JESUS E OS MOMENTOS ATUAIS - Luiz Horta [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 14/05/2025 (há 10 meses) 59:51 449 visualizações

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Transcrição

Per de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi. Boa noite, meus irmãos presentes aqui no auditório Bezerra de Menezes da Comunão Espírita de Brasília. Boa noite também aqueles que nos assistem pela rádio e TV comunhão e pelas mídias sociais da casa de maneira geral, né? Sejam todos muito bem-vindos a mais um momento de estudo nessa casa de Jesus Cristo. Hoje nós recebemos nosso irmão Luiz Horta, que vai nos trazer um tema muito interessante, Jesus e os momentos atuais. E para isso, para que a gente deixe lá fora os nossos pensamentos do dia a dia, a confusão do trânsito do fim da tarde, início da noite, vamos prestar atenção numa leitura preparatória, cujo objetivo é nos harmonizar, né, a todos nós. Você marca a sua vida, tudo o que você faz. S diz, traz a marca da sua personalidade. Em todo o lugar você está dando um recado pessoal. Somente você pode fazer como faz, ninguém mais. Sai de você uma vibração inconfundível. Deus o vê assim. Para ele, você é único em todo o universo. Sua marca é conhecida por ele. Seu rastro é diferente de todos os demais. Deus tem com você uma ligação também única. ama-o de maneira própria. Você e Deus formam uma unidade de profunda beleza. O amor de Deus lhe flui de uma forma que só você sabe sentir. Foi o amor de Deus que o fez inconfundível. Mensagem de número 107 do livro Gotas de Esperança de Lourival Lopes. Aproveitando esse pensamento da nossa conexão com Deus, vamos elevar nosso pensamento ao Pai Criador e agradecer pela nossa vida. pela oportunidade de aqui estarmos e desfrutarmos destes momentos de tratamento em que somos beneficiados pela espiritualidade encarregada de ajudar a cada um de nós, aonde ouviremos palavras que nos orientarão nos esclarecerão a respeito das condutas mais adequadas durante a vida, aquelas que facilitarão o nosso contato com Deus, o nosso caminhar para ele com mais segurança. E assim pedimos a esse pai criador de amor e bondade infinitos, que nos conceda momentos de

ante a vida, aquelas que facilitarão o nosso contato com Deus, o nosso caminhar para ele com mais segurança. E assim pedimos a esse pai criador de amor e bondade infinitos, que nos conceda momentos de tranquilidade durante o nosso estudo. Que assim seja, Luiz, quando você quiser. Muito obrigado. Minhas queridas irmãs, meus queridos irmãos dos dois planos da vida, muito boa noite. É sempre um prazer falar na nossa casa de amor, comunhão espírita de Brasília. Então, saudamos os que estão aqui no auditório Bezerra de Menezes e também os que nos ouçam e vê pelas pela internet. Pedimos aos mentores dessa casa maravilhosa, que hoje nos ensinem a lidarmos com o tema Jesus e os momentos atuais. Muito bom. Então, como vocês sabem, nós estamos terminando a era de provas e expiações e em breve a Terra vai entrar para valer na era da regeneração. E esse momento, como previsto no sermão profético de Jesus em Mateus 24, nós sabemos que é uma época extremamente turbulenta. Por que que essa época é tão turbulenta? Porque no último capítulo da Gênese, o Kardec nos esclarece que é uma geração que tá indo embora e uma geração que tá chegando. E nós estamos exatamente no meio. Então, o há uma um momento em que a humanidade passa por uma série de turbulências. Então, são guerras, são ameaças de guerras, são discursos de ódio, são ideologias contrárias ao evangelho, são perturbações espirituais em todas os cantos da Terra. E a gente tem até uma impressão falsa que a Terra tá regredindo moralmente, mas isso não é verdade. É porque na o que acontece é que a nossa evolução ela não é uma reta, ela oscila, né? Mas nós estamos sempre melhorando. E para quem duvida disso, eu digo que sento o o c e menos de 150 anos atrás, nós tínhamos a escravidão como uma coisa absolutamente legal e considerada até ética. Então, as pessoas mais éticas da sociedade, os padres, os juízes, os psicólogos, os médicos, todos tinham escravos e todo mundo achava aquilo absolutamente normal. Hoje nós já alcançamos um nível

