A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO VOLUNTÁRIO-Keila Faria Ferreira e Maria Tereza Carvalho [COMUNHÃO INSPIRA]
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Toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Senhor, estou aqui. para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda. >> Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos para mais um Comunhão Inspira. Aqueles que não me conhece ainda, eu sou Ricardo Honório, responsável por essa atividade mensal aqui da comunhão espírita. Lembrando que é um programa de entrevista, não é não é palestra, né? E o nosso programa tem essa característica de não só eu fazer as perguntas para os nossos convidados, mas o público se quiser também pode encaminhar. Nós temos ali uma voluntária de azul que ela está com papel e caneta. Se ela, se vocês quiserem fazer alguma pergunta, levanta a mão, ela vai até vocês e anota a questão. E aqueles que nos acompanham também pela TV e pela rádio comunhão, da mesma forma, se quiserem encaminhar alguma questão para as nossas convidadas, manda no chat e o Wagner estar ali apostos e trará a questão até as nossas convidadas. OK, Wagner, antes de trazer as nossas convidadas pro bate-papo, seja bem-vindo você também e você pode fazer a prece inicial, por favor. >> Sim. >> Obrigado a todos. Lembrando que do nosso programa, como disse o Ricardo, eh que possamos deixar os nossos celulares no modo silencioso ou desligado, aqueles que puderem, para que não tenhamos interferência no nosso programa, no nosso bate-papo. Convoco a todos a fecharem os olhos aqui presencialmente, o que nos escutam através dos nossos canais, sejam todos bem-vindos. para fazer a nossa prece, dizendo: "Pai amado, mestre Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, obrigados por mais uma vez estarmos aqui nessa casa de oração que temos como diretor espiritual, Dr. de Menezes, que possamos estar com os nossos corações e as nossas mentes prontas, que possamos sair daquilo um pouco melhor do que chegamos para esse tema hoje tão sugestivo de como ser um colaborador. Assim, mestre, pedimos permissão para
ossos corações e as nossas mentes prontas, que possamos sair daquilo um pouco melhor do que chegamos para esse tema hoje tão sugestivo de como ser um colaborador. Assim, mestre, pedimos permissão para dar início a mais um trabalho da noite de hoje desse comunhão espírita do dia 27 de setembro de 2025. dando graças a Deus e graças a a Jesus. Obrigado a todos. A palavra é sua, Ricardo. >> Obrigado, Wagner. Bom, o nosso comunhão inspira deste mês é sobre a importância do trabalho voluntário e as possibilidades de trabalho oferecidas pela comunhão espírita de Brasília. E para falar sobre o tema, nós temos a Maria Teresa. Seja bem-vinda, Teresa. E a Keila Ferreira. A Maria Teresa, ela é diretora de promoção social aqui da comunhão espírita e a Keila é responsável pelos grupos de acompanhamento às famílias. Então são pessoas que conhecem bastante da atividade assistencial da comunhão e vai poder nos trazer eh muitas informações. Sejam bem-vindas. >> Obrigada. Obrigada. Boa noite a todos. >> Bom, eu gostaria de começar o nosso bate-papo. Teresa e Keila. pedindo para vocês comentar sobre a importância e os benefícios do trabalho voluntário, tanto para quem recebe quanto para quem oferece o serviço. Qual a importância e quais os benefícios que nós podemos identificar tanto para quem dá como para quem recebe, quem quer começar? Boa noite a todos. É muito bom estar aqui com vocês, com os internautas. Bem, ser voluntário é um privilégio, diz Emanuel, muitos benefícios a gente adquire no trabalho voluntário. O primeiro de se renovar espiritualmente, de acender a escala evolutiva. Eh, existe, né, até a ciência, né, já comprova que ajudar o outro, você libera aquela substância, citocina, né? Então, é um prazer, é de uma eh gratificação que não tem tamanho e quem recebe também não é diferente, né? >> Claro. Por favor, já ia pedir a sua participação também aqui nessa resposta. É para nós, né, que vamos, os voluntários que que vamos a muitas vezes à casa das famílias e que participamos
rente, né? >> Claro. Por favor, já ia pedir a sua participação também aqui nessa resposta. É para nós, né, que vamos, os voluntários que que vamos a muitas vezes à casa das famílias e que participamos dos trabalhos assistenciais, é o que a Teresa disse, é faz parte da nossa reforma íntima. Ninguém faz a reforma íntima sozinho, né? É no encontro com o outro que a gente se reconhece, que a gente conhece. Então, a gente vê que nossas dores e os nossos sentimentos são iguais independente da posição que a gente está. E para quem recebe, né, as pessoas que recebem ajuda da casa, eu acho que a parte mais importante é ser visto. as pessoas que estão em vulnerabilidade social, né, e que chegam aqui pedindo ajuda, elas já estão fragilizadas, muitas vezes se sentindo humilhadas, se sentindo invisibilizadas, ninguém mais vê, muitas vezes toda família e essa família eh como aquela tia nossa, né, eu brinco assim, quem não tem uma tia, uma mãe, uma avó, um pai que tá sempre contando a mesma história e você tá ouvindo há 20, 30 anos. Então, a pessoa chega perto de você e você já não quer mais ouvir. Essas pessoas muitas vezes estão longe da família e quando encontra no outro que foi ajudar, ela encontra o ser igual que vai ouvi-la pela primeira vez. Então, aquela história nova, a gente ouve, eu acho que um dos maiores benefícios é isso, é a pessoa ser vista, ser ouvida e o encontro entre as pessoas, tanto para quem dá quanto para quem recebe. Mas vocês me segurem, por favor, porque eu falo muito. >> Não, mas eu eu gosto. Não não se preocupe com isso. E quem oferece tem a oportunidade, né, de ser um bom samaritano, né, de caminhar para ser um bom samaritano, porque a parábola do bom samaritano é a parábola do trabalho da assistência e promoção social. >> É, exatamente, Teresa, eh, eh, Keila, você falou uma coisa no seu comentário que talvez nem sempre a gente perceba. E quando a gente fala de assistência social, de atender aos mais necessitados, aos mais carentes, eh é muito comum a gente pensar na
