A NOSSA CASA ESPIRITUAL - Eliziário Leitão [GRUPO DE HARMONIZAÇÃO CHICO XAVIER]
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Meus queridos, sejam bem-vindos ao nosso encontro. eh da nossa harmonização que nós fazemos semanalmente, dando acolhimento a todos aqueles que nos buscam, que vem em busca de o consolo, de uma palavra amiga, né? E essa é a nossa proposta sempre aqui trazendo essas informações oriundas da doutrina espírita. O nosso tema hoje é um tema eh que tem muito a ver com a nossa realidade, mas digamos diferente, que tem a ver com a nossa vida como um todo, sobretudo no nosso campo mental. Esse texto é eh de um livro chamado da Recaro Anacleto da Hild Alonso, é o nome da obra. E a gente extraiu um texto que desse livro que é a nossa casa espiritual. Sempre ele é precedido por uma passagem evangélica. E a passagem evangélica traz assim: "Na casa de meu pai há muitas moradas". eh do Evangelho de João, capítulo 14, versículo 2. Quando a gente observa esse texto, quando a gente faz uma análise sobretudo desse desse pequeno trechinho, a gente imediatamente pensa na atmosfera de natureza física. Os planetas que estão espalhados pelo sistema solar, que estão espalhados por outros outros órbes que estão espalhados aí por por outras galáxias, a gente nunca para para olhar para dentro de cada um de nós, pensar na nossa condição, na nossa individualidade, na nossa casa mental. a gente sempre procura passar no a gente pensa de imediato no macro, né? Mas a gente começa esse encontro falando de uma de uma primeira reflexão. Onde é a casa que nós moramos? A cidade onde vivemos? O país onde nascemos? Quando a gente observa e fazemos esse foque, de imediato, nós voltamos imediatamente ao mesmo raciocínio de estrutura que se caracteriza por uma estrutura física. efetivamente físico, a casa que a gente mora, né, a rua que a gente mora, o a cidade que vivemos, né? Aí a gente volta essa reflexão de Jesus quando nos fala que na casa do meu pai muitas moradas, a gente foge um pouquinho desse raciocínio, dessa reflexão de que necessariamente nós vamos nos ater a outros planetas, nós vamos nos ater a outras moradas de
la que na casa do meu pai muitas moradas, a gente foge um pouquinho desse raciocínio, dessa reflexão de que necessariamente nós vamos nos ater a outros planetas, nós vamos nos ater a outras moradas de universo, que com muita sabedoria ele falou isso. É verdade. E tenhos realmente dentro desse extenso universo muitas moradas que quem sabe um dia nós possamos morar. Por enquanto, a nossa morada de natureza física é aqui na Terra. Entretanto, a gente vai abrir um parêntese aí e falarmos também da nossa morada espiritual. Aí a gente vai fazer uma analogia desse binômio entre as coisas materiais e as coisas espirituais. E nesse texto ele traz uma coisa interessante, ele traz uma metáfora muito profunda. Ele diz assim: "Podereis construir a morada do vosso espírito". Então a gente, repetindo o que eu falei anteriormente, a gente vai sair um pouco do raciocínio da morada física para morada do nosso espírito. Ora, o nosso espírito adquire uma morada que diferencia da morada de natureza eh de natureza material. E a doutrina espírita é muito clara com relação a isso, né? Eh, a gente pode construir, nós podemos construir essa morada, nós podemos, como diz o próprio texto. Então, isso mostra a nossa responsabilidade perante esse raciocínio do nosso espírito construído por nosso espírito mesmo, né? Aliás, a doutrina espírita é muito eh é muito recheada destas informações, né? E a é como se a gente dissesse no próprio Evangelho Segundo Espiritismo tem assim: "Cada um é o artífice de sua própria felicidade". Para muitos isso pode parecer uma coisa estranha, porque ninguém para para pensar nas consequências e nas relações, nas consequências, nas relações, das consequências dos nossos atos, das nossas atitudes e até mesmo dos nossos pensamentos. Então eu fiz uma correlação aqui estabelecendo que dentro desse contexto da casa do da nossa morada espiritual, eu vou fazer uma analogia pra gente compreender melhor. A casa espiritual seria a nossa estrutura espiritual e eu vou mais além, o nosso pensamento, tudo
