A FIGUEIRA ESTERIL - Patrícia Torres [PALESTRA ESPÍRITA]
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Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa Essa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz [música] dentro de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi toda a beleza de viver doando amor, vibrando. >> Muito bom dia. Sejam todos muito bem-vindos, muito bem-vindas à Comunhão Espírita de Brasília. Saudo todos que estão aqui presencialmente no salão Bezerra de Menezes e também aqueles que nos acompanham pela internet, seja agora ao vivo ou posteriormente gravada. Já saúdo aqui vendo aqui no chat a Divanira de Garanhuz Pernambuco, a Raquel, bom dia, a Fátima também dando bom dia aqui pra gente e deixo meu bom dia a todos que vão se deixando aí a sua mensagem no chat para quem tá pela internet. Foi o convite de se inscrever no canal da comunhão, ativar as notificações, tanto nesse canal aqui da comunhão que passa as palestras, mas também um outro canal que a comunhão tem que TV Comunhão, onde temos episódios diários pela de manhã, parte pela parte da manhã e à noite temos eh episódios semanais, né? Eh, programas semanais. São formas da gente tá refletindo, né, sobre o evangelho de Jesus e a doutrina dos espíritos. Hoje estamos com a nossa irmã aqui Patrícia Torres que vai trazer a palestra com o tema A figueira estéreo. Como é de pras, a gente pega uma mensagem inicial com o objetivo de acalmar nossos pensamentos, né, faz auxiliar a gente a ficar presente, né, atento a ao momento da palestra. E eu trouxe o livro Conselhos Úteis da nossa querida irmã Ida Pereira Magalhães, que foi recebida pela médio Ido Alonso, né? Esse livro aqui foi editado aqui pela comunhão e traz mensagens muito boas pra gente ler no dia a dia, né, antes de dormir, ao acordar. São são boas reflexões. Para amanhã de hoje, a conquista da
né? Esse livro aqui foi editado aqui pela comunhão e traz mensagens muito boas pra gente ler no dia a dia, né, antes de dormir, ao acordar. São são boas reflexões. Para amanhã de hoje, a conquista da evolução. Falo-te como espírito eterno. Muito já vivi e aprendi ao longo das minhas experiências terrenas. Já consigo perceber o que é mais útil, mais conveniente na vida material. Por isso, te aconselho, te falo com alguma autoridade, pelo muito que já sofri por não seguir os ditames superiores que eu não ignorava. Passo ao teu conhecimento alguma coisa que pude aproveitar em benefício da minha evolução. Deste lado da vida, posso perceber o que antes fugia a minha compreensão acanhada de mortal. Comprovo agora as inconveniências de certos gestos e a inutilidade de muitos outros. Para tanto, muito tem contribuído à visão superior que vem adquirindo. É por isso que te recomendo, esmera-te na conquista de maior esclarecimento através das leituras de cunho moral, evangélico, da reflexão, da observação e sobretudo da introspecção, da análise dos teus próprios sentimentos, pensamentos e ações. Então essa mensagem aqui, né, eh, dailda Pereira Magalhães, que ela for a mãe da Alonso, né? Então é a mãe falando ali pra filha sobre a conquista da evolução, né, compartilhando ali a experiência dela pessoal e convidando, né, ela a refletir, a procurar leituras de cunho moral evangélico, refletir, né, refletir. E aí ela coloca aqui, né, sobre seus sentimentos, pensamentos e sobre suas ações, que aí a maior luta é contra nós mesmos, né? E a gente tá sendo sempre convidado essa reflexão pessoal e a reforma íntima. Após essa breve leitura e breve reflexão, façamos uma longa respiração, levando pensamento ao nosso Pai, agradecendo por mais este dia que se inicia diante de nós. Agradecemos a Jesus, nosso mestre e amigo de todas as horas. e a toda a espiritualidade que aqui se faz presente, que preparou este momento para cada um de nós, que a gente possa receber o que viemos aqui buscar,