ica. Então, as pessoas mais éticas da sociedade, os padres, os juízes, os psicólogos, os médicos, todos tinham escravos e todo mundo achava aquilo absolutamente normal. Hoje nós já alcançamos um nível moral que ninguém mais acha isso natural. Então, a Terra está melhorando devagarzinho, mas está melhorando. Mas esse momento é um momento que assusta, porque você olha paraa geopolítica e vê tensão em tudo que é lugar. Então, tem tensão política, tem tensão econômica, tem a as próprias eh guerras, né? Nós estamos cheios de guerras e tudo isso aí nos dá um sentimento de apreensão muito grande. Por isso, hoje nós queremos mostrar que a terra é um manal que está sob o comando do meigo Nazareno, do mestre Jesus. Tudo isso daí tava previsto e tudo isso daí vai ser resolvido. Agora, a grande questão é que também tava previsto a separação do joio e do trigo. Então, em breve essa terra vai melhorar muito, porque o joio vai estar indo embora e não vai poder reencarnar tão cedo. E com isso a terra vai ser muito mais amorosa, muito mais fraterna. Só que nós precisamos passar por esse momento turbulento. E veja que o nosso querido Paulo de Tarso, ele fala umas coisas muito interessantes e uma frase dele que não me sai da mente é: "A tudo dai graças". Então, muitas vezes na minha vida eu passei por injustiças, eu passei por situações desagradáveis, a meu ver, completamente desnecessárias. E lá na frente eu entendi que aquelas injustiças, aquelas coisas desnecessárias que eu passei me colocaram num outro nível espiritual. Então, valeu a pena ter passado por isso. Mas você só enxerga isso depois que você passa. Enquanto você tá na turbulência, você não entende. E a impressão que a gente tem é que Deus estava de férias, né? Ou então que Jesus não tá no comando da da terrestre. E nada mais falso do que isso, porque ele em momento algum deixou o leme dessa nal. Bom, mas vamos voltar lá no cristianismo primitivo. E nós sabíamos que um homem singular viria para estabelecer novas maneiras de nos relacionarmos com Deus e

em momento algum deixou o leme dessa nal. Bom, mas vamos voltar lá no cristianismo primitivo. E nós sabíamos que um homem singular viria para estabelecer novas maneiras de nos relacionarmos com Deus e que haveria a chegada de um verdadeiro Messias. E essas profecias se concretizaram, eram expectativas de Israel, desse Messias ser o Rei dos Reis, o filho de Deus, o grande mestre, com conceitos totalmente novos, com discursos maravilhosos e com uma fala repleta de autoridade. Mas também temos a visão do consolador, que nós espíritas sabemos que trata da nossa bela e doce doutrina, mas também tem o entendimento desse Messias ser o Salvador. E não deixa de ser o Salvador, porque ele traz, ele é o modelo e guia da humanidade. E ele sendo esse maravilhoso modelo e guia, ele nos leva para uma salvação, ou seja, para que quando nós cheguemos ao plano espiritual, nós cheg cheguemos lá muito melhores do que quando nós aqui aportamos. Mas veja que o próprio Deus eh o o naquela época o judaísmo acreditava que esse Deus era único. E os sacerdotes diziam que Jesus era diferente da Torá. E ele foi perseguido porque o rival de Deus não existia no judaísmo. Então ele seria o desprezado do povo, porque ele era diferente da expectativa material. Os judeus daquela época imaginavam um Messias poderoso, materialmente poderoso, politicamente poderoso. E a cada segundo a figura desse Cristo vai se alterando, vai havendo um afastamento progressivo da mensagem original de Jesus. Jesus deixa de ser vivido para ser cultuado, adorado. Na idade média, com o aquelas guerras santas, né, entre aspas, passou-se a acreditar num Jesus conquistador, onde as cruzadas mostrariam qual a religião que estava correta. Mas eu queria falar sobre o jantar de Páscoa na última semana do Cristo na terra e ele rogaria ao Pai que enviaria um outro consolador, porque a sua doutrina já tinha vida eterna, imortalidade da alma, a misericórdia de Deus. o amor de Deus aos pecadores e a a proposta de resgate de quem tá caído. Então, Jesus não condenava os que

