"A inclusão da pessoa com deficiência no Centro Espírita", com Eduardo Vieira e Adriano Máscimo

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 17/10/2023 (há 2 anos) 1:22:36 80 visualizações

Live de estudos espíritas com o tema "A inclusão da pessoa com deficiência no Centro Espírita", com Eduardo Vieira e apresentação de Adriano Máscimo!!! Não perca!!!

Transcrição

k Olá sejam todos muito bem-vindos a mais uma live do jz do Instituto Goiano de estudos espíritas é com muito prazer que nós estamos recebendo todos vocês neste dia 16 de outubro de 2023 para mais um bate-papo acerca de um tema relevante à luz da doutrina espírita e na data de hoje nós temos aqui um companheiro de Federação Espírita do Estado de Goiás e que tem assim muita eh expertise no assunto vou trazer meu amigo aí meu irmão Eduardo Vieira Oi Eduardo seja muito bem-vindo Olá boa noite tudo bem Adriano obrigado que bom que bom você ter aceitado o convite né ter tido essa disponibilidade nós vamos falar sobre um tema eh que eu reputo interessantíssimo né e um tema que precisa eh ser mais eh conversado debatido no meio Espírita que é a inclusão da pessoa com deficiência na casa Espírita né e eu recebi aqui muitos e eh muitas colocações alguns questionamentos então é um tema que a gente vê que desperta o interesse das pessoas e e Que bom que a gente vai ter a oportunidade de est conversando acerca desse tema é lógico né edard sem o o o objetivo aí de esgotar o assunto que seria impossível mas a gente pelo menos iniciar aí um um bom debate para fazer com que as pessoas pelo menos reflitam acerca desse tema que é muito importante né para todos nós e a casa Espírita precisa se atentar em relação a isso é verdade é um tema de extrema relevância na atualidade né Adriano não que em outros momentos não tenha sido também relevante mas a gente percebe que principalmente na atualidade tá bem voga né A questão eh da inclusão da pessoa com deficiência e obviamente que nesse contexto o Centro Espírita não poderia ficar alheio a essa realidade né E daí o tema da noite que vocês nos propuseram a inclusão da pessoa com deficiência no centro espírita né e estamos aqui para trocar essa ideia refletirmos sobre esse tema e de Pronto já agradeço a oportunidade convite da direção do Jes e parabenizo toda a equipe pelo excelente trabalho que vocês têm feito bacana pessoal então antes de mais

a refletirmos sobre esse tema e de Pronto já agradeço a oportunidade convite da direção do Jes e parabenizo toda a equipe pelo excelente trabalho que vocês têm feito bacana pessoal então antes de mais nada vamos fazer a nossa pree Inicial Eu gostaria de pedir que todos nós então pudéssemos fechar neste momento os nossos olhos vamos elevar os nossos pensamentos a Jesus pedir que o Divino amigo esteja conosco nos amparando e nos intuindo pedindo que as equipes espirituais responsáveis por nós pelos nossos lares possam estar atuando neste momento e que nós possamos receber o tratamento espiritual que todos necessitamos num primeiro momento a limpeza que todos nós precisamos eh a limpeza de energia pesadas deletérias que estejam nos envolvendo em virtude de toda correria do dia a dia os nossos pequenos desequilíbrios ou até mesmo os grandes desequilíbrios que trazem essa essas energias Até nós nós possamos então todos nós sermos limpos neste momento nós possamos perceber uma cachoeira de águas cristalinas a nos banhar e a retirar de nós toda essa energia pesada e que feita ess nós poss receber energias benfazejas que nos trazem ao mesmo tempo sensação de tranquilidade de paz de harmonia e de coragem vigor de ânimo para o enfrentamento de todas as dificuldades que a vida terrena nos apresenta e que essas luzes sejam estendidas a todos aqueles que são caros aos nossos corações e mais especialmente aqueles que sofrem neste momento que pass poro tipo de que nosso senhor Jesus Cristo possa ser o lenitivo de todos esses nossos irmãozinhos em dificuldades muito obrigado por tudo Jesus Graças te damos que assim seja graças a Deus pessoal deixa só pedir aqui para que a gente possa dar aquela força para o iG né para o Instituto go de estudos espíritas Vamos nos inscrever aqui no canal canal aqui do YouTube que nós possamos ativar as notificações curtir e olar todos os vídeos inclusive este que você está assistindo Lembrando que ele vai ficar gravado na plataforma então qualquer um

canal aqui do YouTube que nós possamos ativar as notificações curtir e olar todos os vídeos inclusive este que você está assistindo Lembrando que ele vai ficar gravado na plataforma então qualquer um pode assistir posteriormente então a gente pede essa força aí para que o nosso conteúdo tenha maior eh engajamento repercussão e possa ser indicado aí pelo algoritmo a mais pessoas né fazendo com que o iges cumpra aí o seu papel de divulgar a doutrina espírita tá bom fica aí esse pedido encarecido mandar aqui Um grande abraço aos nossos parceiros canais parceiros que retransmitem o conteúdo do Jes nós estamos falando da web rádio Fraternidade Rede Amigo Espírita TV Goiás Espírita e TV secal são canais parceiros que retransmitem o nosso conteúdo e muitos de vocês que aqui estão chegaram por meio desses parceiros então aqui fica o nosso eterno agradecimento a esses canais beijos nos corações de todos os componentes aí dessas equipes e nós vamos também agora mandar um grande abraço a todo o pessoal que está nos acompanhando Nossa amiga irmã Denise Bal que é uma integrante aí da equipe do igia Denise está nos acompanhando Valeu demais Denise e e mande aí perguntas colocações Denise que eu tenho certeza que vai participar demais com a gente aqui mandar um grande abraço pro Marco Silva mandar um abraço pro Marco e pra Cristiane que estão lá no Jardim do serrado 4 eles que fazem parte do nosso trabalho lá e fazem parte do trabalho da ozic né que é a obra social irmão do caminho e também estão junto conosco lá eh no Fonte viva no grupo espírita e obras sociais fonte viva Valeu demais Marco Que bom ter você aqui novamente o Marco que sempre que pode me parece que ele tá acompanhando Aqui as nossas lives os nossos estudos grande abraço para você e para Cristiane tá bom Silvia Justino Também deixou aqui o seu boa noite valeu demais Silvia ela que fala de Belo Horizonte Minas Gerais Que bacana Valeu Silvia faça sempre assim esteja sempre conosco aqui no nosso programa e jese falando de espiritismo

qui o seu boa noite valeu demais Silvia ela que fala de Belo Horizonte Minas Gerais Que bacana Valeu Silvia faça sempre assim esteja sempre conosco aqui no nosso programa e jese falando de espiritismo toda segunda-feira às 21 horas tá e acompanhe também toda a programação doj nos acompanhe nas redes sociais Instagram Facebook você vai ter contato aí com toda a programação do jz jz que realiza estudos lives aí praticamente todos os dias tá bom e um grande abraço também PR Dil Ribeiro que fala de Canoas Rio Grande do Sul ela que deixou o seu boa noite para todos nós valeu demais Dil muito obrigado por estar conosco pessoal então é isso eh o Eduardo Deixa eu só falar um pouquinho do do trabalho Eduardo eu acho importante até falei para ele isso mais cedo né Eduardo acho importante falar um pouquinho do trabalho que ele vem exercendo inclusive até nesse âmbito né Eh da pessoa com deficiência para que todo mundo entenda que ele tem propriedade para falar do assunto né o Eduardo que é vice-presidente da Federação Espírita do Estado de Goiás e que é Procurador da Federação Estadual das apais né e da apai Goiânia eh apai que é Associação de Pais e amigos dos excepcionais ele que é membro da comissão dos direitos da pessoa com deficiência da UAB Goiás e ex-coordenador Nacional da defesa de direitos e mobilização social da Federação Nacional das apis então o Eduardo tem aí todo uma história de trabalho todo norral eh acerca desse assunto esclarecer a o Edilson Júnior que participando conosco aqui perguntou que é Instituto Goiano de estudos espíritas fica aí o pedido EDM para que você possa se inscrever no nosso canal aqui no YouTube e acompanhar a nossa programação tá bom grande abraço Eduardo então eu vou te passar a palavra né ard vai fazer aí uma introdu do temum question obervação por favor fique à vontade coloque aí no chat que ao final da da apresentação da explanação do Eduardo a gente vai estar discutindo aí alguns assuntos né E aí que vocês possam estar participando também então te passo

