A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO NO BEM NA RENOVAÇÃO DO ESPÍRITO - Regina Souza

Comunhão Espírita de Brasília 25/10/2025 (há 6 meses) 1:09:16 466 visualizações

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Transcrição

Quando amor vibrando, luz buscando a ti. Senhor, mesmo tão longe de atingir a perfeição, aqui eu entendi qual o valor dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti, buscando a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. Boa noite, meus irmãos, minhas irmãs. Boa noite aqueles que nos assistem pela TV Comunhão. Boa noite a todos que nos assistirão oportunamente. Sintam-se abraçados e acolhidos nessa casa de Jesus. E para quem está nos assistindo pela TV Comunhão no dia de hoje ou para quem está aqui na casa nessa semana, é primeiro dia da semana que está aqui conosco, nós estamos assim com um gostinho já de saudade, né? Porque nós ao longo dessa semana tivemos, estamos realizando aqui o nosso segundo seminário sobre envelhecimento. E esse seminário ele tem o propósito de refletir sobre envelhecer como o cumprimento da reencarnação. E para pensar nessa questão, né, nesse tema que é o tema central do nosso seminário, nós, ao longo da semana tivemos aqui vários irmãos e irmãs que nos trouxeram vários olhares, vários pontos de vista para que nós possamos ir construindo esse mosaico e possamos nos aprofundar nas nossas reflexões acerca do tema. e temos buscado pensar o quanto o envelhecimento é um processo de maturação do espírito sobre as contribuições do idoso na família, na sociedade, na própria casa espírita ou na casa religiosa que se propusera a frequentar. Pensar o envelhecimento como uma preparação paraa vida futura. E nós falamos aqui, né, ao longo da semana que a medida que esse corpo vai se transformando, ele vai também se aproximando de uma nova oportunidade, de uma nova existência. Então, olhar pra vida como um movimento, um movimento contínuo. Então, ao longo da semana, essa tem sido a nossa proposta. E aqueles que não puderam estar conosco ao longo da semana, podem ir lá no canal da comunhão no YouTube. As palestras estão lá registradas e elas são extremamente ricas de reflexão para todas as fases da

queles que não puderam estar conosco ao longo da semana, podem ir lá no canal da comunhão no YouTube. As palestras estão lá registradas e elas são extremamente ricas de reflexão para todas as fases da nossa vida. E hoje nós vamos chegando aí no já no processo de concluir o nosso seminário que se encerra amanhã às 17 horas. Então, nós temos hoje, mas temos amanhã também. E o nosso tema da noite vem coroar essas reflexões que nós comentamos aqui, que se propõe o nosso seminário. Mas antes de apresentar a nossa irmã que está aqui com a gente para compartilhar as suas reflexões, as suas experiências, os seus estudos, nos compartilhar a mensagem que amorosamente ela preparou pra gente, eu convido a nos harmonizarmos, né, a elevar ainda mais o nosso padrão vibratório para recebermos as boas influências dos nossos irmãos do plano invisível que prepar pararam esse encontro da nossa noite. E eu trago aqui uma mensagem do livro Sementes da nossa irmã Ana Teresa Camasmi, que se chama Olhar. Mesmo em um momento difícil, a alegria pode estar presente. Se nos atentarmos ao sentido dessa experiência, podemos olhar para onde ela nos leva e ouvir o chamado que está presente naquilo que tanto desorganiza a nossa vida. Talvez esse acontecimento nos leve para uma arrumação melhor, mais consciente, mais amadurecido. Então, um desafio pode ser motivo de alegria, mesmo que ainda não seja totalmente prazeroso experimental. Então, o convite pra gente na noite de hoje é olhar paraa vida com alegria. E para que a gente possa então vibrar de maneira bastante positiva e sintonizada com o plano espiritual, eu convido a nossa vice-diretora Rute Daia para fazer a nossa prece inicial. Boa noite, amigos. Que a doce paz de Jesus se faça presente aqui nesse salão, presente naqueles que estão nos assistindo pela TV Comunhão. Vamos nesse momento elevar os nossos pensamentos e os nossos corações a Deus, esse pai de infinita bondade. Primeiramente, agradecendo a ele pela oportunidade que nós estamos tendo

