A Essência da Comunicação – T9:E15 | Perguntas e Respostas
Na nona temporada de Psicologia Espírita com Joanna de Ângelis, a apresentadora Cristiane Beira reflete sobre a essência da comunicação, destacando como a fala, a escuta, o silêncio e as atitudes moldam nossas relações e favorecem o autodescobrimento. Neste episódio, Cristiane responde a perguntas e comentários enviados pelo público, esclarecendo pontos essenciais abordados nos quatro últimos episódios da série e retomando os principais conceitos sobre comunicação, autopercepção e convivência. #PsicologiaEspirita #JoannaDeAngelis #Autodescobrimento #Comunicação #VidaInterior #Espiritismo #TVMansaoDoCaminho #EspiritismoPLAY *Conheça o EspiritismoPLAY — a sua plataforma espírita digital.* Acesse conteúdos exclusivos: palestras históricas com Divaldo Franco, eventos, filmes, músicas, audiolivros, revista digital e muito mais. 👉 http://www.espiritismoplay.com
Olá, sejam bem-vindos a mais um Psicologia Espírita com Joana. >> Hoje é o episódio que eu mais gosto, porque é como se a gente tivesse trocando. E é tão bom, né, quando a gente tá num grupo de estudos em que a gente pode eh juntar ideias, debater. É muito bom. Às vezes é um pouco solitário ficar aqui eh falando consigo mesmo, né? Mas é bom. Então eu vou tem bastante participação. Mais uma vez eu sempre agradeço e dá sentido. A gente prepara essas aulas justamente para isso, para reverberar em outros corações, para afetar as pessoas, provocar, eh, estimular. Então, quando vocês conversam comigo, é como se eu tivesse feito a minha tarefa missão cumprida. Então, nós vamos começar com o episódio 11, quando a gente falou da linguagem corporal, eh, quanto que a gente se comunica e se a gente prestar atenção, a gente percebe muito sobre a gente mesmo, a gente consegue se conhecer melhor, porque a gente presta atenção na onde tá tenso, por que eu fiquei tensa naquele, naquela situação, comecei tremer, então o meu corpo diz para mim como eu estou me sentindo, porque às vezes eu não percebo. eh conscientemente, né? Então, a reação é importante e dos outros também. Você tá conversando com alguém e é importante você porque às vezes ela tá falando uma coisa e o corpo está apresentando, demonstrando outra. Então, para você entender também, às vezes a pessoa não quer te desagradar, então ela tá falando o que você quer ouvir, mas você observa ela, ela não tá bem, ela não tá satisfeita, ela não tá confortável, ou seja, tem algo ali que a gente pode abrir espaço para que ela possa trazer, né? Então vamos lá. Eu começo com a Simone Ross e a Simone diz: "Olá, Cris, talvez eu não tenha possibilidade de te falar pessoalmente." Gente, você sabe que eu queria tanto encontrar com vocês, porque acaba que vocês que participam são sempre os mesmos que participam. De vez em quando aparece alguém diferente. Então, eu já acostumei com os nomes. É como se eu já conhecesse, mas eu não conheço. Eu conheço o nome, eu conheço o
pam são sempre os mesmos que participam. De vez em quando aparece alguém diferente. Então, eu já acostumei com os nomes. É como se eu já conhecesse, mas eu não conheço. Eu conheço o nome, eu conheço o pensamento, mas não sei quem é. Então eu fico imaginando também que um dia a gente possa se encontrar. Então, talvez eu não tenha possibilidade de te falar pessoalmente, mas ainda sonho com esse dia. Eu também. Do quanto seus estudos têm me ajudado. O monólogo sendo substituído pelo diálogo é hoje uma constância em minha vida. Fico muito feliz por isso, Simone. É o caminho. Sem falar na somatização por por vezes ficava mais de sete dias sem voz, literalmente. Hoje, com todo o estudo, análise e consciência, desbloqueios, perdi a conta da última vez que eu perdi a voz. Fico feliz por isso. Fico gripada, com dor de garganta, mas nunca mais fiquei sem voz, sem falar no estudo diário sobre a análise dos meus sentimentos, palavras, atitudes. Obrigada sempre, será pouco para lhe agradecer pelo tanto. E também estou inscrita no curso de psicologia espírita do Espiritismo Play. Muito bom. Realizando um sonho. Deus te abençoe sempre. Forte, carinhoso abraço. Receba o meu também. Forte e carinhoso abraço. Olha isso, gente, como como que é importante. Eu uma vez uma amiga minha me disse que ela, não sei se ela precisava fazer uma apresentação, enfim, ela ia usar a voz e e ela recebeu tanta tanta tanta negativa, sabe? comentários desestimuladores e ela foi bancando, ela foi bancando, mas recebendo feedbacks negativos de falta de apoio, de desvalorização da família, da família, do marido. O marido não querendo, o marido se opondo, o marido e e ela foi, foi, foi, mas quando chegou no dia, ela acordou sem voz. A minha voz falhando, ela acordou sem voz. Então, veja como é simbólico isso. Ou seja, ela não deu conta, ela ela tentou enfrentar e se posicionar e e e bancar a decisão dela, mas o inconsciente não não aceitou. O inconsciente boicotou e na última no último minuto ela acordou
. Ou seja, ela não deu conta, ela ela tentou enfrentar e se posicionar e e e bancar a decisão dela, mas o inconsciente não não aceitou. O inconsciente boicotou e na última no último minuto ela acordou sem voz e não pôde fazer o que ela ia fazer, a fala que ela ia, não sei o que que ela ia fazer. Então, eh eh essa coisa do ficar sem voz é tão simbólico, tão simbólico, principalmente pro feminino, que vem sendo reprimido ao longo dos milhares de anos, né? Então é muito simbólico a mulher não ter não ter voz e às vezes isso acaba acontecendo literalmente, né? A gente o corpo mostra, mas é um símbolo que tem por trás. Não é só uma corda vocal que acordou irritada, uma garganta que acordou inflamada. tem todo um conteúdo psicológico por trás, né? Então é interessante a questão do não digerir, de ter problema de digestão, tudo isso é muito claro, a somatização é muito na cara, né? Eh, agora nós vamos para Ivani. Ivani Golveia disse assim: "IV também tá sempre com a gente." Interessante, Cris, como há um certo domínio do inconsciente e eu acreditava que o consciente resolveria tudo. Mais um aprendizado. Devemos prestar atenção nos sinais do corpo, porque a dor que não gostamos é um sinal de alerta físico emocional e precisa de cuidados, né? É, é isso. Então, o caminho é pela conscientização, Ivani, você está certo. O consciente é que vai resolver tudo. É pelo consciente que a gente vai conseguir lidar com as questões eh do inconsciente. Não tem outro caminho. Só que ã e eu preciso tomar contato com o conteúdo do inconsciente. Esse é o problema. Então, sei lá, de 1000 complexos que estão instalados em nós, 1000 registros, a gente percebe o quê? dois 1 C. Tô fazendo uma uma anal, uma comparação aqui só pra gente ter uma ideia da dimensão. Então, esses que eu me tornei consciente, que caiu a ficha, ele passa pela consciência e a consciência é quem tem possibilidade de ajustar, de diluir, de raciocinar a respeito, analisar, ter ideias criativas de como vai lidar com isso daqui paraa frente. Então, por
