⚔️ A Lição da Espada - Ceifa de Luz | Evangelho no Lar 15/03/2026
Que tal transformar seu lar em um ponto de luz e harmonia? Convidamos você e sua família para o nosso encontro semanal com o Evangelho no Lar, uma oportunidade de estudo e prece para fortalecer nossos laços com o Alto. Realizado em parceria com o Centro Espírita Ildefonso Correia, de Curitiba, este é um momento de união e reflexão sob a inspiração do Cristo. Reserve este tempo para semear a paz e a fraternidade no seio da sua família. #evangelhonolar #cultonolar #espiritismo #prece #oração #doutrinaespirita #mansaodocaminho #Jesus #harmonianolar #familia *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais um Evangelho no Lar Online, essa atividade que é promovida vida pelo Centro Espírita Hilde Fonso Correa aqui de Curitiba, no Paraná, Brasil. Somos filiados à Federação Espírita do Paraná e aqui estamos, né, hoje através do canal SE, mas por ser domingo também através da TV Mansão do Caminho. Gostamos também sempre de agradecer a outros parceiros de transmissão, como a Rádio Espírita do Paraná, a Web Rádio Manaus de Estudos Espíritas, a Web Rádio Fraternidade, estes nossos irmãos que retransmitem ao longo da semana essa nossa atividade, o que nos dá muita alegria. alegria, aliás, é a palavra que hoje está assim vibrando no nosso coração, porque eh contar com a presença de amigos queridos eh é assim nos enche de alegria, né? Então, além do Arturo e da Fabiane, que são meus queridos amigos, Fabiane, nós coordenamos grupos de estudo juntos já faz tempo, né? A gente fica assim, né, Fabiane? Passa um ano, passa o outro, a gente continua juntos, né? É uma, é muito bom trabalhar com você. Mas os nossos convidados de hoje, eh, André Marshall Neto e Marcelo Neto, este casal que está lá na Flórida, em Miami e que vez ou outra a gente tem a alegria de poder contar com vocês aqui. Eu vou começar com a dama. Querida Andreia, boa noite, minha amiga. Seja muito bem-vinda. >> Boa noite, meu querido irmão. Boa noite, Marcelo, Artur, Fabiane. Boa noite a todos que estão acompanhando. É uma alegria muito grande estar aqui com vocês. E boa noite também pro nosso professor e pra nossa querida Karina que estão nos bastidores. >> Marcelo, bom tê-lo de novo aqui conosco, viu, amigo? Muito obrigado, Adriano. De verdade é uma grande alegria. Eh, com muito prazer que aqui estamos. Da mesma forma Fabiane, Artur, ao nosso querido professor Fernando e a nossa Kina, que controla os detalhes técnicos que está aí nos bastidores e a todos que se unem nesta noite conosco. Muita paz a todos. Olha, tem gente já registrando ali no chat. assistir as palestras da 28ª
ina, que controla os detalhes técnicos que está aí nos bastidores e a todos que se unem nesta noite conosco. Muita paz a todos. Olha, tem gente já registrando ali no chat. assistir as palestras da 28ª Conferência Estadual Espírita, né, como a Elizabe, como a Clarissa. E então acho que vale, né, fazer uma referênciazinha. Eh, nós concluímos hoje, por volta de 1 da tarde, a nossa 28ª Conferência Estadual Espírita. E meus irmãos, eh, foram momentos de muita alegria, de profundidade nas na nas palestras, nas conferências. Os nossos convidados entregaram muito. Eh, poderão encontrar no site aí da FEP, o canal FEP no YouTube, estas palestras. Alberto Almeida, Artur Valadares, Sandra de La Pola, nosso presidente da FEB, Jorge Godinho também, Alessandro Viana Vieira de Paula, Eulália Bueno, foram contribuições belíssimas em torno de um tema que, aliás, também foi muito elogiado por todos que assistimos. O público gostou muito, porque homenageamos Leon Deni, que completa 180 anos, completou em janeiro, né? seria 180 anos de nascimento de Leão Deni, falando a respeito da obra O problema Problema do Ser, do destino e da dor. Então, vejam lá, busquem estas palestras no canal FEP, porque tenho certeza que vocês poderão sentir um pouquinho o clima do que foi esse nosso evento. E quero também fazer uma ênfase aqui no convite. Eu eh não falei inicialmente, mas quem retornou ao púlpito eh da conferência foi o nosso querido José Raul Teixeira numa palestra emocionante que vale ser vista por todos nós. E então foi um presente, mas que a gente espera possa ainda repercutir por muito tempo esse conteúdo maravilhoso que esses nossos convidados nos deixar. Foi uma uma maravilha. Eu quero retornar aqui à nossa apresentação para cumprimentar você de novo, Fabian, e hoje tá acompanhada do filho Artur da nossa juventude espírita lá do centro espírita de Fonso Correr. Vamos começar com você, Fabiano. Boa noite. >> Boa noite, meu querido amigo. Boa noite, Marcelo. Boa noite a todos que estão
