"A lei de amor", com Eduardo Vieira e apresentação de Adriano Máscimo

Conecta Espiritismo TV 02/09/2025 (há 7 meses) 45:18 2 visualizações

Live de estudos espíritas com o tema "A lei de amor", com Eduardo Vieira e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!

Transcrição

เฮ Pai, Deus protetor, aqui me ponho aos seus pés para lhe falar. Pai, pequeno eu sou, mas seu amor me deu a chance de poder recomeçar. Por isso peço em oração que ilumine meu caminho de cristão. Que eu jamais esqueço o que eu tenho nas mãos. A doutrina da consolação. Pai meu criador, bênção maior, tesouro igual, neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão, levarei com toda a minha Minha devoção, a doutrina do meu coração. Pai meu criador, bção. O maior tesouro igual neste lugar não há. Pai, ó meu Senhor, com gratidão lhe peço forças para fazer multiplicar no lar, na casa de oração, numa rua onde houver algum irmão. Levarei com toda a minha devoção a doutrina do meu coração. Olá. Olá, sejam todos muito bem-vindos a mais uma live do Igés, Instituto Goiano de Estudos Espíritas. É com muito prazer que nós estamos aqui com vocês neste dia 1o de setembro de 2025, começando aí o mês de setembro e hoje com um tema muito bacana que eu tenho certeza que vai trazer para todos nós aí muitos ensinamentos, muita coisa boa, né? E eu já vou trazer aqui para junto de mim aqui ao palco o meu amigo Eduardo Vieira. Seja muito bem-vindo, meu irmão. Tudo tranquilo? >> Obrigado aí pelo convite. Acolhida de sempre >> bacana demais. O Eduardo, para quem não conhece, é vice-presidente aqui da Federação Espírita do Estado de Goiás, né? Muito atuante aqui junto ao movimento espírita do nosso estado de Goiás. E hoje então está aqui para falar pra gente acerca desse tema a lei de amor. Tema que eu tenho certeza que vai ser muito importante para todos nós. Todos nós estamos precisando muito compreender melhor o que é o que é o amor e e principalmente vivenciar, né, Eduardo? Nós vivemos tempos aí meio meio complicados, a gente precisa vivenciar mais o amor, né? Então é sempre importante falar dessa temática. Antes de mais nada, deixa eu fazer a nossa prece inicial. Gostaria de pedir que fechemos os nossos olhos físicos.

nte precisa vivenciar mais o amor, né? Então é sempre importante falar dessa temática. Antes de mais nada, deixa eu fazer a nossa prece inicial. Gostaria de pedir que fechemos os nossos olhos físicos. Vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus, pedir que o divino amigo esteja conosco neste momento, nos amparando e nos intuindo. Nós que te pedimos, Jesus, o tratamento espiritual que todos nós necessitamos. que o Senhor possa derramar sobre todos nós uma cachoeira de águas cristalinas, a nos banhar e a retirar de nós todas as energias pesadas e deletérias que porventura estejam nos envolvendo. Tudo aquilo que nos traz sensação de cansaço, de tristeza, de agonia, de amargura, que tudo isso possa ser dissipado por ti. Feita essa limpeza, nós te pedimos, Senhor, as energias renovadoras que nós tanto precisamos, energias que nos trazem sensação de tranquilidade, de paz, de harmonia, mas ao mesmo tempo de ânimo, de vigor, de coragem para o enfrentamento de todas as intemperes do dia a dia da vida terrena. E nós te pedimos, Senhor, que todos esses benefícios sejam estendidos a aqueles que são caros aos nossos corações, aqueles que convivem conosco nosso ambiente doméstico, os nossos parentes, os nossos amigos, vizinhos, companheiros de estudo e de trabalho, companheiros de casa espírita, de movimento espírita e principalmente, Senhor, todos aqueles que passam por dificuldades e provações, seja no campo espiritual, emocional, seja no campo físico. Muito obrigado por tudo. Graças te damos, que assim seja. Graças a Deus. Deixa eu só mandar alguns abraços aqui, ó. Deixa eu ver quem tá com a gente aqui. Equipe da TV Secal, né, deixou uma mensagem aqui de boa noite, sejamos envolvidos em energias de paz e serenidade. Sejam bem-vindos. Abraços de Florianópolis, Santa Catarina. Muito obrigado aí à equipe da TV SECAL. Aliás, deixa eu já agradecer aqui TV Secal, TV Goiás Espírita, Web Rádio Fraternidade, Rede Amigo Espírita, Grupo Espírita Fonte Viva e TV Conecta Espiritismo, canais que estão

