A MORTE NÃO É O FIM - Andreia Gardim [PALESTRA ESPÍRITA]
👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!
Senhor, >> bom dia a todos e todas. Sejam muito bem-vindos à comunhão espírita de Brasília. Hoje, mais uma segunda-feira, aliás, a última do mês, né, do mês de agosto. Esse mês de muita energia, mas também de muito calor, muita secura. Precisamos beber muita água, cuidar da nossa casa. limpando bem direitinho para tirar o pó. Mas vamos então fazer uma breve leitura do Evangelho Segundo o Espiritismo, mentalizando a espiritualidade. Vou sugerir para aqueles que estiverem por acaso estiverem com o evangelho juntos ou então quando vocês forem para casa e vocês poderão abrir o evangelho no capítulo sétimo e vocês vão ler bem-aventurados os pobres de espírito. tão interessante, porque muitas vezes ficamos tão preocupados com esse pobre espírito que achamos que a Virgem Maria, como nós chamamos a nossa mãe maior, pobre de espírito, significa pessoas puras, pensamentos bons, atos e ações voltadas ao bem. É linda a mensagem. Então, vamos lá. Nós abrimos o Evangelho, capítulo 7o, o item 13, missão do homem inteligente na Terra. Vamos refletir. O evangelho, como todos já sabem, ele é, na realidade um grande companheiro nosso de caminhada. É assim, como alguns dizem o psicólogo de cada um de nós. Porque quando abrimos o evangelho, recebemos a espiritualidade conosco a nos auxiliar. dizendo: "Vai em frente, continue, não desista". Muitas vezes ficamos preocupados, mas estamos aflitos. Aí você abre o Evangelho, capítulo 5, bem-aventurados aflitos. Muitas vezes nos sentimos, como nós vamos aqui refletir, muito superior, seja quem for ou como for. E aí vem, olha, os últimos serão os primeiros. É muito. O evangelho é um irmão, é um companheiro. Então vamos lá. Missão do homem inteligente na terra. Não vos ensoberbais do que sabeis, porquanto esse saber tem limites muito estreitos no mundo em que habitais. Suponhamos, sejais sumidades e inteligência neste planeta. Nenhum direito tendes de envaidecer-vos. Se Deus em seus desínios vos fez nascer num onde pudestes desenvolver a vossa
mundo em que habitais. Suponhamos, sejais sumidades e inteligência neste planeta. Nenhum direito tendes de envaidecer-vos. Se Deus em seus desínios vos fez nascer num onde pudestes desenvolver a vossa inteligência, é que quer que a utilizes utilizes para o bem de todos. Vamos então nesse momento, observar a beleza desse evangelho que nos orienta. Se por acaso reencarnamos num ambiente mais propício, vamos dizer assim, uma família mais harmoniosa, uma cidade que nos oferece o estudo, o trabalho, o a compreensão, o entardecer e o amanhecer belíssimos. Vamos então lembrar que nós somos filhos de Deus junto com esse mestre, nosso irmão maior Jesus, que nos oferece um evangelho que podemos compreender. Então, o evangelho é para ser entendido, praticado e não apenas lido. E ele continua dizendo, é uma missão que vos dá, Deus vos dá uma lição, uma missão, um prazer, um viver, uma esperança. E ele vai falar, então, que pondo-vos nas mãos o instrumento com que podeis desenvolver, por vossa vez, as inteligências retardatárias e conduzi-las a ele. Veja bem, se eu tenho a oportunidade, e aí vamos lembrar da importância que toda doutrina, toda doutrina religiosa sugere, não apenas a doutrina espírita. Vamos estudar. Vamos estudar para compreender melhor as palavras do mestre Jesus. Vamos estudar para entendermos melhor o caminhar moral, espiritual dessa encarnação. Não vamos deixar para outra de jeito nenhum. Vamos aproveitar essa porque ainda temos tempo sim de compreender que aqui nos encontramos. A nossa inteligência nos propicia estarmos aqui para compreender melhor o viver, compreender melhor a esperança, a sabedoria, o trabalho. Não vamos permitir simplesmente deixar para outra oportunidade. Vamos pegar a nossa oportunidade. Então, esse capítulo, Bem-aventurados Pobres de Espírito, ele diz assim no finalzinho do capítulo: "A inteligência é rica de méritos para o futuro". Também tem uma passagem muito interessante, nosso querido Divaldo, e eu gosto de contar essa história porque me faz refletir
