A importância das palavras de Jesus e Kardec nos tempos atuais | Espiritismo em Movimento – Ep.03

FEEGO 25/09/2025 43:59

🔹 "A importância das palavras de Jesus e Kardec nos tempos atuais" | Espiritismo em Movimento – Ep.02 No episódio desta quinzena, recebemos Márcia Ramos, presidente da FEEGO, e Gustavo Musa Lemes – psicanalista, músico e palestrante espírita – para uma conversa em três blocos. Abordamos a relevância do acolhimento fraterno nas Casas Espíritas, a participação da Infância e Juventude no Congresso Espírita e refletimos sobre como as palavras de Jesus e Kardec continuam ecoando nos dias de hoje. 📌 Apresentação: Angélica de Pádua – Assessora da Área da Juventude da FEEGO (Mocizade), Assessora de Imprensa da FEEGO e Coordenadora Geral da Programação Jovem do Congresso. 🎥 Produção: Espiritismo em Movimento Inscreva-se no canal, curta 👍 e ative as notificações 🔔 para acompanhar novos episódios sobre Espiritismo, unificação, espiritualidade e ação com amor. ✨ Compartilhe com os amigos e seja divulgador da Doutrina Espírita!

Transcrição

Estamos de volta com o nosso Espiritismo em movimento. Hoje estamos com a nossa presidente Márcia Ramos e o nosso palestrante espírita Gustavo Musa. Sejam bem-vindos. >> Obrigado. >> Estamos conversando hoje sobre acolhimento nesse primeiro bloco da casa espírita. Eu quero começar falando com você, Gustavo. O que que você fala para mim, pra gente sobre acolhimento? O que que é o acolhimento na casa espírita? Acolher é ouvir, é diferente de atender, né? Atender você só entrega pra pessoa a necessidade que ela tem. às vezes ela é inserida dentro do contexto do trabalho da casa, mas isso não quer dizer que ela foi acolhida, porque ela não foi ouvida, não se parou para entender o que ela precisa, por qual motivo ela tá ali. Então, às vezes a gente erra porque a gente atende, mas não acolhe. E não acolhe porque não ouve. E essa escuta proporciona que a pessoa possa externar algumas razões pela qual ela tá ali. Ela consegue manifestar suas dores de uma maneira mais direta. Então a gente erra porque não escuta. Isso é básico, né? A gente vai inserindo a pessoa no trabalho e vai dando atividade para ela, mas a gente precisa ouvir e saber porque que ela tá ali, com a necessidade dela. Quando a gente escuta, a gente erra menos. >> E como federativa, o que que a gente pode fazer para escutar? Como o Gustavo falou? >> Primeiramente nós temos que ter amizade. A colhida vai passar pela fraternidade. E a fraternidade nós precisamos ter sabedoria. para ter essa fraternidade e o elemento humildade também para ouvir as pessoas. Quando nós ouvimos, com o passar do tempo, elas também vão sendo inseridas no contexto da doutrina espírita e aí elas se libertam, porque a doutrina espírita é o grande libertador das nossas vidas, das nossas consciências. Daí a importância de ouvir sempre para acolher, passando pela fraternidade, pela amizade, pelo sentimento de amor. Foi este o trabalho realizado por Jesus durante o período em que ele esteve e por todos os evangelistas que trouxeram os evangelhos, Mateus, Marcos, Lucas e

ade, pela amizade, pelo sentimento de amor. Foi este o trabalho realizado por Jesus durante o período em que ele esteve e por todos os evangelistas que trouxeram os evangelhos, Mateus, Marcos, Lucas e João. E o trabalho fantástico que foi realizado no cristianismo primitivo. A casa do caminho era a casa da acolhida. acolheu a todos, inclusive Paulo de Tarso. Estevão passou pela Casa do Caminho. Esse cristianismo primitivo, existe um livro que se chama A esquina de pedra. E nesse livro a gente vai ver os cristãos compartilhando o cotidiano, a vida em comum daquela situação que é passada ali na região da Capadócia. Então, um trabalho belíssimo e esse é o trabalho trazido, orientado sobretudo por Francisco Cândido Xavier, como ele ouvia o coração aflito das pessoas, aquelas filas enormes que eram feitas ali debaixo do abacateiro, ele ouvia todas as pessoas, horas e horas da fila ouvindo as pessoas. Então é esse trabalho, é essa proposta trazida pelo Gustavo e é a proposta da doutrina espírita. >> Puxando esse gancho, a gente falando sobre a comunicação, né, debaixo do abacateiro. Hoje a comunicação mudou, né? A gente pode dizer que a comunicação mudou, Gustavo, como que a gente pode acolher com a comunicação, com as ferramentas de comunicação que a gente tem hoje? >> Preparando pessoas para usar essas novas ferramentas, né? novas formas de comunicação, exigem novos comunicadores. Eu imagino que você se refira hoje em dia à internet, às redes sociais, Instagram, Facebook e entender que o centro espírita precisa estar nessas mídias, pois ali é onde a gente hoje em dia se comunica mais fácil, fala com volume de pessoas muito maiores. Então a gente precisa capacitar, descobrir características dos nossos trabalhadores que possam se afinizar com a linguagem que cada meio tem, né? Nós vivemos hoje um outro tempo, o tempo das mídias digitais, da internet. A coisa flui muito mais rápido, a informação tá ali na hora aconteceu, já tá no ar. Então nós precisamos capacitar os trabalhadores para que possam utilizar