assa pela consciência e a consciência é quem tem possibilidade de ajustar, de diluir, de raciocinar a respeito, analisar, ter ideias criativas de como vai lidar com isso daqui paraa frente. Então, por exemplo, caiu minha ficha de que eu tendo a agradar as pessoas e por isso eu acabo não sendo sincera. Eu falo que as pessoas querem ouvir e não o que eu acho. Eu sempre fiz isso, mas eu achava que era normal, que todo mundo fazia. Eu achava que era inclusive o bom para se fazer o certo, mas de repente me caiu a ficha que tem um prejuízo nisso. A pessoa nunca vai saber de fato quem eu sou, o que eu penso e o que eu a o que eu queria dizer. Então, quando me cai a ficha de que essa não é uma boa saída, não é um bom recurso, um bom instrumento para resolver as relações, porque de de qualquer forma eu não estou sendo sincera, eu estou interpretando um papel, eu estou atuando e não expressando quem eu sou. Quando cai essa ficha, agora a consciência tem chance de prestar atenção em si. Aí quando alguém pergunta a minha opinião, eu vou dizer aquilo que ela gostaria de ouvir, eu paro. É a minha consciência, Cris, de novo, ó. Olha lá, ó, acontecendo de novo a reprodução, né? O automatismo. Então, pera aí, respira. Deixa eu ver como é que eu posso falar para ela. Aí eu crio uma alternativa diferente e eu vou quebrando esses padrões, esses condicionamentos. Mas isso é o que eu percebi agora. O inconsciente tá lá povoado de conteúdos de quantas vidas. Então é passo a passo que eu vou descobrindo um registro aqui, um padrãozinho ali, uma crença limitante lá, como a gente queira chamar. Eu vou devagarzinho tocando um ponto, outro ponto, mas o meu inconsciente é enorme, eu tenho muitos conteúdos, né? Então, acaba que as duas coisas e e eh acontece, Ivani, primeiro, o inconsciente vai dar conta, é ele que dá conta, mas o inconsciente é muito povoado, tem muitos registros. Então, o a consciência vai tomando contato um de cada vez, né? E aí é um longo processo. Então, temos que ter paciência, né?
ele que dá conta, mas o inconsciente é muito povoado, tem muitos registros. Então, o a consciência vai tomando contato um de cada vez, né? E aí é um longo processo. Então, temos que ter paciência, né? Assim como a Simone que está treinando, treinando, prestando atenção, fazendo terapia, estudando, é isso. A gente não pode parar, tem que prestar atenção e pensar que o processo é e as etapas são várias, mas cada vez que a gente anda um pouquinho fica vai ficando mais fácil, né? Então não pode desanimar. Eh, ah, apareceu alguém novo, tá vendo? Liga crochetelier. Eu acho que é crochê atelier, né? Ela deve trabalhar com crochê, mas é a Lica. A Lica diz assim: "Cris, gratidão. Gostaria de saber se vocês têm algum grupo de estudos online". Ah, eu pus aqui porque eu acho que esse essa pergunta eu acho que é de bastante gente. A gente já deixa aqui oportunidade para usa essa oportunidade para esclarecer. Então é assim, gente, na plataforma Espiritismo Play tem um grupo de estudos que é para participar quem quem assina, né? E esse grupo ele é ele é ministrado pelo Gelson e ele é nas quartas-feiras antes desse nosso encontro às 18:30. Então existe esse grupo de estudos que tem que você tem que ser assinante da da plataforma Espiritismo Play. Acontece às 18:30 das quarta-feiras das quartas-feiras com o Gelson. Eu tenho um grupo de estudos presencial na cidade onde eu moro. Eu sou de Amparo, interior de São Paulo. E como a gente tem se conectado com muita gente, hoje o planeta é é aberto, né? Graças a Deus, a gente ã circula, que que eu faço? o meu grupo de estudos presencial, eu abro ao mesmo tempo uma salinha virtual e a gente fica nesse modelo híbrido. Então eu tô lá com os meus amigos daqui de Amparo e o computador fica ligado com a salinha e todo mundo interage. Então caso você queira, acontece nas terças-feiras às 19:30. Se você tiver interesse, você vai me procurar no Instagram e o meu perfil é Cristiane Lenzi. Aqui eu apareço como Cristiane Beira. Lá eu me cadastrei como Cristiane Lenzi. Aí
s terças-feiras às 19:30. Se você tiver interesse, você vai me procurar no Instagram e o meu perfil é Cristiane Lenzi. Aqui eu apareço como Cristiane Beira. Lá eu me cadastrei como Cristiane Lenzi. Aí você me manda uma mensagem lá no direct com o seu telefone falando que você quer participar e aí eu incluo você no grupo eh do estudo virtual aqui da da onde eu faço as terças-feiras às 7:30. Eu costumo colocar o a gravação. Então caso você não consiga nas nas terças ao vivo, você tem a chance de assistir depois a gravação em outro momento, tá bom? Então, Cristiane Lenzi é meu Instagram, manda para mim o seu telefone, explica que você quer fazer parte desse grupo e eu incluo você. Eu aproveitei para trazer uma outra mensagem que é útil, é funcional, não é de estudos, né? Um perfil que se identificou como arcadas girafas. Trouxe uma crítica. E eu acho que é sempre importante trazer uma crítica porque a gente precisa mesmo. Nós estamos falando sobre comunicação. Se a gente não puder trocar, escutar, falar, a gente não tá praticando, tentando praticar aquilo que a gente tá tentando estudar, né? Então ela diz assim, ó: "Alguns vídeos estão somente para membros. E eu me pergunto, esse é o verdadeiro espiritismo? E eu respondo. É bom porque a pessoa pergunta e responde, né? E eu respondo. Não, nunca faltará, nunca faltará nada aos que seguem Jesus. Divaldo, por favor, ensine essa gente que ficou na mansão a seguir o caminho sem esse materialismo que só o anticristo busca. Então, eu vou ter a chance de pôr em prática o que eu tenho falado e eu vou tentar ouvir isso com uma escuta empática e vou tentar conversar com Arcadas Girafa de uma com uma fala amorosa. Então, Arcadas Girafas, eh deixa eu contar para você um pouquinho da mansão. A gente tá ali dentro. Eu sou responsável pela educação de uma maneira geral. Eu acompanho, eu oriento, eu dou um direcionamento, eu procuro ajudar como voluntária. Então, lá na mansão são 1600 alunos em período integral, com quatro refeições diárias.