a Jesus, nosso mestre e amigo de todas as horas. e a toda a espiritualidade que aqui se faz presente, que preparou este momento para cada um de nós, que a gente possa receber o que viemos aqui buscar, que possamos renovar as nossas energias e nos fortalecendo internamente. Pedimos humildemente que ampare nossa irmã Patrícia. para que ela seja intuída em seus pensamentos, em sua palavra, e que a gente possa refletir sobre o que iremos ouvir na palestra. Que assim seja. Bom dia a todos aos irmãos aqui encarnados presentes no nosso salão Bezerra de Menezes, aos nossos irmãos que nos assistem pelas mídias. Eu falava com o Anderson, que deu uma saudade enorme, né? Tem desde a pandemia que nós não temos a oportunidade de estar aqui na sexta-feira pela manhã. Nós tínhamos um grupo antes da pandemia que era o grupo que participava, né, das exposições doutrinárias pela manhã com a equipe do passe. Então, deu uma saudade enorme, né? Então, é bom retornar e numa sexta-feira demos conta dessa semana, né? Estamos aí nos aproximando final de semana e a gente acaba se enchendo um pouquinho de mais energia para lidar, para viver o dia de hoje, né, com essa sensação de tarefa parcialmente cumprida. Então, além da alegria de estar novamente nesse horário aqui com vocês no dia de hoje, a alegria de nós estarmos começando mais um dia que nos é dado como possibilidade de reescrevermos a nossa história, de acertarmos rumo, de acertarmos passos. E o tema dessa manhã que nós trazemos sobre a figueira estéreo é um tema muito conhecido. Se nós buscarmos, né, na nos recursos da tecnologia lá no YouTube, nós vamos ver vários irmãos, vários expositores espíritas, vários palestrantes falando dessa temática. E é uma passagem que nós conhecemos bastante. E a passagem que nós vamos trazer hoje, ela tá no Evangelho de Lucas. O texto de Lucas, ele é um pouco diferente do texto de Mateus. Então, nós vamos falar um pouquinho do texto de Lucas com toda a beleza, com toda a característica do Evangelho de Lucas,
gelho de Lucas. O texto de Lucas, ele é um pouco diferente do texto de Mateus. Então, nós vamos falar um pouquinho do texto de Lucas com toda a beleza, com toda a característica do Evangelho de Lucas, né? O evangelho de Lucas é um evangelho muito caro aos corações de alguns de nós, porque é o evangelho que reúne grandes lembranças, memórias afetivas de Maria de Nazaré, de Paulo de Tarso e de outros personagens de outros colaboradores de Jesus. Lucas, ao escrever o evangelho, cumpre um compromisso que ele assume com um amigo Paulo. E compromissos que nós assumimos com os nossos amigos e conseguimos realizar nos traz uma gratidão imensa. Então, o evangelho de Lucas tem essa característica, né? Paulo pede a ele. Paulo tinha um grande sonho que era escrever o evangelho de Jesus, mas já em eh não tendo mais condições de fazê-lo, até porque estava preso, né? Paulo então chama Lucas e diz a ele que gostaria muito de escrever o evangelho, mas não tinha condições. E atribui a esse amigo essa tarefa que a cumpre. E Paulo passa para Lucas os registros que ele tinha das conversas que ele teve com Maria. Lucas resgata esses registros e também vai ter com Maria e conversar com ela, ouvir as suas histórias. Por isso que o Evangelho de Lucas tem características, tem informações diferentes ou mais detalhes do que os outros evangelhos. E Lucas tem uma perspectiva histórica. Lucas busca trazer, permear o seu texto de vários registros com uma escrita diferente. Por isso é um evangelho tão caro ao nosso coração. Feito esse registro, passemos então à parábola, né? A parábola da figueira estéril. E para que a gente possa caminhar nessa parábola, nós pensamos aqui em duas considerações importantes. Primeiro, definir o que é estéril. E nós bem o sabemos, vamos só relembrar, né? Que estéril na perspectiva humana é infértil, é infecundo. Nas demais perspectivas é aquilo que não dá frutos, que não produz. Então, nós temos clareza disso. Então, nós estamos falando de uma figueira, a parábola fala de uma