à vontade coloque aí no chat que ao final da da apresentação da explanação do Eduardo a gente vai estar discutindo aí alguns assuntos né E aí que vocês possam estar participando também então te passo a palavra Eduardo para que você fale desse tema tão importante que é a inclusão da pessoa com deficiência no centro espírita Ok Adriano Mais uma vez obrigado pelo convite amizade sempre oportunidade você me ouve bem Podemos seguir Adriana Podemos seguir ótimo bem Ah como eu disse também anteriormente o tema programado para nossa reflexão e diálogo da noite de hoje é um tema de extrema relevância né falar da pessoa com deficiência a sua inclusão social enfim a sua plena participação na nossa sociedade eh para mim inclusive que me Lito nesse segmento é muito importante e tenho certeza que também para toda a nossa comunidade para toda a sociedade falar de inclusão é falarmos de humanidade né de relações humanas enfim de respeito à diversidade eh e de promoção realmente ah da Solidariedade né entre nós solidariedade humana eh obviamente que sem descuidarmos né da questão também do exercício de direitos né muitas vezes a gente fala em solidariedade em filantropia e as pessoas pensam que isso se resume a um assistencialismo enfim não nós estamos na era né ou na época do exercício de direitos e as pessoas com deficiência seus familiares enfim as pessoas que têm interesse por essa causa tem conquistado bastante direitos né ah justamente visando essa inclusão Ampla na sociedade da pessoa com deficiência eh gerando igualdade de oportunidades né ah aí Adriano eu pensei num num reflexão Inicial pra gente abordar o tema e logo me veio a mente a necessidade da gente fazer uma breve ainda que singela avaliação histórica né Principalmente em relação a as lutas né enfrentamentos que até então as pessoas com deficiência eh tem enfrentado ao longo aí das principalmente das últimas décadas né para no último século enfim para se ter uma ideia né a gente vai encontrar aí nas anotações de alguns estudiosos do tema

ciência eh tem enfrentado ao longo aí das principalmente das últimas décadas né para no último século enfim para se ter uma ideia né a gente vai encontrar aí nas anotações de alguns estudiosos do tema que no século X eh essas pessoas as pessoas com deficiência elas conviviam em instituições basicamente residenciais né e com olhar ou sob a ESD principalmente dos estudos médicos eh por exemplo a deficiência intelectual ela veio ser diferenciada né da da deficiência intelectual ve ser diferenciada da doença mental né anos depois até porque a deficiência né intelectual não é é doença né mental a deficiência tem uma particularidade aí em relação a essas doenças mentais que nós também já as conhecemos né ah no século XX fazendo aqui uma excursão vamos dizer panorâmica eh ele foi marcado esse século pela desinstitucionalização né desses atendimentos de natureza eh eminentemente médicas né E ao mesmo tempo pela institucionalização da Educação Especial foi Quando surgiram Então as escolas especializadas as classes especializadas e inclusive na LDB lei diretriz de base da Educação de 1961 já trazia ali eh essa possibilidade então Educacional de acesso a educação para a pessoa com deficiência né A dos anos 70 né sobre a so a lógica né de que o deficiente Então ele pode aprender eh se buscou uma efetiva participação da pessoa com deficiência no mundo Educacional n como nós dissemos criou-se uma modalidade de educação para esse segmento da sociedade Assim como nós temos várias modalidades o EAD o ensino à distância é uma modalidade educação profissional é uma modalidade a Educação Especial na visão normativa que nós temos na atualidade da inclusive da nossa LDB é que educação especial também é uma modalidade né transversal perpassa por todas as etapas e fases da educação Ah um pouco mais tarde né identificou-se sobre a lógica de que o deficiente pode se integrar na sociedade passou-se então a buscar Eh esses ambientes menos restritivos para a Integração Social da pessoa com deficiência Então se

dentificou-se sobre a lógica de que o deficiente pode se integrar na sociedade passou-se então a buscar Eh esses ambientes menos restritivos para a Integração Social da pessoa com deficiência Então se inicialmente a lógica né Posta era de que o deficiente ele podia aprender um pouco mais tarde nós temos a lógica de que o deficiente Pode sim se integrar na sociedade e aí esse essa lógica influenciou vários textos normativos e a busca por outros caminhos de acessibilidade de inclusão da pessoa com ciência né isso inclusive gerou aí vários princípios e diretrizes para a busca da inclusão social da pessoa com deficiência né Ah nesse histórico então da década de 70 para cá também a gente vai percebendo que a legislação ampliou bastante o leque né de garantias e direitos para as pessoas com deficiência especialmente no Brasil no nosso país Eh aí se a gente for buscar inclusive também né A questão do tratamento como tratar né a forma de identificar a pessoa com deficiência nós vamos observar também fazendo breve escurso histórico aqui que lá no começo né da história vamos dizer assim eh as pessoas com deficiência eram tidas como pessoas inválidas é um termo bastante pejorativo né mas é curioso como a gente acaba utilizando algumas palavras para identificarmos né gerarmos alguns conceitos e com o tempo esses termos essas palavras vão se aprimorando até para se adequar melhor aquilo que se pretende né identificar mas veja Adriana eh dizer assim ah mas chamar pessoa de inválida isso é esdrúxulo Isso é terrível né Eh mas vamos imaginar na área trabalhista quando um trabalhador ele se acidenta por exemplo E aí ele vai buscar se aposentar pela perda da capacidade colaborativa e e o termo é esse né aposentadoria por invalidez Olha que coisa né mas enfim paraas pessoas com deficiência tínhamos lá um história um histórico né distante esse termo no século XX principalmente eh na década de 60 nós vamos encontrar alguns termos né incapacitados incapazes 60 até 80 surgem outros termos

a tínhamos lá um história um histórico né distante esse termo no século XX principalmente eh na década de 60 nós vamos encontrar alguns termos né incapacitados incapazes 60 até 80 surgem outros termos né defeit deficientes excepcionais ah em 81 até 87 utiliza-se então em grande parte o termo pessoas deficientes de 88 a 93 nós vamos identificar então um outro termo surgindo pessoas portadoras de deficiência aí nós temos então de 90 até 2008 né Óbvio que não existe um divisor de águas nós estamos falando de termos utilizados para identificar as pessoas com deficiência né Eh no curso aí dos anos das décadas mas até 2008 tínhamos aí também vários termos eh pessoas com necessidades especiais né pne que é um uma sigla que se utilizou bastante portadores né de necessidades especiais eh pessoas especiais porta de direitos especiais e aí sim surge o termo pessoa com deficiência eh vejamos quando nós utiliz utilizávamos o termo pessoas portadoras de deficiência um pouco mais tarde entendeu-se que esse termo seria inadequado você não a pessoa não porta deficiência eh porta-se um objeto uma bolsa por exemplo uma carteira enfim mas não se porta deficiência né pessoa também com necessidades especiais eh ou portadoras de necessidades especiais foi identificado como um termo também inadequado Porque não são as necessidades que são especiais né Eh isso também de certa forma foi entendido como um termo que gerava aí situações bastante pejorativas em relação né a pessoa com deficiência E aí o termo né que foi traz em 2009 pela convenção dos direitos da pessoa com deficiência convenção das da Organização das Nações Unidas da ONU né Eh a a convenção já traz então esse termo pessoa com deficiência né E aí esse termo foi cunhado pelas próprias pessoas com deficiência a convenção também traz um termo eh uma expressão que é muito utilizada pelo segmento que é né nada sobre nós sem nós ou seja né como falar de direitos de garantias eh de políticas públicas para pessoa com deficiência sem a participação das

expressão que é muito utilizada pelo segmento que é né nada sobre nós sem nós ou seja né como falar de direitos de garantias eh de políticas públicas para pessoa com deficiência sem a participação das próprias pessoas né com deficiência então a convenção Traz esse termo e traz essa denominação como forma de identificação ou seja então não é portador não é especial ah e outros termos que foram utilizados ao longo da história atualmente o termo mais adequado é então pessoa com deficiência essa é uma determinação delas próprias né inclusive é uma escolha que se pautou com base em alguns princípios básicos e quais princípios seriam estes né primeiro não esconder ou camuflar a deficiência né ah não ele é uma pessoa especial só somente ele porque ele é especial não né pessoa com deficiência identifica-se melhor outro princípio básico né É não aceitar o consolo Da falsa ideia de que todo mundo tem deficiência algumas pessoas não é normal tranquilo assim né Eu também sou deficiente veja eu uso o óculos né também tem uma deficiência Não não é disso que se está falando né a a baixa visão ou a deficiência visual a cegueira sim né é uma deficiência ou são deficiên a questão de milia ou outras situações que geram também alguns problemas de visão não é considerado uma deficiên Então não é porque o indivíduo usa ele é uma pessoa com deficiência Não é disso que estamos falando né ou seja não é essa falta ideia para gerar um certo consolo não é isso né outro princípio mostrar com dignidade a realidade da pessoa com deficiência como que nós vamos tratar né deos políticas públicas defesa de direitos enfim busca por conscientização inclusão da pessoa com deficiência se não se enfrentar de frente né Essa realidade ou seja mostrar com dignidade Essa realidade da pessoa com deficiência outro princípio né que foi utilizado por elas mesmas as pessoas com deficiência na convenção da ONU foi que é necessário se valorizar as diferenças e necessidades de entes da deficiência se ela não resta devidamente identificada