ação de uma maneira geral. Eu acompanho, eu oriento, eu dou um direcionamento, eu procuro ajudar como voluntária. Então, lá na mansão são 1600 alunos em período integral, com quatro refeições diárias. A gente oferece, além da escolaridade, a gente oferece projetos paralelos de cidadania de artes. A gente oferece atendimento médico, psicológico, odontológico. A gente fornece livros escolares, didáticos, a gente oferece uniforme. Cada turma custa pra gente em média cada cada sala. Agora tenta imaginar 1600 alunos quantas salas são. Custa em média, se a gente a gente inclusive pede patrocínio, se você quiser adotar uma turma, custa em média R$ 15.000 por mês. Uma sala de aula. Nós oferecemos, a mansão oferece por mês 46.000 refeições. 46.000 1000 refeições e as crianças levam para casa pães que são feitos ali na panificadora que tem ali dentro. São quase 40.000, 39.000 pães por mês que eles levam para casa. Além disso, a mansão tem um braço social e ela oferece mensalmente, ela atende 1000 famílias. São 1000 cestas básicas distribuídas no bairro, que é um bairro com bastante vulnerabilidade e necessidades. Como que a mansão se sustenta? Arcadas girafas com recursos materiais. Uma coisa é você ser materialista, que é você viver em função do poder do dinheiro, do do encanto com as coisas da Terra. Outras, outra situação totalmente diferente é você estar na terra com um corpo que precisa de alimento, de veste, de educação. Isso custa dinheiro. Então, a mansão se sustenta e se sustentou muito com as andanças do Divaldo. Agora veja, você trouxe falando que o Divaldo tem que consertar as a gente, porque eu tô lá, tô lá junto, né? Que a gente precisa ser menos materialista. Odivaldo nunca negou uma mensagem para ninguém. E ele viajava mais de 200 dias por ano. Ele ia nos lugares e ele nunca cobrou para falar. Ele sempre falou abartamente. Não quer dizer que ele nunca tenha participado de encontros com a intenção de arrecadar dinheiro. Mas nunca nunca foi para ele. Nunca foi para
le nunca cobrou para falar. Ele sempre falou abartamente. Não quer dizer que ele nunca tenha participado de encontros com a intenção de arrecadar dinheiro. Mas nunca nunca foi para ele. Nunca foi para ele. Mas mesmo quando ele viajava e falava abertamente, ele levava livros. E o livro ele não distribuía gratuitamente. O livro ele oferecia como oportunidade paraas pessoas. serem voluntárias em termos financeiros da mansão. Então, a pessoa comprava um livro, levava um conhecimento e deixava um recurso financeiro para sustentar essa obra. Ou ou a gente teria uma outra ideia de como a gente conseguiria dinheiro. A mansão consegue dinheiro de várias formas. a gente luta no governo para receber intervenção e recebe. A gente tem muitos doadores anônimos que oferecem recursos importantíssimos e a mansão também trabalha por si. O espiritismo play oferece algumas ã palestras e cursos fechados, mas ao mesmo tempo a mansão do caminho sustenta um canal aberto com milhares, milhares de vídeos. Aí eu pergunto, Arcadas Girafa, você já esgotou todos? Você já assistiu todos os vídeos abertos da mansão? Qual é a razão desse desse dessa pergunta? Uma das coisas que a gente tem conversado na comunicação e que a gente tem eh alertado paraa boa comunicação. Não julgue. Falamos disso, daqui a pouco a gente vai relembrar esse tema. Não julgue. Vá saber mais. Vá se interessar. Então fica aqui esse convite, sabe? E eh não pergunte o que mais Divaldo pode fazer por você, o que mais a mansão pode fazer por você. Pergunte o que você tem feito pela mansão. O que você pode fazer pela mansão? Então eu precisava esclarecer porque é uma narrativa que vem e a gente começa a ser construída assim. Aí outra pessoa acha bonito e ninguém para para pensar. O dinheiro que vai ali dentro não vai para ninguém. a não ser paraa sociedade, paraas crianças, paraas famílias, pros necessitados, pros doentes. É um trabalho árduo. Vá visitar a mansão, entra ali dentro, olha o que é feito. É um lugar tão simples que procura
r paraa sociedade, paraas crianças, paraas famílias, pros necessitados, pros doentes. É um trabalho árduo. Vá visitar a mansão, entra ali dentro, olha o que é feito. É um lugar tão simples que procura trabalhar o máximo possível bem com os recursos. É desafiador. A educação hoje tem sido exigente. Vai lá olhar a situação das crianças, as necessidades que têm surgido, o quanto é difícil a professora lidar com uma sala de aula cheia, porque a gente põe o máximo possível para poder otimizar o recurso. Então, eu acho que a última coisa que a mansão precisa ouvir é que ela é materialista e que a gente tem desviado a mansão do caminho que o Divaldo deixou. Isso não é verdade. Isso é uma crueldade. A gente tem tentado honrar a cada dia o ideal dele, que para mim foi um pai. A cada dia eu me pergunto se é isso que o Odivaldo gostaria de que a gente fizesse. Então, ninguém tem intenção de desviar do do caminho que ele deixou. E não é nem ele, né, gente? Ele é o próximo nosso. Mas na verdade, o modelo nosso mesmo é Jesus. E a gente tem lutado para merecer poder dizer que que estamos tentando seguir o nosso mestre. Mas eu aproveitei para deixar um pouquinho aqui da mansão, porque é lindo esse trabalho, né? É muita gente. Bom, episódio 12, viu? Ah, não. Antes disso eu tenho a Elô. Cadê a Elô? A Elô tá aqui. A Elô é nossa amiga aqui do grupo de estudos de amparo, a Elô Buos. E ela depois que ela assiste, ela sempre põe no nosso grupo uma provocação para, ela diz assim, ó: "Assim, quem não assistiu vai ficar estimulado assistir, eu também tenho chance de provocar um um debate, já que é essa a finalidade", né? E na questão da linguagem corporal, a Ilo disse assim, ó: essência da comunicação, importante reflexão, onde a linguagem corporal, gestos, posturas, atitudes expressam em silêncio nosso mundo interior. Para evoluirmos, devemos sair do monólogo e ir em direção ao diálogo. Ter cuidado com gestos, posturas que nos influenciam. Esse fortão poderoso seria um medroso? Aquele todo certinho esconde um