, o tempo das mídias digitais, da internet. A coisa flui muito mais rápido, a informação tá ali na hora aconteceu, já tá no ar. Então nós precisamos capacitar os trabalhadores para que possam utilizar as mídias sociais conforme as mídias sociais exigem, né? Não pode ser uma cópia da casa espírita na rede social, porque isso não vai funcionar. Eu falo para você com conhecimento de causa, né? Eu tô muito atuante nas redes sociais e entendo que eu consegui uma sintonia com as pessoas porque eu encontrei uma uma linguagem, uma forma de trazer, de fazer com que as pessoas parassem para ouvir, que destoa um pouquinho daquela daquele estereótipo característico das casas espíritas. É claro que não tem que ser >> a ser por causa da atualidade, né? >> Talvez. Claro que não tem não não tô dizendo aqui que todo mundo tem que ser desse jeito. Cada um tem as suas características, a sua característica. Mas é importante que a gente entenda que é um outro público, que as pessoas querem também uma coisa mais dinâmica, que o espiritismo pode sim ter um pouquinho de descontração sem fugir da teoria, sem fugir lá do Kardec, dos livros, do nosso Pentateuco. Isso é muito importante a gente nunca perder a base, nunca aceitar que se mexa nas obras espíritas, mas dentro desse contexto a gente encontrar uma leveza, porque às vezes os assuntos são pesados, né, presidente? Às vezes a gente tá lidando com dores, né, com pessoas que estão machucadas. Então, se a gente às vezes quer ser muito técnico, quando a gente só precisa entregar o ombro para que a pessoa possa eh se abrir e se identificar, né? O tal do pertencimento, que às vezes ela chega com coração machucado e a gente entrega para ela uma pedra de gelo. Ela não quer uma pedra de gelo, ela quer um ombro, ela quer um carinho e a teoria vem na hora certa. E na rede social é isso, né? A gente tem que tá ali para encontrar o time, talvez esse é o desafio do momento, encontrar o time para que a gente possa entregar pra pessoa algo que ela fale: "Poxa, acho

na rede social é isso, né? A gente tem que tá ali para encontrar o time, talvez esse é o desafio do momento, encontrar o time para que a gente possa entregar pra pessoa algo que ela fale: "Poxa, acho que eu nem vi nisso". E às vezes a frieza do movimento espírita eh ainda dificulta, porque o Kardec nos orientou que fôssemos racionais, a fé racional, a fé raciocinada. E às vezes a gente confunde ser racional com ser frio e não é. Ser racional é uma coisa, ser frio é outra. A gente pode ser racional, mas também a gente pode acolher com a emoção. >> Eu quero que você fala um pouquinho mais sobre esse sentimento de pertencimento, porque eu acho que o acolhimento passa muito por isso, né? O a pessoa chegar na casa espírita e se sentir pertencente e o acolhimento passa por isso, né? É o, sem dúvida, o pertencimento é o que faz a pessoa ficar, porque às vezes ela foi, ela encontrou trabalho, mas ela não se sente pertencente àquele momento, aquela casa, aquela atividade que foi proposta a ela. Então, eh, isso vai surgir com o diálogo, como eu disse agora a pouco, para que ela se sinta pertencendo ao trabalho. Muitas vezes é oferecido à pessoa o trabalho na evangelização, mas ela gosta da evangelização, ela tem características para evangelização, não. Ela ela ela prefere trabalhar no coral, então põe ela no coral porque ali ela vai encontrar similaridade e vai ter o pressentimento. Nós, seres humanos, adultos ou crianças, e a psicanálise explica isso, nós somos movidos ao pertencimento. Nós precisamos, nós temos a necessidade desse pertencimento. E quando a gente não cria possibilidades para que a pessoa se sinta pertencida, ela vai bater e ela vai voltar. E então cabe a todos nós, em especial aqueles que estão dirigindo as casas espíritas, mas também a todos nós, né? podermos conversar com essa pessoa, se ela chegou no seu departamento, você não é dirigente, mas ela chegou no seu departamento, enturma ela, conversa com ela, perceba as características dela para que possa surgir esse

com essa pessoa, se ela chegou no seu departamento, você não é dirigente, mas ela chegou no seu departamento, enturma ela, conversa com ela, perceba as características dela para que possa surgir esse pertencimento, senão de fato, ela não fica. >> Nesse âmbito aí a gente, o Gustavo tá falando sobre a capacitação, né, que é um trabalho da federativa também, levar a capacitação, né? E o que que a gente pode falar sobre isso? as áreas as áreas próprias da Federação área da família da assistência promoção social espírita, da comunicação, da arte, da infância, da juventude, do atendimento espiritual, da APS, área da gestão. São nove áreas, acho que não ficou nenhuma, mas a necessidade de termos essa capacitação mesmo, mas com relação à experiência que o Gustavo estava falando das redes sociais, das mídias, nós temos uma experiência fantástica, porque período da pandemia fechou-se todo e nós começamos um trabalho no no dia subsequente fizemos mais de 700 lives. trazendo consolo à aqueles corações. Então, tinha dia que a gente fazia quase que chorando também, morreu não sei quem, o outro tá tubado, o outro não tem oxigênio, um sofrimento atroz. E até hoje essas pessoas estão juntas conosco. Até hoje, interior de Minas, no Pará, na Suíça, no Canadá, nos Estados Unidos, muitas e muitas pessoas ainda estão conosco nessa nessa proposta de estudar para sermos consolados, porque essa é o objetivo da doutrina espírita, esclarecer para consolar. >> Fundamental. E é um ponto importante também que você falou, Gustavo, pra gente finalizar o nosso bloco sobre a questão do Kardec, né? O Kardec ele se mantém atualizado, né? Fala um pouquinho sobre isso pra gente. >> É, eu eu vejo algumas pessoas dizendo que tendo a ousadia de dizer que o Espiritismo está ultrapassado, né? Que nós precisamos atualizar para os anos 2025. Meu Deus, isso me fere de uma maneira eh que me incomoda, né? Porque se você pensar assim, a primeira revelação, Moisés foi 15 anos antes do Cristo, até que veio o Cristo, a segunda