í à equipe da TV SECAL. Aliás, deixa eu já agradecer aqui TV Secal, TV Goiás Espírita, Web Rádio Fraternidade, Rede Amigo Espírita, Grupo Espírita Fonte Viva e TV Conecta Espiritismo, canais que estão retransmitindo aqui o nosso conteúdo. Então fica aí o nosso agradecimento a todos esses parceiros, né? A gente já pede, viu, que todos vocês que estão nos acompanhando, que vocês possam se inscrever no nosso canal aqui no YouTube, canal do Iges, que é Instituto Cohando Estudos Espíritas. Se inscrevam no canal, ative as notificações, curtam e compartilhem os nossos vídeos, inclusive eixo que você está assistindo. Isso é muito importante para que o nosso conteúdo tenha maior repercussão aí junto à plataforma, possa ser indicado a mais pessoas e consequentemente chegue a mais lares, tá bom? Isso é muito importante para nós. E que vocês possam nos buscar também nas redes sociais, Instagram, Facebook, por meio dos nossos perfis você vai acompanhar a nossa programação, tá bom? Deixa eu mandar um abraço aqui também, viu, Eduardo, pro nosso amigo lá do Conselho de Administração da Federação Espírita do Estado de Goiás, o Francisco Júnior, que está aqui conosco, nos acompanhando, deixou o abraço aqui. Muito obrigado também ao Francisco Júnior. Valeu demais, meu irmão. Obrigado por estar aqui nos acompanhando no programa de hoje, Eduardo. Então, sem mais delongas, já vou passar a palavra para você, para você poder desenvolver pra gente esse tema da noite. Então, a lei de amor. Fique à vontade, meu irmão. Que Jesus nos abençoe e que você possa transmitir aí então o recado da noite aí a todos os que estão nos acompanhando, que vão nos acompanhar, né? Lembrando que o programa fica gravado na plataforma e muita gente acompanha posteriormente. Às vezes tem choque de horário aí com trabalho, né? Enfim, outros compromissos e muita gente acompanha posteriormente, viu, ó? E obrigado, valeu demais. Obrigado pela disponibilidade, por ter atendido aqui o o nosso chamado, né? chamado aqui do

ho, né? Enfim, outros compromissos e muita gente acompanha posteriormente, viu, ó? E obrigado, valeu demais. Obrigado pela disponibilidade, por ter atendido aqui o o nosso chamado, né? chamado aqui do IGES para estar conosco aqui nessa noite para falar desse tema tão importante então que é a lei de amor. Buscou você foi pegar o o carregador >> senão seria senão você iria cair no meio da live, né? >> É, tem tem aqui uns 20%zinho, mas por cautela, né? >> É verdade, verdade, meu irmão. Então é isso, a palavra está contigo, tá? >> OK. Mais uma vez, boa noite, Adriano. Boa noite a todos que nos assistem. Agradecer novamente a oportunidade de participar aqui deste momento do Igese, que tem feito um trabalho importantíssimo de difusão do espiritismo, né, por meio dessa plataforma. E o tema que fomos convidados a abordar na noite de hoje é a lei de amor. Existe uma expressão contida no Evangelho Segundo o Espiritismo, em que Kardec destaca o seguinte: a lei de amor, né, resume ela toda a doutrina de Jesus. Então, concebendo Jesus lá pela questão 625 do Evangelho, desculpa, do livro dos espíritos, como sendo o guia e modelo da humanidade, parece-nos que há uma relevância muito grande no sentido de compreendermos a lei de amor. se ele é o guia e modelo e se a lei de amor resume ela toda a sua doutrina, ou seja, de Jesus, é no nosso entendimento, fundamental que nós aprofundemos estudos, reflexões acerca deste tema e, principalmente, como nos disse aí o Adriano, que busquemos viver, né, vivenciar essa lei de amor em nossas vidas. E é interessante a gente observar que a doutrina espírita possui vários pilares, né? Podemos tacar a crença no Deus único, na imortalidade da alma, a pluralidade dos mundos habitados, possibilidade do intercâmbio espiritual, ou seja, por meio da mediunidade, a própria reencarnação, o evangelho rede vivo do Cristo, enfim, são bases, né, pilares. E poderíamos assim dizer também que alguns dos pilares, né, da do campo da moralidade para nós espíritas encontra-se