rior. Para evoluirmos, devemos sair do monólogo e ir em direção ao diálogo. Ter cuidado com gestos, posturas que nos influenciam. Esse fortão poderoso seria um medroso? Aquele todo certinho esconde um corrupto? Aquele que se diz reservado na verdade é mais egocentrado. E quem é vítima, talvez carregue muita culpa. Esses conflitos surgem quando queremos aparentar sem ser. Devemos representar menos e assumir mais nosso eu interior. Diante, vamos adiante. Ser ser humano, vamos só ser seres humanos. Conteúdo valioso, assistam. E o filme foi o artista. Então, Elô faz pra gente esse resumo lindo, lindo. Dá para escrever um livro, Elô, com mensagens só com os resumos que você deixa. Agora sim, a gente vai pra violência verbal. E na violência verbal eu começo com mais uma pessoa que acho que nunca tinha escrito, Helenice Mazuco, não sei se é italiano. E ela é de Jundiaí e ela diz: "Bom dia, Cris. Deve est assistindo no dia seguinte." É, assistindo no dia seguinte o Psicologia Espírita. Nossa, é bem o que você aborda. Tive chefes tão, entre aspas, sutis, cuja violência verbal era tão disfarçada que no final da conversa com eles, eu ainda agradecia. Meu Deus, Helenice. É isso. Mais complicado do que alguém que chega e conta para que que veio, porque você já tá sabendo que a pessoa é um brucutu, é um primitivo que já tá urrando. é aquele sedutor e manipulador, né, que ele chega, ele vai invertendo a situação, ele vai utilizando de falácias, de sofismas, ele vai, ele não tem compromisso com a verdade, ele tem compromisso com a persuasão. Ele não é um filósofo, um amor, um amante da sabedoria e da verdade. Ele é um sofista que procura a arte da persuasão. Ele tem que ganhar. Eu lembro que uma pessoa que passou pela minha vida, que eu conheço e uma vez eu comentei que engraçado, a pessoa não importa o que aconteça, não é nunca ela que pede desculpa. Então se ela esbarra na gente, a conversa vai, daqui a pouco eu tô pedindo desculpa porque ele esbarrou em mim. Se eu esbarro, sou eu
soa não importa o que aconteça, não é nunca ela que pede desculpa. Então se ela esbarra na gente, a conversa vai, daqui a pouco eu tô pedindo desculpa porque ele esbarrou em mim. Se eu esbarro, sou eu que tenho que pedir desculpa. Porque esse argumento vem, ah, porque você que tava andando, daí você não olhou para, ai, desculpa então se eu não olhei. Então, não importa o que aconteça, eu nunca ouvi essa pessoa pedindo desculpa e nem agradecendo. Ela sempre vem com um discurso que ela inverte a situação e no fim é sempre você que tá agradecendo, é sempre você que tá pedindo desculpa, né? Então é isso, é muita atenção, porque hoje a gente não tem tido muita consciência crítica. A escola não tá disseminando isso. A escola não vem para criar mentes críticas. A escola tem vindo de uma maneira geral, não podemos nunca generalizar, mas falando no no grosso modo, a escola tem vindo para converter. Ela fala: "É por aqui que você vai. O professor, todos os professores pensam iguais. A linha de abordagem é só uma. Não vem para disparar pensamentos diferentes e gerar debate. Não, não. Se você pensa o contrário, o professor faz bullying, o professor, professor, ele te persegue, ele te exclui. A gente vê isso nas redes sociais. Não tem espaço pro outro, pro diferente. Precisa ser todo mundo de uma panelinha. É uma normose instalada. Todo mundo pensa igual, todo mundo segue a mesma cartilha. Vamos no comportamento de manada, né? No máximo são dois grandes blocos um contra o outro. Então a gente precisa desenvolver essa mente crítica pra gente não cair nessas armadilhas, pra gente não ser enganado por por palavras bonitinhas e por discursos que a gente vai seguindo. Mas parece que faz sentido, mas não faz sentido. Não, não tô entendendo. É isso. É uma arte de manipular. É uma arte que modifica algumas coisinhas, a gente não percebe e ela acaba apresentando uma coisa que não tem nada a ver, que não é verdade, né? Então, Helenice, você trouxe um ponto importante, a gente precisa prestar atenção porque daqui a
, a gente não percebe e ela acaba apresentando uma coisa que não tem nada a ver, que não é verdade, né? Então, Helenice, você trouxe um ponto importante, a gente precisa prestar atenção porque daqui a pouco a gente tá recebendo uma ofensa, um abuso e a gente ainda pede desculpa pela situação, né? A Elô, a Elô daqui trouxe também uma uma participação no chat e ela diz: "Cris, maravilhosa reflexão. Porém, às vezes eu acho que a postura gentil, dócil, elegante podem camuflar uma imagem não tão autêntica, como se fosse só a casca. Então, é preciso equilíbrio, né? É, El, é o que você tá trazendo. A gente precisa ser e você trouxe isso, né? Não é uma questão de reputação e de parecer. Isso é técnica de internet para ganhar mais seguidor. A gente vai ver técnicas de internet pouco importa o que tem dali para trás. O que importa é o que você parece ser, porque a pessoa vai querer te seguir pelo que ela viu na tela. Ela não vai ter chance depois ir atrás de você para saber como é que você vive. Ela não vai ter chance de olhar que que era que você tava fazendo antes de aparecer na telinha e nem depois de sair da telinha. Ela vai te seguir por a imagem estampada, né? Então, sim, muitas vezes a gente cria personagens doces, gentis, amorosos, mas a hora que sai do personagem por trás é uma pessoa ã, né, orgulhosa, eh, julgadora. Então, é preciso equilíbrio, na verdade, é preciso autenticidade. Aquilo que eu pareço ser deve estar minimamente alinhado com aquilo que eu sou. Lógico que a gente não é aquilo que a gente aparenta, a gente não é na realidade, mas tem que ter eh vínculo. Vínculo. Não dá para ser a antítese, porque daí é enganação. Então eu procuro aqui, eu procuro ser muito paciente com vocês. Não vou soltar os cachorros. Se bem que agora quase que eu soltei, né? Mas eu consegui me controlar, eu acho. E quando eu tiver resolvendo o problema, eu não vou ser desse jeito. Mas mas também eu não sou uma antítese do que tá aqui, né? porque senão a gente cai numa hipocrisia. Então os altos e baixos, a
