A VERDADEIRA BEM AVENTURANÇA - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/08/2025 (há 8 meses) 43:21 476 visualizações

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Transcrição

Qual o valor dessa missão? Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado a comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver. Doando amor, vibrando luz. Boa tarde, meus irmãos, minhas irmãs. Sejam todos bem-vindos a esta casa de Jesus que sempre nos recebe com imenso carinho, com a imensa amorosidade. E para que nós possamos aproveitar esses breves minutos que ficaremos aqui juntos nesse espaço sobre a proteção dos benfeitores do plano invisível, eu quero convidar a todos que nós possamos nos desligar um pouquinho do nosso mundo externo, né? fazer aquele exercício que Jesus nos convida de entrar no quarto, no quarto. E esse quarto não é um espaço físico, é o nosso quarto interior. Então, por favor, desliguem os celulares ou coloquem no modo silencioso. Vamos ficar aqui fazendo aquilo que André Luiz nos conta nas suas obras, estando disponíveis ao cuidado da espiritualidade amiga, porque aquilo que nós viemos buscar nessa casa, nós vamos encontrar, mas nós vamos levar conosco e vamos acolher no nosso coração e no nosso ser se estivermos abertos, disponíveis. Então, é importante nós nos entregarmos aos cuidados da espiritualidade nesses breves minutos para estarmos mais aptos ao trabalho que se encerra lá na cabine de passe. Feitas essas recomendações, vamos então conversar com Jesus, né? já tentando nos acerenar, nos acalmar, vamos pedir a ele que venha ter conosco, ficar aqui conosco nesses breves minutos para que nós possamos elevar o nosso padrão vibratório e estarmos em condição de receber os melhores lenitivos que foram preparados para cada um de nós. Querido mestre, aqui nos encontramos reunidos entre irmãos. E te pedimos que nos ajude a estarmos disponíveis ao amoroso cuidado preparado pela espiritualidade para nós. nos ajude a sermos obedientes, resignados, recebedores

encontramos reunidos entre irmãos. E te pedimos que nos ajude a estarmos disponíveis ao amoroso cuidado preparado pela espiritualidade para nós. nos ajude a sermos obedientes, resignados, recebedores de todo esse amparo, de todo esse cuidado e que possamos oferecer de nós as nossas vibrações de gratidão por todo o cuidado, por todo o amor que recebemos nessa tarde. Pedimos que nos ajude a bem apreender as reflexões que vamos partilhar nessa tarde, recolhendo-as em nosso coração e sabendo distinguir aquelas ferramentas que nos são oferecidas como instrumentos paraa nossa jornada terrena. que tenhamos ouvidos de ouvir e coração de acolher. E com a sua permissão, querido mestre, nós iniciamos este singelo encontro na tarde de hoje, te pedindo que nos ajude a permanecer contigo. Que assim seja. O nosso tema dessa tarde é um tema que tá lá no Evangelho de Lucas. aos irmãos que sempre estão aqui, né, nas tardes de terça-feira, nós temos buscado trazer várias passagens do Evangelho de Lucas com o carinho que temos por esse evangelista, pela proposta, né, do seu evangelho, já que é um evangelho que representa, que materializa o projeto de Paulo de Tarso, né, o pedido que Paulo faz ao amigo para que ele pudesse então escrever, fazer esse registro. E Lucas faz esse registro a partir da memória, das histórias que ele colhe, em especial junto a Maria, mãe de Jesus, e junto a outras personagens, e busca fazer isso de uma forma, fazendo um registro, uma pesquisa histórica, né? Então, por isso que nós vamos ver nos relatos de Lucas detalhes que nós não vimos em nos outros evangelhos. Então, o nosso carinho por esse evangelho é pela sua beleza, pelo seu detalhe e por nós estarmos tendo sempre contato com as memórias de Maria de Nazaré. E a nossa passagem de reflexão hoje que nos permite falar desse tema que é a verdadeira bem-aventurança, tá lá registrada com esse título também. No Evangelho de Lucas, nós vamos usar aqui a tradução da Bíblia de Jerusalém. É o Evangelho de Lucas,