o finalzinho do capítulo: "A inteligência é rica de méritos para o futuro". Também tem uma passagem muito interessante, nosso querido Divaldo, e eu gosto de contar essa história porque me faz refletir muitas vezes pela minha vaidade, meu orgulho e é uma presença maravilhosa do Divaldo conosco. E simplesmente Divaldo, então conta uma experiência dele. Olha que nós estamos falando sobre bem-aventurados pobres de espírito, capítulo séo. E ele conta aquela história maravilhosa quando ele tá na França, ele tá em Paris. Ele não sabe falar francês, nem ler francês, nem escrever em francês. Então, ele sempre tinha um tradutor ou a própria espiritualidade providenciava aquela palavra que fosse transmitida aos irmãos eh eh que ali se encontravam. E aí ele fala sobre a beleza da vida, sobre a encarnação, fala como é importante nos preocuparmos com a nossa moral espiritual e ele vai botando várias situações maravilhosas relativas ao homem de bem. Chega uma certa hora, termina toda a palestra, os franceses assim apaixonados por Divaldo, pelas suas explicações, vem uma senhora de cabecinha branca, chega até ele e diz assim: "Olha, eu vou repetir como ele ensina pra gente na na na palestra dele. Fala assim: Mir de Valdô". Ela falando em francês, lógico, né? Mir de Valaldô, aqui eu me encontrei, eu me vi. Entendi os motivos pelos quais aqui eu me encontro, porque eu tô vencendo as minhas dificuldades. E aí falou assim: "Ah, que bom, né? A senhora então gostou, entendeu?" Ela: "Sim, entendi, fiquei muito feliz". E aí, Divaldo, é muito interessante porque Edivaldo se analisa imediatamente e o pensamento dele é como você é vaidoso, né? Como você já tá pensando mal dessa senhora, né? Dizendo isso, dizendo aquilo. Eu fale assim: "Minha senhora, que prazer tê-la aqui conosco?" Mas me diga o que que a senhora faz na vida. Ela fala assim: "Ah, M de Valaldô, eu estou fazendo faculdade e eu vou terminar essa faculdade e vou trabalhar profissionalmente". E ele falando ele com ele, tô vendo a
que que a senhora faz na vida. Ela fala assim: "Ah, M de Valaldô, eu estou fazendo faculdade e eu vou terminar essa faculdade e vou trabalhar profissionalmente". E ele falando ele com ele, tô vendo a idade dela mais de 80, será que ela vai acabar essa faculdade? É muito interessante porque ele se mostra como ser humano. Ele mostra que nós todos sejamos, somos sem seres que temos pensamentos positivos, mas alguns pensamentos negativos também, né? Então ele fala, ele veio assim: "Ah, é, a senhora tá fazendo faculdade, mas só uma assim, só para conversar com a senhora, a senhora acha que realmente irá aplicar tudo que a senhora está aprendendo na faculdade? E ela na sua simplicidade, obos de espírito somos todos nós, né? Ela vira para ele, fal assim: "Mas Messias de Valdor, acabei de entender a importância da reencarnação. Se eu não conseguir praticar o que eu aprendi hoje aqui com você, com certeza na outra encarnação eu já venho formada". Então é a beleza da simplicidade, da compreensão. Como nós todos vamos passar por essas por essas experiências positivas ou negativas do nosso viver. E vamos também, como pobres de espírito, compreender que somos vaidos. Sim, esquecemos que os os últimos serão os primeiros. Não é no sentido daquele que senta lá atrás ou senta lá na frente. É no sentido de compreender como nós ainda somos seres que queremos muito reconhecimento, que é importante. Queremos muito a vaidade, às vezes não não permite que sejamos mais simples pra nossa experiência, pro nosso viver, pra nossa compreensão. Mas vamos aproveitar a nossa vaidade, que precisamos dela, porque temos que manter um corpo. Se eu não for um pouquinho vaidosa, eu não cuido da minha saúde física. E essa saúde física é que me propicia melhorar espiritualmente. Então, lembrando da importância de estarmos aqui nessa caminhada, pedindo a Jesus por cada um, agradecendo a cada um por aqui nos encontrarmos juntos numa segunda-feira, dia 25 de agosto. e agradecendo sempre a espiritualidade