a humana é infértil, é infecundo. Nas demais perspectivas é aquilo que não dá frutos, que não produz. Então, nós temos clareza disso. Então, nós estamos falando de uma figueira, a parábola fala de uma figueira que não dá frutos, que não produz. Na Bíblia, tanto no Antigo Testamento ou na Primeira Revelação, quanto na segunda revelação ou no que nós chamamos Novo Testamento, a figueira é o símbolo de Israel. Então, sempre que nós percebemos ali o profeta ou Jesus se referendo à figueira, os estudiosos desses textos nos dizem que ali está uma referência à nação, ao povo de Israel, a saúde espiritual desse povo. E a figueira é a primeira planta descrita na Bíblia, né? Quando Adão se reconhece nu, ele pega uma folha da figueira para se proteger. A figueira, ela é um arbusto de grande porte. Se vocês depois tiverem interesse, dá uma procurada lá na imagem, né? E ela tem uma copa que se alastra. Por isso a gente muitas vezes tem a referência, né, de se proteger sobre a sombra da figueira, que ela tem uma sombra grande. E é a árvore que produz figos. E o figo é um dos frutos sagrados da cultura judaica, junto com o trigo, com a cevada, com a uva romã, com a oliva e a tâmara. E o figo é uma fruta que era utilizada, hoje nós eh temos essa tradição também, mas ela era utilizada naquela na Palestina do século Io, dentre os peregrinos, né? Ela era colhida, ela era mantida seca, se secava a uva, né? E se e se fazia aquela, eh, como é que a gente fala, da das frutas cristalizadas, né? Então, se se permitia que ela se secasse, cristalizava a uva e ela era utilizada muito como alimento nas peregrinações. Era uma um dos alimentos utilizados. E ele eh essa planta é uma planta nativa do Mediterrâneo da Ásia. Então, naquela região ali nós temos muitas figueiras. Então, por que que nós estamos falando isso? Pra gente entender. Quando nós falamos assim, Jesus fala por parábolas. O que são parábolas? São símbolos. são metáforas e utiliza desses símbolos e metáforas da cultura, do povo. Quando
falando isso? Pra gente entender. Quando nós falamos assim, Jesus fala por parábolas. O que são parábolas? São símbolos. são metáforas e utiliza desses símbolos e metáforas da cultura, do povo. Quando ele se refere a algo, ele tá falando de algo que aqueles que estão ouvindo sabem bem do que ele tá falando, conhecem situações ou eh plantas ou animais do cotidiano. Jesus estava na Galileia, que era uma região voltada e uma região ligada muito às questões da agricultura e da pecuária. Então, nós vamos ver Jesus se utilizando nas parábolas muitas vezes de recursos das plantas, dos animais, quando ele fala das ovelhas, da uva, como nós falamos aqui. Então, quando aquele povo ouve, ele tem uma proximidade com aquilo que Jesus tá falando. Esse é o recurso pedagógico que o mestre se utiliza para falar daquilo que é conhecido, né? Se daqui a pouco a gente começasse a falar de algo que nós nunca vimos, que nós, pra gente fica muito distante. E é isso que Jesus não faz. Ele fala daquilo que eles conheciam e que é muito próximo a eles. Bom, feito esse registro, esse esclarecimento, vamos à parábola registrada por Lucas. Dizia esta parábola: "Alguém tinha uma figueira plantada em sua vinha e ao vir procurar fruto nela, não encontrou. disse ao vinhateiro: "Há três anos venho procurado figo nesta figueira e não encontro. Corte-a! Por ainda ocupa inutilmente a terra?" Em resposta, ele lhe disse: "Senhor, deixa-a ainda este ano até que eu cave ao redor dela e jogue adubo. Se vier a produzir fruto bem, caso contrário, a cortarás". Essa é a parábola. Então, havia uma figueira numa área que não produzia frutos. E o dono da vinha veio buscar frutos. Quando viu que não tinha, já tinha bastante tempo que ela tava ali, fala: "Vamos cortar essa figueira". Ela não produz frutos. E o vinha pede, intercede para que dê mais chance, mais um ano pelo menos, para que ele pudesse e envolvê-la em adubo e quem sabe assim ela produziria. Se não fosse o caso, ela então poderia ser cortada. Nós temos algumas perspectivas de estudo