ópria reencarnação, o evangelho rede vivo do Cristo, enfim, são bases, né, pilares. E poderíamos assim dizer também que alguns dos pilares, né, da do campo da moralidade para nós espíritas encontra-se na lei de justiça, porque a lei é de amor, mas ela também é de justiça e de caridade, né? Segundo os próprios espíritos nos advertiram. Obviamente que a doutrina espírita enfatiza essa necessidade de se equilibrar, né, a justiça, ou seja, o respeito a aos direitos próprios e alheios, enfim, a convivência harmônica entre as criaturas no mundo também, né, enfatiza o amor e a caridade. Aí naquela perspectiva, né, da questão do livro dos espíritos, na questão 886, a caridade como a entendia Jesus, ou seja, benevolência, indulgência e o perdão, são pilares fundamentais na compreensão espírita para que a criatura então logre, né, uma verdadeira caminhada de evolução espiritual de forma equilibrada. em plenitude, em sintonia com o criador. Eu ia dizendo da questão 886 do livro dos espíritos, né? A gente até brinca com essa questão, os jovens gostam, né? Bip 886, bip no sentido de benevolência, indulgência e perdão, né? é a resposta que os espíritos deram aquele questionamento de Kardec, quando ele pergunta aos espíritos superiores qual seria o verdadeiro sentido da palavra, né, caridade, como a entendia Jesus. E aí a resposta foi, como aqui já colocamos, benevolência para com todos, indulgência para com as imperfeições dos outros e perdão, né, das ofensas. São roteiros, né, que vão surgindo aí aos nossos olhos. no sentido de fortalecer o nosso intelecto e sensibilizar o nosso coração para não só essa compreensão, mas para a vivência, né? E todas essas questões postas estão no nosso entendimento, intimamente ligadas à lei de amor, né? Ah, nós temos ali no Evangelho Segundo Espiritismo, logo no capítulo primeiro, uma ponderação interessante que é feita por Kardec em relação às matérias contidas, né, no Evangelho, que, segundo ele, poderiam eh ser divididas em cinco partes, né? Segundo Kardec, a primeira

meiro, uma ponderação interessante que é feita por Kardec em relação às matérias contidas, né, no Evangelho, que, segundo ele, poderiam eh ser divididas em cinco partes, né? Segundo Kardec, a primeira parte seria, né, ou uma das partes seria aquela que trata dos atos da vida comum do Cristo. Então, eh, nasceu em Belém ou nasceu em Nazaré, teve irmãos, não teve irmãos, são questões, eh, muitas das vezes polêmicas e que ainda hoje geram, né, discussões. Enfim, uma outra parte, segundo Kardec, eh seriam as palavras proferidas por Jesus e que deram base aos dogmas, né? Por exemplo, meu pai e eu somos um, né? Então, Jesus e Deus eh seriam ou os mesmos seres, né? eh não mais só um símbolo, mas isso seria interpretado de forma literal. Eh, então Jesus seria o próprio Deus. São indagações que geram discussões, eh, foram objetos de inúmeras pesquisas, reflexões ao longo dos séculos. Uma outra parte, segundo Kardec, seriam aquela, seria aquela que trata das curas, né, promovidas por Jesus. A exemplo, a ressurreição de Lázaro, né? Ah, Lázaro não estava morto, estava dormindo, né? Ou transformou a água em vinho, né? Ou não transformou. São questões também relativas às curas que geram uma série de questionos. discussões, não há um verdadeiro consenso sobre isto, né? Uma quarta parte, segundo Kardec, seriam aquela, seria aquela das predições, né? Então, Jesus, por exemplo, lá, eh, anotado por Mateus, que teria ele previsto o final dos tempos, né? previsto que haveriam guerras, não, mas também só ditas, que isso não seria o fim, né? Lá em Mateus 24 tem essa anotação. Então, eh, os fim dos fim, o fim dos tempos, como previu Jesus, seria o fim então da humanidade, do nosso globo, né, terrestre. Aí outros não. Esse fim a que se refere Jesus é referente a fim dos tempos no sentido do término de um ciclo para se iniciar, né, vamos dizer assim, um novo novo ciclo. Enfim, é também em relação às predições uma situação que gera muitas discussões, polêmicas ao longo também aí dos anos, dos séculos, né?

