A SEDUÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS E A FRAGILIDADE - PEDRO ZAÚ [19° Sem. de Dependencia Química]

Comunhão Espírita de Brasília 19/11/2025 (há 5 meses) 1:20:26 376 visualizações

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Transcrição

a perfeição. [música] que eu entendi [música] qual o valor dessa missão [música] foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, [música] buscando a ti. Obrigado, comunhão [música] espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. Boa noite, sejam todos bem-vindos a essa casa de Jesus. Boa noite aqueles que nos assistem pelo pela TV Comunhão, por aqueles Boa noite para aqueles que vão nos assistir, né, em outra oportunidade. Sejam todos bem-vindos. Sintam-se todos abraçados e acolhidos. Para aqueles que estão vindo essa semana pela primeira vez, né, eu quero dizer da nossa alegria, da nossa alegria na diretoria de atendimento e orientação a nossa DAL. Porque nós estamos no nosso 19º seminário do grupo Miozotes. E o grupo Miozotes é o grupo de ajuda mútua, né? Mútua, ajuda, ajuda mútua, que se dedica ao cuidado com os nossos irmãos que têm comprometimento com drogas, com seus familiares, com seus amigos. Então, pra gente eh olhar para trás e ver que ao longo desses 19 anos essa atividade permaneceu ininterrupta. Mesmo durante a pandemia, o nosso seminário não deixou de ser realizado. As reflexões, as oportunidades de consolo que essa diretoria traz aquelas almas em sofrimento pelo adoecimento em virtude das drogas. Então, pra gente é uma imensa alegria estar aqui com vocês mais esse ano. Então, quem tiver interesse, pode buscar lá no canal do YouTube, ver os nossos seminários anteriores e este compartilhar, né? De seu like, compartilham para que as mensagens que aqui são trazidas, as partilhas que aqui são feitas possam chegar aos corações que necessitam. E o grupo Miozotes, né? Às vezes as pessoas perguntam: "Mas por que grupo miozotes?" Meio é uma flor delicada e essa flor delicada simboliza pra gente metaforicamente

egar aos corações que necessitam. E o grupo Miozotes, né? Às vezes as pessoas perguntam: "Mas por que grupo miozotes?" Meio é uma flor delicada e essa flor delicada simboliza pra gente metaforicamente aqueles nossos filhos que exigem um pouco mais de atenção da nossa parte, um pouco mais de cuidado, que demandam uma atenção redobrada, dada a sua impulsividade, dada a sua capacidade de transitar. estar nas nos extremos, né, de um extremo ao outro, demandando dos pais, demandando dos familiares um cuidado especial. Então essa é a metáfora do nosso grupo Miozotes com aqueles irmãos que demandam de nós cuidado cheio de muito amor. E esse ano o nosso tema do seminário é sobre a libertação interior, o despertar da consciência para a vida real. E ontem a nossa irmã Márcia Cirotô começou essa jornada conosco, nos trazendo uma reflexão sobre a liberdade. Afinal de contas, né, o que que é liberdade? E ela fez uma caminhada muito interessante e muito provocativa. Então eu deixo aqui o convite para aqueles que não assistiram, que possam ir lá no canal do YouTube e assistir a reflexão proposta pela Márcia. E hoje nós caminhamos um pouco mais nesse assunto para que a gente possa ir ao longo dessa semana se debruçando sobre vários aspectos dessa temática à luz da doutrina espírita. E para que nós possamos nos harmonizar, para que nós possamos continuar de mãos dadas com a querida espiritualidade amiga que nos orienta, que nos intui, que nos acolhe nessa casa. Eu convido o nosso irmão Tomás Rosa, que é conselheiro da nossa diretoria de atendimento e orientação, para fazer a nossa prece inicial. irmãos que estão nos acompanhando e vamos elevar nosso pensamento a Jesus, nosso irmão maior, nosso mestre, para agradecer por mais esta oportunidade de aprendizado. para nós vivermos melhores a cada dia. Agradecemos também ao mentor da nossa casa, Bezer de Minez, e ao mentor da nossa diretoria de atendimento e orientação, José Grosso, e a tantos outros encarnados e desencarnados que nos acompanham, que

gradecemos também ao mentor da nossa casa, Bezer de Minez, e ao mentor da nossa diretoria de atendimento e orientação, José Grosso, e a tantos outros encarnados e desencarnados que nos acompanham, que nos ajudaram a estar presente neste momento. Que nós possamos, Jesus doar o nosso melhor, que o nosso palestrante Pedro Paulo Zaú possa trazer o que nós estamos necessitando, que ele possa continuar fazendo esse trabalho abençoado que tem feito aqui nesta casa, doando o melhor que ele possui. E nós sabemos, Jesus, que esse é o nosso propósito, trabalhar para o bem. E é isso que nós queremos realizar neste seminário desta semana. E hoje estamos aqui para mais um dia de trabalho. Agradecemos sempre dizendo graças a Deus e graças a ti, Jesus. Que assim seja. Como Tomás já nos adiantou, né? O nosso palestrante da noite é o nosso irmão e trabalhador aqui da nossa casa, Pedro Paulo Zaú. E ele vai nos trazer uma temática hoje referente à sedução das substâncias psicoativas e a fragilidade do espírito. Então, sem mais delongas, Pedro Paulo, seja bem-vindo. A palavra é sua. >> Boa noite a todos. Todos me ouvem aí atrás bem? OK. Queria primeiramente agradecer a Deus pelo dia de hoje e principalmente por estar reencarnado. Eu tenho, toda vez que eu começo uma palestra, eu me lembro disso. E eu acho que a gente tem que dar muita importância à reencarnação, porque primeiro que é uma é um é um mecanismo da lei de Deus, né? uma misericórdia divina para que todos nós possamos continuar a nossa busca pela evolução, por escolhas mais acertadas, pelo resgate de cometimentos de erros do passado, mas principalmente eu acho que a cada reencarnação abre-se um universo muito grande de possibilidades que a vida nos oferece. E sem falar também que não é tão simples e fácil a gente reencarnar, né? A gente precisa merecer também essa oportunidade, a gente precisa se comprometer com essa oportunidade. E fazendo uma associação com o tema, queria agradecer mais uma vez a Rute por ter me convidado para est aqui.

sa merecer também essa oportunidade, a gente precisa se comprometer com essa oportunidade. E fazendo uma associação com o tema, queria agradecer mais uma vez a Rute por ter me convidado para est aqui. Esse tema é um tema muito pessoal, porque eu tive um familiar dependente químico na minha casa por muito tempo. Foi meu pai, já faleceu. E tem um irmão mais novo que usou drogas, eu acho que por mais de 25 anos. Graças a Deus e ao filho dele. Ele tá quase 10 anos limpo. Mas não é fácil. É uma jornada muito difícil. Achei interessante que a companheira falou no início, né, que realmente existem irmãos nossos que ainda se encontram em fases evolutivas em que demandam muito cuidado, muita paciência, muita tolerância, muita caridade. E é interessante porque eu aprendi nos grupos de ajuda mútua que eu já passei, né, com a minha família por conta da dependência química do meu irmão e também dentro da doutrina espírita que hoje a gente tem essas pessoas, esses irmãos nessa condição, mas talvez ontem fui eu que estava nessa condição. Nada me garante que eu já não passei por esses processos, por essas escolhas, por essa eh eu acho que essa escolha de se escravizar-se a uma dependência química, a uma substância química, mas principalmente hoje preparando a palestra, eh eu trouxe aqui um um texto de Hamed e ele associa muito essa questão da dependência química ao medo de viver, ao medo de enfrentar o que a vida tem para nos oferecer. E faz todo sentido, porque quando você contrai qualquer tipo de vício, é porque você tá querendo fugir de uma realidade, né? É porque você não tá achando que você é capaz de de lidar com aquilo que a vida te propõe. É quando você não se vê em condições, talvez por crenças limitantes, por uma série de fatores, de aproveitar as oportunidades que a vida oferece. E aí, por uma questão de sistema de recompensa recompensa que o cérebro faz, vai já falar disso, a gente termina escolhendo a opção, entre aspas, mais fácil, que na verdade não é fácil, é a mais difícil,