tilizado por elas mesmas as pessoas com deficiência na convenção da ONU foi que é necessário se valorizar as diferenças e necessidades de entes da deficiência se ela não resta devidamente identificada né Para que então ela possa eh ser enfrentada com dignidade a deficiência eh E se nós não valorizamos essas diferenças e necessidades que decorrem da da deficiência ficaria realmente muito difícil de promovermos a plena inclusão e uma última né ou um último princípio básico que é A Busca Pela equiparação de oportunidades para pessoa com deficiência né entendendo que essas diferenças individuais e necessidades n que se tem Ah não devem ser ignoradas então esses são alguns princípios que dizem respeito e que foram utilizados diz respeito ao segmento da pessoa com deficiência e foram utilizados para chegar a a esse termo né que na atualidade é o mais adequado então quando a gente for falar de uma pessoa com por exemplo deficiência visual ou deficiência física deficiência intelectual e múltipla deficiência auditiva né deficiência físic motora enfim eh falarmos né Desse público o termo mais adequado então é pessoa com deficiência né então seria o a cra que estão utilizando na atualidade pcd e não pne né que está realmente em desuso Se nós formos então né tratando dessa questão Histórica de como se deu essas lutas da pessoa com deficiência tratando também né de desse termo de como nós identificamos a pessoa com deficiência na atualidade eh Nós gostaríamos de dar só uma ainda um breve enfoque em duas normas importantíssimas uma delas nós já tratamos aqui brevemente que é a convenção dos direitos da pessoa com deficiência e a outra é a lei brasileira de inclusão a lei 13.146 são duas leis né a em verdade a convenção ingressou no ordenamento jurídico brasileiro com status de emenda à constituição seria então uma Norma constitucional né e a lei brasileira de exclusão sim uma lei ordinária eh o arcabouço jurídico hoje que nós temos no país Ele é bastante Pródigo né vamos dizer assim extenso né Nós temos aí

uma Norma constitucional né e a lei brasileira de exclusão sim uma lei ordinária eh o arcabouço jurídico hoje que nós temos no país Ele é bastante Pródigo né vamos dizer assim extenso né Nós temos aí vasta legislação garantindo né direitos para as pessoas com deficiência E aí nós poderíamos citar por exemplo né a nós citamos a 93 94 que é LDB né poderemos citar aí a também né o atendimento prioritário na lei 10.48 de 2000 para pessoa com deficiência vagas nas universidades nos concursos públicos né a lei 10.436 que institui a língua brasileira de sinais ah também né a poderíamos citar o falamos né da convenção do direitos da pessoa com deficiência mas poderíamos citar também a lei 2764 que institui uma Política Nacional de Proteção dos direitos da pessoa com Transtorno do espectro autista né A ah poderíamos citar a lei 13005 que institui o plano nacional de educação e lá tem a meta quatro que é específica para a educação especial Ah então o arcabouço jurídico brasileiro poderemos citar aqui inúmeras outras normas ele é bastante vasto né Eh mas ficaríamos paraa noite de hoje só com estas duas porque elas trouxeram uma mudança de paradigma e acho que isso que é interessante aqui para nós refletindo inclusive no contexto do Centro Espírita né ah como que nós iremos lidar com esse público se nós temos dificuldade às vezes de eh identificar aí as formas de tratamento desconhecendo inclusive as suas lutas históricas e na atualidade O que é mais adequado né para esse atendimento para acolhimento das pessoas com deficiência aqui no caso que nós estamos refletindo no centro espírita né como nós dissemos Ah vamos tratar de duas normas porque elas trouxeram um novo olhar para essa realidade da deficiência a nível mundial e também obviamente internamente aqui no nosso país no Brasil e isso tem repercussão eh em várias políticas públicas eh acessibilidade na área da comisca na área do transporte público e também vamos dizer né na área desse atendimento na casa Espírita nós temos visto eh

tem repercussão eh em várias políticas públicas eh acessibilidade na área da comisca na área do transporte público e também vamos dizer né na área desse atendimento na casa Espírita nós temos visto eh acontecer muito né de crianças por exemplo com transtorno de espectro autista com síndrome de dal eh crianças surdas até aquelas cegas surdas que chegam no centro espírito com seus pais com a com a sua família buscando ali um atendimento na evangelização ou na prém Mocidade na Mocidade E como tem se dado isso no centro espírita né como que nós temos eh acolhido esse público e promovido atendimentos realmente que dizem eh respeito a essa realidade e que geram né esse sentimento de inclusão de pertencimento E aí para nós espíritos de fraternidade né na caso Espírita a convenção da ONU para se ter uma ideia ela começou a discussão em 2006 no Brasil como nós dissemos ela ingressou aqui no Brasil em 2009 3 anos depois né Eh não que ela começou em 2006 desculpa mas ela foi promulgada em 2006 né para se ter uma ideia naquela unidade já se tinha um levantamento que eram cerca de 730 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência né isso conforme a OMS Organização Mundial de Saúde estimava-se naquela oportunidade ou seja em 2006 que cerca de 10% da população mundial Então tinha algum tipo de deficiência e a gente sabe que eh esse número tem crescido né então durante long os 4 anos de debates ela foi elaborada a convenção para se ter também uma ideia eh participaram desse desse processo junto à ONU 192 países membros né e centenas de representantes da sociedade civil de todo mundo né Eh de modo que é o primeiro tratado né internacional do Século XX e contou com a maior participação da sociedade civil em toda a história da ONU isso tem também relevância né Eh ela foi aprovada na sessão realizada em 3 de dezembro de 2006 na Organização das Nações Unidas Ah temos dados sobre a a convenção mas o mais relevante é que ela foi promulgada no Brasil pelo decreto 6949 de 2009 ou seja 3 anos depois né de aprovação ah na

e 2006 na Organização das Nações Unidas Ah temos dados sobre a a convenção mas o mais relevante é que ela foi promulgada no Brasil pelo decreto 6949 de 2009 ou seja 3 anos depois né de aprovação ah na ONU e a convenção né do dos direitos da pessoa com deficiência ela é uma carta política mais Ampla mas mesmo assim ela traz ali alguns princípios importantíssimos né o respeita pela dignidade inerente ou seja pela dignidade humana né a a não discriminação das pessoas com deficiência a a luta né pela plena e efetiva participação e inclusão das pessoas com deficiência na sociedade eh o respeito pela diferença e a aceitação das pessoas com deficiência como parte da diversidade humana e da humanidade né igualdade de oportunidades na nossa sociedade não é a igual princípio da Igualdade puro né ah ou seja distribuir igualitariamente a todos não mas no caso específico da pessoa com deficiência a igualdade é de oportunidades né tratando os iguais de forma igual e os diferentes na medida das suas diferenças a fim de que todos então então tenham eh essas mesmas oportunidades em nossa sociedade Ela traz o princípio né universal de acessibilidade Ah o respeito né pelo desenvolvimento das capacidades das crianças com deficiência e o direito dessas crianças né com deficiência de preservarem a sua identidade também é uma convenção importantíssima né e no Brasil ela como eu disse ingressou com status de emenda a nossa constituição Porque ela foi votada no Congresso Nacional Nas duas casas com có qualificado a primeira né Eh convenção internacional que entrou no Brasil como emenda a nossa Constituição porque para isso tem que ser matéria que diz respeito a direitos humanos e tem que ter esse cór qualificado no congresso e a Convenção das pessoas com deficiência né sobre os direitos da pessoa com deficiência teve então o preenchimento desses requisitos e uma Norma muito importante a outra que eu queria trazer aqui para nossa reflexão rapidamente é a lei brasileira de inclusão né a lei 3146 eh ela é um

cia teve então o preenchimento desses requisitos e uma Norma muito importante a outra que eu queria trazer aqui para nossa reflexão rapidamente é a lei brasileira de inclusão né a lei 3146 eh ela é um compilado de leis não né Ela é um documento é uma lei né que altera algumas leis já existentes harmonizando essas leis com a convenção internacional isso então é o espírito da lei brasileira Esse é o espírito da lei brasileira de inclusão ou seja leis que não atendiam mais ao novo paradigma da pessoa com deficiência eh ou que simplesmente a excluíam de seu escopo essas leis foram Eh conformadas aí com a lei brasileira de inclusão aos princípios à bases da convenção internacional para ter uma ideia a lei brasileira de inclusão ela mudou o código eleitoral mudou o código de defesa do consumidor o estatuto das cidades o código civil em relação à capacidade a CLT uma série de outras normas né e o que que por que que nós estamos falando muito de leis e dos direitos das pessoas com deficiência porque isso vai impactar na nossa visão eh em relação a esse atendimento no nosso Centro Espírita Então veja não é apenas uma questão né de solidariedade né de outras questões também que nós alimentamos e que são muito importantes nós estamos tratando hoje então de exercício de direitos né de conquistas desse segmento da nossa sociedade e que inclusive reverbera né nas nossas no nosso tecido social e nas estruturas das nossas instituições que estão aí constituindo a nossa sociedade Ah o que que ela traz então de novo a lei brasileira de inclusão né com reflexo oriundo da convenção interna ional É porque ela muda o conceito de deficiência Ah eu já entendi né Eduardo mudou o conceito agora é pessoa com deficiência Não nessa perspectiva aqui nós estamos falando de como enfrentarmos a deficiência né então vejamos a deficiência agora com essas novas normativas vigentes a deficiência não é mais entendida como uma condição estática biológica da pessoa ou seja né é o resultado da interação das Barreiras existentes na