hance, mais um ano pelo menos, para que ele pudesse e envolvê-la em adubo e quem sabe assim ela produziria. Se não fosse o caso, ela então poderia ser cortada. Nós temos algumas perspectivas de estudo dessa dessa parábola que vão fazer referência a esses três anos, como o período de passagem de Jesus pela Terra. Vou fazer referência a esse um ano como a vivência, né, a experiência de Paulo que revive o evangelho do Cristo. E essa é uma perspectiva muito interessante, mas nós vamos caminhar por um outro lado, porque o evangelho do Cristo nos permite isso, né? Cada um vai ter contato com o texto e vai lê-lo e trazer para si as perspectivas que aquele texto provoca em si, tá? errado de forma alguma. Sempre são contribuições, são olhares que nos ajudam a compreender na completude do evangelho, essa completude que a gente vai alcançar como espírito puro. Então, quando nós nos reunirmos daqui alguns bilhões de anos para estudarmos essa parábola, nós vamos falar: "Nossa, como que a gente passou tão longe, né?" Mas é o que nós damos conta de fazer hoje. Então, nós vamos fazer dessa forma. É importante a gente pensar que essa passagem, essa parábola, ela nos traz a referência à paciência de Deus para com a humanidade. Tem uma figueira e nós dissemos no início que essa figueira representa a nação de Israel, mas nós vamos trazer, sair do texto e vamos vir para nossos dias atuais. E podemos pensar também que essa figueira representa cada um de nós e que estamos plantados com as oportunidades de produzirmos. Porque o evangelho de Jesus é um evangelho de abundância. A vida com Deus é uma vida de abundância, não é uma vida de escassez. Está muito enganado quem pensa que a vida com Deus, que seguir o caminho do Cristo é um caminho de escassez de forma alguma. E a todo tempo, quando Jesus fala da boa nova, quando Jesus convoca a todos, ele convoca ao trabalho, ele convoca ao testemunho. Quando Jesus sobe a montanha e ele sobe várias vezes os montes, ele não fica lá, ele desce, ele vem ter com o povo. Que
uando Jesus convoca a todos, ele convoca ao trabalho, ele convoca ao testemunho. Quando Jesus sobe a montanha e ele sobe várias vezes os montes, ele não fica lá, ele desce, ele vem ter com o povo. Que que nós estamos falando? Nós estamos falando que seguir Jesus é orar, é fortalecer-se na oração, mas é descer. e vivenciar, estar em contato, conviver, compartilhar. Isso é ser abundante com Jesus. Isso é ser abundante com Cristo. Porque a nossa vida não é uma vida de contemplação. Nós não somos figueira para ficar cheia de folhas, com aparência de sem dar frutos. E os nossos frutos são os testemunhos que damos a cada dia. Se vocês me vissem como é que eu cheguei aqui agora a pouco, não sei se o André, o Anderson, toda vez eu chamo o Anderson de André, viu? Ele já tá até acostumado. Eu eu esqueci a chave do carro no meu bolso e o carro começou a aptar e tinha um outro carro atrás do meu marido. Eu fiquei nervosa impedindo ali o trânsito e fui de uma caridade com o meu marido na hora de devolver a chave que vocês não têm noção. Isso não é testemunho. E é nesses pequenos detalhes que a vida cotidiana nos convida a dar testemunho de paciência, de tolerância. Não são os arrombos, os espetáculos no palco. É no nosso cotidiano, na nossa família. Nós somos figueira plantada, que estamos plantadas há tanto tempo. Temos só a aparência da virtude, só a aparência de seguir o Cristo ou nós damos fruto? Mas nós dissemos que essa é uma parábola que fala da paciência de Deus para conosco. Mas uma paciência que tem uma outra ação. Alguns vão dizer assim: "Tem limite. Ah, então a paciência de Deus tem limite. Vamos pensar aqui. Esse senhor que chega até a figueira, ele fala: "Ela já tá aí há 3 anos e não dá fruto, né? Vamos lembrar que é uma parábola, é um símbolo, é uma metáfora. Nós já estamos na trajetória das nossas existências há tanto tempo. Já não é tempo de darmos fruto, de darmos testemunhos mais perenes. E aí Deus se impacienta conosco. Não é nesse sentido, mas Deus vai nos dando oportunidades.