í, por uma questão de sistema de recompensa recompensa que o cérebro faz, vai já falar disso, a gente termina escolhendo a opção, entre aspas, mais fácil, que na verdade não é fácil, é a mais difícil, porque gera mais dificuldades, retarda a nossa evolução, gera sofrimento, gera dor, gera uma série de situações que a princípio é uma sedução muito grande, né? mas depois termina gerando uma série de desafios enormes. Mas vamos lá, vamos ver o que que a gente trouxe aqui. Eh, uma você falou agora sobre provocação, né, que a Márcia fez aqui ontem, uma provocação que eu acho interessante pra gente. Eh, uma vez eu virei para um, eu vou utilizar esse termo para um padrinho espiritual e eu perguntei dele. Meu irmão ainda estava na ativa das drogas, usando muitas drogas. E eu queria ajudar meu irmão de alguma maneira a parar. Aliás, é um comportamento natural da família querer controlar o uso de droga do dependente químico, né? E aí eu virei para ele, eu disse para ele, o nome dele era Magalhães. Eu disse: "Magalhães, como é que eu ajudo o meu irmão a parar de usar droga?" Ele sorriu. Ele disse assim: "É muito simples". Quando você começar a se ajudar, você vai ter condição de ajudar ele, porque a dificuldade que tem dentro de você é a mesma dele. O que muda é o objeto do vício, mas a dinâmica é a mesma. e ele tava certo. Eh, eu depois entrei num processo terapêutico muito muito grande de análise, de reforma íntima e isso foi fundamental para eu compreender o estado emocional, o estado espiritual, o estado eh psiconeurológico do meu irmão e poder ofertar ele algum tipo de ajuda eficaz, porque eh Ramed fala aqui, eu vou trazer fazer o texto dele sobre os vícios e ele vai listando aqui pra gente como é que se compõe a questão do vício. E aí a minha provocação aqui durante esses minutos que a gente vai falar é para vocês tentarem trazer toda essa dinâmica do vício que a gente vai falar aqui hoje e da recuperação para os vícios que vocês têm, que nós temos, não apenas encarar o dependente

a gente vai falar é para vocês tentarem trazer toda essa dinâmica do vício que a gente vai falar aqui hoje e da recuperação para os vícios que vocês têm, que nós temos, não apenas encarar o dependente químico com o vício dele da droga, mas sobre também refletir sobre as nossas dependências, sejam químicas, emocionais, espirituais, relacionais também químicas, né, de outras formas. Tá bom? Eu trouxe esse, eu eu trouxe alguns pontos do Ramed. Ramed é um autor que eu sempre gosto e ele tem o livro As Dores da Alma, em que ele traz dois textos sobre o vício. E eu marquei aqui algumas coisas. Ele diz assim, ó: "O vício pode ser um erro de cálculo na procura da paz e serenidade, porque todos queremos ser felizes e ninguém inconscientemente busca de propósito viver com desprazer, aflição e infelicidade." Isso é verdade. Primeira coisa que a gente precisa perceber é que se tem alguém que está se autodestruindo por qualquer tipo de vício, ali tem uma dor e um sofrimento, tá? Depois mais embaixo, ele diz assim: "Os dependentes, ah, desculpa, gente, pera aí. Eu vi que tava todo mundo olhando para mim aqui, nem percebi que eu não estava colocando na tela. Pera aí só um pouquinho. Pronto. Aqui diz assim: "Os dependentes negam seu medo e se escondem à beira do caminho. Interrompem a procura existencial, dificultando assim o fluxo do desenvolvimento espiritual que acontece através da busca do novo. A evolução tudo melhora. sempre esteve e sempre estará desenvolvendo, desde os menores reinos da natureza até as mais complexas estruturas da consciência humana. Então aqui Ramed vem colocando como a raiz principal dessa desestruturação psíquica que nos leva a depender de uma substância química a partir da questão do medo. Ele continua aqui embaixo. vício. Os vícios ou hábitos destrutivos são, em síntese, métodos defensivo que as pessoas assumiram nesta existência ou mesmos trazem de outras encarnações como uma forma inadequada de promover segurança e proteção. Não sei se vocês já tiveram oportunidade

métodos defensivo que as pessoas assumiram nesta existência ou mesmos trazem de outras encarnações como uma forma inadequada de promover segurança e proteção. Não sei se vocês já tiveram oportunidade de ouvir o depoimento das pessoas que são dependentes de droga, de álcool. Elas vivem um medo constante, uma paranoia constante, um estado de aflição constante. É exatamente o que ele tá falando aqui. E eles buscam a droga como uma maneira de aliviar esse processo. Como organizamos nossa personalidade? Como eram as crenças dos adultos com os quais convivemos na infância? Que tipo de atos permitimos ou proibimos entrar nesse processo? Quais as linhas de condutas que nos foram fechadas ou os quais ou quais os modelos de vidas que priorizamos em nossa organização mental? Aqui RAM começa a fazer um questionamento sobre a raiz dos medos. Primeiro ele fala que a gente busca a a substância como uma forma de se proteger e de se aliviar. E aqui ele começa a refletir da onde vem esse medo, da onde vem essa desestrutura, da onde vem essa falta de autoconfiança, essa falta de capacidade, de coragem para poder se desenvolver. E aí, na maioria dos textos, a maioria dos autores espirituais que que tratam da psicologia humana, Joana fala muito bem disso, eh, Dr. Inácio, o próprio eh Hamed, ele vai fazer o processo para que a gente analise a forma como a gente desenvolveu esses conceitos. E aí ele pede pra gente olhar a maneira como nós fomos educados, como nós fomos criados. Ele pede pra gente olhar as experiências de vida que nós desenvolvemos enquanto criança e adolescente e pede também para que a gente verifique a cultura que a gente está inserido e como que a gente está se adaptando a esse processo, porque tudo isso pode trazer conflitos ou eh deturpações a nível de percepção de vida que vai desaguar numa dor psíquica que, por sua vez vai ser aliviada, pelo eh ordinariamente, né, inicialmente pelas substâncias químicas. E ele pede pra gente fazer essa reflexão. Mas aqui embaixo ele disse assim, ó:

numa dor psíquica que, por sua vez vai ser aliviada, pelo eh ordinariamente, né, inicialmente pelas substâncias químicas. E ele pede pra gente fazer essa reflexão. Mas aqui embaixo ele disse assim, ó: "Precisamos revisar nossas concepções sobre os vícios. Não podemos entendê-los como uma problemática que abrange exclusivamente delinquentes e vadios. Em verdade, viciados são todos aqueles que se enfraqueceram diante da vida e se refugiaram na dependência de pessoas ou substâncias. E aí entra naquilo que eu falei anteriormente, né? É, eh, é óbvio que a dependência química, ela tem um poder de autodestruição, de disfuncionalização da vida muito grande, mas nós temos vários outros tipos de dependência que também nos disfuncionalizam, que também nos autodestrói, que também nos limitam, né, que nos prendem a em termos de possibilidade de evolução. E é preciso que a gente compreenda isso. Lembra que eu falei para vocês que o meu amigo disse: "Tu só vai ajudar seu irmão quando você começar a compreender o que existe dentro de você". Então, ó, o poder de destruição da droga é muito maior, mas a dinâmica quando a gente se torna dependente de alguma coisa ou de alguém é a mesma. A gênese do processo, a origem do processo, a causa, ela é a mesma, ela não muda, tá? Ele diz aqui pelas crenças tradicionalistas, os dependentes químicos são taxados de criminosos e vagabundos. Para nós, no entanto, representa, acima de tudo companheiros do caminho evolutivo, merecedores de atenção e entendimento. Por serem carentes e sofridos, entregaram sua força de vontade ao poder dos tóxicos, procurando se esquecer de algo que talvez nem mesmo eles saibam, ou seja, eles próprios. pois não aguentaram suportar seu mundo mental em desalinho. Eh, para mim que trabalho com transtornos psicológicos de todas as ordens, muita das vezes, e aqui é uma é uma é uma é uma reflexão paraa família, como é que eu lido com uma pessoa que se autodestrói através da droga? Como é que eu tenho empatia com essa pessoa? Como é que eu tenho compreensão?

