A PARÁBOLA DA DRACMA PERDIDA - Luiz Horta [PALESTRA ESPÍRITA]
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buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite, minhas irmãs, meus irmãos. Boa noite também aqueles que nos assistem pelos canais da comunhão, pelo YouTube. Sejam todos muito bem-vindos a esta casa de oração. É um momento de estudo. Vamos então começar esse momento com a nossa leitura de todas as noites para nos ambientarmos, né, pensarmos todos. em torno de uma mesma ideia que nos tranquilize e que nos facilite o desligamento dos nossos pensamentos cotidianos, os pensamentos do dia a dia. A gente quer agora se concentrar no que nós vamos estudar. Então, do livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes, a mensagem de número 81 nos diz o seguinte: você e o tempo, sem que perceba, você está deixando a vida carnal a cada instante, sem que note, todo dia. é um a menos na sua existência, mas sem que você perceba, Deus trabalha por você a cada minuto, sem que note, a vida lhe entesoura os bens constantemente, sem que sinta, a sua felicidade está sendo tecida no infinito. A todo momento. Tempo é Deus amando você. Não atrapalhe o serviço que o tempo faz a seu benefício. Pratique o bem, cultive o amor, valorize a paz. É graças ao tempo que você mais se aproxima de Deus. Então, aproveitando essa reflexão sobre o tempo, aproveitemos para pensar em todo o tempo que temos estado com o pensamento em Jesus e nos seus ensinamentos para dizermos: "Mestre, obrigado pela caminhada que nos trouxe até aqui nessa noite. Agradecemos também pelo que vamos aprender. E permita, Senhor, que ao final, ao saímos aqui, nos sintamos mais capazes, mais motivados a pôr em prática as mensagens que receberemos do teu evangelho. Que assim seja. Meus queridos, hoje nós vamos ouvir o irmão Luiz Horta com uma palestra, a parábola da dracma perdida. Vamos lá, então, Luiz, por favor. Saudamos não só quem tá aqui no Auditório Bezerra de Menezes, mas os que nos ouvem e vem pela TV e rádio web da comunhão. Meus queridos, o nosso tema então é a parábola da dracma perdida. Nós vamos usar como fonte doutrinária a
i no Auditório Bezerra de Menezes, mas os que nos ouvem e vem pela TV e rádio web da comunhão. Meus queridos, o nosso tema então é a parábola da dracma perdida. Nós vamos usar como fonte doutrinária a Bíblia de Jerusalém e o livro Parábolas e ensinos de Jesus do Caibut e o Parábolas Terapêuticas do Alírio de Cerqueira Filho. Bom, qual era o escopo de Jesus quando ele chegou aqui na Terra há 2000 anos? Então ele durante toda a sua existência aqui no planeta, foi demonstrar aos homens a imortalidade da alma, a vida eterna, a bondade e a misericórdia desse Deus que é um pai amoroso para com todas as suas criaturas. Era isso que o o meigo nazareno anunciava. Nunca o mestre exigiu dos seus discípulos holocaustos e sacrifícios. O que ele queria é que todos o amassem, que acreditassem na sua palavra e confiassem no pai que ele tinha vido anunciar. Esse pai era um pai criador e zelador de toda a sua criação, de todas as suas obras. Vocês sabem que naquela época a ideia que se tinha de Deus era de um Deus vingador, de um Deus orgulhoso, de um Deus guerreiro, de um Deus fogo consumidor. E ele queria mostrar que Deus, na verdade, é um pai de extremo amor, que tudo fazia pelas suas ovelhas. Então, esse pai, ele veste os lírios e alimenta os passarinhos. Ele procura a ovelha perdida. Ele recebe o filho pródigo. Ele sente um grande contentamento quando um de seus filhos para ele se volta e lhe solicita os benefícios de que necessita para sua ascensão espiritual. Então, repara só o seguinte. Quando você tem um filho de 2, 3 anos, que ele tá começando a andar e ele cai e rala o joelho, você sofre, mas você é tranquilizado pela ideia de que esse teu filho vai passar um no meu tempo era um mertiolate, né? e ardeu um pouquinho, mas depois ele ele ia ele ia poder continuar andando, né? E e aquilo ia ser insignificante, aquela aquela queda era insignificante. Deus, nosso pai olha para nós e nos entende da mesma forma. Imagina um filho que, por exemplo, vai paraa droga. Talvez aquela encarnação tenha sido
ignificante, aquela aquela queda era insignificante. Deus, nosso pai olha para nós e nos entende da mesma forma. Imagina um filho que, por exemplo, vai paraa droga. Talvez aquela encarnação tenha sido perdida. Mas aquela encarnação nossa para Deus é como se fosse uma queda que do nosso filho, que a gente bota um mertiolato, daqui a pouco ele ele ele passa, entende? Então, embora a gente veja isso aqui como uma coisa dramática para passar uma encarnação inteira, né? meu filho, puxa, eu cuidei com tanto carinho e agora ele é um drogado e não tem mais solução. Já fiz de tudo, já tentamos internação, já tentamos toda a parte espiritual e nada resolveu. Deus sabe que isso é temporário, que ele vai ter infinitas chances de reencarnação para poder se reequilibrar e continuar a sua caminhada, né? Muito bem. Então, vamos falar um pouquinho da parábola da dracma perdida. Então, essa parábola tá contada no Novo Testamento, no