A veste nupcial - Palestra com Eliane Fagundes
A veste nupcial - Palestra com Eliane Fagundes
Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos ao Live de Jesus. vocês que nos assistem de casa também, né, através do YouTube. É uma satisfação tê-los aqui conosco. E hoje, mais uma vez, nós temos a nossa palestra pública que é realizada todas as quintas-feiras, 19:30, aqui no Lar de Jesus, setor Coimbra. você que tá de casa, venha participar com a gente. Será muito bom recebê-los aqui, porque além da palestra propriamente, né, nós temos eh o ambiente, né, o ambiente espiritual que com certeza tanto nos ajuda. Na noite de hoje nós temos a satisfação de receber a nossa irmã Eliane Fagundes, que vai trazer para nós um tema nada convencional. Ela vai falar sobre as vestes nupscial da parábola de Jesus. Então, eh, é um tema que é desafiante, né, e eu tenho a certeza que vai ser muito bem tratado pela nossa palestrante da noite de hoje. Desde já, muito obrigado, né, pela ajuda. Nós queremos agradecer aos nossos parceiros de transmissão que são o Iges TV Goiás Espírita, TV Secal de Santa Catarina, Rádio Nova Luz, Rádio Deus Conosco e Mensageiros da Luz que nos ajudam a levar essa palestra, então, a mais irmãos nossos, né? em todos os lugares. Muito obrigado pela parceria aí e que vocês gostarem da palestra, por favor, divulguem, repassem, né, que é uma forma da gente fazer com que essas luzes, né, que a doutrina nos concedem pode possam chegar a mais e mais pessoas. Então, nós vamos iniciar fazer a nossa prece inicial, né? Vamos então nos concentrar, vamos rogar aos nossos irmãos da espiritualidade maior que possam estar conosco nessa noite, trazendo-nos não só o esclarecimento, mas a paz, a harmonia que viemos buscar neste local, que possamos sentir a presença de Jesus através de seus prepóstos amorosos, que com tanto amor preparam este ambiente. para receber a cada um de nós, encarnados e desencarnados, que buscam essa casa para o amparo, para o carinho e para as luzes que só o nosso mestre de amor pode nos conceder. E assim, mestre amado, espiritualidade amiga, rogamos a vossa bênção, a vossa
nados, que buscam essa casa para o amparo, para o carinho e para as luzes que só o nosso mestre de amor pode nos conceder. E assim, mestre amado, espiritualidade amiga, rogamos a vossa bênção, a vossa proteção para mais essa palestra pública na noite de hoje. Que assim seja. Bem, meus irmãos, então sem mais delongas eu passo a palavra à nossa irmã Eliane Fagundes, né? Tenham todos uma ótima palestra. Uma boa noite a todos. É sempre uma alegria retornar aqui ao lado de Jesus esta casa que nos recebe de maneira tão agradável. Afinal de contas, nós somos amigos, somos irmãos de fé e estamos trilhando caminhos diferentes, mas com o mesmo ideal, que é aprender com essa doutrina espírita que nos traz tantos conhecimentos e nos traz a condição de entender essas parábolas de Jesus, esses ensinamentos que para nós é desafiador. Como Humberto falou, ele falou: "Eu que escolhi o tema". É, é bom a gente estudar, a gente aprender, porque Jesus é um mestre e ele com o conhecimento que ele tem, que ele trouxe para nós, é necessário que a gente se aprofunde. E a doutrina espírita, ela tem um conhecimento, uma riqueza, uma robustez, mas a gente tem que acertar na palavra. Então, para que a gente possa compreender, nós rogamos a Jesus que nos traga essa clareza de entendimento na fala e na escuta. Então, que Jesus nos abençoe e abençoe o nosso encontro da noite. A veste nupcial, ela faz referência na parábola da festa de núpciassias ou a festa de casamento, a bodas, como se fala, e está no capítulo 22 do Evangelho de Mateus. E Jesus, através de uma parábola, ele traz a história de um rei. Então, ele já começa assim, que o reino dos céus é semelhante a um rei que queria realizar a festa de casamento, a festa de núpcias de seu filho. E então ele envia os seus servos para chamar os seus convidados, mas os convidados se recusaram a ir. Imaginemos nós fazendo uma festa muito bonita, bem organizada para alguém que a gente ama. A gente manda o convite e os convidados não aparecem. E então o rei torna a fazer o convite,