ho Artur da nossa juventude espírita lá do centro espírita de Fonso Correr. Vamos começar com você, Fabiano. Boa noite. >> Boa noite, meu querido amigo. Boa noite, Marcelo. Boa noite a todos que estão eh ai, deu um errinho aqui no computador. a todos que estão nos assistindo. É uma honra estar aqui com vocês, Andreia, também, né? Eh, entre pessoas tão ilustres, Artur e eu estávamos conversando, né? Estamos muito honrados em estar aqui e participar desse evangelho de tanta luz. >> Boa noite, pessoal. >> Boa noite. >> Eh, uma alegria estar aqui de novo. Estive aqui pela primeira vez essa semana. Eh, gostaria de Quero que seja um ótimo evangelho. Queremos que saiamos mais renovados e que energias boas cheguem a nós. Boa noite a todos. Boa noite, pessoal. >> Obrigado, Artur. Ó, tem gente já arrumou uma fã aí, Artur. A Lilian assistiu você na quarta-feira no Evangelho dos Jovens, viu? E eh, Marcelo, você podia eh porque vejam, gente, nós teremos em abril na cidade de Orlando, nós somos federativas coirmãs, a FEP e a Federação Espírita da Flórida. Então, já há muitos anos, a Flórida também realiza uma um evento grandioso. E então queríamos, Marcelo, que você aproveitasse para fazer esse convite aqueles que eventualmente estão nos assistindo, possam estar, possam participar. Como é que vai ser o evento lá? Adriano, é verdade, nós eh iniciamos esses eventos e de uma certa forma copiando o trabalho magistral que a Federação Espírita do Paraná tem feito. E logo no começo, quando assumimos os trabalhos federativos, pedimos permissão à direção da Federação Espírita do Paraná para que pudéssemos copiar o primeiro título da primeira conferência que passou a fazer parte do calendário oficial dos eventos aqui dos Estados Unidos e em particular da Federação Espírita da Flórida. Então, nós vamos ter a 15ª conferência acontecendo nos dias 11 e 12 de abril, ou seja, logo agora na curva no ano que no mês que vem, né, com o tema a era do Cristo. Isso vai acontecer na cidade de Orlando
, nós vamos ter a 15ª conferência acontecendo nos dias 11 e 12 de abril, ou seja, logo agora na curva no ano que no mês que vem, né, com o tema a era do Cristo. Isso vai acontecer na cidade de Orlando e muitas casas, muitas eh muitas pessoas acabam se congregando ali naquela cidade para que a gente possa, logicamente, não se compara o evento da Federação Espírita do Paraná, mas nós somos assim os pequenininhos, né, que tentam aos pouquinhos tentando copiar os passos do Paraná >> e tentando trazer as questões relacionadas ao espiritismo e É este Cristo tão distanciado dos nossos corações. É isso. Então, sejam todos muito convidados, muito bem convidados. E a gente tem muitas vezes parentes, amigos que moram na Flórida, né? Moram em Miami, que é muito próximo, em Orlando, em outras cidades da região, e que às vezes também não sabe, né? Então, é importante nós divulgarmos, ainda que não possamos ir, eh, mas que, eh, eventualmente temos alguém lá que a gente vai divulgar, porque é naturalmente, eh, um momento muito especial. Também sabemos que muitos brasileiros participam, né, talvez a maioria, Marcelo, a maioria dos que vão à conferência de brasileiros, né? Então, eh, é muito bom, muito bom a gente saber que tem esse, esse evento também onde há um ponto de encontro ali dos brasileiros em torno da mensagem espírita cristã, não é? Uma maravilha. Se eu puder fazer um pequeno eh eh adicionar alguma coisa, todas as conferências elas são simultaneamente traduzidas ao inglês. E no segundo dia, no domingo, ela é aberta pelos jovens como o Artur, trazendo temas evangélicos, trazendo o espiritismo em inglês, na língua inglesa. E depois, paralelamente nas salas que estão ali adjacentes ocorre o nosso encontro da juventude, onde jovens vão compartilhar as suas ideias. Tudo isso ocorre na língua inglês inglesa, ou seja, no inglês. Então nós vamos ter no salão principal as palestras em português traduzidas ao inglês e no salão anexo a juventude ali trocando as experiências totalmente em inglês,
nglês inglesa, ou seja, no inglês. Então nós vamos ter no salão principal as palestras em português traduzidas ao inglês e no salão anexo a juventude ali trocando as experiências totalmente em inglês, falando de Jesus, falando do espiritismo. Eu acho isso muito interessante para o nosso público também, conhecer e perceber como o movimento espírita vai ganhando corpo, né, não apenas do Brasil, em outros lugares e nos Estados Unidos, principalmente tem visto esse crescimento muito especialmente na Flórida, talvez porque tenha muitos brasileiros, muitos latinos ali também há um um ponto, né, um um e e graças ao trabalho de vocês, né, Marcelo e Andreia, eh, que são grandes trabalhadores desse movimento espírita aí da do da Flórida. Então, queridos, feito estas estes convites todos, esses lembretes, vamos iniciar a nossa atividade. Quero convidar todos vocês para que, né, busquemos agora essa concentração, esse silêncio interior, não é? Se desejarem ter a água para fluidificar próximo de você, o faça. E vamos iniciar a nossa atividade com uma prece, convidando nossa Fabiane para conduzir os nossos pensamentos na prece de abertura. nossos corações, lembrando da figura tão doce, tão generosa, branda do nosso querido mestre Nazareno, trazendo aos nossos corações essa figura tão tão amada que nos acolhe, que nos embala em seus braços amorosos. Vamos aproveitar o momento para agradecer a ele por ter vindo até nós nos mostrarmos, nos mostrar o que é o amor verdadeiro e como nós podemos chegar à nossa evolução, seguindo seus passos. seus exemplos e mantendo a certeza de que somos amparados em todos os momentos de nossa vida. Vamos nos reunir em pensamento com os nossos mentores, com os nossos guias, para que possamos receber a mensagem desta noite que estes queridos amigos prepararam com tanta dedicação, abrindo os nossos corações para mais aprendizados. Que o Pai de todo amor e bondade aquiça as nossas mentes, o nosso ser mais íntimo, para que possamos receber a mensagem de hoje,