clo para se iniciar, né, vamos dizer assim, um novo novo ciclo. Enfim, é também em relação às predições uma situação que gera muitas discussões, polêmicas ao longo também aí dos anos, dos séculos, né? Agora, finalizando essa reflexão trazida por Kardec, existe uma quinta parte, segundo ele, que trata, né, eh, acerca da moral do Cristo. Aí sim, Kardec faz, né, uma alusão a essa parte, dizendo-nos que em relação à moral do Cristo, esta é inatacável. Enquanto as quatro primeiras sempre foram motivo de controversa, de discussão, de embates, esta última quinta, pelo contrário, não. E o que é mais curioso, isso não diz Kardec, mas aqui a gente traz a reflexão, é que quer nos parecer que, apesar das quatro partes inicialmente destacadas não serem consensuais, nos parece que é em cima disso que a grande maioria se dedica, né? sendo que a parte da moral do Cristo que é consensuada, ou seja, não há como atacar, são não são muitos os que se dedicam a ela, né? E ela é a parte mais importante, porque é na moral do Cristo que nós vamos de fato encontrar ali a essência do seu evangelho, ou seja, a lei de amor, tema da nossa reflexão da noite, né? Agora a gente precisa, para compreendermos ainda melhor essa lei de amor, dada a sua relevância, né, irmos até o livro dos espíritos, na terceira parte, que trata das leis morais, como nos disse Kardec, se a lei de amor resume ela toda a doutrina de Jesus, né, Se das partes do evangelho a que tivemos acesso à moral do Cristo, né, que traz por essência esse também este amor, eh, essa é inatacável, né? Ela é a parte principal da sua mensagem, sem desmerecer as curas, sem desmerecer as predições, as palavras ditas por Jesus, mas a essência, a sua moral é o que é mais relevante, né? E aí, em sendo entendo essa relevância, o livro dos espíritos ele é dividido em quatro partes. E a terceira parte que trata das leis morais, é justamente ali que Kardec vai perguntar logo de início como que seria então essas leis naturais, porque nos parece, né, ou nos chega à compreensão

rtes. E a terceira parte que trata das leis morais, é justamente ali que Kardec vai perguntar logo de início como que seria então essas leis naturais, porque nos parece, né, ou nos chega à compreensão de que a lei eh de amor é uma lei natural. E por ser lei natural, ela é inderrogável, né? Os estudiosos estabelecem, e aqui me lembro de esse rapele, em estudos muito profundos sobre a temática das leis que regem todo o equilíbrio do universo. Esse pensador brasileiro destaca que, fazendo a sua reflexão, obviamente, existem leis que são, né, primárias e existem leis que são secundárias. Segundo ele, esse capel, as leis primárias são aquelas que emanam do criador e que a criatura humana não consegue, né, intervir, né, anular essas leis. são elas que estão aí estabelecendo o próprio equilíbrio do sistema, ah, o funcionamento eh, por exemplo, no nosso universo ímpio dos nossos, o funcionamento dos nossos órgãos. São leis naturais estabelecidas pelo criador e que estão aí, né, em pleno vigor. E existem leis secundárias, esta sim, né? a criatura pode intervir o seu livre arbítrio. Obviamente que esse livre arbítrio essa liberdade ao peso da responsabilidade e sobre o talante da lei de causa e efeito. Então, em relação às leis primárias, o nosso livre arbítrio, né, fica eh mitigado, não é absoluto, mas em relação à seis, às leis secundárias, sim. o livre arbítro pode ser exercido. Tratando um pouco melhor disso, né? Então, Kardec começa na questão 614, que abre a parte do livro dos espíritos, que trata das leis morais, que é, segundo ele mesmo, a moral do Cristo, essa que é inatacável, né? Ele na, na questão 614, ele já pergunta logo aos espíritos, né, que se deve entender por lei natural. E a resposta nós a conhecemos. O espírito responderam: A lei natural é a lei de Deus, é a única verdadeira para a felicidade do homem. Eh, Kardec diz assim: "É ela que vai indicar, né, o que deve, que se deve fazer ou deixar de fazer. E ele diz ainda, né, que o homem, a criatura humana só é infeliz quando dela se

