A PROVA DA RIQUEZA: DESAFIOS E VIRTUDES À LUZ DO ESPIRITISMO - Wagner Alberto [PALESTRA ESPÍRITA]
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E [música] eu entendi qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. buscando a ti. Obrigado, comunhão espírita. >> Boa tarde a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília aqui presencialmente e que nos ouvem através dos nossos canais. Não esqueçam de seguir a nossa página, aqueles que nos que nos acompanham pela nossa rede, seguir a nossa página, compartilhar, curtir e se inscrever para que possamos continuar levando o evangelho à luz da doutrina espírita a todos os cantos aonde chegamos. Se gostaram da palestra, mande para um amigo, indique. Ah, temos vários programas. Fazemos uma, estamos aqui nesse tema de hoje em que nos foi sugerido, nesse tema tão sugestivo para nós nesse encerramento do ano, a prova da riqueza. E nós extraímos do livro O céu inferno da segunda parte, nos depoimentos dos espíritos felizes, aonde a Conda Paula vai nos trazer o seu depoimento, fazer uma breve leitura de harmonização e seguir para nossa nosso estudo de hoje. Abrimos aqui no Evangelho Segundo Espiritismo, capítulo 6, o Cristo Consolador. O item um e dois começa com a passagem de Mateus, em que Mateus registra, registra a fala de Jesus. Vinde a mim todos vós que estais aflitos e sobrecarregados, que eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu julgo e aprendei comigo que estou brando e humilde de coração, e achareis repousos para as vossas almas, pois é suave o meu jugo e é leve o meu fardo. Aí vem as considerações no item dois. Todos os sofrimentos, misérias, decepções, dores físicas, perdes de seres amados, encontram consolação na fé, no futuro, na confiança e na justiça de Deus. que o Cristo veio ensinar aos homens sobre aqueles que, ao contrário, nada espera após esta vida, ou simplesmente duvida as aflições. Duvida. As aflições caem em todo o seu peso, e nenhuma esperança lhes mitiga o amargou. Foi isso que levou Jesus a dizer: "Vinde a mim todos vós que estais fadigados e eu vos aliviarei".
as aflições. Duvida. As aflições caem em todo o seu peso, e nenhuma esperança lhes mitiga o amargou. Foi isso que levou Jesus a dizer: "Vinde a mim todos vós que estais fadigados e eu vos aliviarei". Entretanto, faz depender de uma condição a sua assistência e a felicidade que promete aos aflitos. Essa condição está na lei por ele ensinada. Seu julgo é a observância dessa lei, mas esse julgo é leve e a lei é suave, pois que apenas impõe como dever o amor e a caridade, no qual a gente vai falar muito aqui hoje. que o julgo de Jesus é tão leve, o seu fardo, porque o nosso julgo é tão pesado e o nosso fardo é tão pesado, que possamos ter essa reflexão que o mestre nos trouxe da leveza da lei, da observância sobre nós e colocar o amor e a caridade em prática. possamos fechar os nossos olhos, nos colocar diante do nosso mestre amado Jesus da Galileia, dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões desta casa, te pedimos a sua proteção, o seu amparo. Agradecemos pelo bom ânimo de estar aqui, por essa oportunidade que temos de levar o teu evangelho, estudar o teu evangelho à luz da doutrina espírita. Ó mestre, nos dê inspiração, nos mostre o caminho e que possamos ter esta uma hora com Deus e contigo de coração e mente aberta. Assim seja, queridos amigos e irmãos, é com muita alegria que estamos aqui reunidos em torno do Evangelho de Jesus de Nazaré, a luz da doutrina espírita. Essa doutrina que nos auxilia cada vez mais na compreensão, no esclarecimento, consolo e acolhimento deste evangelho, para que possamos vivenciar e não só presenciar. Eh, nós estudamos muito, trazemos as informações para nós para que se transforme em conhecimento. E esse conhecimento nos pede que possamos tornar em atitudes, em conduta do evangelho de Jesus. Foi só isso que ele nos pediu. Quando fala só isso, a gente acha, caramba, só isso mesmo. Mas é tudo isso, é todo esse ensinamento que esse homem que teve que o se humanizar, sim, se humanizar, o verbo se fez carne, que
