FAMÍLIA E EVANGELHO - Vera Orphão [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 19/07/2025 (há 8 meses) 51:34 355 visualizações

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Transcrição

Olá, meus amigos. É um grande prazer estar de novo tendo essa oportunidade de falar com a comunhão espírita de Brasília, com os seus seguidores e lembrar desse lugar que é nosso porto seguro, que é o lugar onde nós encontramos socorro espiritual, que é um lugar inesquecível. Nós hoje vamos tratar de um assunto que também por mim já foi tratado, mas é um assunto central e vamos tratar hoje sobre novo aspecto. Nós vamos falar sobre família. Vamos falar sobre família e evangelho. Numa exposição anterior, eu falei sobre a família baseada num livro de José Raul Teixeira, Dimensões da Vida Familiar. E comecei, como gostaria de começar agora, a de citando um uma afirmativa dele muito interessante, muito importante, a de que quando falamos de família, estamos falando de qualquer grupo que vive junto, que se ama, que se respeita. Tenha essa família a configuração que tiver. Nós vamos então hoje falar sobre família e evangelho. Que tema que deve nos interessar imensamente. Para começar, eu vou usar um livro muito especial. Tá aqui Jesus no lar, uma psicografia de Chico Xavier pelo espírito Neio Lúcio, aquele que Neio Lúcios do livro 50 anos depois. Esse livro Jesus no lar é especialmente bonito. É um livro que nos dá a cada mensagem lições que podem render muitas reflexões para nós. Eu vou começar pela primeira mensagem, porque é ela justamente que vai nos lembrar, vai começar a nos fazer pensar. sobre a relação que deve haver entre família e evangelho. Diz assim: "Pouvoara-se o firmamento de estrelas dentro da noite prateada de luar. Quando o Senhor, instalado provisoriamente na casa de Pedro tomou os sagrados escritos e como se quisesse imprimir novo rumo à conversação que se fizera improdutiva e menos edificante, falou com bondade que nós vamos lembrar que um grupo de pescadores, um grupo de simpatizantes já de seguidores de Jesus estava reunido e se reunia frequentemente à noite na casa de Simão Pedro. Como normalmente acontece, a conversa ia para assuntos rotineiros, assuntos

m grupo de simpatizantes já de seguidores de Jesus estava reunido e se reunia frequentemente à noite na casa de Simão Pedro. Como normalmente acontece, a conversa ia para assuntos rotineiros, assuntos mundanos. Em determinado momento, Jesus normalmente, como aqui nessa noite, pede a palavra para fazer com que aqueles corações e mentes e como nós todos nos elevemos, Jesus pega os escritos, está dizendo aqui, tomou os sagrados escritos. É bom nós lembrarmos que naquela época o Novo Testamento estava sendo vivido. Talvez Levi Mateus, o primeiro dos evangel dos autores evangélicos já estivesse fazendo registros. Mas quando se diz aqui que Jesus pegou os sagrados escritos, nós vamos lembrar que são o Antigo Testamento, o Deuteronômio. Jesus então, depois de pegá-los, pergunta: "Simão, que faz o pescador quando se dirige para o mercado com os frutos de cada dia? O apóstolo pensou alguns momentos e respondeu: "Mestre, naturalmente escolhemos os peixes melhores. Ninguém compra resíduos de pesca". Jesus sorriu e perguntou de novo: "E o oleiro que faz para atender a tarefa que se propõe?" Certamente, senhor", redargui o pescador modela o barro, imprimindo-lhe a forma que deseja. O amigo celeste, de olhar compassivo e fulgurante, insistiu: "E como procede o carpinteiro para alcançar o trabalho que pretende?" O interlocutor muito simples em forma sem vacilar. Lavrará a madeira, usará enchó e o serrote, o martelo e o formão. De outro modo, não aperfeiçoará a peça bruta. Calou-se Jesus por alguns instantes e continuou. Assim também é o lar diante do mundo. Agora nós vamos ter o cerne da mensagem, o cerne do que é preciso ser trazido à nossa consciência para que possamos refletir. Assim também é o ar diante do mundo. O berço doméstico é a primeira escola e o primeiro templo da alma. A casa do homem é a legítima exportadora de caracteres para a vida comum. Se o negociante seleciona mercadoria, se o marceneiro não consegue fazer um barco sem afeiçoar a madeira aos seus propósitos,