ância de estarmos aqui nessa caminhada, pedindo a Jesus por cada um, agradecendo a cada um por aqui nos encontrarmos juntos numa segunda-feira, dia 25 de agosto. e agradecendo sempre a espiritualidade pela oportunidade de nos encontrarmos. Vamos elevar os nossos pensamentos, agradecer ao mestre Jesus o carinho, o afeto e lembrar que a espiritualidade nos auxilia sempre. Vou agora passar a palavra paraa nossa palestrante que vai falar o tema, ela vai falar sobre o que que ela vai nos conversar conosco. Nós estávamos até agora refletindo o Evangelho Segundo Espiritismo em nós. Sejam muito bem-vindos e que a paz esteja com todos. E passando a palavra pra nossa palestrante. Que assim seja. >> Bom dia, queridos amigos. Bom dia a todos os nossos ouvintes das nossas eh da YouTube, do YouTube, do Instagram, de todas as nossas redes sociais. Que a nossa semana seja de muita paz. Então, para dar início, né, ao nosso diálogo de hoje, nós vamos refletir um pouco sobre um assunto que nós muitas vezes não gostamos nem de pensar. Mesmo sendo espíritas, mesmo tendo o entendimento da reencarnação, tendo o entendimento que isso aqui é somente uma roupagem, que a cada vez que nós estamos para retornar à Terra, nós nos vestimos com esta oportunidade que é a nossa roupa carnal. Então, o nosso tema de hoje é: morte não é o fim. Todos nós sabemos que a morte não é o fim, mas nós não conversamos sobre isso, nem conosco mesmos. Nós não paramos para refletir nem em como será depois da do nosso desencarne. Porque para o espiritismo a morte realmente não existe. Porque qual é o conceito que nós temos de morte? É o fim? É o nada. Morreu, acabou. Mas não. Dentro do espiritismo, nós não morremos, nós reencarnamos. E quando nós pensamos neste conceito da vida eterna, nós começamos a ficar mais esperançosos, mas não podemos ficar parados. Ah, não, mas eu tenho muitas vidas, para que que eu vou ter trabalho nessa? Para que que eu vou me esforçar nessa se eu ainda tenho uma próxima? Mas a espiritualidade nos diz que esta é
ficar parados. Ah, não, mas eu tenho muitas vidas, para que que eu vou ter trabalho nessa? Para que que eu vou me esforçar nessa se eu ainda tenho uma próxima? Mas a espiritualidade nos diz que esta é a melhor oportunidade que nós estamos tendo, principalmente porque nós temos um pouquinho do conhecimento, um pouco do estudo do que é a vida eterna, do que realmente nós somos, pois nós somos energia, nós somos uma centelha divina que estamos em evolução. Então, meus amigos, para muitos a morte ela sempre é uma algo muito eh que nos traz medos, incertezas, desafios. Até às vezes quando os nossos filhos nos perguntam, né, papai, mamãe, para onde nós vamos depois que nós morrermos? O que é o que acontece com a gente? E ali, se nós não sabemos responder, temos sim que procurar aprender, entender, para poder esclarecer da melhor maneira para os nossos filhos. Se nós somos pessoas mais eh dedicadas, trazemos nossos filhos aqui para a evangelização ou para, né, qualquer outro centro a qual pertençam, com certeza já tive as crianças já têm esse contato, né? Então, às vezes, para eles é muito mais fácil de conversar sobre isso pelo esclarecimento que é dado dentro da evangelização. Mas nós, enquanto pais, enquanto mães, devemos também nos eh e nos caminhar para este estudo para poder esclarecer da melhor maneira e para que nós também não tenhamos o medo da morte. Por quê? Porque esta encarnação, esta nossa jornada é a parte que nós vamos estudar, vamos trabalhar para a nossa evolução. Nós trabalhamos aqui, colhemos muitas coisas aqui, mas levamos a bagagem do que nós estamos sendo para nós e para a humanidade. Toda a bondade, toda a caridade, todo amor que nós depositamos em nós e no outro. nós levamos como eh uma conta, uma poupança que nós vamos fazendo crescer a cada encarnação que nós estamos vindo aqui ao planeta Terra para aprender. Algumas pessoas chegam até perguntar como é que nós conseguimos muitas vezes passarmos por problemas tão difíceis e às vezes nem mesmo nós sabemos como,