para os anos 2025. Meu Deus, isso me fere de uma maneira eh que me incomoda, né? Porque se você pensar assim, a primeira revelação, Moisés foi 15 anos antes do Cristo, até que veio o Cristo, a segunda revelação, quer dizer, foram 1500 anos. Aí o Cristo enviou pra gente a terceira revelação, que é a doutrina espírita. 1800 anos depois. Então, da primeira pra segunda demorou 1500 anos, da segunda pra terceira mais 100. Agora, em 160 as pessoas acham que tá desatualizado, né? Não faz o mínimo sentido. Na verdade, é a gente que está desatualizado, é a gente que não compreendeu. O evangelho, ele é eterno, está muitos anos na nossa frente. Dia desse eu gravei um vídeo com uma informação quando o Chico questionava Emmanuel sobre a grandeza do evangelho, né? E onde que ele ia estudar o evangelho, que os espíritos mais elevados também estudam o evangelho, né? E Emanuel, eu disse para Chico assim: "Chico, lá onde eu estudo o evangelho?" Ele não disse onde lá onde eu estudo o evangelho, o evangelho está a 20 bilhões, um b de bola, 20 bilhões de anos à frente da terra. Então você imagina o quanto que nós não estamos ultrapassados e é o evangelho, né? É nós que precisamos nos adaptar, entender que quando existe uma divergência de de pensamento não é falta de atualização do evangelho, é falta da gente entender a proposta e moldar aquilo que a gente precisa ser moldado, mas não tem cabimento achar que tá que tá desatualizado, >> desatualizado. E eu acredito que o acolhimento faz parte também desse processo, né, que a gente precisa entender, né, da da nossa doutrina, trazer o acolhimento, né? Olha, quando o Gustavo diz da primeira, da segunda e da terceira revelação, a questão 886 do livro dos espíritos, que todos os espíritas conhecem essa questão, responde a respondem muito bem. Eu sempre digo, quando Kardec formulou a pergunta da caridade, a gente imagina assim, a França, a Europa, o mundo estava assim no nosso lar, tudo perfeito, não. A França estava saindo de uma revolução. E a resposta dos

ando Kardec formulou a pergunta da caridade, a gente imagina assim, a França, a Europa, o mundo estava assim no nosso lar, tudo perfeito, não. A França estava saindo de uma revolução. E a resposta dos espíritos, porque ele pergunta o que seria caridade no entendimento de Jesus. E os espíritos vão responder que todos nós conhecemos é benevolência, indulgência e o perdão das ofensas. Por que que foi essa resposta? Porque os espíritos poderiam dizer assim: "Olha, da cesta básica, dá café da manhã, tá enxoval?" Eles não disseram, porque a terceira revelação, assim como a primeira, e a segunda revelações, é para a eternidade. Então essa questão mostra pra gente que a terceira revelação, doutrina espírita, consolador prometido por Jesus é para a eternidade. >> E tudo tem um tempo de maturação, né? É preciso que venha a informação e depois a humanidade leva um tempo para absorver aquilo e entender com mais clareza até que possam chegar novas informações. Nós ainda estamos na fase da maturação da terceira revelação. >> A gente vai fazer o fechamento desse bloco e vocês ficam com as novidades da livraria. Amigos, estamos em mãos aqui um livro extraordinário que deve fazer parte das nossas leituras, das causas primárias, escrito pelo nosso grande amigo Otaciro Rangel Nascimento. Otaciro é doutor, professor, sênior de física da Universidade de São Paulo e é um grande trabalhador do movimento espírita do Brasil. Com essa obra, ele nos facilita a compreensão de questões científicas que às vezes temos dificuldade. Nós preocupamos muito com as questões práticas da vida, as questões de relações emocionais e deixamos às vezes de visitar obras como esta que nos facilita a compreensão até mesmo dessas questões que a vida nos traz. Olha que interessante, ele traz aqui questões sobre os elementos gerais do universo, sobre Deus da criação, princípio vital. Olha o que ele fala em relação à nossa reflexão sobre Deus, que é muito difícil entender Deus enquanto pensarmos como homens e mulheres, mas será mais fácil

so, sobre Deus da criação, princípio vital. Olha o que ele fala em relação à nossa reflexão sobre Deus, que é muito difícil entender Deus enquanto pensarmos como homens e mulheres, mas será mais fácil buscar Deus como espíritos imortais que somos. Outra questão interessante também que nos traz sobre o pensamento, ele diz assim: "Ainda não sabemos de todas as formas de energia que existem na natureza. Nada sabemos da energia radiante gerada pelo pensamento, pois que não desenvolvemos medidores do pensamento. Olha só, então são coisas muito importantes para a nossa compreensão da própria vida. Recomendo a todos. Está à disposição na livraria da Federação Espírita do Estado de Goiás, editado pela própria FEGO e é uma recomendação nossa que não pode fazer estar distante da vida de todos nós. Então, boa leitura a todos. Estamos de volta com o Espiritismo em Movimento com a Márcia e o Gustavo. E agora nesse bloco a gente vai conversar um pouquinho sobre o nosso congresso espírita do ano de 2026, que tem uma temática fantástica, Jesus e Kardec para os tempos atuais. Márcia, fala pra gente um pouquinho como é que foi a construção dessa temática para esse congresso do ano que vem. Olha, Jesus tem que estar sempre nas nossas vidas, nos nossos corações, nas nossas mentes. E a gente estudando a possibilidade de trazer esse congresso novamente para o carnaval, nós entendemos da importância desse tema, sobretudo porque em algum momento a gente observa que algumas pessoas dizem: "Não é assim, Gustavo, que Kardec tá ultrapassado". Pois é. Aí a gente pensou assim, vamos trazer Kardec e Jesus, porque se Kardec está ultrapassado, quantos anos tem a codificação? >> 167. >> Uhum. 167. Gustavo agora mesmo ele tava fazendo uma conta. >> Uhum. 1500 anos de Moisés a Jesus, 2000 de Jesus a codificação da doutrina e agora 160 e poucos anos já está ultrapassada. É a terceira revelação. Em razão disso é que o tema foi escolhido. Jesus é Kardec para os tempos atuais. Eu tenho, desculpa de cortar, eu tenho um