or, porque a sua doutrina já tinha vida eterna, imortalidade da alma, a misericórdia de Deus. o amor de Deus aos pecadores e a a proposta de resgate de quem tá caído. Então, Jesus não condenava os que fracassavam. E o nosso Paulo de Tarso o apresenta como o Salvador, como a sua morte limpando os pecados. E lá no século passou-se a acreditar que Jesus e Deus eram a mesma entidade. E nós sabemos que Deus é o pai criador que criou tudo que existe, que sempre existiu. E Jesus, uma pessoa como nós, só que muito mais avançada, porque ele já existia há 4 e5 bilhões de anos. Muito bem. Mas imaginemos o seguinte, nós sabemos que nós passamos pela lei de causa e efeito. Então, algumas pessoas acreditam que as coisas ruins que acontecem são o resultado de ações passadas. Isso é verdade, seja nessa vida ou em vidas anteriores. Também sabemos que estamos num processo de crescimento e aprendizado. Então, as coisas ruins que acontecem são oportunidade para nós crescermos e aprendermos e que podemos aprender valiosas lições com elas. Também sabemos que esse mundo de provas, expiações é um mundo extremamente imperfeito. Então esse mundo é imperfeito, cheio de desafios e as coisas ruins que nos acontecem são parte disso. Ah, temos escolhas e decisões a fazer, pois essas escolhas e decisões que tomamos podem ter consequências ruins e é importante aprender com os erros e fazer escolhas mais informadas sobre o futuro, especialmente num momento de desruptura, como o momento que nós estamos atravessando. Porque a nova terra em breve será bem diferente da atual. Alguns conceitos que hoje todo mundo acha normal, provavelmente cairão por terra. Por exemplo, se eu perguntar aqui quem de nós é carnívoro que consome eh animais, carne de animais, eu tenho certeza que a gigantesca maioria vai dizer: "Eu sempre comi carne de animal, seja frango, peixe ou carne de vermelha, não é?" Agora imagina o seguinte. Imagina que nós estivéssemos em 1885 há 3 anos da do final da escravidão. Imagina a gente olhando para

comi carne de animal, seja frango, peixe ou carne de vermelha, não é?" Agora imagina o seguinte. Imagina que nós estivéssemos em 1885 há 3 anos da do final da escravidão. Imagina a gente olhando para aquele povo e dizendo assim: "Nossa, que povo atrasado!" Esses caras, até as pessoas mais éticas da sociedade t escravos. Olha que aberração. Imagine que essas pessoas da regeneração também vão olhar para nós e vão dizer assim: "Puxa, você imagina, imagina que daqui no final desse mesmo século, essas pessoas olhem para trás e dizem: "Nossa, você imagina que as pessoas do início do século XX elas comiam animais? percebe que os valores a t probabilidade bastante razoável, de bastante alteração. Eh, então o é preciso que a gente entenda que a nossa doutrina nos promete a ideia de um plano espiritual maravilhoso. Você imagina você chegar no plano espiritual e você só encontrar amigos, você só encontrar espíritos amorosos onde todos querem te servir e que você também já está num nível tão elevado que você também vai gostar de servir. Então é um nível maravilhoso, só tem amor. Você não tem ódio, você não tem intriga, você não tem maledicência. Você lá vai poder encontrar os seus entes queridos que já retornaram paraa casa espiritual antes de você, seu avô, sua avó, talvez sua mãe, seu pai, não é? talvez alguém que perderu um filho e todos serão muito felizes. Só que nós temos um pré-requisito. Para nós encontrarmos esse mundo maravilhoso, nós precisamos evoluir. Então, percebam que quando nós chegarmos nesse plano espiritual, tudo aquilo que nós temos, nós vamos deixar, mas tudo aquilo que nós somos, ou seja, a nossa essência, nós poderíamos levar para esse esse mundo espiritual. Isso exige que nós vivamos o resto dessa nossa existência, eh, dando prioridade pro espiritual e não pro material. Vocês lembram que Jesus falou que os mansos herdarão a terra e esse momento tá cada vez mais próximo? Ora, se os mansos herdarão a terra, é extremamente necessário que nós nos adociquemos

