A MULHER E A RESSURREIÇÃO - Vera Orphão [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 07/03/2026 (há 1 mês) 55:24 283 visualizações

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Transcrição

Olá, meus amigos. É sempre um prazer imenso poder parar um pouco e refletir sobre a bendita doutrina espírita que é luz, que é amor e que é caridade. Hoje vamos falar sobre uma mensagem muito especial num livro especialíssimo chamado Boa Nova, uma dupla. Chico Xavier e o espírito que aquela época se chamavam Humberto de Campos, nos traz 30 mensagens, todas elas maravilhosas, todas elas nos narrando os bastidores espirituais de grandes episódios que nós conhecemos e que eles vêm aprofundar. Antes disso, é bom lembrarmos de como Humberto de Campos foi se aproximando de Chico Xavier. Em 1932, Chico Xavier, um rapaz mestiço do interior de Minas, que havia estudado apenas até a quarta série, lança para espanto de muitos. a sua primeira obra Parnaso de Alento. Ali ele psicografa inúmeros poetas, portugueses e brasileiros. O livro fez sucesso, mas trouxe também algum escândalo. o preconceito ainda muito maior da época, os ataques a que Chico começou a ser vítima, dos quais Chico começou a ser vítima, como um rapaz chamado muitas vezes de Matuto por ser do interior, como um rapaz que estudara apenas até a quarta série podia nos trazer aquela obra maravilhosa. A época era presidente da Academia Brasileira de Letras, o grande escritor, o grande cronista maranhense Humberto de Campos Veras. Naturalmente pediram a que Humberto de Campos se debruçasse sobre essa obra. Ele atende ao pedido de muita gente, de muitos escritores e durante mais ou menos um mês se dedica, se concentra na obra. Ao final desse tempo, ele diz que não sabe exatamente o que acontecera, mas que encontrara ali em cada poema de cada um daqueles poetas, a mesma semântica, o mesmo ritmo, eram realmente poemas daqueles poetas. Imaginem a repercussão. Os ataques a Chico Xavier diminuíram bastante. E ali, naquele primeiro momento, em 1932, não sabiam, nem Chico, nem Humberto que começaria um encontro que se tornaria profico e que se tornaria uma grande dádiva para todos nós. Estamos no ano de 1932. Em 1934, Humberto de Campos desencarna

não sabiam, nem Chico, nem Humberto que começaria um encontro que se tornaria profico e que se tornaria uma grande dádiva para todos nós. Estamos no ano de 1932. Em 1934, Humberto de Campos desencarna e já em 1935 começa a fazer pequenos treinos psicográficos com o nosso querido Chico Xavier. Em 1937 é lançada a primeira obra dessa dupla chamada Crônicas de Alentômulo. Um sucesso imenso, uma curiosidade, um sucesso, uma alegria imensa para quem tinha acesso a essa obra. As vendas não paravam. No começo, dona a mãe no começo, a mãe de Humberto de Campos chegou a escrever a Chico Xavier um pequeno bilhete, agradecendo que ele trouxesse o filho de volta. Me mandou inclusive uma foto de Humberto de Campos. Mas com o tempo passando, os quatro filhos de Humberto de Campos, ele tinha dois casais de filhos. desses quatro, três deles começaram a se incomodar com aquele sucesso. Outras obras vinham a vinham a ser editadas com o mesmo sucesso. E três desses filhos entram na justiça reivindicando direitos autorais. Um murmúrio, toma conta da sociedade. Teria um desencarnado direito a receber pela obra psicografada por Chico Xavier? Chico Xavier, esse nosso exemplo de médium, esse médium incomparável que jamais ficou com nenhum tostão dos direitos autorais. Assim, a justiça dá ganho de causa a Chico Xavier. O processo é encerrado, mas a partir de 1945, Humberto de Campos pede a Chico que, de agora em diante suas obras deveriam ser assinadas pelo espírito irmão X. Então, nós temos essa obra maravilhosa, os cinco primeiros livros assinados como Humberto de Campos, os últimos sete, como o irmão X, é uma coleção de valor imenso. Nós lembramos rapidamente de um livro muito também interessante chamado Voltei, assinado pelo espírito a quem se deu o nome de irmão Jacó. Nós depois, tempos depois, ficamos sabendo que irmão Jacó havia sido Frederico Fer, cuja história de chegada ao espiritismo é interessantíssima. Frederico Figner, ao desencarnar conta um pouco depois como é a sua chegada no mundo espiritual.