felicidade do homem. Eh, Kardec diz assim: "É ela que vai indicar, né, o que deve, que se deve fazer ou deixar de fazer. E ele diz ainda, né, que o homem, a criatura humana só é infeliz quando dela se afasta. Olha que coisa interessante, né? Então, é a lei, a lei natural é a é a própria lei de Deus por excelência, né? É a única que é verdadeira paraa felicidade do homem. E a e o homem, a criatura humana só é infeliz quando dela se afasta. E essas leis naturais estão aí, estão postas, né? E pergunta na 615 ainda Kardec, é eterna a lei de Deus? Ora, é um desdobramento, né? E os espíritos responderam que sim, que essa lei natural, né, que emana do criador, ela é imutável como o próprio Deus. Olha que interessante. E aí, né, a gente pensando aqui em exemplo sobre essa lei natural, vamos pegar uma paraa nossa reflexão rápida, né? Eh, a lei de gravidade é uma lei natural. Quer nós queiramos ou não, ainda que exercitemos o nosso livre arbítrio, nós não conseguimos aplacar a lei de gravidade. É uma lei natural que vige no nosso sistema. Alguém poderia dizer: "Ah, Eduardo, mas o avião ele rompe com essa lei, né, e consegue se estabelecer um voo não permanecendo no solo, ou seja, ele rompe com a lei de gravidade. Mas se a gente for observar, esse é um fenômeno temporário, né? Ele não é um fenômeno de levar a cabo a lei da gravidade, até porque eh se acabar o combustível da aeronave ou se acontecer alguma pan, né, com essa aeronave, é bem provável que ela vai voltar para onde? pro solo. Então, a lei de gravidade como sendo uma lei natural, ela está posta e não tem como nós derrogarmos a lei da gravidade. Temporariamente pode até se estabelecer uma força superior à força que ela está impondo, mas isso não quer dizer que nós a anulamos. Ah, assim também o é em relação a a lei de amor. Por mais que nós nos afastemos, né, das leis naturais, das leis de Deus e nos tornemos, em razão de nossas escolhas, ainda que momentaneamente criaturas infelizes. Porque como disse Paulo, a gente precisa

mais que nós nos afastemos, né, das leis naturais, das leis de Deus e nos tornemos, em razão de nossas escolhas, ainda que momentaneamente criaturas infelizes. Porque como disse Paulo, a gente precisa gravitar, né, para o núcleo, gravitar para Deus, para a casa do Pai, para alcançarmos essa plenitude interior, essa felicidade interior. É certo que no processo de aprendizado a gente pode até se afastar, mas isso não significa que essa lei deixou, né, de imperar na criação divina. Assim como a lei de gravidade que acabamos de refletir, a semelhança dela também é a lei de amor. E o poeta nos convida a refletir sobre isto, né? um poema que eu gosto muito que fala o amor. Mas antes de adentrarmos ainda nas questões, porque há o questionamento na 614, há o questionamento na 615, pulando algumas questões lá na 621, Kardec pergunta ainda as entidades venerandas, né? Eh, e aonde que está escrita a lei de Deus? Porque perguntando sobre a lei natural, se a lei eterna a lei de Deus, na 620 25, desculpa, 21, ele questiona, né, onde está a lei de Deus? E a resposta nós a conhecemos, né, na consciência. Ora, se nós temos cravado em nossas consciências a lei de Deus, se na nossa condição evolutiva, por excelência, a lei de Deus está intimamente, né, embricada na lei de amor, Deus, eh, na perspectiva de Jesus, ele é amor, é pai, né? provedor. Então, vai se aclarando para nós essa necessidade íntima que nós temos de amar. E este foi o convite que Jesus nos fez em vários momentos, né? Amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Conhecereis os meus discípulos por muito se amarem. amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo. O mandamento maior. Então a gente a gente vai percebendo que na essência sem demérito dos ensinos na na amplitude deles trazido trazidos por Jesus, na essência a gente identifica sim a lei de amor, né? Parece-nos que o grande convite do evangelho é para que nós alcancemos uma condição de criaturas que amam, que vivem, né, a lei de amor. Parece-nos