trina e agora 160 e poucos anos já está ultrapassada. É a terceira revelação. Em razão disso é que o tema foi escolhido. Jesus é Kardec para os tempos atuais. Eu tenho, desculpa de cortar, eu tenho um amigo lá em Rio Preto, Antônio Carlos Navarro, um dos grandes palestrantes que eu conheço, e ele sempre termina as palestras com a seguinte frase: sempre com Jesus, nunca sem Kardec. >> Maravilha. Ótima frase. E Márcia, fala só um pouquinho antes da gente passar pro Gustavo. Fala só um pouquinho como é que tá a questão de inscrições, como é que o pessoal pode ter acesso. >> Olha, sucesso absoluto. E por que esse sucesso absoluto? O tema, tema muito especial, >> muito >> os palestrantes também, como sempre em outros congressos, palestrantes muito bons. Nós vamos ter a honra de receber o presidente da Federação Espírita Brasileira que vai abrir o Congresso, o Jorge Godinho. Mas outro detalhe também que somou bastante, que agregou bastante, foi a questão das condições financeiras, porque o Congresso ele é caro e a gente sabe que o Congresso do ano passado determinou-se as inscrições R$ 250 por aí, assim. Esse ano o correto seria R$ 300. Mas aí a gente começa a imaginar assim, e nós trabalhamos muito com periferia. O grupo espírita mensageiros da luz, de onde eu sou oriunda, é um grupo que trabalha, são quatro casas, todas elas trabalhando muito com periferia. Como é que esse pessoal que ganha salário mínimo, que às vezes são duas pessoas, três pessoas que querem vir ao Congresso, não poderão vir? E aí a gente baixou o valor da inscrição. Ela começou há 2 meses com R$ 100. Agora ele está a R$ 120, mas ele não cobre as despesas do Congresso. Aí nós instituímos um livro ouro e todas as pessoas que estão nos ouvindo, se quiser também assinar o livro ouro, qualquer valor, só fazer o contato aqui na federação que a gente vai atrás. Juntos somos mais fortes. >> Juntos somos mais fortes. E também tem os patrocínios, as empresas, porque lá a gente estima que vai passar por volta de

o contato aqui na federação que a gente vai atrás. Juntos somos mais fortes. >> Juntos somos mais fortes. E também tem os patrocínios, as empresas, porque lá a gente estima que vai passar por volta de 3.000 pessoas no Congresso. Então, os patrocínios também que poderão nos auxiliar bastante. Então, a receita é essa, diminuiu o preço da inscrição, já temos mais de 1000 inscrições. Com dois meses que a gente iniciou o tema. Os palestrantes como sempre muito bons, muito qualificados e a gente vai receber a todos. Já disse até pro Gustavo trazer o violão dele. Para Goiás não trazer o violão, tem coisa errada aí. >> E isso é acolhimento, né? >> Acolhimento. >> Acolhimento para que todos possam participar. Exatamente. Inclusive os trabalhadores, a gente quer ter uma um momento muito especial porque são muitos trabalhadores, 100, 150, 200 pessoas e a gente quer ter um momento muito especial para acolher esses nossos trabalhadores. E eu gosto de escutar as histórias das pessoas porque como Kardec disse na viagem espírita de 1862, ele estava indo para aprender. Inclusive leiam este livro. Le lá na livraria tem >> tem. >> Então eles que estava indo para aprender e ensinar. E a gente tá ouvindo também para aprender e de vez em quando a gente dá o pitaco no sentido de ajudar alguém a aprender alguma coisa. >> Sempre à luz da doutrina espírita. >> Falando de palestrantes, um dos nossos palestrantes está aqui >> para nos dar a honra tá fazendo esquenta aqui em Goiás. >> Pois é. veio fazer o esquento aqui no nosso encontro de trabalhadores da infância e juventude e estará conosco no congresso com uma satisfação enorme. Esteve conosco no congresso do ano de 2025 >> e estará conosco no ano de 2026 com o seu violão. >> E fala pra gente um pouquinho qual que é a sua expectativa aí de estar com a gente. >> É o melhor possível, né? Eu digo que Deus tem sido muito bom comigo e tem me dado a oportunidade de viajar várias cidades, participar de vários congressos e que é muito bacana a gente ir até um

te. >> É o melhor possível, né? Eu digo que Deus tem sido muito bom comigo e tem me dado a oportunidade de viajar várias cidades, participar de vários congressos e que é muito bacana a gente ir até um lugar para falar, mas muito melhor do que ir é voltar, porque quando a gente volta é sinal que é a primeira vez. É, foi bacana, foi legal. Então, quando eu recebo o convite para estar no 42º Congresso, eu me sinto extremamente honrado. E quando eu olho o time de palestrantes, eu falo: "Meu Deus, que responsabilidade", né? Um time muito bem selecionado de pessoas que realmente vão poder agregar conhecimento à aqueles que vão participar. Então para mim uma satisfação tão grande. Vou trazer a família dessa vez, vou trazer a esposa, vou trazer os filhos. >> É, viremos todos. Agradeço a presidente que tá acolhendo a minha família por falar em acolhimento, >> né? E então a expectativa das maiores possíveis. A gente brinca, descontrai, sim, mas a gente fala sério, o conteúdo nunca fica de fora. E a proposta é essa. E a honra é sempre minha. Eu vou estar sempre disposto a colaborar e ajudar dentro do pouquinho que a gente pode. Mas eu tô muito feliz, >> sabe, Gustavo, você é uma pessoa que é descontraída, né? O seu conteúdo é descontraído na internet, mas as pessoas sa que saíram do congresso e vinham dar um feedback pra gente, eles saíram muito emocionados. Márcia, eu não sei se chegou até você essa informação, mas as pessoas saíram muito emocionadas da sua palestra desse ano. E aí eu quero te perguntar, e esse tema agora, Jesus e Kardec para os tempos atuais, o que que você espera trazer para esse público? >> Não tem a mínima ideia. >> Você tava perguntando isso, você tava perguntando isso muito tempo antes, mas a ideia é que a gente não fuja da proposta, né? Eu até gravei vídeo esses dias dizendo que a gente vai paraos congressos e eles dão o tema pronto pra gente falar e que às vezes a gente gosta de ficar à vontade para falar algo dentro do tema, né? É como você trazer