o que irmão Jacó havia sido Frederico Fer, cuja história de chegada ao espiritismo é interessantíssima. Frederico Figner, ao desencarnar conta um pouco depois como é a sua chegada no mundo espiritual. Havia já uma filha sua partido para o mundo espiritual de nome Raquel, ainda criança, mas ele deixara outras filhas encarnadas. Essas filhas foram contra que o nome dele aparecesse. Chegou-se a propor que apareceria apenas como irmão Frederico, o que também por elas foi negado. Temos hoje essa obra maravilhosa chamada Voltei pelo Espírito a quem se deu o nome de irmão Jacó. A quem se deu o nome? Porque sabemos todos nós que espírito não tem nome. Mas voltando a essa obra maravilhosa de Chico Xavier, na época ainda pelo espírito Humberto de Campos Boa Nova, nós vamos pensar em especial na mensagem de número 22. E eu estou aqui com o com o livro, com a minha edição na mão. Há outras edições com outras com outras capas, mas eu vou tentar fazer dessa vez um pouco diferente. Eu vou ler a mensagem em pedaços, em trechos e vou fazer os comentários. Vamos ver se vocês gostam dessa nova forma da gente refletir sobre essas obras espíritas uma riqueza enorme. A mensagem 22, intitulada A mulher e a ressurreição, Humberto de Campos traz para nós, num primeiro momento, uma conversa do grande Simão Pedro com o Mestre Jesus. Num segundo momento, Humberto de Campos nos traz o relato do mundo espiritual daquele momento importantíssimo quando Maria de Magdala vai ao que seria o túmulo do corpo de Jesus. Então vamos começar. a mulher e a ressurreição, as alegres águas do Tiberíades. E aqui nós vamos lembrar que o lago Tiberíades tinha também o nome de Genesaré ou de L ou de Marilia. Ele recebia esses nomes. Diz assim: "O lago se aquiietava lentamente como tocado por uma força invisível da natureza. Quando a barca de Simão, conduzindo o nosso mestre Jesus, atingiu docemente a praia. O velho apóstolo Simão Pedro, abandonando os remos, deixava transparecer nos traços fisionômicos as emoções contraditórias de sua alma

imão, conduzindo o nosso mestre Jesus, atingiu docemente a praia. O velho apóstolo Simão Pedro, abandonando os remos, deixava transparecer nos traços fisionômicos as emoções contraditórias de sua alma enquanto Jesus o observava, adivinhando-lhe os pensamentos mais recônditos. Agora nós vamos parar para uma primeira para uma primeira reflexão. Imaginemos nós o velho Simão Pedro chegando, arrumando os remos ali na beira do lago, sendo observado por Jesus. Jesus, esse nosso mestre de luz imperecível, ao examinar rapidamente Simão, vê que algo o está perturbando, que ele está em conflito. Nós sabemos que espíritos apenas um pouco mais iluminados que nós nos conhecem, nos identificam, sabem dos nossos conflitos muito mais do que nós. Imaginemos Jesus olhando para Simão. E Jesus pergunta: "Que tens tu, Simão?", perguntou o Mestre com o seu olhar penetrante e amigo. Surpreendido com a palavra do Senhor, o velho sefas. Cefas significa pedra. Jesus, em determinado momento, chama Simão Pedro de Cefas, a pedra, a rocha sobre a qual a fé cristã se revelaria, cresceria. Surpreendido então com a palavra do Senhor, o velho Cefas deu a perceber por um gesto os seus receios e as suas apreensões. Quando nós não estamos bem, nós mesmos, uns com os outros, podemos identificar que um amigo não está bem pela sua fisionomia, pelo pela sua postura corporal. Imaginemos nós Jesus, né? como se encontrasse dificuldade em esquecer totalmente a lei antiga. Nós estamos falando do Velho Testamento para penetrar o zumbrar da ideia nova no seu caminho largo de amor, de luz e esperança. Então, o que Jesus havia identificado em Pedro era esse conflito entre aquelas leis rígidas do Velho Testamento e o belíssimo Novo Testamento que estava sendo vivido, estava sendo vivido neste momento. Esse era o grande conflito de Simão Pedro. E ali nós vamos lembrar que no Evangelho Segundo o Espiritismo, nós vamos ver no capítulo dois os itens C. No item cinco, especialmente, eu gosto especialmente do item cinco