amos vindo aqui ao planeta Terra para aprender. Algumas pessoas chegam até perguntar como é que nós conseguimos muitas vezes passarmos por problemas tão difíceis e às vezes nem mesmo nós sabemos como, mas é porque nós solicitamos na nossa, no nosso planejamento todos esses obstáculos que estamos passando agora, os problemas familiares, financeiros, de trabalho, porque nesta existência nós já conseguimos a fortaleza, a coragem para desafiar aquele determinado problema e poder solucionar. Em uma das harmonizações que eu havia feito eu foi este ano que eu fiz esse ano, uma assistida perguntou por que que Chico Xavier tinha tantas doenças. Por que que ele reencarnou com essas doenças? Eu falei justamente, ele reencarnou nessa existência, mesmo já tendo assim aquele currículo extenso de tanta coisa boa, de um espírito elevado, porque nesta existência ele conseguiria ultrapassar tudo o que ele passou com resignação, com entendimento de todas as doenças que ele teve. Mas Chico Xavier não merecia Andreia, realmente. Mas ele pediu, eram ajustes ainda que ele tinha que fazer. Então, daí a importância de nós vivermos bem para morrermos bem. Muitos de nós não pensamos nisso. O que é morrer bem? É trabalhar enquanto estamos encarnados. Nós não somos esta matéria. Nós somos energia, nós somos espíritos, nós somos filhos de Deus que estamos em progresso. E precisamos ter esta consciência, ter este diálogo aberto, porque muitos de nós ainda somos muito apegados. Quando nós falamos em morte, o que que nos remete? Eu vou dar um exemplo por mim. Antes de eu retornar ao espiritismo, eu tinha a vaga ilusão. Ai, o que vai ser do mundo quando eu não existir mais? Simplesmente o mundo vai continuar, a família vai continuar, os amigos vão continuar, a vida vai continuar, porque eu sou somente uma centelha deste mundo. Então vocês podem observar como a gente consegue fazer algumas transformações durante a nossa vida. Mas eu digo para todos vocês, meus irmãos, foi através da dor que veio essa essa consciência,
mundo. Então vocês podem observar como a gente consegue fazer algumas transformações durante a nossa vida. Mas eu digo para todos vocês, meus irmãos, foi através da dor que veio essa essa consciência, não de que eu não sou nada, eu sou, eu tenho valor, eu tenho todos os meus valores e todas as minhas virtudes e todos os meus defeitos que eu preciso abraçar. Mas por que que eu tinha tanto medo da morte? Porque lá no meu subconsciente, trazido lá de vidas anteriores, eu não me preparei para morrer bem. Então, com certeza eu não vivi bem em outras existências. E trouxe este medo, esse materialismo, essa esse apego à vida. Claro, nós temos que ter esse essa amorosidade com a vida, porque não é muito fácil viver, não é mesmo? Nós temos desafios, então nós temos que ter coragem para ultrapassar esses desafios de cabeça erguida. Mas nós não podemos nos apegar à nossa vida terrestre, porque ela está sendo somente o nosso estudo, um trabalho pra nossa evolução, o nosso caminho para chegar até Deus. Então, quando nós tratamos de morte, nós temos que saber como e determinar como que eu quero morrer, como que como que vai ser depois que eu morrer. E um grande exemplo, nós temos nas várias obras que Chico Xavier nos deixou, temos notícias por meio de vários romances Vera Lúcia Marinzé, que trata o mundo espiritual de diversas formas. Então, temos uma obra maravilhosa que nos coloca em contato com este mundo que é a nossa casa. É ótimo, não é? Estarmos aqui convivendo com outras pessoas, trabalhando as nossas os nossos defeitos, as nossas mazelas. Muitas vezes nos aborrecemos, mas por que que muitas vezes nós sentimos um vazio aqui dentro? Porque nós temos saudade da nossa casa, que é a pátria espiritual. Mas ali como será? No livro Nosso Lar, André Luiz nos explica que quando ele chegou, né, ao mundo espiritual, primeiro ele achou que ele tava querendo estava vivo, porque não teve um segmento, não teve uma orientação mais concisa. E ele também não buscou pela espiritualidade, não buscou por uma