mite falar desse tema que é a verdadeira bem-aventurança, tá lá registrada com esse título também. No Evangelho de Lucas, nós vamos usar aqui a tradução da Bíblia de Jerusalém. É o Evangelho de Lucas, capítulo 11, versículos 27 e 28. Nesses versículos assim estão registrados. Enquanto ele assim falava, certa mulher levantou a voz do meio da multidão e disse-lhe: "Felizes as entranhas que te trouxeram e os seios que te amamentaram." Ele, porém, respondeu: "Felizes antes os que ouvem a palavra de Deus e a observam". Essa passagem, meus irmãos, ela está registrada logo na sequência em que Jesus fala das bem-aventuranças, ensina a oração, ensina-nos a orar, né? nos ensina a oração do Pai Nosso e faz algumas recomendações. Ou seja, Jesus está lá no monte rodeado por aquela multidão. E quando ele termina, faz uma breve pausa, uma mulher fala emocionada, feliz, imagina ouvindo aquelas coisas de Jesus, sentindo a sua energia bem fazeja. ali naquela egrégora de paz, de serenidade que o mestre passava, ela encantada, em condição de total enlevo, ela então exclama, né? Felizes as entranhas que te trouxeram e os seios que te amamentaram. É como dizer: "Abençoada seja a tua mãe, abençoada seja essa mulher que te trouxe pelo que você é, pelo que você demonstra ser. Essa mulher exprime um elogio a Jesus." E os estudiosos vão nos ajudar a compreender que um dos ensinamentos que Jesus nos traz nessa breve passagem é nos alertar quanto ao perigo dos elogios. E o perigo dos elogios por alimentar e cultivar a nossa vaidade. Ah, essa característicazinha que nos leva a escolhas tão perigosas e desastrosas em desfavor de nós mesmos. E Emanuel, o espírito orientador, mentor de Francisco Cândido Xavier, ele tem uma mensagem intitulada elogios e ele nos ajuda a compreender essa observação que Jesus faz, porque ela faz o elogio a sua mãe e a ele próprio, né? perdão. E ele traz como informação, traz como orientação a verdadeira bem-aventurança. Mas falemos um pouquinho mais dos elogios, né? Porque Jesus, ele sempre,

o elogio a sua mãe e a ele próprio, né? perdão. E ele traz como informação, traz como orientação a verdadeira bem-aventurança. Mas falemos um pouquinho mais dos elogios, né? Porque Jesus, ele sempre, sempre dispensou qualquer situação que o enaltecesse. E ele não se deixou tocar, né? Às vezes, quando aquele jovem diz para ele, eh, senhor, bom mestre, né, ele diz, mestre, eu o sou bom, só o meu pai. Então, ele ele tinha esse cuidado, essa atenção com esses elogios exagerados, né? E às vezes a gente se encanta com os elogios e se perde ali no que para pelos caminhos que nós estamos nos percorrendo. E Jesus sempre evitou esse tipo de enaltecimento próprio. Ele sempre se colocou na condição de servidor. Quem quiser ser o maior, que seja aquele que sirva, né? Quem é o maior é o que serve, é o que trabalha. Então ele sempre se colocou nessa condição de trabalhador do do de Deus, né, do criador, mas sempre aceitou o chamamento de mestre, porque mestre ele de fato o é pela sua experiência, pela sua trajetória, é aquele que nos ensina, é aquele que nos educa. e nos educando, sabia muito bem dos perigos que os elogios podem repercutir no íntimo de um espírito imperfeito, aquele que ainda alimenta e cultiva a vaidade. E Emanuel então nos reitera esses ensinamentos, né, acerca do cuidado para com os elogios. Ele diz assim na mensagem: "Dirigia-se Jesus à multidão com enorme amor, conquistando geral atenção. Não sei se vocês fazem isso, mas eu fico tentando imaginar essa cena. Jesus no alto do monte, inspirado, conectado com o Pai, nos falando das bem-aventuranças, nos alertando, nos orientando, nos ensinando a orar. Então ele ali conquistava a atenção de todos. E mal terminara de falar, de fazer as suas observações amorosas e sábias, uma senhora se levanta no meio da turba, no meio da multidão e magnetizada pela sua expressão de espiritualidade sublime, reporta-se em alta voz as bem-aventuranças que deviam caber a Maria. por haver contribuído na vinda do Salvador à terra, mas prestamente