com tanta dedicação, abrindo os nossos corações para mais aprendizados. Que o Pai de todo amor e bondade aquiça as nossas mentes, o nosso ser mais íntimo, para que possamos receber a mensagem de hoje, internalizá-la em nossos corações e aplicá-la no nosso dia a dia. Que nosso pai permaneça conosco, que o nosso mestre querido siga segurando nossa mão e que possamos juntos seguir este caminho de luz hoje e sempre. Que assim seja. Obrigado, Fabiane. Texto de hoje do livro Ceifa de Luz de Emanuel. Vamos pedir pro Artur fazer a leitura para nós. Ceifa de luz, capítulo 5. A lição da espada. Não cuideis que vim trazer a paz à terra. Jesus em Mateus 10:34. Não vem trazer a paz, mas a espada, disse-nos o Senhor. E muitos aprendizes prevalecem-se da feição literal de sua palavra para estender a sombra e a perturbação. Alendo-se lhe do conceito, companheiros inúmeros consagram-se ao azedum no lar, conturbando os próprios familiares, em razão de lhes imporem modos de crer e pontos de vista, vergastando-lhes o entendimento, ao invés de ajudá-los na plantação da fé viva, quando não se desmandam em discussões e conflitos. polemizando sem proveito ou acusando indepitamente a todos aqueles que lhes não comunguem a cartilha de violência e de crueldade. O mundo, até a época do Cristo, legalizara a prepotência do ódio e da ignorância, mantendo-lhe a terrível dominação através da espada mortífera da guerra e do cativeiro, em sanguinolentas devastações. A realeza do homem era a tirania revestida de ouro, arruinando e oprimindo onde estendesse as garras destruidoras. Com Jesus, no entanto, a espada diferente voltada para o seio da terra representa a cruz em que ele mesmo prestou o testemunho supremo do sacrifício e da morte pelo bem de todos. É por isso que seu exemplo não justifica os instintos desenfreados de quantos pretendam ferir ou guerrear em seu homem. A disciplina e a humildade, o amor e a renúncia marcam-lhe as atitudes em todos os passos da cena. Flagelado e esquecido entre o escárnio e a calúnia, o perdão
retendam ferir ou guerrear em seu homem. A disciplina e a humildade, o amor e a renúncia marcam-lhe as atitudes em todos os passos da cena. Flagelado e esquecido entre o escárnio e a calúnia, o perdão espontâneo flui-lhe incessante da alma para somente retribuir bênção por maldição, luz por treva, bem por mal. Assim, se recebeste a espada simbólica que o Mestre nos trouxe à vida, lembra-te de que a batalha instituída pela lição do Senhor permanece viva e rígida dentro de nós, a fim de que, ensarilhando sobre o pretérito a espada de nossa antiga insensatez, venhamos a convertê-la na cruz redentora, em que combateremos os inimigos de nossa paz. ocultos em nosso próprio eu, em forma de orgulho e intemperança, egoísmo e animalidade, consumindo ao preço de nossa própria consagração à felicidade dos outros. Única estrada suscetível de conduzir-nos ao império definitivo da grande luz. Emanuel, >> obrigado Artur pela excelente leitura e vamos iniciar os nossos comentários com Andreia Marcha, por favor. >> Obrigada, queridos amigos. Mais uma vez, boa noite a todos que estão entrando agora. Nós também gostaríamos de dizer que quem abriu essa passagem, se eu não estou equivocada, foi a Karina. Então, belíssima quando o Marcele e eu lemos ela juntas e falamos: "Meu Deus, que beleza", né? de mensagem que em Emanuel traz para nós, paraas nossas reflexões. Eu tenho um hábito um pouco, talvez algumas pessoas possam julgar estranho, mas todas as vezes que há uma palestra ou um estudo ou um momento como esse, né, que nós estamos eh entrando no evangelho, no lar, nós eh eu sempre busco dentro dos versículos, dos capítulos, o comecinho, o que que levou Jesus a dizer exatamente o que ele disse, né? Então eu fui e entrei nos evangelhos de Lucas e de Mateus para entender um pouquinho sobre o que levou Jesus a dizer exatamente essa frase para entender um pouquinho o contexto daquele momento em que todos estavam vivendo. É Mateus que vai dizer no início, no capítulo 10, que vai do versículo 1 ao 7
ou Jesus a dizer exatamente essa frase para entender um pouquinho o contexto daquele momento em que todos estavam vivendo. É Mateus que vai dizer no início, no capítulo 10, que vai do versículo 1 ao 7 sobre eh como Jesus apresenta ali os discípulos, os 12 e a sua missão, indo pregar e chegando, dizendo que é chegado o reino dos céus, né? a gente se quiser buscar depois vocês vão ver no de Mateus, porque ambos têm a passagem da da espada e da paz, a gente vai ver que tanto no Evangelho de Mateus quanto no de Lucas, Jesus nos acalma, acalma a todos dizendo que a gente não deve temer os homens e vendo, sabendo que vos envio como ovelhas meio de lobo. Então ele traz pro discípulo, para aquele que vai pregar, que vai levar a mensagem do evangelho, da boa nova para não temer os homens. E uma das coisas também que ambas fazem, ambos os evangelhos fazem, é trazer para nós o ensinamento da solicitude pela nossa vida. Na parábola, na no evangelho de Lucas, ele apresenta para nós a parábola do servo vigilante e vai indo até que eventualmente ambas trazem para nós o estudo que Jesus, que a gente tá vendo agora, Jesus trazer a paz, o fogo, que também é mencionado, e a discensão à terra. É interessante a gente a gente entender um pouquinho desses evangelhos, desses ensinamentos, porque vale a nossa reflexão. Nada que foi trazido nos evangelhos foi feito à toa. Teve uma razão de ser. E eu sempre falo, os benfeitores, como Emmanuel, por exemplo, não estão ali fazendo porque não tem nada melhor a fazer. fazem por amor a nós, para que a gente possa realmente trilhar essa vida, essa reencarnação com passos seguros rumo à plenitude que todos nós buscamos. Então, para poder entender ainda mais esse capítulo de Mateus, não cudeis que vim trazer a paz à terra, a paz da terra, eu busquei o ensinamento da grande benfeitora e professora, a dona Amélia Rodrigues, ah, especificamente em duas obras dela que foi psicografado pelo nosso saudoso Di, que é a mensagem do amor imortal. Fica aí a dica da