do espiritual, primeiro ele achou que ele tava querendo estava vivo, porque não teve um segmento, não teve uma orientação mais concisa. E ele também não buscou pela espiritualidade, não buscou por uma religião para poder aprender, como nós estamos fazendo na na manhã de hoje. E ali ele vai discorrendo de tudo que ele achou muito estranho quando ele chegou, porque ele chegou no mundo espiritual e tava com dor, tava machucado, sentia fome, sentia frio. Mas por quê? Porque ele não viveu bem. Por um lado, ele era um pai de família, mas por outro lado, ele ainda tinha muita ignorância, um véu ainda muito conciso na sua vida. Só que aí ele também teve o merecimento e o despertar de André Luiz também foi muito imediato, conforme ele foi vivendo no nosso lar, foi aprendendo, foi convivendo com os outros espíritos que ali estiveram, porque nós precisamos a vida inteira. do outro para nos orientar, para nos ajudar, para fazer que nós possamos enxergar o que nós estamos errando. O outro é o nosso espelho e no mundo espiritual também. O que nós somos aqui, nós seremos lá. Enquanto nós permanecermos, eu como Andreia, dona Nete como dona Nete, enquanto não nos for feito um novo planejamento espiritual para o nosso retorno a esta escola, nós continuamos sendo o que nós fomos nessa existência. Ontem eu assisti o filme no YouTube A vida continua. Também uma obra, né, de André Luiz, maravilhoso o livro. E tá no YouTube para quem quiser assistir. Eh, Evelina se eh tem tinha uma doença muito séria, mas ela tinha certeza que ela ia se curar. Ela era católica e ela ia à igreja, confessava, se confessava, fazia todos os trâmites legais a igreja, mas ela não era religiosa. O Ernesto, por sua vez, devido à doença, começou a se interessar por algumas coisas da espiritualidade e ali ele foi buscando. Então ele ficou mais ou menos naquele entendimento. Resumindo, fizeram a cirurgia. Evelise, muito apegada, acordou num na no hospital, no plano espiritual, querendo ver marido, família, e, infelizmente não foi concedido, né,
menos naquele entendimento. Resumindo, fizeram a cirurgia. Evelise, muito apegada, acordou num na no hospital, no plano espiritual, querendo ver marido, família, e, infelizmente não foi concedido, né, porque ela já havia desencarnado. E ali todo mundo fazia um breve suspense para não chocar muito, porque quando nós chegamos lá, nós somos muito amparados. Se somos espíritas, se somos católicos, como foi falado lá, tem todas as religiões, todos os dirigentes estão lá para poder também nos acolher, quem é espírita, quem não é espírita, todos nós somos encaminhados também na espiritualidade maior. E ali quando Evelise tem a verdadeira noção de que ela estava morta, ela catapofe, desmaia. Espírito também desmaia, gente. Acreditem, espírito desmaia. Tem um fato no missionário, nos mensageiros, que o filho do Otávio vem revoltadíssimo com a arma para atirar em alguém que já tinha desencarnado. E o Otávio, né, ironicamente fala: "Não faça isso, nós já estamos mortos". Só que lá, pelo fato de já estarmos desencarnados, a causa e efeito é imediata. No que o filho do Otávio atira, quem cai desmaiado é ele. Então, olha como as coisas acontecem igualzinho aqui. E voltando para pra vida continua, Evelise quando ela se situa, ela pede pro dirigente que ela quer falar com o padre e ele fala: "Você vai poder falar". Mas o bom dessa história ainda não tá aí. Tá na junção do compromisso das duas famílias. família Terra e a família Sepéra. Então, assistam para vocês entenderem melhor. Tenho certeza que vocês vão gostar do desfecho, né, da conclusão desta, deste filme, porque ele vem nos revelar tudo o que nós precisamos saber, como todos os outros filmes espíritas que tem, como os filmes católicos, como a Cabana, que mostra o perdão, né? Então, é por isso que nós temos que fazer essa jornada do viver bem. Viver bem, tratarmos uns aos outros bem. Por vivendo bem, nós vamos morrer bem. Nós temos uma parte eh ainda eh na neste filme que mostra quando o espírito ele não vive bem, quando ele vive