o pela TV Comunhão. Vamos nesse momento elevar os nossos pensamentos e os nossos corações a Deus, esse pai de infinita bondade. Primeiramente, agradecendo a ele pela oportunidade que nós estamos tendo hoje de estarmos falando sobre o envelhecimento, agradecer a ele pelos dias que nós tivemos de segunda até ontem, que foram reflexões muito valiosas para o nosso aprendizado. agradecer a ele porque hoje nós saímos da nossa casa, saímos do nosso trabalho e nós nos propusemos a estar aqui para aprender mais um pouquinho sobre esse processo de envelhecer que nós estamos a caminho e pedimos, pedimos sempre vamos pedir porque ainda somos crianças para no processo de aprendizado, pedir a ele que nos sustente na nossa coragem, na nossa fé, na nossa boa vontade de estarmos cada dia crescendo um pouquinho mais, mesmo que envelhecendo um pouquinho mais, mas colhendo os frutos de tudo que já fizemos. E assim nós vamos dando por início esse nosso momento. Também agradecendo a Regina que muito que muito nos honra com a sua presença aqui, é uma amiga, é uma estudiosa. Então que os bons espíritos possa iluminá-lo. José Grosso, que é o mentor da nossa diretoria de atendimento e orientação, que também esteja presente, intuindo ela nos bons propósitos dessa noite de hoje. E que assim seja e graças a Deus. Bom, o nosso tema da noite se vai abordar a importância do trabalho no bem, na renovação do espírito. E quem vai falar pra gente é a nossa irmã Regina Souza, como a Rute já comentou. E a Regina, ela é coordenadora adjunta nacional da área da mediunidade e vice-presidente da Federação Espírita do Distrito Federal. Então pra gente é imensa alegria, imensa honra e gratidão por você ter aceito o nosso convite. A casa é toda sua. Aqui já tá ligado, né? Então, boa noite a todos. É uma alegria imensa estar aqui e poder conversar um pouquinho sobre esse tema. Então, durante a semana já foi falado bastante aí a respeito do envelhecimento e hoje nós vamos conversar sobre a importância do trabalho no bem,

r aqui e poder conversar um pouquinho sobre esse tema. Então, durante a semana já foi falado bastante aí a respeito do envelhecimento e hoje nós vamos conversar sobre a importância do trabalho no bem, na renovação do espírito. E aí a primeira coisa que a gente lembra, Kardec busca no livro dos espíritos, nas leis morais, a lei do trabalho. E se a gente observar na literatura espírita, principalmente André Luiz, tanto para os encarnados como para os desencarnados, existe uma grande preocupação em relação ao trabalho, principalmente quando a gente verifica na espiritualidade aqueles companheiros que muitas vezes passaram a vida inteira trabalhando E ao desencarnarem, desencarnaram com aquela ideia de descanso eterno. Trabalhei bastante, vivi bastante, agora eu vou descansar. E aí de repente se surpreende, porque tudo que você faz na espiritualidade precisa ter um propósito. E todos nós já ouvimos falar aqui na questão do bom nos horas. Cada hora trabalhada na espiritualidade equivale a um bônus hora. E você vai ao longo do tempo acumulando esses bônus horas para quando você precisa realizar alguma coisa. Quando você precisa interceder em benefício de um ente querido, de um amigo, você precisa ter aqueles bons horas. André Luiz, inclusive ele faz uma colocação em relação a uma senhora que estava na espiritualidade já alguns anos e que nesses anos ela tinha acumulado em 10 anos de espiritualidade, ela tinha 4 horas de trabalho e aí ela queria interceder em benefício de alguém. e é orientado à necessidade do trabalho. Inclusive, ainda é mostrado no capítulo do livro Nosso Lar que ela teve várias oportunidades e várias possibilidades, mas em todas essas possibilidades, ela sempre entrou com uma desculpa. As pessoas não eram simpáticas, o trabalho era cansativo e uma série de outras questões que faziam com que ela acabasse afastando do trabalho. E aí nós reencarnamos. E ao reencarnar, nós traçamos um planejamento de vida, aquilo que a gente vai realizar em vida. E nessa, nesse planejamento

ue faziam com que ela acabasse afastando do trabalho. E aí nós reencarnamos. E ao reencarnar, nós traçamos um planejamento de vida, aquilo que a gente vai realizar em vida. E nessa, nesse planejamento está incluso o trabalho. E aí Kardec coloca na questão 674, falando sobre a necessidade do trabalho, ele pergunta: "A necessidade do trabalho é uma lei da natureza?" E os espíritos respondem: "O trabalho é lei da natureza, por isso mesmo que constitui uma necessidade e a civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque lhe aumenta as necessidades e os gozos. Ou seja, a medida que a civilização avança, à medida que o progresso avança, nós vamos ficando mais exigentes, queremos mais conforto, o que é plenamente natural e isso leva a um aumento da carga de trabalho. E às vezes a gente acaba trabalhando muitas horas além daquilo que é a nossa carga de trabalho considerada normal, porque nós precisamos do resultado financeiro para bancar as nossas necessidades. Continuando, Kardec vai pra questão 675, onde ele faz uma pergunta interessante. Por trabalho só se deve entender as ocupações materiais? Quer dizer, só aquilo que é material, que é concreto, é considerado trabalho? E a espiritualidade diz que não. O espírito trabalha assim como o corpo. Ou seja, da mesma forma que em espírito nós trabalhamos, na matéria física também nós temos a necessidade do trabalho. E responde que toda ocupação útil é trabalho. E para nós, o que é uma ocupação útil? Nós temos o nosso trabalho material, aquele remunerado que nós fazemos. E aí muitas pessoas costumam dizer o seguinte: "Ah, porque minha esposa ela não trabalha, ela só cuida da casa. só cuida da casa, como se isso fosse um prêmio. diz assim, ela não precisa trabalhar, ela só precisa cuidar da casa, mas ela cuida da casa, da alimentação, da vestimenta, cuida da educação dos filhos, do transporte dos filhos, da saúde, ou seja, da hora que ela acorda, a hora que ela tá deita para dormir, ela está trabalhando ativamente. Isso é trabalho. Só com a diferença. Ela