nos pediu. Quando fala só isso, a gente acha, caramba, só isso mesmo. Mas é tudo isso, é todo esse ensinamento que esse homem que teve que o se humanizar, sim, se humanizar, o verbo se fez carne, que viveu entre nós como matéria, encarnado, por isso ele teve que se humanizar. para mostrar que as dores não são sofrimentos, são oportunidades. E aqui hoje a gente nesse tema que quando chegamos o final do ano pensamos: "As festas estão aí, amanhã vamos comemorar um ciclo, um final de um ciclo aonde tivemos 365 oportunidades, 365 c dias e o que fizemos desse dias, o que fizemos de cada oportunidade e o que projetamos para o futuro? Pois nesta encarnação estamos encarnados num planeta de provas e expiações, aonde escolhemos estar aqui. E para nós espíritas, principalmente para quem trabalha em grupo mediúnico, presencia a importância desta encarnação. São vários irmãos que chegam em sofrimentos. há milênios, séculos, preso em suas amarras de mágoa, de dor. E muitos não sabem nem ainda que desencarnaram, muito bem, muito menos ainda que vão reencarnar, ainda presos. E nós estamos aqui com essa grande oportunidade de estar encarnados, de saber que existe uma vida futura, de saber que já estivemos várias vidas, de saber que tem uma vida espiritual e que toda a nossa existência aqui é para isso que estamos, é para evoluir na matéria. matéria como espírito, porque a matéria nos traz as provas, as expiações, as dores, os problemas. Quando estamos num ato simples no trânsito, eu tava vindo para cá e pensando na palestra, pensando em alguma coisa que eu já tinha estudado, relembrando. E o espírito que tava no meu lado, ele me alertou, ele falou: "Preste atenção no trânsito neste momento. Quando você chegar lá, que você sentar, você faz essas reflexões, porque aqui o momento é importante. Agora, a sua concentração para que você não coloque em risco a sua integridade física e a dos outros. Você já pensou e ele foi falando para mim, uma senhora atravessar na sua frente uma pessoa,
tante. Agora, a sua concentração para que você não coloque em risco a sua integridade física e a dos outros. Você já pensou e ele foi falando para mim, uma senhora atravessar na sua frente uma pessoa, você desligado do jeito que tá e eu tá. Muito obrigado e agradeço essas oportunidades. Isso é a gente estar conectado. A médio Isabel Salomão, ela nos diz quando ela tava encarnada, que desencarnou com 100 anos uma médio que trabalhou em Juiz de Fora e muitos conhecem ela. E ela tem um trabalho lindo. Fundou a Casa do Caminho, trabalhou com crianças, fez um trabalho assim na doutrina de divulgação. Lá no YouTube tem muito, muita palestra dela, Isabel Salomão. E ela diz que nós vivemos num planeta de provas em expiação, encarnados na matéria, mas convivendo com espíritos desencarnados e que não sabemos aproveitar esta oportunidade de extrair nesse intercâmbio as melhores informação. Nós só buscamos aquelas informações que muitas vezes são as más inclinações. E aqui desse espírito que nós vamos falar hoje, da a prova da riqueza, desafios e virtudes à luz do Espiritismo, nós queremos tirar um um paradigma, vamos dizer assim, de que a riqueza ela nos leva para o sofrimento. Depende. Tudo que temos é doado por Deus. E aqui esse espírito chamado condessa de condessa Paula, que ela narra neste livro o céu inferno, na segunda parte, nos depoimentos dos espíritos felizes, nessa obra que é da codificação. Esse ano está fazendo 160 anos. A FEB fez várias divulgações, fez até promoções, que é um livro que Allan Kardec, na sua quarta obra, ele junta todas as três obras e faz uma análise e traz para cá. E aqui nesse depoimento da condessa Paula, ela nos vai dizer que a riqueza ela é uma das maiores provas que passamos. aconteceu durante uma reunião mediúnica em que um parente seu já anos depois, alguns anos depois a convoca nessa reunião mediúnica porque sabia da sua nobreza, sabia da sua beleza. Ela foi um espírito que desencarnou com 36 anos, mas ela não, o interessante disso tudo é