mento da grande benfeitora e professora, a dona Amélia Rodrigues, ah, especificamente em duas obras dela que foi psicografado pelo nosso saudoso Di, que é a mensagem do amor imortal. Fica aí a dica da leitura e até o fim dos tempos. Ela traz para nós, nas suas narrativas, uma oportunidade que faz com que a gente pense e sinta que a gente está lá naquele momento. Ela descreve de tal maneira que faz com que a gente sinta em nosso coração, talvez que nós já estivemos lá também, parte daquelas multidões aflitas que cresciam em torno do mestre de uma maneira incrível, ao ponto que não se sabia de onde vinha uma multidão com a outra e que seiscuíam, porque essa multidão, essas pessoas sabiam que ali encontrariam aquele que tinha a voz doce, aquele que trazia informações muito importantes aos seus corações. É como se fosse irresistível. É o que a nossa querida benfeitora vai dizer. O povo nas palavras dela, esfaimado de pão de amor e sede de paz. E parece que não mudou muito ao longo desses mais de 2000 anos, porque as pessoas seguiam sem ânimo, seguiam sem esperança alguma, era como se não houvesse razão para prosseguir vivendo. E era normal, então, que na paisagem humana daquela época, as pessoas elas fossem atraído por algo que fosse trazer, pelo menos uma vez um pouquinho de esperança, porque recebiam notícias daquele que anunciava um novo reino, um novo momento, daquele que amparava os desfalecidos, que falava sobre Deus e que confortava as criaturas que dele houveram se distanci Ado, muitos de nós hoje em dia seguimos assim. E não é que Jesus ou Deus, Deus nosso pai se distanciam de nós, mas nós que nos distanciamos deles. Quando Jesus continua com a sua voz doce, exaltando, convidando-nos ao amor. E ela vai dizer que Jesus amava as pessoas de tal forma que convivia com eles. aqueles miseráveis, aqueles que eram destados, aqueles que eram como que considerados imundos. E Jesus recebia todos individualmente ou em grupos, orientando-os sempre, continualmente, com serenidade,
aqueles miseráveis, aqueles que eram destados, aqueles que eram como que considerados imundos. E Jesus recebia todos individualmente ou em grupos, orientando-os sempre, continualmente, com serenidade, de modo que a sua fala entrasse aos seus corações, muitas vezes utilizando as parábolas, como nós sabemos, mas a palavra acalmava aquele desespero e a sua misericórdia amenizava as aflições. Por outro lado, Jesus também demonstrava grande compaixão pelos ricos, pelos endinheirados, aqueles que ele conhecia, sem desprezar, porque ele conhecia que havia um recanto obscuro de sentimentos dentro do coração desses outros, onde se abrigavam amarguras desconhecidas, onde eles também eram carentes de apelo, de apoio, de afeto e também de compreensão. E ela então vai dizer que havia entre aquela multidão daquela sociedade, entre aquela paisagem humana as duas faixas, os pobres e os ricos materiais. Ele que enfrentava os fariseus preocupados, mas com a aparência, dominados pela soberba decorrente da posição social em que desfrutavam. Ela narra que muitas vezes, ou na melhor ainda, as poucas vezes que Jesus visitou visitar a Jerusalém, aquela orgulhosa capital de Israel, confundiam-se os odores pútridos, aquele cheiro horrível dos esgotos abertos, de ruas que não estavam sendo cuidadas, especialmente para os pobres, os miseráveis, os imundos e os de natureza moral dos seus habitantes exploradores e insensíveis. E ela vai trazendo pra gente o eh uma visão muito ampla de como a sociedade estava naquela época até que ela chega na questão da religião. Ela vai dizer que a religião era um disfarce para exploração muito bem elaborada e para prática de crimes que se ocultavam por aqueles que não tinham vergonha. Ela fala na falta de vergonha, não nessas palavras que eu tô lembrando agora, com que se resguardavam aqueles que deveriam zelar pela dignidade do povo. E assim não fazia. o quadro humano sombrio e doentil, em que o poder temporal se confundia com a espiritualidade apenas aparente. Foi então que ela disse que