Evangelho de Lucas, no capítulo 15, nos versículos de 8 a 10. Nela, Jesus compara o reino de Deus a uma mulher que perde uma das 10 draácimas que possuía. E ao descobrir que uma delas, dracma, é uma moeda, tá? E ao descobrir que uma delas estava faltando, acende a candeia, né? A candeia é a lamparina, varre a casa e procura cuidadosamente até encontrar essa dracma perdida. Então essa parábola, ela faz parte de uma trilogia de três parábolas que Jesus nos ensinou. Ela vem junto do da parábola da ovelha perdida e da parábola do filho pródigo, né? E todas elas vêm comemorar o reencontro de um filho que se afastou do caminho de redenção. Muito bem. Então, veja o seguinte, a Dracma era uma moeda grega referente a um dia de serviço. Era diária de um trabalhador braçal. É como se você contratasse uma pessoa para limpar o teu quintal. Ela ficou o dia inteiro lá, ela receberia uma moeda, né, que seria a paga desse trabalhador bração. E a mulher, a mulher representa Deus ou o empenho desse pai? na busca divina por aqueles que se afastaram. Muitas mulheres no tempo de Jesus deviam
oeda, né, que seria a paga desse trabalhador bração. E a mulher, a mulher representa Deus ou o empenho desse pai? na busca divina por aqueles que se afastaram. Muitas mulheres no tempo de Jesus deviam passar muito tempo em casa. E quando essa mulher que valorizava aquela aquela moeda, ela encontrava essa moeda perdida, ela chamava as amigas e as vizinhas, né? outras companheiras para comemorar com ela o sucesso de ter achado aquela moeda que era tão importante para ela. Então, a dracma perdida simboliza a pessoa que se afastou de Deus ou que tá perdida. Essa moeda era pequena e feita de prata. E nos atuais sítios arqueológicos, muitas moedas antigas são encontradas nas fissuras do chão, né? As casas de madeira caem entre um taco e outro. Então, nas casas da época era muito fácil perder uma moeda e muito difícil de encontrar aquela moeda. Então, no livro do Caibachuta, parábolas e ensinos de Jesus, ele se refere a essa parábola da dracma perdida como o pecador que se perdeu, a fim de ser ele restituído à casa paterna. Mas imaginemos as 10 dracmas, né? Elas representam as pessoas que fazem parte do reino de Deus. Então, por exemplo, se nós temos aqui umas 40 pessoas, imagine então que seriam 40 dracmas, né? E uma dessas pessoas resolve sair fora e não mais buscar o caminho desse pai maravilhoso que é Deus. Essa seria então a dracma perdida, enquanto que nós outros aqui seríamos, fazíamos parte do reino de Deus. Então, a perda dessa draácma eh perdida simboliza a perda de uma de uma pessoa que se afastou do pai. ou que se encontra momentaneamente sem rumbo. Então, a perda, ela representa um valor, um tesouro paraa mulher. E lembre-se que a mulher aqui tá representando o nosso pai, que é Deus. Então, de que que ele tá falando? Ele tá falando que da mesma forma que aquela moeda fazia falta para Deus, perdão, fazia falta pra mulher, qualquer um de nós que se perca vai fazer uma tremenda falta para Deus. Eu me permita um depoimento. Eu no sábado passado, nós temos um projeto
a fazia falta para Deus, perdão, fazia falta pra mulher, qualquer um de nós que se perca vai fazer uma tremenda falta para Deus. Eu me permita um depoimento. Eu no sábado passado, nós temos um projeto de trabalhar com pessoas em vulnerabilidade, moradores de rua, e nós então fizemos uma harmonização. lemos um trecho do Evangelho e a mensagem era mais ou menos assim: Não é a função na casa espírita que dignifica o indivíduo, é o contrário. é um indivíduo que deve dignificar aquela função se ele trabalha com amor, se ele trabalha para servir o Cristo. Muito bem. Então, eh o que que aconteceu? nós pegamos e fomos até as cabanas, né, os barracos dos nossos irmãozinhos em vulnerabilidade. E aí nós chegamos lá, tinha uma senhora paralítica e nós quando estávamos distribuímos lá os os gêneros alimentícios, café da manhã. E quando nós estávamos saindo, nós pedimos que ela abrisse um livro de mensagens aleatório e lesse o que que tava escrito. Adivinha o que que caiu? exatamente o mesmo teor, não é o o a função que dignifica o indivíduo, é o indivíduo que deve dignificar a função. Eu achei aquilo espetacular, sabe por quê? Porque ali a espiritualidade tava dizendo assim: "Gente, nós estamos com vocês." Não é coincidência. a probabilidade são dois livros completamente diferentes, né, abertos aleatoriamente e cai no mesmo na mesma mensagem. Então, evidentemente que aquilo ali tinha uma mensagem espiritual. E é preciso que a gente entenda que Deus não nos abandona nunca. A espiritualidade não nos abandona. Eu acho isso de uma relevância. fantástica. E também eu também pensei assim, puxa, mas uma senhora paralítica, com dificuldade de visão, né, com uma situação financeira catastrófica e no entanto, a espiritualidade tava ali dizendo: "Ó, eu tô com ela. Ela não nos abandona nunca, quaisquer que sejam as circunstâncias. Pra gente, a gente vê como um drama terrível. Mas eles lá no plano espiritual, eles diz: "É só uma encarnação. Na próxima encarnação ela vai estar muito melhor".