depois, alguns anos depois a convoca nessa reunião mediúnica porque sabia da sua nobreza, sabia da sua beleza. Ela foi um espírito que desencarnou com 36 anos, mas ela não, o interessante disso tudo é que ela não é conhecida pela sua riqueza, pela sua nobreza, pelo seu cargo de status, tudo aquilo que pregamos não. Ela é conhecida pela sua bondade, como Allan Kardec nos pede, o espírito da verdade, indulgência, benevolência e perdão pela sua bondade em toda a sua trajetória. E ele começa perguntando para ela se ela tá feliz. E ela vai dizer o seguinte, ele nos diz o seguinte: "Ela boa, doce, indulgente para todo o mundo, sempre pronta a desculpar ou atenuar o mal. Em vez de envenenar, nunca a maledicência lhe sujou os lábios." Paula era rica, ilustre, dotada de qualidades morais. Elevada a sua história relata relatada entre os espíritos, mostra que a riqueza, quando usada com humildade, benevolência e caridade não impede evolução espiritual. Era uma dessas criaturas cuja a morte põe em todas as bocas as seguintes palavras: por Deus retira tão cedo uma pessoa tão boa da terra? Por que uma pessoa que ela vai nos narrar aqui quando você entra na leitura, são três páginas a leitura. Ela vai dizer que ela viveu no meio de diamantes, do ouro, das mais belas roupas, das mais ilustres companhias. Porém, hoje aonde ela se encontra no plano espiritual, ela nunca viu tão brilho. Ela nunca viu tão tanto amor, tanta beleza, como as luzes que muitas vezes ofuscam a sua beleza, a sua visão. E ela vai nos trazer que nunca deixou, nunca lhe faltou nada. da beleza, ao reconhecimento, ao cuidado, ao bom marido, as companhias, aos seus servos, nunca lhe faltou nada. Porém, a mesma festa que as suas compatriotas, como ela diz, as outras condessas faziam, ela fazia com o mesmo clamor, gastando a metade. não esmanjava, porque ela já tinha lá, ela tinha que ter esses compromissos e ela tinha todo esse cuidado de pegar aquela verba que estava à sua disposição em gastar só metade, porque a metade ela fazia
o esmanjava, porque ela já tinha lá, ela tinha que ter esses compromissos e ela tinha todo esse cuidado de pegar aquela verba que estava à sua disposição em gastar só metade, porque a metade ela fazia doações aos pobres. No Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 13, aonde a mão esquerda não veja o que é a mão direita, tem um depoimento dos espíritos fortunos. E aqui Allan Kardec nomeia aquele espírito daquela mulher que fazia muita caridade, dizendo: "Tem quase certeza que é ela". Porque lá tem uma pessoa nobre que anda sempre com uma criança e é e batendo de porta em porta, ajudando aqueles que mais necessitam, aqueles invisíveis à sociedade, invisíveis ao mundo, que muitas vezes não tem um prato de comida, não tem um cobertor, E ela saía, ela e sua filha, ajudando a esses infortúnios. E aí diz Allan Kardec que ele percebe, o espírito que narra, percebe que quando ela bate nas portas, muitas vezes ela é conhecida e ela faz silêncio, você não me viu quer dizer, ela quer permanecer no anonimato. Hoje o anonimato para nós é difícil. Primeiro que já pega a nossa vaidade. Vamos a uma casa fazer um trabalho de caridade, doar tempo, ou num lar de idosos, ou num lar de crianças em situação vulneráveis, ou vamos distribuir a sopa, mas fazemos questão de logo tirar uma foto e colocar na rede social para dizer que somos bons, para dizer que estamos ali. ir fazendo para que e o anonimato. Jesus em toda a sua obra, quando ele começa no seu no seu caminho, muitas vezes ele diz quando cura, vá e não diga quem te curou. E quando ele começa a aparecer a Curano que todos começam a seguir, o que ele diz para aquela mulher aos 12 que 12 anos sangrava? O que ele diz para ela? A tua fé te curou. Ele não levantou. E ele e era um grande momento para ele, pois os fariseus já estavam lhe perseguindo. Ele poderia ter levantado e falado: "Viu eu sou filho de Deus, eu posso curar. Registr seus". Não. Quando ele diz, "Alguém me tocou". Que Pedro olha para ele e diz: "Mas Jesus, muitos te tocaram. Estamos exprimidos