ro material. Vocês lembram que Jesus falou que os mansos herdarão a terra e esse momento tá cada vez mais próximo? Ora, se os mansos herdarão a terra, é extremamente necessário que nós nos adociquemos interiormente. Então você vê, por exemplo, você anda no trânsito, é uma guerra, um xingando o outro, um querendo passar o outro. Se tem du dois carros, duas duas vias, né? E, e num determinado momento uma dessas vias tá tá fechada, há uma correria para ver quem consegue chegar na frente do outro. Quando nós poderíamos perfeitamente, imagina a cena, você vem os dois carros, um fala pro outro: "Pode, pode, você pode ter a preferência". E o outro diz assim: "Não, a preferência é sua". Uma coisa muito mais amorosa, muito mais elevada, percebe? Mas nós ainda vivemos uma guerra, uma competição. E nós sabemos que a competição é muito pior do que a cooperação. A nossa querida Madre Teresa, ela tinha algumas frases muito bacanas. Ela dizia assim: "A falta de amor é a maior de todas as pobrezas". também dizia que a única coisa que o ser humano deseja é se sentir amado. Infelizmente, a gente fazer o outro se sentir amado é uma das nossas últimas prioridades. Eu me lembro de uma história, eu acho que eu já contei isso daqui, mas é sempre interessante a gente reviver esses momentos. O Mahatma Gand, ele era advogado na África do Sul e ele retornou paraa Índia. E quando ele chegou na Índia, os ingleses tinham se apoderado da Índia. E aí ele bota aquela roupa de hindu dele e vai caminhar numa calçada. Nesse momento, um guarda chega e diz assim: "Olha, essa calçada é privativa dos ingleses. Vocês hind precisam andar pela sarjeta." E o Gand, com conhecimento jurídico que ele tinha, ele chega e diz: "Não, negativo. Eu tô no meu país e eu tenho o direito de andar nessa calçada". E o guarda então chega e diz assim: "Se você andar nessa calçada, eu seria obrigado a bater em você". E o Gandy diz: "Você pode cumprir o seu dever, mas eu tenho certeza que eu tenho direito a andar nessa calçada e continua

e diz assim: "Se você andar nessa calçada, eu seria obrigado a bater em você". E o Gandy diz: "Você pode cumprir o seu dever, mas eu tenho certeza que eu tenho direito a andar nessa calçada e continua andando." Aí o guarda tira o cacetete e dá-lhe uma bordoada. O Gand, o Gand cai sangrando. Aí ele cai e diz assim: "Puxa, eu não falei com suficiente brandura". E ele pega e volta pro guarda e diz: "Nós podemos ser amigos, nós podemos coutilizar essa essa calçada. Essa calçada é bastante larga para nós dois". E o guarda fala: "Se você andar nessa calçada, eu sereia obrigado a lhe bater novamente". E o Gandes levanta e anda. E o guarda não tem dúvida, pega o bastão e dá-lhe outra bordoada. Aí o Gand cai sangrando mais um pouco e pensa assim: "Eu não falei com o suficiente brandura". Aí ele levanta e diz assim: "Meu irmão, por que que nós não podemos nos amar? Não há necessidade desse conflito. Aí o guarda que já tinha recebido três admoestadas do Gand, ele chega e diz assim: "Que que te ensinou a pensar dessa maneira?" Aí o Gand olha e observa que o guarda tava com um crucifixo no peito. Aí ele aponta pro peito do guarda e diz assim: "É esse cara, foi esse cara que tá pendurado aí no teu peito? Detalhe, gente, o Gand era hindu, ele não era cristão, mas ele tinha lido o sermão da montanha e tinha concluído que era um dos livros mais belos que já tinham sido escritos. Aí o guarda fica impressionado com aquilo, começa a chorar e deixa ele passar. Naquele momento, o Gand criou o conceito da satiagarra, a política da não violência. Essa política, vocês sabem que muito depois o Martin Luther King iria usar para acabar com a segregação racial nos Estados Unidos, né? Eh, então veja o imagine que Jesus tivesse chegando hoje, mas imagina que ele tivesse chegando hoje, não vestido como Jesus, mas usando umas roupas proletárias, não é? E nós chegaríamos para ele e dizer assim: "Como é que você pode dar atenção a esses mendigos, a esses moradores de rua, né? Ou imaginemos que Jesus esteja lá no