deo esses dias dizendo que a gente vai paraos congressos e eles dão o tema pronto pra gente falar e que às vezes a gente gosta de ficar à vontade para falar algo dentro do tema, né? É como você trazer um oftalmologista e pedir para ele falar de cardiologia. Ele até fala, mas às vezes ele é especialista em alguma área, então deixar ele falar na área dele, aquilo flui melhor até para quem vai receber a mensagem que ele tá preparado. E dentro do grupo de palestrantes, você tem aqueles que são mais estudiosos do evangelho, outros que são mais estudiosos do livro dos espíritos, do judaísmo, meu amigo Álvaro Morenhai, né? Então a gente tem pessoas que são especialistas em algumas áreas. Eu não sei qual que é a minha praia, mas o tema específico. Eh, eu vou esperar chegar o tema para mim, para que a gente possa preparar, mas nós vamos ficar ali no tema fiel Kardec pra gente poder eh oferecer para as pessoas aquilo que elas foram procuradas. E se o tema é Jesus e Kardec é um tema maravilhoso, não tem jeito, dar errado. Jesus e Kardec. E aguardemos, aguardem, >> aguardemos. >> Faça a sua inscrição, né, Márcia? E veja a palestra do Gustavo. >> Exatamente. >> Olha, mas você falou da palestra de 2025, né, que eu tive oportunidade de fazer um encerramento com a música e tudo mais. >> Rolou uma energia tão alta naquele auditório, >> né? É claro que em todas as outras, mas eu senti o pessoal levantou e bateu palma e tinha imagens de Jesus passando naquele telão e eu saí assim emocionado. Eu chorei quando eu saí do palco, coloquei o vídeo no ar, depois o vídeo deu uma super repercussão, foi uma energia maravilhosa. Aquele momento entrou pra história para mim, eu guardo até hoje na minha memória como um dos melhores momentos que eu tive oportunidade de viver das palestras que faço. Foi a finalização da palestra de 2025. Foi foi lindo >> para você e pro público. Então, >> que bom. Márcia e fala pra gente como é que foi essa questão da temática, essa escolha da temática para vocês que chegou. Por

o da palestra de 2025. Foi foi lindo >> para você e pro público. Então, >> que bom. Márcia e fala pra gente como é que foi essa questão da temática, essa escolha da temática para vocês que chegou. Por que que foi essa escolha de Jesus? Deve ter sido uma inspiração, uma intuição, alguma coisa assim. >> Porque para nós também que estamos organizando o congresso da juventude, da infância, é uma temática que tá sendo muito bom de ser abordado, porque é Jesus e Kardec trazer eles para o para a atualidade, porque eles são muito atuais, né? muito. Quando você vê, por exemplo, as parábolas de Jesus, muitas parábolas falam da discriminação, a da mulher hemorroíça, quando ele passa pela coletoria e vai conversar com com o Levi, que depois se torna o evangelista Mateus, aquelas pessoas eram discriminadas. A mulher adúltera porque era adúltera e o Levi porque era cobrador de impostos. Se nós trouxermos para a atualidade, há talvez até mais discriminação hoje do que naquela época. Mas Kardec também foi tão discriminado. >> Sim. >> Tanto foi que os livros foram até incinerados em praça pública em Barcelona. Então nós temos que trazer isso para agora para mostrar as pessoas. E quando a gente fala do Pai Nosso, ele é pai de todos. Isso. >> Então, quer dizer, Jesus não falou assim: "Olha, pai de você imagina naquela época Jesus fala assim: "Pai nosso, judeu e samaritano" que eles começaram a brigar lá. Eu sempre digo que até hoje essa turma tá brigando, mas mulher igual a homem, mulher não tinha nem nome. Era a viúva do fulano de tal, ela não tinha nome. Falar que servo era igual romano. Olha a discriminação que existia no Pai Nosso. Então é um tema super hiper atual. Jesus e Kardec para os tempos atuais. >> Foi uma bela escolha. Sem dúvida. >> Dá tempo de eu fazer um acréscimo? >> Claro. >> Eh, o tema é tão relevante e tão bacana que ele nos coloca de frente com o Evangelho de Mateus no seu capítulo 24, tá lá na Bíblia, quando Jesus apresenta sete motivos com quando nós veríamos a