r levantado e falado: "Viu eu sou filho de Deus, eu posso curar. Registr seus". Não. Quando ele diz, "Alguém me tocou". Que Pedro olha para ele e diz: "Mas Jesus, muitos te tocaram. Estamos exprimidos pela multidão. E ele diz, alguém me tocou diferente. O que ele quis mostrar ali para nós? Humberto de Campos sempre fala: "Atentamos aos detalhes de Jesus". Ele poderia ter passado, despercebido e deixado aquela mulher para trás, mas não. Jesus quando ele nos quando a gente procura ele que é atendido, que ele percebe a nossa necessidade de busca primeiro de ir até ele, ele não desperdiçava este momento de tocar o nosso coração e mostrarmos o nosso poder de mudança, o nosso poder de decisão. O que ele quer mostrar ali para aquela mulher que há 12 anos sangrava, já tinha gastado até a sua última moeda, excluída pela família, impura pela sociedade, muito diferente de hoje, né? Quantas pessoas nós consideramos excluídos da nossa família, impuros de est ao nosso meio, como se fôssemos a joia mais rara, mas não. Continuamos excluindo, continuamos tornando as pessoas impuras e deixando elas sangrando até um dia tirarem a sua própria vida. Porque vários jovens, várias pessoas tiram a vida por serem ignoradas, desprezadas. O bulsamos hoje por causa de uma cor, por causa de vários itens, porque achamos aquela pessoa impura. Era isso que Jesus tava querendo mostrar pra sociedade. E ali quando ele fala: "Alguém me tocou". que Pedro pede para que todos abram. A mulher permanece de joelho chorando, desesperada, porque como ele, ela achava que ele era um rabino, vai tirar todo a cura que eu tive. E não, todos se surpreendem, porque Jesus, o que ele faz? Ele vai até ela. Ele não manda ela vi até ele e se ajoelhe na frente dele e agradeça. Não percebemos? Percebam os detalhes de Jesus. Ele se ajoelha. Ele vai ao nível dela, a coloca ao nível dele, olha no olho dela, segurando na mão dela e ela desesperada fala: "Eu não tirei nada seu, só toquei na pontinha do seu manto". E ele diz para ela com as palavras mais
ível dela, a coloca ao nível dele, olha no olho dela, segurando na mão dela e ela desesperada fala: "Eu não tirei nada seu, só toquei na pontinha do seu manto". E ele diz para ela com as palavras mais singelas: "Você alegrou o meu dia. Não foi eu que te curei, foi a tua fé. Foi a tua fé." Naquele momento, com o seu magnetismo, o que Jesus faz? Olha o seu potencial. Olha tão grande como você é. Você conquistou a tua cura. Eu fui só um instrumento. Gente, nós estamos falando de Jesus, como tá lá no livro de dos espíritos, na questão 625, quando Allan Kardec pergunta qual o ser mais perfeito que caminhou na terra? Jesus. Não existiu ser mais perfeito. E esse ser perfeito se coloca diante de uma mulher que era condenada por todos e diz para ela que ela tornou o dia dele mais feliz e que ele foi só um instrumento. E ela percebendo aquilo, ele chama ela de filha. E ela diz: "Eu não sou filha de ninguém." E ele diz: "Mais uma vez, levanta a cabeça dela e diz: "Você é sim, filha de Deus. E põe a mão no rosto dela e ela sai. E ela sai e ela vira uma evangelizadora. Daí por diante, aonde Jesus está pregando, ela está lá. Porque a vida da gente, quando a gente se propõe a seguir Jesus, a largar todas as riquezas do mundo. E largar não é ir pra rua, passar a ser andarilho, não é perceber que eu sou apenas usuário. Tudo aquilo que eu tenho, eu posso dar conforto paraa minha família, mas eu posso também compartilhar, dividir com o próximo, olhar para esses invisíveis como irmãos, não como um depósito da sociedade, não fazer fazer a caridade de dar uma moeda ou um trocado para ele sair logo de perto da gente, porque o cheiro não é agradável. Eu sei que o mundo não é mais como era. Nós temos que ter alguma alguns cuidados com a nossa integridade física, com a violência, mas possamos também confiar na espiritualidade. Quantas vezes você vê aquele momento e fala: "Não, não é o momento de eu ajudar". E quantas vezes você surpreende em ajudando? Eles sabem, nos coloquemos como instrumentos. E para