educação dos filhos, do transporte dos filhos, da saúde, ou seja, da hora que ela acorda, a hora que ela tá deita para dormir, ela está trabalhando ativamente. Isso é trabalho. Só com a diferença. Ela não é remunerada por esse trabalho, não é? E o trabalho voluntário que a gente faz, muitas vezes a gente encontra pessoas que saem de casa uma ou duas vezes por semana e se dirigem a um hospital. onde elas vão ali fazer uma leitura para quem está hospitalizado ou conversar com quem está ali no hospital e às vezes nem tem família para ficar ali acompanhando durante o tempo que a pessoa está hospitalizada. Isso também é trabalho. E aquelas senhoras que sabem costurar, sabem fazer crochê, sabem fazer tricô, que preparam enxovais, que trabalham ali voluntariamente em benefício da sociedade. Isso também é trabalho. E quando nós estamos estudando, é uma ocupação útil. Então também é trabalho. Quando nós estamos fazendo a leitura de um livro que está trazendo para nós conhecimento, isso também é trabalho. Quando nós somos convidados a explanação de um tema ou mesmo o professor em sala de aula preparando a sua aula, onde ele tem que ler, pesquisar, analisar, estruturar aquele estudo que ele vai fazer nos mínimos detalhes, checar a bibliografia. Tudo isso é trabalho, é trabalho útil. E a gente nem sempre considera que a pessoa, ah, não, ela hoje tem nada para fazer, não, tá só lendo, só lendo. E aí ele continua na questão 676, por trabalho se impõe ao homem. É realmente uma necessidade o homem trabalhar? Ele precisa trabalhar. E Kardec ou os espíritos dizem por ser uma consequência de sua natureza corpórea. Então aqui fica claro pra gente que aquele que não trabalha, ele acaba atrofiando a sua musculatura porque ele não se movimenta. Aquele que não trabalha também atrofia a sua mente. Então, é necessário que a gente esteja em permanente atividade para que a gente continue uma vida saudável. Então, o trabalho ele é expiação e, ao mesmo tempo meio de aperfeiçoamento de sua inteligência.

ão, é necessário que a gente esteja em permanente atividade para que a gente continue uma vida saudável. Então, o trabalho ele é expiação e, ao mesmo tempo meio de aperfeiçoamento de sua inteligência. Ou seja, a medida que nós estamos trabalhando, nós estamos fazendo novos aprendizados, nós estamos nos aprimorando. E a gente verifica quando a gente começa a estudar e a gente faz, vai lá do jardim da infância até a graduação, depois a gente forma, começa a trabalhar e aí a gente percebe que pra gente continuar no mercado de trabalho, a gente precisa continuar nos atualizando e aí a gente vai fazer pós-graduação, mestrado, doutorado. Alguns chegam ao pós-doutorado por quê? Isso é uma necessidade de aprendizado e de aprimoramento. Então, sem o trabalho, o homem permanecerá sempre na infância quanto a sua inteligência. Ou seja, essa inteligência não se desenvolve. Por isso a necessidade do trabalho. Por isso é que seu alimento, sua segurança e seu bem-estar dependem do seu trabalho e da sua atividade. Por quê? Se a gente não trabalha, a gente não consegue ter segurança, não consegue pagar as contas no final do mês, não é? Isso é sempre importante a gente lembrar. E aí ele ainda diz o seguinte: "Em compensação ao extremamente fraco do corpo, Deus outorgou a inteligência, mas é sempre um trabalho." E aqui nós nos lembramos de um companheiro do movimento espírita. nascido no estado de Minas Gerais. é um companheiro que, por volta dos 18 anos de idade, ele foi diagnosticado com artrose, artrite e isso levou a um a condição de paraplégico. E nos últimos 30 anos de vida, ele simplesmente viveu numa cama hospitalar. Mas o que que ele fez? Quando ele percebeu que não tinha condições de se locomover, ele sugeriu que fosse construído uma cama que coubesse dentro de uma combi. E ali ele viajava pelo Brasil inteiro, levando a sua mensagem. Esse homem chama-se Jerônimo Mendonça, mais conhecido como o gigante deitado. Porque isso para ele nunca foi impecío para que ele não trabalhasse.

