A VIDA DEPOIS DA VIDA - Clóvis Leite [PALESTRA ESPÍRITA]
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Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Queridas irmãs, queridos irmãos, muito boa noite a todos. Meu nome é Cloves Leate, encarregado de fazer a palestra de hoje. Mas antes de nós iniciarmos a nossa palestra, a gente vai fazer a prece para nós fazermos a conexão com os espíritos que coordenam e ordenam as atividades materiais da casa, bem como Jesus Deus, para que nós possamos ter um trabalho bem feito, executado dentro dos preceitos que a doutrina espírita nos orienta. Então, vamos fechar os nossos olhos físicos, sentir esse momento, a beleza da vida, da criação de Deus, na qual nós estamos inseridos, dirigindo nossos pensamentos a Jesus, nosso mestre, para que ele possa nos orientar para as palavras que iremos falar hoje e que ela elas tenham direção, tenham sentimento que possa dar conscientização e alertar para aquilo que nós devemos realizar, devemos fazer, que tenhamos a proteção divina e recebermos o alimento espiritual, a oportunidade para podermos realizarmos esse momento de ter a vida no sentido de viver, amar e respeitar as pessoas e fazermos o que nos compete realizar, buscando assim a nossa realização para o nosso alcance a vida espiritual. Então, que as luzes que chegam até nós, por Deus de Jesus, possam se alojar em nossos corações, dando balizamento para que nós faz possamos fazer a leitura correta e termos e sermos agraciados e fazermos o bem todos os dias. Então, que a luz de Deus, a luz de Jesus possa nos alcançar hoje e por todo santo. Que assim seja. Bom, hoje nós vamos falar de um tema, ele é muito interessante e o título é A vida depois da vida. É um tema inusitado, mas nós vamos ter que saber um pouco, primeiramente o que é que acontece depois da desencarnação, depois da morte e no desenvolvimento do nosso tema aqui, nós vamos ter que falar um pouco sobre
itado, mas nós vamos ter que saber um pouco, primeiramente o que é que acontece depois da desencarnação, depois da morte e no desenvolvimento do nosso tema aqui, nós vamos ter que falar um pouco sobre individualidade, temos que falar sobre a imortalidade, falarmos sobre a perturbação depois do desencarne, falarmos também sobre a sensação, percepção e que a vida continua. Então, o tema de hoje é a vida depois a vida. Nossa referência nesse estudo é o capítulo 3 do livro dos espíritos, que trata desse assunto do retorno da vida corporal à vida espiritual. Porque Kardec pergunta primeiramente aos espíritos: "Qual é a causa da morte dos seres orgânicos?" Eles responde, ó, esgotamento dos órgãos. Então, nós observamos que há uma antecipação que cessada a vida física, o espírito deixa o corpo. Por isso o corpo morre. Não é a morte física, é a cessação dos órgãos. Na verdade, os espíritos se desprende em virtude da sensação dos órgãos físicos. É isso que acontece. Então, Kardec faz uma pergunta aos espíritos: "Em que se torna a alma no instante da morte?" E os espíritos dizem, ó, volta a ser espírito. Quer dizer, retorna ao mundo dos espíritos que deixou momentaneamente. E essa palavra aqui é muito interessante. Mas se nós observarmos um pouco muito um ponto muito interessante onde eles menciona volta ser espírito. que se o espírito encarnado, a alma é a desencarnação, quer dizer, retorna ao mundo espiritual. A alma na desencarnação, o espírito volta a ser ao mundo espiritual, deixando momentaneamente. Momentaneamente. E aqui o verbo que eles utilizam nessa questão, ela é muito interessante porque nós temos o hábito, quando nós referimos à morte, dizer que a pessoa foi embora. que a morte é uma partida. Não é comum as pessoas dizerem, as pessoas dizerem isso, ó, fulano partiu dessa, ela foi embora. Os espíritos estão utilizando o verbo retornar. Eles não estão dizendo o verbo ir. Eles não responderam. Eles responderam: "Vai para o mundo espiritual". Não, eles disseram: "Retorna ao mundo dos espíritos".