ro. >> Eh, o tema é tão relevante e tão bacana que ele nos coloca de frente com o Evangelho de Mateus no seu capítulo 24, tá lá na Bíblia, quando Jesus apresenta sete motivos com quando nós veríamos a transição, a mudança dos tempos. Então ele elenca seis e por último, o sétimo, ele diz assim: "Quando o meu evangelho estiver se espalhado pela terra, então haverá chegado o dia. Porque as pessoas estão perguntando para Jesus: quando que nós vamos viver novos tempos, né? Eles eles querem uma data. E aí Jesus fala: "Quando o meu evangelho estiver se espalhado pela terra, então haverá chegado". E isso coloca nas nossas mãos a responsabilidade de espalhar o evangelho pela terra. Porque quando Jesus nos convida a essa reflexão, ele não tá dizendo que é ele que vai espalhar o evangelho pela terra ou que vai vir um segundo Cristo na terra espalhar esse evangelho. A responsabilidade é nossa, >> de abraçar esta causa e sermos nós aqueles que espalham o evangelho pela terra. Então Jesus e Kardec para os tempos atual atuais nos convida a sermos nós os divulgadores do evangelho para que novos tempos se façam na terra. Com certeza. O compromisso é nosso. Importância das mídias, da rede social. >> Pois é. >> Abrindo mais a >> E quando o presidente falou aqui agora a pouco que nós teremos mais ou menos 3.000 pessoas lá no evento para os patrocinadores. Olha, presidente, nós temos as mídias digitais que nós vamos ter 3.000 pessoas lá no evento, mas é um vídeo que a gente faz, a gente fala para 50, para 100, para 200.000 pessoas. Graças a Deus, eu tenho vídeo com 2 milhões de visualizações. Então, os patrocinadores, através das mídias digitais, dos palestrantes, das pessoas que estão lá fazendo story das mídias digitais da FEGO, eles atingem, não são 3.000, não, são milhares ou milhões de pessoas, >> muitíssimo bem lembrado, >> através das mídias digitais, uma visibilidade incrível. >> É verdade. Nós vamos para um breve intervalo e a gente retorna para o último bloco e vocês ficam com as

ssoas, >> muitíssimo bem lembrado, >> através das mídias digitais, uma visibilidade incrível. >> É verdade. Nós vamos para um breve intervalo e a gente retorna para o último bloco e vocês ficam com as novidades da livraria. Eu andando aqui pela livraria da FEGO, me deparei com esse livro, A Hora do Espelho, né, que é do Juliano Fagundes, pelo espírito de Célia. E ele é um livro muito interessante que ele explica o desencarne de uma jovem de 16 anos, ou seja, para os pais que perdem os filhos tão jovens, né? Então assim, é um é um acalento muito grande, é uma história muito interessante que vai contar o despertar dessa alma, né, dessa jovem encarnada. Quando desencarna ainda se entende como jovem, né, até relembrar que ela é um espírito imortal, mostra toda essa jornada. Então, é um livro muito interessante, recomendo eles para vocês. Estamos de volta com o Espiritismo Movimento, hoje com o Gustavo e a Márcia e vamos falar mais um pouquinho nesse bloco sobre o nosso congresso. Mas dessa vez a gente vai falar um pouquinho sobre o congresso da juventude e o congresso da infância, porque o nosso congresso aqui de Goiás, nós temos programações pra infância e pra juventude, além do que a gente chama carinhosamente da madureza, que são os adultos, né? Márcia, fala pra gente um pouquinho. A gente tem então o congresso da juventude e o congresso da infância. Temos com muita alegria, nós anunciamos que temos o congresso da infância, da juventude, está a previsão de 600 jovens, eles serão acolhidos lá no ginásio Emanuel, trabalho todo ele será realizado lá. E as crianças ficarão no Lar Francisca de Lima, que é ao lado do Emanuel, para facilitar a logística de pais e pessoas que responsáveis pelas crianças e pelos adultos. uma programação muito especial e eu tô sabendo que o Gustavo vai participar da programação dos jovens. >> Eu nem sei, eu nem sei se ele sabe. Eu nem sei se sabe. Mas já tô bem, viu? Vou juntar comigo. Exatamente. >> Márcia. Mas antes de passar pro Gustavo,

tavo vai participar da programação dos jovens. >> Eu nem sei, eu nem sei se ele sabe. Eu nem sei se sabe. Mas já tô bem, viu? Vou juntar comigo. Exatamente. >> Márcia. Mas antes de passar pro Gustavo, e fala pra gente questão de programação. Eles também trabalham com a mesma temática. >> A mesma temática. Jesus e Kardec para os tempos atuais, mas voltado para o público da infância, voltado para o público da juventude. >> É os o coordenador estadual da área da infância e da juventude participando efetivamente as tias, os líderes de mocidade participando efetivamente com muita música, com muita alegria. O tema é o mesmo, Jesus e Kardec para os tempos atuais. Nós temos que apresentar às crianças e aos jovens Jesus sempre. A Sagrada Família de Nazaré apresenta à família a importância desse trabalho relacionado com infância, juventude e família também. Tanto que lá no Francisca de Lima, em determinado momento, se os pais quiserem ir tomar refeição com as crianças, poderão fazer para que haja essa integração maior de jovem, criança e família, adultos ou madureza, como você disse. Então, tá todo mundo junto e misturado nessa nessa proposta aí. Gustavo, fala pra gente, você tava conversando com a gente mais cedo no nosso evento, né, do encontro de trabalhadores de infância e juventude. Como que a gente pode fazer? Porque veio muito esse questionamento sobre a demotivação da criança e do jovem para ir pra casa espírita. E aí, que que a gente tem que fazer? Como é que é essa questão com a família? >> Essa é uma pergunta de 1 milhão de dólares hoje em dia, né? É a pergunta que a gente mais ouve por aí, que a gente tá buscando essa resposta para entender como que a gente torna movimento atrativo, movimento espírita, perdão, como que a gente torna o movimento espírita mais atrativo ao jovem, ao adolescente, a criança. Pois eu não entendo que a criança não se interessa pelo evangelho, a criança não se interessa pelo Cristo. Não, isso interessa sim. Se nós olharmos os nossos irmãos de outras crenças, os movimentos