uma coisa no seu comentário que talvez nem sempre a gente perceba. E quando a gente fala de assistência social, de atender aos mais necessitados, aos mais carentes, eh é muito comum a gente pensar na assistência material, né, de levar uma comida, uma roupa, um calçado, um banho, né? Eu não sei se vocês vão falar da estrutura que a gente tem aqui eh eh para os as pessoas que estão em situação de rua, mas você falou uma coisa que é extremamente importante, talvez mais importante do que tudo isso, que é a atenção que se dá para essas pessoas que por serem invisibilizadas estão também momentaneamente sem a condição de falar, porque falar Falar das dores pressupõe alguém para ouvir. Se não tiver alguém para ouvir, como é que eu vou falar das minhas dores? E eu acredito que dentro da diretoria de assistência social e também contemple essa função de ouvir, não é? Ou não? >> Em todos os trabalhos, né, Maria Teresa? Em todos os trabalhos eh é contemplada a função de ouvir e é na escuta que a gente aprende, né? E eles também nos escutam, né? Já é uma troca, gente. Não pense que o trabalho voluntário é você lá, vai lá doar seu tempo, não. É uma troca. É, os nossos voluntários são orientados quando olhar pro outro, vê a ele, nele um ser imortal, né? O espírito imortal. Aquele espírito que contempla, né? está contemplado com várias reencarnações, com muitas descidas, com muitas subidas na sua evolução e e também contemplar, né, eh, o espírito como um ser emocional, espiritual e também material, né? Porque estão encarnados. Então, as necessidades são diversas. As necessidade vai desde a a básica da de sustento, do seu próprio sustento, da sua própria sobrevivência, né, desde a emocional e a espiritual, que é muito questionado, porque nós temos uma lei hoje que trata dos trabalhos sociais, né, que é Aloas, Lei Orgânica de Assistência Social. Ela só contempla, né, o os aspectos materiais do indivíduo, né, e é proibido você falar de religião, né, porque o estado é laico, mas nós não recebemos recurso público.
Orgânica de Assistência Social. Ela só contempla, né, o os aspectos materiais do indivíduo, né, e é proibido você falar de religião, né, porque o estado é laico, mas nós não recebemos recurso público. Nós também, por uma questão de ética, evitamos falar de reencarnação, de Mas não tem como a cultura da paz, né, que a gente chama de valores espirituais, que é perdão, né, que é a fraternidade, a espiritualidade, a gente leva. É, é, e é interessante, Teresa, você ter tocado nesse assunto, porque eu tinha pensado duas coisas, eh, nesse sentido de que o atendimento social, de que o acompanhamento social, ele vai além do material e que a escuta é um fator importante, preponderante no na ajuda a quem tá necessitado. Nós podemos fazer isso em qualquer lugar, a princípio, né? É claro que aqui e numa instituição como a nossa, você tem toda uma estrutura que te respalda esse trabalho, mas nada impede que onde quer que a gente esteja, nós possamos eh dar essa assistência, né? eh para quem precise. E a questão da religião, um ponto também interessante, porque a gente pode falar de religiosidade sem falar de religião, >> espiritualidade, né? >> A gente pode falar de espiritualidade e sem falar de espíritos encarnando ou desencarnando, né? E, e é bom lembrar e me corrija se eu estiver errado, eh, na função social da casa espírita não está contemplada a a divulgação doutrinária, mas o a ajuda a quem precisa, independente da religião que se processe. Estou certo ou não? Está certíssimo. Tanto é que a maioria das nossas famílias, do público que a gente atende são evangélicos, né? A maioria, né? >> Ótimo. Começamos bem o nosso bate-papo. O trabalho voluntário, ele é importante para a disseminação dos princípios espíritas, apesar de tudo isso que a gente acabou de dizer. Nós conseguimos plantar uma sementinha eh do espiritismo nessas pessoas, nessas famílias? O >> voluntário é o semeador, né? Tem até a parábola do semeador, né? Semeador saiu para semear ao longo e semeou ao longo do caminho,
uma sementinha eh do espiritismo nessas pessoas, nessas famílias? O >> voluntário é o semeador, né? Tem até a parábola do semeador, né? Semeador saiu para semear ao longo e semeou ao longo do caminho, depois em terra. eh, cheio de pedras, né, pedregosos. Depois, eh, em espinho, né, semeou no na em terra de espinho, que abafou, né, e depois em terreno fértil, né? Então eu acredito que nós aqui da comunhão, os voluntários, a maioria dos nossos trabalhos são externos, não acontece aqui na casa, com exceção de alguns. Então, eu lembro muito dos cristãos de antigamente, os primitivo, eles saíam semeando. Jesus foi assim jogando a semente. Agora, qual terreno que a semente vai cair? Isso não depende do semeador, depende do da pessoa que recebe, né? >> Ótimo. Quer acrescentar alguma coisa? Eu quero acrescentar porque eu gosto de contar histórias. Eu acho que ilustra muito bem, né? Eh, como eu represento aqui a divisão de famílias, nós já adiantando um pouco, nós temos uma frente de trabalho que atende famílias de maneira integral, com visitas mensais, tentando promover aquela família, não só materialmente, mas em todas as áreas, né? Educação, assistência social, geração de renda. Depois eu falo um pouco mais sobre isso, mas nesse trabalho a gente vai, a maioria são evangélicos, a gente entra dentro da casa daquela pessoa, finaliza depois de uma longa conversa fraterna, um projeto de trabalho para aquela família feita junto com ela, né? Como que ela vai promover, vai melhorar a casa, como ela vai melhorar a renda. E ali dentro, naquela conversa, você vai descobrindo dores e problemas daquela família. a gente sai de uma bolha muito grande, por exemplo, a história que eu vou contar eh não não fere a privacidade, né? Porque são tantas histórias iguais. É uma mãe que tinha um filho com muitos problemas, um filho muito inteligente, passou em faculdade pública, mas que tinha delírios, ouviam vozes e era caso psiquiátrico. A gente ajudou ele com parceiros. Nós temos parceiros na área