e conflito de Simão Pedro. E ali nós vamos lembrar que no Evangelho Segundo o Espiritismo, nós vamos ver no capítulo dois os itens C. No item cinco, especialmente, eu gosto especialmente do item cinco chamado o ponto de vista. Nós vamos ver que o simples fato de nos sabermos, filhos amados de Deus, de sabermos da certeza do processo misericordioso das vidas sucessivas, já deveria fazer com que mudássemos certos pontos de vista há muito tempo cristalizados no nosso espírito. Então, era essa a dificuldade que sofria no momento Simão Pedro. Hermínio Miranda, um grande estudioso do Espiritismo, nos chama a atenção também para aquela gaveta de papéis, aquela gaveta de papéis que todos nós temos em casa em que durante anos vamos jogando uma série de recibos, de anotações nela e que às vezes está cheia e que é preciso de vez em quando abrirmos essa gaveta e fazermos um estudo crítico de que papéis são aqueles, quais devem ser guardados e quais já perderam a serventia e precisam ser tirados dali. Assim também as ideias, que ideias guardamos na nossa gaveta de papéis espiritual, que deve ser normalmente com uma certa frequência visitada para que tiremos dela ideias que estão desatualizadas e que trazem incoerência ao nosso viver. Continuando o diálogo dos dois, Simão Pedro diz: "Mestre", respondeu com timidez: "A lei que nos rege manda lapidar a mulher que perdeu, que perverteu a sua existência". E aí nós lembramos também essa fala de Simão Pedro. É uma fala que poucos poderiam fazer, mas Jesus quando sai de Nazaré escolhe para viver a casa de Simão Pedro em Cafarnaumão. Jesus poderia ter escolhido Betsaida, ter escolhido Betânia, onde moravam Marta, Maria e Lázaro, seus grandes amigos. poderia ter escolhido inúmeras casas, mas Jesus escolhe a casa de Simão Pedro em Cafarnaum. Isso dava a Simão Pedro uma intimidade, uma proximidade a Jesus que nem todos tinham. Nós temos a belíssima obra chamada Jesus no lar, psicografada também por Chico, pelo espírito a quem se deu o nome de