a. Pois eu não entendo que a criança não se interessa pelo evangelho, a criança não se interessa pelo Cristo. Não, isso interessa sim. Se nós olharmos os nossos irmãos de outras crenças, os movimentos jovens deles são lotados, né? É nós do movimento espírita que ainda estamos adequando o nosso conteúdo para poder sermos atrativos mais aos jovens. Mas esse é um é um movimento ainda que a gente tá engatinhando. Mas que bom que a gente não tá engatinhando. A gente poderia estar parado e não ter despertado para isso. Mas hoje nós já despertamos, temos a FPEG que faz ações nesse sentido, que tá puxando a fila para que esse jovem possa também eh receber aquilo que ele oferece. E você veja, nós estamos no terceiro bloco. Eu vou voltar lá no primeiro para dizer que isso precisa acontecer através da escuta, né? Chegar no jovem, no adolescente, na criança, saber o que que ele quer, o que que ele gosta, pelos quais temas que ele se interessa pra gente poder acolher, né? Mas nós ainda vamos encontrar esse caminho, tenho certeza, e a gente vai conseguir fazer isso de uma maneira eh mais primorosa, que talvez hoje a gente ainda não conseguiu, mas tenho certeza, a semente tá plantada. já começou. É só questão de tempo que a gente vai virar isso aí também. >> Com certeza. Mas falando em caminhos e ainda com você, Gustavo, eh a gente acredita muito no poder da arte, né? O belo e o bom, né? E no nosso congresso, né? Nas nossas programações, a gente utiliza muito desse recurso da arte. E o que que você pensa sobre isso? A arte realmente ela chega no coração? Como que ela chega no coração? Olha, Leon Deni no livro Espiritismo na Arte, ele nos mostra a importância da arte. >> Leiam este livro, >> é maravilhoso. >> Tem na livraria, calada, >> né? Então, Leon através dessa obra, ele vem nos dizer da importância da arte para evangelizar, né? Especificamente a música, que é a arte que eu utilizo nas minhas palestras e nos encontros onde eu passo. E Leanden vem dizer assim: "A música atribui ritmo aos fluidos,

da arte para evangelizar, né? Especificamente a música, que é a arte que eu utilizo nas minhas palestras e nos encontros onde eu passo. E Leanden vem dizer assim: "A música atribui ritmo aos fluidos, facilitando a comunicação entre os dois planos". Ou seja, a música, ela tem o poder de amolecer o coração, de elevar a vibração da pessoa e isso facilita com que os dois planos possam se intercomunicar com mais facilidade. Então, a gente precisa sim usar a música, usar o teatro, usar a arte, né? Nós temos o Eniono aqui da Fego, que faz algumas peças, que encena, que coloca a arte para evangelizar também. Então, deixo como recomendação Espiritismo na Arte, Leão Deni, que a gente vai entender que a música não é uma opção, a arte não é uma opção, é um caminho para que a gente possa evangelizar também. >> E se você quiser ver isso na prática, é só ir no congresso, não é, Márcia? Nas três programações, nós temos muita arte. Volver >> muito, vai haver muita arte mesmo. Vai ficar muito lindo, viu? teatro, música, tem bastante. >> Mas queria voltar na questão da criança, do acolhimento também da criança. >> Antigamente, talvez não seja da sua época, as tias, as avós, as madrinhas, as mães contavam histórias para as crianças. E dentre essas histórias, olha o tanto que é lindo você ouvir a história de Moisés, de José do Egito, a história de Jesus naquela região da Galileia. Então, quer dizer, hoje os pais, as pessoas responsáveis pelas crianças precisam resgatar esse momento de diálogo com a criança, porque no que você dialoga com ela, ela também vai se abrir. Você vai ouvir o que ela, as pretensões, os anseios, as dificuldades pelas quais ela passa. As casas espíritas, os as casas dos espíritas, a necessidade que chegou três, quatro. Olha, vamos ler uma página do Emanuel, do André Luiz. Cada um comenta aquilo ali, você vai fazendo essa interação e daí a pouquinho o jovem se interessa em participar da casa espírita. Conhecemos muitos jovens hoje que já são palestrantes espíritas,

uiz. Cada um comenta aquilo ali, você vai fazendo essa interação e daí a pouquinho o jovem se interessa em participar da casa espírita. Conhecemos muitos jovens hoje que já são palestrantes espíritas, >> começaram na infância. Eu tenho um neto e quando ele ia para o centro espírita, ele ia no meu braço, ele era bebê e eu fazia palestra com ele no braço. Hoje ele é palestrante espírita. Então, se tivermos esse cuidado, a gente traz mais jovens e mais crianças para a casa espírita. Sim. >> Presidente, você me deu uma oportunidade de dizer algo que eu tava aqui aguardando a sua fala, mas você já colocou na sua fala que eu ia falar. Olha que beleza. Isso demonstra o nível de consciência. a sintonia, mas o nível de consciência que a presidência, essa instituição FEGO, tem com esse assunto. Eu eu ia dizer o seguinte, que a gente fala muito de jovem, fazer isso pro jovem, situações para que ele possa se sentir no contexto, mas muitas vezes a gente não insere o jovem como responsável da atividade, ele fica só como ouvinte, né? Então, que tal termos você usado que agora presente, né? Que tal termos no 42º um palestrante jovem? Em vez do jovem estar lá sentado ouvindo a palestra, mas quando eu digo jovem, eu estou dizendo um palestrante de 14 anos, um garoto de 15 anos, que ele fale 20 minutos, não precisa falar 40, 50. >> Vocês já anotaram aí, >> né? >> Anota aí. Então, >> tá anotado. >> É, essa é uma sugestão >> maravilha >> que a gente pode convidar um jovem que tem facilidade com a fala, o seu neto de repente, né? E não é por proteismo, é porque se capacitou para isso. Ou outro jovem de 14, de 12 anos, para ir lá fazer uma palestrinha de 20, um autista para ir lá fazer uma uma palestrinha de 15, de 20 minutinhos, né? Porque é isso que vai trazer, esse é o pertencimento >> que nós falamos há pouco tempo atrás. Então, eh, fica aqui a sugestão, mas tenho certeza que a presidente já tá pensando nisso. >> É só falar que ela ouve, ela acolhimenta com ela mesmo. >> Maravilha, maravilha. E falando sobre