ão e magnetizada pela sua expressão de espiritualidade sublime, reporta-se em alta voz as bem-aventuranças que deviam caber a Maria. por haver contribuído na vinda do Salvador à terra, mas prestamente na perfeita compreensão das das infelizes, das consequências infelizes que poderiam adivir da atitude impensada, responde o mestre, que antes de tudo são bem-aventurados aqueles que ouvem a revelação de Deus e lhe praticam. os ensinamentos, observando-lhe os princípios. E Em Emanuel vai dizer pra gente que essa passagem se constitui de esclarecimento vivo para que nós não nos amorteçamos entre os discípulos sinceros e possamos ser moralmente fortalecidos na campanha contra o elogio pessoal. veneno das obras mais santas, a sufocar-lhes propósitos e esperanças. Muitas vezes aqui na nossa casa, eu já ouvi do nosso presidente e ele falar que nós devemos sempre lembrar que o nosso trabalho nessa casa é para Jesus. Nós não estamos aqui trabalhando pelo presidente da casa, pela vice-presidente, pela diretoria A, diretoria B. Nosso trabalho é para Jesus, é com Jesus. O nosso esforço é de sermos melhores trabalhadores na sua seara, na sua vinha. Então, por isso alerta quanto ao perigo dos elogios pessoais que nos podem sufocar propósitos de esperança. Se nós admiramos, continua Emanuel, um companheiro que se categoriza a nossos olhos como trabalhador sincero, não o perturbemos com palavras das quais o mundo tem abusado muitas vezes, construindo fases superficiais no perigoso festim lisonja. Ajuda-o com boa vontade e entendimento na execução do ministério que lhe compete, sem esquecermos que acima de todas as bem-aventuranças brilham os divinos dons daqueles que ouvem a palavra do Senhor e colocam-a em prática. Então, mais do que reconhecer por vezes o trabalho, o esforço, né, de algum irmão de jornada que faz um trabalho cuidadoso ou que às vezes fala bem, que nós possamos reconhecer o esforço nesse irmão de cumprir e de seguir os ensinamentos do mestre, sem alimentar ali a sua vaidade,

de jornada que faz um trabalho cuidadoso ou que às vezes fala bem, que nós possamos reconhecer o esforço nesse irmão de cumprir e de seguir os ensinamentos do mestre, sem alimentar ali a sua vaidade, né? Esse é o cuidado, essa é a atenção que Emanuel nos convida a ter, né? E quando nós tivemos contato com essa passagem, nós ficamos pensando numa outra passagem extremamente emocionante que nos conecta com a segunda parte, né? A mulher elogia Maria, elogia o Cristo, ele se esquiva desses elogios, não os alimenta, não os acolhe em seu coração, mas ele não deixa de dar oportun de aproveitar a oportunidade de dar uma orientação para nós todos aqui no século XX e para aqueles homens e mulheres lá no monte, na Palestina do século Io. E essa essa mensagem que me veio à mente é uma passagem linda que alguns devem conhecer do nosso querido irmão Eurípedes Barsanulfo. Euedes Barçanulfo, o apóstolo da mediunidade mineiro lá de Sacramento. ele num determinado dia, já assim, eh, do final do dia, ele começou a se perceber fora do corpo físico e ele observava que ele tava fora do corpo num fenômeno que se chama de desdobramento. Então, nós, nosso perespírito se afasta do corpo e a gente como se a gente se olhasse, né, se visse ali. E Eurípedes Barsanu teve essa visão. e começou a perceber que ele começou a volitar, a flutuar. E era como ele tava quieto, era como se ele tivesse sentindo um chamado, como se ele tivesse sendo imantado, puxado por um ímã, por uma vibração muito forte. E ele começa a se afastar do corpo, arrastado por esse chamamento, pela vontade de alguém, num turelhinho de amor. E ele subia, subia, respirava em outro ambiente e ele viajou. Viajou à maneira de um pássaro teleguiado, até que ele se reconheceu numa campina. verdejante. Ele se encontrava ali naquele espaço bonito. E ele reparou que naquela linda paisagem havia ao longe um homem que meditava envolvido por uma doce luz. E ele envolvido num encantamento, num júbilo, reconheceu naquele homem a figura de Jesus.