na espiritualidade. Quantas vezes você vê aquele momento e fala: "Não, não é o momento de eu ajudar". E quantas vezes você surpreende em ajudando? Eles sabem, nos coloquemos como instrumentos. E para para nos colocar como instrumentos, nós temos que estar em orai, em vigiai, vigiando os nossos pensamentos, trabalhando as más inclinações. Nós viemos para fazer o bem, praticar o bem. E o espiritismo nos ensina que a riqueza não é prêmio, é provação. A pobreza não é castigo, é experiência. A vida material é um meio educativo e não um fim. em um céu e inferno. Na parte dois, igual já falemos, nos depoimentos dos espíritos felizes, vemos que os espíritos reconhecem após a morta, após a morte que falharam na administração dos bens. Por quê? Utilizaram apenas para si. alimentaram orgulho e superioridade. Eu posso, eu tenho, eu sou. Não, você está de posse daquilo. Nós vamos embora e ficam aí. Muitas vezes os filhos que não soubemos educar se degladiando, brigando. Quantas vezes nós vemos patrimônios aí se delapidando porque não chegam a uma simples decisão de partirem em igual. negligenciaram o socorro ao próximo. A quem é muito dado, a quem muito foi dado, muito será pedido. Isso tá em Lucas 12:38. Jesus tem uma passagem dele que ele, aquele rico que se aproxima dele, ele diz, Marcos registrou em 10:21, vai e vende tudo o que tem, dá aos pobres, depois vem e segue-me. Jesus não ordena abandono total dos bens, mas a libertação do apego. O convite é possuir sem ser possuído. Eu achei isso fantástico. O pedido é possuir sem ser possuído. Possamos ter o nosso carro, a nossa casa, o nosso conforto, mas não deixemos tudo aquilo nos possuir. Um dia eu vi uma situação que eu fiquei olhando assim num estacionamento público, uma criança bem pobre vendendo um docinho e ela se encostou num carro de cansaço. Um rapaz que estava sentado ali levantou e falou: "Desencosta daí, menino. Você vai arranhar meu carro". está deixando ser possuído por aquilo. Por temos tanto apego aos bens materiais.
ro de cansaço. Um rapaz que estava sentado ali levantou e falou: "Desencosta daí, menino. Você vai arranhar meu carro". está deixando ser possuído por aquilo. Por temos tanto apego aos bens materiais. A riqueza sem evangelho pode gerar prisão moral. com o evangelho pode gerar libertação, a riqueza com Jesus. Por que que eu trouxe esse depoimento da condenaça Paula? Leiam lá. É para a gente tirar esse paradigma de que o rico não tem salvação. Todos. Jesus não olha classe, não olha cor, ele olha a tua bondade e mesmo assim teremos outras oportunidades. E ela vai nos narrar aqui no final de que a riqueza entre todas as vidas que ela teve, porque o primo dela pergunta, ela fala que já veio pobre, que já veio isso, que já veio aquilo, mas a riqueza foi a maior prova que foi colocado diante dela e que ela quando viu a o a prova da riqueza, ela se prepara para aquela prova antes de aí ela diz, ela finaliza que eu vou ler aqui no final o texto para vocês. Ela diz: "Trabalhadores, pra gente fechar, estou nas vossas fileiras. Eu, a dama nobre, ganhei o pão, assim como vós, com o suor do meu rosto. Passei privações, sofri revés, e foi isso que me retemperou as forças da alma. Do contrário, eu teria falido na última prova. O que me teria deixado para trás na minha carreira, como eu também tereis a prova da riqueza, mas não vos apreceis em pedi-la cedo demais. E vós, que sois ricos, tende sempre em mente que a verdadeira fortuna, a fortuna imperecível, não existe na terra. Procurais antes de saber o preço pela qual podeis alcançar os benefícios do todo-oderoso. Antes disso, ela diz que ela foi pobre, que ela teve todas as provas, mas antes dela pedir a prova de de riqueza, igual ela diz, ela se preparou, que é a maior prova. Não olhe o rico como um favorecido. Não olhe o rico como um cara que é beneficiado por Deus. Não. Ele está passando pela maior prova. Muitas vezes aqui nós ainda não passamos, mas que um dia vamos passar. Que possamos ver que a riqueza do mundo, ela é apenas uma prova em que possamos