a das nossas existências há tanto tempo. Já não é tempo de darmos fruto, de darmos testemunhos mais perenes. E aí Deus se impacienta conosco. Não é nesse sentido, mas Deus vai nos dando oportunidades. E quando ele nos vê paralisados igual a figueira, a vida nos dá uns empurrões, né? que pode ser um maremoto, um vendaval ou um tsunami para que a gente possa se movimentar, jogar fora a folha que já não presta, ser por vezes podados para podermos nos encher de energia e frutificar, porque o nosso destino é sermos frutos e sermos frutos que alimenta uns aos outros. na metáfora de alimentar uns aos outros, auxilia, consola, ajuda, dá exemplo para que o outro que se vê na dificuldade fala: "Nossa, fulano igual a mim, dá conta de fazer, eu acho que eu dou conta também". Esse é o nosso propósito de frutificar. E quando Deus nos vê ali em frutíferos, inférteis, estéreis, ele nos sacode com as várias experiências que nós vamos passando para que a gente possa frutificar. E esse sacudir muitas vezes é o símbolo desse adubo, porque o vinhateiro intercedeu. Aqui fala da intercessão. Quantos irmãos intercedem por nós e nós nem sabemos? Encarnados ou desencarnados. Aqueles que nos acompanham torcem para que a nossa existência seja uma existência profíqua, uma existência abundante, uma existência de resultados que vão nos permitir angarear tesouros úteis quando retornarmos à pátria espiritual. intercedem por nós, como o vinhateiro fez aqui, pedindo novas oportunidades, pedindo que nos se nos permita ser adubados. O que que são os adubos da nossa vida? Que podem ser os adubos da nossa vida? as oportunidades de sermos melhores e de ver de vez em quando só essas oportunidades não são suficientes. E aí nós precisamos de uma sacudida mais forte, aonde vem às vezes a dor, a restrição material, os desafios de diversas ordens dentro do ambiente familiar para nos permitir mobilizar as nossas energias. a terra dura do nosso coração para nos irrigar, para que a gente tenha condição de reconhecer a necessidade
diversas ordens dentro do ambiente familiar para nos permitir mobilizar as nossas energias. a terra dura do nosso coração para nos irrigar, para que a gente tenha condição de reconhecer a necessidade de fazermos algo em favor de nós mesmos. Nós sabemos que quando nós estendemos a mão a algum irmão em sofrimento, o primeiro a ser socorrido somos nós mesmos. Como é que nós nos curamos das nossas dores se não estando em contato com as dores daqueles que caminham ao nosso lado? Eu vejo ali a camisetinha, né, do mãos estendidas e fico pensando assim, quantas vezes a gente sai de casa achando que vem para cá para oferecer algo aos nossos irmãos em situação de rua. E aí chegamos aqui, não sei se a irmã vai concordar comigo, e eles nos falam das suas experiências, das suas jornadas ao longo dessa semana, que muitas vezes são os consolos, os recursos, os alimentos para as nossas próprias dificuldades. São eles a cuidar dos nossos machucados, a serem remédios e médicos das nossas dores. Assim, nós vamos sendo frutíferos, nós vamos sendo abundantes. É assim que nós vamos dando figos. É assim que nós vamos dando frutos, testemunhos todos os dias, reconhecendo que quando nós achamos que doamos, nós estamos muito mais recebendo. Não foi isso que que Francisco falou? É dando que se recebe. É se permitindo frutificar que nós vamos receber o que necessitamos. Mas a parábola continua. E aí nós temos o registro da intercessão do vinhateiro. Nós falamos aqui, né, dos nossos intercessores do plano invisível, esses irmãos, né, que estão lá torcendo por nós e os nossos intercessores na terra. Quantas vezes, né, hoje, não sei, cada um de vocês deve ter saído de casa e alguém falou assim: "Põe meu nome lá no grupo de oração". Ou vocês mesmo, por iniciativa, colocam lá o nome de um irmão, de um familiar, no papelzinho ali nas urnas, buscando a intercessão do plano invisível, sendo vocês intercessores em favor dessas pessoas, pedindo, rogando à espiritualidade novas oportunidades, novas chances. Para quê?