viajava pelo Brasil inteiro, levando a sua mensagem. Esse homem chama-se Jerônimo Mendonça, mais conhecido como o gigante deitado. Porque isso para ele nunca foi impecío para que ele não trabalhasse. Ele levava a prece, levava as vibrações, levava a sua palavra, fazia atendimento, orientava as pessoas, fazia palestra por onde ele passava e ele não movimentava nada além da sua fala, mas continuou ativo até a sua desencarnação. Então, para quem não conhece a história de Jerônimo Mendonça, pode até verificar na internet, procura lá Jerônimo Mendonça, o gigante deitado, para verificar a história dele, que é muito interessante. É um grande exemplo de uma pessoa que trabalhou ativamente no bem, que não ficou paralisado porque o seu corpo tinha paralisia. a paralisieira no corpo, mas a mente, a inteligência, o cérebro eram ativos e ele fez muito pelo movimento espírita nos 30 anos que ele vivenciou essa paralisia. Na questão 683, qual o limite do trabalho? O das suas forças. E aí a gente lembra que esse limite ele é bem relativo, porque cada um de nós conhecemos o nosso limite, mas eu não conheço o limite do outro, não tenho como avaliar o limite do outro. Em suma, a esse respeito, Deus deixa inteiramente livre o homem, porque cada um tem o seu limite. Então, o limite das nossas forças. E aí é interessante porque quando a gente tá na plenitude da vida lá pelos 15, 18 até os 30 anos, a gente trabalha assim incansavelmente. A gente pode ficar em pé durante 8, 10 horas ali trabalhando, o tempo passa e a gente não percebe. Mas quando a gente vai chegando lá pelos 50, a coisa começa a modificar e aí a gente começa a perceber que mentalmente nós estamos anos luz à frente. a gente quer fazer e acontecer, estudar, trabalhar, faz vários planejamentos, mas o nosso ritmo, ele se altera significativamente. A partir dos 50, 60 anos, nós começamos a perceber que o nosso corpo físico já não acompanha o ritmo da nossa mente. É bem diferente. Eu ouvia falar isso. Muitas companheiras de trabalho

icativamente. A partir dos 50, 60 anos, nós começamos a perceber que o nosso corpo físico já não acompanha o ritmo da nossa mente. É bem diferente. Eu ouvia falar isso. Muitas companheiras de trabalho costumavam dizer isso. Ai, hoje eu tô muito cansada. Você não imagina o que é a gente completar 60 anos. O ritmo muda completamente. Eu digo, mas não é possível. Isso não existe. Quando eu cheguei nos 50, 60, já tô no 69, é complicado. E agora quando a gente tá no movimento nacional, a gente tem muita viagem porque precisamos atender as federativas estaduais. E aí quando a gente sai de Brasília para uma comissão regional em Rondônia, que a gente sai de Brasília, vai para Belo Horizonte, de Belo Horizonte a gente vai para Rio Branco, do Rio Branco a gente vai para Porto Velho, são 12 horas entre sair e chegar no hotel. Aí a gente trabalha sexta à noite, sábado, o dia todo, domingo pela manhã, vai pro aeroporto, enfrenta mais 12 horas para voltar. Então, em três dias, aí haja o ritmo. Aí a gente começa a sentir o peso do que a espiritualidade fala aqui pra gente, né? Então, tem o homem na 685, tem o homem o direito de repousar na velhice? Kardec teve esse cuidado de colocar essa questão. Sim, que nada, que a nada é obrigado senão de acordo com as suas forças. Quer dizer, ele pode continuar trabalhando dentro do que ele consegue, dentro do seu limite. Então, ele tem o direito de repousar. Sim, claro que ele tem o direito de repousar. Então, que há de fazer o velho que precisa trabalhar para viver e não pode? Como é que faz aquela pessoa? que não tem família, que chegou na velhice, não tem condições de se manter. Como é que faz? Aí vem a resposta. O forte deve trabalhar para o fraco. E aí a gente pergunta, será que isso acontece no nosso dia a dia? Não tendo este família, a sociedade deve fazer às vezes desta. é a lei da caridade. Então, é importante a gente guardar isso aqui na nossa lembrança, porque a gente vê muitas pessoas que não tem condições de subsistência. E aí a gente diz assim: "Ah, é