ontexto da casa do da nossa morada espiritual, eu vou fazer uma analogia pra gente compreender melhor. A casa espiritual seria a nossa estrutura espiritual e eu vou mais além, o nosso pensamento, tudo decorrente a partir dele. E eu disse assim, nós temos a nossa casa material e a casa espiritual. Temos a fundação dessa casa material, que tem a ver muito com os pensamentos. As paredes dessa casa espiritual são os nossos sentimentos. A estrutura dessa casa espiritual são as nossas atitudes e a segurança é a nossa consciência tranquila. Então, a gente foge desse paradigma, desse raciocínio inicial, de que tudo é de natureza material. Agora a gente se volta única e exclusivamente para a casa da natureza espiritual que tá vinculado ao nosso espírito, que tá vinculado sobretudo a responsabilidade dos nossos atos, as consequências dos nossos atos, né? Em resumo, é o estado de consciência que todos nós vivemos no nosso cotidiano. Só que nós não paramos para refletir sobre isso. Parece que o mundo gira em torno das nossas da nossa relação com o mundo material, com as pessoas que nos circundam, com o mundo externo, né? com o macro, com os planetas, através do nosso raciocínio. A gente para para pensar na casa espiritual como centra a nossa própria individualidade, como centra o nosso próprio espírito. E nesse texto ele fala do estado, desse estado de consciência e nos diz assim, o, ó, o que fala o texto, muito bacana, o estado da vossa consciência determinará a tranquilidade que esse domicílio poderá proporcionar. Então, a o raciocínio e a consciência dessa realidade pode ser determinante para a consequência de várias atitudes nessa ou até mesmo após a morte. Muitas pessoas têm essa curiosidade. Como fica o ser após a morte? Após a morte biológica, já que não existe a morte espiritual. A morte eminentemente biológica. O que nós temos e carregamos junto conosco é a morte biológica. Mas o espírito sobrevive. E mais do que isso, quando ele se volta pra dimensão espiritual, ele não leva
A morte eminentemente biológica. O que nós temos e carregamos junto conosco é a morte biológica. Mas o espírito sobrevive. E mais do que isso, quando ele se volta pra dimensão espiritual, ele não leva nada que é material, mas leva os seus atributos e natureza espiritual, as consequências daquilo que a gente carrega junto ao nosso espírito. A matéria fica, a casa fica, o carro fica, mas o reflexo das nossas atitudes, essa se fará presente. É isso. Essa é a bagagem que nós vamos levar para o mundo espiritual. Aí alguns pensam isso tradicionalmente através de religiões eh mais primitivas antigas, que vai ter um tribunal que vai nos aguardar de acordo com as nossas atitudes. Isso não está condizente com a doutrina espírita. Sabe por quê, meus amigos? Porque a a consciência que nós carregamos, a o tribunal que nós carregamos é a nossa própria consciência. A gente precisa despertar, como ele diz mesmo aqui, o estado da vossa consciência determinará a tranquilidade que esse domicílio poderá proporcionar. Tudo está de acordo com a nossa consciência e nós precisamos despertá-la. Nós precisamos enfrentar outras realidades, despertando o nosso pensamento para outras verdades que não mais essa somente de natureza, mas física, de natureza material. Eu costumo muito dizer nas minhas falas por aí assim que nós temos todo o direito de termos as coisas materiais. É um direito nosso de nos sentirmos eh abençoados pela matéria, mas não esqueçamos dos valores da natureza material. Porque o ser humano fica nessa nessa e quando eu falo do ser humano, falo de uma forma genérica, ele vive essa essa luta incessante de conseguir as coisas materiais. Ele sai de manhã para o trabalho. É verdade. Ele sai de manhã para o trabalho, corre, chega, consegue o seu sustento, consegue os valores eh financeiros para conquistar o seu ganho, através do seu ganho financeiro, de conquistar as coisas materiais. E isso segue-se por uma vida inteira muitas vezes, sem pararmos para refletirmos sobre os valores que tão apegados ao