ritos estão utilizando o verbo retornar. Eles não estão dizendo o verbo ir. Eles não responderam. Eles responderam: "Vai para o mundo espiritual". Não, eles disseram: "Retorna ao mundo dos espíritos". Tem diferença? Tem muita, porque a morte não é partida. Partida é quando a gente sai do mundo espiritual. É o contrário. Quando o espírito deixa o mundo espiritual para reencarnar, ele está partindo. Porque o mundo é espiritual, é a nossa origem, a nossa pátria real. Assim, quando lá estamos, nós estamos em casa. É por isso que reencarnar é sair de casa e desencarnar é voltar para casa. Assim a morte não é partida. Morte é retorno. E aqui nessa palavra retorno, nós precisamos, nós precisamos associá-la a questão 132 do livro dos espíritos, que é muito interessante. Mas por quê? Porque ainda nós estamos falando a ideia de retornar. E essa questão diz que a encarnação tem finalidade de progresso. Progresso. Nós chegamos para um desenvolvimento e crescimento dentro de um intervalo de tempo que nós programamos. É o nosso plano de ordem. Então, o motivo de encarnar é progresso e só volta quem já cumpriu a tarefa. Olha esse entendimento. Por isso que a morte em questões naturais, tô falando de questões naturais, a forma natural é o merecimento. Olha que coisa interessante. A morte é o merecimento. Mereceu voltar para casa. Por isso que o verbo retornar à necessidade de adequação a essa questão. Vejamos, não é só um retorno, é o retorno de quem cumpriu o seu trabalho. Aquela pessoa que saiu de casa para o trabalho, terminou a jornada, volta para casa. Não é assim. Quando nós estamos trabalhando, nós queremos voltar para casa. A nossa casa é referência. Ah, eu vou voltar para casa. Então, todo mundo quer voltar para casa. Porque quando nós encarnamos, nós programamos a nossa encarnação, programamos o nosso gênero de vida. Por isso que o tema é vida depois da vida. Nós programamos o tempo que nós ficaremos aqui na terra. E quando está vencendo o tempo, a morte se dá por um processo natural. Natural.
osso gênero de vida. Por isso que o tema é vida depois da vida. Nós programamos o tempo que nós ficaremos aqui na terra. E quando está vencendo o tempo, a morte se dá por um processo natural. Natural. Estamos voltando para casa, está na hora certa, ou seja, merecemos voltar para casa. Então, meus irmãos, duas coisas que o pensamento comum gera. que a morte é punição, que é morte é partida. Na verdade, morte é merecimento e morte é retorno. Nós estamos, nós precisamos quebrar paradigmas. Veja o que diferença faz. Nós termos esse entendimento. Isso não é só teoria. Quando nós entendermos isso, saberemos lidar com a morte. Assim não é o aspecto somente teórico. O campo é eminentemente prático. É a educação dentro da realidade da vida. Porque a realidade da vida é a imortalidade. Nós continuaremos vivo. Por isso a temática que nós estamos falando aqui hoje, vida depois da vida, ela é uma realidade. E a desencarnação ou morte, o retorno é um processo, é um meio pela qual nós retornamos à pátria espiritual. Assim, o nascimento é o meio pela qual nós saímos do mundo espiritual e chegamos aqui. Por isso, nascimento e morte se associam. Nascimento e morte são meios. Nascimento é um meio para chegar à terra. E a morte é um meio para se retornar ao mundo espiritual. Percebe que as duas situações têm a mesma natureza? Qual é a natureza? Meio. Agora, a morte causa tristeza? Claro que sim. Não há dúvida nenhuma nisso para os que aqui ficam. Mas nós não podemos olhar isso com o aspecto fúnebre. Mas como um aspecto de realidade. Estou dizendo que não há outro jeito, não há outro mecanismo para se voltar para casa. Agora vai causar tristeza, vai. E é natural. Por exemplo, uma pessoa que conviveu conosco muito tempo e muda de repente de cidade, um parente, um amigo. Naquele momento que nós estamos nos despedindo daquela pessoa que vai morar fora, a gente despede com tristeza, não é isso? Chora. Por quê? Porque vamos sentir saudade, gente. Não nos causa um aperto no peito. Sim. É alguém que está nos dizendo: "Ó, eu