que deveriam zelar pela dignidade do povo. E assim não fazia. o quadro humano sombrio e doentil, em que o poder temporal se confundia com a espiritualidade apenas aparente. Foi então que ela disse que quando a voz dele chegou, foi que dentro do coração do povo, algo fez com que se eh reverdecesse, como que se algo fizesse florescer com a força da palavra, do verbo, do exemplo e da sua proposta de amor. Ela disse que foi como se fosse uma profunda como social que tomou conta de todos. E eu fico imaginando nos dias atuais, se nós tivéssemos a capacidade de fazer com que o evangelho vibrasse de tal forma, haveria também uma comoção social. E a gente espera que isso acontece, mas enquanto não acontece, a gente passa a refletir, tenta fazer a nossa parte, porque ela vai dizer que eh eh foi como que se um clarão se fizesse presente na noite escura. Ela usa a palavra relâmpago, anunciando para todos o amanhecer de uma nova era. E ela vai narrar dessa maneira. Em plena primavera emocional, que jamais seria vencida por qualquer tipo de outono, ele surpreendeu os ouvintes e começais do seu amor, enunciando: "Não penseis que vim trazer paz à terra, não vim trazer a paz, mas a espada, porquanto vim separar de seu pai o filho, de sua mãe a filha, de sua sogra a nora, e o homem terá por inimigo os de sua própria casa, em plena primavera emocional, que não poderia ser vencida por qualquer tipo de outono. Isso é muito profundo, porque o que a gente vai ver é que quando o evangelho dele se instala em nós, é difícil a gente voltar para trás, é difícil a gente querer recuar diante aquilo que a gente precisa enfrentar, mantendo fidelidade a Jesus, entendendo o nosso dever, entendendo aquilo que é esperado por todos nós. Então, foi uma surpresa muito grande, porque para eles, assim como para nós que lemos isso pela primeira vez no Evangelho Segundo Espiritismo, falo por mim, mas como assim não vim trazer a paz, mas a espada, a gente percebe que, embora naquele momento eles não tiveram
ara nós que lemos isso pela primeira vez no Evangelho Segundo Espiritismo, falo por mim, mas como assim não vim trazer a paz, mas a espada, a gente percebe que, embora naquele momento eles não tiveram entendido, começaram a pensar que havia algo estranho que ia acontecer. Porque quando Jesus trouxe essa fala, ele estava falando: "Eu vim para separar a verdade da impostor". Ele lançava para o futuro a advertência que ficaria, que nós teríamos que eleger entre Deus e a mamã o dever ao egodo, aceitação, a negação ao crime e ao vício. Então, tratava-se de uma decisão difícil, tratava-se de uma definição de rumos. E as pessoas então olhando para o mestre, ouvindo aquilo, começaram a refletir, porque muitos querem os benefícios na hora. Muitos deles queriam, sem entender que precisariam também mudar por dentro, que a salvação tão necessária se daria se eles também fizessem a parte dele. Porque como ela diria, como a dona Amélia diria, com ele ou contra ele. E nunca numa postura de conveniência, nunca. Uma pessoa que me ensinou muito sobre isso foi Edivaldo. Ao longo do trabalho que ele fez com a mansão do caminho, centro espírita caminho da redenção, as viagens indo e pregando, ele estava sempre com Jesus. Kardec e Jesus não, nunca numa postura de conveniência. E assim o verdadeiro cristão precisa fazer. É preciso que a gente entenda o conceito da salvação, o conceito do benefício que se é trazido, porque é preciso, antes de tudo, transformar o nosso próprio coração. As pessoas imaginavam guerra, batalhas de laceradoras, combates insistente contra os familiares e com todos com que se com quem eles convivessem. Mas quando eles olharam pro rosto de Jesus, que envolviam a todos com tanto amor, com uma vibração tão doce, eles compreenderam que o que o mestre estava dizendo é que haveria um distanciamento dos afetos mais queridos, criando dificuldades relacionamentos, que seria necessário investir no futuro do espírito, mesmo que isso implicasse renunciar às alegrias presentes, Há
ria um distanciamento dos afetos mais queridos, criando dificuldades relacionamentos, que seria necessário investir no futuro do espírito, mesmo que isso implicasse renunciar às alegrias presentes, Há vícios antigos. E quantos de nós perdemos amigos quando passamos a vivenciar dentro do espiritismo ou em outros tipos de filosofias e religiões, quando passamos a deixar o vício para lá ou buscar combater com toda a força. E vários escutaram assim como eu já escutei: "Ah, você ficou chata, agora é só Jesus, agora só isso, só aquilo." E até no próprio lar. Haveria ali que estaria se dedicando a Deus com maior intensidade e outro que não entenderia, que na verdade está a se falar de uma vivência em espírito para o espírito imortal. Mas seria plausível a benfeitora questionar, seria plausível aceitar aquele que renunciasse ao poder terreno, perseguindo a alegria metafísica da espiritualidade? Então, era uma decisão difícil. Todos ali estavam sendo convidados a ou a continuar como antes ou elevar os seus ideais até a conquista da plenitude. E assim somos todos nós. aquele tempo e por muito tempo, eles não poderiam caminhar mais lado a lado ao interesses tão antagônicos quanto aos prazeres que exaurem os sentimentos e aqueles que desgastam o corpo e as paixões convencionais em favor da vivência da plenitude espiritual. A proposta de Jesus então era de fato como o fio da espada que separa, mas nunca para destruir, porque eventualmente se uniriam depois. É por isso que nessa parábola a gente, nessa nessa passagem a gente vai ver também o os o Mateus e Lucas falando sobre a necessidade de caminhar com o inimigo enquanto estamos a caminho com eles para que a gente não seja preso, para que a gente não fique na presão e ficamos lá até pagar o último seitil. E é claro, tem a ver com a reencarnação, ou seja, façamos o melhor dessa encarnação que nos foi dada, ela é a melhor de todas. Que a gente possa aproveitar o máximo, já que entendemos a lição da espada. Muita paz a todos. >> Obrigado, Andreia.