o dava a Simão Pedro uma intimidade, uma proximidade a Jesus que nem todos tinham. Nós temos a belíssima obra chamada Jesus no lar, psicografada também por Chico, pelo espírito a quem se deu o nome de Neio Lúcio, onde nós vamos saber na primeira mensagem que foi na casa de Simão Pedro, que Jesus inaugurou a prática do evangelho no lar. Muitas vezes nas nossas casas espíritas, nós recomendamos o evangelho no lar e as pessoas acham que essa talvez seja uma ideia nova. Absolutamente. Nós vamos ver que é na casa de Simão Pedro, em Cafarnaum, que nosso mestre Jesus inaugura essa prática que ilumina a nossa vida, a ilumina o nosso lar e ilumina toda a vizinhança. Então, é desse Pedro que nós estamos falando, que tinha proximidade que lhe possibilitava falar com Jesus. Assim, mestre, voltando ao texto, a lei que nos rege manda lapidar a mulher que perverteu a sua existência. Nós vamos lembrar, é claro, todos nós lembramos dessa passagem evangélica. conhecendo por antecipação o pensamento do pescador e observando os seus escrúpulos em lhe atirar uma leve advertência, Jesus lhe respondeu com brandura: "Quase sempre, Simão, não é a mulher que se perverte a si mesma, é o homem que lhe destrói a vida". E aí nós estamos lembrando que estamos falando da Palestina há 2000 anos, onde o machismo era muito mais atroz, onde as mulheres não tinham nenhum valor, onde a mulher só tinha valor quando se casasse, quando procriasse. A mulher não casada era desmerecida, a mulher que não tivesse filhos, a mulher viúva, nenhuma delas tinha nenhum valor na sociedade. No período menstrual, o ideal era que nem de casa saísse. Não deveria ser tocada por ninguém. Entretanto, tornou o apóstolo respeitosamente, os nossos legisladores sempre ordenaram severidade e rpidez para com as decaídas. Observando os nossos costumes, Senhor, é que temo por vós, acolhendo tantas meretrizes e mulheres de má vida nas pregações do Tiberíades. E aí nós vamos ver no Evangelho de Lucas, capítulo 15, versículos 1 e 2,

os nossos costumes, Senhor, é que temo por vós, acolhendo tantas meretrizes e mulheres de má vida nas pregações do Tiberíades. E aí nós vamos ver no Evangelho de Lucas, capítulo 15, versículos 1 e 2, que Jesus não era bem visto, como hoje também certamente não seria. Como trataríamos hoje Jesus se ele estivesse entre nós? Aqueles homens, aqueles fariseus, os escribas falavam abertamente mal de Jesus por ele não discriminar a ninguém, por não discriminar os publicanos, que eram os cobradores de impostos. Nós vamos lembrar daquela passagem evangélica linda, onde Jesus anuncia a Zaqueu, um publicano que irá jantar em sua casa. Nós vamos lembrar de tantos episódios onde Jesus recebe com o mesmo amor, a mesma luz e o mesmo perdão qualquer um que dele se aproximasse. É que nós esquecemos normalmente que Jesus não trata nem cura sintomas. Jesus trata e cura almas. Voltando aqui à conversa, Jesus diz tranquilamente para seu amigo Simão: "Nada temas por mim, Simão, porque eu venho de meu Pai e não devo ter outra vontade, a não ser a de cumprir os seus desígnios sábios e misericordiosos." Jesus se sabia protegido por Deus de imensa sabedoria, de imensa justiça. Nós também, quando conseguimos fazer pequenos exercícios do de bem, devemos lembrar que estamos especialmente protegidos. Continuam. Assim falou o mestre, cheio de bondade, e espraiando o olhar compassivo sobre as águas, levemente encrespadas pelos beijos, pelo beijo dos ventos do crepúsculo, continuou num misto de alegria e e doçura. Mas ouve Pedro, a lei antiga manda apedrejar a mulher que foi pervertida e desamparada pelos homens. Entretanto, também determina que amemos os nossos semelhantes como a nós mesmos. E o meu ensino é o cumprimento da lei pelo amor mais sublime sobre a terra. Poderíamos culpar a fonte quando o animal lhe polui as águas. E aqui nós vamos voltar para este pedaço quando Jesus lembra que a lei antiga manda realmente apedrejar a mulher, mas que também a lei antiga manda que nos amemos uns aos outros. Aqui ainda o Novo