recusaram a ir. Imaginemos nós fazendo uma festa muito bonita, bem organizada para alguém que a gente ama. A gente manda o convite e os convidados não aparecem. E então o rei torna a fazer o convite, manda que seus servos vá em busca, vão em busca de outros convidados. E ele ainda dá o recado, ele fala: "Olha, o banquete já está pronto, já tem os melhores bois, já tem todo o banquete preparado para recebê-los, mas mesmo assim os seus convidados não aparecem." E mais, aqueles convidados maltrataram seus servos, maltrataram e até mesmo mataram seus servos. E o rei fica irado, fica revoltado. E conta-se Jesus nessa parábola que ele manda até incendiar aquela cidade, mas ele não desiste. Ele insiste no convite e pede aos seus servos, então, que agora ele eles vão em busca de qualquer convidados que eles encontrarem pelo caminho, nas encruzilhadas, nas ruas, bons e maus. Prestemos atenção nisso. Bons e maus foram convidados e então esses aceitam o convite. Mas quando o rei se aproxima dessa festa, desse banquete bem servido, ele nota que tem um homem que não estava trajado da maneira adequada, que era a veste nupscial. E ele então pergunta a esse homem, aí esse convidado, ele diz assim: "Meu amigo, como entraste aqui sem ter a veste nupcial?" O homem então ficou calado sem o que responder naquele momento. Mas o rei agiu de forma firme e disse aos seus servos que expulsassem aquele homem daquela festa. E mais, amarrai os pés e as mãos e lançai-o fora nas trevas exteriores. E ele acrescenta que muitos são os chamados, mas poucos escolhidos. Olha que desafio, né, Humberto? Uma parábola com tanta riqueza. Mas para isso a gente precisa entender que Jesus trazia uma simbologia com essas palavras. Ele utilizava a parábola para aquelas pessoas da época que não compreendiam as riquezas espirituais e nem aquela linguagem, nem nós mesmos. Muitas vezes nós temos que buscar o entendimento para entender o que fala Jesus, para entender a profundidade de uma frase de Jesus. E Jesus, de forma acessível e cativante,
linguagem, nem nós mesmos. Muitas vezes nós temos que buscar o entendimento para entender o que fala Jesus, para entender a profundidade de uma frase de Jesus. E Jesus, de forma acessível e cativante, ele utilizava essas parábolas, porque ele utilizava também de forma cotidiana. Muitas vezes a gente usa assim nas palestras para que a gente possa se aproximar daquilo que a gente ouve. para que a gente possa entender de forma prática e até mesmo praticar no nosso dia a dia com esses ensinamentos. Então, Jesus utilizava as parábolas para esclarecer e para desafiar também aqueles que ouviam. Mas os que tinham um bom coração, coração aberto para a palavra dele, conseguiam serem esclarecidos, mas também eram ocultados aqueles que tinham o coração endurecidos, porque tinham aqueles que não queriam. Então, através da parábola eles não compreendiam. Tanto que capítulo 13 de Mateus, os discípulos perguntam a Jesus, falam assim: "Senhor, por que fala em parábolas a esse povo?" E Jesus responde que eles vendo não veem e ouvindo não ouvem e nem entendem. Então era melhor que fosse daquela forma, de forma alegórica, mas usando ali de histórias para que eles pudessem compreender. Eu acho interessante assim, por que que chega para nós questões que nós não compreendemos? Ou será que um dia nós iremos compreender? E aí Allan Kardec no no livro dos espíritos, na questão 619, ele pergunta isso aos espíritos superiores. Olha o que ele pergunta. A todos os homens facultam Deus os meios de conhecer sua lei. E os espíritos superiores respondem que todos podem conhecê-la. Ou seja, todos nós podemos conhecer a lei de Deus, mas nem todos a compreendem, porque os homens de bem é que decidem investigá-la. é a nossa vontade de compreender, a vontade de entender porque que a gente passa por uma certa dificuldade, por uma certa eh provação. Olha, o homem de bem, o homem que tenta investigar são aqueles que melhor compreendem. é que entra a humildade. É quando a gente não sabe, é quando a gente não entende. Aí a gente