qui é uma é uma é uma é uma reflexão paraa família, como é que eu lido com uma pessoa que se autodestrói através da droga? Como é que eu tenho empatia com essa pessoa? Como é que eu tenho compreensão? Como é que eu tenho paciência e tolerância com essa pessoa? Todo e qualquer tipo de adoecimento, gente, que um ser humano tem e que eu me proponho a ajudá-lo, eu preciso compreender, eu vou usar essa palavra, tecnicamente o adoecimento daquela pessoa. Por quê? Porque senão eu vou correr o risco de entrar numa análise sobre o outro a partir de achismos. E quando a gente entra nosismo, a gente tem uma grande probabilidade de errar a nossa percepção e a nossa atuação diante do problema. Então, a primeira coisa que eu oriento pros familiares, procure saber tecnicamente o que que é o que que é quando uma pessoa se torna dependente química ou dependente de qualquer coisa ou que tem um transtorno, uma doença qualquer. Porque hoje a ciência de maneira geral, as filosofias, as doutrinas religiosas, elas já mapearam bastante sobre isso, já tem muita informação. Esse seminário, inclusive, é uma grande oportunidade. A Rut tá aí junto com todos os colaboradores, já quase duas décadas, fornecendo informações técnicas, seja do ponto de vista físico, mental, espiritual, energético, porque tudo que acontece dentro da gente é multidimensional, vai estar correlacionado com todas as nossas dimensões. E quanto mais a gente compreender isso, a gente sai de uma visão, como ele tá falando aqui, tradicionalista, preconceituosa, ignorante. As a a humanidade, ela só se ajuda, ela só consegue ajudar o outro a partir do momento que ela entende qual é a verdade que tá dentro do outro, não a verdade que você acha que existe. E isso é um processo empático, né? Então ele fala aqui, deixa eu ver se tem mais algumas coisas. Tem aqui, ó. Os dependentes são julgados por muito como criaturas intencionalmente indolentes, por outros, de forma precipitada, como parasitas sociais, desocupados, improdutivos e preguiçosos.

oisas. Tem aqui, ó. Os dependentes são julgados por muito como criaturas intencionalmente indolentes, por outros, de forma precipitada, como parasitas sociais, desocupados, improdutivos e preguiçosos. Mas sem qualquer conotação ou justificativa de tirar-lhe a responsabilidade por seus feitos e decisões, não podemos esquecer de que o o peso do fardo que carregam lhes dá tamanha lacidão energética que passa a viver em constante embriaguez na alma entre fluidos de abatimento, fadiga e tédio. não são inúteis deliberadamente, mas se utilizam sem perceber do desânimo que sentem como estratégia psicológica para fugirem à decisão de arregaçar as mangas e enfrentar a parte que lhes cabe realizar na vida. Eh, há uma disfuncionalidade muito grande com esses irmãos. H inclusive uma das estratégias de manejo que eu às vezes sugiro paraas famílias é realinhar suas expectativas em detrimento da evolução desse irmão. Porque em muitos casos esse espírito que está hoje na drogadição, a meta dele não vai ser eh estudar, ter uma faculdade, ter uma profissão, ter uma família, ter filhos, pagar as contas e se aposentar. Às vezes não vai ser. Por quê? Por causa do nível evolutivo que ele se encontra e do comprometimento que ele está diante da dependência química. Tem muitos deles que a meta vai ser não se matar, por exemplo, que já é um grande avanço do ponto de vista das sucessivas reencarnações e do processo evolutivo que vai se ter. Então, é muito importante que a gente compreenda esse processo todo, que não é fácil, porque a família é natural. Se eu tenho um filho ou uma filha, eu vou querer que esse filho se desenvolva naturalmente, estudando, trabalhando, talvez tendo sua família, fazendo as coisas que a vida oferece. E quando a gente percebe que o ente querido ele não dá conta disso, é muito difícil a gente realar essa expectativa, né? Mas vamos lá. O tema fala pra gente sobre, isso aqui é só uma introdução do Ram que eu achei importante, sobre a questão da sedução das substâncias psicoativas e a

a gente realar essa expectativa, né? Mas vamos lá. O tema fala pra gente sobre, isso aqui é só uma introdução do Ram que eu achei importante, sobre a questão da sedução das substâncias psicoativas e a fragilidade do espírito. O que que esse texto tá falando pra gente? simples. Ele tá dizendo, gente, existe uma questão psiconeurológica, aonde essa substância química, álcool, cocaína, maconha, LSD, ela introduz no nosso cérebro, no nosso sistema nervoso central e ela vai ter uma transformação a nível mental, a nível psicológico, a nível emocional e que isso tem uma repercussão também no processo espiritual. O processo espiritual, ele tem uma repercussão antes de usar a substância. Por quê? Porque dependendo da condição do meu espírito, o meu contato com a substância química, com todas essas que eu falei, ela vai ser determinada se eu vou gerar uma dependência ou não. Exemplo, se eu sou um espírito que eu já tive várias vidas e eu consegui compreender as leis morais, o processo de evolução, a minha condição como ser em evolução na vida eterna, se eu consigo começar a ter mais sabedoria e maturidade, o livro dos espíritos, ele fala da escala espírita, se eu não me engano, se eu desenvolvo ciência, bondade e sabedoria, né? ele fala lá dos dos três pilares que chega no no espíritos perfeitos. Se eu começo a desenvolver isso e eu tomo um gole de álcool ou utilizo alguma substância, essa substância ela não vai ter o poder de gerar uma dependência para mim, porque eu já tenho uma certa evolução espiritual. Mas se o meu espírito ainda tá cambaleando em sucessivas vidas, indo e vindo com dificuldades, com lacunas emocionais, com lacunas psicológicas, com lacunas relacionais, talvez o contato com essa substância vai fazer com que eu os torneo, calmantes ou aliviantes da minha dor. E aí eu posso gerar um processo de dependência química, correto? E como que isso se dá? A gente tem aqui na visão científica, a neurociência nos revela como as substâncias alteram os circuitos cerebrais, criando os padrões de

ocesso de dependência química, correto? E como que isso se dá? A gente tem aqui na visão científica, a neurociência nos revela como as substâncias alteram os circuitos cerebrais, criando os padrões de dependência. Eh, existem alguns organismos físicos, neurológicos, que eles já estão predispostos a um processo de dependência química. Da mesma forma como existem organismos que estão predispostos a desenvolver vários tipos de dependência. Pedro, da onde vem essa predisposição? Das minhas sucessivas vidas anteriores que eu vou acumulando isso na minha bagagem, no meu perespírito, que é o meu corpo espiritual, que é minha matriz espiritual. Tudo que eu vivo numa vida fica registrado nessa matriz e eu vou levando ela de vida em vida, correto? Na visão espírita, ele diz o quê? amplia nossa compreensão ao mostrar que o vício transcende o corpo físico, afetando o espírito imortal e suas vinculações energéticas, compreendendo assim que a verdadeira libertação exige também o tratamento da questão espiritual. Então, tanto a causa quanto a solução de um tratamento de dependência química ou de qualquer outro tipo de dependência vai vir da minha experiência física, da minha experiência mental e da minha experiência espiritual e energética. Por isso que todos os tratamentos, todos os protocolos de tratamentos voltados pr principalmente paraa dependência química, ele é multidimensional. E aqui não vai ser diferente. Como é que funciona a neurobiologia da sedução? Eh, às vezes chega algumas algumas mães, principalmente para mim, diz assim: "Pedro Paulo, meu filho tá fumando, tá bebendo, tá usando maconha, não sei o quê". Eu já disse para ele que isso é horrível. Eu disse: "Ele não vai acreditar em você". Ela disse: "Por quê?" Ela disse, porque não é horrível. Quando você eh bebe, fuma, usa drogas, dependendo da sua condição psíquica, aquela experiência ela é fantástica pro teu cérebro, porque o teu cérebro tá sofrendo, o teu coração tá machucado, o teu espírito tá fragilizado. E aquela substância, quando ela entra no