seja, façamos o melhor dessa encarnação que nos foi dada, ela é a melhor de todas. Que a gente possa aproveitar o máximo, já que entendemos a lição da espada. Muita paz a todos. >> Obrigado, Andreia. Eu gostei. Só que agora você vai ter que fazer esse fechamento aí, André. Marcelo, agora é com você. Vai ficar difícil, meu Deus, porque eu queria que ela continuasse falando. Nós não combinamos nada e imaginamos cada um de nós tentando trazer alguns aspectos a respeito desta passagem realmente desafiadora, porque sem dúvida, e a gente vai encontrar ali no Evangelho Segundo Espiritismo, no capítulo 23, estranha moral, né? Eh, exatamente situações como essa, porque se a interpretação é feita ao pé da letra, sem dúvida. E quantos de nós continuamos fazendo esta interpretação ao pé da letra? Não, não havia blasfêmia nas falas, nas palavras do mestre, apenas um entendimento muitas vezes correspondente, característic a interpretação, melhor dizendo, de acordo com os nossos conteúdos beligerantes ainda. E aí, sem dúvida, nós nos comportávamos como muitas vezes os defensores da fé, mas em total detrimento da verdadeira proposta que o Cristo tem. para todos nós. Não foi diferente. E Andreia falou por 2000 anos, a gente aqui tentando de alguma forma tentando introjetar o Cristo que ainda nos chama, nos clama, nos convida e segue nos convidando. Se nós fizermos um passeio pela história desde a implantação da fé cristã como religião oficial do império romano. E vamos encontrar isso até numa obra de Leond, uma vez que a Federação Espírita do Paraná fez uma homenagem a Leondeni com as questões do problema do ser, do destino e da dor, a uma obra muito interessante chamada Cristianismo e Espiritismo. E Leonden no capítulo 5 fala a respeito deste momento onde um imperador Constantino, diante de uma visão, vê uma cruz flamejante e interpreta, na sua capacidade de percepção de que aquilo era um sinal deste Deus, entre aspas, que era o Deus, era o Cristo, para que ele pudesse vencer as batalhas, as batalhas da
a cruz flamejante e interpreta, na sua capacidade de percepção de que aquilo era um sinal deste Deus, entre aspas, que era o Deus, era o Cristo, para que ele pudesse vencer as batalhas, as batalhas da terra. Nem de nós conseguiu ainda, talvez, e aí declarando, sem dúvida, deixou de perseguir os cristãos um pouco mais adiante com Teodósio, a implantação da fé cristã como religião oficial do Império Romano. Quantas loucuras foram proclamadas e desenvolvidas e deflagradas por causa destas nossas percepções equivocadas de um Cristo que não está lá fora, está crescendo, nascendo, implorando para renascer dentro de cada um de nós. mundo até agora, como está ali Emanuel falando, né? Legalizar a prepotência, o ódio, as questões relacionadas à ignorância. E nós parecemos nesses movimentos repetitivos, mesmo nos declarando cristãos, fazendo os mesmos, tomando, caminhando, indo pelos mesmos caminhos. Ah, na numa outra obra de Emmanuel Vinha de Luz, no capítulo 5, ele tem a seguinte eh mensagem: Paz do mundo e paz do Cristo. Vinha de Luz, capítulo 5. Parece que são mensagens iguais, irmãs a esta que acabamos de ler. E aí tem a mencionando esta paz que o Cristo nos quer dar. Está no Evangelho de João, no capítulo 14, no versículo 27. A paz vos deixo, a minha paz vos dou. Não voladou como o mundo a dá. Ou seja, é um outro tipo de paz. É uma paz que precisa ser construída aqui dentro, nos refolhos da nossa alma. E nestes séculos que sucederam-se depois da implantação da fé cristã, quando a Igreja Católica Apostólica Romana passou a ser concretizada, adotando essa hierarquia vertical, onde algumas pessoas seriam os intermediários entre nós e o Pai celestial, entre nós e Jesus. Quantas cruzadas, indulgências, loucuras, uma inquisição que estava ali de uma certa forma começando a enraizar-se. Tudo em prol da conquista, de uma paz beligerante ligada às questões circunstanciais. Vem Francisco de Assis, pois Jesus não desiste de nenhum de nós. E ele vem mais uma vez agora. João Evangelista na
Tudo em prol da conquista, de uma paz beligerante ligada às questões circunstanciais. Vem Francisco de Assis, pois Jesus não desiste de nenhum de nós. E ele vem mais uma vez agora. João Evangelista na figura daquele jovenzinho no coração da Itália, tentar mais uma vez nos relembrar de que era necessário estabelecer um templo dentro de cada um de nós, porque o Cristo não estabelece linhas divisórias entre os templos de pedra e os locais de trabalho. Toda a terra, todos os locais, podem ser estes altares do nosso coração, não com a espada, não como campos de batalha, mas como locais de serviço em direção ao próximo e a nós mesmos. Há um altar íntimo que precisa ser construído dentro de cada um de nós. E Paulo envia aí a uma carta aos Hebreus ali no capítulo 13, no versículo, acho que versículo 10, né? altar íntimo. E ele vai falando a respeito deste altar que precisa ser edificado dentro dos refolhos da nossa alma, não de mármore, não de pedra, embora, sem dúvida, sejam muito necessários as construções de alvenaria para que possamos