usando umas roupas proletárias, não é? E nós chegaríamos para ele e dizer assim: "Como é que você pode dar atenção a esses mendigos, a esses moradores de rua, né? Ou imaginemos que Jesus esteja lá no Congresso lidando com os deputados e senadores e nós diríamos: "Você lidando com essas pessoas, muitos deles sem moral, ou nós chegaríamos e dizer assim: "Como é que você pode estar conversando com homossexuais. Tudo isso hoje talvez acontecesse se Jesus voltasse nesse momento. Então, a grande questão é que nós temos um grande caminho de evolução, principalmente para quem quer renascer na regeneração. Nós estamos num momento único, um momento maravilhoso de crescimento. Só que para que esse crescimento ocorra, é necessário que nós olhemos para dentro de nós, buscando o autoconhecimento. Então, eu quero dizer para vocês que eu atuo no grupo mediúnico como dialogador. Então eu dialogo, embora eu esteja falando com os médiuns ou as médiuns, mas na verdade eu tô conversando com os espíritos e eu vejo que há espíritos que não conhecem a doutrina espírita. Então, alguns desses espíritos estão há 800 anos dentro do túmulo esperando a volta de Jesus. Quer dizer, eles cometem esses equívos porque não conhecem a doutrina. Mas também eu encontro outros espíritos normalmente que são espíritos de ex encarnados espíritas que chegam e me dizem: "Eu conhecia tudo sobre a doutrina, mas era só da boca para fora. Eu não a não a praticava verdadeiramente. Então, nós temos lá o Divaldo Franco, ele conta que uma vez ele tava lá em Salvador e ele pegou um livro e deu para uma moça muito humilde, pobre. E essa moça voltou com o evangelho na semana seguinte. E o Divaldo chegou e falou assim: "Ah, a senhora leu o Evangelho?" Aí ela chegou e disse assim: "Ô, seu Divaldo, infelizmente eu não sei ler, mas eu peguei o livro e botei em cima da minha cabeça na esperança que as ideias caíssem paraa minha cabeça. E aí as pessoas que estavam ali começaram a rir. Aí a Joana de Angeles chegou pro Divaldo e diga assim:

i o livro e botei em cima da minha cabeça na esperança que as ideias caíssem paraa minha cabeça. E aí as pessoas que estavam ali começaram a rir. Aí a Joana de Angeles chegou pro Divaldo e diga assim: "Divaldo, avise a esse povo que de todos que estão aqui, ela é a pessoa de maior elevação espiritual. Percebe? Então, entendam que estudar é maravilhoso. Nossa casa aqui oferece oportunidades riquíssimas de conhecimento. Mas você conhecer intelectualmente a doutrina significa nada se você não a praticar verdadeiramente. Nós precisamos fazer um salto do cérebro pro coração. Nós temos relatos mediúnicos de pessoas que eram as estrelas da casa, nãoé? dirigentes, pessoas da alta hierarquia do movimento espírita, palestrantes. E a tinha uma faxineira, analfabeta, que sentava sempre na primeira fila e um desses dessas pessoas ilustres olhava assim para ela e dizia: "Nossa, como eu tô ensinando, né, que oportunidade dela aprender, porque eu tô ensinando tudo para ela." E aí ela desencarna e depois ele desencarna. Só que quando ele desencarna, ele chega no plano espiritual e percebe que ela tá toda iluminada, nimbada de luz e ele tá opaco. E ele chega pro mentor dele e fala: "Deve haver algum equívoco, não é possível. Eu ensinei tudo que ela sabe. Como que ela pode estar nimbada de luz e eu opaco?" E o mentor vira para ele e diz: "Ô, meu irmão, é porque ela praticava aquilo que você falava e você, embora de um grande conhecimento intelectual, você não praticava nem aquilo que você pregava. Percebe? Eh, então eu digo para vocês que esses espíritos que conheciam a doutrina, mas não a praticavam, eles relatam que houve uma enorme perda de tempo, que a encarnação que eles tiveram aqui, com todo o conhecimento que eles tiveram acesso, mas resultou nessa perda de tempo, porque eles não a vivenciaram verdadeiramente. Então, é preciso que nós tenhamos claro a necessidade da vivência evangélica. Algumas coisas me impressionam. Nós temos uma doutrina maravilhosa, extremamente doce, lógica,