eficiência agora com essas novas normativas vigentes a deficiência não é mais entendida como uma condição estática biológica da pessoa ou seja né é o resultado da interação das Barreiras existentes na nossa sociedade n impostas pelo meio com as limitações que a pessoa possui sejam elas de natureza física intelectual mental sensorial né que a pessoa venha a ter então que que significa isso né O que que isso quer dizer então com a legislação vigente a deficiência não está mais estática na pessoa ela é uma deficiência que está no meio social e não nas pessoas Ah mas espera aí então o que que isso muda que que isso traz de de de novo é que antigamente dizia-se né Em alguns momentos né de alguma parte dizia assim ah Fulano é cadeirante Ah ele não consegue por exemplo subir aqui nessa calçada muitos diziam assim Ah ele é que é cadeirante ele é que é deficiente físico o problema é dele não é meu eh mas agora então o conceito mudou a deficiência não está em ele ser por exemplo um deficiente físico a deficiência está entre essas limitações que ele possui eh em interação com o meio então quando a pessoa fala assim ah o problema não agora o problema é nosso porque a deficiência está no meio e não estaticamente nas pessoas então quanto mais acessos e oportunidades uma pessoa dispõe menores serão as dificuldades e consequentemente né ela terá eh estará né mais incluída na nossa sociedade então a lei ela retira essa situação né biológica ali estática na pessoa e traz para uma responsabilidade social Essa é a grande mudança né a deficiência Deixa de ser um atributo da pessoa e passa ser o resultado da falta de acessibilidade que a sociedade e o estado dão né à características de cada um esse é o novo esse é o grande ganho né na atualidade então a lei brasileira de inclusão se a convenção ela é uma carta política de intenções mais Ampla de princípios a LDB traz soluções práticas para todas as áreas das políticas P paraa inclusão social da pessoa com deficiência no nosso país eh feita essa

é uma carta política de intenções mais Ampla de princípios a LDB traz soluções práticas para todas as áreas das políticas P paraa inclusão social da pessoa com deficiência no nosso país eh feita essa introdução né AD eu creio que aí dá pra gente trazer um pouquinho para nossa realidade n no centro espírita porque aí então no centro espírita também se chega uma pessoa com deficiência no centro nos nossos congressos espíritas nas nossas atividades que nós desenvolvemos no movimento se ela tem alguma necessidade específica O problema não é dela o problema é nosso né Ou seja é a interação com o meio que gerando uma barreira e é obrigação de todos nós indivíduos né Eh que compomos a nossa sociedade fazermos o nosso esforço né darmos a nossa contribuição para se eliminar Essas barreiras seja ela né a barreira E aí a lei Bras le de exclusão traz uma série de Barreiras né Barreiras no campo da comunicação Barreiras no campo eh da tecnologia Barreiras no campo da acessibilidade né que aí nós estamos falando de Barreiras arquitetônicas dos prédios privados e públicos ou as barreiras eh das vias públicas né as chamadas Barreiras urbanas nós temos também as chamadas Barreiras atitudinais E essas são as mais né vamos dizer assim pesadas eh porque desrespeito à relação entre os seres né então a atitude das pessoas gera Barreiras né e acaba gerando exclusão não favorecendo a inclusão das pessoas com deficiência em nossa sociedade o Centro Espírita não está alheio a isso né Adri o centro espírit está inserido na nossa sociedade o centro espírit não tem dono né existe uma direção que organiza os trabalhos faz a gestão da instituição mas o Centro Espírita ele é Ou pelo menos precisa ser da comunidade né a gente até conversa muito que os nossos Pioneiros tem uma relevância muito grande né porque se não fossem eles o que seria do nosso movimento das nossas instituições espíritas na atualidade mas a gente ainda Verifica por aí né o centro do seu João né da Dona Maria né E às vezes se essas pessoas dão uma

em eles o que seria do nosso movimento das nossas instituições espíritas na atualidade mas a gente ainda Verifica por aí né o centro do seu João né da Dona Maria né E às vezes se essas pessoas dão uma desencarnada Zinha rápida aqui dali né enfim ou mudam de cidade o centro fecha porque era da pessoa né então tem o valor nós não podemos abrir mão desse reconhecimento dos nossos Pioneiros mas nos parece que as instituições que têm conseguido ficar mais eh perenes no tempo é porque então a comunidade abraçou a instituição as pessoas passam mas a instituição continua Cumprindo com a sua missão e nessa perspectiva né o centro espírita que é da comunidade ou que precisa ser da comunidade ele nos está alheio à própria realidade existente na comunidade né então nós vamos encontrar né nesse com o tema nosso proposto Aqui as pessoas com deficiência e como atendê-las no centro né então por exemplo parte já de início das nossas edificações se formos promover uma reforma no centro construir uma casa nova porque já não observarmos as regras da da ABNT né o alargamento de portas os banheiros com corrimões que também dê acesso ali à cadeira de rodas a identificação pros deficientes visuais né enfim eh São questões Barreiras às vezes Que Nós pensamos que são eh quase que irrelevantes Mas elas são Barreiras que T sim sua relevância e que acaba excluindo a pessoa da sua plena participação então nós temos que envidar esses esforços né no sentido de adequarmos as nossas estruturas físicas das nossas instituições espíritas aí nós temos uma outra situação né que é a questão atitudinal que nós falamos de algumas Barreiras né às vezes não por maldade muitas das vezes Por ignorância nós tivemos um período na diretoria de fanas e Juventude da Federação e nós discutimos isso com os evangelizadores com os educadores os pais né muitas vezes chega a família no centro Adriano E aí vai ser recepcionado essa família a gente cumprimenta o adulto né o pai ali a mãe se tiver um adolescente a gente dá

es com os educadores os pais né muitas vezes chega a família no centro Adriano E aí vai ser recepcionado essa família a gente cumprimenta o adulto né o pai ali a mãe se tiver um adolescente a gente dá um oi também muitas vezes a gente não conversa com a criança como é que a criança vai se sentir acolhida ali naquela casa se a gente nem conversa com ela né Eh e veja nós estamos falando eh de uma fase né da vida quando a gente tá falando de deficiência deficiência não é igual doença que você busca uma cura a pessoa com deficiência ela se ela nasceu com a deficiência ou se ela a adquiriu no curso da sua existência ou a vida ela muitas das vezes vai seguir com essa deficiência até o túmulo né seja ele de cinza ou de lama e então é uma realidade que não vai se alterar e nós é que precisamos Reconhecer essa realidade e tratá-la né de acordo com as necessidades próprias específicas né então a gente muitas das vezes na casa Espírita a criança chega paraa evangelização né aí ela vai pra salinha lá no fundo do centro passa pelo corredor de fora aí na hora de ir embora ela vem pelo aquele mesmo corredor e vai embora para casa né a gente não dá a devida muitos de nós a devida atenção à criança por exemplo né Oi rafaelinha ó o que que você fez hoje na evangelização O que que você gosta de fazer né as pessoas precisam sentir acolhidas no na casa Espírita alguns anos atrás nós tivemos aquela campanha não sei se você se lembra que era um um galhoz inho e uma formiga né uma Formiguinha andando ali no galho e o lema do movimento era esse né acolher consolar esclarecer para orientar né esclarecer e orientar E aí nos parece que falta uma última palavrinha aí né Eh até porque muitos de nós queremos orientar né pegar a doutrina e ali né né quase que naquela expressão do do do Chic ali bater na cabeça o evangelho né E como se fosse assim nesse mecanismo né Eh antes da gente acolher né antes da gente consolar a gente já quer orientar esclarecer pulando essas etapas né e prejudicam as relações muitas vezes a gente fica