mpo atrás. Então, eh, fica aqui a sugestão, mas tenho certeza que a presidente já tá pensando nisso. >> É só falar que ela ouve, ela acolhimenta com ela mesmo. >> Maravilha, maravilha. E falando sobre isso, Gustavo, eh, a gente que trabalha com a juventude, a gente vê o seguinte, que a gente tem que ver também muito o perfil do jovem. Hoje o jovem, e eu falo da criança também, ele não tem um perfil assim muito específico, ele não tem, a gente tem que trabalhar com vários pontos com ele. Eu vou falar uma experiência própria. Eu às vezes, eu fugia da evangelização para assistir palestra. Eu sou um tipo de perfil de jovens, >> espírito velho. >> É, eu queria assistir palestra, mas alguns queriam ficar lá na evangelização. Então assim, nós temos vários perfis e a gente tem que aprender a lidar com esses vários perfis e atender esses perfis. E é isso que a gente da programação, da coordenação, a gente trabalha dessa forma. A gente quer atender todos esses públicos dentro da programação do Congresso. E acho que é assim que funciona, né? A gente tem que atender os públicos, né? estudar o nosso >> nós temos alguns palestrantes muito bons dentro do movimento espírita hoje de pouca idade, palestrantes de 20, 25, eu conheço vários, não vou citar nomes, são maravilhosos em termos de conteúdo, mas o linguajar já não é mais jovem, né? Já é um linguajar de um adulto. Então, eh, colocar o jovem lá, um garotão de 12 anos, ó, 20 minutinho, vai lá, fala Jesus do teu jeito, da tua forma, né? Eu tenho certeza que o pessoal vai acolher, ele vai ser aplaudido e ele vai sair de lá com vontade de fazer mais e mais e mais e mais e os outros jovens vão ver nele falando: "Nossa, ele tá fazendo palestra, então eu também posso, eu vou me preparar e isso vai ser incentivo >> fantástico." Verdade. A gente tá finalizando o nosso bloco. Eu quero deixar a nossa presidente fazer um convite, né? Esses últimos minutinhos, convidar o pessoal pro nosso congresso. >> Olha, vocês falaram muito em arte. >> Hum. E nós vamos ter na no saguão ali no

uero deixar a nossa presidente fazer um convite, né? Esses últimos minutinhos, convidar o pessoal pro nosso congresso. >> Olha, vocês falaram muito em arte. >> Hum. E nós vamos ter na no saguão ali no espaço cerrado, que a gente chama espaço cerrado, muita música o tempo todo. Portanto, nós vamos ter corais, conjuntos, espíritas, músicas enobrecedoras o tempo todo ali naquela parte externa. E eu já lancei um desafio para a turma da arte cênica, tá até olhando para ele ali, que talvez a gente possa fazer também pequenos encenações ali do lado de fora também para unir todas as pessoas nesse projeto maior nosso, desse congresso que a gente está dizendo que é o congresso da inclusão. Aquela pessoa que tinha dificuldade de participar de um congresso por questões monetárias, vai lá que você terá condições de participar conosco. E você que tem a condição melhor, nos procure aqui na federação para assinar o nosso livro de ouro, para fazer participar do nosso trabalho de patrocínio, patrocinadores do nosso congresso. juntos trabalhar unidos numa proposta de muita confraternização, de muita acolhida, de muita amizade, de muito sentimento cristão. Gustavo, Deus de paz >> agora com você. >> O convite é seu agora pro congresso. >> Quero convidar você então que tá conosco para que a gente possa continuar juntos, não só através das mídias digitais como essa, mas presencialmente nos 42º congresso que acontece no carnaval. Agora voltamos para o carnaval, né? a data tradicional do congresso de Goiás e a gente se encontra lá. Já faça a sua inscrição para que você não corra risco de ficar de fora e eu tô muito ansioso para chegar logo pra gente se encontrar e falar de Jesus e Kardec nos tempos atrás. >> E você vai vir com a família? >> Vou vir. Giovana, Joaquim, Malu. Vai estar todo mundo aqui. >> Maravilha. >> Que bção. Nós agradecemos de todo o nosso coração a presença de vocês dois aqui no nosso programa e até uma próxima. >> Gente, sempre muito querida e todos que estão nos bastidores também. É nossa

>> Que bção. Nós agradecemos de todo o nosso coração a presença de vocês dois aqui no nosso programa e até uma próxima. >> Gente, sempre muito querida e todos que estão nos bastidores também. É nossa gratidão a todos maravilhosa, maravilhosa. >> Maravilhosa e até uma próxima. >> Aqui no bastidor tá o Andrei, o Roberto, o Enio como sempre, a Gisele, a Márcia Riso, nossa equipe completa. Muito obrigada, viu gente? >> Gratidão. Obrigado. >> E a gente encerra o nosso programa de hoje. Agradece você que esteve com a gente aí e continua com as nossas novidades da livraria e até uma próxima. Tchau, tchau. >> Tchau, tchau. >> O que é Deus? Deus é inteligência suprema. causa primária de todas as coisas. Essa é a primeira pergunta do livro dos espíritos e essa e outras obras da codificação você encontra aqui na livraria da Fé Ego. A livraria da Fé Ego tá aberta de domingo a domingo e especialmente no domingo nós temos uma roda de conversa com música e com café mais do que especial para te receber, para que você possa conhecer e adquirir essa e muitas outras.

Mais do canal