ivenciaram verdadeiramente. Então, é preciso que nós tenhamos claro a necessidade da vivência evangélica. Algumas coisas me impressionam. Nós temos uma doutrina maravilhosa, extremamente doce, lógica, coerente. E nós estamos vendo que a o percentual da população que pratica a nossa doutrina fica sempre em torno de 4% da população. Eu, quando eu comecei a estudar o espiritismo, eu falei assim: "Bom, mais alguns anos e eu tenho certeza que nós vamos ser a maioria, porque logicamente todo mundo vai entender, não é?" E a gente observa de um modo geral, eu tenho uma profunda admireção aqui pela nossa comunhão. Então, o que eu vou falar aqui não é nenhuma casa espírita em especial. Eu tô vendo o movimento espírita como um todo, mas eu noto que nós espíritas ainda temos muito, muita falta de afeto e nós não estamos conseguindo chegar até os jovens. Nós geralmente temos uma evangelização infantil de primeira qualidade, mas quando essas crianças se transformam em jovens, elas se afastam das casas espíritas. Então, é preciso que nós eh entendamos que cabe a nós darmos o exemplo vivenciando os preceitos do evangelho e da nossa querida doutrina. Hoje nós vemos um mundo onde a competição é muito mais relevante do que a cooperação. Isso nos entristece bastante, porque é tão lógico que um ambiente onde nós eh temos mais cooperação é um ambiente muito mais agradável, muito mais amoroso, não é? eh muito mais prazeroso de se viver. Eu participo toda segunda-feira de um movimento chamado Tribuna Livre pela Paz, lá na na no Memorial Darci Ribeiro na UnB. Ele não é exatamente um movimento espírita, mas é um movimento profundamente espiritualizado. Então, lá nós temos monges, lá nós temos eh o padres, nós temos e temos muitas pessoas do movimento espírita, mas temos até alguns ateus. Essa tribuna livre pela paz é uma parceria da UnB com a União Planetária, que é uma OCIP que visa promover a paz e a fraternidade no planeta. E eles estavam me colocando, essa CIP União Planetária que eles contrataram um camarada para falar

ia da UnB com a União Planetária, que é uma OCIP que visa promover a paz e a fraternidade no planeta. E eles estavam me colocando, essa CIP União Planetária que eles contrataram um camarada para falar de educação, mas eles queriam que falasse sobre uma educação fraterna, como que essa educação nossa poderia ser melhorada para ela ser mais fraterna. Então, pegaram um cara no mercado, pagaram para esse esse camarada vir dar uma uma palestra e nas reuniões de interlocução para perceber qual era o desejo daquela instituição, a a a instituição chegou e disse assim: "Nós queremos essa visão fraterna o o da educação". E a resposta do educador foi: "Ah, desculpe, mas eu não dou conta de fazer isso, porque a minha especialidade é trabalhar para tornar as pessoas mais competitivas. Eu não tenho treinamento para fazer uma educação cooperativa. Olha que coisa, não é? Eh, eu também trabalho numa instituição de numa comunidade que atende os adictos de álcool e droga. E eu fiz um atendimento, um atendimento fraterno, em que eu peguei um jovem de 23 anos, adicto de álcool e droga. E eu comecei a conversar com ele e ele falou assim para mim: "Eu não aguento mais. Eu sou um adicto de álcool e droga. Eu enxerguei a oportunidade que vocês estão me dando, mas eu tenho uma história de vida muito difícil. Eu já perdi três famílias. Eu me envolvi no tráfico, eu me transformei num assassino, já fui preso e já eh cumpri a pena com 23 anos, hein? Olha que coisa interessante. E aí eu notei que num determinado momento ele falou de uma filha dele e quando ele falou dessa filha dele, ele botou água nos olhos e ele falou assim para mim: "Era para nós estarmos juntos". O que eu achei mais impressionante é que esse jovem completamente eh sem uma perspectiva de saída de vida, mas ele olhou para aquela instituição e falou: "É isso que eu desejo. Eu quero refazer a minha vida. Eu não aguento mais viver com álcool e droga. Olha que interessante, não é? E às vezes eu me, eu que eu confesso a vocês, quando eu eu entendi a história