a certa eh provação. Olha, o homem de bem, o homem que tenta investigar são aqueles que melhor compreendem. é que entra a humildade. É quando a gente não sabe, é quando a gente não entende. Aí a gente vai em busca de algo que nos oriente. Hoje nós temos a internet tá cheia de informação. Se a gente tiver uma doença, eu tenho certeza que a gente vai lá saber no Google o que que ela significa, como que trata, que remédio, onde é que eu vou, que médico, onde é, quanto custa o tratamento. Nós estamos com tantas informações, mas o que nós precisamos é de informação segura. E aí no evangelho, nós temos essa segurança. É isso que os espíritos querem nos falar. Olha, para compreender precisa ter uma vontade e decisão de investigação. É o conhecimento. É o que a doutrina espírita nos traz. E aí para cada um tem uma forma de entendimento, mas para todos chegar pelo menos o entendimento e a aceitação naquilo que a gente vivencia, que são as questões aqui da Terra, do mundo que a gente ainda vivencia, que é o mundo de expiação e de provas, que nos cabe ainda essa necessidade de conhecimento. Mas o que eu acho que me chama muita atenção, não sei vocês, é que o rei ele fica muito chateado, preocupado do por que aquele homem não estava com a veste. E porque ele fala assim: "Como você entrou sem a sua veste?" Aí que nós vamos entender uma coisa que é que dá a ideia que ele já tinha a veste, mas ele não estava vestido. É que naquela época, no Oriente Médio, quando um rei fazia uma festa, ele enviava a veste para o convidado. Aquela veste, aquela veste, ela era confeccionada, confeccionada, confeccionada para o convidado. a gente fala hoje personalizada, né? Então não tinha como errar, não tinha como entrar alguém que não fosse convidado. Olha só, tanto que é interessante. E a gente precisa agora começar a trazer essa simbologia das parábolas de Jesus para o evangelho. Então, o rei como Deus, Jesus como esse filho e a veste como o nosso espírito transformado. O banquete espiritual é onde nós iremos
ar a trazer essa simbologia das parábolas de Jesus para o evangelho. Então, o rei como Deus, Jesus como esse filho e a veste como o nosso espírito transformado. O banquete espiritual é onde nós iremos nos encontrar espiritualmente no futuro. Será que nós estamos com a nossa veste apropriada para sentarmos nesse banquete, nesse banquete celestial, com esses espíritos, com Jesus? Porque esse banquete nos traz a ideia da união do homem com o criador. E Jesus é o filho que nos aproxima dele. Mas voltando na veste, por que é que esse homem não estava com a veste que foi enviada a ele? Nós vamos trazendo então esse desafio paraa nossa vida como cristão, porque a veste tem um significado da pureza de coração, que é o espírito que traz a boa vontade, a humildade na sua vida particular, no seu interior. Quando Jesus é interrogado lá no Evangelho de Lucas que, Senhor, onde está o reino dos céus? Onde está o reino de Deus? E ele responde: Não está aqui nem ali, está dentro de vós. Olha, onde é que nós nos encontraremos? Hoje nós podemos estar vivenciando esse reino, desenvolvendo, podemos estar construindo esse reino que nós esperamos, que seja lá no futuro, nós já estamos construindo diariamente e o tempo todo, como diz aqui o rei, muitos os chamados, poucos escolhidos, porque nós escolhemos entre a nossa escolha. Então, no entanto, não precisa, ou não basta ser convidado, precisa ser escolhido. E quando a gente leva esse nome de cristão, de espírita, agora nós precisamos carregar também a conduta do cristão. É por isso que é um convite. O convite já foi feito. E agora, como é que nós vamos, o que é que nós vamos fazer com esse convite? Porque como o rei coloca bons e maus misturados, a gente já percebe que esse convite ele é imerecido a todos nós. Então nós vamos buscar o merecimento para estarmos reunidos nesse banquete. O banquete ele é também trazido para nós em forma do evangelho de Jesus. Quando nós temos aí tantas dicas, tantas formas que Jesus quer nos aproximar, quer nos reunir, quando ele traz para