quaisquer que sejam as circunstâncias. Pra gente, a gente vê como um drama terrível. Mas eles lá no plano espiritual, eles diz: "É só uma encarnação. Na próxima encarnação ela vai estar muito melhor". Não é? É como aquele filho que levou uma quedazinha no joelho, mas logo logo ele vai tá bom. Muito bem. E a lamparina? A lamparina simboliza a iluminação divina que ajuda a encontrar o que tá perdido. Então, a luz da lamparina representa a graça e a misericórdia do Messias. Porque o Messias, Jesus tá muito ligado, orientado com Deus, não é? mostrando então que Deus não desiste de ninguém e continua buscando até encontrar aqueles que se perderam. Não é interessante? Bom, agora veja só, no momento em que aquela mulher acha aquela moeda, ela fica feliz e ela fica tão feliz que ela resolve comemorar o achado daquela moeda perdida junto com as vizinhas, com as amigas. Então, a alegria do reencontro compartilhada com amigas e vizinhas demonstra a importância da restauração. Então, qual é o significado dessa parábola? A parábola ensina que cada pessoa tem muito valor para Deus. Então, não importa pelo que você esteja passando, você foi demitida, você perdeu uma pessoa querida, você eh entrou em banca rota no seu negócio próprio? Isso que a gente vê assim com tanta facilidade como se fosse uma tragédia, né? Uma doença incurável que você percebeu em você, tudo isso pra espiritualidade é coisa pequena. Eles nunca vão nos abandonar porque eles sabem que nós somos importantes para eles. Às vezes eu pego pessoas, eu sou psicólogo e atendo pessoas no consultório e a a pessoa diz assim: "Eu não tenho valor nenhum. Ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me acolhe". Mas entenda que existe alguém que sempre vai te acolher e esse é o nosso querido pai. Então, a parábola da dracma perdida nos lembra do amor precioso e da busca incessante de Deus por aqueles que se perderam e nos inspira a seguir o seu exemplo de amor e cuidado com os outros. Esse ponto é muito interessante, porque todo mundo quer se sentir amado
e da busca incessante de Deus por aqueles que se perderam e nos inspira a seguir o seu exemplo de amor e cuidado com os outros. Esse ponto é muito interessante, porque todo mundo quer se sentir amado e o que menos a gente faz é fazer o nosso irmão se sentir amado. Nós estamos sempre numa competição, nós estamos sempre disputando recursos, às vezes sem a menor necessidade. Você tá dirigindo, tem duas pistas e de repente essas duas pistas funilam para uma, você acelera para passar na frente do outro, mesmo que você não tenha pressa. Isso é uma cultura que tá embutida dentro de nós e nós nem nos nem paramos para perceber que não faz sentido, que você poderia perfeitamente ter parado o carro e dizer: "Vai na frente". Mas nós imbuídos dessa maldita competição, a gente quer ficar competindo um com o outro. Então, nós devemos buscar aqueles que estão afastados. Eu frequento uma célula evangélica. De vez em quando eu tenho toda a convicção espírita, mas de vez em quando eles me chamaram com tanta empatia que eu não resisti e fui lá. E eles pensam radicalmente diferente de nós, mas me tratam com tanto carinho, com tanto amor, que eu volto e meia eu vou lá com eles. E eles me ensinaram um negócio que eu acho muito bacana. Eles falaram assim: "Deus mais se agrada dos que acolhem aqueles que mais distante estão do Senhor." Eu achei lindo isso, entende? Porque você acolher uma pessoa que batalha como você, que tá no no na mesma doutrina que você, que tá nos mesmos objetivos que você, é pros fracos. Vemos e convenhamos. O difícil é você pegar uma pessoa que tá alcoolizada, que tá drogada, que você já tentou fazer de tudo para tentar trazê-la de novo pro caminho divino e ela insiste em ir por esses caminhos ruins. Então, acolher essas pessoas tem uma grande tem um grande eh tem uma grande importância para pro nosso pai. Não é? Então, no na parábola da ovelha perdida, outra parábola que é mais ou menos o mesmo contexto, diz o seguinte: "E achando a ovelha perdida, ele a põe em cima dos seus