ção psíquica, aquela experiência ela é fantástica pro teu cérebro, porque o teu cérebro tá sofrendo, o teu coração tá machucado, o teu espírito tá fragilizado. E aquela substância, quando ela entra no teu sistema nervoso central, na tua corrente sanguínea, ela vai promover uma série de situações recompensatórias àquela dor que você tá sentindo. E como é que ocorre isso? Ele fala aqui, ó, primeiro, sistema de recompensa. O núcleo acumbes e a área t mental ventral liberam dopamina em resposta ao prazer, criando memórias intensas de satisfação. Eu trouxe essa imagem aqui só para vocês, não sei se dá para ver daí direito, para vocês perceberem que nós temos vários sistemas de recompensação, de recompensa no nosso cérebro. Quando a gente se alimenta, quando a gente faz sexo, quando a gente tem uma alegria, quando a gente bebe, quando vários, o cérebro ele tem essa capacidade de através da experiência que eu tenho, seja com substância ou com pessoas ou com relações, isso vai gerar um retorno para mim que pode ser um retorno muito bom. Então, a primeira coisa que a gente tem que ajustar no discurso, principalmente familiares, é a droga, ela traz sim um prazer muito grande. Inicialmente, ela vai entrar no teu sistema neurológico e vai a disparar um sistema de recompensa. E é isso que leva a pessoa a continuar buscando por causa desse sistema de recompensa. O problema é que dependendo de como ela entra para funcionar, dependendo de como você a utiliza esse prazer, a princípio, ele vai se tornar o quê? Um desprazer e uma disfuncionalidade. Porque a questão toda não é o uso, é o abuso de qualquer coisa, até água. Eu tenho que beber água, mas se eu abusar disso, eu vou provavelmente danificar meus órgãos internos, né? Dito isso, como é que funciona o processo? A partir do momento que essas substâncias entram no nosso cérebro, elas fazem um disparo dopamédico. O que que é dopamédico? Tá ligado à dopamina. Dopamina é uma dos hormônios do prazer, gente. Tem a endorfina, adrenalina, dopamina. Tem uma

s entram no nosso cérebro, elas fazem um disparo dopamédico. O que que é dopamédico? Tá ligado à dopamina. Dopamina é uma dos hormônios do prazer, gente. Tem a endorfina, adrenalina, dopamina. Tem uma galera aí que faz com que a gente se sinta bem, com que se a gente sinta feliz, com que a gente tenha motivação, correto? Então, a dopamina é uma delas. A droga, ela libera isso dentro do nosso cérebro. E há um sequestro neural. O cérebro passa a priorizar substância acima de necessidades vitais, alterando circuitos de decisão e controle de impulso. Porque aí o que que acontece? A partir do momento que o cérebro sabe que aquilo ali é bom, o que que ele vai dizer para mim? Toda vez que eu tiver uma descompensação, ele vai dizer: "Olha, tem aquela substância que quando você coloca aqui, equilibra tudo e fica tudo bem". Eu eu atendo um um adolescente de 17 anos. A mãe dele chegou para mim dizendo que ele não ia mais sair porque ele ficava bebendo, bebendo, usando droga. Aí eu fui conversar com ele, di, por que que tu bebe? Ele disse: "Ah, porque o pessoal bebe". Ele disse: "Mas o que que tu sente com a bebida? Qual é a função dela para ti?" Aí ele pensou, ele disse assim: "Eu tenho mais coragem de falar com as meninas." Aí eu disse: "Ah, entendi. Então tem uma função. Você é introvertido, você é tímido, você não consegue falar. Quando você bebe, né, libera algo e você vai lá e fala com as meninas e pode até ficar com as meninas. Aí eu disse para ele: "Pois é, mas só que tu tá vendo que quando tu bebe, às vezes tu vai para outra droga, aí tu cria uma confusão com a tua família, tua família não deixa tu sair, aí mela tudo." Eu disse: "Será que tu conseguiria sair, não beber, falar com as meninas e a tuas tua família deixar ficar de boa com isso?" Aí ele disse assim para mim: "E consegue fazer isso?" Pedro falou? dis consegue consegue fazer isso. Se você tiver disposto, eu posso te dar algumas informações, você experimenta. Conclusão, um dos objetivos terapêuticos é fazer

"E consegue fazer isso?" Pedro falou? dis consegue consegue fazer isso. Se você tiver disposto, eu posso te dar algumas informações, você experimenta. Conclusão, um dos objetivos terapêuticos é fazer com que ele desenvolva habilidades sociais para conversar com as pessoas, leia-se com as meninas, sem o álcool. Não é que ele não possa tomar o alco e conversar, mas o problema é quando você começa a condicionar, aí entra aquilo que o remédio tá falando, o medo que a gente tem, a gente não se sente capaz, a gente não se sente isso, aí a gente começa a usar as bengalas. E aí a última sessão que a gente teve, ele amanhã eu vou ter sessão com ele, ele vai me dizer o resultado. A gente treinou, ora eu era menina, ora ele era o menino, às vezes virava. Porque a gente dentro da da do processo de psicoeducação das habilidades sociais, a gente tem uma série de informações e de componentes que ajudam a pessoa a raciocinar antes de falar com alguém. É porque às vezes a gente já faz isso no automático, a gente não para para pensar. Mas a psicologia ela mapeou tudo isso e tem como eu estudar sobre isso, entende? Então são fatores que eu posso fazer gerar eh a gente chama de reguladores naturais sem necessariamente do químico, mas às vezes o químico ele entra como um fator de desinibição, porque ele vai destravar medo, insegurança, ele vai amortecer, na verdade essas emoções negativas pra pessoa poder se sentir mais confiante. Esse é um processo da sedução dessas substâncias, tá? O circuito da dopamina, eu não vou falar nisso porque eu já gastei aqui para variar meia hora. Então vamos vamos adiante. Ó, como é que ocorre o processo da sedução? Aqui a gente tem alguns alguns tópicos. Primeiro, há um desconforto emocional, ou seja, todos nós, por sermos espíritos medianos, o que que são espíritos medianos? São espíritos imperfeitos, né? Eu não sei se todos vocês sabem, mas a doutrina espírita, ela diz que os planetas eles evoluem. em várias fases, começa com planeta primitivo, prova expiação, regeneração,