zes desta. é a lei da caridade. Então, é importante a gente guardar isso aqui na nossa lembrança, porque a gente vê muitas pessoas que não tem condições de subsistência. E aí a gente diz assim: "Ah, é preguiçoso, não fez por merecer". Não trabalhou, não estudou, não guardou dinheiro para velhice. Como a gente tem também aqueles companheiros que passam a vida dizendo: "Ah, mas quando eu me aposentar, eu vou viajar o mundo todo? Quando eu me aposentar, eu vou construir um orfanato, que agora é um abrigo, um acolhimento para 200, 300 crianças ou idosos. Por que que não faz para um, para dois? Ao longo da vida, vai criando o hábito do trabalho. Porque se você passa a vida inteira sem trabalhar, deixando para quando aposentar, quem garante que você vai aposentar? Quem garante que a sua saúde vai estar em condições de você fazer alguma coisa quando se aposentar? São reflexões que a gente precisa fazer. Devemos. Ah, sim. Isso aqui nós é uma fala de Chico Xavier num livro chamado O Evangelho de Chico Xavier. Esse livro não é psicografia, são umas anotações que ele fez. é o item 318 intitulado Velhice. Chico coloca o seguinte: "Devemos nos preparar para velhice o período para o período de esgotamento das energias físicas, que por vezes significa também limitações no campo da vida intelectual. Quer dizer que ao longo da nossa vida nós devemos nos preparar para essa fase que tanto pode vir somente como uma limitação das forças físicas, mas pode vir também como uma limitação intelectual, onde a gente vê muitos companheiros com senilidade entrando em fase de esquecimento. Aí temos também o Alzheimer. Então, se você se prepara com antecedência, quer dizer, enquanto tem saúde, estude, trabalhe e seja útil, seja bom e faça o bem, porque você não sabe até quando você vai ter saúde e disposição para trabalhar. Precisamos adquirir sabedoria. Sabedoria que nos substitua a impossibilidade, mais tarde de grandes voos na conquista de mais amplos conhecimentos. você fica deixando para mais tarde, só que mais tarde,

ecisamos adquirir sabedoria. Sabedoria que nos substitua a impossibilidade, mais tarde de grandes voos na conquista de mais amplos conhecimentos. você fica deixando para mais tarde, só que mais tarde, quando você aposentar você já não vai ter essa condição. Então, estando bem, estando com saúde, faça hoje. O homem que sabe envelhecer é uma luz para a comunidade. Então, isso aqui são palavras de Chico Xavier. no livro Evangelho de Chico Xavier. E aí, o que significa o trabalho no bem? O que é o trabalho no bem? Já falou que toda ocupação útil é trabalho. Todo bem que a gente faz é trabalho, não é? Então, o trabalho no bem é bênção que renova o espírito em todas as fases da vida, não somente na na velice. E aí é importante para nós que somos espíritas, quando temos filhos pequenos, já criar esse hábito de levar as crianças para casa espírita. para que elas aos poucos se acostumem com a importância do estudo, com a importância do trabalho. Quando tem uma atividade social onde você vai distribuir mantimentos, você vai levar uma palavra amiga para alguém que esteja precisando, leva a criança para que ela acompanhe, para que ela comece a tomar gosto. Porque quando ela desenvolve isso com naturalidade na infância, na vida adulta, ela vai continuar fazendo isso naturalmente. E quando chegar na velhice, ela tem isso com naturalidade e ela vai querer continuar trabalhando, não vai ter aquela ideia de aposentar os 45 anos e ir para casa e ficar esperando a morte. chegar. E para nós que somos espíritas, que estamos na casa espírita, isso aqui é muito mais importante, por passa e a idade chega querendo ou não. É natural. Nós só temos uma alternativa. Ou morre antes ou envelhece. E se nós começamos a envelhecer, estamos na casa espírita. O que que a casa espírita faz com o trabalhador quando ele envelhece? Nós fizemos uma pesquisa agora o ano passado, uma pesquisa de interesse pelo estudo do livro dos médiuns. E foi bem interessante porque a gente verificou que a faixa etária do trabalhador da

nvelhece? Nós fizemos uma pesquisa agora o ano passado, uma pesquisa de interesse pelo estudo do livro dos médiuns. E foi bem interessante porque a gente verificou que a faixa etária do trabalhador da mediunidade, a concentração está ali a partir dos 50, a partir dos 49 anos, mas ela concentra mesmo entre os 59 e os 65 anos de idade, o que coincide com quê? com aquela fase que você já estudou, já formou, já definiu uma profissão, às vezes já aposentou, os filhos cresceram, os netos já estão aí crescendo também, então você já tem uma vida mais estabilizada, você começa a se acomodar, agora você tem disponibilidade para o trabalho. E aí foi interessante que a gente teve o encontro nacional da mediunidade, o terceiro encontro lá no Lins de Vasconcelos agora em setembro em no Paraná. E aí a gente fazendo as atividades na hora das palestras tinha que distribuir papelzinho e caneta pro pessoal fazer as perguntas porque o tempo era muito curto, não tinha como dar o microfone para ninguém, senão só saía uma ou duas perguntas. E aí uma pessoa chegou e disse assim: "Regina, dá para deixa os mais novos fazerem isso". Aí eu saí assim, olhei no salão, eu digo, "Onde é que estão os mais novos? Porque como era a liderança da área da mediunidade, a faixa etária ali estava acima de 45 anos. entre 45 e 70, 75 anos era a maioria dos trabalhadores. Então a gente vê, nós estamos envelhecendo, nós vamos desencarnar e o trabalho precisa continuar. Mas vamos continuar aqui quando ele fala assim: "O trabalho no bem é bênção que renova o espírito em todas as fases da vida. Na velice, quando o corpo já demonstra sinais do tempo e as forças físicas diminuem, o convite ao serviço permanece como fonte de alegria, fonte de utilidade e fonte de crescimento interior. Então, olha que beleza o que que o trabalho proporciona para cada um de nós. Mas qual é o valor do idoso na seara espírita? Aqui também é interessante porque o trabalhador é aquele que está há anos na casa, que ele passou pela infância, pela

