que partiram, a vida do outro deixa que ele resolva. E aí a gente abençoa e agradece a quem fez parte da nossa caminhada, porque de alguma maneira eles nos ajudaram a nós seguirmos o nosso caminho. Era isso que a gente tinha para falar aqui hoje nessa nossa reflexão. Mas eu queria finalizar com um texto que também é de do Francisco Espírito Neto, psicografia do Francisco Espírito Neto, eh, ditada por um espírito que ele chama reprogramação. Em alguns sites a gente até vê falando que é uma mensagem de de Chico Xavier, mas não é, tá? Eh, uma mensagem psicografada por Chico Xavier. a mensagem psicografada por eh Francisco
ama reprogramação. Em alguns sites a gente até vê falando que é uma mensagem de de Chico Xavier, mas não é, tá? Eh, uma mensagem psicografada por Chico Xavier. a mensagem psicografada por eh Francisco do Espírito Santo Neto na Sociedade Espírita Boa Nova, eh na noite de 6 de março de 1996. E ela chama assim, e ela tá lá no livro, eh, um modo de entender, uma forma de viver dele, chama reprogramação. E ela fala assim paraa gente, ó: "Nascesses no lar de que precisavas, vestisses o corpo físico que merecias, moras no melhor lugar que Deus poderia te proporcionar de acordo com o teu adiantamento. possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades, nem mais, nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas. Teu ambiente de trabalho é o que elegestes espontaneamente para a tua realização. Teus parentes e amigos são as almas que atraístes com tuas próprias afinidades. Portanto, teu destino está constantemente sobre teu controle. Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas. Tudo aquilo que te rodeia a existência. Teus pensamentos e vontades são as chaves de teus atos e atitudes. São as fontes de atração e de repulsão na tua jornada vivencial. Não reclames, nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos. reprograma a tua meta, busca o bem e viverás melhor. Então, é bem isso que essa mensagem finaliza pra gente e que a gente precisa ficar sempre atento a isso. Tudo está na nossa mão, depende só de nós buscarmos o bem, que se a gente busca o bem, a gente consegue viver melhor. Então, era essa a nossa mensagem. Eu agradeço a Deus pelo doma, agradeço a casa pela oportunidade do trabalho e agradeço vocês por nós passarmos esses momentos juntos aqui. Que nosso mestre Jesus nos intua e nos ilumine para nós seguirmos a nossa caminhada, aceitando mais os outros e seguindo sempre fazendo bem. Eu vou fazer a nossa prece de encerramento e depois nós vamos passar pro nosso passe virtual. Então, convido a todos vocês para nós
a caminhada, aceitando mais os outros e seguindo sempre fazendo bem. Eu vou fazer a nossa prece de encerramento e depois nós vamos passar pro nosso passe virtual. Então, convido a todos vocês para nós fecharmos os nossos olhos físicos, serenarmos os nossos pensamentos e elevarmos os nossos pensamentos a Deus, nosso pai, agradecer a ele pela nossa vida e visualizar nesse momento a figura amiga do nosso mestre Jesus. que se faz aqui presente e pedir a ele que derrame uma chuva de bênção sobre cada um de nós e que possamos aceitar mais os outros que estão ao nosso redor, que possamos ajudar mais o próximo e que possamos ser instrumentos dele aqui na terra. Obrigado, mestre querido, por sempre estar conosco, sendo esse farol que guia a nossa caminhada. Nos ajude, nos intua a seguirmos cada vez mais para próximos de ti e fica cuidando de todos nós hoje e por todo sempre. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, [música] guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do Paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. [música] Entrando em sintonia com o nosso mestre amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso
mestre amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] mestre Jesus em seus corações. E também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as [música] nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus,
tornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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