r o seu ganho, através do seu ganho financeiro, de conquistar as coisas materiais. E isso segue-se por uma vida inteira muitas vezes, sem pararmos para refletirmos sobre os valores que tão apegados ao nosso espírito. A luta constante contra o egoísmo, contra a vaidade, contra o orgulho, a nossa boa relação com o nosso semelhante, o exercício da caridade, do trabalho social, as reflexões junto ao nosso próprio espírito são coisas importantíssimas e isso sim vai permear a nossa casa espiritual, como ele mesmo diz assim, né? eh a vai exaltar a nossa consciência nesse trabalho da nossa casa espiritual. Então, eh eh após a morte, ele não vai encontrar nenhum juiz que vá de alguma forma julgar você mesmo pelo que você fez. O maior, o juízo que nós vamos encontrar é o juiz da nossa consciência. E essa sim em algum momento vai se despertar e vai mostrar a realidade do nosso espírito nessa existência preta, recém-interrompida, talvez. Kardec explica em céu e inferno, num das suas obras, que o sofrimento espiritual nasce sobretudo. Olha só que coisa, o nosso sofrimento, não sofrimento, talvez sofrimento físico também, já que as duas coisas estão ligadas, o espírito com o corpo. Então o o sofrimento é de natureza espiritual, mas que reverbera, repercute no corpo físico. dizer faz a seguinte colocação, que o sofrimento espiritual nasce principalmente do remorço, que nós precisamos trabalhar esse nessa existência, não carregarmos o remorço, nós reajustarmos, sermos resolutos naquilo tudo que pode transformar em remor enquanto estamos em vida. A gente não tem que esperar chegar no mundo espiritual para podermos nos incumbirmos dessa tarefa. o apego que eu já me referi antes, sobretudo o apego de natureza emocional ou o apego amoroso, afetivo, em excesso, que também nos traz o sofrimento. E são realidades que nem todos querem querem enxergar. a culpa. E aí ela tá extremamente vinculada ao remorço. A partir do despertar dela, vem o remorço subsequente. A ausência de paz anterior, de paz interior.
idades que nem todos querem querem enxergar. a culpa. E aí ela tá extremamente vinculada ao remorço. A partir do despertar dela, vem o remorço subsequente. A ausência de paz anterior, de paz interior. Como é bom encostarmos a cabeça no travesseiro durante a noite e podermos dormir tranquilamente, de que tudo o que a gente fez naquele dia foi saudável, foi salutar, foi equilibrado, né? E isso exige em nós muitas coisas. Exige sobretudo renúncia e muitas atitudes da nossa vida, enquanto que o espírito que praticou o bem vai encontrar a serenidade. Ele é sereno. O ser do bem, o ser de amor, ele é sereno. Vai encontrar um amparo, sobretudo o amparo espiritual, consequência das nossas atitudes e do crédito que nós adquirimos a partir daí. E vai encontrar sobretudo afinidade com os espíritos mais elevados. que vão observar em nós um instrumento, quem sabe, de ação em prol daqueles que estão sofrendo. Um outro ponto central dessa leitura nos diz assim: Deus nos fornece todos os recursos, mas nos dá liberdade para escolher os caminhos. Deus nos dá todos os recursos, mas nos dá liberdade para escolher o caminho. Por que diz isso? Porque a gente tem basicamente tudo que a gente precisa na vida. Nós temos tudo que a gente precisa na vida. Às vezes aquilo que o Senhor nos facuta a gente usa por um caminho que não é o melhor. Nós enveredamos por alguns caminhos que não são os melhores. E esses caminhos nos traz como consequência o sofrimento. Aí a gente volta para depois o o o apego, o remorço, a culpa. Então, e é verdade, Deus nos dá todo subsídio para sermos felizes, mas também nos dá liberdade para escolher os caminhos que nós vamos progredir a partir de então, ou durante o transcurso dessa existência, ou como consequência de existências pretéritas, em que nós sofremos a sofremos as consequências dessa lei de ação e reação. Então, ninguém tá proibido. A gente ouve muito isso na doutrina espírita, ninguém tá proibido de fazer nada, mas nós precisamos ter ciência das consequências