A casa do homem é a legítima exportadora de caracteres para a vida comum. Se o negociante seleciona mercadoria, se o marceneiro não consegue fazer um barco sem afeiçoar a madeira aos seus propósitos, como esperar uma comunidade segura e tranquila, sem que o lar se aperfeiçoe? A paz do mundo começa sob as telhas a que nos acolhemos. Se não aprendemos a viver em paz entre quatro paredes, como aguardar a harmonia das nações, se nos habituamos a amar o irmão mais próximo, associado à nossa luta de cada dia, como respeitar o eterno pai que nos parece distante, Jesus, nosso mestre querido. relanceou olhar pela sala modesta, fez pequeno intervalo e continuou: "Pedro, acendamos aqui em torno de quantos nos procuram, a assistência fraterna, uma claridade nova. A mesa de tua casa é o lar de teu pão. Nela recebes do Senhor o alimento para cada dia. Por não está laro redor dela a sementeira da felicidade e da paz na conversação e no pensamento. O Pai que nos dá o trigo para o celeiro através do solo, envia-nos luz. através do céu. Se a claridade é a expansão dos raios que a constituem, a fartura começa no grão. Em razão disso, o evangelho não foi iniciado sobre a multidão, mas sim no singelo domicílio dos pastores e dos animais. Simão Pedro fitou no mestre os olhos humildes e lúcidos e como não encontrasse palavras adequadas para explicar-se, murmurou tímido: "Mestre, seja feito como desejas". Então Jesus convidando os familiares do apóstolo a palestra edificante e a meditação elevada, desenrolou os escritos da sabedoria e abriu na terra o primeiro culto cristão no lar. Que beleza de mensagem, não é? Que mensagem que toca o nosso coração e que nos mostra uma realidade muitas vezes por nós ignorada nas nossas casas espíritas, nos atendimentos fraternos, nas palestras, nas aulas. Nós recomendamos a prática do evangelho no lar. E muitas vezes as pessoas ignoram que essa não é uma medida inventada por nós espíritas, que essa é uma medida de iluminação imensa do lar e daqueles que

ós recomendamos a prática do evangelho no lar. E muitas vezes as pessoas ignoram que essa não é uma medida inventada por nós espíritas, que essa é uma medida de iluminação imensa do lar e daqueles que participam do lar, trazida a nós por nosso maior irmão, pelo nosso mestre Jesus Cristo. A prática do evangelho no lar acende sempre sobre esse lar uma luz, uma luz que vai chegando e que vai melhorando muitas vezes sem que sintamos a atmosfera espiritual do lar. Por conta disso, a gente começa a lembrar que a família é um núcleo fundamental de renovação do ser. A gente precisa entender a família como um projeto realizado nos dois lados da vida. A família é realizada no mundo espiritual e também aqui no mundo da carne. Os dois planos da vida, sempre, sempre trocando vibrações amorosas, trabalham nesse projeto, nesse projeto sério, nesse projeto divino e misericordioso que é a família. Quando o ser vai reencarnar com sempre com um planejamento reencarnatório para que melhore, para que evolua enquanto estiver na carne, há sempre uma família que é a qual ele é destinado e que é a maior responsável por fazê-lo construir. a própria evolução. O conceito de família, então, para nós espíritas é bem mais amplo. Não há acaso, não há família errada. O projeto se enraíza nos dois lados da vida. E nós vamos vendo que a cada encarnação, a cada momento em que nós vamos nos inspirando, a cada momento que nós vamos abrindo os nossos conhecimentos a Deus, nós vamos entendendo esse papel profundo da família. Nós vamos lembrar que quando eu já havia dito, quando Jesus pega os escritos, ele pega os antigos profetas, o o Deuteronômio. E vamos lembrar que o profeta mais citado por Jesus era Isaías. Vale a pena olharmos mais Isaías, porque é Jesus que nos indica como um profeta. muito especial. Jesus naquele momento, nessa leitura que eu li, é bom lembrarmos que deixava os assuntos mundanos acontecerem no início da reunião e depois didaticamente partia dos assuntos mais corriqueiros, dos assuntos que tinham a ver com a