ho. E quando eu tiver resolvendo o problema, eu não vou ser desse jeito. Mas mas também eu não sou uma antítese do que tá aqui, né? porque senão a gente cai numa hipocrisia. Então os altos e baixos, a gente alternar emoções, né, estados de humor, faz parte. Mas a nossa essência, a gente tem que tá primando pela mesma busca. Não posso buscar aqui uma coisa e outra quando eu tiver longe daquilo que tá aparecendo. O Fábio José, só porque eu falei que todo mundo que tava vindo era sempre as mesmas pessoas, tem um monte de gente nova. O Fábio José diz assim, ó: "A pior, a pior violência verbal é essa, quando disfarçada. E é uma maneira que certas pessoas usam para destruir mentalmente os outros e para os manipular. É, é importante que seja em qual for a situação estarmos atentos. É, então veja que esse assunto tocou bastante, né, gente? tocou, todo mundo comentou da mesma situação do quanto às vezes ou muitas vezes a gente parece uma coisa, mas é disfarce, é disfarce para aquilo que a gente tem como verdadeira intenção, que não é o bem. Então, a gente conta uma história bonitinha, mas por trás eu tenho segundo as intenções, por trás eu tenho outros interesses, né? E e eu anotei aqui que isso é inclusive covardia, né, gente? É covardia porque a gente tirar proveito de uma situação, né? Eu tenho uma eu tenho a eu tenho a minha opinião, mas eu vou falar a minha opinião de um jeito que a pessoa vai achar que eu tô falando de outro jeito, porque daí a hora que ela chegar e daí veja que que coisa ardilosa é essa, né? E é uma covardia, porque se você quer apresentar essa opinião, vá de cara lavada lá, de cara aberta, de peito aberto e fale: "Ah, mas aí a pessoa não vai querer paciência. Use o máximo que você tiver de recurso de de para debater, para argumentar e se não conseguiu, não conseguiu." Agora, você criar situações e não falar bem a verdade e esconder esse lado, destacar aquele lado para convencer, é uma covardia. É uma covardia. Quem é que gosta de sentir que tá sendo manipulado?
u." Agora, você criar situações e não falar bem a verdade e esconder esse lado, destacar aquele lado para convencer, é uma covardia. É uma covardia. Quem é que gosta de sentir que tá sendo manipulado? Aí você chega para mim, por exemplo, e me conta uma história e para me envolver, para me engajar. Eu fico tocada, eu entro com você, participo da sua campanha que você tá fazendo. Aí passa o tempo, eu encontro com alguém, a pessoa fala assim: "Não, mas não era bem isso a história. Na verdade, era outra situação. Eu fico sabendo da realidade ampliada. A gente não se sente traído, por isso que eu disse que é uma covardia, porque é uma traição. Você tá enganando o outro, né? Então, seja, seja honesto e seja corajoso e fale abertamente aquilo que você tem vontade de falar, né? Não seja covarde de manipular a situação para não precisar fazer os seus enfrentamentos. A Simone Caetê, que tem está sempre com a gente, diz: "Essa violência verbal muitas das vezes vem de um coração cheio de amarguras. São nossas emoções presas e que em uma hora ela vai ser descarregada, entre aspas, vomitada em alguém." É verdade. Muitas vezes, se a gente consegue falar na primeira vez aquilo que nos desagrada, a gente dilui, aquilo fica. Eu não, eu não reprimo porque eu liberei. A, a pessoa falou alguma coisa, eu me irritei. Se eu consigo na hora expressar, olha, não concordo, não gostei, não acho que é por aí, tudo bem, eu posso até respeitar, mas eu quero que vocês saibam que eu não concordo. Saiu, saiu a emoção, né? Não fiquei guardada, não fiquei com ela guardada. Agora eu quis falar isso, não falei, ela ficou aqui. Aí passa um tempo, a pessoa faz outra coisa, eu quero falar outra coisa, eu não guardei, eu vou me inflamando. Eu vou me inflamando. Então é isso que a Simone tá dizendo. Chega uma hora que não cabe mais. Aí eu não consigo segurar minha boca, eu abro e tudo aquilo vem de uma única vez. Aí vem desproporcional, aí vem fora do contexto, aí tem cara de vingança, a pessoa não sabe nem o que
e não cabe mais. Aí eu não consigo segurar minha boca, eu abro e tudo aquilo vem de uma única vez. Aí vem desproporcional, aí vem fora do contexto, aí tem cara de vingança, a pessoa não sabe nem o que aconteceu e ela diz: "Nossa, mas mas por que tudo isso, né? Não era tanto assim, é porque não tô falando só disso, tô falando de todas as outras vezes que eu não falei. Então a gente fica mal, a gente vai adoecendo, a gente chega uma hora que extrapola, muito melhor é se a gente for falando com as doses homeopáticas conforme elas forem acontecendo. Não deixa passar, mas fala com com gentileza, fala com carinho, fala com amor. Olha, meu bem, eu eu sei que você não falou isso por mal. Eh, nem tem grande importância, mas eu gostaria de deixar registrado só para isso não ficar comigo, para você saber o que eu como eu me senti. Mas, ó, vou trazer isso aqui e acabou. Vamos virar a página. Mas é importante que você saiba como que isso me tocou. É assim que a gente vai diluindo no dia a dia, que a gente não acumula para depois acabar vomitando como a Simone trouxe. Bom, então a gente falou da violência verbal. Veja que vocês trouxeram pontos semelhantes e eu vou trazer agora o resumo da Elô. E a Elô disse assim lá no nosso grupo: falas, né, com uma criança, uma esposa, um funcionário, trazem conflitos camuflados através da colocação da fala. Sonhos não realizados, inveja, frustração, arrogância, um mix de emoções. A violência verbal é sutil, vem camuflada. Somos violentados e às vezes não percebemos. Se estamos bem resolvidos, temos alta autoestima, né, uma autoestima elevada, não permitimos isso. Colocamos filtros e limites. Por isso a necessidade da reforma íntima, porque a boca fala do que está cheio o coração. Se somos violentados, é porque permitimos. A palavra é um talento, conforme diz Paulo, pro bem ou pro mal, ilumina ou traz sombras. O que fazemos com essas palavras é que faz a diferença. Violência verbal vem através de deboche, de ironia, de desvalorização. E quem a pratica pratica uma agressão,