consequências dessa lei de ação e reação. Então, ninguém tá proibido. A gente ouve muito isso na doutrina espírita, ninguém tá proibido de fazer nada, mas nós precisamos ter ciência das consequências dos nossos atos. Isso é uma certeza que a gente precisa deixar incutido dentro de cada um de nós. Então, revela um Deus orienta, mas não impõe e cada decisão dessa gera consequências, como eu falei anteriormente. Isso chama-se a lei de ação e reação ou de causa e efeito. Mas espera aí, Elisiá, está ligado ao tema? Sim, tá ligado ao tema porque a consequências desses atos é que vai dar origem à nossa casa. espiritual vai da orig. Então a gente para e faz a reflexão. Que casa espiritual tô construindo a partir das minhas atitudes, a partir dos meus pensamentos, a partir das minhas ações, a partir da minha relação semelhante, a partir da relação com o mundo que que me circunda, né? Então, como fazer para equacionar tudo isso? Não é complicado. A gente pode gerar uma série de circunstâncias que propiciem exatamente esse bem-estar e sofrermos. Sofrermos não, e colhermos no positivamente as a consequência dessa dessa lei de ação reação, que é benéfica essa lei de ação para que faz o bem. E aqui temos pensamentos geram vibrações. Então, qual é o nosso pensamento no dia de hoje que nós estamos tendo agora nesse instante? Qual foi o pensamento que eu tive no dia de ontem, né? Saber que a partir das vibrações nós vamos atrair aqueles que se afinizam conosco. Nós vamos começar a a se inserir dentro de ambientes que vai estar em consonância com a minha minha com a minha com a minha vibração. Eu vim sentir a fim aquela pessoa, né? Tudo tá de acordo com as ondas mentais, com as vibrações em forma de ondas que nós emitimos de cada um mesmo. Portanto, a responsabilidade é toda nossa. Então, os ambientes definem experiências também espirituais. E e diz no e no próprio texto ainda diz assim, uma frase muito forte, mas verdadeira e elegítimo, ela diz assim: "Só de nós dependerá colher flores ou machucarmos os
m experiências também espirituais. E e diz no e no próprio texto ainda diz assim, uma frase muito forte, mas verdadeira e elegítimo, ela diz assim: "Só de nós dependerá colher flores ou machucarmos os espinhos." O que diz que a responsabilidade é toda nossa. A gente procura sempre culpar o outro, né? Ou culpar outrem que esteja o nosso lado. Mas as consequências de tudo que a gente faz é nossa. Ah, mas foi fulano que fez comigo. Mas você abriu uma possibilidade para que aquela pessoa fizesse. Você de alguma forma se consorciou, se afinizou com aquela pessoa, gerando todo esse transtorno. Então, ou nós passamos por aquilo que foi uma opção nossa nessa existência ou sofremos essa relação de causa efeito que se situa no nosso passado, muitas vezes obscuras do nosso passado obscuro e delituoso que nós deixamos para trás. É muito duro ouvir isso. Eu sei que é muito duro ouvirmos e fazermos estas essas essas observações e essas análises. Então, se todos nós pensássemos inicialmente as consequências dos nossos pensássemos antes de cometer as consequências, não é um exercício fácil, gente. Não é exercício fácil, principalmente quando ele vem envolvido por sentimentos, por sensações, por prazeres. e que às vezes a gente tem que renunciar aquilo ali, que pra sociedade talvez sirva bem pra sociedade, mas para nós conhec conhecedores dessa relação de causa e efeito ou de ação reação ou das coisas da espiritualidade, a gente tem que se esforçar e renunciar mesmo sendo difícil. Talvez erremos na primeira vez, na segunda, na terceira, mas uma hora a gente vai se alimentar. essa expectativa a partir das nossas decisões, a partir da nossa do nosso esforço contínuo, repetitivo em nos melhorarmos a cada dia. Então, só de nós dependerá escolher flores ou machucarnos espinhos criados por nós mesmos, criados por nós. E com isso a gente imagina que não tem por a gente tá culpando os outros. Mas as coisas se fazem de forma muito súbita, né? às vezes não não não não não impulsa a gente cometer determinadas