o espíritos imperfeitos, né? Eu não sei se todos vocês sabem, mas a doutrina espírita, ela diz que os planetas eles evoluem. em várias fases, começa com planeta primitivo, prova expiação, regeneração, eh, de tos celestes. E nós, seres que habitamos os planetas também vamos evoluindo. Lá no livro do espírito, eles vão falar dos da escala espírita, que são espíritos de primeira ordem, de segunda ordem, de terceira ordem, de subclasse. Então, a gente tem uma trilha de evolução para cumprir planetária, individual. Segundo nos falam, nós estamos na metade do caminho, nós estamos entrando no terceiro nível de evolução da Terra e, provavelmente nós também estamos na metade do nosso desenvolvimento individual. Dito isso, nós somos imperfeitos e as nossas imperfeições vão levar a gente a cometer erros e os erros geram consequências. Essas consequências vão gerando culpa, revolta, insegurança, medo, raiva, ansiedade, uma série de sentimentos negativos. Se a gente conseguisse ser 100% humilde, o que que a gente ia fazer? A gente ia realmente, olha, eu sou isso, tô tenho todas essas emoções negativas, eu vou abraçar isso e vou tentar melhorar. Só que nós ainda não temos essa humildade. Nós temos ao contrário o quê? O orgulho. E o orgulho, quando a gente se depara com algum defeito nosso, o que que a gente quer fazer? A gente quer mostrar para todo mundo ou a gente quer esconder? A gente quer esconder, né? A gente esconde os nossos defeitos e começa até a mentir sobre qualidades que nós não temos. As pessoas às vezes acreditam na gente sobre isso, acreditam. Algumas sim, outras não, mas tem uma dimensão nossa que não acredita nisso, nessa história, nessa lorota, que é a nossa consciência. A nossa consciência sabe que nós estamos querendo nos autoenganar e enganar os outros. E essa consciência, ela começa a gerar pra gente o que eu chamo de divina insatisfação. Eu começo a não sabe, eu sei que tem alguma coisa que eu não teria que fazer, mas eu tô fazendo. Essa insatisfação toda, esse

ência, ela começa a gerar pra gente o que eu chamo de divina insatisfação. Eu começo a não sabe, eu sei que tem alguma coisa que eu não teria que fazer, mas eu tô fazendo. Essa insatisfação toda, esse desconforto, esse conflito interno vai me gerar um desprazer. E esse desprazer, lembra que o cérebro ele sempre busca, quando eu tô eh sofrendo, ele busca uma forma de recompensar isso, porque tá dentro do nosso da nossa lei de evolução, de progresso, do nosso instito de conforto. Foi isso que tirou a gente lá das cavernas e trouxe hoje para casas, apartamentos, com ar condicionado, é a nossa capacidade de buscar sempre melhorar. Isso tá dentro da lei da evolução e lei do progresso. Quando eu começo a sentir um desconforto, eu tenho que compensar isso, eu tenho que equilibrar isso. E aí eu vou atrás de situações, pessoas, relações e coisas que me aliviam. São as chamadas fugas. E essas fugas elas podem ser várias. Trabalho. Trabalho é fuga. É o quer rol que ir. Tem a turma que é viciada em trabalho, comida, leia-se eu, cigarro, bebida, sexo, jogo. Por quê? Porque essas atividades elas vão gerar um prazer momentâneo. E aí eu alivio o conflito interno. Só que depois que passo o prazer, eu volto para onde? Pro conflito. E aí o cérebro diz de novo, tem que resolver isso. O certo do conflito é o quê? autoconhecimento, reforma íntima, reforma espiritual, evolução, caridade, todo o processo. A gente faz isso de uma vez só? Não. E aí eu vou elegendo essas fugas para gerar a tal da dopamina no meu cérebro. A questão é que quando eu vou a primeira vez lá, por exemplo, eu vou lá e bebo a primeira vez e alivia minha mente. Ótimo. Aí passa a bebida, volta o problema. Aí eu digo: "Pô, eu posso beber de novo?" Eu vou lá e bebo de novo. Ótimo. Passa, volta o problema. Quando eu começa a girar esse ciclo, eu vou degenerando a minha vontade. A minha vontade ela tem cinco níveis. Deixa eu ver se eu busco aqui rapidinho. É mais ou menos isso aqui. Aqui, ó. Olha os graus da minha vontade.

girar esse ciclo, eu vou degenerando a minha vontade. A minha vontade ela tem cinco níveis. Deixa eu ver se eu busco aqui rapidinho. É mais ou menos isso aqui. Aqui, ó. Olha os graus da minha vontade. Eu começo a primeira vez com desejo. Depois a minha vontade torna-se um feitiço. Depois uma fascinação. Depois uma paixão. Depois uma obsessão. Quando eu chego no nível da obsessão, eu disparo a compulsão e a autodestruição. Todos nós degeneramos a nossa vontade com alguma coisa. todos nós, correto? A questão é o quê? Quando o nível da minha vontade chega no ponto de paixão e obsessão, a minha razão não funciona mais. O meu poder de escolha racional, ele começa a ser corrompido. É aonde o meu sim é não, o meu não é sim. Hoje eu vou pra academia. Eu tô decidido que eu vou paraa academia. Você faz tudo no dia a academia. Hoje eu não vou beber. Você faz tudo menos beber. Então, o que uma das coisas que a gente precisa fazer e a doutrina espírita, ela traz isso pra gente. A maioria dos autores espíritas trazem quando fala da questão do vício. Eu preciso regenerar a minha vontade. Eu preciso trazer a minha vontade para nível aonde a minha razão, a minha matriz de decisão, ela fica preservada. Porque quando eu tô no processo da paixão e da obsessão, a minha matriz não funciona. Até porque essa obsessão ela pode se dar a nível interno com os processos autoobsessivos a partir do meu desejo e dos processos externos através dos obsessores, que são os espíritos que vão se afinar comigo nesse processo, entende? Então, uma um dos processos que a gente precisa prestar atenção é de que forma a minha vontade está degenerada, com quê? Qual é a fuga que eu estou buscando para fugir da minha realidade, para não enfrentar as minhas decisões que eu tenho que fazer da vida, para não eh assumir as responsabilidades que eu tenho que assumir? Porque às vezes o meu processo ele tá se dando porque eu tenho que tomar uma decisão e eu não quero tomar. Eu tô com medo, ou eu tô com com covardia, ou eu

responsabilidades que eu tenho que assumir? Porque às vezes o meu processo ele tá se dando porque eu tenho que tomar uma decisão e eu não quero tomar. Eu tô com medo, ou eu tô com com covardia, ou eu tô sofrendo, ou eu não tenho confiança, ou eu não tenho informação, eu sou ignorante. Existem vários fatores que me colocam nessa condição e que eu preciso começar a avaliar, né, a verificar por que acontece isso. Vamos voltar aqui. Então, o processo da sedução, ele vai se dar a partir desse desconforto emocional. desse desconforto, eu tenho um primeiro contato com alguma substância. Essa substância, ela vai gerar o que a gente chama de reforço positivo, ou seja, ela vai fazer com que eu continue buscando essa essa substância. E aí eu vou buscar a repetição. Eu tenho o ciclo vicioso do processo. A o título que a Rute me passou foi interessante, né? Porque é é a sedução da substância psicoativa. Só que vocês concordam que a a substância psicoativa ela não é um ser racional relacional, ela é um objeto inanimado. Ela ela é tipo esse óculos. Esse óculos ele tem mente para me seduzir? Não, esse óculos é um objeto. Eu posso me colocar numa condição de ficar seduzido por ele, dependendo de como eu encaro, qual é a função dele, o que que ele representa na minha vida. E é assim que a gente acontece o tempo todo. Não som as pessoas que nos seduzem, somos nós que decidimos nos deixarmos seduzir pelas pessoas e pelas coisas, né? Então, que que a gente precisa desenvolver? Qual a outra reflexão? Aqui ele fala que você tem um alívio rápido, mas normalmente você tem uma prisão duradora se você não prestar atenção o quanto você vai degenerando a sua vontade em função daquilo, tá? O ciclo vicioso da dependência, a gente já falou, você tem uma tensão, gatilho, uma emoção, eu vou buscar uma substância, eu vou ter um alívio, às vezes depois que eu tenho, que eu uso a substância. E isso é muito interessante no caso da dependência química, porque a dependência química é um transtorno marginalizado.