la pessoa que vai morar fora, a gente despede com tristeza, não é isso? Chora. Por quê? Porque vamos sentir saudade, gente. Não nos causa um aperto no peito. Sim. É alguém que está nos dizendo: "Ó, eu estou mudando para o mundo espiritual. Eu estou voltando para lá". Significa que nós vamos ficar um bom tempo sem nos ver, sem poder conversar. Isso da tristeza, gente. A perda da convivência da tristeza. O que nós estamos dizendo que isso não é um jogo de palavras. A morte gera tristeza por dor, desamparo. Depende das relações, mas depende muito da relação que tínhamos quando estávamos encarnados. Assim vai haver choro. Porque se ninguém chorar, quem vai chorar é quem morreu. Significa que nós não tínhamos um bom relacionamento. Assim tudo vai depender dos relacionamentos afetivos. E é importante que percebamos isso, que é da natureza dentro desse conceito que os espíritos nos trazem, dentro dessa ideia que estamos na terra para crescimento, a morte natural é o merecimento. Em outras palavras, a nossa casa verdadeira é muito espiritual, todo mundo sabe disso, né? Pois bem, ou seja, a gente vai merecer voltar. Foi na hora certa, foi no momento certo, ou melhor, foi programada. E é sim, por isso que antecipar a hora da morte é uma situação danosa. Por isso que o suicídio é um desrespeito ao curso natural da encarnação, porque não é o curso natural da vida, porque nós continuamos vivos. Ou seja, é o curso natural da encarnação que foi rompido. Chegamos naturalmente pelo nascimento e voltamos ao mundo espiritual naturalmente. Mas de que forma? Pela morte. Por isso que o suicídio é contrário à lei de Deus, porque é uma fuga comprometedora do campo de prova que foi escolhido, que tem uma fuga comprometedora, porque compromete a estrutura encarnatória que foi planejada. Por isso que a doutrina dos espíritos nos fala que aqui na terra é um momento. Aqui na terra não é a vida. Aqui na terra é o momento, é uma experiência da minha vida. Por isso o tema a vida depois da vida,
sso que a doutrina dos espíritos nos fala que aqui na terra é um momento. Aqui na terra não é a vida. Aqui na terra é o momento, é uma experiência da minha vida. Por isso o tema a vida depois da vida, já que todos nós somos imortais. Se somos imortais e momentaneamente estamos na Terra, é porque essa natureza é espiritual. Em tese, permanentemente nós ficaríamos no mundo espiritual. É em tese, gente. Assim, meus irmãs, meus irmãos, veja como é interessante essa questão que os espíritos levantam, porque muitas vezes nós não a lemos, que é a questão 149. E quando olhamos os verbos e os advérbios, observamos que tem mais coisa. Então é importante entender isso. Sim, muito importante, porque é um tempo que nós escolhemos, é o tempo que nós gastaríamos para o nosso processo parcial de evolução parcial. E também nos dá ideia do que aqui acontece, que não perdura em acontecimento. Pode perdurar em efeitos, mas não em acontecimento. Ou seja, passa tudo aqui, passa, tudo se transforma. É aquela frase que Chico Xavier gostava de dizer, gostava de falar. Isso também passa. Tudo passa, só que Deus não passa. Por que que tudo passa? Porque nós estamos aqui no planeta Terra. Porque nós não somos da Terra, nós somos do mundo espiritual. Nós estamos no planeta Terra. Então, é importante percebermos esse aspecto nesse sentido de que a vida na Terra é um momento importantíssimo, mas é um momento. Por isso que Kardec pergunta lá na questão 150, após a morte, a alma conserva sua individualidade? Isso é muito importante. Os espíritos dizem que sim. Por isso ele pergunta: "Jamais a perde". diz os espíritos, que seria se ela não a conservasse. E a gente vai lá paraa questão 76 para associar isso aqui. Quando os espíritos definem que nós somos seres inteligentes da criação, estão falando da individualização do princípio inteligente que somos nós, que torna cada um de nós únicos, nos torna um indivíduo. Jamais perderemos. Porque se perdêssemos a individualidade, como identificar? Olha quem desencarna.