s por nós. E com isso a gente imagina que não tem por a gente tá culpando os outros. Mas as coisas se fazem de forma muito súbita, né? às vezes não não não não não impulsa a gente cometer determinadas coisas e pra sociedade, como eu falei antes, é muito fácil, porque muita coisa a sociedade permite para cada um de nós dentro das normas da sociedade humana, que nem sempre são as melhores, né? E o apóstolo Paulo em Coríntios nos fala sobre isso. Muitas coisas me são lícitas, mas na prática nem tudo que convém. que a sociedade permite que nós possamos fazer inúmeras coisas aqui no meio social que nós vivemos, mas sobre a ótica da espiritualidade, sobre a ótica espiritual, nem tudo convém, porque a gente vai colher as consequências dos nossos atos. Isso é inevitável que aconteça. Eh, então vamos sempre colher flores. Vai ser um exercício fácil? Talvez não, mas a gente comece em algum momento e ao longo do tempo nós estamos nos aperfeiçoando com relação a isso. Nesse contexto aí de vibrações, de elevações, de afinidade. Uma coisa muito interessante também que a gente reflete aqui no texto é sobre afinidade espiritual. Após o desencarne, o espírito vai para ambientes com os quais se afinizam. Vamos lembrar do André Luiz. Quando o André Luiz eh teve uma vida conturbada, cheio de transtornos, deixou e a sua individualidade do seu ser enquanto encarnado e e também depois do desencarnado, uma série de sentimentos que se transformaram emções mentais que se transformaram em vibrações que não foram as melhores. E isso fez com que ele, através da sua própria vibração, fosse condicionado para aquele lugar que ele tava afinizado. Porque quando a gente fala no umbral no meu espírito, as pessoas dizem assim e pensam assim, né? Fulano vai me levar para umbral. Não, gente, não. Nós vamos, nós somos afinizados, nós vamos, somos afins daquele ambiente, porque essa foi a nossa tendência a vida inteira. A nossa vibração se se evidenciou nesses termos. Se eu faço o bem o tempo inteiro na minha vida, se eu reflío sobre as
, somos afins daquele ambiente, porque essa foi a nossa tendência a vida inteira. A nossa vibração se se evidenciou nesses termos. Se eu faço o bem o tempo inteiro na minha vida, se eu reflío sobre as minhas atitudes, a minha vibração vai me conduzir para um ambiente na dimensão astral que esteja condizente com aquilo tudo que eu fiz. Se eu enveredendo por um caminho que não é o melhor, isso vai repercutir nas minhas vibrações, eu vou me afiliar com ambientes parecidos com que eu tô emanando. Isso é física. Então, não tem ninguém, nenhum componente espiritual que vai me levar para aquele ambiente. Eu vou ser atraído para aquele ambiente pel minhas próprias vibrações, né? E isso fica, isso fica muito claro no livro O nosso lar, né? Então, não é uma punição que acontece as pessoas. As pessoas estão indo de acordo com as suas tendências, com as suas inclinações, com as suas vibrações, se afinizando com aquele ambiente. E o julgamento nós vamos sofrer é da nossa própria consciência. Só que aí nós temos a misericórdia divina, que não erramos, que essa misericórdia divina talvez seja a coisa mais bela que nós temos na nossa vida, né? E aqui diz ainda no texto, podemos equivocar-nos sim, errar sim e alterar o plano anteriormente traçado. Quando a gente volta, quando a gente tá num num espaço entre uma existência e outra, e chama-se período de erracidade, e estamos prestes a voltar o corpo, os nossos mentores espirituais programam toda uma existência para cada um de nós. O que não quer dizer que isso vai acontecer. em muitas circunstâncias com a nossa própria ciência daquilo que foi programado. E nós e nós eh eh megapal concordamos com aquilo, mas quando chega aqui muda-se completamente, vem influências da sociedade, vem influência da amizade, vem influência de um outro meio e a gente termina seguindo por um outro caminho. Então, e é quando no texto diz assim, isso é reflexo da misericórdia divina. Podemos equivocar-nos, errar e alterar o plano anteriormente traçado antes de virmos