ito. E ele reparou que naquela linda paisagem havia ao longe um homem que meditava envolvido por uma doce luz. E ele envolvido num encantamento, num júbilo, reconheceu naquele homem a figura de Jesus. Ele baixou a cabeça esmagado pela honra. Imagina, né, nós nessa situação chegando a um local lindo da natureza e nos depararmos com o Cristo de Deus. Ele então assume uma posição de respeito, abaixa a cabeça e fica em silêncio, incapaz de voltar a seguir adiante, ofuscado pela grandeza do momento, ficou em silêncio e começou a chorar emocionado e grossas lágrimas banhavam-lhe o rosto. rosto, quando ele teve coragem, levantou os olhos com humildade e percebeu que Jesus também chorava. E naquele momento ele sentiu um grande sofrimento por ver o mestre em pranto. E o seu, a sua vontade, o seu desejo era de reconfortar o Cristo. Mas ele recordou os tormentos de Jesus que se perpetuavam nas criaturas aqui na terra, não é? as nossas incompreensões acerca dos seus ensinamentos, o sarcasmo que muitas vezes tratamos, as suas orientações. E nessa linha de pensamento, ele abriu a boca de forma suplicante e falou: "Senhor, por que choras?" O interpelado não responderu. Mas desejando certificar-se de que ele havia sido ouvido, Eurípedes reiterou: "Choras pelos discrentes do mundo?" Ele percebeu que Jesus levantou o olhar e após um instante de atenção, respondeu com a voz doce: "Não, meu filho, não sofro pelos descrentes aos quais devemos amor." Então sim, aqueles que não creem, devemos a eles amor, porque um dia irão conhecer a verdade. Mas Jesus continuou: "Choro por todos que conhecem o evangelho e não o praticam." Eu não saberia descrever o que se passou. E como se ele caísse numa profunda sombra, ante a dor daquela resposta, ele desceu, desceu e acordou novamente no corpo de carne. Veja, Jesus diz que chora por aqueles que conhecem o evangelho e não o praticam. Lá na Palestina do século Jesus havia dito lá no alto do monte, respondendo à aquela mulher que elogiava sua mãe a ele próprio,

sus diz que chora por aqueles que conhecem o evangelho e não o praticam. Lá na Palestina do século Jesus havia dito lá no alto do monte, respondendo à aquela mulher que elogiava sua mãe a ele próprio, ele nos afirma que a verdadeira bem-aventurança. Felizes aqueles que ouvem a palavra de Deus e a observam. Séculos haviam-se passado e o coração do mestre estava entristecido pela nossa dificuldade de cumprir o que nós havíamos aprendido, não pela frustração do educador, mas por ver o quanto nós éramos e somos muitos de nós infelizes. por não fazermos aquilo que aprendemos com ele. Porque Jesus, ele nos dá a receita. Já sentiram como é frustrante pro educador, pro pai, pra mãe, para qualquer pessoa que tem essa função? quando quer orientar um ente querido, profundamente amado, e o seu ente querido faz exatamente diferente daquilo que foi orientado. E quando faz diferente, sofre, se machuca. E o quanto nos dói a alma de ver um ser amado fazendo escolhas equivocadas que o ferem. É por isso que Jesus chorava. de nos olhar e de ver que aquela bem-aventurança, a verdadeira que ele havia nos ensinado, nós ainda temos muita dificuldade de consolidar em nós. Por isso nos infelicitamos, por isso dói, por isso adoecemos. Por isso, muitas vezes, somos infelizes, conhecemos. E aí o Carlos Torres Pastorino no livro A sabedoria do Evangelho, ele vai, ele tem uma mensagem que ele fala sobre essa passagem e ele vai falar que nesse momento nós temos aqui uma distinção importante. Nós temos aquele, aquele ser humano, porque aquela mulher diz que bem-aventurado, né? Aquele seios que a que aquele ventre que o carregou e os seios que o amamentaram. Por quê? Porque Jesus havia se transformado num homem abençoado. Imagina, né? A alegria de pais de verem os seus filhos alcançarem o sucesso espiritual. iluminarem-se, transformarem-se, redimirem-se, é uma grata alegria. Para além disso, aquela personalidade, aquela pessoa que não se limita a aceitar aquele elogio para se envaidecer, se coloca na condição sempre daquele que