ho proporciona para cada um de nós. Mas qual é o valor do idoso na seara espírita? Aqui também é interessante porque o trabalhador é aquele que está há anos na casa, que ele passou pela infância, pela juventude, pela área de estudos, pela área de acolhimento, atendimento espiritual, atendimento fraterno, recepção, área da mediunidade. Então ele está ali ativamente em alguma atividade. O idoso, ele traz consigo o patrimônio da experiência, o patrimônio da paciência, da fé amadurecida pelas provas e lutas da vida. Quer dizer que o idoso é aquela pessoa que já vivenciou a maioria dos problemas das pessoas que chegam diariamente nas casas espíritas em busca de ajuda, em busca de consolo. Então, o idoso já vivenciou aquilo, ele já tem experiência para poder acolher, para poder orientar as pessoas que buscam a casa. Sua presença na casa espírita é luz que orienta os mais jovens, testemunho de perseverança e exemplo de confiança em Deus. Esse é o idoso para casa espírita. Esse é o idoso. O trabalho no bem como renovação espiritual. O que é o trabalho no bem? O trabalho útil é terapia para a alma. Ao servir, o idoso mantém viva a mente e o coração em vibração de amor. Mantém viva a mente e o coração em vibração de amor. Ele combate o isolamento e a tristeza. Porque se ele para de trabalhar na casa espírita e fica em casa sem fazer nada. E isso aconteceu muito agora no pós pandemia, onde as pessoas na pandemia se habituaram com a palestra no YouTube, no computador, na televisão e muitos trabalhadores não retornaram para a casa espírita. O que é lamentável, porque por melhor que seja ouvir uma palestra no YouTube, nada, absolutamente nada substitui o aconchego da casa espírita. Então, estar na casa espírita é muito importante. Se você fica em casa, você está isolado do seu grupo de amigos, das pessoas com quem você convive há anos semanalmente. Muitas vezes você está isolado dentro da própria família, porque aqueles filhos já crescidos, cada um tem a sua vida, o seu trabalho, as suas ocupações e nem

om quem você convive há anos semanalmente. Muitas vezes você está isolado dentro da própria família, porque aqueles filhos já crescidos, cada um tem a sua vida, o seu trabalho, as suas ocupações e nem sempre tem a disponibilidade para estar e cuidar do idoso. E com isso o idoso se deixa levar pela tristeza. acaba entrando em depressão e acaba desencarnando mais cedo. O idoso sente-se participante do plano divino, porque ele está integrado, ele continua integrado naquela atividade e ele já está naquela perspectiva de seguir adiante daqui algum tempo. transforma o tempo em oportunidade de crescimento moral e espiritual, porque ele está em constante aprendizado, em constante compartilhamento de ideias, não é? E como é que a casa, quais são as formas de participação do idoso na casa? Porque enquanto ela é jovem, a participação é normal. Mas a partir do momento em que ele envelhece e muitas vezes é aquele trabalhador que mora ali do outro lado, na quadra vizinha, e que estava acostumado a atravessar a rua e vir para o trabalho tranquilo à noite, sair, atravessar a rua e voltar para casa numa boa. Mas quando ele já chega na condição ida, mais com mais idade, ele já não sente mais tanta segurança, tanta confiança em sair de casa sozinho à noite, atravessar a rua, correndo o risco de ser atropelado em função do trânsito, correndo o risco de ser assaltado muitas vezes. Então ele já se sente inseguro em relação a essas questões. E aí o que é que a casa espírita pode fazer para ajudar essas pessoas a manterem a participação na casa espírita? Então, as formas de participação na casa espírita, atividade de acolhimento com a recepção, preces e vibrações que ele pode participar, pode fazer, trabalhos de cultura, artesanato, preparo de alimento para campanhas beneficentes. Também ele pode participar normalmente. Leitura e estudos doutrinários. também com a experiência que tem, ele também tem condições de continuar participando. Tarefas de prece e radiação, auxiliando os enfermos encarnados e desencarnados