viver bem. Viver bem, tratarmos uns aos outros bem. Por vivendo bem, nós vamos morrer bem. Nós temos uma parte eh ainda eh na neste filme que mostra quando o espírito ele não vive bem, quando ele vive perturbado, que ele vai parar nas cidades do umbral, porque e ali quando eh a espiritualidade vai, né, acolher, fazer aquela a trabalhar, né, ele acolher os espíritos que estão lá, ele fala umbral não é nada mais do que o nosso pensamento, a nossa consciência, ou seja, o sofrimento, como nós morremos, nós plasmamos. Então, é o que é nos ensinado na doutrina espírita. Nós plasmamos a nossa felicidade, plasmamos a nossa paciência, a tolerância, o entendimento, as coisas boas, as boas energias enquanto estamos encarnados e quando desencarnamos fazemos a mesma coisa. Então, se nós fomos trabalhando isso e vivendo da melhor maneira possível, quando a morte vier nos visitar, nós teremos certeza que não será o fim. Olha como eh essa essa transformação, esses estudos nos levam muitas vezes a refletir e olha o nosso subconsciente como ele trabalha também a nosso favor. Uma vez eu sonhei, foi acho com uns dois anos atrás que eu estava em um lugar. Eu não, eu sei que era essa roupagem, mas eu tava assim um pouco mais diferente. Eu tava como eu era adolescente, mais magra, o cabelo comprido, tudo. Só que nesse sonho eu entrei em uma cozinha que estava com muito gás. E no sonho eu pensei assim: "Eu vou morrer, eu não posso me desesperar, porque a Maís Braga olha o nosso subconsciente como é. Por isso que a orientação de fazermos orações ao dormir é muito importante. E no sonho eu falei assim, a Maíse Braga falou que eu que nós temos que nos acalmar, pensar em Deus na hora da morte para que nós não sejamos levado pela nossa consciência para locais inferiores, para umbral. Eu não quero ir para umbral. Eu entrei embaixo de uma mesa, me encolhi, esperei a cozinha explodir e só ouvi a minha mãe me chamando de longe. Então, e isso é o que acontece conosco na hora do nosso desencarne, se
ir para umbral. Eu entrei embaixo de uma mesa, me encolhi, esperei a cozinha explodir e só ouvi a minha mãe me chamando de longe. Então, e isso é o que acontece conosco na hora do nosso desencarne, se nós não tivermos uma vida produtiva. E ali passando para uma outra, uma outra parte na questão da morte, nós falamos um pouco também da separação e da saudade. Nós somos espíritas. Nós não podemos chorar, não podemos sentir, não podemos nos enlutar só porque nós sabemos que o nosso ente querido está ali do outro lado em estado gasoso. Errado. Nós temos que chorar, nós temos que viver o luto, nós temos que colocar tudo isto para fora, porque a saudade ela nada mais é do que todo o nosso amor com aquela pessoa, seja um pai, seja uma mãe, seja um irmão. Então, nós temos que viver, sim, temos que nos entristecer. Nós só não podemos ficar presos neste looping, porque os nossos entes que foram, nós que vamos um dia e também vamos deixar alguém para trás, nós precisamos trabalhar ou porque nós pensamos que vamos ser igual a Maí e Braga, que vamos ficar embaixo de uma um pé de manga durante 800 anos. Não, gente, isso aí é só uma metáfora. Quando nós saímos do plano terrestre, que nós somos acolhidos pela espiritualidade maior, nós vamos estudar, vamos continuar, porque apesar de espírito, nós continuamos evoluindo. Então, vamos trabalhar, vamos ajudar outras pessoas, vamos nos fortalecer e vamos ter também a o merecimento de vir ajudar quem ficou. É por isso que muitas vezes nos é ensinado, né, a obsessão de lá para cá e daqui para lá e aqui entre nós, seres humanos. Por isso que nós temos que estudar, porque é só através do estudo que nós conseguimos acalmar o nosso coração. Dando aqui continuidade, já partindo pro final, nós trazemos também algumas reflexões de Emanuel e ele fala: "A sepultura é apenas uma porta para a renovação". Inclusive, neste filme, o dirigente fala: "Do berço ao túmulo, do túmulo ao berço, porque é essa a nossa jornada. Hoje somos Maria, somos João, somos