m muitos problemas, um filho muito inteligente, passou em faculdade pública, mas que tinha delírios, ouviam vozes e era caso psiquiátrico. A gente ajudou ele com parceiros. Nós temos parceiros na área médica. Se algum médico tiver nos ouvindo, quiser ajudar algum psiquiatra, psicólogo, aceitamos eh voluntários que possam doar o seu tempo, consultas médicas fazendo a nossa propaganda. Então você pode, por exemplo, nós temos eh psicólogos que doam eh um paciente por vez até aquele paciente receber alta ou desistir aquela vaga daquele paciente. Então, a gente ajudou com psiquiatra, voltando à história dessa pessoa, com psicólogo conveniado, e ela foi simpatizando com os voluntários e nas nossas atitudes ali dentro, com as nossas falas, fala de perdão, de amor, de entender o filho, de não se revoltar, né, que são princípios que estão dentro da doutrina espírita e do cristianismo. Ela se interessou em frequentar a casa. Então nós divulgamos para ela um grupo que tem aqui de apoio a familiares que têm pessoas com vício em drogas, né? Eh, eu não me lembro. Dependência química. Obrigada, Teresa. Então, eh nós divulgamos para ela esse grupo que funciona aqui uma vez por semana, ela passou a frequentar e ela melhorou tanto a codependência, né, o quanto ela sofria com a dependência do filho, que hoje ela é uma frequentadora da casa e trabalhadora da casa, sabe? Então assim, eu acho que nada responde melhor essa pergunta do que exemplos como esse que a gente já teve vários. Ninguém convidou ela para ser espírita e ninguém disse que o espiritismo é o caminho, né? Ninguém ficou lendo para ela o Evangelho Segundo o Espiritismo. Foi mesmo com a nossa eh com nossas conversas, com o nosso exemplo. >> Eh, o outro dia nós somos encarregados de dar a aula número seis do ESD 2A. E um dia dando essa aula online, né, no meio de 100 alunos, uma voluntária deu um, uma aluna deu a deu um depoimento, né? Eu sou assistida da casa, né? E eu aprendo e falou, né, dos benefícios que ela recebe e por isso ela
la online, né, no meio de 100 alunos, uma voluntária deu um, uma aluna deu a deu um depoimento, né? Eu sou assistida da casa, né? E eu aprendo e falou, né, dos benefícios que ela recebe e por isso ela estava fazendo ESD. Então é muito bom assim, >> é interessante. É como a falou, você gosta de contar histórias e eu não fico muito atrás. Eh, já tem um tempo, eh, chegou para mim um caso também de um jovem que estava com envolvimento com entorpescentes eh mais de ano isso. E ele me pediu ajuda e eu digo: "Ó, vamos lá paraa comunhão". E encaminhei para aquele grupo, né? Na verdade, ele funciona segunda, as segundas e quartas-feiras. E ele foi a a primeira vez, a segunda, a terceira. Na quarta semana ele me disse uma coisa que me marcou e ele era agnóstico até então, não tinha religião, não tinha nada. Eh, vivia deixando a vida me levar, né? E depois dessas quatro semanas sendo assistido, sendo acompanhado, ele disse uma frase marcante. Ele disse assim: "Como é que eu consegui viver até hoje sem conhecer isso aqui?" E hoje ele frequenta outra casa espírita, não frequenta comunhão, mas está envolvido com os estudos espíritas. Então, essa pergunta e principalmente a resposta que vocês deram é importante pra gente pra gente saber que a divulgação espírita nem sempre ela se faz falando de espiritismo, porque espiritismo é um rótulo assim como qualquer outra religião. O que deve marcar mesmo esse rótulo são as atitudes, são os comportamentos que nós temos na família, na sociedade. Isso é o que vai definir o o o aceitamento ou a aceitação dos valores espíritas. E por que que eu tô fazendo esse comentário aqui? É para dizer que não é só no departamento de assistência social que nós poderemos fazer essas assistências. Qualquer um de nós, no meio onde nós estamos inseridos, poderemos ser assistentes sociais para aquelas pessoas que estão precisando e se não diretamente dando sustentação àquela pessoa, mas dando uma orientação. Qual foi o meu trabalho no com relação a esse exemplo que eu falei? trazer paraa
ra aquelas pessoas que estão precisando e se não diretamente dando sustentação àquela pessoa, mas dando uma orientação. Qual foi o meu trabalho no com relação a esse exemplo que eu falei? trazer paraa comunhão. Só isso. Essas pessoas nem sempre têm essa essas informações. Se você tem a informação, traz para cá. Já cumpriu a sua missão de encaminhar aquela alma encarnada, além dos desencarnados que acompanham aquele irmão, aquela irmã também. Meninas, outra pergunta para vocês. O o serviço de assistência social dentro do movimento espírita tem uma patrona, não tem? >> Alta de Souza, né? >> Alta de Souza. >> Muitas casas. >> Potiguá. Ela era Potiguá, né? Do Rio Grande do Norte. Vocês querem falar um pouco sobre Alta de Souza? >> Rio Grande. >> Podemos falar sim, >> por favor. É uma honra falar desse espírito de scol, né? Ata de Souza, ela era, nasceu em Macaíba, Rio Grande do Norte, me parece que 184. Ela morreu, desencarnou com 24 anos e ela teve uma vida de muito sofrimento, orfandade, né, com 4 anos, mais ou menos na infância, foi criada pela avó, viu o irmão que ela mais tinha afinidade, morrer incendiado, né? naquela época era um lampião, né? Caiu e sobre o irmão e ele foi, né? Morreu incendiado. E ela também na teve aquela doença tuberculose, né? E teve um noivo, né? que ela teve que por orientação da família, ela teve que deixar o noivo por causa da doença, mas ela era de família eh de classe média, né, que a gente chama hoje em dia. Ela teve a oportunidade de estudar nos melhores colégios. Ela teve contato com muitos livros, né? E ela gostava de ler. Era muito religiosa, né? Era chamada a poetisa mística, né? Da época, validada na época por Olávio Bilac, que prefaciou o primeiro livro dela, né? Orto. Era Dálias, depois o orto. E ela, os poemas dela, era uma conversa com Jesus. Ela transformava aquelas dores em poema e conversava com Jesus. falava do sofrimento, do sofrimento das pessoas em seu redor. Falava de esperança, de fé. Eh, depois de desencarnada, ela deu algumas mensagens. Parece que