te. Leitura e estudos doutrinários. também com a experiência que tem, ele também tem condições de continuar participando. Tarefas de prece e radiação, auxiliando os enfermos encarnados e desencarnados que estejam necessitando. Orientação fraterna e evangelização de corações com sua vivência e serenidade. Então, em todas essas atividades, o idoso tem condições de participar e continuar atuante na sua vida. O importante é que cada um encontrei compatível com suas forças, lembrando que o valor da tarefa está na intenção e no amor aplicado. Agora sim, qual é o papel da casa? que é apoiar e integrar fraternalmente o trabalhador. E aí a gente lembra que as casas espíritas, que nem sempre têm atividade durante o dia, entra a importância da verificação. Será que existe possibilidade de criar um grupo de estudo durante o dia? um grupo mediúnico durante o dia. Eu sei que a comunhão, como ela é muito grande, ela tem todas essas atividades durante o dia e a noite, final de semana, o que facilita muito, mas não é a realidade da maioria das casas. Às vezes a casa é muito pequena e não tem uma quantidade grande de trabalhadores, ao contrário, e isso acaba inviabilizando. Mas na medida do possível, a casa deve valorizar e integrar o idoso nas atividades que ele tenha condições de participar. oferecer espaços de convivência e estudo, respeitar o ritmo de cada um, que já não é o mesmo, e ouvir suas experiências. Isso é muito importante, porque às vezes a pessoa passou a vida inteira, digamos, fazendo artesanato e agora você quer colocar uma atividade administrativa que ela não se sente bem e não se sente à vontade só para ocupar o tempo dela, não é por aí. Você precisa saber onde é que a pessoa tem condições de participar e que ela saia dali alegre, feliz, como a gente sai semanalmente das atividades que a gente participa. Nós participamos de uma instituição ah que também é um lar de crianças, um acolhimento de crianças desde 1978. Então, já são mais de 45 anos de trabalho voluntário que a gente faz. E

gente participa. Nós participamos de uma instituição ah que também é um lar de crianças, um acolhimento de crianças desde 1978. Então, já são mais de 45 anos de trabalho voluntário que a gente faz. E eu não me lembro de nenhum dia ter saído da Casa Espírita ou da instituição aborrecida, cansada, zangada, desmotivada pelo trabalho. Ao contrário, quando o trabalho termina, a gente sente a plenitude, a alegria do dever cumprido, daquilo que a gente fez. Às vezes a gente chega na casa até cansada, a primeira criança que a gente encontra que vem e abraça, você esquece de todo o cansaço. Você readquire energia para trabalhar mais 100 anos sem sentir cansaço. estimular a autoconfiança e o sentimento de pertencimento. A pessoa continua pertencendo àela casa, aquela instituição. Sim, o idoso deixa de ser o assistido, aquele que vem na casa espírita uma vez por semana ouvir palestra e receber o passe e passa a ser um colaborador ativo do Cristo, contribuindo com sabedoria e ternura. Esse é o papel. Então, o trabalho no bem é remédio contra a ociosidade e a solidão. É o sol que aquece os últimos anos da existência física, preparando o espírito para continuidade da vida. Servir é viver e quem serve nunca envelhece o coração. Isso é muito interessante porque aí a gente percebe que o envelhecimento não tem nada a ver com a idade. Quando a gente percebe jovens de 15, 18, 20 anos que já nasceram cansados e a gente encontra irmãos com 70, 80, 90 que são ativos, participam de corrida, participam de caminhada, participam de bailes da terceira idade. ou da melhor idade, estão em contato com os amigos. Agora, no o fim de semana do Dia da Criança, nós tivemos num seminário em São Luís e no voo que a gente veio voltou, tinha um grupo de 45 idosos de São Paulo. maioria viúva, viúvo, mas a alegria desse povo, eles já saíram do passeio já com a viagem do próximo ano toda planejada. Então, a alegria deles no aeroporto era uma coisa assim contagiante no avião. Pena que diz assim, nós ficamos aqui,

desse povo, eles já saíram do passeio já com a viagem do próximo ano toda planejada. Então, a alegria deles no aeroporto era uma coisa assim contagiante no avião. Pena que diz assim, nós ficamos aqui, eles foram tudo para São Paulo. Então, a gente vê como é bom a gente estar com os amigos, como é bom a gente estar com os companheiros na casa espírita, nas atividades que a gente participa. E isso tudo é trabalho no bem. Isso tudo nos fortalece e nos prepara para a evolução. E a gente gostaria de ler do livro aqui estude. Ah, não, o tempo acabou. É um trechinho aqui que a gente ia ler, mas nós vamos deixar para que vocês procurem no livro Estude Viva uma mensagem de André Luiz. intitulada Mortos Voluntários. Procurem essa mensagem que ela é muito interessante. Posso ler, Patrícia? Então, vamos lá. Só o trechinho final aqui. Vida, vida é chama eterna. Todo dia é tempo de inventar, clarear e prosseguir. Os companheiros experientes no esforço terrestre constituem a vanguarda dos que renascem no planeta e não a chama, a chamada velha guarda que a rabugice de muitos imaginou para deprimir a melhor época da criatura reencarnada na Terra. Desencarnação é libertação da alma. Morte é outra coisa. Morte constitui cessação da vida, apodrecimento, bolô, ou seja, decomposição. Os que desanimam, os que desanimam de lutar e trabalhar, renovar e evoluir, são os que verdadeiramente morrem, comquanto vivos, convertendo-se em múmias de negação e preguiça. E ainda que a desencarnação passe transfiguradora por eles, prosseguem inativos na condição de mortos voluntários que recusam viver. Acompanhemos a marcha do sol que diariamente cria, transforma, experimenta, em beleza. Renovemo-nos. Obrigado. A gente diz aqui na casa, sabe, Regina, que esse relógio não para, né? >> Então, a gente gostaria de continuar ouvindo, conversando essa essa conversa boa, né? Mas o relógio nos exige uma certa disciplina. Mas assim, mantendo essa vibração, eu vou convidar o nosso conselheiro da Tomás para fazer a nossa prece final. E