ção do princípio inteligente que somos nós, que torna cada um de nós únicos, nos torna um indivíduo. Jamais perderemos. Porque se perdêssemos a individualidade, como identificar? Olha quem desencarna. Porque parece que a pergunta é muito óbvia, mas se a gente olhar detalhadamente, não é uma pergunta óbvia, porque naquela época Kardec faz essa pergunta aos espíritos e existia fortemente a ideia panteísta, que nós éramos pedaços de Deus e quando morria juntava-se os pedaços. Para que individualidade? Então, porque uma alma que está no céu, segundo essa teologia, não ficaria triste porque um ser amado foi pro inferno e não lembra do amor que tinha por elas, porque elas foram para o inferno. Isso é para explicar para quem iria para o céu. E como como você vai para o céu e fica preocupado com alguém que vai para o inferno? Isso, gente, é utopia. Para que então a individualidade? É o mesmo que dizer: "Acabou a individualidade". De que adiantou amar uma pessoa e esquecer dela depois que morre? Isso não existe, conforme explica essa questão 150 do livro dos espíritos, porque perdemos a individualidade, acabou, não se tem mais. É assim, gente, se encontra lá no céu, mas e aquela pessoa que a gente ama for para o inferno, acabou. Minhas irmãs, meus irmãos, Deus não joga dados e nem brinca com as pessoas. Então, essa ideia de céu e inferno é uma ideia inventada. Assim, a resposta dos espíritos ao dizer sim, fala que nós conservamos todos os sentimentos. É vida depois da vida. Conservamos nossas memórias, conservamos a nossa identidade. Então, por que temos tanto medo de morrer? Por quê? Aí o conforto tem duas ideias. Primeiro a escola materialista, né, que nós falamos que não tem conforto nenhum porque vai gerar o nada, porque depois da morte é o nada diante dessa ideia, aniquilação total. E uma outra escola que não é materialista diz assim: "Quando você morrer, você esquece das outras pessoas. Os laços afetivos não existam. existirão mais pouca diferença com nada, não é? com a ideia materialista,
escola que não é materialista diz assim: "Quando você morrer, você esquece das outras pessoas. Os laços afetivos não existam. existirão mais pouca diferença com nada, não é? com a ideia materialista, o nada ou perder a identidade ou perder os laços afetivos, os que eles têm de semelhantes. Não há conforto, mas agora, sabendo que eu vou encontrar, que eu vou identificar, manterei os laços, manterei os sentimentos, gente, isso está conforto. Isso dá conforto. Perceberam que essa questão ela não é uma pergunta vazia, porque ela nos leva a vários desdobramentos, porque as perguntas e todas as respostas em o livro dos espíritos leva a desdobramentos. Por isso, quando Kardec pergunta: "Após a morte, a alma conserva sua individualidade?" Eles dizem: "Sim, jamais a perde." O que seria se ela não a conservasse? Veja que os espíritos determinam a pergunta, terminam a pergunta com uma resposta. O que seria ela se não a conservasse? Ora, se eu perder a minha identidade, eu perdi a mim mesmo. Se perdemos a nós mesmos, nós não seremos nada. E assim tem um desdobramento lá na nessa pergunta 150. Kardec faz uma pergunta interessante. Não tendo mais o seu corpo material, como a alma constata a sua individualidade? Que isso é importante. Olha a resposta. A resposta pode parecer técnica, mas não é. Eles dizem assim, ó, ela tem ainda um fluido que ele é próprio, tomado da atmosfera de seu planeta e que representa a aparência de sua última encarnação, seu perespírito ou o corpo espiritual. Em regra da última encarnação, a gente se apresenta dessa forma. Por que em regra? Porque com evolução espiritual o espírito plasma, gente, cria, porque o perespírito é plástico. Nós podemos nos reajustar, sabiam disso? Quando nós desencarnarmos. Olha uma coisa que eu vou dizer aqui para vocês. Assim, pode ser que o espírito queira se apresentar com a fisionomia de uma outra em reencarnação, mas para isso ele tem que ter um nível evolutivo que permita que ele saiba como lidar com isso. Ou seja, em rega a imagem da última