rtância para pro nosso pai. Não é? Então, no na parábola da ovelha perdida, outra parábola que é mais ou menos o mesmo contexto, diz o seguinte: "E achando a ovelha perdida, ele a põe em cima dos seus ombros jubilosos, demonstrando que quem se perdeu no caminho não vai encontrar uma consequência agressiva ao reineri-la no rebanho, pois a ovelha poderia estar ferida". Olha o cuidado, não é, desse pastor que não só foi buscar essa ovelha perdida, como na hora que ele achou essa ovelha perdida, ele pensou assim: "Puxa, ela pode estar ferida". Então ele bota em cima do pescoço para que ela fique mais confortável. É um amor muito especial, não é? Na outra parábola do filho pródigo, nós vemos que quando aquele filho que abandonou a fazenda do pai e ele depois de perder todo o dinheiro, ele volta e aparece lá longe, esse pai corre para ir buscar aquele filho. Então, repara que em todos essas trê em todas essas três parábolas, essa trilogia, Deus sempre está valorizando aquela pessoa que se perdeu. Então, como é que não como é que eu vou não amar um Deus que não desiste daquela ovelha que se perdeu? É muito bonito essas essas três parábolas, não é verdade? E a misericórdia, o Messias vai misericordiamente, misericordiosamente buscar a ovelha. Ele vai ensinar a doutrina espírita para buscá-la de volta. E ele vira para ouvir, ele diz: "Você se machucou? Eu vou te dar outra reencarnação com outra família em outro cenário, com outro corpo, para você ter a oportunidade de voltar para o seu rebanho. Então, repara que Deus não tem pressa. Quem tem pressa de evoluir somos nós, porque quanto mais nós evoluímos, mais felizes nós ficamos. A lei, portanto, possui mecanismos para reintegrar aquele que se perdeu. Então, é uma estratégia de misericórdia colocar a ovelha sobre os ombros. Eu acho essa passagem muito interessante porque mostra o cuidado do pai com aqueles que se perderam, não é? Bom, agora observa só o seguinte. Aqui em Brasília nós temos uma cracolândia ali no buraco do rato que fica no em
muito interessante porque mostra o cuidado do pai com aqueles que se perderam, não é? Bom, agora observa só o seguinte. Aqui em Brasília nós temos uma cracolândia ali no buraco do rato que fica no em frente ao setor comercial sul, em frente ao Brasil, ao pátio Brasil, perdão, né? Em frente ao Pátio Brasil e do e na outra direção em frente ao hotel Bonaparte. Então aquele prédio que fica ali em frente, o subsolo dele vira uma cidade submersa, cheio de pessoas drogadas, não é? E é muito fácil você olhar para uma pessoa daquela, você passa ali no no em frente ao conjunto nacional, vê uma pessoa drogada daquela, completamente desorientada, sem dente, mal pessimamente vestido, vestida de andrajo, né? E você diz: "Pô, mas que vagabundo, por que que não trabalha? Por que que não arranja uma uma uma ocupação?" E aí isso nos faz pensar, por que que Jesus falou: "Não julgueis para não serdes julgados?" Eh, repara que quando eu julgo o meu irmão, primeiro eu me coloco como se eu tivesse num nível acima dele. Eu não o vejo na mesma no mesmo nível que eu. Eu me acho superior a ele. Pode até ser que naquele aspecto que eu tô considerando eu esteja superior a ele, mas pode existir podem existir inúmeros outros aspectos em que ele é superior a mim. Então o meu primeiro erro de julgamento é esse, né? Eu tô julgando um outro por um único aspecto quando existem vários outros aspectos. Segunda razão pela pela qual eu não devo julgá-lo é que eu não passei pelas situações que ele passou. Será que se eu tivesse sido abandonado pela minha família? Será que se eu tivesse sido acolhido por um grupo de pessoas drogadas que viam naquela droga um uma saída paraa felicidade? Será que eu também não estaria tão drogado e tão incapacitado como ele? E a terceira causa, vocês sabem que quando nós chegarmos no plano espiritual, depois que o nosso burrinho de carne acabar, eh, nós vamos ser julgados num tribunal muito rigoroso. Como é o nome desse tribunal? É a nossa consciência. Então, repare o seguinte.