conversando essa essa conversa boa, né? Mas o relógio nos exige uma certa disciplina. Mas assim, mantendo essa vibração, eu vou convidar o nosso conselheiro da Tomás para fazer a nossa prece final. E na sequência eu vou pedir a Rute para voltar aqui para fazer os agradecimentos e o convite para amanhã, né? Boa noite a todos. Que alegria é ouvir a fala da nossa irmã Regina, que traduz bem o que que vem a ser o envelhecer. é estar em paz, dialogar, trazer conteúdos importantes e a vida vai passando, não é isso? É se preocupar com o bem, gastar o seu tempo com tarefas importantes, com leituras, tudo que ela citou aqui de bomba. Então, que nós possamos recordar disso diariamente, independente da nossa idade. Então, vamos fazer a nossa prece final. Aqueles que puderem fechar os olhos, respirar profundamente, sentir o quanto é bom participar de um evento igual a este, para agradecer a Jesus, nosso mestre, agradecer a Bezerra de Menezes, nosso mentor da casa, e a tantos outros companheiros desencarnados e encarnados que nos ajudam sempre a participar desses momentos. de bênçãos, que nós possamos continuar firmes na fé, procurando sempre nos atualizarmos para termos a verdadeira paz de espírito que Jesus nos ensinou. é trabalhando no bem, é praticando a caridade, é sorrindo, é tendo a empatia com o próximo, doando o nosso melhor. que nós possamos então Jesus continuarmos firmes nesse propósito para evoluirmos a cada dia, pois sabemos que estamos sempre acompanhados de todos esses amigos desencarnados que nos acompanham desde o nosso nascimento no corpo físico até a nossa desencarnação. que nós possamos então, mestre, saímos daqui melhores do que a que chegamos, dizendo graças a Deus e graças a ti, mestre. Que assim seja. Bom, amigos, chegando ao final, a gente agradece imensamente a vocês aqui do salão, a vocês que estão nos assistindo através da TV Comunhão, mas a Patrícia sempre fala: "Já tá com gostinho de quero mais". Eu gosto muito quando ela fala isso, porque realmente a gente fica

ui do salão, a vocês que estão nos assistindo através da TV Comunhão, mas a Patrícia sempre fala: "Já tá com gostinho de quero mais". Eu gosto muito quando ela fala isso, porque realmente a gente fica pensando assim: "Ah, mas vai terminar, mas podia ter mais alguma coisa, podia ter essa esse grupo, né, essa equipe, né, eu e a Patrícia da Diretoria de Atendimento e Orientação, podia até trazido uma palestra que falasse disso, que a necessidade de cada um, né? Eu já pensei milhões de coisas. Por que que não fala isso? Por que que não? Eu preciso de ouvir. Eu preciso de ouvir porque cada dia eu estou mais idosa, né? Mas não tem problema, a gente ano que vem nós vamos estar aqui nesse mês e vocês já estão convidados dia por antecedência. E nós amanhã não terminou ainda não. Amanhã nós ainda temos, né, às 17 horas. Nós estamos aqui com a Débora Morais, que é da AMD DF, é trabalhadora da comunhão e ela vai falar para nós do equilíbrio corpo e espírito na prevenção das doenças da velice. No prevenção das doenças da velice. Então ela vai falar para aquele que tem 7 anos, porque a gente tem que prevenir desde que nascemos, né? Porque como diz Maurício Curi, a gente nasce e já tá começando a ficar velho, né? Vai ficando velho, velho, velho. E agora nós estamos preparando para ficar novo quando chega determinada idade, porque vamos desencarnar e voltar, bebezinho bem novinho. Mas então, amanhã nós temos a Débora aqui e convidamos vocês para estar presente. Quem não puder vai nos assistir pela TV Comunhão. E a gente agradece imensamente a Regina, a Patrícia, a todos nós, né, Tomás, e que vocês ano que vem esteja conosco. Tá vendo? Já tô falando de ano que vem. Mais velhos, um pouquinho só, né? mais velho. Então, uma boa noite. Continuamos com um beijo no coração e até amanhã, se Deus quiser. E como ele quer, nós vamos estar aqui. Boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão. espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual,

quer, nós vamos estar aqui. Boa noite. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão. espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida.

nidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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