e banquete. O banquete ele é também trazido para nós em forma do evangelho de Jesus. Quando nós temos aí tantas dicas, tantas formas que Jesus quer nos aproximar, quer nos reunir, quando ele traz para nós: "Eu sou a verdade, o caminho e a vida". Como que a gente pode entender isso? Ninguém vai ao Pai seão por mim. Ele já trouxe então a condição para que a gente possa então alcançar esse reino dos céus, sermos participantes, merecedores. É por isso que nós devemos tecer diariamente essa roupa, essa veste nupcial. E é no nosso dia a dia, seria uma forma mais básica, porque tudo que eu tô falando aqui parece tá tão inalcançável, né? Até eu também. A gente vai sentindo que parece que é inalcançável, porque se a gente se comparar a Jesus tá muito distante, está mesmo. Mas quando a gente vai, ó, gradativamente, diariamente, na nossa conduta diária, a gente vai ver que a gente consegue se aproximar daquilo que é a proposta de Jesus. É para nós, por exemplo, como nós nos comportamos em situações difíceis, nas provações, no nosso lar, por exemplo, a nossa reencarnação já é uma prova que nós aceitamos o convite. Porque se a veste ela é a transformação, a nossa encarnação já é a amostra que nós aceitamos. Nós já estamos encarnados. Nós já estamos confeccionando a nossa própria roupa e aí vai depender de nós. É por isso que quando pergunta para Jesus se poucos serão salvos, olha só, poucos serão salvos, Senhor, ele fala que a porta é estreita e muitos terão que se esforçar. Aí a gente observa que é difícil. Porque é muito difícil a gente colocar, por exemplo, um comportamento bom no lugar de um mal. se esforçar para sair de um hábito muito terrível que a gente tem. Aí a gente deixa para lá, a gente se deixa vencer, porque a gente acha difícil demais às vezes conviver com alguém que a gente não gosta, conviver com um num trabalho que a gente também acha complicado, familiares difíceis que a gente tem, aí tudo a gente acha difícil, mas se a gente percebesse que nesse momento nós
e a gente não gosta, conviver com um num trabalho que a gente também acha complicado, familiares difíceis que a gente tem, aí tudo a gente acha difícil, mas se a gente percebesse que nesse momento nós estamos desenvolvendo virtude, nós estamos também eliminando imperfeições que nós temos, seria muito mais fácil são o desenvolvimento das virtudes, que é quando a gente começa a trabalhar a paciência, a tolerância, o amor, a bondade. Aí a gente vai vendo que tudo isso vai se aproximando dessa veste, porque é o exemplo de Jesus. Jesus, ele passou a sua missão aqui na terra de forma tranquila, porque ele sabia o que ele estava fazendo. No caminho, teve os percalços, teve o abandono dos amigos, não teve pessoas que o apoiaram, mas ele continuou firme. Ele continuou na tarefa dele, nos mostrando que nós somos seres individuais. Então, independe do outro. se ele vai ou não me ajudar a evoluir. O outro é uma um participante, mas no final das contas é conosco. Então é por isso que nós vamos vendo que é importante a gente identificar em nós aquilo que tem nos prejudicado. É o conhece-te a ti mesmo. Agora, se nós olhássemos hoje a quantidade de oportunidades que nós temos através dos ensinos, através da convivência na casa espírita, através muitas vezes de uma leitura, nós veríamos que nós temos muitas condições de melhorar. Allan Kardec lá no capítulo 18, que é referência dessa desse tema de hoje, que é muitos chamados, poucos escolhidos, ele nos fala que é tão importante a gente perceber que o tempo todo nós temos uma condição de melhorar, que diretamente ou indiretamente nós não podemos alegar que nós somos ignorantes. Olha só, até uma pessoa indiretamente nos ensina. Então nós não podemos dizer que nós não tivemos condições de aprender. Pode ser através, por exemplo, de uma mãe que nos ensina a ser honestos, a sermos bons, a trabalharmos. Olha só, é uma pessoa direta que está perto de nós, mas nós podemos ter às vezes um vizinho que às vezes nos orienta, nos alivia uma dor, nos fala uma palavra de consolo