termina seguindo por um outro caminho. Então, e é quando no texto diz assim, isso é reflexo da misericórdia divina. Podemos equivocar-nos, errar e alterar o plano anteriormente traçado antes de virmos numa nova existência espiritual. Mas o Senhor sabe disso tudo. Os benfeitores prepostos do Senhor Jesus. E eu volto aqui a falar de Jesus nesse instante, né? os seus prepóstos, os nossos mentores, os nossos amigos espirituais, o nosso protetor espiritual jamais vai nos abandonar, porque sempre vai nos dar a possibilidade de um recomeço, seja nessa vida ou seja em outra vida. E isso nos traz o aprendizado e a novas nova oportunidade de nós resgatarmos esse passado delituoso que eu me referi agora a pouco exatamente sobre os nossos desmandos. E a gente precisa resgatar isso. Eu preciso dizer pro Senhor: "Senhor, me dá uma nova possibilidade. Me dá a possibilidade de um novo recomeço que eu vou tentar corrigir o que eu fiz, voltar o rumo do caminho que tu traçaste para mim." Esse tem que ser o nosso raciocínio sempre. Não acreditarmos que a providência divina vai sempre nos ajudar e que eu vou vou cometer meus desatinos porque a a providência me ajudar. Não, não, a gente tem, não tem que depender disso. Nós temos que estabelecer nossa própria base, o nosso raciocínio, o nosso discernimento e seguirmos sempre no caminho do bem. Mas sempre vai ter através da reencarnação uma chance de repararmos este passado através da própria misericórdia divina. Então, mediante todo esse raciocínio que nós fizemos agora, eu paro e pergunto para todos vocês que me ouvem agora, qual é a casa que nós estamos construindo hoje? de cada um de nós. Esse é um raciocínio eminentemente mental. Você não precisa dizer isso para ninguém. Mas agora você que me ouve, pensa bem, que casa mental, que casa é como ele, como eu tava, que casa espiritual nós estamos construindo no dia de hoje, né? Com os nossos pensamentos, com as nossas atitudes, com as nossas palavras. Tudo isso eu falei no início lá da nossa fala. Eu citei no início da
a espiritual nós estamos construindo no dia de hoje, né? Com os nossos pensamentos, com as nossas atitudes, com as nossas palavras. Tudo isso eu falei no início lá da nossa fala. Eu citei no início da nossa fala. mediante as nossas palavras, os nossos gestos, as nossas atitudes, os nossos pensamentos. Parece para refletir agora que casa espiritual nós estamos construindo hoje, no dia de hoje, né? Porque um dia nós vamos deixar essa estrutura, esse mundo material. Isso é uma certeza que nós temos. Um dia nós vamos deixar tudo isso. Aí a gente não tem que esperar o que aconteceu com André Luiz. André Luison chegou do nosso lado, ele foi na casa do Lisas, eh, de um amigo espiritual que ele que ele se aproximou durante o o transcurso que ele teve no nosso lá e foi na casa da mãe do Ulíes, na colônia no nosso lado. E ao chegar lá, ouv aquela conversa de que, ah, mas fulano vai comprar isso, vai comprar aquilo e ele se perguntou comprar como? Qual o dinheiro que você tem para comprar aquilo? e foi dito para ele. Aqui tem uma coisa chamada de bônus hora, que é como se fosse o dinheiro aqui no nosso lado. Mas como é que se conquista o bônus hora? Através do trabalho para com o próximo. O bônus hora do nosso lar. Quando o André Lei chegou, ele descobriu que havia o bônus hora que era consequência, era um dinheiro de natureza espiritual. Se a gente pudesse assim expressá-la no nosso lar, eh é um dinheiro de natureza espiritual. E qual como conquistar isso? através do trabalho do próximo com para com o próximo. Quanto mais você trabalha para com o próximo, mais você tem esse bônus. Só que nós não temos que esperar a chegada no nosso lar para conquistarmos o bônus que o André só veio conquistar por Cheirum, que depois se tornou um grande trabalhador do nosso lar. Não, agora nós temos ciência disso aqui. Agora, antes de desencarnos, nós temos ciência disso. Então, nós precisamos trabalhar pelo próximo aqui, né? Eh, então nós vamos levar na nossa casa espiritual aquilo que nós edificamos na
disso aqui. Agora, antes de desencarnos, nós temos ciência disso. Então, nós precisamos trabalhar pelo próximo aqui, né? Eh, então nós vamos levar na nossa casa espiritual aquilo que nós edificamos na alma. E isso é um exercício contínuo, constante. O que nós vamos levar é constante no nosso dia a dia, no nosso cotidiano, nas nossas atitudes, nas nossas palavras. A gente não tem que esperar chegar no nosso lar para transformarmos a nossa vida, não. A gente precisa transformar aqui. É um exercício fácil, não é, gente? Porque nós temos a influência da matéria, nós temos a influência do meio que a gente vive, nós temos a influência da nossa