ia, eu vou ter um alívio, às vezes depois que eu tenho, que eu uso a substância. E isso é muito interessante no caso da dependência química, porque a dependência química é um transtorno marginalizado. É diferente de uma bipolaridade, é diferente de um câncer. Você não marginaliza uma pessoa que tem câncer, uma pessoa que tem bipolaridade. Você marginaliza o maconheiro, o alcólatra, o dependente químico, o craqueiro, porque existe um uma ignorância e um preconceito muito grande para essa doença. Infelizmente já vem melhorando bastante, né? já tem muita informação, mas muitos que não têm um contato direto com essa realidade eh marginalizam o ser adoecido por esse transtorno e isso faz com que essas pessoas se sintam culpadas, eh, devedoras, que estão errando, que são criminosas em função desse processo. A própria substância, ela já leva a a uma condição de paranoia, de mania de perseguição, de uma série de coisas. E a sociedade também faz isso, né? Nós em geral às vezes cometemos esse tipo de de percepção equivocada. Ah, do ponto de vista interno, a nível de pensamento, falando que a doença ela é multidimensional, a gente tem a questão das crenças limitantes, dos pensamentos distorcidos, que você vai eh se envolvendo, né? Você vai criando uma autopercepção e você vai criando uma visão dos outros sobre você totalmente negativa e distorcida. E isso vai retroalimentando o processo. Aí a gente já sai da parte neurológica pra parte emocional, psíquica, que vai fragilizando mais ainda o espírito, porque o espírito ele já vem com essas crenças, ele já desenvolveu, seja por uma questão da educação familiar, se ele tá num lar disfuncional, seja pelas pelas vidas que ele já passou, pelos erros que ele já cometeu. Eu não sei se vocês já perceberam, mas existem pessoas que elas têm culpas reencarnatórias. Você olha a vida da pessoa desde quando ela nasceu até a vida adulta, ela cometeu pouquíssimos erros, mas ela se sente 100% culpada de tudo. Por quê? Ela não se perdoou dos erros lá

s reencarnatórias. Você olha a vida da pessoa desde quando ela nasceu até a vida adulta, ela cometeu pouquíssimos erros, mas ela se sente 100% culpada de tudo. Por quê? Ela não se perdoou dos erros lá de trás. Ela ainda ela ainda se coloca à margem de ser filho de Deus, de poder, sabe, rever a vida dela, de poder se conectar de novo, de ter a graça, de ter a bênção, de ter uma série de coisas, que, aliás, é um processo eh atávico do nosso inconsciente coletivo em função necessário, é verdade, mas que muit das vezes nós nós trazíamos a nossa fé baseada em medo e punição e dicotômica. ou você era salvo ou você ia pro quito dos infernos. E hoje a doutrina ela vem mostrando que não é assim, né? O processo de regeneração espiritual na nossa caminhada eterna, ele é para todos e ele é eh queiramos ou não, nós vamos evoluir, porque Deus criou as leis para isso, né? Aqui tem a questão dos nossos gatilhos internos e e externos, né? Eh, quem tá no processo de dependência química precisa compreender isso, principalmente quando começa o processo de tratamento e e precisa se prevenir das recaídas, né? Porque muit das vezes a pessoa até ela ela consegue chegar num determinado momento e pedir ajuda e querer buscar e entrar num tratamento, mas eh internamente existem todos os gatilhos que levaram ela aquela condição de subjração às drogas e externamente também com ambientes, com pessoas, com hábitos. Inclusive, eh, isso lá no consultório, eu sempre falo pra pessoa, você quer mudar de vida, você vai ter que renunciar algumas coisas, você vai ter que renunciar rotinas, pessoas, lugares, porque senão você sempre vai ser chamado, você vai ser convocado aquela condição que você já tá acostumado. Todo o processo de mudança, né, tem a música lá que eu quero ser um vaso novo, todo processo para ser um vaso novo, eu preciso remodelar todo toda a situação. E isso às vezes requer renúncia e eu preciso saber o que que eu vou renunciar. E são os gatilhos, sejam internos ou externos. A fuga emocional, a gente já falou que é

o remodelar todo toda a situação. E isso às vezes requer renúncia e eu preciso saber o que que eu vou renunciar. E são os gatilhos, sejam internos ou externos. A fuga emocional, a gente já falou que é uma anestesia interior. Causas espirituais da vulnerabilidade. Agora a gente vai falar sobre a questão espiritual, débitos do passado, provas escolhidas, né, que às vezes me colocam em condições eh de vulnerabilidade em relação a ao vício ou a situação toda que você vai enfrentar. expiação necessária e negligência moral. Essas são algumas condições que a gente traz ou que a gente vai enfrentar a partir da nossa programação reencarnatória. Então, por exemplo, às vezes eu quero vir para cá reencarnar para ajudar a minha filha, mas a minha filha, ela vai vir numa condição aonde ela e eu vamos ser expostos a vários gatilhos, a várias situações em que eu posso falhar e gerar o processo da dependência. Então, muit das vezes eu tenho que pesar isso. Por isso que não existe caminhada de evolução sozinho. Não existe. Ninguém caminha sozinho. Às vezes tem paciente que chegam lá comigo e diz assim: "Pedro, Paulo, eu me sinto sozinho". Eu disse: "Por quê?" "Porque nunca ninguém me ajudou". Eu disse: "Nunca, nunca ninguém te ajudou". Aí eu fico pensando assim: "Como tu tá aqui?" Porque para você nascer precisa de pelo menos um útero, né? Uma mulher com útero. Para você sair da barriga da mulher, precisa de um médico. Para você sobreviver depois saiu da mulher, você precisa de várias pessoas que vão cuidar de você, vão dar de comer, vão dar remédio, vai dar vacina. Depois você precisa estudar, você precisa de professor, você precisa de casa, você não tem dinheiro, você não trabalha. Você viu criança pagando aluguel? Não, alguém tem que pagar aluguel para ti ou então tem uma casa para tu morar, roupa, se tu fica apelado por aí, não vai funcionar. Então assim, ninguém chega a lugar nenhum sozinho, gente. Ninguém. A gente sempre precisa de alguém, mas às vezes a gente tem uma percepção errônea

roupa, se tu fica apelado por aí, não vai funcionar. Então assim, ninguém chega a lugar nenhum sozinho, gente. Ninguém. A gente sempre precisa de alguém, mas às vezes a gente tem uma percepção errônea sobre como isso funciona, tá? O vício é uma prova e uma oportunidade. É todo processo de dor, todo processo de erro, de queda, é uma oportunidade de aprendizado. Aliás, é uma mentalidade que a gente precisa modificar, né? A gente sempre acha que a dor é um castigo, que um flagelo humano é uma punição. Não. Se a gente concebe Deus como a inteligência maior do universo, é óbvio que ele não vai criar uma coisa simplesmente pra gente fazer sofrer e pronto. Tudo que ele disponibiliza pra gente é oportunidade de evolução para que a gente se torne melhor e mais feliz. Se é assim, eu compreender. O problema é que às vezes não compreende assim. O nosso egoísmo quer que sempre a gente não sofra, que a gente não erre e que a gente se errar não tem que sofrer. Alguém tem que cuidar da gente. Mas é exatamente através da pedagogia da dor que eu consigo me sensibilizar pro amor. tem uma um uma das preces lá do final do Evangelho Segundo o Espiritismo, que eu acho que é pedir ajuda pro anjo guardião, alguma coisa, que ele fala assim, eh, ele agradece a Deus porque faz sofrer para salvar. É uma conversa que tem com Deus, é, eu agradeço pelo sofrimento, porque é uma forma de tu me salvar. E quantas vezes nós somos salvos por conta do sofrimento, né? Quantas vezes? Então, o vício, como todas as dores, é uma oportunidade. A influência espiritual no vício, os obsessores, né, espíritos viciados, os vampirizadores. No mundo espiritual, nós, na verdade, nós somos uma réplica do mundo espiritual. Tudo que tem aqui tem no plano espiritual 7, 8, 10 vezes mais. Então, se a gente tem cracolândias aqui, se a gente tem espíritos com dificuldades aqui, encarnados, do modo espiritual, a mesma coisa. E normalmente os espíritos que desencarnam ainda com as dores terrenas, eles vão ficar aqui. Eles não vão querer ser ir