no plano espiritual, depois que o nosso burrinho de carne acabar, eh, nós vamos ser julgados num tribunal muito rigoroso. Como é o nome desse tribunal? É a nossa consciência. Então, repare o seguinte. Quando nós chegarmos no plano espiritual, eu vou ser o réu, mas eu também serei o meu juiz. E olha que coisa interessante. Isso daí me coloca numa posição dificílima. Sabe por quê? Porque o juiz sabe tudo sobre mim, que sou o réu. Eu não posso chegar para ele e falar assim: "Olha, eu fiz aquela besteira, mas eu não tive intenção". Porque esse juiz que é a minha própria consciência vai chegar e vai dizer: "Você fez sim, você teve intenção sim, não tente me enganar". Percebe? Então eu vou estar diante de um julgamento bastante severo. E aí tem outra questão. Você imagina que eu sempre esteja habituado a julgar os meus irmãos? com critérios rígidos, né? Então, primeiro é aquela posição de você apontar o outro. E é sempre clássico, né? A ideia de que tem um dedo para lá e tem três voltando para mim. Ora, se eu julgo o meu irmão com rigidez, ele atrasa um minuto. Eu acho que aquilo é um absurdo. Ele joga um papelzinho no chão, eu vou lá e vou dizer que isso é um absurdo, que isso aí é uma atitude incompatível com um espírita, com um cristão, não é? Então, eu me habituo a julgar o meu irmão com extrema severidade. Aí o que que acontece? Na hora em que eu virar o réu, eu vou me julgar com os mesmos critérios que eu julgava o outro. E isso daí normalmente faz com que a gente entre num processo de culpa violento. Por exemplo, você imagina uma pessoa que cegou alguém e aí ela vai chegar e vai dizer: "Que absurdo, você cegou o irmão. Então agora você só tem uma saída. você vai reencarnar como um cego. Porque eu quando estava encarnado, eu julgava as pessoas com extrema rigidez. Agora pensa no seguinte. Você sabe que nós podemos resgatar as nossas falhas pelo amor ou pela dor. Aqui essa hipótese de eu renascer cego, eu tô resgatando pela dor. Mas nada me impede de eu chegar e dizer
pensa no seguinte. Você sabe que nós podemos resgatar as nossas falhas pelo amor ou pela dor. Aqui essa hipótese de eu renascer cego, eu tô resgatando pela dor. Mas nada me impede de eu chegar e dizer assim: "Tá certo, eu fiz uma burrada, eu ceguei o meu irmão, mas eu também posso agora pegar e adotar uma um filho cego. Eu posso criar uma ONG para ajudar os irmãozinhos cegos. Eu posso eh fazer um lobby lá no Congresso para ajudar as pessoas com essas deficiências de divisão. Enfim, eu tenho uma série de alternativas muito mais suaves que eu poderia optar na reencarnação, mas como eu julgo os outros com severidade, eu me julgo com severidade e me obrigo a resgatar pela dor, não é? Então, a ideia é que nós não julguemos. Nós somos viciados em julgar. O, você imagina, você tá dirigindo um carro, vem um camarada e te fecha, você tá totalmente certo e ele pega e te xinga. A maioria de nós vai abrir o vidro e vai xingar ele de volta. Mas se você imaginar que talvez ele poderia estar com o filho na UTI numa situação de provável perda de de vida, ou que o objeto de amor da sua vida, né, do do da vida dele acabou de sair da vida dele, ou que o negócio dele foi a bancar rota, né, ou que ele perdeu um emprego. Aí você ia olhar e dizer: "Puxa, eu tô numa situação muito melhor do que esse irmão". Então ele me fechou sem razão e me xingou. Por que que ele fez isso? Porque ele tá desequilibrado. E eu simplesmente iria fazer uma prece para esse pai maravilhoso que nós temos para que acolhesse e cuidasse daquele irmãozinho. Você você percebe quanta coisa tem quando você julga a as pessoas? Bom, mas é preciso que a gente celebre a reconciliação, que a gente celebre a chegada desse irmãozinho ao caminho divino, a volta desse irmãozinho ao caminho divino. Então, quando alguém retorna ao caminho certo, é motivo de celebração e alegria, refletindo o amor e a alegria do Messias. Então, lá na parábola do filho pródigo, alegrai-vos comigo, porque achei quem estava perdido, ele que passou a noite de escuridão, a