"A sepultura é apenas uma porta para a renovação". Inclusive, neste filme, o dirigente fala: "Do berço ao túmulo, do túmulo ao berço, porque é essa a nossa jornada. Hoje somos Maria, somos João, somos Antônio, somos somos José. Amanhã eu posso não ser mais Andréia, eu posso ser Marcos. Então, por isso que nós temos que fazer esta transformação que todos nós que conversamos aqui com vocês, que conversamos em outros lugares e ouvimos tantas palestras no YouTube para que nós possamos tirar de dentro do nosso coração o preconceito, a discriminação, porque não é porque eu vi mulher que é um grande merecimento nessa existência, eu vou vir mulher em todas as outras, nós mesmos Escolhemos depois da nossa morte, quando houver o planejamento, vir em outras experiências, vir em outros corpos, vir como homem, vir como uma pessoa trans, vir como negro, como branco, como japonês. Nós somos energia. É por isso que nos é tão ensinado a questão de não termos preconceito, de não discriminarmos o próximo. Hoje podemos ser ricos, amanhã podemos ser pobres. Nós escolhemos depois da do nosso desencarne, qual é a vida, qual é a roupagem que nós vamos pedir para a espiritualidade, para Deus, para que possamos evoluir, para darmos um passo a mais em nossa jornada. Então, meus irmãos, que que nesta manhã nós possamos guardar em nossos corações a certeza de que a morte não é o fim, é mais uma passagem para a verdadeira vida. Seguimos em frente na fé, cultivemos amor, a caridade, para quando chegar o nosso momento de retornar à pátria espiritual, possamos fazê-lo em paz, com a consciência tranquila e o coração leve. Desejo a todos vocês, nossos ouvintes, as pessoas que estão aqui no nosso auditório, aos desencarnados que foram trazidos pela espiritualidade maior, uma excelente semana. Que Deus, que o nosso mestre Jesus possa estar com todos nós nessa semana que se inicia. Vamos aguardar agora o passe, vamos fazer a prece junto com a nossa irmã, com a nossa amiga Nete e vamos aguardar que seremos chamados
estre Jesus possa estar com todos nós nessa semana que se inicia. Vamos aguardar agora o passe, vamos fazer a prece junto com a nossa irmã, com a nossa amiga Nete e vamos aguardar que seremos chamados para o passe. Uma excelente semana a todos. Fiquem com Deus. Vamos então lembrar que o Evangelho de hoje, capítulo 7, bem-aventurados os pobres de espírito, são somos todos nós nessa caminhada evolutiva. Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje, Senhor. Perdoai as nossas ofensas, assim como nós tentamos, Senhor, perdoar aqueles que nos têm ofendido. Não nos deixe cair em novas e difíceis tentações. Livra-nos, Senhor, de todo mal, o mal da mágoa, do rancor, do sentimento que nos leva a sentir necessidades materiais. Que a paz esteja com todos. Que assim seja. Graças a Deus. Graças ao Pai Maior. Que assim seja. Então, vamos ser chamados agora pro passe e sejam muito bem-vindos à comunhão sempre. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os
e amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
Vídeos relacionados
CÉU E INFERNO - JUSTIÇA DIVINA - Andréia Gardim [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Andréia Gardim
PEREGRINAÇÃO DA ALMA - Andréia Gardim [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Andréia Gardim
ENTENDENDO A DESPEDIDA - Bárbara Britto [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Bárbara Britto
Roberta Assis | VIDA (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Roberta Assis
PARTIDAS E CHEGADAS - Eduardo Gomes [PALESTRA ESPÍRITA]
Comunhão Espírita de Brasília · Eduardo Gomes
Eduardo Gomes | AS DORES DA VIDA - PARTIDA OU RETORNO? O QUE REALMENTE ACONTECE? (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Eduardo Gomes
Vera Orphão | MORTE OU DESENCARNE (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Vera Orphão
Carlos Frota | CHEGADAS E PARTIDAS (PALESTRA ESPÍRITA)
Comunhão Espírita de Brasília · Carlos Frota