a sermos bons, a trabalharmos. Olha só, é uma pessoa direta que está perto de nós, mas nós podemos ter às vezes um vizinho que às vezes nos orienta, nos alivia uma dor, nos fala uma palavra de consolo também nos tira da ignorância. Aí eu me lembro de uma obra que eu sou assim apaixonada por ela, que é a obra de Santo Agostim. Santo Agostim, ele narra nessa obra que ele foi assim durante muitos anos cego espiritualmente depois que ele tem ali a sua conversão ao cristianismo. E ele o tempo todo ele reclamava, ele se dizia eh eh órfão, né, de Deus. Ele falava que Deus não cuidava dele, que Deus não orientava ele. Por isso que ele estava no caminho dos vícios, no caminho assim da perdição mesmo. E ele então se sentia no direito de reclamar. Mas quando ele despertou para essa realidade espiritual, quando ele se converteu, ele percebeu que durante toda a vida dele, ele teve a orientação de sua mãe, que é a Santa Mônica. Ele falava assim: "Nossa, hoje eu vejo que Deus cuidou de mim o tempo todo e que Deus falava comigo através daquela mulher, da minha mãe. Olha, nesse momento nós estamos sendo orientados e retirados dessa ignorância através de alguém, através de uma de um livro, através de uma palestra, através de um amigo. Temos tantos canais que podem ser importantes para nos ajudar. Essa semana eu tive uma palavra tão importante para mim que serviu de força, que é, eu até peço licença para contar essa história, que eu tenho uma amiga de 20 anos e a gente, aliás, há 20 anos nós não nos vemos e nos conhecemos desde a adolescência. E ela me ligou para pedir uma ajuda e ela comentou comigo, porque ela mora em outro país, que ela não tinha nenhuma religião. Eu não tenho religião. E eu conversei com ela, falei com ela sobre a vida e tudo, ouvindo-a. E ela falou: "Eu não tenho religião, mas eu gosto do cardecismo". Aí eu assustei porque eu nunca vi ela estudar e nem nada relacionado a isso. Falei: "Você conheceu aí no país onde você está?" Ela falou: "Não, quando nós éramos
religião, mas eu gosto do cardecismo". Aí eu assustei porque eu nunca vi ela estudar e nem nada relacionado a isso. Falei: "Você conheceu aí no país onde você está?" Ela falou: "Não, quando nós éramos adolescentes, você falava coisas do espiritismo e eu, jovem fazia mocidade, o que eu falava para ela, com certeza o que eu aprendia na evangelização e na mocidade não era muita coisa." Mas o que ficou marcado para ela, só ela vai saber. E o que foi que eu marquei nela através do espiritismo. Isso me deu assim uma preocupação e não me envaideceu. Porque eu pensei: "Meu Deus, ela eu marquei positivamente, mas será que algum dia eu possa ter marcado alguém negativamente? Nessa fé que eu processo, que eu professo, é isso. Os servos do rei foram chamar os convidados para a festa. Os servos somos todos nós que falamos do evangelho, que propagamos a doutrina espírita. Olha a preocupação que nós temos. É isso, é essa veste que nós estamos hoje descendo através dos nossos gestos, da nossa fala, da nossa expressão e muitos os chamados, porque nós vamos ser chamados. Chamado no sentido da vida. Nós podemos nos depararmos com situações que nós vamos ter que mostrar se nós somos ou não cristãos. É na hora do perdão. Será que a gente tá preparado para perdoar alguém? Esquecer a a ofensa, fazer o bem sem distinção. Essa postura que Allan Kardec lá na obra Viagem Espírita de 1862 fala que espera dos espíritas. Ele fala: "O espírita deve ser reconhecido pela atitude caridosa quando alguém olhar para ele, fala assim: "Ele é espírita". Podemos falar: "Ele é um cristão". É isso. E mais, e ele ainda fala mais, Allan Kardec fala assim, que nós hoje sejamos bons espíritas ao ponto de alguém querer ser espírita. No mundo que nós estamos vivendo de tantas agressões, nos entristece ver um cristão ofender o outro. Isso é triste, porque nós já temos recebido a veste. A veste já foi entregue. E por que é que nós não vestimos? Por que é que a gente insiste em continuar ainda com comportamentos ruins?