de celebração e alegria, refletindo o amor e a alegria do Messias. Então, lá na parábola do filho pródigo, alegrai-vos comigo, porque achei quem estava perdido, ele que passou a noite de escuridão, a noite dos equívocos, na qual o espírito se afasta do que seria o esperado para sua conduta e continua buscando estratégias para buscá-la. Olha só, então, eh, aquele irmão, né, que na na parábola é o filho de de Deus, ele pega e passa a noite dos equívocos. Então, ao encontrá-lo, o esse pai vai se alegrar com os amigos. É a felicidade dele ter podido resgatar aquela ovelha. Mais uma vez demonstrando a grande importância que Deus, nosso pai amado, dá quando ele resgata alguém que se perdeu no caminho. Então, observe a pedagogia de Jesus. Ele aproxima a parábola da vivência dos indivíduos como uma estratégia pedagógica para ensinar os valores cristãos. Ele, o Messias misericordioso, né? O o Lucas, o evangelista Lucas, ele descreve Jesus como esse perfil bem misericordioso. Então, o que que ele faz? Ele joga o indivíduo para dentro da história. É bastante interessante isso. Então, a dracma perdida é um símbolo de alguém que se perdeu, que está afastado de Deus ou que está vivendo uma vida sem sentido. Naquela outra parábola da ovelha perdida, a mesma coisa. Essa ovelha perdida é alguém que tá vivendo uma vida sem sentido. Eh, e ação de Deus, nosso pai, a parábola destaca a busca incessante e o esforço desse Deus para encontrar e recuperar o perdido. Então, há uma grande alegria no céu quando uma pessoa se arrepende e é encontrada. Isso demonstra a importância que Deus dá ao retorno ao caminho divino. Mas nós humanos temos uma responsabilidade. A parábola nos convida a refletir sobre a nossa responsabilidade em buscar os perdidos e amar a Deus com o coração inteiro. Em resumo, a dracma perdida na parábola de Jesus não é apenas uma moeda, mas um símbolo da busca de Deus por aqueles que se perderam e principalmente a alegria celestial que acompanha o seu retorno. Portanto, o objetivo da parábola aponta
a de Jesus não é apenas uma moeda, mas um símbolo da busca de Deus por aqueles que se perderam e principalmente a alegria celestial que acompanha o seu retorno. Portanto, o objetivo da parábola aponta pra missão do Cristo, que é resgatar quem estava perdido. Então, na casa daquela mulher que estava procurando a dracma perdida, essa parábola, ela faz parte de uma trilogia sobre a redenção de Jesus, né? A redenção que Jesus buscava pros nossos irmãos. Depois que os fariseus e os líderes religiosos o acusam de perder uma dracma, significava uma perda significativa, tanto econômica quanto quanto emocional. Isso era muito cruel para a mulher casada. Então, essa mulher casada, ela se sentia na obrigação de restaurar aquela dracma perdida. Então essa parábola é um dos exemplos de Jesus que enfatiza o amor e a busca incansável desse nosso pai amado por cada alma que está aqui nesse planeta de provas e expiações. Veja que nós estamos no finalzinho do do período de provas, expiações e vamos em breve entrar na regeneração. Então, eh é preciso que nós tenhamos misericórdia desses irmãozinhos que ainda estão perdidos, porque essa reencarnação provavelmente seja a reencarnação mais importante dos últimos 6.000 anos. Há uma possibilidade bastante real de que na nossa próxima reencarnação haja a separação do joio do trigo. Então, esses que estão perdidos, eles precisam se reencontrar ainda nessa reencarnação e nós podemos ser o agente que os mobiliza. Eu outro dia tava numa comunidade de atendimento a adictos de de droga e eu peguei uma pessoa de 23 anos, um garoto de 23 anos, que já tinha perdido três famílias. Ele tinha um filho com cada uma das três moças. E quando ele falou da filha dele, ele ficou com água nos olhos. Mas ele chegou e disse: "Mas a minha vida tá perdido. Eu fui trabalhar no tráfico, virei um assassino, fui preso e eu nunca mais vou poder viver com a minha filha. E é o que a mais a minha filha quer é viver comigo. E ele falou isso chorando. Aí você percebe que lá naquela comunidade de apoio aos
sino, fui preso e eu nunca mais vou poder viver com a minha filha. E é o que a mais a minha filha quer é viver comigo. E ele falou isso chorando. Aí você percebe que lá naquela comunidade de apoio aos adictos, ele tava encontrando talvez a mais eficaz chance que ele tinha na vida de largar toda a droga, de largar todo o tráfego e voltar o tráfico, né, e voltar pro pro caminho de Deus. Não é? Então, o que que essa parábola quer? Ela quer exaltar a bondade, o amor de Deus que desperta em nós os princípios de sabedoria para nos aproximarmos do supremo Senhor. E no livro Parábolas e ensinos de Jesus, o nós temos uma epístola a Jesus, uma carta a Jesus que fala assim: "Que a vida estenda seus horizontes aquele que nos lerem, para que possam entrever os seus destinos imortais. Ajuda-os a vencer os abismos. Resguarda-os os inimigos. Que a milícia apocalíptica montada em alvos corcéis os ajude a abater barreiras, a vencer as dificuldades, a destruir os