uelas dores em poema e conversava com Jesus. falava do sofrimento, do sofrimento das pessoas em seu redor. Falava de esperança, de fé. Eh, depois de desencarnada, ela deu algumas mensagens. Parece que ela ditou dois poemas ao Chico, né, que foi incluído no Parnoo de Alé túmulo. E depois ela passou a ser vista nos trabalhos de assistência às pessoas. Então, principalmente incentivando, né? Antigamente tinha aquela campanha do quilo, né, que você batia de porta em porta, pedia 1 kg de alimento e deixava uma mensagem. Depois se tornou a campanha Alta de Souza. Nós aqui fazemos ainda na nas casas aqui da W3 e ela era sempre vista. Começou em Mato Grosso esse movimento, né? depois São Paulo. E aí a pessoa, né, que organizava esse movimento, foi conversar com o Chico. Aí o Chico falou assim: "Ah, eu sempre vejo uma pessoa, uma jovem, ah, é Alta de Souza, né? E ela tava sempre. Aí um dia também uma pessoa tinha um trabalho eh mediúnico e e vi uma jovem sempre levando espíritos, né, necessitados para aquela reunião mediúnica, para ser para serem tratados. E ela foi falar com o Chico. Chico falou assim: "É alta de Souza, né? E a Alta de Souza passou a ser a mentora, né, da assistência. Divaldo até conta, né, uma história que a gente ri muito. Ele disse que a primeira criança que deixaram na porta de uma da mansão do caminho, né, ele pegou, foi registrar essa criança, porque naquela época não tinha todos esses trâmites que a gente tem hoje. Ele foi visitar, foi pro cartório registrar e o a pessoa lá do cartório falou assim: "Qual o nome? Qual o nome do pai?" Ele falou assim: "Divaldo Pereira Franco e da mãe". Não tem mãe. Aí falou assim: "Mas como não tem mãe? Eu já vi uma criança, né? Não tem um pai nomeado, né? Mas uma mãe nunca vi, né? E ele ficou embaraçado, né? que que ele ia fazer. Não, mas não tem mãe. Aí a alta aparece para ele, fala assim: "Olha, eu sou alta de Souza, estou desencarnada, pode falar que eu sou a mãe, né?" E aí Divaldo falou, né? Não, a mãe é Alta de Souza.
er. Não, mas não tem mãe. Aí a alta aparece para ele, fala assim: "Olha, eu sou alta de Souza, estou desencarnada, pode falar que eu sou a mãe, né?" E aí Divaldo falou, né? Não, a mãe é Alta de Souza. Aí o o rapaz do cartório, né? Lá, o escrivão, ah, lembrou, né? Depois com 8 meses, né, colocaram outro outra criança na porta do caminho, ele voltou lá. Aí ele não teve dúvidas, né, altas suas, mas já o cara do Mas não tem nem ve meses, né? Não é que nasceu prematuro. Então ele ele brinca e fala assim: "Eu tive dois filhos com Alta de Souza, né? Então, a de Souza, ela é uma mentora muito querida, né? Uma poetisa, eh, um espírito de scol. E olha, gente, para sintonizar com esse espírito, a gente tem que estar com uma frequência bem elevada. Ótimo. Agora já conhecemos um pouco sobre Alta de Souza. Meninas, como é que se dá a participação do dos voluntários nas atividades assistenciais? Eu eu quero dizer eh como é que eles são empregados. Eh, o voluntário que chega querendo trabalhar, eles vão fazer o quê? Quais são as atividades que vocês orientam para que eles façam? >> O voluntário, ele chega aqui numa casa azul ao lado aqui do salão, nessa saída lateral na central de voluntários. Lá tem uma lista de trabalhos. Eh, dentro dessa lista você vai ver o que que mais se identifica. Nós temos trabalhos desde a visita a Lar de idosos ou a instituições de acolhimento de crianças, né? Eh, são três lares de idosos, algumas instituições de acolhimento de criança, nós temos visita penitenciária. Eh, o voluntário ele vai tanto pela eh intuição, pela vontade que ele se identifica e também pelos horários, né? Porque cada trabalho é realizado em um dia e um horário, depende da disponibilidade dele também. Eh, nós temos dentro da casa diversas frentes. Vou falar uma uma das frentes que é que eu represento, que é a das famílias. Nós só no ano passado atendemos 350 famílias. Esse >> 364. Arredondei porque eu não lembrava o número. 364 famílias. Eh, são visitas domiciliares. No mínimo, cada família
esento, que é a das famílias. Nós só no ano passado atendemos 350 famílias. Esse >> 364. Arredondei porque eu não lembrava o número. 364 famílias. Eh, são visitas domiciliares. No mínimo, cada família foi visitada seis vezes. É uma visita mensal. Então vocês multipliquem aí, né? 6 x 364. Eu não sei fazer essa conta, mas é um número grande. Essa essa família ela recebe assistência material, a gente leva o alimento, uma cesta grande de alimentos, eh material de higiene, material de limpeza. E ali através da do bem material que a gente doa, ninguém com fome vai procurar emprego. Ninguém preocupado com o leite do filho consegue pensar em voltar a estudar, né? Ninguém que a sua casa está caindo na cabeça ou que mora num barraco que chove e a enchurrada entra, consegue se desenvolver material, pessoal, emocionalmente tá abalado. Então a gente fala que o bem material que a gente leva primeiro é a chave para abrir a porta daquela casa. Aquela família veio aqui e se cadastrou. Acho que fugiu um pouco da pergunta, mas era isso mesmo, né? Quase os trabalhos tem. E a gente através desse, ela vem aqui buscando o auxílio material e a gente vai levar além do auxílio material, a conversa que eu já falei e a gente procura desenvolver na área da saúde, na área da habitação, porque tem mãe que quer trabalhar fora, eh, mas ela não pode deixar sua casa sozinha, mesmo que ela arrume a vaga na creche, porque é um barraco de madeirite, gente, que qualquer um entra. Então, se ela deixa o barraco sozinho, outra pessoa ocupou aquele barraco ou levou seu botijão de gás, seu fogão e ela arrumou um problema maior do que o desemprego, porque não tem nem onde cozinhar, por exemplo. Isso aconteceu já várias vezes. Então, o que que a gente faz na na parte de habitação? a gente promove pequenas melhorias desde trocar uma fiação que tá ali e em curto circuito a trocar um telhado que quando você vê as paredes estão todas mofadas, a criança tá com crises eh de de rinite, de alergia, de asma e reincidente, não