queira se apresentar com a fisionomia de uma outra em reencarnação, mas para isso ele tem que ter um nível evolutivo que permita que ele saiba como lidar com isso. Ou seja, em rega a imagem da última encarnação em tese, não vamos entrar aqui quem foi quem por causa do tempo. Porque quando nós lemos o livro Renúncia, quem quem não leu leia, que é um livro ótimo. O Spita Emmanuel, guia de Chico Xavier, encarnou como padre Damião. E a feição que ele se apresentava, segundo Chico Xavier, no descreve a feição que ele tinha quando encarnado como públio lentos lá na Roma antiga. E porque ele mantém essa fisionomia da época e não da última. Primeiro porque ele é um espírito mais evoluído e consegue assim fazer. E segundo, é porque ele diz que foi com essa fisionomia que ele viu Jesus, que ele encontrou com Jesus, que está registrado no livro há 2000 anos, um livro maravilhoso, ou seja, ele se encontrou com Jesus, então para ele é importante se olhar sem chegar desse jeito. foi quando conheceu Jesus e não o seguiu. Aqui não é porque ele aplaudiu Jesus, não é por ter conhecido Jesus e não ter o seguido. Por isso, em regra, é a última encarnação, que é a plasticidade do perespírito ou o corpo espiritual. E muitos poderiam perguntar, então eu verei as pessoas com o jeito que elas eram? Isso aqui é interessante, sim, mas elas vão se apresentar mais jovem, sabia? Pode, Dr. Bezerra de Minez, patrono aqui da nossa casa, ele não se apresenta com afeição de mais jovem, ele gosta de se apresentar com a fisionomia de mais velho, porque inspira experiência, inspira ternura. Mas muitas pessoas perguntam: "Mas esses espíritos se apresentam de roupa, de óculos?" A gente tem essa preocupação, né? Isso aí, gente, está explicado no livro dos médicos, lá no capítulo que fala do laboratório do mundo invisível. É só lembrar que a gente pode dar uma repaginada no corpo, sabia? Uma harmonização facial. Por isso que Kardec pergunta aos espíritos, a alma nada leva com nada leva consigo deste mundo. Isso é
sível. É só lembrar que a gente pode dar uma repaginada no corpo, sabia? Uma harmonização facial. Por isso que Kardec pergunta aos espíritos, a alma nada leva com nada leva consigo deste mundo. Isso é importante. E os espíritos responde: "Nada mais que a lembrança e o desejo de ir para o mundo melhor. Essa lembrança é cheia de doçura ou de amargura, segundo o emprego que dá, que fez da vida. Quanto mais pura, mais compreende a futilidade que deixa sobre a terra. Futilidade que deixa bens materiais. Assim, gente, tem uma mensagem, se vocês quiserem ler, leia. Está no capítulo 2 do item oito do Evangelho Segundo Espiritismo, uma mensagem assinada por uma rainha da França. E vocês olharam essa mensagem e ver o que que a gente leva deste mundo. E ela diz: "Nada. Quando chegamos ao mundo espiritual, não se pergunta que posição eu havia ocupado. Me perguntaram o que eu havia feito e as lágrimas que eu havia enxugado. Não levamos nada. Qual é o emprego que fizemos da última encarnação? Então, o que que nós levamos? O que nós somos, gente, não é o que nós possuímos. O meu tempo, os meus sentimentos, isso vai conosco. O status social não conta. Conhecimento, sim. Era pobre, era rico. Nada disso conta. Vai contar realmente que nós somos. E o mais importante, o que é que nós fizemos