marem-se, redimirem-se, é uma grata alegria. Para além disso, aquela personalidade, aquela pessoa que não se limita a aceitar aquele elogio para se envaidecer, se coloca na condição sempre daquele que ensina e fala: "É importante conhecer, é importante saber." E nós temos um movimento muito interessante dentro do movimento espírita, que é o de estudo. E a nossa casa oferece muitas oportunidades de estudos para conhecer, para compreender, para poder fazer as conexões cognitivas necessárias, mas não é suficiente. É importante que a figueira dê fruto, porque se a gente só tem a aparência da virtude, sabe? Só aqui, né? Sabe, é capaz de recitar o evangelho, é capaz de recitar o livro dos espíritos, sabe a pergunta, sabe a resposta? Sabe em que livro tá esse comentário, em que livro tá aquele? Mas e aqui? Por isso que ele diz: "Felizes aqueles que ouvem, conhecem, mas praticam". E ele chora naquele local onde Eurípedes vai ter com ele. Porque muitos de nós conhecemos, estudamos, sabemos, orientamos os outros. Quando as pessoas vêm nos pedir informação, orientamos, falamos. E o que é que nós estamos fazendo com esse conhecimento em nós? Como é que este conhecimento está entrando aqui no nosso coração, no íntimo do nosso ser e fazendo de nós pessoas melhores que podem refletir a imagem do Cristo na caminhada que tem. Eu gosto muito. E se eu já contei aqui, eu peço licença, peço a caridade de vocês de me permitir contar de novo, de uma passagem que o nosso irmão Aroldo Dutra Dias comenta numa das suas palestras. O Aroldo Dutra é um expositor espírita de Minas Gerais e que tem muitas palestras no YouTube, né? E ele fala que uma certa vez numa casa havia uma pessoa trabalhando, fazendo sopa, como a nossa casa tem também. De vez em quando a gente vem aqui e é um cheirinho bom que alimenta o corpo e a alma, né? E tava lá o trabalhador na bancada servindo a sopa para as pessoas que vinham buscar alimentar o corpo. E ele pegava aquela sopa e colocava com força na vasilha que lhe

alimenta o corpo e a alma, né? E tava lá o trabalhador na bancada servindo a sopa para as pessoas que vinham buscar alimentar o corpo. E ele pegava aquela sopa e colocava com força na vasilha que lhe era oferecida. E alguém perguntou: "O que que o senhor tá fazendo aqui?" E a pessoa com a vasilha, né? Ele pegou a colher rica, tô fazendo caridade, né? Assim somos alguns de nós, que o conhecimento não alcançou o coração pela rudeza dos sentimentos, das atitudes, do trato. Alguns de nós somos incentivo para que alguns irmãos se afastem da senda do Cristo pela maneira orgulhosa de sermos, vaidosa, rude, grosseira, belicosa. Esse conhecimento que temos precisa fazer o trajeto daqui para cá. E olha, meus irmãos, nós não estamos falando de grandes atos. de missionários, porque nós não somos missionários. Nós estamos aqui pros nossos trabalhos, pro nosso esforço, no cadinho do nosso ambiente familiar, do nosso trabalho, dos grupos em que estamos. É na singeza dos nossos atos colocar em prática o que ouvimos e aprendemos com Jesus no esforço sincero de cada dia. Gestos simples, pequenos, pouquinho, porque Jesus multiplicou os peixes e os pães. É no nosso cadinho. É no cadinho que a gente oferece que ele multiplica. Mas ele precisa do nosso pouquinho. É no pouquinho de esforço que a gente faz cada dia para silenciar. Quando alguém nos provoca, quando nós nos sentimos provocados, magoados, a gente se esforçar por silenciar para reconhecer que mágoa é essa, que machucado é esse, aonde foi que tocou na ferida. foi na ferida da vaidade. Opa, então deixa eu cuidar dessa vaidade que ainda há em mim. Então no esforço de silenciar para que não seja por meio de nós que comece uma contenda, seja no lar, seja no trabalho, seja no trânsito, no esforço sincero de ajudar. O que o outro vai fazer com essa ajuda é do outro, é problema do outro. Ah, não falo mais, não oriento mais, porque tudo que a gente fala faz o contrário. Ora, façamos a nossa parte, no nosso esforço sincero de perdoar.