papelzinho ali nas urnas, buscando a intercessão do plano invisível, sendo vocês intercessores em favor dessas pessoas, pedindo, rogando à espiritualidade novas oportunidades, novas chances. Para quê? para que nós possamos produzir, frutificar. Porque quando nós pensamos os nossos irmãos em dificuldade, nós pedimos: "Senhor, dai força a esse irmão para ele vencer essa dificuldade?" Ajuda esse irmão a ter discernimento para lidar com essa dificuldade em família. Ajuda esse irmão a ter discernimento para buscar uma solução para essa dificuldade material que ele tá vivendo. O que que é isso se não produzir frutos? dá testemunho. Sim, eu tô vivendo uma dificuldade, mas eu tenho o Cristo que caminha comigo e eu não vou desanimar, eu não vou desistir. Tá difícil, tá, mas eu vou perseverar. E aí é ótimo a gente falar disso, né? Porque aí nós vamos lembrar da mentora do grupo Isabel de Aragão, que é uma criatura fantástica que nos ajuda a pensar o quanto produzir e ser abundante com Jesus é sempre um desafio. E Emanuel fala: "É mesmo, a gente fica assim: "Ah, mas é difícil. É difícil". É, mano, fala: "É difícil mesmo, porque difícil é aquilo que exige da gente, esforço, renúncia, sacrifício." Então, é difícil mesmo. E dona Isabel viveu uma experiência dessa, né? Dona Isabel tinha compromissos com a com o grupo que ela assistia, que ela prestava assistência. Então, ela vivia buscando auxílio para aquelas que ela prestava assistência. E uma certa vez um dono de terra, olha só, um dono de terra disse para ela que tinha uma quantia razoável para doar pra obra dela. Só que ele morava distante, ela precisava ir buscar. Ele disse, ela disse: "Não, as pessoas que dependem de mim, eu vou buscar. Eu vou sim, vou atrás". E partiu para aí determinada e o tempo mudou, como esse período em Brasília, né? E veio a chuva. E ela perseverou, ela não voltou não. Ela precisava buscar aquele recurso. Nós estamos no mundo material para permitir que aquele recurso material se materializasse em recursos de amparo
veio a chuva. E ela perseverou, ela não voltou não. Ela precisava buscar aquele recurso. Nós estamos no mundo material para permitir que aquele recurso material se materializasse em recursos de amparo aqueles que dependiam dela. Então ela foi passando por uma região onde tinha um rio, ela acabou se escorregando e caiu no rio e começou a se afogar. Quantas vezes a gente não se afoga nas nossas dificuldades, né? A sensação é essa de afogamento ou de uma dor dilacerante. Essa semana eu ouvi de uma mãe que vive um desafio com o filho na dependência química. Ela dizia: "Dói e é uma dor que me dilacera". Sufocamento, um afogamento. Falta, falta coragem. E dona Isabel tava se afogando. Até que vem uma mão e a tira dali e a coloca ao lado da margem, senta ao seu lado e ela vê que é Jesus. E Jesus diz a ela: "Tá vendo, Isabel, o que eu faço com os meus amigos?" Ela olhou para ele e disse: "É Jesus, por isso que o Senhor os tem tão poucos. Por quê? Porque Jesus não vai dar frutos por nós. Ele