todos nos abrigar e comungar e trocar experiências e aprender a respeito desta paz que será posta em prática todos os dias. Sem dúvida, mas haverá dia que todos nós seremos templos vivos, caminhando pelo mundo, divulgando as questões do amor, da bondade, da beleza. uma obra que eu acho que mencionei num evangelho no lar aqui com vocês, não me acordo se foi com vocês ou se foi uma obra católica que fala do irmão de Assis, onde Francisco de Assis, numa conversa com um dos seus um dos seus seguidores, o o franciscanismo começava a implementar-se, ele traz essa necessidade e mostra as questões relacionadas aos nossos egos, à nossas ânsias de vibrarmos. de vibrarmos, não é a palavra, de aparecermos. E ele coloca, todos nós queremos brilhar, triunfar. Fazemos isso numa espécie de mescla profana e ao mesmo tempo sincera em relação aos planos divinos. E aí nosso Francisco fala: "Quando eu penso nisso, eu tenho vontade de chorar. Meu filho, ele dizendo para aquele e
ma espécie de mescla profana e ao mesmo tempo sincera em relação aos planos divinos. E aí nosso Francisco fala: "Quando eu penso nisso, eu tenho vontade de chorar. Meu filho, ele dizendo para aquele e talvez esteja dizendo para todos nós, menos nós, menos ego, mais a cruz, mais o Cristo, mais Jesus. nesta fala que, sem dúvida nos arranca as lágrimas, porque talvez nos rememore algumas situações que nos séculos que antecedem a esta atual existência, quantos de nós cometemos os equívocos? Não é toa que Paulo de Tarso que passou por este processo deste bom combate das batalhas, deixando os combates lá de fora e voltando-se para o bom combate aqui dentro, percebendo que não encontraria a verdadeira paz no seu íntimo se ele não conseguisse verdadeiramente introjetar o Cristo Jesus dentro de si mesmo. E numa carta que envia aos Hebreus, ali no capítulo 4, no versículo 12, ele coloca: "Porque a palavra de Deus é viva e eficaz e é mais penetrante do que uma espada de dois gumes e é aptacernir os pensamentos e intenções do coração." E Paulo está o quê? Comparando essa espada, a palavra de Deus, essa espada que nos abre por dentro. nos trazendo as lições do evangelho, nos colocando a necessidade de vivenciar verdadeiramente esta paz que o mundo não irá nos dar, porque toda esta paz que o mundo nos dá, ela é circunstancial. Hoje podemos estar maravilhosamente bem, com saúde, com riqueza, com dinheiro, mas o mundo é dinâmico. É importante trazer esta paz que Jesus havia nos mencionado. Lá fora pode estar a maior loucura. Aqui dentro eu tenho paz, uma paz diferenciada que consegue conviver com as loucuras do mundo, consegue conviver com todas as questões adversas que nos convidam muitas vezes a assumirmos as posturas do passado do homem ainda velho com as espadas que cortavam as cabeças. Seguindo nesta fala do nosso Francisco de Assis, ele vai falar da salvação. Olha que é uma passagem e é um diálogo que ele traz século XI, século XI falando a salvação, meu filho, dirigindo-se àele que o
uindo nesta fala do nosso Francisco de Assis, ele vai falar da salvação. Olha que é uma passagem e é um diálogo que ele traz século XI, século XI falando a salvação, meu filho, dirigindo-se àele que o seguia, é nos fazermos pequeninos. E começamos por entender que só este Deus interno, a caridade é que irá nos salvar. Só este Deus onipotente, onisciente, é capaz de nos ensinar as lições mais belas. E ele só precisa de filhos pequeninos e humildes, como seu filho Jesus, submisso e obediente, capazes sempre de perdoar e amar. Bem-aventurados estes humildes que estamos nesta escola, porque um dia este reino dos céus pertencerá a todos nós, vencendo o orgulho, vencendo as questões da prepotência e nos candidatando a alguém um pouco melhor, mais paciente, menos invejoso, com mais bondade, com menos orgulho e aos poucos Vamos cambiando da posição daqueles que fomos e ainda somos para um dia os homens de bem, aqueles que praticam a lei de justiça, de amor e de caridade na sua maior pureza. Cada um de nós interrogando a sua própria consciência sobre os seus atos, percebendo que já não mais violamos a lei divina, já não mais cometemos o mal que cometíamos, fazendo o bem todo que podemos fazer e não deixando escapar voluntariamente nenhuma ocasião de sermos úteis. está por vir este dia. Estes dias virão. E aí sim, quem sabe com júbilo no coração, cantaremos a oração que o nosso querido Francesco nos trouxe. Senhor, faz de todos nós instrumentos de tua paz. Não a paz que o mundo nos dá. a paz que tu, Senhor, nos ensinou. Que Jesus nos abençoe. Estas eram as minhas reflexões. >> Obrigado, Marcelo. Obrigado, Andreia. Durante a fala do Andreia, eu fiquei pensando, sabe, Andreia? Eh, como nós todos vivemos isso mesmo que você colocou, né? No momento em que a gente faz as nossas escolhas e olhando para você, Artur, você também vai viver isso, né? talvez já esteja vivendo o momento em que você escolhe a a doutrina, o trabalho assistência de assistência, promoção social que você faz, o trabalho