as. E aqui nós vamos voltar para este pedaço quando Jesus lembra que a lei antiga manda realmente apedrejar a mulher, mas que também a lei antiga manda que nos amemos uns aos outros. Aqui ainda o Novo Testamento incrustrado na consciência de Pedro, mas normalmente nós esquecemos do que não nos interessa para pensar, seja do Novo ou do Velho Testamento, apenas o que nos interessa. es que Pedro, como esquecemos todos nós, que em Levítico, capítulo 20, versículo 10, está lá escrito que não só a mulher adúltera, mas também o homem adúltero, deveria ser apedrejado. Alguém já ouviu falar de algum homem adúltero ser apedrejado? Claro que não. Não é? E nós continuamos aqui com essa pergunta de Jesus. Poderíamos culpar a fonte quando um animal lhe possui lhe polui as águas? Então nós vemos uma fonte, um início de um riacho que vai virar um grande rio e de repente um animal chega-se ali, bebe sua água e também defeca. Nós podemos, por um acaso, colocar a culpa no rio. Assim também Hermínio Miranda se lembra do rio Tietê, dizendo que na no Nascedouro o rio Tietê é limpíssimo e ao chegar a São Paulo é aquela a podridão que nós conhecemos, infelizmente. Podemos culpar o rio Tieté, pelo que nós, homens, sem cuidado nenhum com a natureza, vamos acrescentando ao rio. Continua Jesus. Seja pela expressão de sua ignorância, seja pelos seus sofrimentos, o homem é sempre fraco e a mulher sempre sofredora. naquela sociedade. Esse era o retrato do dia a dia. O velho pescador recebia exortação com um brilho novo nos olhos, como se fora tocado nas fibras mais íntimas de seu espírito. E diz: "Mestre, retrocor altamente surpreendido. Vossa palavra é da revelação divina. Quereis dizer então que a mulher é superior ao homem na sua missão terrestre? E aí sempre nós colocando a nossa interpretação que tem sempre o tamanho da nossa evolução nas coisas divinas. Mas nós sabemos pelo livro dos espíritos, pelo livro, pelo evangelho segundo o Espiritismo, que espírito não tem sexo e que a cada encarnação nós vamos mudando as nossas

a evolução nas coisas divinas. Mas nós sabemos pelo livro dos espíritos, pelo livro, pelo evangelho segundo o Espiritismo, que espírito não tem sexo e que a cada encarnação nós vamos mudando as nossas características, o nosso gênero, dependendo da experiência que precisamos ter. Jesus então diz que a as tarefas de ambos se equilibram no caminho da vida, que não há superiores e inferiores e completa. Precisamos considerar, todavia, que a mulher recebeu a sagrada missão da vida, tendo avançado mais do que seu companheiro na estrada do sentimento. está por isso mais perto de Deus que muitas vezes de toma o coração por instrumento. Então, o espírito que no momento, na vida atual, está encarnado como mulher, veio trabalhar especialmente os sentimentos. O espírito que está encarnado no momento como homem veio trabalhar especialmente a razão. Isso não quer dizer que não encontremos homens cheios já de bons sentimentos e não encontremos mulheres com a razão desenvolvida. Mas normalmente a definição de gênero é para definir também esse tipo de trabalho. Continua Jesus. Na história dos homens ficam somente os nomes dos políticos, dos filósofos e de outros grandes homens. Esquecendo-se nós que todos eles são filhos da grande heroína que passa no silêncio, desconhecida de toda todos, muita muitas vezes de lacerada nos seus sentimentos mais íntimos. Então, nós todos conhecemos ou já ouvimos falar de Einstein. Alguém já ouviu falar da mãe de Astein? Todos nós já ouvimos falar da mãe, ouvimos falar de Betoven, de sua obra maravilhosa. Conhecemos, ouvimos falar da mãe de Betoven. São essas que aqui Humberto de Campos descreve como essas heroínas que passam no silêncio. também o grande filósofo Sócrates, considerado o maior deles. Alguém ouviu falar de sua mãe? E Sócrates, especialmente, nós sabemos que aprendera muito com sua mãe. Sua mãe era parteira e Sócrates usava com seus discípulos uma técnica chamada maêutica. Era Sócrates como a mãe um parteiro. Só que a mãe era parteira de pessoas e