não vai fazer mágica na figueira da nossa vida para que a gente modifique de uma hora para outra. E ele aguarda que as experiências, os desafios, as dores que nos visitam nos transforme para que a gente possa dar frutos por nós. Ele não faz o trabalho por nós, mas ele está ali, ele está junto de nós e às vezes a gente esquece disso. Uma outra questão que nós trazemos sobre a paciência, logo no início nós falamos, é uma parábola que fala da paciência de Deus para conosco. Uma paciência que não tem limite, mas é uma paciência que é pedagógica, é uma paciência que ensina. Você se equivocou, OK? Vamos aqui de novo. E vamos aqui de novo. E vamos aqui de novo. E à medida que as oportunidades são sendo dadas e a gente permanece como a figueira, às vezes a gente precisa ser podado. E o que é a reencarnação senão a nossa poda? Porque nós vamos nos esquecendo, mas estar aqui pra gente é muito mais difícil do que voltar para casa. Nós não somos daqui, gente. Nós somos peregrinos. Nós não pertencemos a esse
senão a nossa poda? Porque nós vamos nos esquecendo, mas estar aqui pra gente é muito mais difícil do que voltar para casa. Nós não somos daqui, gente. Nós somos peregrinos. Nós não pertencemos a esse mundo. Quando saímos da nossa pátria espiritual, deixamos lá seres amados do nosso coração. Sentimos saudades deles, mas também sentimos a energia deles torcendo por nós. Então, vir para cá, muitas vezes, pra grande maioria de nós na Terra, é a poda da figueira, que ainda não entendeu que precisa frutificar, alimentar a si e aos outros. E nós estamos aqui nessa experiência. Não a percamos. Permitamos que as experiências pelas quais nós estejamos vivendo de fato possa nos irrigar, possa adubar a nossa terra do coração, para que a gente tenha força, coragem, perseverança e fazer aquilo que nós precisamos fazer. a começar no nosso ambiente doméstico, a começar sendo caridoso e atencioso com esses do nosso ambiente doméstico. Nós fazemos parte de um grupo de estudo do evangelho e segunda-feira nós estudamos o texto que Jesus, no evangelho de Lucas, nós estamos no Evangelho de Lucas no texto e que Jesus depois que Jesus volta da apresentação no templo dos aos 12 anos que ele fala, né, com os senhores lá do templo em no momento em que Maria e Isabel estão conversando, esse texto não tá no Evangelho, tá no livro Boa Nova, e elas estão preocupadas com destino da vida daquelas crianças, de João e de Jesus. E num momento Jesus indaga Maria: "Mas a senhora ainda não entendeu que a senhora não precisa se preocupar, que tudo que eu necessito eu alcanço e já tenho junto de Deus." Mas tá bem, já que a senhora está preocupada, eu vou lhe dizer o seguinte. Eu escolhi a melhor escola para eu me preparar, porque ela queria que imaginava mandar Jesus para Jerusalém estudar lá com os sacerdotes. Ele disse: "Eu escolhi a melhor escola". E Jesus vai trabalhar por quase 30 anos na carpintaria com José, nos ensinando que no primeiro lugar onde nós precisamos dar frutos é no nosso lar, é em família.