a essência a gente identifica sim a lei de amor, né? Parece-nos que o grande convite do evangelho é para que nós alcancemos uma condição de criaturas que amam, que vivem, né, a lei de amor. Parece-nos também que Jesus veio falar muito mais ao coração do que ao cérebro, muito mais aos nossos sentimentos e as emoções do que ao nosso intelecto. campo intelectual, nós já avançamos muito, né? E fica-nos aí o grande desafio no campo dos sentimentos. Temos visto grande parte dos desequilíbrios humanos na Terra, na atualidade, fruto, né, esses desequilíbrios da grande dificuldade que a criatura tem tido para lidar com as suas emoções, com os seus sentimentos. Me parece a mim que Jesus tinha essa compreensão já há mais de 2000 anos e veio nos trazer esse alívio, né, eh, para as nossas almas. E aí, como eu ia dizendo, o poeta nos convida com muita propriedade neste poema sobre o amor, a refletirmos sobre a questão. E ele nos diz assim: "O amor é a sublime, é o sublime impulso de Deus. É a energia que move os mundos. Tudo cria, tudo transforma, tudo eleva, palpita em todas as criaturas, alimenta todas as ações. Aí ele vem dizendo assim: "Olha que reflexão profunda, porque a gente pensa muitas vezes, por exemplo, que o ódio é a anulação do amor. Quem odeia não ama, mas não é bem assim. Vejamos, o ódio é o amor que se envenena, mas não deixa de ser amor. A paixão é o amor que se incendeia. O egoísmo é o amor que se concentra em si mesmo. O ciúme é o amor que se dilacera. E tem um conceito que eu gosto muito também em relação a ciúme, que diz assim: "Ciúme é a certeza que a pessoa tem ô, desculpa, ciúme é o medo que a pessoa tem de perder aquilo que ela tem certeza que não é dela e sofre, faz com que os outros sofram. Há um desequilíbrio nas relações. É muito difícil, né? Vai conviver com o ciumento é muito difícil, né? A revolta é o amor que se transvia. O orgulho é o amor que enlouquece. A discórdia é o amor que divide. A vaidade é o amor que se ilude. A avareza é o amor que se encarcera.

mento é muito difícil, né? A revolta é o amor que se transvia. O orgulho é o amor que enlouquece. A discórdia é o amor que divide. A vaidade é o amor que se ilude. A avareza é o amor que se encarcera. O vício é o amor que se embrotece. A crueldade é o amor que tiraniza. O fanatismo é o amor que petrifica. Olha o fanatismo com o petrifica. Petros, né? Vem de pedra. Jesus já havia nos dito, né? Ó Israel, de ti não sobrará pedra sobre pedra diante de tanto fanatismo, né, da época. Enfim. Aí ele vem traçando outros paradigmas. poeta. A fraternidade é o amor que se expande. A bondade é o amor que se desenvolve. O carinho é o amor que se enflora. A dedicação é o amor que se estende. Olha que bonito, né? O trabalho digno é o amor que aprimora, a experiência é o amor que amadurece. A renúncia é o amor que se ilumina. O sacrifício é o amor que santifica. E ele vai dizendo: "O amor é o clima do universo, é a religião da vida, a base do estímulo e a força da criação. Ao seu influxo, as vidas se agrupam, sublimando-se para a imortalidade. Nesse ou naquele recanto isolado, onde se lhe retira a influência, reina sempre o caos. Com ele tudo se aclara. longe dele, a sombra coagula e prevalece. Aí uma expressão belíssima, né? Suma o amor, né? Em suma, o bem é o amor que se desdobra em busca da perfeição no infinito, segundo os propósitos divinos. E o mal é simplesmente ou temporariamente o amor fora da lei. Olha que beleza, né? Então o amor é tudo, né? É uma lei natural. Por mais que a criatura humana se afaste dessa lei de amor, com o orgulho, com a discórdia, com a vaidade, com não deixa de ser amor. Está adoecido, mas é amor. Porque nós somos criaturas criadas para amar. É a nossa essência. E essa lei tá cravada na nossa consciência, né? Então, quando o poeta nos diz assim que o bem é o amor que se desdobra em busca da perfeição no infinito, segundo os propósitos divinos, é que nós não temos outro caminho seguro, né, equilibrado, saudável para conduzirmos as nossas vidas, senão pela lei do a lei de amor.