trocar uma fiação que tá ali e em curto circuito a trocar um telhado que quando você vê as paredes estão todas mofadas, a criança tá com crises eh de de rinite, de alergia, de asma e reincidente, não cura, você vai ver, é um ambiente que ela vive. Então, uma troca de telhado muitas vezes é a cura de uma doença, de uma criança que já vem há muito tempo com aquele problema respiratório. A gente também constrói, tá na Maderite ali, se é um lugar que é passível de regularização e que ela tem mesmo a posse ilegal do lote, nós temos um programa doando oportunidade em que o voluntário ele não quer trabalhar, ele não quer fazer visita, mas ele quer apadrinhar um projeto. Então ele vai constrói, eh doa material para que a gente possa construir um quarto, um cômodo e um quarto. Muitas vezes o casal, gente, dorme todos no mesmo cômodo, as crianças no mesmo cômodo do casal, né? E isso é prejudicial para as crianças. Então, só de você construir uma casa com dois quartos e um cômodo ali que funciona como sala e cozinha, você mudou a vida daquela família. A família muda até a postura corporal. É lindo de você ver. Às vezes a pessoa tá aqui cabes baixa, não tá acreditando nela. Autoestima das da pessoa que vem buscar ajuda, ela tá sem autoestima porque ela teve que vir pedir. E é difícil pedir, né? Eu não sei vocês, mas eu tenho muita dificuldade de pedir ainda. Eu orgulho, né? ainda tem muito que evoluir. Então eu imagino quanto difícil é vir bater pedir uma cesta aqui e a gente leva essa cesta, leva fralda descartável, troca roupa, a família tá sem roupa, a gente leva roupa para todo mundo. Então quem doua aqui no nosso almãoxerifado, por exemplo, roupa, um fogão usado, uma geladeira, todos esses vão pra família. É como uma mágica. A gente tem tudo num sistema e a gente fala roupa para menino de 7 anos, sapato para menino de tal idade, a gente chega com roupa, com filtro, mobiliário que é entregue. Eh, nós levamos um contador de histórias, tá? Se você se identifica com criança, não precisa ter experiência,
para menino de tal idade, a gente chega com roupa, com filtro, mobiliário que é entregue. Eh, nós levamos um contador de histórias, tá? Se você se identifica com criança, não precisa ter experiência, você pode ser um contador de história. Quando a gente chega dentro da casa dessa família, a mãe vai contar de um pai que tá preso, vai contar de problemas com drogas, vai contar de assassinato. E aquele contador de história, ele leva aquela criança para um canto, forra ali um tapete e conta a história. tira a criança daquele ambiente difícil e deixa uma bolsa canguru com livros para aquela criança ler durante o mês. No mês seguinte troca-se por livros novos. E nisso nós incentivamos a leitura. Tem histórias lindas de crianças que que nunca ninguém leu para elas. Eh, e essas aí acompanha desenvolvimento escolar. Vou fazer uma parte aqui nas famílias para contar uma história bem legal que eu acho muito lindo em relação ao espiritismo, às outras religiões e o cristianismo se unindo independente de rótulos. Dentro dessa eh biblioteca canguru, um leitor chegou eh um leitor, né, de história para crianças chegou eh falou: "Queila, tem uma menina de 12 anos que a gente lia para ela e as irmãs e ela não sabe ler e escrever nada. E aquilo me chocou. E eu fui procurar eh reforço escolar na cidade do Recanto das EMA. Não encontrei reforço escolar. Depois eu descobri alguns lá, mas não era focado para ler e escrever, né? e fui conversar com colegas, com pessoas do IPIA, fui pesquisar e a gente descobriu um problema crônico, mesmo assim depois da pandemia, não sei se isso acontecia antes, as crianças estão passando até o sexto ano sem saberem ler e escrever muitas crianças. Então eu batendo de porta em porta para descobrir um reforço para essa criança, bati na porta de uma instituição grande lá do recanto e o rapaz falou: "Ah, não tenho não, mas se você quiser montar aqui, eu te cedo à salas". Só que aqui é de um pastor, é uma ONG >> evangélica. Então é um lote com a ONG e um lote com a igreja, uma ONG
e o rapaz falou: "Ah, não tenho não, mas se você quiser montar aqui, eu te cedo à salas". Só que aqui é de um pastor, é uma ONG >> evangélica. Então é um lote com a ONG e um lote com a igreja, uma ONG evangélica. E aí conversou com o pastor, o pastor cedeu as salas. Nós fizemos um termo de cooperação, de parceria entre a comunhão e a ONG. nos unimos dentro de uma favela, eles têm uma estrutura boa, nós melhoramos a estrutura, os voluntários saem daqui do plano piloto e vão dar aula para crianças entre 8 e 14 anos para aprender a ler e escrever. E esse projeto vai começar agora na estrutural. Quem tiver interesse no recanto é terças e quintas e na estrutural será quartas e sextas à tarde. Não precisa ter experiência em alfabetização. Nós temos voluntários que ajudam, ensinam o método e esse projeto vai além disso. Crianças em em vulnerabilidade social, gente, elas comprovadamente têm eh o seu desenvolvimento cerebral prejudicado. Por quê? porque estão dentro de um ambiente violento. Muitas vezes nessa favela que a gente está. É um ambiente muito violento. Antes ninguém entrava lá, nem carro de polícia, agora já está melhor. Mas ela tem, né, ela vive ambiente violento, privações. Eh, você concorda que às vezes você lê a noite pro seu filho, aquela mãe, ela tá passando por tanta coisa, por tanta dificuldade e muitas vezes ela analfabeta, ela nunca leu pro filho dela. Então, a gente vai além da alfabetização. A gente criou um projeto muito bonito lá. em que a gente vai trabalhar regulação emocional nessas crianças, respiração e resgatar autoestima, porque a criança ela nasce, nós nascemos com autoestima íntegra, né? E vamos perdendo ao longo do caminho. Então a gente, além de tudo, a gente trabalha muita emoção e regulação emocional com essas crianças. É lindo. Eu convido vocês para trabalhar nas famílias na eh nesse projeto e como eu disse, os profissionais, né? engenheiro, arquiteto para nos ajudar com as obras, eh, os médicos, profissionais de saúde. Que mais, Teresa? Me ajuda.