mos que aprendera muito com sua mãe. Sua mãe era parteira e Sócrates usava com seus discípulos uma técnica chamada maêutica. Era Sócrates como a mãe um parteiro. Só que a mãe era parteira de pessoas e Sócrates parte de ideias. De continua Jesus dizendo: "Por isso as mulheres mais desventuradas ainda possuem no coração o germen divino para a redenção da humanidade inteira. Seu sentimento de ternura e humildade será em todos os tempos o grande roteiro para a iluminação do mundo. E não tenhamos nenhuma dúvida, numa terra que se regenera agora rapidamente, apenas os mansos e pacíficos terão lugar. Simão Pedro ouvia o mestre, tomado de profundo enlevo e santificado fervor admirativo. "Tendes razão, Senhor", murmurou entre humilde e satisfeito. Nessa hora, Simão Pedro se esforçava por mudar as suas ideias. E quantos de nós temos nos esforçado por por mudar as nossas ideias, muitas vezes ideias de agressividade, de indiferença pelo sofrimento do outro, ideias de maldades, ideias de falta de compreensão e amor. Quantos de nós estaremos fazendo esse esforço que aqui nós vemos? Simão Pedro fazendo que possamos nos exercitar. Continua Jesus. Sim, Pedro, temos razão. E aí a grandeza de Jesus, porque no momento ele poderia ter dito: "Sim, Pedro, você tem razão, mas Jesus nessa sua bondade, nesse seu esforço de inclusão, diz: "Sim, Pedro, temos razão", replicou Jesus com bondade. E será ainda a mulher que buscaremos confiar a missão mais sublime na construção evangélica dentro dos corações, no supremo esforço de iluminar o mundo. Quando Jesus, em determinado momento, disse que o maior dos nascidos de mulher era João, se referia a João, o Batista. Não a João Evangelista, porque João Evangelista, Simão Pedro e todos aqueles discípulos tinham mais ou menos o patamar espiritual que hoje temos, com a única diferença que aqueles homens já tinham decidido realmente mudar, que aqueles homens já viviam o sentido das mensagens do Cristo de forma sincera. Quantas vezes nós lemos, nós ouvimos uma mensagem do Cristo e de

que aqueles homens já tinham decidido realmente mudar, que aqueles homens já viviam o sentido das mensagens do Cristo de forma sincera. Quantas vezes nós lemos, nós ouvimos uma mensagem do Cristo e de colocamos dúvida porque elas batem contra o nosso orgulho e o nosso egoísmo. A gente lê as mensagens e acha que essas mensagens são bonitas, nos emocionamos, mas que são para os outros. Às vezes até pensamos, não é bem assim. Aqueles homens já tinham passado por isso. O apóstolo do Tiberíades ouvir as derradeiras palavras do divino mestre tomado de surpresa, conservou-se, no entanto, em silêncio ante o sorriso doce do Messias. Simão Pedro, fatigado do trabalho diário, preparou-se para descansar com sua alma clareada pelas novas revelações da palavra do nosso mestre Jesus, as quais, cheias de luz e esperança divinas dissipavam as obscuridades da lei de Moisés. Então, Jesus vivendo, trazendo para nós naquele momento o Novo Testamento, consegue ir tirando aquelas visões obscuras do Velho Testamento, da lei de Moisés, que na época em que foi trazido foi necessário. E aí nós vamos passar para a segunda parte do texto, uma parte muito importante. Nós vamos lembrar daqueles momentos depois de todas as curas, depois de toda a bondade que foram testemunhadas por um número enorme de pessoas em inúmeras localidades. Nós vamos lembrar daquele dia em que Jesus entra em Jerusalém sob aplausos, sobre uma felicidade enorme, aquela data que até hoje a Igreja Católica comemora como domingo de Ramos, quando Jesus entra em Jerusalém. Passadas, passada apenas uma semana, Jesus sofre a injustiça que talvez sofresse. Hoje, Jesus sofre a crucificação. Em alguns dias, tudo o que Jesus havia feito foi esquecido. Toda a fé que ele procurara plantar naqueles homens e mulheres se vê de uma forma terrível, talvez posta em dúvida. É naquele momento em que todos aqueles homens e mulheres que andavam mais próximos a Jesus, um a um se afasta. ficando um pequeno grupo perto do nosso mestre até o momento