que eu desejo. Eu quero refazer a minha vida. Eu não aguento mais viver com álcool e droga. Olha que interessante, não é? E às vezes eu me, eu que eu confesso a vocês, quando eu eu entendi a história dele, eu pensei assim: "Esse cara é irrecuperável, não é possível que ele ele consiga dar uma agnada na vida. E esse cara tá batalhando, tá tendo sucesso e tá fazendo uma revira-volta na própria vida. Um outro conceito que a gente precisa botar dentro do nosso coração é o conceito do perdão. Porque vocês lembram que a primeira preocupação de Jesus quando ele saiu da cruz foi correr até Judas, que tinha se suicidado e acolheu o nosso irmão Judas, né? Eh, vocês lembram daquela passagem de Jesus multiplicando os pães? Sabe qual é o significado? Por que que Jesus não pegou? Ele tinha lá um pouquinho de pão, um pouquinho de de peixe e tinham 5.000 pessoas. Por que que ele não chegou e distribuiu? Quer dizer, por que que ele não criou logo os pães e peixes para as 5000 pessoas? Qual a necessidade que ele tinha de pegar um pão e um peixe material que já existia? E hoje eu entendi, é porque Jesus está mostrando a necessidade de nós fazermos a nossa parte. É muito interessante a gente perceber isso. Vocês lembram também que quando Jesus eh materializado, eh aliás, desculpe, materializar não, Jesus foi atender a Marta e Maria, que tinham perdido o irmão Lázaro, ele chegou e pediu que abrissem o túmulo. Ele não foi lá. Ele podia ter simplesmente feito um gesto com as mãos e aquela roda de de de pedra ter se deslocado. Mas não foi isso que ele fez. Então ele pegou e pediu que os apóstolos rodassem aquela aquela roda de pedra, não é? também é outra passagem que ele mostra que nós precisamos fazer a nossa a nossa a nossa a nossa parte. Então, pro crescimento espiritual, nós temos dois caminhos, a porta estreita e a porta larga, não é? Vocês lembram daquele livro há 2000 anos em que Emanuel, na pele do senador Públo Lentos, ele tinha uma filha que era o a Flávia, que era o Chico Xavier, na

s, a porta estreita e a porta larga, não é? Vocês lembram daquele livro há 2000 anos em que Emanuel, na pele do senador Públo Lentos, ele tinha uma filha que era o a Flávia, que era o Chico Xavier, na verdade, e a Flávia tava com lepra, ranceníze, e a Lívia, a mulher do senador, pediu que ele fosse até Jesus. para que Jesus curasse a filha. E Jesus chegou, marcou com com Jesus, não, o senador marcou com Jesus num horário à noite, onde ele não era, não seria visto, porque ele era um senador orgulhoso, prepotente. E quando ele tava esperando por Jesus, ele começou a pensar: "Pô, eu sou um senador romano, uma alta autoridade do império, tenho acesso aos melhores médicos do planeta. Por que que eu preciso me rebaixar a um Messias desses que tem um novo a cada mês? E Jesus pegou e entendeu o pensamento do senador e virou para ele e falou: "Senador, o senhor tem duas, dois caminhos, o da porta estreita e o da porta larga, mas eu lhe alerto que essa porta larga é transitória. Todos os seus poderes imperiais são transitórios, mas a porta estreita vai levar a uma felicidade perene. E o senador volta para casa. Quando ele chega lá, a Flávia tá completamente curada, um milagre. E o senador vira para Lívia e falou: "Não falei isso foi obra dos nossos médicos maravilhosos do império." Bom, quando você lê aquele livro, 50 anos depois, o Emânuel reencarna como escravo nestório e ele vai penar por séculos de sacrifício, porque enquanto a Lívia, que se tinha se tornado cristã, por intermédio da escrava Ana, que era cristã. Ele chega e a a vai a a Lívia tava num plano bem mais elevado e a Ana também. E no entanto, ele, o senador Públulentos, reencarna como o escravo nestório. E tem uma passagem muito interessante em que tem um um senador amigo do do eu não sei se ele era senador, era um um mas era um colega do do do senador público Lentos. E a no finalzinho desse livro, há há 2000 anos, eles vão lá para perto do vulcão Vesúvio e lá em Pompeia e o vulcão despeja as lavas e ele morre e a