mo se fosse assim nesse mecanismo né Eh antes da gente acolher né antes da gente consolar a gente já quer orientar esclarecer pulando essas etapas né e prejudicam as relações muitas vezes a gente fica discutindo eh como que está a presença a frequência no centro espírita n Algumas casas passando dificuldade principalmente depois da pandemia né Mas quais têm sido as nossas estratégias para esse atendimento ao público né a comunidade e eu dizendo falta uma palavrinha então Eh vamos imaginar né acolher consolar esclarecer e orientar mas aí tiro o ir né esclarecer eh orientar e integrar faltou uma palavrinha aí como é que integra é a inclusão né é o tema que a gente tá discutindo hoje a pessoa se sentir útil ali na casa se sentir pertencente ao trabalho não é só eu fazer parte sabe adrean o grande desafio hoje das nossas instituições é fazer com que as pessoas tomem parte né porque aí é diferente aí elas se sentem realmente úteis na casa Espírita elas sentem que elas ali também né podem dar a sua contribuição isso acontece com a pessoa com deficiência também né Eh há essa necessidade de atender essa a a as essas especificidades né pra gente ter uma inclusão plena né como lidar hoje por exemplo na evangelização nós falamos agora agora H pouco como acolher as crianças com autismo né Elas aprendem diferente em um tempo diferente né Elas exigem do evangelizador Ali algumas técnicas né estratégias para lidar com aquela criança eh nós conversávamos recentemente com alguns evangelizadores né e a gente sabe que a criança aprende brincando né Adrian E aí a criança com autismo com os brinquedos ali aquela atividade lúdica na evangelização se você chega para uma criança e fala ó então agora a Acabou a brincadeira dá aqui o brinquedo né para pra gente guardar a criança se desequilibra ela não tem né uma construção emocional para lidar com aquela perda que para ela é uma perda né E aí a estratégia é diferente olha vamos aqui ajuda a tia né Vamos guardar o brinquedo você ajuda a guardar aí a criança vai e guarda né não

nal para lidar com aquela perda que para ela é uma perda né E aí a estratégia é diferente olha vamos aqui ajuda a tia né Vamos guardar o brinquedo você ajuda a guardar aí a criança vai e guarda né não tem nenhuma desarmonia que como se diz o comportamento problema porque se a criança né tem ali algum espasma algum surto ela ela desequilibra todo o ambiente né porque ela realmente entra numa crise né que os estudiosos chamam de comportamento problema Então veja eu tô citando só alguns pequenos exemplos é claro que o nosso tempo aqui é muito curto eh e com o adolescente o jovem com deficiência né intelectual por exemplo que é um dos grandes desafios porque muitas vezes a deficiência física e a pessoa não sofre né das faculdades mentais então é mais fácil lidar gerando acessibilidade a pessoa tem mais autonomia deficiente auditivo dependendo também das tecnologias que nós temos hoje chamadas tecnologias assistivas pros cegos também eh se lida com mais facilidade né agora o deficiente intelectual é um grande dos grandes desafios nossos né Nós temos aí os autistas em grande número nós temos eh o autismo não é considerado uma deficiência né Ele é um transtorno é o teia mas ele é que para-se para fingir direitos a pessoa com deficiência né eh e aí nós temos uma série de outros transtornos né sendo estudados e presentes na nossa sociedade nós temos a paralisia cerebral nós temos a a citei a síndrome de Down e cada um tem uma um perfil né e as intervenções precisam ser de acordo com esses perfis pra gente atender a contento desse público né Eh eu tenho estudado isso já há algum tempo né O que que a gente tem dito por exemplo nas atividades do centro seja no ESD seja na evangelização eh em atividades de assistência e promoção social no estudo da mediunidade nas nossas áreas né que a gente tem aí no movimento no centro espírita nas nossas instituições nós precisamos alcançar né aquela situação em que nós venhamos a atender os interesses as necessidades quando a gente atende a um interesse né e Jesus

imento no centro espírita nas nossas instituições nós precisamos alcançar né aquela situação em que nós venhamos a atender os interesses as necessidades quando a gente atende a um interesse né e Jesus trabalhava muito com isso né Eh que queres que eu te faça né Eh o que que ou seja ele aguardava a pessoa apresentar ali a demanda dela e ele promovia intervenção né Apesar de que muitos casos ele já sabia o que que tava acontecendo né inclusive do ponto de vista espiritual vamos dizer né mas ele nunca violentou consciências e nunca também avançou o sinal né ele aguardava a pessoa pedir né Fazer o requerimento né então vejamos chegam essas demandas na casa Espírita né como é que a gente vai atender esse interesse essa necessidade porque aí Adriana acontece algo que é extraordinário né quando você atende uma cidade a pessoa dá valor aquilo tem valor pra pessoa aí isso gera o interesse né então e se tem valor Adriano É porque tem vida e se tem vida que que é vida para nós né é o evangelho né é vida em abundância Ou seja é é vida espiritual né a verdadeira vida e aí nesse ponto a doutrina espírita tem muitas condições de atender a a ali a criatura né na no centro espírita na instituição dentre eles as pessoas com deficiência né é um segmento que tem como eu disse né nessa breve apresentação avançado muito em direitos eles estão batendo as portas do Centro Espírita as famílias né para você ter uma ideia uma pesquisa agora era uma criança para cada 43 nascidas né com autismo nos Estados Unidos e a última referência agora é uma para cada 36 nascidas vivos então parece que tem aumentado nesse público e eles estão cada vez mais presentes nos ambientes sociais e é bom que seja assim né E como nós no centro espírita na nossas nas nossas instituições espíritas vamos acolher esse público né Nós precisamos nos preparar n nós precisamos gerar essa inclusão esse sentimento de pertencimento né porque aí nós vamos obter sucesso aí nós vamos estar fazendo a promovendo a missão né do centro né

Nós precisamos nos preparar n nós precisamos gerar essa inclusão esse sentimento de pertencimento né porque aí nós vamos obter sucesso aí nós vamos estar fazendo a promovendo a missão né do centro né que é a acolher né almas que é libertar consciências né auxiliar a criatura na sua acensão e na sua sua evolução espiritual na sua auto iluminação né E desculpa aí Adriano se eu me estendi um pouco enfim mas é o tema é é palpitante mas eu gostaria de deixar essas pequenas reflexões Ah seu áudio tá fechado parece Adriana opa agora sim Eduardo não eu não tô te atrapalhando porque o tema tá sendo desenvolvido aí você tá colocando coisas assim muito importantes né Eh para que todos nós possamos refletir essa pergunta que está aí na na tela né foi a nossa amiga Denise balou que que fez mais cedo e tem uma colocação aqui Eduard deixa eu deixa eu copiar aqui uma colocação da Eliane Fagundes Nossa amiga Eliane Fagundes agora que eu vi aqui viu a pergunta deixa eu colocar rapidinho aqui deixa eu criar um baninho aqui pra gente cadê cadê cadê tá aqui eu vou colocar na tela certo a pergunta é longa tá deixa eu tentar deixa eu tentar passar a pergunta é muito longa não vai caber numa é num banner só mas deixa eu tentar passar para você eu não sei eu não sei se é essa que tá Projetada aqui é essa não como trabalhar não não essa essa essa você acabou já respondendo né É isso que eu dizendo até dei uma abordagem se tem um exemplo Zinho né eu eu entendo Ass assim que a a trabalhar com a criança cons dar autismo na evangelização eh é sem de fazer distinção né buscar realmente essa integração mas também sem deixar de reconhecer né as especificidades eh elas Como eu disse elas aprendem num tempo diferente com estratégias diferentes então nós precisamos muitas vezes de um apoio ali porque se nós temos uma turma de evangelização né ou até na na com os adolescentes Adriano se tem uma criança com com deficiência ou um adolescente com deficiência muitas vezes eh a turma por exemplo de 15 ou depende do

uma turma de evangelização né ou até na na com os adolescentes Adriano se tem uma criança com com deficiência ou um adolescente com deficiência muitas vezes eh a turma por exemplo de 15 ou depende do quantitativo de cada caso Espírita cada casa Espírita trabalha né mas é necessário ter ali um outro evangelizador de apoio né porque a ele vai conseguir adequar as atividades né fazer com que aquela pessoa com deficiência que ali Esteja também esteja integrada né com o com o grupo enfim são algumas estratégias né que podem ser utilizadas para se ter êxito na tarefa e eu eu aprendi isso com a a lida da do trabalho mesmo na casa Espírita Eduardo nós tínhamos eh até a antes da pandemia antes da pandemia nós tínhamos uma criança lá Carolzinha e que Aliás era um amor de criança mas ela tinha problemas assim relativamente severos né às vezes ficava até meio agressiva então na equipe da evangelização lá na sala que a Carol iria ficar nós tínhamos a evangelizador que né que que aplicaria ali a aulinha para pras crianças e uma uma evangelizadora auxiliar né que ficava ali por conta da Carolzinha né para tá tá junto dela ali dando todo o suporte dando todo o apoio enfim qualquer momento ali que ela necessitasse de um apoio diferenciado um apoio especial e a gente foi aprendendo a a a a a a trabalhar né essa situação assim por no sem nenhum preparo anterior não foi com a experiência mesmo que a coisa foi acontecendo muito bem é existem por exemplo eu conversava recentemente com uma mãe né a gente tava até voltando de uma atividade aqui eh em Jataí eh e ela dizia a filha tem né ela tá dentro do espectro autio né Eh e assim moderado o autismo né da da filha e ela dizia fala nossa a gente sofreu muito porque até eles descobrirem né os pais que a criança não podia dizer não pra criança e a gente tem uma grande facilidade de falar não né Não faça isso não aqui não pode n e toda vez que eles utilizavam a palavra não ela se desequilibra a criança entrava em crise choro Aqua luping aí ela dizia tinha