impecílios para que gozem do teu imaculado aconchego. Então veja que ele está nos convocando a nós sermos auxiliares de Jesus para tentar recuperar esses que estão perdidos. Meus queridos, é a única coisa que o ser humano deseja é se sentir amado. Então, busquemos ter empatia com os nossos irmãos, principalmente esses que estão perdidos, para que eles se sintam amados. Porque fazer o outro se sentir amado é o que menos a gente faz. Portanto, não julgueis para não serdes julgados. E que nós sejamos cartas vivas do evangelho de Jesus. O que demonstra a nossa evolução não é a nossa crença, são as nossas atitudes. Que que adianta eu vir aqui paraa comunhão, assistir um bando de palestra, fazer parte doit, trabalhar com uma função de atividades, fazer tratamento, tomar passe, tomar baldes de água fluidificada. Se eu chego na frente e vejo um um morador de rua, eu só falto cuspi em cima dele. Percebe? As minhas atitudes tem que refletir os valores do evangelho de Jesus. Não é a gente crescer intelectualmente. É muito fácil. Você vi aqui na frente
dor de rua, eu só falto cuspi em cima dele. Percebe? As minhas atitudes tem que refletir os valores do evangelho de Jesus. Não é a gente crescer intelectualmente. É muito fácil. Você vi aqui na frente dar uma palestra, é moleza. A dificuldade tá em você pegar essas coisas que a gente propõe pros outros e nós as abrigarmos dentro do nosso coração e na hora que nós estamos sozinhos, que não tem ninguém olhando, nós agimos com coerência com esse maravilhoso evangelho. Então, que nós sejamos essas cartas vivas do evangelho de Jesus. Lembre-se que os mansos eh herdarão a terra. Então, é preciso que nós sejamos cada vez pessoas mais mansas, que nós saibamos sair desse ambiente infeliz de competição, que é o mundo que a gente vive, para um mundo de colaboração, para um mundo de cooperação. Eh, outro dia eu tava tendo uma aula sobre a educação no Brasil. E a palestrante tava exatamente falando que o pessoas maravilhosas, né, eh, Darci Ribeiro, Paulo Freire e outros grandes educadores, eles promoviam uma educação amorosa. Então, hoje a gente sabe que se você for numa escola, o objetivo da escola é preparar o seu filho para que ele vença o outro no vestibular. há uma uma preocupação gigantesca de competição e ao invés disso poderia ser uma preocupação social, uma preocupação de fazer com que a nossa educação melhorasse o nosso país. Eh, eu acabei de passar ali no buraco do Tatu, eles tinham acabado de reformar, já tá tudo pichado de novo. Então o cara gasta uma nota para comprar spray, para pichar simplesmente porque ele não teve educação. Então a falta dessa educação amorosa, ela gera juízo para todos nós. Nós precisamos perceber que a educação da criança vai evitar o o o prender os adultos. Nós não podemos mais participar desse projeto de deseducação que as autoridades por várias décadas, por várias gerações, por vários gestões tem promovido. Na verdade, não é que o projeto de educação do Brasil não deu certo. Projeto de de educação do Brasil deu certo, sim, mas deu certo para os
adas, por várias gerações, por vários gestões tem promovido. Na verdade, não é que o projeto de educação do Brasil não deu certo. Projeto de de educação do Brasil deu certo, sim, mas deu certo para os objetivos nefastos de quem projetou para que a educação fosse algo completamente sem sentido, completamente absurdo. Tá na hora de nós percebermos que nós precisamos gerar uma educação de qualidade, uma educação amorosa, porque isso aí pode ser a base do nosso país. Pessoal, eu queria fazer uma uma um anunciozinho aqui. É, no próximo sábado no Grêmio Espírita Aualpa Barbosa Lima, que fica aqui pertinho na 610 Sul, aqui na L2, é um prédio amarelo logo depois do listinha, eh, vai ter um um evento maravilhoso chamado seminário de pedagogia das virtudes. E o tema desse seminário é cultivar virtudes, semear a paz, o caminho para uma vida ética. Vai ser então o sábado de 14 às 17 horas no ATOPA na 610 Sul. O palestrante é, na minha visão, um dos maiores palestrantes que eu já tive o privilégio de ouvir. Vai ser o nosso irmão Ulisses Ridel, que ele é fundador e presidente da União Planetária. A União Planetária é uma OCIP que visa promover a paz no mundo. Esse nosso irmão é uma das pessoas mais amorosas que eu já conheci. é uma pessoa que faz com que cada vez mais nós possamos eh dignificar o ser humano. Então, você ouve ele falando dá vontade de chorar. Eu já vi várias pessoas que assistiram palestras dele. Teve uma palestra que ele deu lá na na sede da FEB, né? Foi uma coisa assim emocionante e você via várias pessoas chorando e várias pessoas relatando que aquela palestra mudou o destino da vida, o significado que das das coisas que ele falava que mudava o o o conteúdo da vida. Então, nesse finalzinho de transição planetária, eh, eu acho assim extremamente relevante nós pegarmos um palestrante que é um palestrante internacional. Ele, eh, é acostumado a a a fazer palestras sobre a paz no mundo inteiro, né? Então, você imagina, no passado tinha lá Barack Obama, Nelson Mandela, o