pro mal, ilumina ou traz sombras. O que fazemos com essas palavras é que faz a diferença. Violência verbal vem através de deboche, de ironia, de desvalorização. E quem a pratica pratica uma agressão, apenas se defende da sua insegurança, porque quem fere é porque tá ferido, lembra? Vamos colocar limites e nos valorizar. Ah, ela trouxe, ó. Somente fere quem era antes foi ferido. O filme é maravilhoso, mas ela não citou o filme. Eu também não lembro qual foi. Esse episódio nos fez pensar muito. Gratidão, Cris. cada dia está melhor. Obrigada, eu, El, pelo seu carinho, pelo seu pela sua participação. É, é, é, é quase que uma assistente, né, da do programa, do estudo, do projeto. Muito obrigada pela sua ajuda. E vamos entrar então no julgamento. episódio 13, nós falamos atenção aos julgamentos e o diácono Ross, italiano, um pouco um pouco português, um pouco brasileiro, um pouco italiano, ele trouxe pra gente a seguinte colocação: julgar os outros é a presunção e a arrogância de supor conhecer o que de verdade desconhecemos. Obrigada por mais uma aula maravilhosa. Ai, olha essa frase, gente. Ela merece ser aqueles pensamentos, né? ou a gente fazer um um post lá no canvas e a gente publicar na nossa rede social. Julgar os outros é presunção e arrogância de supor que conhece mais o que na verdade desconhecemos. É isso, resumindo, é isso. O julgamento é uma opinião infundada, que é o que a gente falou quando quando você diz assim: "Ovaldo foi embora e quem ficou no lugar dele é materialista". Isso é um julgamento. A pessoa não conhece, a pessoa não tá lá dentro, não vive o dia a dia, não participa das reuniões, das buscas, das das dos das dos das dos das enfrentamentos, dos desafios. Como é que você pode dizer uma afirmação dessa assim, ó, pá, né? Falei. É isso, é arrogância, é presunção, porque a gente fala como se tivesse cheio de verdade, de algo que de fato a gente desconhece, né? Não tem como a gente sustentar uma obra social se a gente não lutar por conseguir arrecadar dinheiro oferecendo
gente fala como se tivesse cheio de verdade, de algo que de fato a gente desconhece, né? Não tem como a gente sustentar uma obra social se a gente não lutar por conseguir arrecadar dinheiro oferecendo algo nobre. O valor é quase que simbólico, né? E além disso, a gente não deixa exclusividade, a gente oferece muita coisa e não é obrigado, participa quem quer, né? Então é isso. Eh, né? Se a gente tivesse isso na mente, a gente melhoraria muito nossa comunicação. Eu acho que a gente ficaria tão muito mais tempo quietos, porque isso a gente faz o dia inteiro. O dia inteiro você dá palpite da vida dos outros, como se você soubesse da vida dos outros. Você não sabe o que que às vezes a gente liga para alguém, quer ver uma coisa comum? Você ligar para alguém f assim: "Oi, esqueceu que eu existo?" E às vezes a a pessoa vai ser gentil e e vai ficar às vezes quieta, mas às vezes ela pode dizer assim: "Não, e você por acaso sabe o que eu estou passando? Quer saber?" E aí a pessoa vem contando o que tá vivendo, o outro vai ficar com vergonha. Mas é isso, a gente olha de longe, acha que tá enxergando tudo. Aí a gente julga, a pessoa esqueceu de mim. Às vezes ela tá enfrentando um problema que você tinha que ter ido atrás dela para ajudar, mas é um é um auto centramento, né? a gente fica como se aquilo que eu enxergo é a verdade e é tudo. Então, se a gente vai falar com alguém sem antes perguntar a respeito do que a gente vai falar, a gente tá se precipitando. Então, se eu vou conversar com alguém para dar a minha opinião, eu posso dar a minha opinião. É isso. É isso. Mas eu não venho como a afirmação. Vocês estão desfazendo do que o Divaldo fez. Não posso perguntar por vocês cobram qual é o propós o propósito disso? Ótimo. Dá chance da gente explicar e quem sabe você tem uma ideia melhor, porque a gente vai adorar saber, né? Mas é o que a gente é capaz de fazer. Mas enfim, muito boa colocação do diácono. E pra gente poder lembrar um pouco mais que é mais inteligente da nossa parte a gente fazer perguntas do
rar saber, né? Mas é o que a gente é capaz de fazer. Mas enfim, muito boa colocação do diácono. E pra gente poder lembrar um pouco mais que é mais inteligente da nossa parte a gente fazer perguntas do que afirmações, né? A Ivani Golveia, que está sempre com a gente também, ela traz, acredito que nós precisamos ainda, a Ivan Goveia, muito do autodescobrimento para termos um olhar carinhoso para com o outro, para lidarmos melhor nos nossos momentos difíceis. É isso. Então, ã, quanto mais a gente se conhece, mais compassivo a gente se torna. É incrível isso, né? Quanto menos a gente se conhece, mais a gente cobra, mais a gente exige, mais a gente aponta, mais a gente julga. Conforme a gente vai conhecendo nossas sombras e vai se dando conta das próprias fraquezas, eu não tenho mais coragem de falar do outro, porque eu vejo em mim. A gente faz isso. Quando a gente já caiu numa situação e a gente escuta alguém criticando uma pessoa na situação, você não consegue criticar. Você vai defender. Você vai defender. Se você, sei lá, traiu alguém, passou por um momento difícil, se arrependeu, voltou, se reergueu, aí você tá numa roda de conversa, alguém começa a falar sobre pessoas que traem e acusando, pode ter certeza que você vai se colocar tentando mostrar o outro lado da pessoa que tá passando. Você nem conhece, mas você vai tentar mostrar um lado que você viveu e aquelas pessoas não viveram. É isso. A gente fala com a boca cheia dos outros quando a gente não tem contato com a gente mesmo, né? É a tal da projeção. Da projeção. Então, aquilo que eu aponto o dedo lá fora é o que eu acho que está acontecendo. Se eu acho que está acontecendo, é o que tá em mim, é o que o que eu conheço e é talvez o que eu faria. Não necessariamente é o que tá acontecendo lá no outro, mas é o que eu vejo. Se eu vejo tá em mim. A boca fala do que tá cheio o coração. Como disse a Elô, como lembrou Elô. Eu trouxe um poema que é atribuído a Clarpectro, mas de fato eu não sei se é não, porque a gente na internet não acha a