uma grande facilidade de falar não né Não faça isso não aqui não pode n e toda vez que eles utilizavam a palavra não ela se desequilibra a criança entrava em crise choro Aqua luping aí ela dizia tinha vezes que ela ficava 12 horas né em crise a criança olha que coisa complexa né O que que é o espírito né e aquele trauma enfim aquela situação posta né então eles começaram a entender que eles tinham que trabalhar com a criança fazendo os combinados antes né Ah nós vamos no parquinho ok né Nós vamos no parquinho mas eh depois nós temos que voltar pra casa então quando falarmos vamos voltar para casa nós vamos voltar né E aí quer dizer for aprendendo a lidar né com essas particularidades e quando a gente fala na evangelização e também com os jovens né os adolescentes é importantíssimo se a participação na evangelização dos Pais ela já é importante pros pais de meninos e meninas com deficiência principalmente deficiência intelectual não é não é importante é importantíssimo né a presença deles ali a o diálogo com os evangelizadores com os trabalhadores da casa porque Vão se identificando essas particularidades né e facilitando os processos de inclusão n Desses desse público na nossa casa Espírita né na Instituição Espírita E aí pensando aqui a ação hipotética Aliás a gente vivenciou isso lá no Fonte viva eh Em algum momento talvez até o os pais né os responsáveis por essa criança por esse adolescente estarem ali na sala junto e para ajudar nessa ambientação seria uma uma uma forma também construir né Essa importantíssimo né é importantíssimo eh até porque também no Convívio com essas crianças os adolescentes eh os pais estão ali né no contato direto eh e eles que conseguem identificar essas realidades e e propor essas estratégias para não se desequilibrar essas relações né E no caso do sento espírito favorecendo então a plena participação deles de forma equilibrada né enfim que gere realmente ah êxito né com as atividades o trabalho proposto mas sempre que possível também

no caso do sento espírito favorecendo então a plena participação deles de forma equilibrada né enfim que gere realmente ah êxito né com as atividades o trabalho proposto mas sempre que possível também os pais eh eh dentro desse trabalho conjunto aí eh tentando fazer com que a criança tenha uma certa Independência criança ou jovem uma certa Independência para que consiga ficar sozinha na sala da evangelização ou da Mocidade né e e o adulto também possa ali participar da evangelização de adultos enfim é são processos né não tem uma receita de boa porque cada casa é um caso né mas com certeza quando a criança ou adolescente estiver mais ambientado que ele já tiver tendo conç sonho né de permanecer ali sem a presença dos pais porque os pais ali no momento representam a segurança para eles né Eh e ão gerando novas relações com o evangelizador eh principalmente a deficiência intelectual Adriano querendo ou não eles precisam de um apoio né Eh desde que nasceram até a o momento em que venho a desencarnar a deficiência intelectual a pessoa com deficiência intelectual precisa de um apoio né então Isso se traduz muito nos pais né Essa identidade al desse apoio mas na casa Espírita obviamente ou na escola em outros ambientes n ambiente familiar nas praças No Shopping ah o que se busca hoje é justamente a autonomia né A Busca Pela autonomia a autodefesa e autonomia né Por parte das pessoas com deficiência eh então com certeza né são estratégias que vão sendo lançadas eh para que eles estejam incluídos por eles mesmos né mas tendo quando necessário aquele apoio ali né Principalmente para deficiência intelectual Às vezes o cadeirante que é o deficiente físico motor eh já interage com mais facilidade né Eh E hoje nós temos eh esse aparelhinho aqui é muito bom né para os cegos por exemplo porque você manda texto ele transforma em áudio então dialoga tem vários aplicativos né enfim é dá para se fazer trabalho extraordinários né e a inclusão eh é uma necessidade né Porque quem mais

emplo porque você manda texto ele transforma em áudio então dialoga tem vários aplicativos né enfim é dá para se fazer trabalho extraordinários né e a inclusão eh é uma necessidade né Porque quem mais incluiu na história da humanidade foi Jesus né Eh Ele veio para os filhos transviados né eh e aí o espírito de verdade diz isso né A lá no Evangelho Segundo espiritismo né Eh eh ele veio para esses que historicamente eram excluídos né da sociedade ele não veio nos banquetes e nos Palácios né Ele veio a ter com aqueles que mais precisavam né e e e quando se lê ali no Evangelho Segundo espiritismo o espírito de verdade falando né Ele diz isso né vim como outrora para os filhos transviados de Israel né Eh mas na ideia daqueles né que pela rebeldia ou pela essa carência né social eh emocional própria ou seja para aqueles que demandavam né Eh Algo Mais Jesus veio para estes né obviamente que para todos nós né mas com com grande Éfeso para servir né aqueles principalmente que mais precisavam e que mais precisam né E se a nossa casa Espírita né a instituição Espírita ela se propõe a ser uma instituição Cristã né Nós temos que ter isso também em mente né Jesus não excluiu ninguém né Eh dando esse exemplo né de inclusão de humanidade né Eh então no centro não pode ser diferente né deixa eu mandar a alg uns abraços aqui rapidinho a Elisete Lisa está participando conosco deixou o seu Boa noite a Fran Mendes Também deixou o seu Boa noite muito obrigado Fran Célia Melhado dearo está sempre conosco a Célia Muito obrigado Célia por estar mais uma vez conosco aqui no programa eges falando de espiritismo bom demais A Patrícia otaviana ela deixou essa colocação aqui Eduardo ouvi outro dia numa Live a expressão div mente capacitadas né para certamente se referindo aí a pessoas com deficiência né ah é isso pessoal quem não falou aqui a cidade né de onde a pessoa está falando por favor eh nos fale aqui para que a gente mande abraço aí pras cidad de vocês também tá bom a Elizete que deixou Boa noite aqui

pessoal quem não falou aqui a cidade né de onde a pessoa está falando por favor eh nos fale aqui para que a gente mande abraço aí pras cidad de vocês também tá bom a Elizete que deixou Boa noite aqui novamente a Fran a Patrícia se vocês puderem falar de onde vocês estão nos vendo tá ok ah Eduardo aquela questão Deixa eu ver se eu consigo passar aqui para você eh a a nossa amiga Eliane Fagundes inclusive participa aí do do trabalho na fego esposo do Juliano ela fez uma colocação aqui no nosso grupo de WhatsApp ela falou assim ó já estive substituindo uma evangelizadora numa casa Espírita eh e era muito triste ver que uma criança autista e muito agressiva eh não estava sendo recebida na sala da evangelização das vezes que eu participei chamei a criança para a aula e coloquei um auxiliar para ficar só com ela a mãe deixei participar da palestra onde ela ficou muito satisfeita por ter tido tempo eh para ela poder estudar também eh então em resumo Ela percebeu como ainda não existe né nas casas espíritas assim eh eh eh de uma forma geral preparam mesmo a paciência com essas crianças e ela fala também que já trabalhou e eh em outras casas espíritas onde crianças com vários tipos de deficiências são bem recebidas eh e veio como um primeiro passo né e o Primeiro passo seria o carinho e o amor para com essas crianças né eh e aí eu já emendo também só ressaltando aqui a Elisete de São Vicente São Paulo Valeu Elisete obrigado a Eliane é de Goiânia Eliane Abreu Obrigado Eliane e a Patrícia otaviana de Campinas São Paulo Valeu demais gente muito obrigado beijo aí para todos vocês para todas essas cidades Eduardo assim para você comentar essa colocação da Elane eu queria te Já já te pedir também e eh uma uma uma sugestão né de como fazer né onde eu vou onde eu vou buscar o conhecimento o preparo né Para que eu possa atender eh essas situações né Não só com crianças adolescente com adultos também enfim onde é que eu posso obter informações o conhecimento para est tentando atender melhor esse público

a que eu possa atender eh essas situações né Não só com crianças adolescente com adultos também enfim onde é que eu posso obter informações o conhecimento para est tentando atender melhor esse público é aí ô Adriano na literatura Espírita nós já temos algumas iniciativas viu ah eu tenho até algumas obras referenciadas mas não estou com com elas aqui a Federação Espírita brasileira recentemente também lançou a gente tem visto também algumas federativas aí no Brasil afora né federativas estaduais fazendo cursos de formação para evangelizadores né Trabalhando também como cidades espíritas essa temática justamente buscando a capacitação né agora no campo eh Educacional Nós temos muitas obras já né trabalhos aí de como fazer esse atendimento educacional aí a gente pode pegar referências né e trazer eh não no sentido de fazer da evangelização uma escolarização não é essa proposta mas estratégias de intervenção com esse público né a a nossa amiga aí acabou de dizer né que a pessoa a o menino autismo né No No Grau nível três por exemplo Parece que foi o caso aí eh ele ficava de fora da sala Mas é porque às vezes o evangelizador sozinho pensou se eu colocar ele eu não consigo atender nem ele a content nem o restante dos meninos né ela lançou mão de uma estratégia ou seja um apoio e nós temos né na lei brasileira eh de inclusão a figura do profissional de apoio né então os meninos na na rede de ensino por exemplo eles têm direito a a esse apoio né Eh então ela lançou mão do estratégia né existente no sistema educacional percebe buscou um outro evangelizador para est junto Porque aí elas conseguiram me parece no caso concreto aí levar o trabalho adiante né ela atendendo as demais crianças os adolescentes ali A outra dando uma atenção específica né aquele e ele fazendo parte das atividades né Isso é que é o O importante isso é que gera o que a a gente considera como a inclusão né É porque Inclusive a pessoa pode estar em algum lugar mas se ninguém der Atenção se ela não participar efetivamente né