desinteressadamente? Assim não perguntamos: "Qual é o foco da nossa existência? Somos escravos do ter ou do ser? Se a gente for escravo do ter, nós nunca teremos o ser. Primeiro buscar o reino de Deus e o resto será acrescentado, como diz o evangelista Mateus, porque Jesus não disse: "Buscai unicamente o reino de Deus". Não. Disse: "Buscai primeiro o reino de Deus". Quer dizer, também as coisas materiais, desde que não haja uma inversão de valores, primeiro o ser e depois o ter. Ou seja, tem que haver equilíbrio íntimo. Assim a gente avança nessa temática. A gente tem que falar um pouco sobre separação do corpo, sobre a perturbação, sobre a sensação, sobre a percepção que a questão 154 a 165, quando Kardec pergunta aos espíritos,
avança nessa temática. A gente tem que falar um pouco sobre separação do corpo, sobre a perturbação, sobre a sensação, sobre a percepção que a questão 154 a 165, quando Kardec pergunta aos espíritos, a separação da alma do corpo é dolorosa? Que a gente morre de medo de doer, né? Olha a resposta dos dos espíritos. Não, o corpo sofre frequentemente, mas durante a vida que no momento da morte. Neste a alma toma parte, não toma parte. Os sofrimentos que experimenta algumas vezes no momento da morte são um prazer para o espírito que vê chegar o fim do seu exílio. Assim, gente, o momento do retorno em condições naturais. Vamos repetir novamente. É importante o momento do retorno, porque é o momento que nós aqui estamos, voltamos ao mundo espiritual. Assim, o retorno do primeiro contato, entendemos não ser o mundo nosso, perturbação. E nesse primeiro momento assusta, perturba-nos. Por isso que Kardec pergunta: "Como se dá o desligamento da alma do corpo? O desligamento, a medida de se dar quando o espírito se desprende do corpo. Até nós falamos lá no início, o espírito se vê livre, pouco a pouco é um processo gradual. Esse retorno tem um momento onde há um liame que se rompe e nós estamos deixando o corpo, retornando para a dimensão espiritual. Há uma perturbação. Onde eu estou? Onde estou estou indo? O que que estou fazendo aqui? Muitas indagações é tudo estranho. Assim devemos separar bem a morte da desencarnação. Como Kardec explica no livro Céu e o Inferno, na segunda parte do capítulo primeiro, essa perturbação espiritual, que é esse momento que o espírito já passou pelo fenômeno da morte. O corpo morreu, a vida depois da vida continua. Assim esse desligamento se dá a pouco a pouco, pode não desencarnar na forma que nós usamos a palavra como substituta de morte. Esse retorno depende da perturbação do gênero da morte do corpo, do gênero da vida material. O gênero de morte é o gênero de vida. Afeta esse momento de volta ao mundo espiritual. É o o comentário que Kardec faz
o depende da perturbação do gênero da morte do corpo, do gênero da vida material. O gênero de morte é o gênero de vida. Afeta esse momento de volta ao mundo espiritual. É o o comentário que Kardec faz sobre esse desligamento e diz que o gênero da morte afeta a condição de reentrada. Tem três situações: morte natural, morte abrupta e morte provocada. O gêno de morte, aquela de morte natural, em que vai se desligando, por assim dizer, a estrutura que liga o espírito ao corpo material. É um processo que Kardec chama de suave e rápido. Não dói, viu, gente? quando se dá por condições naturais, é um processo de desligamento e isso confere ao espírito um tempo menor nesse estado de perturbação, de retornar da matéria para a dimensão espiritual. Já a morte abrupta, ela causa uma estranheza maior, porque não tava esperando. Assim, nesse momento, há uma exalação material forte da estrutura mental do espírito. E o estado de de