leitura que eu li, é bom lembrarmos que deixava os assuntos mundanos acontecerem no início da reunião e depois didaticamente partia dos assuntos mais corriqueiros, dos assuntos que tinham a ver com a realidade daquela comunidade para fazê-los pensar, para fazer fazos refletir. Então Jesus faz a pergunta sobre aquelas diversas profissões, sobre os cuidados que as pessoas daquelas profissões tinham e depois a expande para o lar. o cuidado que se precisa também ter com o nosso lar, com a atmosfera espiritual que nós plasmamos muitas vezes inconscientemente no nosso lar. O nosso lar tem paredes, tem chão, tem teto. Não precisa ser um lar próprio. Pode ser um lar, um lar alugado. Pode ser uma casa imensa onde viva a ostentação. Pode ser um pequeno casebre, isso pouco importa. O que vai nos importar? Sobre isso é que vamos falar. sobre a atmosfera espiritual, trazer a nossa consciência a certeza que é nossa responsabilidade plasmar um clima espiritual para que ajudemos a esses espíritos que vivem conosco evoluírem para que sejam exportados para a vida. é o lar, o grande exportador desses espíritos que reencarnam e que são recebidos por cada um de nós. A responsabilidade daqueles que regem o lar e que precisam zelar por sua atmosfera espiritual. Toda a questão do anseio da terra por paz começa anular. Nós não teremos paz na terra se não a cultivarmos no lar. O que temos feito por cada espírito que compõe hoje a nossa família? Que filhos queremos oferecer à sociedade? Que versão de mim quero ofertar a sociedade? O que posso fazer para depurar a mim, depurar a esses que convivem comigo, para que sejamos boas cartas de Cristo na sociedade? A família é essa célula receptora dos seres reencarnantes e passa a ter mais importância quando sabemos disso. Conhecereis a verdade, a verdade vos libertará. Quando eu tenho mais certeza da minha responsabilidade sobre a família que está comigo, isso fica mais firme de ser tratado. Eu fico mais com mais condições de me concentrar no que realmente importa na atmosfera

enho mais certeza da minha responsabilidade sobre a família que está comigo, isso fica mais firme de ser tratado. Eu fico mais com mais condições de me concentrar no que realmente importa na atmosfera espiritual do lar. Passamos a entender que a família está apenas em parte reunida aqui na terra, que a outra parte está lá no outro mundo, no mundo espiritual. Eu já disse, nós somos famílias, nós somos projetos dos dois planos da vida. Aqueles seres amados nossos que partiram antes de nós, continuam existindo, continuam nos amando, continuam fazendo parte de nossa família. E os seres que ainda virão até aqui para fazer parte desse núcleo, também fazem parte desse grupo familiar, que é muito, muito maior do que costumamos perceber. Muitas vezes também um grupo que já vem a várias encarnações juntos, apenas trocando de posição, recebe um espírito diferente. É porque esse espírito está recebendo a oportunidade de convivendo conosco, ter acesso a outros valores, é claro, a valores mais elevados. Vamos vendo a nossa responsabilidade crescer. A casa é o abrigo material. A casa é o abrigo duro, concreto, pesado, que por mais bem tratada que seja, por mais organizada que seja, é apenas matéria. E como toda a matéria, um dia virará pó. É o aspecto espiritual. É onde o egoísmo, o orgulho, a vaidade, a falta de caridade vão ser tratadas. Essa é a grande responsabilidade. Esse é o grande momento, o grande foco do trabalho de cada uma das famílias. Nosso grupo familiar é muito maior, mas sabemos que de um lado ou de outro vivemos trocando vibrações amorosas. Nós sabemos também que muitas vezes espíritos diferentes vem até nós, como eu já havia dito, para ser beneficiados por bons valores que nós devemos estar vivendo. E às vezes vem alguns mais elevados do que nós para nos mostrar também alguns elementos, alguns sentimentos em que nós ainda não caminhamos. Jesus fala de uma construção que não é material. Jesus fala de um abrigo fundamental que é o espiritual. Nós vamos encontrar também no evangelho o