o para você, Artur, você também vai viver isso, né? talvez já esteja vivendo o momento em que você escolhe a a doutrina, o trabalho assistência de assistência, promoção social que você faz, o trabalho eh são escolhas que o mundo e os amigos, né, da tua idade não não estão fazendo comummente. Então é uma é uma separação, né? É por isso que o Cristo separa a gente estranha, é estranha moral, como diz o evangelho, porque eu não vim trazer a a paz à terra nesse sentido de que às vezes a gente compreende mal esse esse conceito da paz, né? Eu quero ficar em em entre aspas em paz com o meu amigo, então eu vou fazer tudo que eles querem que eu faça, eu vou vou me unir a eles, vou ficar no meio daquele conjunto, não é isso, né? Quando a gente faz as escolhas que nos dão tranquilidade paraa consciência, às vezes a gente se separa, né? Muito obrigado, Andreia, pela pelas tuas reflexões e o Marcelo com a sua emoção de sempre fechando aí, nos lembrando, Francisco, acho que foi uma reflexão muito boa para todos nós. Vamos então orar ainda nesse clima. de reflexão, encerrando o evangelho e depois a gente volta para se despedir. Senhor e Mestre Jesus, tu que és todo sabedoria, mas também todo amor que nos legou os teus ensinamentos, convidando-nos a seguir-te, a fazermos a escolha pelo pelo pelo caminho que nos traz a verdadeira paz, a paz da consciência tranquila, mas que nem sempre é encontrada no atendimento aos convites do mundo. Por quê? Nos separaremos do mundo muitas vezes, mas se o fizermos conscientemente, o teremos ao nosso lado. Bem sabemos. Então, rogamos de forças, que possamos atender aquilo que tu nos ensinaste na oração dominical, a não cedermos as tentações do mundo, para estarmos contigo no reino dos céus, que é justamente esse reino de consciência tranquila e de paz. Fortalece-nos na nossa caminhada. Envolve não apenas o nosso jovem Artur, mas toda a juventude do Centro Espírito de Afonso Correia, que ele aqui hoje representa, mas de todo mundo, os nossos filhos,
Fortalece-nos na nossa caminhada. Envolve não apenas o nosso jovem Artur, mas toda a juventude do Centro Espírito de Afonso Correia, que ele aqui hoje representa, mas de todo mundo, os nossos filhos, sobrinhos, netos, porventura. que possamos representar para eles o Porto seguro, mas que não deixemos de apresentar a estes jovens o teu evangelho, sobretudo através das nossas ações. Assim, fortalece-nos na caminhada, fica conosco, abençoa os nossos lares, protege-nos, Senhor, hoje e sempre. É o que te rogamos mais uma vez. Que assim seja. Então, chegou a hora dos agradecimentos. Artur Fabiane, obrigado pela colaboração, pela participação. Eu não vi ainda, mas eu vou rever o Evangelho de quarta porque o senhor tá muito famoso, viu, Artur? Tem muitas, muitos fãs ali no chat. Agora eu vou, vou ter que ir lá assistir na quarta-feira o Evangelho. >> Agora é hora da mamãe ficar ciumenta, né? Não é? A mamãe começa a ficar ciumenta agora. >> É, é a hora. É a hora. >> Boa noite, gente. >> Obado, Fáb. >> Muito obrigada. Maravilhoso. >> Ob. Obrigado. >> Boa noite. >> Boa noite, gente. Boa noite a todos que estão assistindo. >> Tá bom. Obrigado, Andreia. Obrigado, querida. pela participação. Foi muito bom. >> Obrigada a vocês e mais uma vez eu sei que vocês estão afiliados à fé. Parabéns, parabéns à equipe que fez esse trabalho tão lindo. Como Marcelo disse, vocês são exemplo para nós e a gente quer ficar cada vez mais perto porque vocês fazem um trabalho belíssimo e a gente poôde ver nos comentários do chat como as pessoas saíram de lá encantados porque Jesus se fez presente. Então, parabéns para vocês. Receba todo nosso abraço também ao professor e a Karine. E um beijo especial pra Fabiane, pro jovem Artur e você, querida irmã. >> Boa noite. >> Obrigado, querida. >> Marcelo. Obrigado, amigo, mais uma vez. >> Grazie mille. Muito obrigado, muito obrigado, Adriano. E de fato eu fiquei muito impressionado com a leitura do Artur. Você lê de uma forma muito especial, pausado, você
igado, amigo, mais uma vez. >> Grazie mille. Muito obrigado, muito obrigado, Adriano. E de fato eu fiquei muito impressionado com a leitura do Artur. Você lê de uma forma muito especial, pausado, você respeita as vírgulas, a sua entonação, a sua dicção é perfeita. Eu fiquei muito impressionado. E isso é faz uma grande diferença para nós que estamos escutando. Algumas pessoas talvez que tenham a deficiência da visão, mas conseguem escutar. Com uma leitura como a sua, Artur, faz toda a diferença. Fabiane, esse menino vai longe, hein? Então, agradecendo imensamente a todos e mais uma vez reforçando a nossa querida Karina, que está nos bastidores, e o nosso querido professor Fernando e a todos que nos assistem aqui. Muito obrigado, Adriano, de coração. Paz e bem. >> Paz e bem para todos nós. Um ótimo final. de domingo, um início de semana maravilhoso para todos. Amanhã, no mesmo horário, 21:50, segunda-feira, teremos mais um Evangelho no Lar Online, mas se não for durante a semana, podemos nos encontrar de novo na semana que vem, no próximo domingo. Fiquem com Deus, fiquem em paz e tchau tchau. Ja.
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