vel, talvez posta em dúvida. É naquele momento em que todos aqueles homens e mulheres que andavam mais próximos a Jesus, um a um se afasta. ficando um pequeno grupo perto do nosso mestre até o momento final. Ficou Maria, a sua nobre mãe, ficou Maria Cleóofas, Maria de Magdala e ficou João. Apenas eles, quase todos haviam vacilado na hora extrema. O raciocínio frágil do homem lutava por compreender a finalidade daquele sacrifício. E perguntavam: "Não era Jesus o poderoso filho de Deus que consolara os tristes, ressuscitara a mortos, sarar a enfermos de doenças incuráveis? Por que não conjurar a traição de Judas com as suas forças sobrenaturais? Porque se humilhar assim, sangrando de dor nas ruas de Jerusalém, submetendo-se ao ridículo e a zombaria. Então, o emissário do Pai Celestial deveria ser crucificado entre dor ladrões esqueceram rapidamente de todas as lições e o testemunho que o Cristo deram. Enquanto essas questões eram examinadas de boca a boca, a lembrança a lembrança do Messias ficara relegada a um plano inferior, esquecida a sua exemplificação e a grandeza de seus ensinamentos. O barco da fé só sobrara inteiramente, porque ali estavam as lágrimas do coração materno, três passados de amarguras. Então, nós vamos ver que esqueceram rapidamente tudo que Jesus fizera e ensinara. Nós também hoje no dia a dia às vezes vivemos com uma pessoa por 10, 15 anos e essa pessoa tem um modo de viver, um modo de se relacionar conosco quase perfeito, porque é claro, estamos num mundo de provas e expiações, mas muitas vezes por um pequeno engano, um pequeno erro dessa pessoa, Nós rapidamente esquecemos tudo o que vivemos com ela. Assim foi com Jesus. E vou ler de novo. O barco da fé não só sobrara inteiramente, porque ali estavam as lágrimas do coração materno, três passado de amargura. Apenas Maria e aqueles outros acompanhantes se mantiveram fiéis a Jesus até o último momento. O mestre Rede Vivo, porém, observava a incompreensão de seus discípulos como o pastor que contempla o

ura. Apenas Maria e aqueles outros acompanhantes se mantiveram fiéis a Jesus até o último momento. O mestre Rede Vivo, porém, observava a incompreensão de seus discípulos como o pastor que contempla o seu rebanho desarvorado. Imaginemos a tristeza de Jesus. Certamente por isso chorou no Calvário, por saber o quanto nos faltava, o quanto nos faltaria ainda caminhar para chegarmos às leis divinas. O tempo passou e apenas a fé ardente e o ardente amor conseguiram vencer os abismos da sombra que se fez entre a terra e o céu. Foi então quando na manhã do terceiro dia, a expecadora de Magdala se acercou do sepulcro com perfumes e flores. Queria ainda uma vez aromatizar aquelas mãos inertes e frias. queria uma vez mais contemplar o mestre adorado para cobri-lo com seu pranto de amor purificado. No seu coração vivia aquela fé radiosa e pura que o Senhor lhe ensinara e sobretudo aquela dedicação divina que a seduziu no mundo, fazendo-a se converter. na grande convertida de Magdala. Ela entra no sepulcro e fica estupefada por não encontrar o corpo e já se preparava entristecida para deixar aquele lugar quando houve uma voz carinhosa e meigou brandamente aos seus ouvidos: "Mirian ou Maria para nós Ela acha que quem está falando era o homem responsável por cuidar dos sepulcros. Ela se supôs admoestada por ele, mas em breves instantes reconhecia a voz inesquecível do mestre e lhe contemplava seu sorriso cheio de luz. quis atirar-se aos pés, beijar-lhes as mãos num suave transporte de afetos, como fazia sempre nas pregações do Tiberiades. Porém, com um gesto de soberana ternura, Jesus a afastou, esclarecendo: "Não me toques, pois ainda não fui ao meu Pai que está nos céus". Instintivamente, Madalena se ajoelhou e recebeu o olhar do mestre num transbordamento de lágrimas, de inexcedível ventura. Era o a promessa de Jesus que se cumpria. A realidade da ressurreição era a essência divina que daria eternidade ao cristianismo. A mensagem de alegria ressoou então na comunidade inteira. Jesus ressuscitara.