azer com essa ajuda é do outro, é problema do outro. Ah, não falo mais, não oriento mais, porque tudo que a gente fala faz o contrário. Ora, façamos a nossa parte, no nosso esforço sincero de perdoar. Quantas vezes? 70 vezes, sete vezes. Na representação de perdoar tantas vezes quantas forem necessárias. Que não sejamos nós motivo de dor e de lágrimas do nosso querido mestre Jesus. Façamos o nosso singelo esforço, mas o façamos todos os dias. que ao acordarmos nós possamos renovar o nosso propósito de hoje. Só por hoje eu vou me esforçar para que o meu coração bata bem juntinho do coração do mestre e que as minhas atitudes possam seguir os seus passos dentro dos meus limites, dentro das minhas possibilidades, mas com o meu esforço sincero, com o meu esforço de me modificar, de fazer de mim uma criatura um pouco melhor. Porque esse é o nosso trabalho aqui. Nós não viemos aqui para transformar marido, filho, pai, mãe, irmão. O projeto de Jesus para mim sou eu. O projeto de Jesus para cada um de vocês é cada um de vocês. Por isso é no coração. Por isso é edificação no coração de cada um de nós. E que isso se materialize no nosso agir, no nosso sentir, no nosso falar, no nosso, no nosso sorrir, no nosso amar, né? Como diz a canção, amar como Jesus amou, sonhar como Jesus sonhou, viver como Jesus viveu, sentir o que Jesus sentia, sorrir como Jesus sorria. E ao chegar ao fim do dia, a gente poder dormir um pouquinho mais feliz pelo nosso esforço de cada dia. Então, que nós lembremos que em alguns momentos o mestre chora e que façamos o esforço para que não sejamos nós motivo dessa tristeza no seu coração. Lembrando que a verdadeira bem-aventurança, felizes de verdade são aqueles que ouvem e cumprem e observam e praticam aquilo que foi ensinado pelo querido mestre do amor. Agradeçamos a Jesus por esse encontro que passa rápido, esse breve encontro que aquece o nosso coração, nos ajuda a tê-lo bem mais pertinho de nós, nos preparando agora para recebermos o coroamento, a culminância do tratamento

se encontro que passa rápido, esse breve encontro que aquece o nosso coração, nos ajuda a tê-lo bem mais pertinho de nós, nos preparando agora para recebermos o coroamento, a culminância do tratamento que começou quando nós adentramos a essa casa nas cabinhas de passe. Querido mestre, nós te agradecemos pelo esforço amoroso de nos trazer aqui nessa tarde. Nos ajude a manter essa energia, essa vibração sintonizada com os irmãos do plano maior. Fortalece em nós a disposição de sermos a cada instante um pouquinho melhores do que fomos outrora. Ajuda-nos, Senhor, a refletir nos nossos atos a verdade que o Senhor é nas nossas vidas. Abençoa cada irmão presente. Abençoa aqueles que nos ouvem pelas mídias sociais ou que nos ouvirão. Abençoa-nos a todos. Abençoa os nossos entes queridos que neste momento povoam o nosso coração e o nosso pensamento. Abençoa os nossos irmãos desencarnados que aqui se encontram em tratamento e em orientação. Abençoa aos trabalhadores desta casa que permitem que possamos estar aqui neste momento de encontro e de reflexão. nos proteja e nos guarde no retorno aos nossos lares e nos ajude, mestre, a permanecermos sempre contigo. Que assim seja. Nós pedimos que todos mantenham o silêncio, o coração sintonizado com plano maior, para que esse trajeto até a cabine possa ser feito de forma tranquila, serena, para que todos recebamos agora as energias que viemos aqui buscar. Fiquem em paz. Que Jesus os abençoe. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à

no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos

ta a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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