em busca da perfeição no infinito, segundo os propósitos divinos, é que nós não temos outro caminho seguro, né, equilibrado, saudável para conduzirmos as nossas vidas, senão pela lei do a lei de amor. E eu acho incrível conclusão dizendo-nos, né, que o mal é simplesmente o amor temporariamente fora da lei. É a semelhança quando a gente falou da lei natural, que a lei de amor é uma lei natural, quando nós falamos da lei de gravidade, né, temporariamente essa força pode até ser rompida, mas vai voltar ao solo, né? Então, por mais que a gente se afaste do amor, nós tendemos a gravitar para o centro, né, para essa lei de amor que emana do criador. E aí recordando, né, o nosso apóstolo Paulo, ele compreendeu isso com muita propriedade, né? muita propriedade. Inclusive ele escreveu aos Coríntios lá em 13, né, em verso Coríntios 13 versos 1, 2, seguindo, enfim, eh ele diz, né, ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos e não tivesse amor, seria como metal que soa ou como um sino que time? E ainda que eu tivesse o dom da profecia e conhecesse todos os mistérios e todas toda a ciência e ainda que eu tivesse toda a fé eh de maneira a transportar os montes, as montanhas, enfim, né? E não tivesse amor, nada seria. E ele diz assim ainda, né? O amor é paciente, é bondoso. O amor não não é invejoso, não é arrogante, não se soberbece, não é ambicioso, não busca seus próprios interesses, não se irrita, não guarda ressentimento pelo mal sofrido, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. E Paulo entendeu isso tão bem que ele chegou ao ponto de dizer, né, eh, nessa essência do amor trazida por Jesus, ele nos diz, eh, não sou eu que vivo mais, é o Cristo de Deus que vive em mim. o discípulo, né, dos gentios, o apóstolo dos gentios, melhor dizendo, compreendeu com tanta magnitude estes ensinamentos sobre a lei de amor que chegou a esse zênit, né, de sintonia com a lei de amor, com as forças, né, do bem. Olha que coisa interessante.

lhor dizendo, compreendeu com tanta magnitude estes ensinamentos sobre a lei de amor que chegou a esse zênit, né, de sintonia com a lei de amor, com as forças, né, do bem. Olha que coisa interessante. E aí, pra gente finalizar aqui a nossa reflexão, só nos lembrando, né, do grande cientista que em uma visita a Jerusalém e ali tinham algumas pessoas acompanhando também e o guia turístico e ele pergunta, né, ao guia se realmente naquelas escadas que eles estavam passando ali do templo, né? Se aquelas escadas teriam sido pisadas por Jesus, o príncipe da paz, né? aquele que nos trouxe essa compreensão profunda sobre a lei de amor. E a resposta do guia turístico para o cientista foi que sim, 100% que Jesus teria passado por ali. E ele então se sentou ali e em reflexão ele disse, né, ao guia turístico que se sentia mais emocionado, né? E esse cientista e astronauta, né, Armstrong, ele diz disse que se sentia mais emocionado naquele momento ali, naquela oportunidade de vida, do que quando ele pisou pela primeira vez na lua, algo que ele dedicou a vida inteira até então para alcançar, né, trazendo-nos essa referência então de que se ao menos conseguirmos, né, nos aproximar dos passos de Jesus. Isso para nós, por certo, já vai representar uma grande conquista, né, espiritual para as nossas almas. E que ele, Jesus, na sua imensa bondade, possa nos fortalecer, né, a cada um, para que então nós alcancemos estes melhores propósitos, especialmente propósitos de vida, especialmente os de servir e de amar. Muito obrigado. >> É isso aí. É isso aí, Eduardo. Nós temos alguns amigos aqui, ó, que estão nos acompanhando. José da Costa, o José que é lá de Goianésia, cidade aqui do interior de Goiás. Ele está sempre conosco aqui, Luiz Ges falando de espiritismo, toda segunda-feira a partir das 19 horas. Valeu, José. Obrigado, José. Que reforçando, né, o José, eu conheci no último congresso espírita do estádio de Goiás. Ele esteve lá presente, nós nos encontramos pessoalmente. Foi muito bacana te