, alguns sentimentos em que nós ainda não caminhamos. Jesus fala de uma construção que não é material. Jesus fala de um abrigo fundamental que é o espiritual. Nós vamos encontrar também no evangelho o momento aquele momento que eu gosto muito do diálogo de Jesus com Nicodemos lá no capítulo 3 de João, quando o mestre fala de forma sutil sobre o processo da reencarnação. Versículo 6, Jesus diz: "O que é nascido da carne é carne, o que é nascido do espírito é espírito, trazendo a nós a certeza já aquela época que nós, pais e mães biológicos ou adotivos, não criamos o espírito. O espírito é uma criação sagrada de Deus. O que nós criamos é a carne. O que é da carne é da carne. Criamos um corpo físico para que um espírito reencarnante possa ocupá-lo. E essa nos abre, essa certeza nos abre um leque enorme à refletção quando pensamos sobre a família e o processo reencarnatório. A família é o núcleo principal, é o núcleo propiciador do projeto reencarnatório. Que importância a família agora assume para cada um de nós. Para que os espíritos possam reencarnar, eles precisam receber um corpo. Eles precisam de alguém que em su em seu corpo físico faça a carne para que ele possa, como dizemos, reencarnar. As duas partes da família tomam são participantes desse processo. Há vínculos na terra e há vínculos no céu. Do lado de lá é feito todo um projeto, um planejamento reencarnatório e os auxílios disponíveis que nunca nos faltam. Então a gente a gente ouve falar e às vezes não entende bem, planejamento reencarnatório é esse momento em que é planejada uma nova encarnação para um espírito. E nesse momento é o lado de lá, a família de lá que trabalha. Do lado de cá, espíritos encarnados em operação, de cooperação, em teste em aferição do que foi estudado, do que foi combinado anteriormente. Então, os dois lados trabalham de forma dinâmica com o objetivo de receber esse ser que tem necessidade de reencarnar. sempre para melhorar. A família tem a dimensão na carne e tem a dimensão no

ente. Então, os dois lados trabalham de forma dinâmica com o objetivo de receber esse ser que tem necessidade de reencarnar. sempre para melhorar. A família tem a dimensão na carne e tem a dimensão no espírito. Para que se tenha uma encarnação, é necessário um corpo carnal. Então, os corpos dos pais dão início ao corpo do reencarnante. Aí a gente relembra o que é da carne é da carne. Esse é um instrumento de do projeto família. Mas além de tudo, qual é o principal? é o espírito. O que é do espírito é do espírito. E o corpo feito, o corpo pronto na carne, recebe esse espírito para o qual houve um grande planejamento, inclusive a família na qual ele vai reencarnar. A família não se reduz à geração de corvos para que os espíritos voltem à Terra. Essa é apenas uma parte do processo. A família é algo muito além, algo muito maior. É a parte principal, porque traz esses espíritos, todos eles, para se transformarem para melhor. Que responsabilidade. Todo espírito que recebemos na nossa família, nós somos responsáveis pela sua transformação para para melhor. Nós temos compromissos materiais, sim, mas o que é da carne está restrito à carne e tem muito pouca importância. Para seres que uma vez criados jamaixarão de existir, o que mais importa é a outra dimensão. É a dimensão principal e muitas vezes negligenciada, que é a dimensão do espírito. Lembrei agora de Kardec, nosso grande professor, que em um de seus livros iniciais dizia, fazia uma confidência de que muitas vezes encontrava casais muito mais preocupados com a manutenção de seus jardins do que com a educação de seus filhos. Ja Kardec aquela época nos chamando atenção para o que é preciso. É preciso gerar uma edificação, um abrigo espiritual para aqueles que estão participando desse projeto. Em 50, em 100 anos, tudo que é matéria acabará. Tudo que é carne terá sido modificado. Agora, o que foi gerado na esfera espiritual e foi de fato consolidado permanecerá conosco e estará conosco por toda a eternidade. Muitas vezes vemos uma excessiva