que é o O importante isso é que gera o que a a gente considera como a inclusão né É porque Inclusive a pessoa pode estar em algum lugar mas se ninguém der Atenção se ela não participar efetivamente né não tiver ali integrada né ela vai est excluída né ela está no ambiente mas ela não encontra-se né Eh incluída então a inclusão perpassa pela plena participação e aquilo que a gente estava dizendo antes né na nas introduções aqui do do assunto eh igualdade de oportunidades né então se uma criança tá tendo oportunidade de desenvolver uma atividade ali né ou um adolescente ou um jovem Por que não né dá a oportunidade também eh adequando Se necessário as atividades para que a pessoa com deficiência também possa se desenvolver e estar ali participando né plenamente incluída né são os desafios né ô Eduardo o o Marco tá fazendo aqui uma pergunta interessante Eduardo para dar o passe para o amigo com deficiências e com necessidades especiais né tem que ter autorização dele ou de algum familiar é é o Eduardo né o xará né é o Marco Marco o Marco tá fazendo a pergunta para você isso isso isso eu li aqui chegou para mim é bom ele pergunta isso né se há necessidade de autorização né dele ou de algum familiar veja hoje a lei brasileira de inclusão Marco ela a regra é da cidade civil antigamente quando acontecia um processo de intervenção da pessoa com deficiência principalmente a deficiência intelectual né a pessoa perdia né a a capacidade civil então adivina um processo de interação era nomeado um curador para pessoa se fosse maior de idade ou um tutor para menor né ela não poderia fazer mais nada hoje não a a curatela hoje né o processo de intervenção só alcança os direitos patrimoniais e negociais todos os outros direitos exist essenciais a pessoa tem preservados né esses direitos então ela pode votar ela pode se casar pode ter filhos enfim aí obviamente nós estamos colocando aqui a regra né mas cada caso é um caso dependendo da deficiência a necessidade do apoio tudo que nós já

ntão ela pode votar ela pode se casar pode ter filhos enfim aí obviamente nós estamos colocando aqui a regra né mas cada caso é um caso dependendo da deficiência a necessidade do apoio tudo que nós já falamos aqui né Eh Então veja uma pessoa com deficiência né Eh um cadeirante maior de idade nós pedimos autorização paraa pessoa que não tem deficiência para dar o passe se ela compareceu ali pro passe subentende que ela está disposta né o deficiente visual da mesma forma um deficiente auditivo parece que o Marcos foca eh na deficiência intelectual né que aí é Um Desafio maior às vezes um autista uma pessoa né que tem uma deficiência intelectual eh tá dizendo que você precisa de autorização né Eh eu a a minha compreensão sobre essa pergunta dele é que se a pessoa está ali né por si só se ela tem essa autonomia e está dispondo a tomar o passo eu não vejo a necessidade de uma autorização se ela não tem essa autonomia né E precisa Então de um apoio mais intenso contínuo pervasivo aí aquele que está companhando ela e dando aquele apoio é que estaria na condição de dizer né do autorizo ou não para esse passe né então me parece que não é uma questão muito complexa não a pessoa comparecendo no centro estando disposta a tomar o passe não veja a necessidade é como qualquer outro indivíduo né não vejo necessidade de uma autorização assim né nesse sentido é o tratamento é semelhante com os demais né Pode ser que aconteça de por exemplo e o ambiente onde é dado o passe né numa sala ou ali não passa a cadeira de rodas aí você tem que ir lá conversar Você quer tomar o passe né podemos te dar o passe aqui é iso é organizar meios para o atendimento né que se oferece ao público em geral né Sem distinção eh ou por exemplo um menino autista que às vezes tem alguns comportamentos né isso tem é uma característica muito do autismo né dos movimentos eh contínuos né E aí se isso atrapalhar na hora do passe então é conversar com a mãe ou com o pai ou aquele que está dando o apoio para ele ali se ele

característica muito do autismo né dos movimentos eh contínuos né E aí se isso atrapalhar na hora do passe então é conversar com a mãe ou com o pai ou aquele que está dando o apoio para ele ali se ele necessita desse apoio como nós podemos estruturar melhor aqui para dar o passe né até para que ele também né consiga com eficiência receber o passe Acho que cada caso concreto vai desafiar a equipe do passe e aqueles que estão participando dos trabalhos de encontrar o meio mais adequado né agora a autorização em si me parece que se a pessoa está ali disposta para tanto eh com naturalidade né É isso aí ah e tem também Eduardo até essa pergunta do Marco me fez pensar aqui né uma situação que eu já vi já vivenciei em casa Espírita eh numa outra entidade né que fazia parte lá da equipe eh que nós atendíamos lá uma uma criança com deficiência deficiência física e intelectual ela era cadeirante e e e a questão do processo obsessivo e e e e e e a dificuldade de se de se também de se identificar o que que é processo obsessivo o que que não é né então é é é é uma é uma situação interessante e é um aprendizado você vai ali tateando para entender a situação né exatamente Então veja por exemplo a os meninos com deficiência intelectual e meninas eh às vezes eles TM uma dificuldade de tem um atendimento odontológico né aí o profissional odontólogo ele precisa eh utilizar de mecanismos e estratégias para promover esse atendimento né porque senão pode inclusive gerar lesões tanto no profissional quanto na que tá ali dando um apoio né E aí eh quem não é não tem expertise às vezes não tem habilidade né e e competência para fazer esse atendimento falar eu não dou conta né Eh agora aquele que já tá na lida né Por exemplo você citou a nossa contribuição na na apai né na pai Nós temos dois odontólogos então os meninos porque às vezes tem mordida involuntária né Isso pode ali na hora de um procedimento Mas eles têm Total habilidade de lidar com essa realidade o atendimento acontece sem maiores transtornos e prejuízos

orque às vezes tem mordida involuntária né Isso pode ali na hora de um procedimento Mas eles têm Total habilidade de lidar com essa realidade o atendimento acontece sem maiores transtornos e prejuízos então assim a gente percebe que sim é possível vamos dizer né é desejável né a gente en contra o meio o ser humano podemos acreditar né AD tem vida inteligente na terra né a gente encontra uma solução o caminho né Eh e é muito bonito a gente ver o atendimento acontecendo né inclusão sendo promovida né com responsabilidade porque isso gera em nós o sentimento né esse sentimento nobre do amor né que Jesus veio nos ensinar né esse sentimento e de realmente de humanidade né de família humana isso nos fortalece nossos propósitos é muito importante né a gente tem que se esforçar para construirmos isso na casa Espírita também né É isso aí e a minha amiga Denise Bal né ela que faz par parte da nossa equipe aqui do Jes Ela fez duas observações aqui temos muito ainda para aprender de como enfrentar essas novas circunstâncias né que estão surgindo mas Lembrando que com amor e por amor tudo se vence É isso aí Denise é isso aí bacana demais bacana sua observação acabei de falar né parece que você colocou denardo e pelo adiantar da hora Nós já vamos então parti pro nosso Encerramento e e mas eu queria deixar para você aí o convite para nós elaborarmos aí uma Live para para o ano que vem ainda aí pro primeiro semestre para nós eh convidarmos pelo menos mais duas duas ou três pessoas aí pra gente voltar a debater o tema e Para compartilharmos experiências eu acho que seria importante né pessoas de outros estados de federativas de trabalhos diversos enfim e pra gente compartilhar essas experiências aí que eu acho que essa parte introdutória que foi feita hoje foi Espetacular né você trouxe toda uma uma uma uma noção aí da da do histórico da parte legal enfim e a começamos a falar aí dessa parte mais prática né E aí a gente bolar então bate-papo com outras pessoas aí para trocarmos experiências acerca né de de de de fatos