perturbação, de localização dura mais. Era bom levar o celular, né, para saber onde é que eu tô aqui. Enquadra-se nessa situação aquelas também da morte natural, cujo estilo de vida foi eminentemente material e sensual. E assim há um estado de perturbação para que ele possa se localizar. e também pela morte provocada que nós falamos, pela antecipação do tempo de permanência aqui na matéria, pelo suicídio, que também gera um estado de perturbação por localização, mas também pela própria consequência do ato, que não é igual para todos os espíritos, que antecipara o curso da vida material, ou seja, as conse Consequências são várias, mas não são as mesmas, pois depende da natureza de cada ato e da consequência de cada espírito. Na verdade, nós não temos exatamente a consciência da vida espiritual estando na matéria. Essa é a realidade. Por isso é significativa, gente, a vida na matéria. Mas qual é a sensação desse retorno ao mundo espiritual? que aí nós vamos lá pra questão 961 do livro dos espíritos. Olha que os espíritos perguntam. Qual o sentimento que se tem o espírito
a matéria. Mas qual é a sensação desse retorno ao mundo espiritual? que aí nós vamos lá pra questão 961 do livro dos espíritos. Olha que os espíritos perguntam. Qual o sentimento que se tem o espírito quando entra no mundo espiritual? É a dúvida, é o medo, a esperança? Eles responde: "Dúvida para os céticos, medo, o temor para os que se consideram culpados e a esperança para o homem de bem". Assim, gente, depende da nossa condição de reentrada no mundo dos espíritos. Talvez medo nesse sentido, essa fobia, talvez o medo da cultura de culpado que nós temos, essa fixação, sentimento de culpa, esse porvir que nós achamos que não existe. Assim, nós somos vivos porque somos imortais. Deus é pai dos vivos. É entender que o revestimento imortal de um corpo não nos torna mortal e que a finitude desse espaço, berço a túmulo, não é a nossa vida, mas uma parte da nossa vida. Entender que somos imortais sempre a maior parte da nossa vida nós ainda não vivemos. O que nos resta a viver sempre será maior do que nós já vivemos. Porque se nós tivermos começo, estaremos sempre mais próximos do começo que não é o fim. Estamos quase encerrando. Assim, para viver é só olhar para a frente e perceber que não há divisa que continuaremos vivos. que continuaremos vivos, que não há por isso, nada melhor no mundo que viver mesmo na matéria. Viver com alegria, viver com disposição, porque é a essência de Deus em nós, a imortalidade da alma. A imortalidade da alma. Ou seja, nós não temos fim. A palestra tem. Que Deus abençoe a todos, irmão. Muito obrigado. E agora a gente vai fazer a prece final para nós encerrarmos as nossas atividades. Agradecer a Deus que é pai. Agradecer a Jesus que é o mestre, que nos orienta, que nos conduz. pelas palavras que falamos hoje aqui, trazendo essas informações que somos imortais, que estaremos sempre vivos diante de qualquer situação. E que o alimento que nós recebemos hoje possa ser momento de reflexão para entendermos a vida após a vida da qual nós fazemos parte.
s imortais, que estaremos sempre vivos diante de qualquer situação. E que o alimento que nós recebemos hoje possa ser momento de reflexão para entendermos a vida após a vida da qual nós fazemos parte. e que possamos entender e chegar ao mundo espiritual com paz ou alegria, com vida, porque Deus é pai, Deus é sabedoria, está sempre nos orientando. Que Jesus esteja conosco hoje e por todo sempre. Que assim seja. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e
rio necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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