do que é carne terá sido modificado. Agora, o que foi gerado na esfera espiritual e foi de fato consolidado permanecerá conosco e estará conosco por toda a eternidade. Muitas vezes vemos uma excessiva preocupação com o que é da carne e quase nenhuma preocupação com o que é do espírito, com o que é eterno. Cria-se o corpo, faz-se uma casa, preocupamos-nos com tudo que é material, mas não nos preocupamos em ofertar recursos ao espírito para se preparar, para se transformar, para que ele continue depois de tudo, depois de todas as experiências na sua vida eterna com mais luz. Foi isso que ele veio buscar. É isso que devemos ofertar. Jesus então estabelece a reencarnação ligada à família. Parece até óbvio, mas muitas vezes a gente ainda não tinha pensado nisso. A reencarnação é esse processo misericordioso trazido por nosso pai. Ela tem como ferramenta principal a família. O que será construído no âmbito do espírito é o maior investimento a longo prazo. Deveríamos tê-lo a como não só o maior, mas como o único, o que precisa ser focalizado diariamente. Jesus mostra então a família como a primeira escola, como o primeiro templo. Eu ontem, ontem à noite, no meu evangelho no lar, eu abri no capítulo oito, bem-aventurados os que têm o coração puro. E me chamou atenção aqui no item de número quatro. Eu vou ler só um pedaço que diz assim: "Suas ideias, a partir do nascimento retomam a atividade gradualmente à medida que os órgãos vão se desenvolvendo se desenvolvendo, de onde se pode dizer que no decorrer dos primeiros anos o espírito realmente é criança, porque as ideias que formam a base do seu caráter ainda estão adormecidas. Olha que importante agora, durante o tempo em que seus instintos permanecem adormecidos, ele é mais dócil e, por isso mesmo, mais acessível às impressões que podem modificar sua natureza e fazer com que progrida, o que torna mais fácil a tarefa que pertence aos pais. Então aqui nesse item quatro, eu só li um pedacinho, a gente vai entender a importância dos primeiros anos do

natureza e fazer com que progrida, o que torna mais fácil a tarefa que pertence aos pais. Então aqui nesse item quatro, eu só li um pedacinho, a gente vai entender a importância dos primeiros anos do espírito que recebemos. a importância, enquanto os instintos dele estão adormecidos, de preenchermos o seu espírito de valores que o vão transformar. Certa vez, quando Jesus estava com seus discípulos à frente de um grande templo que tinha umas colunas imensas da aquela ostentação romana, aquela necessidade de grandes templos, seus seguidores olharam e disseram: "Senhor, que belas, que belas colunas, que obra monumental. Veja, Senhor, que coisa maravilhosa. Jesus olha bondosamente para aqueles homens e lhes diz: "Não ficará pedra sob pedra". em outra oportunidade, aqueles homens falando ainda daquele templo, Jesus diz: "Não ficará pedra sobre pedra e eu edificarei em três dias um outro templo". Jesus fazia menção a sua ressurreição, quando, três dias depois da sua crucificação, volta a nós nos mostrando que a vida continua, nos mostrando todo o seu tamanho, a sua luz, a sua amorosidade. Jesus falava do que importa na falava do espiritual. O evangelho aplicado à família vem nos ensinar a fazer de fato o nosso lar um templo. Precisamos estar no nosso lar com a consciência de que estamos num templo, numa escola para as almas que por ele passam, inclusive para nós mesmos. ter uma família, sustentar, conviver com família, com a família por 20, por 30 anos, é uma escola para todos nós. Para nós, quando somos pais, mães, quando somos filhos, quando somos avós. Estamos falando então dessa edificação espiritual, onde o cimento os do templo é de outra categoria, onde o cimento precisa proteger não das tempestades, mas das intempérias espirituais. São essas intempéries morais que t encontrado milhares e milhares de pessoas. desesperadas, desprotegidas, sem um templo para se abrigar, de uma casa espiritual moral ou moral, na qual possam se abrigar, na qual possam ter repouso e continuar as suas trajetórias.