or Deus. Não. Ele está passando pela maior prova. Muitas vezes aqui nós ainda não passamos, mas que um dia vamos passar. Que possamos ver que a riqueza do mundo, ela é apenas uma prova em que possamos levar para o a vida futura. Os nossos atos é o que levamos. A riqueza é a prova quando desperta a vaidade, o orgulho, o domínio, afasta da humildade e da fraternidade, cria a ilusão e a superioridade. A riqueza se torna de virtude quando se transforma em fonte de trabalho. Promove dignidade e inclusão. É instrumento de amparo ao próximo e alimenta o bem e sustenta obras do Cristo. A felicidade não está na posse, mas no uso. não está no ter, mas no servir. E aí eu pedi uma inspiração pra gente fazer uma prece final, fazer uma mensagem final pra gente pensar nessa reflexão. O que eu faço do que me é emprestado por Deus? Qual o uso que eu faço? de todo o conforto que eu tenho. Sejamos pelo menos gratos a Deus pelo cobertor, pelo alimento, pela casa, pela família, pelo amor que recebemos e o cuidado. que possamos aproveitar esta prova e passar por este planeta chegando na vida futura e olhando como Paulo, eu v eu venci o bom combate, guardei a fé. Aí veio essa inspiração, dar-nos entendimento para compreender que nada nos pertence para sempre, que somos viajores do tempo, portadores de talentos que tua misericórdia nos confiou. Se a riqueza nos visitar, que ela encontre em nós mãos abertas. para a caridade e não mãos fechadas para o amor. Que ela seja ponte e não muralha. Que ela seja luz e não sombra. Que ela seja mesa compartilhada e não tranca de posse. Ensina-nos, mestres a administrar, não possuir, a servir não dominar. a partilhar, não reter. Porque tudo volta ao pó, exceto o amor. Tudo volta para ti, exceto o egoísmo. Que saibamos, Senhor, usar a riqueza como oração viva e a pobreza como escola serena, para que um dia sejamos nós também testemunhando a vitória do bem entre nós. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Que possamos ter um 2026 de muito aprendizado.
a pobreza como escola serena, para que um dia sejamos nós também testemunhando a vitória do bem entre nós. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Que possamos ter um 2026 de muito aprendizado. E possamos no dia 31, quando estivermos vestindo a nossa melhor roupa que compramos, participando daquela ceia, possamos lembrar de muitos que não t aquilo e possamos fazer uma prece se não podemos levar no momento um prato de comida. uma prece por aqueles que estão passando frio, que estão na chuva, que estão no relento. Porque Jesus disse: "Quando atender aos meus pequeninos, quando der de comer, quando der sede, quando visitar um na prisão, um no hospital, é a mim que estarão fazendo." E muitas vezes a caridade é uma prece, é uma oração para que a espiritualidade chega ali naqueles lares e acolha aqueles corações. Um 2026 que eu desejo de muita paz, de muitas conquistas, de muita instrução, de muito amor. Porque o Espírito da verdade disse: "Amai-vos e vos instruí-vos. A caridade é a moeda da salvação e que a paz do Cristo esteja em vossos corações em 2026 e que possamos ser disseminadores do seu evangelho através da conduta e do amor ao próximo. Um grande abraço, uma boa tarde. Agradeço aqueles que nos ouvem pela internet, aqueles que estão aqui, que vão ficar para o passe, convido para que se mantenham em oração. Aqueles que nos ouvem, não desconectem, recebam o passe virtual e um grande abraço do Wagner para vocês. Fiquem com Deus. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita [música] de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o [música] passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo [música] melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música]
entimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo [música] de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários [música] ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, [música] do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a [música] caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus [música] em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a [música] serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para [música] cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para [música] continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino,
chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua [música] vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos [música] aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas [música] livra-nos do mal. E nesse [música] momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, [música] retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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