do histórico da parte legal enfim e a começamos a falar aí dessa parte mais prática né E aí a gente bolar então bate-papo com outras pessoas aí para trocarmos experiências acerca né de de de de fatos e situações eu acho que é muito importante para que todos nós reflitamos e E possamos adquirir aí uma certa bagagem e levarmos pros nossos trabalhos né É verdade eu tô à disposição na hora que vocês quiserem levar o projeto adiante eu tô aí à disposição bacana demais Denise deixou a mensagem aqui gratidão Eduardo pelas explicações e aprendizados Valeu Denise obrigado a Elane Também deixou uma mensagem aqui Valeu demais Elane por estar conosco eu vou te PED então para você fazer a nossa prece de encerramento pode ser eu eu fui o que mais falei Ué só antes mandar um grande abraço aqui pros canais parceiros né TV Goiás Espírita TV secal Rede Amigo Espírita web rádio Fraternidade são canais parceiros que retransmitem o nosso conteúdo muitos de vocês que aqui estão chegaram por meio desses parceiros então aqui o nosso eterno agradecimento a esses canais eh e a gente pede que todos possam aí dar uma força ao canal eh do iges no YouTube se inscrevam ativem as notificações curtam e compartilhem os vídeos inclusive estee que você está assistindo isso é muito importante para que o nosso conteúdo tenha maior engajamento e possa ser indicado aí pelo algoritmo a mais pessoas tá isso faz com que o nosso trabalho seja facilitado no sentido de divulgarmos a doutrina espírita e esse é o papel do gz do Instituto goano de estudos espíritas a Elizete também deixou aqui uma mensagem excelente conteúdo Já compartilhei no grupo Obrigada Que bacana Elizete Valeu demais muito obrigado mas eu eu vou eu vou deixar contigo essa tarefa eu sei que você falou muito mas eu vou deixar contigo pode ser tudo bem an antes só então da pressa aproveitando Adrian Se for possível Claro hoje eu tive hoje eu tive uma atividade em Morrinhos é um município aqui próximo de Goiânia né a região sul e eu recebi de uma amiga lá

tes só então da pressa aproveitando Adrian Se for possível Claro hoje eu tive hoje eu tive uma atividade em Morrinhos é um município aqui próximo de Goiânia né a região sul e eu recebi de uma amiga lá Cristina Maria um livro que ela publicou agora eu não li ainda porque foi hoje que eu recebi ela até fez uma dedicatória aqui e mas olha que interessante o título do da obra né Eh Essa é a mãe dela minha mãe tem síndrome de dal e daí né E e essa é a foto da mãe né Tem 70 anos de idade e a Cristina é administradora de empresas né Eh tem 33 anos baixar administração professora né Ah E aí a mãe tem síndrome de Down né ela não teve nenhuma deficiência tá aqui a foto da Cristina né E ela escreveu essa obra né E ela diz aqui um parágrafo né após Ler minha mãe tem síndrome de Down e daí não seremos mais os mesmos seremos convidados a abraçar a diversidade a valorizar as relações autênticas e a celebrar a singularidade de cada indivíduo celebrando assim a vida né que bana que B mostra de novo aí por favor Eduardo eh minha mãe tem síndrome de Down e daí é qual é o nome mesmo da da da autora Cristina Maria Cândida da Silva Que bacana que bacana eu ganhei o livro hoje não li ainda tô doido para dar uma centadinha ali e devorar ele né Que deve ser realmente uma história emocionante e a mãe com síndrome de dal né 70 anos a filha única né A a Cristina Maria escreveu publicou a obra Agora com certeza é uma história fantástica ou seja são hist sim sim são histórias histórias às vezes que a gente desconhece né Eh mas que são histórias da comunidade né o Centro Espírita tem convivido e vai conviver cada vez mais com essa realidade a gente precisa est preparado para acolher a todos né e como é bom né Assim eu vou até compartilhar também uma uma um vídeo que eu vi hoje que eu achei muito bacana muito interessante e e e nós estamos aí em tempos de de cuidados em Rela a nossa saúde e por não dizer da nossa sanidade mental né porque emocionalmente eu acho que difícil encontrar alguém que esteja

muito interessante e e e nós estamos aí em tempos de de cuidados em Rela a nossa saúde e por não dizer da nossa sanidade mental né porque emocionalmente eu acho que difícil encontrar alguém que esteja 100% são hoje em dia né Por tudo que estamos vivendo o que o mundo está passando enfim eh mas uma menina eh fez um depoimento Se não me engano um podcast achei interessantíssimo que ela tinha tentado o suicídio e ela est estava internada né após essa tentativa e aí ela narra uma situação em que o médico entrou no quarto onde ela estava E aí perguntou para ela por que que ela tão jovem né porque que ela tinha feito aquilo e tal e ela falou assim olha porque eu não tô vendo mais sentido na vida enfim não tô não tenho mais alegria de viver né aí disse que esse médico teria falado para ela o seguinte fala ó tá vendo aqui mostrando para ela o aparelho que faz eh que eh eh eh eh a fé a o coração né os batimentos cardíacos você tá vendo aqui esse movimento do do do do ponteiro do aparelho eh vai lá em cima vai lá embaixo vai lá em cima vai lá embaixo se não tiver esse sobe e desce é porque a pessoa já já morreu e assim é a vida né o contínuo contínuo é morte né é morte então e eh o o o ir para cima e vir para baixo é vida né E a vida é assim nós vamos ter momentos que nós vamos estar bem e vamos ter momentos de dificuldades e a gente tem que tá eh eh eh preparado para enfrentar esses momentos de dificuldades né E e aí o o médico falou para ela né passou para ela uma mensagem de de de esperança enfim e aí quando entrou uma enfermeira no quarto eh ela comentou né acerca do médico que esteve lá e ela já tinha inclusive modificado completamente o padrão emocional mental dela E aí a enfermeira teria dito para ela olha eu estive aqui na na no corredor e eu fico aqui praticamente de frente pro pra sua porta e não teve médico nenhum aqui então ela ela acredita ter tido uma experiência com Deus né Eh passando né vivenciando aí esse esse diálogo então achei muito bacana muito interessante Então assim são são

não teve médico nenhum aqui então ela ela acredita ter tido uma experiência com Deus né Eh passando né vivenciando aí esse esse diálogo então achei muito bacana muito interessante Então assim são são histórias são vivências enfim que nos fazem refletir e vem para nos trazer novas perspectivas né Eduardo exatamente só mandar um abraço aqui O Marco o Marco deixou a mensagem né que ele é Cristiano deixando Boa noite a todos nós caro amigo Eduardo Obrigado pelo esclarecimento de hoje Obrigado Adriano fica com Deus Valeu demais Marco beijão para você beijão para Cristiane tá e nós estaremos juntos aí o Jardim do Cerrado aí no dia 28 28 de outubro nós estaremos juntos aí Eduardo então passo a bola para você novamente se tiver mais alguma consideração fique à vontade e a nossa prece de encerramento Tá certo não tem mais nenhuma consideração Vamos à prece né bom Então nesse instante vamos elevar ainda mais os nossos pensamentos em sintonia fina com as forças superiores do bem do amor rogando a Deus Amparo ão e apresentando os nossos agradecimentos à espiritualidade amiga Jesus nosso mestre pela oportunidade da noite pela troca de ideias de experiências reflexões que nos fortalecem na caminhada que geram sempre melhores condições para atendimento em nossos centros nas nossas instituições espíritas que possamos de nossa parte contribuir com a difusão do Espiritismo com a vivência do Evangelho partindo de cada um de nós e alcançando todos aqueles que nos circundam que sejamos A Carta Viva do evangelho e que tenhamos a consciência de que todos nós inclusive as pessoas com deficiência e toda essa diversidade que compõe a beleza da nossa sociedade somos filhos de Deus e devemos ter garantido nossas oportunidades ou a igualdade de oportunidades para o nosso Progresso o nosso aprendizado que a família humana se una cada vez mais e que o nosso Centro Espírita A nossa casa Espírita possa ser o reflexo dessa união e dessa Fraternidade conosco mestre amigo hoje e sempre que assim seja que assim seja graças a Deus

na cada vez mais e que o nosso Centro Espírita A nossa casa Espírita possa ser o reflexo dessa união e dessa Fraternidade conosco mestre amigo hoje e sempre que assim seja que assim seja graças a Deus pessoal então é isso obgado por conosco como eu te disse aí nós vamos combinar uma uma outra Live aí pro início do ano que vem pra gente voltar a falar do assunto que é um assunto importante e para que a gente consiga dar alguma contribuição aí né ao desenvolvimento do tema enfim eh e aí a gente vai vai conversando para para organizar isso direitinho pessoal como como dizem assim vamos vamos azeitar esse ess vamos Vamos ajeitar isso aí pessoal então é isso agradecendo a todos vocês que estiveram conosco Muito obrigado vocês que participaram aí através do chat vocês que estiveram nos acompanhando muito obrigado por estarem conosco no igese falando de espiritismo programa que vai ao ar aí toda segunda-feira né ao vivo toda segunda-feira às 21 horas e Jes fala de espiritismo mas acompanha aí toda a nossa programação eges Instituto goano de estudos espíritas realiza lives estudos praticamente todos os dias você vai ficar por dentro por meio dos nossos perfis nas redes sociais Instagram Facebook tá bom é isso aí beijos corações né até a próxima segunda-feira se Deus quiser Lembrando que todo esse trabalho é feito com muito amor com muito carinho para vocês por vocês beijos nos corações até a próxima segunda-feira tchau tchau tchau tchau

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