ras. Valeu, José. Obrigado, José. Que reforçando, né, o José, eu conheci no último congresso espírita do estádio de Goiás. Ele esteve lá presente, nós nos encontramos pessoalmente. Foi muito bacana te conhecer, viu José? Fernanda Andrade está conosco também, deixando seu boa noite. Obrigado Fernanda, por estar conosco. E a o perfil Luana e vovó Lau. A vovó Lao é a Laudelina do GAF, que é o grupo de assistência fraterna, e do grupo Espírito Aldeia do Vale, onde estive fazendo uma palestra, acho que foi no dia, eu tô até olhando aqui, 21 de julho. Estive lá no no grupo espiritual de do Vale fazendo uma palestra pro pessoal lá. Foi muito bacana conhecer todo mundo. Valeu demais, Laudelina. Obrigado por estar aqui nos acompanhando no Golante de Espiritismo, viu? Beijo no coração, meu irmão. É isso, né? O recado foi dado e muito bem dado. Espero que todos que acompanharam e todos que ainda vão acompanhar que possam refletir acerca desse assunto. Nós precisamos realmente compreendê-lo. E mais uma vez te agradecer. Muitíssimo obrigado por ter estado aqui conosco, obrigado pela disponibilidade. A gente espera que você esteja aí muito mais vezes conosco para trazer aí essas reflexões. Eh, sempre engradecendo aí o o programa do Iges, né, especialmente aqui o Ig falando de espiritismo. Valeu demais, meu irmão. Obrigado, viu? Eu que agradeço, viu, Adriana, a oportunidade. Parabéns a vocês por este trabalho de difusão, né, da doutrina espírita e estou sempre à disposição. Forte abraço. >> Valeu demais. Ó, então, pra gente encerrar, eu vou pedir para você, por favor, para fazer pra gente a nossa prece de encerramento. >> Tudo bem? Vamos lá, então. Vamos nesse instante elevar os nossos pensamentos a Deus. em sintonia com as forças superiores do bem, do amor, agradecidos pela oportunidade bendita da vida, oportunidade de termos saúde e mesmo naqueles momentos de enfermidade ou de dificuldades neste campo, bendizermos o nome de Deus por tudo que temos recebido, pelo aprendizado, a oportunidade do

vida, oportunidade de termos saúde e mesmo naqueles momentos de enfermidade ou de dificuldades neste campo, bendizermos o nome de Deus por tudo que temos recebido, pelo aprendizado, a oportunidade do convívio fraterno em família, entre amigos, enfim, sermos grato por tudo que temos recebido e também rogarmos amparo, proteção a cada um de nós, aos nossos amigos, familiares, aos lares da terra, também boas energias, vibrações salutares aos nossos governantes, muitos responsáveis pelo direcionamento dos bens materiais no mundo, que são elementos fundamentais para o progresso também das criaturas. Que o espírito de justiça e de consciência, retidão possa abarcar a todos. Que aqueles que se encontram eleitos de hospitais, nos cárceres, que também recebam as boas vibrações, o lenitivo, ansiosos de que tudo passa e de que somente o amor permanecerá. Com esta prece, vibrando muita paz, muito entendimento, queremos pedir a licença, a permissão para o encerramento das atividades do IGES nesta noite de hoje. Que assim seja. >> Que assim seja. É isso aí. É isso aí, pessoal. Então é isso, vamos ficando por aqui. A gente agradece a todos vocês que estiveram conosco. Muitíssimo obrigado. Lembrando sempre que esse trabalho é feito com muito amor, com muito carinho para vocês, por vocês. Beijo nos corações e até a próxima segunda-feira, se Deus quiser. Tchau, tchau. Ciao. Ciao.

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