mim. A boca fala do que tá cheio o coração. Como disse a Elô, como lembrou Elô. Eu trouxe um poema que é atribuído a Clarpectro, mas de fato eu não sei se é não, porque a gente na internet não acha a referência, né? Então tem carinha, mas talvez não seja. Mas de qualquer forma, a mensagem é linda. E ela fala assim: "Antes de julgar a minha vida ou o meu caráter, calce os meus sapatos e percorra o caminho que eu percorri. Viva as minhas tristezas, as minhas dúvidas e as minhas alegrias. Percorra os anos que eu percorri. Tropece onde eu tropecei e levante-se assim como eu fiz." Eu não lembro se eu trouxe esse poema no dia da nosso encontro, porque eu uso bastante ele. Eu acho muito interessante. Ele fala por si, né? Ande por onde eu andei, calce os meus sapatos, caia nos nas mesmas pedras que eu encontrei e levante assim como eu levantei. Aí você pode vir conversar comigo a respeito da minha vida, senão é melhor você falar da sua e deixa a minha comigo mesmo, né? Então, do episódio 13 dos julgamentos, eu trouxe esse essas duas apenas participações e eu vou falar aqui o resumo da Elô, nossa querida. A Elô disse assim: "Nossa mãe, [risadas] gostei, Elô, do jeito que você começou. Nossa mãe, quanto nos encaixa, quanto nos encaixamos nessa reflexão? Determinamos, afirmamos que algo é assim e não damos chances para diferentes possibilidades. Vamos prestar mais atenção. Tarefa da Joana em nossas atitudes por uma semana. Acho que eu fiz isso, né, gente? Acho que eu propus isso. Julgar, julgar, analisar faz parte, mas ponderando as situações, sem ser hipócrita. aplicar em nós mesmos as regras e depois apontar os dedos, o dedo. Tudo isso define o nosso grau de evolução moral e espiritual. Preconceito e julgamentos são de almas atrasadas. Projetamos a nós mesmos, temos prazer em julgar, contar uma bomba dos outros. O sistema é autorregulador, é equilíbrio para não gerar fobias. Se fosse com Jesus, como ele ageria? Ajude quem tomba. Palavras doces, tolerância, ninguém é perfeito. Vamos criar campos
ba dos outros. O sistema é autorregulador, é equilíbrio para não gerar fobias. Se fosse com Jesus, como ele ageria? Ajude quem tomba. Palavras doces, tolerância, ninguém é perfeito. Vamos criar campos de amor, porque ele volta quando cairmos. Vamos evoluir. Obrigada, Cris. Muito bom o tema. Olhar para dentro e crescer. Vamos assistir ao filme Jurado número dois. Obrigada, Elô. É isso. É isso, né? Vamos eh falar eh com mais abertura, com menos certeza. Vamos olhar mais para dentro e menos preocupação com o que o outro tá fazendo. Vamos imaginar Jesus como ele agiria no nosso caso. E tudo isso nos ajuda para que a gente possa realmente ir deixando esse julgamento, né? Jesus disse: "Não julgueis". Ponto final. Bom, vamos pro último tema. Aí, o que que eu fiz? Como eu tenho uma viagem, vocês sabem que eu faço essa, esse programa ele vem gravado, eu faço as gravações, né? E como eu tinha uma viagem e eu não ia conseguir eh ter tempo de fazer a gravação, depois de receber as mensagens que vocês me deixassem pro episódio 14, preconceito só atrapalha, eu pedi pro meu grupo de estudos me fazer perguntas. E aí eu respondi com base nas perguntas que eles fizeram, tá bom? Então, dessa vez eu não colhi as perguntas do chat e dos comentários, mas eu vou ver depois, tá bom? Hoje a gente vai ficar com as perguntas desse grupo. Então, começamos com Felipe. Felipe disse assim: "O preconceito é uma forma de proteção?" Olha que interessante o que o Felipe tá tá perguntando, né? Será que a gente faz por mal ou a gente tá tá com algum medo e a gente tenta se proteger atrás dele, né? Então, gostei muito dessa dessa pergunta, né? Eh, eh, de verdade, a gente pode pensar, né? Eu gosto de pensar que que ninguém nenhuma criação de Deus, né? Nenhum nenhum ser que foi criado por Deus faz o mal pelo mal. Não existe essa possibilidade. Deus não cria um ser mau que pratica o mal, mas a criação de Deus acaba fazendo mal. Mas acaba fazendo mal por conta da sua precariedade, que quer dizer imperfeição,
al. Não existe essa possibilidade. Deus não cria um ser mau que pratica o mal, mas a criação de Deus acaba fazendo mal. Mas acaba fazendo mal por conta da sua precariedade, que quer dizer imperfeição, mas conflitos. Então, Deus permite isso. E ele não chama isso de mal, ele chama isso de equívoco, de erro, porque eu ainda não estou pronto, ainda não, ainda não terminei. Ô, mas esse coisa tá chato hoje. Pronto, eu ainda não terminei o meu processo evolutivo para eu poder falar: "Pronto, agora eu vou oferecer tudo que eu tenho. Eu eu eu ofereço algo que ainda está em em elaboração." Então, de vez em quando eu acerto, de vez em quando eu erro, de vez em quando eu já amadureci, de vez em quando eu sou infantil. E é isso que que dá pra gente oferecer hoje, né? Então, Fê, pode ser que sim. Talvez em algumas de alguma forma eu use o preconceito como se eu tivesse querendo me garantir. Então, quando eu digo assim, aquele lá é é ruim porque ele é diferente de mim, porque eu tenho preconceito com quem é diferente, né? Não tenho preconceito com quem é igual a mim, né? a gente tem preconceito com o diferente. Talvez por trás seja assim, eu tenho medo do diferente, né? Então, para eu me proteger, eu preciso garantir que eu estou certa. Se eu tô certo, o outro está errado. Então, pode ser que tenha assim alguma coisa nesse sentido. A minha imperfeição faz com que eu leia o diferente como ameaça. Pode ser que eu, se eu tiver que valorizar o outro, talvez eu ache que eu não seja tão valorizado. Então, eu prefiro que dizer que o outro não é tão bom para eu poder ser. Então, nesse jogo de insegurança, fruto da imperfeição, é possível que eu tenha preconceito nesse sentido de me proteger, de dizer que os diferentes não são tão bons para eu poder ter mais valor, mas sempre fruto de conflito, né? Jesus não tinha preconceito e não precisava se proteger. Ele amava todo mundo. A Vanessa trouxe a seguinte pergunta: Quais questionamentos eu devo fazer antes de um préonceito, né, sobre uma