es de pessoas. desesperadas, desprotegidas, sem um templo para se abrigar, de uma casa espiritual moral ou moral, na qual possam se abrigar, na qual possam ter repouso e continuar as suas trajetórias. Em outras palavras, não lhes foi ofertado com a devida atenção material para que pudessem ter também a atenção espiritual. Não lhes foi erguida uma morada espiritual, deixando nesses seres um vazio que corroi, um vazio que traz insegurança, que traz angústia. Vemos milhões de pessoas que no âmbito da matéria receberam tudo, nada lhes faltou, mas completamente desabrigadas moralmente, completamente inseguras, não se entendem ainda como filho de Deus, não conseguem muitas vezes se estruturar como seres amados. como seres que têm como pai esse Deus imensamente sábio, justo e bom. Os pilares que precisamos erguer os pilares da aceitação, do amor, da compreensão, do perdão, da indulgência. São os tijolos dessa edificação moral, que são o maior ofício da família. Esse é o grande ofício da família. Mais do que ofertar um corpo físico, é ofertar elementos de renovação desse espírito. Todos que reencarnam precisam se transformar para melhor. Todos que reencarnam precisam construir a própria elevação. E é na família, é no lar, os maiores trabalhos. Ofertar abrigo espiritual para esse espírito, para que ele possa passar por experiências protegido. Nós sabemos que estamos no mundo de provas e expiações. Elas chegam até nós sempre. Nossos filhos também passarão por provas e expiações. É preciso dotá-los de ferramentas para passar por essas provas, aprendendo, evoluindo. Certa vez, na casa do caminho, Saulo, ainda perseguidor dos cristãos, encontra Estevão, que viria a ser a primeira vítima do do cristianismo. E depois de ouvir Saulo conversar com algumas pessoas, ele grita, mostrando desprezo. Mas como podem vocês ter como mestre um homem de Nazaré, ter como mestre um carpinteiro, mostrando desprezo, querendo desprezar Jesus e mostrar ali aquelas pessoas que Jesus para ele não tinha valor.

Mas como podem vocês ter como mestre um homem de Nazaré, ter como mestre um carpinteiro, mostrando desprezo, querendo desprezar Jesus e mostrar ali aquelas pessoas que Jesus para ele não tinha valor. Estevão responde: "Ainda bem que ele veio como o carpinteiro, porque assim veio nos dar o abrigo físico e nos ensinar a construir, a erguer o abrigo espiritual. Paredes de paz, paredes de amor, de fé e de esperança. É isso que o Evangelho nos propõe. É isso que propõe a reflexão que precisa ser aprofundada sobre a família. Não a casa material, mas a casa espiritual, onde os bens adquiridos servem para a nossa construção moral. O que cada família está conseguindo estruturar espiritualmente? O que será que estamos vivendo em nosso lar? Qual será a atmosfera espiritual do nosso lar? Quando falamos de família, temos em vista o evangelho. Não estamos falando de algo do domínio da matéria. Estamos falando dessa construção espiritual, portanto, difícil de se ver, mas extremamente importante para que seja bem estruturada a família. Então, é esse projeto dos dois planos. e se estende no tempo e no espaço. Há quantas encarnações atrás, há quantas encarnações na frente conviveremos com o mesmo grupo de espíritos, às vezes acrescido de um ou de outro membro? O importante ao saber disso é saber que precisamos construir a nossa união, amar a nossa família para um dia amar a família universal. Com os nossos esforços diários, vamos construindo essa edificação para que possamos proteger esses corações que Deus aproximou de nós. Para entendermos melhor, vou ler um pequeno texto. diz assim: "A fonte das qualidades morais se acha nas impressões que a criança recebe desde o momento em que nasce, talvez mesmo antes, e que podem agir com mais ou menos energia no seu espírito para o bem ou para o mal. Tudo que ela vê, tudo que ela ouve, a faz experimentar impressões. Êfase nessa palavra impressões. Ora, assim como a educação intelectual consiste na soma das ideias adquiridas, a educação moral é o resultado de todas

tudo que ela ouve, a faz experimentar impressões. Êfase nessa palavra impressões. Ora, assim como a educação intelectual consiste na soma das ideias adquiridas, a educação moral é o resultado de todas as impressões recebidas. Cada objeto que a criança vê lhe dá uma ideia e cada palavra ou cada ação de que ela é o objeto a faz sentir uma certa impressão, a mesma impressão agora o cerne, né, desse pequeno texto. a mesma impressão mantida sobre um certo tempo e frequentemente repetida vai fazer com que se torne um hábito. E aqui o autor nos lembra disso, das nossas ações, do nosso equilíbrio, do nosso relacionamento dentro da nossa casa, com nossos filhos desde que nascem, que vão produzir certas impressões que, repetidas por muito tempo, vão ficar incorporadas a esse espírito. Aí a gente vê a importância disso, uma educação que precisa ser baseada em valores. Tudo que ela vê, vejam bem, tudo que a criança vê, todo gesto, toda palavra e sentimento, vai estruturando nela um ambiente, um clima espiritual que lhe é ofertado e vai definindo a maneira como o espírito reencarnante vai se formando para a vida, para o desenvolvimento, conforme Nós vamos depois ver, vamos pensar, aliás, quem é o autor deste texto. É um texto maior. Eu escolhi apenas uma parte, mas o autor desse texto, a gente poderia rapidamente pensar que é um autor espírita. Na verdade, esse autor se tornou espírita vin tantos anos depois. Esse texto tão profundo, tão revelador, nos foi trazido por Hipolite Leon Denizar Rivaio aos 24 anos, quando publicou um plano para a defesa da educação pública francesa. Gente, aí imagina como era esse ser, que aos 24 anos, ainda não conhecendo o espiritismo, mas já sabia tanto da alma humana. A renovação moral do outro ser pede então uma atmosfera benigna. Se nós queremos tratar o espírito que está sobre o nosso contato, sobre o nosso cuidado, de uma forma que ele fique um espírito cada vez melhor, mais bom, como dizem os espanhóis. Se nós queremos isso, é preciso que eles tenham impressões e