mas era um colega do do do senador público Lentos. E a no finalzinho desse livro, há há 2000 anos, eles vão lá para perto do vulcão Vesúvio e lá em Pompeia e o vulcão despeja as lavas e ele morre e a escrava Ana também morre. E aí quando eles chegam no plano espiritual está o senador Púbio Lentos e tá esse colega dele que chega para ele, né? Aí o senador vira e diz assim: "Ana, traga os meus chinelos". E esse amigo dele vira para ele e diz assim: "Públio, você não tem mais os seus poderes imperiais. A Ana não está mais com você. Ela já asendeu a níveis mais elevados." E aí ele percebe o que que era a porta estreita que Jesus falou. Muito bem. Então, nesse nosso crescimento espiritual que vai acontecer de forma gradativa, é preciso que nós não julguemos. Por quê? Porque quando eu julgo, eu me coloco numa posição acima da posição daquele que eu tô julgando. Eu não passei pelas situações de vida que aquele irmão passou. Mas tem uma questão ainda mais importante. Vocês sabem que quando nós chegarmos no plano espiritual, nós seremos julgados por um verdadeiro pelotão de julgamento. Sabe como é o nome desse pelotão de julgamento? consciência. Então, eu deixarei de ser um simples réu para assumir a posição simultânea de réu e juiz, o que para mim réu é péssimo. Sabe por quê? Porque o juiz passa a conhecer todas as minhas intenções. Eu não posso mais chegar para pro juiz e dizer assim: "Eu não tive intenção porque o juiz, que sou eu mesmo, vai chegar e vai dizer: "Tinha sim, porque eu sei". Entende? Então, o hábito de nós não julgarmos, ele é extremamente importante para esse crescimento a o o o espiritual. Então, nessa transição planetária, quem não evoluir não vai poder merecer esse planeta de regeneração, que vai ser um planeta que ainda terá o mal, mas que o bem já começa a ser superior ao mal. Então, é necessário que a gente entenda o verbo servir. E para servir é preciso autoconhecimento. Nós precisamos olhar para dentro que nós tantos tememos. E o Jung, o psicólogo,

a ser superior ao mal. Então, é necessário que a gente entenda o verbo servir. E para servir é preciso autoconhecimento. Nós precisamos olhar para dentro que nós tantos tememos. E o Jung, o psicólogo, psiquiatra Carl Gustavo Jung, dizia o seguinte: "Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta. Então, eh, é muito, é muito interessante que nós busquemos a elevação espiritual. Eu vou perguntar uma coisa para vocês. Onde é que estão os anjos? Será que eles estão no plano espiritual tocando violino? Claro que não. Eles estão nos abismos espirituais, onde o ódio fala alto, porque os anjos estão onde se precisam deles, não é? Eh, então, a grande história que eu queria deixar para vocês é que está se aproximando esse momento da verdade e é extremamente relevante que nós aceleremos a nossa elevação espiritual. Meus irmãos, é extremamente importante que nós olhemos para dentro de nós, que nós acolhemos a nossas, nós acolhamos a nossa sombra espiritual, aqueles defeitos e transformemos os nossos defeitos em qualidades, porque não existe força superior ao amor. E nós carecemos mais de do que nunca de colocarmos esse amor dentro do nosso coração e passarmos a servir a humanidade e ajudar Jesus no finalzinho dessa transição planetária. Infelizmente o meu tempo chegou até o final. Eu agradeço a atenção de todos e devolvo a palavra pro nosso querido Leandro. Muito obrigado. Agradecemos o Luiz Horta pelas suas palavras. sempre palavras que nos trazem esperança, nos trazem um direcionamento, um alerta pelas suas reflexões, pelo que hoje ele relacionou de Jesus com a nossa caminhada, com a questão da necessidade de prestarmos atenção na nossa maneira de viver, né, de sentir, de ver os outros. Ele usa muito uma expressão que que ele diz assim: "É necessário que a gente se adocique, nosso coração tem que ficar adocicado. Nós precisamos botar um pouco mais de açúcar na relação com as pessoas, sermos mais doces, lembrar de Jesus, da figura do aconchego, do abraço, daquele ponto em que muitas vezes era o

ficar adocicado. Nós precisamos botar um pouco mais de açúcar na relação com as pessoas, sermos mais doces, lembrar de Jesus, da figura do aconchego, do abraço, daquele ponto em que muitas vezes era o último local que você ia encontrar uma resposta ou uma esperança para o seu desespero. Ficando então com as ideias que Luiz nos nos trouxe, lembrando desse Jesus doce meigo que nos acompanha desde muito antes de ter vindo à terra e continua nos acompanhando. Vamos todos juntos elevar o nosso pensamento a esse mestre e dizer a ele: "Jesus, querido irmão, muito obrigado pelo teu amor, pelo teu carinho, pela tua proteção e pela tua orientação. permita que tenhamos uma semana de muita paz e que possamos também levar a cada um daqueles que cruzarem com o nosso caminho um pouco da tua paz, um pouco dessa tua esperança, que sejamos de uma certa maneira os teus pequenos embaixadores. E assim, certos do amparo e da condução que recebemos, encerramos esse encontro da noite, dando graças a Deus. E agora a nossa irmã Marta Maria, da história que você contou, né, vai chamá-los para o passe. Uma boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os

aneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

hos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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