rabalhar nas famílias na eh nesse projeto e como eu disse, os profissionais, né? engenheiro, arquiteto para nos ajudar com as obras, eh, os médicos, profissionais de saúde. Que mais, Teresa? Me ajuda. >> Advogados pra cidadania. >> Pra cidadania. A gente faz um trabalho muito bonito em rede. Começamos agora em Planaltina, junto com o Tribunal de Justiça. Vamos assinar o termo de parceria, tá, diretora? Contando, eh, >> primeira infância, né? eh da primeira infância, a vara da infância e a vara criminal eh encaminham pra gente principalmente eh famílias onde tem crianças na primeira infância vítimas do feminicídio. Nós vamos acompanhar essas famílias, como nós acompanhamos todas as outras que vêm aqui, mas em rede, junto com juiz, junto com promotor, junto com Cras, junto com Creias. E tem uma coisa muito bonita que eu vou falar se ele tiver ouvindo ou ouve eh em qualquer momento assistir o programa. Ele conta para todo mundo que o gerente do CRAS de Planaltina foi há muitos anos assistido pela divisão de assistência família da comunhão. Nós trocamos o telhado da casa da avô dele e demos toda a assistência. Então ele tomou gosto pelo estudo, tava numa situação vulnerável e hoje é um servidor público. Então são histórias lindas. Eu tenho história aqui para mais de metro, viu, gente? >> Então a gente vê a diferença, né? eh, do assistencialismo, que você cria uma dependência que só você doa e não se preocupa em promover, né, a pessoa. Nós aqui, eh, nos preocupamos em tirar a pessoa de um patamar e elevá-la para outro patamar, né? Então, e não cria dependência porque é transitório, né? Nós atendemos de seis a um ano, de 6 meses a um ano, né? Posso falar da geração de renda? Um dos pilares do nosso atendimento, posso não nem resposta, né? Desculpa. Um dos pilares do atendimento das famílias é geração de renda. Então, é lindo porque vem eh o desemprego transgeracional, porque ninguém é viu, quando você cresce, você vê seu pai trabalhando, sua mãe trabalhando, sua tia ou sua avó que
mílias é geração de renda. Então, é lindo porque vem eh o desemprego transgeracional, porque ninguém é viu, quando você cresce, você vê seu pai trabalhando, sua mãe trabalhando, sua tia ou sua avó que te criou, a pessoa que te criou saindo para trabalhar. Muitas das nossas famílias vem a duas, três gerações só do assistencialismo, pegando cesta básica, às vezes ajuda do governo, às vezes ajuda da população mesmo. e nunca vi ninguém saindo para trabalhar. Quando você consegue encaminhar uma pessoa na geração de renda e profissionalizar aquela pessoa, você quebra eh essa dependência do assistencialismo de de toda a família, né? Se um sai, todos vão atrás. Então tem a gente tem a geração de renda. O que que é isso? Nós promovemos pequenos negócios e a gente fala: "Qual o seu sonho?" Às vezes o sonho dela parece tão grande para ela e e é tão fácil ser realizado quando é em grupo, né? Eh, montar um salão. Eu tenho um sonho de montar um salão. Já sei fazer unha, mas eu quero aprender a fazer o cabelo. O custo é muito caro. Aí a comunhão vai lá, busca profissionais para dar curso aqui dentro. Se não acha, a gente paga lá fora, né? com o dinheiro das doações. Nós trabalhamos sempre com eh verba das doações de vocês, dos associados. A gente paga aquele curso, monta um salão para ela, ela passa antes por um curso de empreendedorismo para aprender como eh entrada e saída de dinheiro, quanto ela pode tirar dali, como ela compra material. Nós acabamos de ter um agora. Tivemos um de manicure com empreendedorismo junto e agora um de empreendedorismo que tinha desde um rapaz que quer aprender serviço de jardinagem, a gente compra todo o material, uma mulher que tá fazendo jantinhas, aí eh eh a gente compra material para ela também, fogão, monta cozinha industrial, semiindustrial e isso promove eh o trabalho, é um exemplo para as crianças. A gente eh paga cursos, por exemplo, como técnico de enfermagem. Quer contar da técnica de enfermagem? Nosso tempo tá acabando, né? Não. Eh, um
so promove eh o trabalho, é um exemplo para as crianças. A gente eh paga cursos, por exemplo, como técnico de enfermagem. Quer contar da técnica de enfermagem? Nosso tempo tá acabando, né? Não. Eh, um curso técnico de enfermagem é um curso caro para quem não ganha nada, para quem tá desempregado. Então, é muito caro, é impossível. Ela demonstrou esse sonho, uma moça que mora na vila do Boa, a gente pode falar porque ela já até apareceu em algumas ações nossas. E é uma invasão, Vila do Bom, em São Sebastião. Ela tinha esse sonho. No doando oportunidades, a gente conseguiu pagar para ela esse curso. A gente acompanha ela durante o curso por 3 anos. Aí a gente acompanha durante os 3 anos, nota se tá indo, frequência, tudo. Ela se formou, arrumou emprego que é técnico de enfermagem, tem parece que tem uma área muito boa, né, de trabalho. Se formou, comprou o apartamento em Valparaíso, né? Não me corrija. É, >> ela mora em Valparaíso, >> num apartamento. Eu acho que é de Minha Casa, Minha Vida, que ela comprou. E e depois disso, as pessoas daquela família que viviam na invasão começaram a acreditar que era possível estudar e que era possível trabalhar. Então assim, você imagina o que essa geração de renda promove de transformação social, sabe? E são coisas muito simples que em grupo a gente consegue fazer. Teve uma família também que tinha uma moça, sonho dela era fazer um curso de direito superior, muito inteligente. E aí nós pagamos o curso de direito para ela. Ela passou em primeiro lugar na OAB, terminou, né, o o curso já empregada, né, e quebrou aquele ciclo vicioso da família, porque os irmãos também seguiram os passos dela, né, e a mãe que fazia, né, eh, diária, vivia de diária, né, ficou feliz da vida, né, arrumou a família como um todo. Então nós trabalhamos tipo seis pilares, né, os voluntários, que é cidadania, habitação, educação, saúde, geração de renda e espiritualidade, né? Então a gente busca promover as famílias nesses seis aspectos. Gente, olha, eu confesso que eu estou