tá sobre o nosso contato, sobre o nosso cuidado, de uma forma que ele fique um espírito cada vez melhor, mais bom, como dizem os espanhóis. Se nós queremos isso, é preciso que eles tenham impressões e vivências benignas. A depender dessa natureza moral que foi construída em nosso lar, nós vamos ter um planejamento reencarnatório de sucesso, um planejamento reencarnatório que se perde. Vem, vai depender também do espírito, quando estiver maior, fazer ou não o bom uso do que lhe foi mostrado. Mas a nossa obrigação é mostrar o melhor. Aquele livro também que eu citei no início do José Raul Teixeira, Desafio da Vida Familiar, em determinado momento, ele fala muito certamente que o dever de educar filhos normalmente faz com que os pais se melhorem. Tomara que a gente entenda isso, que a gente aproveite para também melhorar, não é? Nós vamos aqui pensando que é necessário diariamente tratar do clima espiritual de nossa casa. É um clima de luz ou é um clima de sombra? O que estamos cultivando no nosso lar? Por exemplo, quando Jesus pergunta a Pedro o que faz quando vai ao mercado, Pedro lhe diz: "Seleciono os melhores produtos e nós em casa estamos selecionando as melhores coisas. O que trazemos da rua para casa? O que compartilhamos? Será que as melhores ideias, os melhores sentimentos? Será que já estamos entendendo essa vigilância que precisa haver para que o nosso lar se torne luz nas novas encarnações? É disso que fala Jesus nesse primeiro texto desse livro. É disso que precisamos saber e aprofundar. Diz a Emanuel que até agora as uniões têm sido de natureza provacional ou expiatória, mas a gente sabe de muitas uniões em que espíritos vieram à terra para salvar seus amores. Nós vamos lembrar dos romances de Emanuel, 50 anos depois, renúncia quando Célia ou mesmo espírito, vem à terra para salvar, para se dedicar ao seu grande amor. desce de moradas espirituais iluminadíssimas para seguir aquele seu amor para resgatá-lo. Nós vemos isso em inúmeros romances, porque o sonho de ofertar uma

salvar, para se dedicar ao seu grande amor. desce de moradas espirituais iluminadíssimas para seguir aquele seu amor para resgatá-lo. Nós vemos isso em inúmeros romances, porque o sonho de ofertar uma atmosfera espiritual consegue mobilizar todos os espíritos. Vamos lembrar disso, da nossa necessidade de mobilizar na nossa casa uma esfera espiritual cada vez mais benigna. Muitas vezes a pessoa faz a prática do evangelho no lar a sós. A sós como encarnada. Muitas vezes os outros encarnados de sua família não querem participar, estão em outras procuras. Não há a menor importância. Façamos o evangelho no lar, mesmo que com a ilusão de que estamos sozinhos, porque nunca estamos sós. A outra parte de nossa família vem até a nossa casa nesse momento nos ajudar a iluminar a todo esse grupo. Lívia trabalhou muito tempo para que públentos depois despertasse. A Abigail abriu inúmeras possibilidades para que Saulo pudesse também, tempos depois encontrar a Jesus. Nós somos corações que sentem e fazem cada vez mais o melhor. Continuemos assim. Basta um só coração num lar para que esse lar vá se iluminando paulatinamente. Muito obrigada. Que sigamos com Jesus. Que nossos lares sejam abençoados.

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