m palestrante que é um palestrante internacional. Ele, eh, é acostumado a a a fazer palestras sobre a paz no mundo inteiro, né? Então, você imagina, no passado tinha lá Barack Obama, Nelson Mandela, o Dalai Lama, o Papa Francisco, né? Eh, e ele era um dos palestrantes junto com esse pessoal, entende? E esse nosso querido irmão vai estar aqui do lado sábado que vem, 14 horas no atual. Então, eu quero promover bastante porque eu acho que mesma forma que algumas coisas que ele falou me impactaram muito a minha vida, também podem impactar a vida de vocês, tá certo? Muito bom. Essa, esse evento ele tem o patrocínio da Federação Espírita do Distrito Federal, do da união planetária, né, do próprio atualpa, que é um anfitrião, da fraternidade sem fronteiras e da Escola Espírita Internacional. Então, minha sugestão, sábado à tarde vão lá para Aualpa, né? 14 horas que vocês não vão se arrepender. Muito bem, meus queridos. Então, meu tempo aqui tá chegando ao final, mas eu queria só deixar para vocês essa palavra clara que essa parábola nos mostra que não existe força maior do que o amor e que os mansos herdarão a terra. Então, que nós possamos nos adocicar por dentro e nos transformarmos em cartas vivas desse evangelho do meigo nazareno. Muito obrigado pela atenção e com isso eu devolvo a palavra pro nosso querido Leandro. Agradeço aí as palavras de Luiz. São sempre palavras muito sensatas, palavras que trazem um pensamento poderoso de amor, de reforma, sempre nos indicando, com base no evangelho, um caminho que a gente possa pensar a respeito, que a gente possa seguir, uma sugestão de modificação de comportamento. Então, agradecemos mais uma vez ao nosso palestrante pelas suas interpretações, pelo que nos foi trazido, desejando a todos aí um um bom pensamento, né, nesse fim de noite, nessa semana que se inicia. E convidamos a todos então para a nossa prece de encerramento. Pedimos então por todas as pessoas que se encontram em situações de dificuldade, sejam dificuldades materiais, sejam dificuldades morais.
E convidamos a todos então para a nossa prece de encerramento. Pedimos então por todas as pessoas que se encontram em situações de dificuldade, sejam dificuldades materiais, sejam dificuldades morais. Embora saibamos que Deus nos atende a todos. Espera também que nós possamos fazer a nossa parte, dando a nossa contribuição na melhoria do mundo. Então, Senhor, oferecemos do nosso coração a alegria e o bom pensamento que tivermos para integrar essa corrente do bem. Que esses bons pensamentos, que essas boas energias, juntamente com as boas energias do plano espiritual, possam alcançar os corações em sofrimento e levá-los e levar a eles, levar-lhes um bálsamo, um momento de tranquilidade, um refresco para o seu sofrimento. E assim, mestre, agradecemos este encontro e essa possibilidade de instrução que tivemos. Graças a Deus. Pessoal, antes do passe, dois avisos aqui, né? Três, né? Um é que agora as quartas-feiras, entre 12:30 e 14, nós temos o passe na salas de passe já aqui, então, no horário do almoço, nas quartas-feiras, segundo a nossa campanha do do cobertor, né? Tá valendo ainda, tá, né? Então, quem puder contribuir agasalhos, cobertores, deixa aqui na alta de Souza de por fora ou deixa na portaria. E também teremos aqui agora no sábado que vem às 19 horas o o coral. Coral teatralizando Olofotes, um convite à vida. Então é falar de existência de Deus, imortalidade da alma, reencarnação, comunicação com os espíritos, lei de causa e efeito, honestidade afetiva, esperança. Então, venha colorir a sua fé e se encher de esperança aqui no auditório no próximo sábado às 19 horas. São todos convidados. E agora a nossa irmã Marta Maria vai começaros a chamar para o passe. Muito obrigado. Uma boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais,
mo finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado
m e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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