s voluntários, que é cidadania, habitação, educação, saúde, geração de renda e espiritualidade, né? Então a gente busca promover as famílias nesses seis aspectos. Gente, olha, eu confesso que eu estou surpreso. Eu eu não tinha ideia da profundidade, digamos assim, né, da do do de até que ponto a a assistência social da comunhão ia. Por isso que eu fiquei aqui quietinho, ouvindo a história, as histórias da Keila e e são importantes para estimular. Eu acredito que nem todos aqui sabiam dessa forma de trabalhar da comunhão espírita. e também daqueles que nos acompanham e que nos verão posteriormente no YouTube, perceberem, verem como é o trabalho de vocês, os resultados que tem dado e o que a gente pode fazer ainda daqui paraa frente em termos de ajuda às pessoas nesses seis pilares que a Teresa acabou de citar. Mas a comunhão espírita de Brasília, ela não é só assistência social, né? Nós temos outros departamentos, temos outras ah atividades. Queria que vocês comentassem um pouco sobre até que ponto o o esse trabalho da DPS favorece a integração das diretorias ou não integra, ou vocês trabalham isoladamente das outras, cada um na sua? fala um pouco disso. >> Olha, essa é uma cultura que a gente tá mudando, né? Eh, começou com a DAI, né? No período que a Germana era diretora, ela criou um projeto Obreiros do Bem. >> A a DAI é a diretoria >> de assistência espiritual. >> De assistência espiritual, tá? >> É obreiros do bem. em que todos os médios, né, que é considerado trabalhadores também, teriam que fazer um trabalho social. Mas o que a gente percebe que os médiuns fazem o trabalho dele, mas fazem o seu trabalho iniciativa particular, né, não fortalecendo o trabalho da casa. Então, a gente começou a mudar isso com um projeto que chama mãos estendidas. que acontece aqui na casa que é assistência a moradores em situação de rua. São várias diretorias, né, junto com a DPS. Então, nós temos, nós atendemos todas as sextas-feiras 40 moradores em eh 40 pessoas em situação de rua, que
e é assistência a moradores em situação de rua. São várias diretorias, né, junto com a DPS. Então, nós temos, nós atendemos todas as sextas-feiras 40 moradores em eh 40 pessoas em situação de rua, que é o termo correto, é pessoas, né? Eh, em situação de rua e realizamos um trabalho integrado, né? Além do banho, né, da do de receber os kits de higiene, né, da gente lavar a roupa, as roupas deles, né, tem, ficam à disposição deles. serviço de Passe, que é da diretoria de assistência espiritual, dois grupos funcionando eh alternadamente também da diretoria de assistência espiritual de desobsessão, né, para dar um suporte pro trabalho. Temos o atendente fraterno, que é da diretoria de orientação, né, ADAL, né, de assistência e orientação. Temos junto conosco, né, além do atendimento fraterno, temos a AM, que trabalha também com a orientação psicológica e a psicossocial e orientação médica. A a AM é eh Associação Médico Espírita >> Médico do Espírita do Distrito Federal. >> Tem a Nacional e tem a do Distrito Federal. >> É do Distrito Federal e trabalho integrado. Então é um trabalho muito bonito onde, né, onde nós nos unimos, né, e fazemos o trabalho com muita alegria, né? Os voluntários são 100 voluntários. A gente não tem onde colocar mais voluntários, né? A gente nem tem vaga mais, né? Mas é um trabalho muito bonito, com uma integração. Eu acho que devia continuar assim, ter mais trabalhos nesse sentido, porque fortalece aquele trabalho, né? ao invés de iniciativas particulares ou departamental, né? Em vez da gente ficar criando um outro, vamos fortalecer aquilo que a casa tem, né? É muito importante. >> Nas famílias nós temos um grupo mediúnico de desobsessão, então que trabalha paraas nossas famílias, né? Então, se aquela família ela tem eh quer quer ter um problema que ela acha que é espiritual, ela encaminha o nome pra gente e a gente encaminha para esse grupo que trabalha para essa família. Mas é um exemplo também >> a distância. >> A distância. >> É, então, >> mas eh você falou que tem 100
ela encaminha o nome pra gente e a gente encaminha para esse grupo que trabalha para essa família. Mas é um exemplo também >> a distância. >> A distância. >> É, então, >> mas eh você falou que tem 100 voluntários, que tem bastante, mas isso não impede que interessados eh se alistem nessas fileiras, não, né? Ou seja, se chegar voluntário novo, vocês acolhem. tem trabalho para todo mundo. >> Claro. A gente a gente faz uma uma ficha dele e ele fica esperando, porque muitos trabalhadores às vezes, né, num lugar alguém vai ficar sem fazer nada, né? A gente mostra, >> mas é só é só nesse trabalho que a gente tá, >> é só nesse trabalho que a gente tem muita gente. Trabalho de cozinha também, né? De distribuição de marmitas, né? Todo mundo quer vir paraa cozinha, né? Todo mundo quer mostrar seus dotes culinários, trabalhar, então não tem vaga, né? Outras, né? No presídio, a gente tem trabalho no presídio, nas >> os asilos, >> unidades socioeducativos com menores infratores, né? A gente tem trabalho eh em asilos, em orfanatos e a gente tem também, gente, trabalhos em casa, instituições espíritas, parceiras. Temos lá na estrutural que é a safra, temos na expansão da Samambaia, temos na própria em São Sebastião ali próximo à via do a vila do Boa. Então, se não tem aquele trabalho específico aqui na casa que queiram, né, que a pessoa quer trabalhar, ah, eu quero trabalhar na cozinha, não tem vaga. Lá na estrutural tem, lá na expansão da samambaia tem, tá? Quero trabalhar com criança, mas não tem vaga. Mas nessas três instituições tem, né? Então a gente procura não só ajudar as instituições, não apenas com voluntário, indicando voluntários, mas também com doações, né? Por exemplo, se a gente tem 5 kg, 10 kg de arroz, vamos supor, hipoteticamente, sobrando e tem uma casa que está precisando, a gente manda para lá, né? >> Eu quero reforçar que tem alguns trabalhos aqui que não estão precisando de voluntário, mas que tem outros que estão precisando muito, viu, gente? Muito. As famílias tem uma fila de