sociedade sobre nós que tem uma força muito grande, mas cabe ao despertar da consciência de cada um de nós para essa realidade. Então, a verdadeira casa espiritual não é o que a gente vai construir depois da morte. a nossa construção da nossa casa espiritual é aqui enquanto vida, enquanto aqui estamos com esse corpo físico, que é a grande prova que a gente passa é aqui enquanto estamos com o corpo físico, porque aqui a gente esquece do tesouro de conhecimento que a gente tem dentro do nosso espírito. A gente esquece o ficou para trás, claro, né? Embora muitas vezes isso daí saia do nosso inconsciente e vem à tona e às vezes tem lembrança do passado, mas isso não é o normal. O normal é nos atermos o pensamento de agora. E agora a gente pode construir, agora a gente pode transformar. E o primeiro exercício disso tudo é olhar para dentro de cada um de nós. Porque a premissa da construção da nossa casa espiritual é olharmos para dentro de nós. Então ela é construída agora em cada pensamento, em cada gesto e em cada palavra que nós fazemos da construção desse dessa casa espiritual. E Jesus é o arquiteto maior da nossa evolução humana. Nós temos o seu evangelho. Nós temos o evangelho de Jesus que não norteia. O Mahatbag disse que se tudo do cristianismo tivesse perdido, mas tivesse ficado sermão da montanha, o Maratante falou tudo do cristianismo
u evangelho. Nós temos o evangelho de Jesus que não norteia. O Mahatbag disse que se tudo do cristianismo tivesse perdido, mas tivesse ficado sermão da montanha, o Maratante falou tudo do cristianismo tivesse perdido, mas tivesse ficado semão na montanha, nós nós teríamos por onde se notear na nossa caminhada. Então que Jesus seja sempre o vosso mestre e o e o nosso guia. através do seu evangelho que traz tudo que a gente precisa, a necessidade que nós temos de perdoar sempre, de reiniciarmos a nossa tarefa com a consciência de espera, de tratarmos bem o nosso semelhante, de perdoarmos em 66 incessantemente, como diz no próprio 70 x 7, né? Não teria medo para nós perdão, que não é um exercício fácil, a gente também pode começar em determinado momento. Então, a construção da minha casa espiritual decorre de mim mesmo, das minhas atitudes. A responsabilidade é minha, a nossa casa espiritual, a responsabilidade é nossa. Eu não tenho que culpar os outros pelo que eu estou fazendo. Cabe a mim fazer uma reflexão, entrar para dentro de cada um de nós, fazermos uma introspecção e de vermos quem efetivamente nós somos, o que é que nós estamos fazendo. E a partir daí vocês vão ver a mudança que vai ser construída na nossa casa espiritual, que está sendo construída desde já na nossa casa espiritual. Essa é a grande reflexão que nós vamos fazer no dia de hoje sobre esse tema maravilhoso, maravilhoso desse livro. Eh, recado ancleto da dona Hilda Alonso, a nossa casa espiritual. Muitas informações foram tracidas hoje e nós vamos refletir sobre isso. A partir de hoje, um pouquinho de cada dia a gente vai olhar nossas atitudes. Vamos olhar os atitudores, vamos olhar os pensamentos, vamos olhar a nossa relação com o mundo que nos circunda. E a gente vai descobrir coisas incríveis e a partir disso transformar nossa vida e fazer uma nova construção da nossa casa espiritual. Que Jesus nos abençoe, que Jesus nos proteja. Muito obrigado pela presença hoje de vocês aqui na harmonização.
partir disso transformar nossa vida e fazer uma nova construção da nossa casa espiritual. Que Jesus nos abençoe, que Jesus nos proteja. Muito obrigado pela presença hoje de vocês aqui na harmonização. Graças a Deus. Graças a Jesus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental [música] e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, [música] restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma [música] confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila [música] e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam
ada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos [música] que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso [música] ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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