e disse: "Eu escolhi a melhor escola". E Jesus vai trabalhar por quase 30 anos na carpintaria com José, nos ensinando que no primeiro lugar onde nós precisamos dar frutos é no nosso lar, é em família. Ah, Patrícia, mas você não conhece a família que eu tenho? É, é a família que eu preciso. É a minha família. É a família que eu preciso. Não é a família que eu mereço, porque fica parecendo que é castigo. Não, é a família que eu preciso. Aqueles que eu angariei afetos, porque a doutrina fala isso, grande parte daqueles que estão em família são afetos que se reencontram. Que maravilha reencontrar quem a gente ama. Mas um ou outro tem aquele que a gente ainda não aprendeu a amar ou aquele que a gente deixou e foi responsável por quedas, pelo nosso egoísmo, pela nossa vaidade de tá ali junto com aqueles outros que amamos para nos ajudar, para ajudar no reerguimento daquele, frutificarmos, sermos figueiras abundantes de frutos. Esse é o convite nessa sexta-feira que o Evangelho de Lucas faz para nós, que Jesus faz ao nosso coração, que possamos aproveitar cada experiência nessa jornada terrena, cada desafio, cada dificuldade para nos permitir adubar, irrigar e darmos testemunhos da verdade que o Cristo é na nossa vida. É fantástico a afirmativa de Paulo e de uma profundidade. E assim eu fico tocada toda vez que alguém comenta, quando Paulo diz, já não sou eu mais quem vive, mas o Cristo que vive em mim, nós temos condições de fazer como Paulo, permitir que o Cristo vive em nós nos pequenos detalhes, os pequenos desafios do dia a dia em família, no trabalho, no grupo religioso, da atividade onde estivermos. Basta a gente dizer sim. Um abraço no coração de vocês. Tenham um excelente final de semana. Que Jesus os abençoe. >> Obrigada Patrícia pelas reflexões da desta manhã e agradecer também todos que estão aqui, né, presentes no Salão Bezerra de Menezes. Agradecer também a todos que nos acompanham pela internet. Saúdo todos que que deixaram mensagem e pela comunhão eu gostaria de convidar,
dos que estão aqui, né, presentes no Salão Bezerra de Menezes. Agradecer também a todos que nos acompanham pela internet. Saúdo todos que que deixaram mensagem e pela comunhão eu gostaria de convidar, né, a todos e indicar que estão abertas as inscrições pros estudos doutrinários. Eh, para as turmas online, as inscrições vão até 13 de fevereiro e para as presenciais vão até dia 23 de fevereiro e as aulas se iniciarão no dia 23 de fevereiro. Mais informações no site da comunhão e também até amanhã. Estão abertas as inscrições para o curso de evangelizador da infância e da juventude aqui na comunhão. Também uma oportunidade de estarmos aí, né, como a Patrícia falou, trabalhando, né? O convite de Jesus é o trabalho. São eh, o primeiro convite foi para estudar, né, e o segundo pro trabalho. E e são formas, né, da gente tá se aprimorando, né, que a a Patrícia usou até a referência do do grupo Mãos Estendidos, que acontece aqui sexta de manhã, recebendo pessoas em situação de rua, né? Às vezes a gente pensa que vai doar e a gente que é o primeiro a receber, né? E a gente no dia a dia acaba percebendo isso. Então eu volto a agradecer a companhia de todos, em especial da nossa irmã Patrícia, né, que trouxe essa reflexão sobre a figueira estéril. E nesse sentimento de gratidão agradecer a nosso pai, agradecer por as oportunidades, pelos desafios, assim como na parábola. Mais um ano foi dado a ela para ser adubada, para ter oportunidade de novos frutos. Obrigado que para também para cada um de nós as oportunidades voltam a aparecer. oportunidade de sermos melhor a cada dia, de sermos úteis, de refletirmos, entendermos e internalizarmos o evangelho de Jesus. Que possamos dar frutos nos nossos ambientes de trabalho, no nosso convívio social, mas também e principalmente como bem refletido na palestra. no nosso ambiente familiar. É lá que está a nossa primeira escola. É lá que está nossa maior necessidade de ajustamento e de evolução espiritual. que saímos daqui fortalecidos na certeza que estão sendo amparados
iente familiar. É lá que está a nossa primeira escola. É lá que está nossa maior necessidade de ajustamento e de evolução espiritual. que saímos daqui fortalecidos na certeza que estão sendo amparados pela espiritualidade sob a tutela de um grande pastor que disse que nenhuma ovelha seria perdida. Que possamos ir em paz e que Jesus nos acompanhe. Que assim seja. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, [música] temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais. guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve [música] ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. [música] Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações.
is possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do [música] Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam [música] para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. [música] a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos [música] finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no [música] céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas [música] dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa [música] as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos [música] ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz [música] e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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