da para lá, né? >> Eu quero reforçar que tem alguns trabalhos aqui que não estão precisando de voluntário, mas que tem outros que estão precisando muito, viu, gente? Muito. As famílias tem uma fila de espera enorme de famílias para serem atendidas. Então, a gente só não aumenta o número de famílias atendidas. À medida que vai entrando voluntários, a gente forma grupos novos e aumenta três famílias, cada grupo de quatro pessoas que entra. Então, assim, eh, tem gestantes, tem a contação de história, tem alfabetização, eh, o evangelho no lar, quando a família se interessa, nós temos um grupo de evangelho no lar que aceita voluntários, então tem muita vaga de trabalho voluntário na comunhão, só para frisar, >> não é? É verdade, Keila? a gente atende um número de famílias, poderíamos atender um número bem maior se tivesse voluntários. Nós temos aqui também um grupo de orientação de gestante todo primeiro sábado do mês. Então elas recebem palestras, né, a respeito da da gestação, né, e da das condições toda. Tem vem gente crianças aqui, né, adolescentes de 12, 13 anos grávidas, né? Então, é uma conversa, uma roda de conversa, é um trabalho de orientação por profissionais, né, dessa área, né, que ajuda e e vários outros trabalhos, né, precisamos de pessoas, né, na área de educação, como a Keila falou, né, na área médica, nós temos parcerias, né, com algumas clínicas, acho Acho que umas duas, né, de odontologia, eh, de ofomologia, >> né? Então, >> trabalho não falta, falta voluntário. >> Ótimo. Ótimo, gente. Então, tá aí, tá? Eh, quase que o meu entendimento da Luía ia dizer que não tinha vaga para ninguém, mas tem vaga. Tem muita vaga, sim. Meninas, o nosso tempo está acabando e esses 5 minutos que nos restam, eu queria pedir para vocês deixarem uma mensagem para o nosso público no que se refere a esse trabalho que vocês, trabalho belíssimo que vocês fazem, a esse trabalho que a comunhão faz. Qual a mensagem que vocês deixariam para os futuros candidatos a voluntários? Uma
co no que se refere a esse trabalho que vocês, trabalho belíssimo que vocês fazem, a esse trabalho que a comunhão faz. Qual a mensagem que vocês deixariam para os futuros candidatos a voluntários? Uma mensagem para os atuais voluntários e de repente se você quiser até já uma de vocês depois do comentário fazer a prece de encerramento. >> A Teresa vai ler um poema de Alto de Souza, aí você já pode encerrar, né, Teresa? Mas eu só gostaria de frisar assim que cada história que eu contei aqui, que a Teresa também contou, quanta alegria, né? Eu sinto meu semblante mudando só de contar e eu lembro de cada rosto da história que eu tô contando. Eu sou inundada de uma alegria tão grande quando eu conto, imagina quando a gente faz, sabe? Então, eh, a cura das nossas dores está no encontro com o outro. venham pro trabalho voluntário. É isso, >> gente. Eu eu costumo eh dizer, né, na sala de aula aqui do ESD que o trabalho de voluntário, né, eh quem entra não quer sair, né, porque eh eu falo assim, é um vício, um vício muito gostoso, né, que é a liberação da citocina, né? O trabalho do bem melhora a vida da gente. Eh, eu tenho, nós temos voluntários aqui que dizem, né? Eu era uma pessoa antes desse trabalho, passei a ser outra pessoa depois que conheci e comecei a conviver com pessoas, né, em situação de rua ou com famílias em com extrema vulnerabilidade social. Então, a gente aprende muito. Mas eu vou ler aqui um poema de alta de Souza que convida todos nós para o trabalho. Chama-se Agora. Agora, enquanto é hoje, eis que fuguro o teu santo momento de ajudar. Derrama em torno com passivo olhar. Estende as mãos aos filhos da amargura. Repara aqui e além a desventura. Caminha ao Léo sem pão, sem luz, sem lar. Acende o próprio amor. Faz brilhar a tua fé tranquila, doce e pura. Agora eis o um minuto decisivo. Abre teu coração ao Cristo vivo. Não permitas que o tempo marche em vão. E ajudando e servindo sem cansaço, alcançarás, subindo passo a passo a glória eterna da ressurreição.
eis o um minuto decisivo. Abre teu coração ao Cristo vivo. Não permitas que o tempo marche em vão. E ajudando e servindo sem cansaço, alcançarás, subindo passo a passo a glória eterna da ressurreição. Psicografada por Francisco Cândides Xavier. em Pedro Leopoldo no ano de 1954. Então, nós agradecemos a Deus e a Jesus. Agradecemos a você, Honório, a comunhão, a casa, pela oportunidade. Agradecemos a vocês que tiveram a paciência de nos escutar, aos internautas em casa e elevamos o nosso pensamento a Deus e a Jesus em gratidão pelas inúmeras oportunidades que temos de trabalhar, de servir, que possamos despertar para essas ações. tão nobre e que nos eleva o espírito. Ajuda-nos, Senhor, em todos os momentos das nossas vidas, voluntários e assistidos, e que possamos construir um mundo melhor, um mundo de regeneração, para que essas atividades num futuro bem próximo não seja necessário, porque todo mundo, todas as pessoas Pessoas terão o pão de cada dia, o pão do espírito, o pão do corpo. Obrigada, Senhor. Muito obrigado. >> Muito obrigado a vocês que aceitaram o nosso convite. Muito obrigado a vocês que vieram aqui à comunhão espírita. Agradeço também aqueles que nos acompanham pela TV e pela Rádio Comunhão. Um excelente final de semana para todos e a gente se vê no próximo Comunhão Inspira no último sábado de outubro. Grande abraço a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de
. Assim, deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Trai, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal.
s hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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