promessa de Jesus que se cumpria. A realidade da ressurreição era a essência divina que daria eternidade ao cristianismo. A mensagem de alegria ressoou então na comunidade inteira. Jesus ressuscitara. O evangelho era a verdade imutável em todos os corações. Pairava agora uma divina embriaguez de luz e júbilos celestiais. Levantava-se a fé, renovava-se o amor, morrera a dúvida e reguera-se o ânimo em todos os espíritos. Aquela mulher, a convertida de Magdala tinha sido a grande mensageira da verdade, da verdade que Jesus nos trouxera. O que seria de nós sem a demonstração da ressurreição? A luz da ressurreição, através da fé ardente, do ardente amor de Maria Madalena. havia banhado de claridade imensa a estrada cristã para todos os séculos terrestres. E por que será que Maria Madalena terá sido escolhida? Algumas pessoas hoje em dia, tristemente chegam a colocar em dúvida que Maria de Magdala tenha sido prostituta. São as nossas dificuldades em aceitar a grandeza, a iluminação de nosso mestre Jesus. As nossas interpretações, vamos sempre lembrar, tem o tamanho da nossa evolução. E quando tentamos negar que Maria de Magdala havia sido uma prostituta, negamos Chico Xavier, negamos Humberto de Campos e negamos toda a espiritualidade que desde o início testemunharam esse fato. É por isso que todos os historiadores das origens do cristianismo param a pena, assombrados ante a fé profunda de Maria de Magdala. E nós podemos até fazer um paralelo. Maria de Mag de Magdala, o sentimento em si, o amor transbordando por Cristo, é escolhida como a primeira a ter essa notícia. E aquele nosso amigo Tomé, onde a razão predominava, é o último a saber dessa grande notícia quando pede provas, quando pede provas concretas. Mas Jesus não se nega a dá-las, porque Jesus é essa luz que ilumina a todos nós. Continua Humberto de Campos. É por isso que todos os historiadores das origens do cristianismo, assombrados ante a fé profunda dos primeiros discípulos que se dispersaram pelo deserto das grandes cidades para a

umberto de Campos. É por isso que todos os historiadores das origens do cristianismo, assombrados ante a fé profunda dos primeiros discípulos que se dispersaram pelo deserto das grandes cidades para a pregação da boa nova, e observando a confiança serena de todos os mártires que t se sacrificado nas ter infinit do infinita do tempo. pela ideia de Jesus, perguntam espantados como Ernest Renan, um historiador e filósofo francês, perguntou numa de suas obras: "Onde está o sábio da terra que já deu ao mundo tamanha alegria quanto a carinhosa Maria de Magdala?" E aí nós encerramos esse texto pensando e refletindo sobre essa mensagem divina que todos nós agora temos acesso. A verdade vos libertará. A verdade hoje é acessível a todos nós. Basta que a procuremos. que possamos nós tirar de dentro do nosso íntimo ideias antagônicas a esse amor que nos foi demonstrado e que possamos seguir a cada dia fortalecidos, consolados pela boa nova. Que Deus ilumine aos nossos lares. Que Deus nos ilumine e cheios de gratidão, agradecemos por esses momentos. Obrigada, Senhor. Obrigada, Maria de Magdala. Obrigada, Simão Pedro e a todos aqueles primeiros discípulos. Se conosco, Jesus. Graças a Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. [música] Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, [música] que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade [música] ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando [música] os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do

, pedimos que [música] em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando [música] os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de [música] amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre [música] amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio [música] do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue [música] a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. E também os mentores espirituais possam visitar [música] os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses [música] bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada [música] da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso [música] que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação,

i-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente [música] com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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