espíritos com dificuldades aqui, encarnados, do modo espiritual, a mesma coisa. E normalmente os espíritos que desencarnam ainda com as dores terrenas, eles vão ficar aqui. Eles não vão querer ser ir para uma colônia e para uma dimensão. E isso gera um processo de obsessão coletivo. Os dependentes químicos sofrem muito com isso. Todos os viciados sofrem com isso. a vampirização energética, uma indução mental que pode ser uma autoindução ou um processo que os espíritos obsessores, vingadores, trevosos fazem com com pra pessoa continuar naquele processo. Quais são as consequências perespirituais? O que que acontece com o corpo espiritual quando você abusa de qualquer substância química? Você vai ter lesões no corpo espiritual, você vai ter embotamento dos centros vitrais. Que que são os centros vitrais? Iis são os chakras, são os pontos de energia que regulam o nosso corpo energético duplo etérico com todas as nossas outras camadas. Então, dependendo do tipo de droga, dependendo de como eu utilizo, isso vai afetar os meus centros vitais e isso vai repercutir nessa em outras vidas. a alteração do padrão vibratório, o comprometimento da mediunidade. Se você tem uma mediunidade e você utiliza as substâncias químicas, isso vai, se a, se a mediunidade já é algo difícil às vezes pra gente ter, né, um equilíbrio com substância química, isso fica mais descontrolado ainda, infelizmente. Tanto que às vezes a gente a gente não consegue eh distinguir o que que é um surto psicótico por conta das drogas, o que que é um processo mediúnico, porque é é é um processo que se intercala, né? Às vezes a pessoa está ali num processo de clareidência, só que a mente totalmente e em devaneio, ela interpreta aquilo de uma outra maneira, achando que é irreal. E nem sempre é irreal. Ele tá vendo o que tá acontecendo no plano espiritual. Mas o processo de interpretação é totalmente distorcido, né? Ah, o perespí intoxicado, o que que acontece com ele? Ele reduz a vitalidade, tá? Energia vital. Eh, e aí é é um

cendo no plano espiritual. Mas o processo de interpretação é totalmente distorcido, né? Ah, o perespí intoxicado, o que que acontece com ele? Ele reduz a vitalidade, tá? Energia vital. Eh, e aí é é um processo de suicídio indireto, né? Ah, há uma vulnerabilidade psíquica para as influências, porque o que que acontece? O tempo todo nós temos um intercâmbio com o mundo invisível. Se eu emboto a minha mente, o que que é embotar? Se eu anestesio a minha mente, se eu entorpeço a minha mente, do ponto de vista do raciocínio lógico, tudo que chegar do plano espiritual aqui para mim, eu viro um patinho para ser conduzido. E esse e essa é uma questão. A gente vê aí muitos casos de apagamentos alcoólicos, a gente vê de crimes que as pessoas não lembram de nada porque estão com as mentes entorpecidas. Então, quando eu entorpeço a minha mente, eu gero essa vulnerabilidade em termos de controle, de autocontrole, seja do meu espírito, do meu corpo, da minha mente, das minhas emoções. Nesse processo, se eu se eu tenho uma mediunidade ostensiva, piora mais ainda esse processo. E o embotamento sensorial, que é a capacidade de de ter a conexão com o meu anjo da guarda, com a espiritualidade amiga e etc, né? A gente precisa integrar essas duas perspectivas, gente. Não existe tratamento de transtorno psíquico, de dependência química, só do ponto de vista físico. Eh, eu me lembro aqui, essa essa essa esse ano ele não vem, né, Rut? O Dr. Wesley fala muito disso o tempo todo. E é verdade, o tratamento ele tem que ser multidisciplinar, incluindo a terapia espiritual, tá? Caso contrário, é muito complexo. Por quê? Porque a gente tem uma, a gente tem multidimensões atuando nesse processo todo, tá? As emoções abrem brechas para isso. O vício como sintonia mental, você começa com pensamento, amplifica, tem o processo obsessivo, tem a ação e o reforço pra gente continuar nesse ciclo. As repercussões psíquicas, que que acontece com a nossa mente? Dissociação. Que que é dissociação? Eu perco a noção

a, tem o processo obsessivo, tem a ação e o reforço pra gente continuar nesse ciclo. As repercussões psíquicas, que que acontece com a nossa mente? Dissociação. Que que é dissociação? Eu perco a noção da realidade, tá? fragmentação, eu começo a não mais reconhecer a minha individualidade, porque eu entro em processo de devaneios, eu fico fragmentado. Tem um autor francês que é é especialista em dependência química. Ele fala que todo dependente químico previamente tem uma personalidade fragmentada, estilhaçada, e ele tenta colar os o os as partes desse fragmento com a droga, só que ele não consegue. E aí ele não consegue perceber, né, quem é ele, quem não é. Há uma regressão moral, porque eu eu não consigo, né, exercer aquilo que o dever e um isolamento espiritual porque eu me desconecto. Apesar que esse isolamento espiritual, leia-se aqui, importante, a espiritualidade nunca nos deixa, nunca nos abandona. Eu que passo a acreditar que eu não tenho nenhuma conexão espiritual no meu devaneio, correto? Mas a espiritualidade está lá o tempo todo amparando, protegendo, conduzindo. Aqui a questão da disciplina mental, a gente tem o evangelho, né, como um guia pra gente que traz todas as boas aventuranças de Jesus como uma uma um roteiro, a prática da vigilância o tempo todo. Aqui é o manejo que a gente fala eh terapeuticamente, né? Quando a gente quer mudar qualquer padrão vibratório, gente, seja a nível de pensamento, comportamento, atitudes, eu preciso de auto monitoramento. E isso começa com os registros. Se você quer mudar alguma coisa, você tem que registrar tudo que acontece com você para você entender os padrões. Caso contrário, você não consegue mudar, né? Isso é muito importante. Acho que é Santo Agostinho que fazia isso no final do dia. Ele sempre revisava todo o dia dele. Hã, é questão 919 do livro dos espíritos. Eu adoro quando tem gente que lê perto de mim. Todo mundo acha que eu leio, gente. Eu não leio muito, tá? Eu não leio não, eu vou falando aqui as coisas da minha

é questão 919 do livro dos espíritos. Eu adoro quando tem gente que lê perto de mim. Todo mundo acha que eu leio, gente. Eu não leio muito, tá? Eu não leio não, eu vou falando aqui as coisas da minha cabeça, eu vou lembrando. Então assim, essa essa essa questão da gente registrar, da gente perceber é muito importante. Se a gente não consegue fazer isso, busca ajuda com alguém que consiga nos nos perceber, né? E aí, a partir do momento em que eu identifico padrões errados, eu tento mudar. Ah, mas eu tenho medo de mudar. Faça isso paulatinamente. Faça isso gradativamente. Você não precisa fazer tudo de uma vez. você ninguém vai mudar do dia paraa noite, ninguém. Um tratamento desse você leva a vida inteira. Treinamento e resolução de problemas e prevenção de recaída, tá? São cinco cinco dicas aqui. Registro de pensamento, experimentos comportamentais, ou seja, fazer coisas diferentes, exposição gradual em relação ao medo, à insegurança, tá? Treinamento e resolução de problema. O que que é isso? e eu começar a achar soluções e alternativas, porque muit das vezes a minha mente fecha, eu acho que eu nunca vou sair daquilo, que eu não tenho jeito, que não tem, tem, tem jeito, tem forma da gente buscar alternativas e prevenção de recaída. Para variar, o tempo vai embora. Eu falo muito, né? e a gente tinha mais coisas, mas deixa pro próxima vez que a que a Rute eh convidar a gente aí para esse processo. Gente, muito obrigado pela pela atenção, né, pela paciência de vocês de estarem aqui, o pessoal da da do do YouTube, do canal da comunhão. Se porventura eu falei alguma coisa aqui que vai contra o Cristo, deletem da sua mente, tá? Mas se eu falei alguma coisa aqui que de repente pode sensibilizar você, outras pessoas que estão sofrendo ao seu redor, tente replicar isso, tente praticar, sabe? Tente ajudar. Eh, a dependência química para mim é um dos maiores dramas que que um ser humano pode viver e a família do ser humano pode viver. Mas nesses, sei lá, acho que tem uns 25