nder o outro. Isso é triste, porque nós já temos recebido a veste. A veste já foi entregue. E por que é que nós não vestimos? Por que é que a gente insiste em continuar ainda com comportamentos ruins? Aí, pra gente ficar mais aliviado, nós lembramos da negação de Pedro. Quando Jesus fala para ele, Pedro, você vai me negar três vezes? Ele que isso, Senhor? Eu não vai me negar três vezes antes que o galo, o galo cante. E ele nega. Mas lá no Boa Nova, uma obra muito bonita de Humberto de Campos, psicografado por Francisco Cândido Xavier, quando Jesus fala em relação a essa negação de Pedro, Jesus tranquiliza o coração dele porque ele estava amargurado. Ele fala assim: "Pedro, o homem é mais frágil do que perverso. Somos nós. Nós falhamos, nós precisamos às vezes agir bem e a gente age mal. É o que Paulo de Tars fala: "Eu faço o mal que eu ainda não quero e não faço o bem que eu devo fazer". Mas a gente tem diariamente oportunidade, diariamente oportunidade de mudar, de melhorar, mas a gente pode se envergonhar, pode se arrepender. Essa também é uma postura de cristão. Ruim seria se a gente se envaidecesse. Eu fui e briguei. Não perdoo mesmo. Não. Enquanto a gente tiver se envergonhando dos males que a gente faz, ainda tem jeito. Que amanhã a gente começa de novo, amanhã a gente pede perdão, amanhã a gente continua, amanhã a gente faz as pazes, mas tem que ser logo, né? Porque amanhã às vezes pode não chegar. Então a gente precisa se apressar um pouquinho. Então nós vamos assim caminhando já pro encerramento, lembrando de uma história que está lá na obra A vida escreve, que é uma obra muito bonita de Chico Xavier. É o espírito Hilário Silva que conta. Ele conta a história de Eurípet Eurípets Barsanufo. Ele conta que Eurípets Barsanufo já estava se preparando para dormir. E ele então sentiu que o seu espírito estava sendo transportado e foi então para um lugar muito bonito em desdobramento, né? E ele então avistou um homem sentado, pensativo, refletindo, meditando. E ele foi se aproximando dele e viu que
o estava sendo transportado e foi então para um lugar muito bonito em desdobramento, né? E ele então avistou um homem sentado, pensativo, refletindo, meditando. E ele foi se aproximando dele e viu que ele chorava. Chorava, mas chorava muito. Quando ele se deu conta, ele viu que era Jesus. E ele então pergunta: "Senhor, o senhor está triste? O senhor está triste? É porque tem muitos homens maus na terra que fazem o mal? E Jesus responde que não. Ele estava triste mesmo. É com os que conheciam o evangelho e ainda não praticavam. Porque muito será cobrado a quem muito tem recebido. Então a gente vai assim encerrando com a ideia de que nós estamos hoje abastados, alimentados. Nós estamos abastecidos de força, de coragem, de ânimo através do evangelho de Jesus. E lembrando assim que o irmão X traz para nós essa reflexão que eu gostaria de encerrar. Se você já possui o tesouro de uma fé religiosa, viva de acordo com os preceitos que abraça. É horrível a responsabilidade moral de quem já conhece o caminho sem equilibrar-se dentro dele. Então, para nós que fique essa vontade de melhorar, essa vontade de mudar o nosso destino. Como o próprio Emmanuel na obra Busque Charas, ele fala, o destino pode ser tratado como o destino de Santo Agostim foi tratado, ele mudou. Nós podemos melhorar, podemos mudar, sabendo que tudo aquilo que nós angarearmos, que nós eh eh desenvolvermos, serão para toda a eternidade. Quem nos disse isso foi Jesus, que ele fala que nada se perderá no reino dos céus. Então, tudo aquilo que nós fizermos de bem, de bom, é para nós. Que Jesus nos abençoe, nos fortaleça e que nós dia a dia possamos tecer essa roupa celeste para que um dia nós possamos desfrutar desse banquete espiritual que está aí no aguardo, que é Jesus. Que assim seja. Bem, meus irmãos, eh tenho muito agradecer, palestra muito esclarecedora, é uma parte realmente dessa parábola que todos nós, como ela bem disse, né, todos nós, no íntimo, a gente já sentia do que Jesus estava falando, apesar, né, de das