praticar, sabe? Tente ajudar. Eh, a dependência química para mim é um dos maiores dramas que que um ser humano pode viver e a família do ser humano pode viver. Mas nesses, sei lá, acho que tem uns 25 anos, mais ou menos, 30 anos que eu lido com isso, eh, existem soluções, existem mudanças, não é fácil, mas existe. Então, se você tá passando por esse vício ou se você convive com alguém que tem esse vício, busque ajuda de todas as ordens, neurológica, médica, espiritual, tudo o que for. E acredite que tudo tem o tempo, tá? Eh, tem, eu trouxe aqui uma mensagem final da Joan Jane, rapidinho. Ela diz assim: "Não te detenhas no erro cometido. Levanta-te quantas vezes for necessária. A cada queda aprende. A cada queda fortalece-te. A cada queda descobre novas estratégias de vencer. O importante não é a perfeição imediata, mas a direção persistente. Caminha para a luz, mesmo que tropeçando. Ela te espera paciente e amorosa. E é o que eu desejo a Deus para todos nós. Uma boa noite, bom retorno aos lares de vocês. Que assim seja. Não tem jeito, né? Nós não conseguimos parar o relógio dessa casa. Mas ficamos nós aqui com a possibilidade de retornar lá no canal do YouTube, ouvir novamente o que o Pedro Paulo trouxe pra gente como reflexão, analisarmos, replicarmos, né, para fazermos essas informações também chegar àqueles que necessitam. E assim, embalados por esse por essa esperança, por essa luz que nos espera paciente e amorosa, eu convido a nossa vice-diretora Rute Daia para fazer a nossa prece final. Boa noite, amigos. Que ace Jesus fique com todos nós. Emocionados, né? Porque estamos terminando esse dia de hoje, essa terça-feira com o nosso amigo Pedro Paulo, que já vamos falar para ele que no 20º seminário, ano que vem, em novembro, ele está aqui de volta conosco, né? Então já está o convite feito, certo? Bom, vamos. Nesse momento é um momento de agradecimento. Ficamos o ano todo pensando como nós vamos levar o seminário da dependência química para os nossos irmãos presenciais e aqueles que nos ouvem

? Bom, vamos. Nesse momento é um momento de agradecimento. Ficamos o ano todo pensando como nós vamos levar o seminário da dependência química para os nossos irmãos presenciais e aqueles que nos ouvem através do meio de comunicação da comunhão. E somos muito agraciados pela espiritualidade, pela a equipe, né, como ele falou, a Patrícia que nos está sempre nos aí assessorando de uma maneira fantástica, ela merece os nossos agradecimentos, né? Então, a gente fica pensando e não podemos eh esquecer, né, que tem outra equipe que cuida muito bem desse momento. Como foi dito aqui, a dependência química é uma doença difícil, muito difícil, mas não impossível da gente seguir o caminho que nós no nos propusemos a estar nesse momento. Então, a gente tem que agradecer imensamente a essa espiritualidade, agradecer Raméd essas informações tão valiosas, agradecer Luiz Sérgio que tá nos, o espírito Luiz Sérgio que nos acompanha, essa casa que nos apoia, não é toda casa que apoia um grupo de mútuo ajuda da dependência química, como Pedro Paulo disse, é um preconceito grande. contra essa doença e essa casa nos apoia 100% 100%. Então, como não agradecer? Então, a gente fica muito feliz de terminar esse segundo dia nessa doce paz. agradecer a Deus, esse pai maravilhoso, que nos ensina a gente ser corajosos, fortes para vencer essas dificuldades quando ela aparece na nossa casa, bate na nossa porta e nos pega despreparados para essa doença. Mas ele nos sustenta, ele faz: "Vai, filho, mais coragem, mas só por hoje, que é o lema, mas só por hoje." agradecer a Jesus, esse irmão que nos ensinou o amor, amar, amar o tanto que a gente conseguir amar esse nosso ente querido, como nós dizemos no grupo, amar. amar todos os dias, porque só o amor vai conseguir fazer uma transformação, só o amor vai conseguir dar um alívio para aquela dor tão grande que ele sente, esse medo que ele sente. Então, nós temos que só agradecer. Hoje é a noite do agradecimento, mas tem um pedido né? Fique conosco. Amanhã nós temos mais, depois nós temos

dor tão grande que ele sente, esse medo que ele sente. Então, nós temos que só agradecer. Hoje é a noite do agradecimento, mas tem um pedido né? Fique conosco. Amanhã nós temos mais, depois nós temos mais. até sábado nós temos mais. Fique conosco no nossos grupos de autoajuda de segunda e quarta-feira. Então a gente pede que esse pai amoroso nos mostre esse caminho quando as coisas ficarem difícil. A comunhão nos espera. A comunhão nos ajuda a vencer esse malestar, essa desilusão, essa insatisfação, esse medo muito grande, tanto de um lado como de outro, tanto com dependente como codependente. Então, a gente sai daqui muito agradecidos, extremamente agradecidos. E agradecer vocês aqui que está na plateia, agradecer vocês que estão nos ouvindo, agradecer vocês que estão irão nos assistir. Então, que essa doce paz continua conosco hoje e sempre. Uma boa noite. Beijo no coração de cada um de vocês, >> meus irmãos. Como a Rute nos falou, amanhã nós temos nosso terceiro dia de seminário e quem vai estar conosco vai ser o nosso irmão José Carlos de Souza, também conhecido nosso, e ele vai nos falar entre as entre correntes invisíveis e a escolha consciente, uma visão espírita da dependência química. E eu aproveito também para divulgar aqui, como a Rute já mencionou também, o nosso grupo de ajuda mútua que acontece na nossa casa, o nosso querido grupo Miozotes. Ele acontece à segundas-feiras e às quartas-feiras na sala 13 às 19 horas. Não precisa avisar ninguém, não precisa pegar ficha, é só chegar. é a última porta à direita do corredor. E como a Rute diz, a porta é um coração. Ele tá sempre aberto para receber aqueles que necessitam. E quando a Rute fazia a prece, eu me lembrei de uma querida irmã que há 7 anos atrás esteve no grupo e nos ouviu dizer: "Nós estaremos sempre aqui as segundas e às quartas às 19 horas para recebê-los". E ela não ficou. E 7 anos depois ela voltou, ela disse: "Vocês disseram que estariam aqui e eu os encontrei aqui". Então venham, não fiquem em sofrimento

das e às quartas às 19 horas para recebê-los". E ela não ficou. E 7 anos depois ela voltou, ela disse: "Vocês disseram que estariam aqui e eu os encontrei aqui". Então venham, não fiquem em sofrimento sozinhos. Nós somos serineus uns da vida dos outros. Então vamos caminhar juntos para que nós possamos também crescer e encontrar essa luz juntos. Uma boa noite, fiquem com Deus e até amanhã. >> Sejam bem-vindos. A nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação [música] física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. [música] Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou [música] até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra,

Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais [música] possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos [música] a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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