decer, palestra muito esclarecedora, é uma parte realmente dessa parábola que todos nós, como ela bem disse, né, todos nós, no íntimo, a gente já sentia do que Jesus estava falando, apesar, né, de das palavras não serem muito claras. Mas ela me lembrou um ponto que é muito interessante. Eh, quem reconheceu que este convidado estava sem a veste no PIAL foi o rei, né? Não foi o servo da recepção. E eu acho que isso acende um alerta para todos nós no seguinte sentido, que toda parábola ela fala, na verdade do farasianismo, né? daqueles que pregam e não fazem aquilo que dizem. Então, como a parábola foi dirigida aos fariseus, né, Jesus conta, na verdade, nessa parábola toda a história, né, do do povo judeu, hebreu, que foram os primeiros a ser chamados, né, mas na hora realmente da verdadeira transformação negaram, né, aquele que veio trazer exatamente a luz que eles precisavam. Então é um convite para todos nós realmente nós entendermos que Deus tá vendo tudo, certo? A nossa veste nuticial, como disse a nossa irmã, tá sendo eh eh preparada, tá sendo traçada todos os dias por nós mesmos, né? Então vamos ter a certeza, né, que nós precisamos bordar essa veste com muito carinho, com muito amor, porque não mais o tempo da enganação, de você ter uma fé para ensinar pros outros, para falar pros outros, para os outros ou se beneficiar, né, dela de alguma forma como era antigamente, né? Hoje não. Hoje realmente a palavra de Jesus através da doutrina espírita se fez clara para que ninguém venha realmente a dizer que não entendeu, né? Então esse é o papel da doutrina espírita, trazer o evangelho às claras. Então agradeço infinitamente a nossa irmã, trouxe luzes, com certeza muito importantes para esse entendimento. Eu gostaria de pedir o nosso irmão Francisco para fazer a prece inicial, a prece final para nós, né? Agradeço a presença de todos, tem um bom retorno para casa e ao final nós temos o passe aqui, tá bom? Uma boa noite, irmãos e irmãs, façamos mais um esforço para que possamos elevar nossos melhores
é? Agradeço a presença de todos, tem um bom retorno para casa e ao final nós temos o passe aqui, tá bom? Uma boa noite, irmãos e irmãs, façamos mais um esforço para que possamos elevar nossos melhores sentimentos. em direção da espiritualidade maior que nos quer tão bem e nos trouxe na noite de hoje a esse lar de Jesus para que sejamos capazes por nossa vez e por nossa vontade de aurir essas energias que nós mesmos plasmamos na noite de hoje. Jesus nos ajudar no desenvolvimento de nossa coragem para que possamos seguir o modelo que ele instituiu para as nossas vidas através de seu evangelho de amor, através do cristianismo que foi revivido com espiritismo. Sejamos capazes de nos esforçar na mesma medida em que cada um quer se ver feliz e ver feliz as outras criaturas que andam conosco nesse planeta de provas expiações. Abençoa, Pai, os nossos irmãos e irmãs, em especial aqueles que mais sofrem, aqueles que estão guardados em nossos corações e que não tiveram nem mesmo oportunidade de lhe conhecer. possamos nós, em nossa vida de relação darmos o testemunho de nossa fé em torno das verdades do cristianismo, do evangelho. Obrigado, pai querido, por nos fazer espíritas na presente encarnação. Sejamos capazes de honrar nossas túnicas. Ser conosco hoje e sempre. Que assim seja.
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