lito, né? Jesus não tinha preconceito e não precisava se proteger. Ele amava todo mundo. A Vanessa trouxe a seguinte pergunta: Quais questionamentos eu devo fazer antes de um préonceito, né, sobre uma pessoa ou sobre uma situação? Então, quais questionamentos? O preconceito é prejudicial apenas para quem sofre ou também para quem o pratica, né? Então, o preconceito, gente, ele atrapalha a vida de todo mundo, até de quem não falou e de quem não escutou. Ele atrapalha a vida porque ele cria um clima que não é saudável, ele cria um clima de animosidade. Então o fulano praticou preconceito contra o belrano. Eu tô aqui de fora. Eu não fui não fui eu quem fiz o preconceito, não fui eu quem recebi esse preconceito, mas eu fui afetada. Eu fui afetada porque eu faço parte dessa comunidade. E se dois aqui se antagonizam, brigam, se ofendem, não tem como eu tá bem. Para eu tá bem, eu preciso que o sistema esteja equilibrado. Então o preconceito atrapalha todo mundo, atrapalha quem recebe porque vai detonar a autoestima dessa pessoa, vai fazer com que ela se sinta excluída, desvalorizada, vai atrapalhar quem fala, porque ele vai se comprometer, ele tá infringindo uma lei, ele tá sendo não caridoso, ele tá sendo cruel, atrapalha o sistema que vai criar um campo de energias e de fluidos ruins, atrapalha todo mundo, né? E tem uma frase da comunicação não violenta que é bem interessante e e ela fala assim: "Eh, ninguém pode se sentir melhor". Como é que é? Ninguém pode ficar melhor depois de ter se sentido pior. Então, vamos lá. Sabe quando os pais, né, antigamente, hoje os pais não fazem mais isso. Espero que não, mas sabe quando os pais vinham e botava o terror para educar, fazia ameaça, mostrava a cinta, né, e a gente saía de lá tremendo, com medo. Então, o que que a comunicação não violenta disse? O objetivo do pai não era me educar, não era me ensinar. Então, a comunicação violenta fala assim: "Não funciona isso. Ninguém pode ficar melhor depois de ter se sentido pior. Não faz
violenta disse? O objetivo do pai não era me educar, não era me ensinar. Então, a comunicação violenta fala assim: "Não funciona isso. Ninguém pode ficar melhor depois de ter se sentido pior. Não faz sentido. Ele pode ter me adestrado. Eu tenho medo de apanhar, então eu paro de fazer. Isso não é educar, isso é condicional. A gente faz isso com ratinho no laboratório. Isso é adestramento. Eu não me desenvolvi, eu me condicionei por medo de apanhar. Então, pro resto da vida, eu vou ser obediente porque eu tenho medo de apanhar. Isso não é educar e desenvolver. Então, ninguém pode ficar melhor. Ah, eu vou ser mais educada. Por quê? Porque meu pai me dava me dava sintada todos os dias. Não, ninguém vai ficar melhor depois de ter se sentido pior. Então isso é o preconceito. Não adianta eu sair ofendendo todo mundo, achando que eu tô ajudando as pessoas a se melhorarem. Não tô. Ninguém vai se sentir, ninguém vai ficar melhor depois de ter se sentido pior, né? Então vamos lembrar sempre que o preconceito é uma projeção de uma de um conflito nosso. Nossa, é a nossa forma de olhar que está desequilibrada, né? A Eliana trouxe: "O preconceito nasce do medo do que é diferente. É verdade. O que isso revela sobre o quanto ainda desconhecemos de nós mesmos? E o preconceito é tão mau assim? Se é porque a gente não abre mão dele? Boa pergunta, Eliana. Gostei, né? Então, sim, a gente vai ter preconceito com com aquilo que a gente não entende, com aquilo que a gente julga diferente e a gente tem medo. Então, sim. E isso mostra o quanto a gente ainda não tem a reforma íntima, porque Jesus não tinha medo do diferente, ele valorizava. O quanto eu ainda sou inseguro é o quanto eu não quero que os outros diferentes apareçam. Eu vou sair tentando abafar as vozes diferentes porque porque elas me ameaçam. Eu não sei como como lidar com elas, né? Então, eh, eh, a gente não abre mão dele do preconceito. Por quê? Porque a gente ainda não tá bem resolvido internamente, né? Quando eu tenho conflito, eu projeto
não sei como como lidar com elas, né? Então, eh, eh, a gente não abre mão dele do preconceito. Por quê? Porque a gente ainda não tá bem resolvido internamente, né? Quando eu tenho conflito, eu projeto e é inconsciente, não sou eu que escolho. Então, apesar de ser esquisito isso, preconceito é ruim. Alguém duvida disso? Não. Ninguém duvida disso. Então, pronto, preconceito acabou. Não, porque ele vem desse lugar do inconsciente, ele brota automaticamente e ele vem de um lugar de insegurança, de desvalor, de medo do diferente. Enquanto eu tiver isso dentro de mim, vai sair preconceito. A boca fala do que tá cheio coração. O jeito de acabar com preconceito é cuidando do mundo íntimo das pessoas, iluminando, fazendo a reforma íntima. Aí quando eu tiver de bem, quando eu tô bem, quando eu me sinto realizado, quando eu tenho autoestima boa, eu olho pro diferente e me interesso por ele. Quem é você? Quero te conhecer. Eu não julgo. Eu não tenho medo. Eu estou aberta. Eu acho tudo lindo. Todo mundo é lindo. Eu valorizo todas as diferenças porque eu tô bem. Então, quanto mais preconceito eu carrego na minha fala, mais complicado e complexo é o meu mundo íntimo, mais conflito eu carrego. E a pergunta da Zezé é: Quais os possíveis danos que o preconceito pode oferecer para aquele que tem sem perceber que tem, né? Então eu escrevi assim: "Olha, vai mantê-lo numa prisão, porque o preconceito é um falso conceito, ou seja, um falso conhecimento interpretado como verdade. Se alimentarmos o preconceito, estamos nos mantendo presos a uma irrealidade. Então, atrasamos nosso próprio progresso." Então, Zezé, quando eu pratico e não sei que eu tô praticando, eu estou agindo com base num falso conceito, que o preconceito é um falso conceito. E aí eu tô vivendo minha vida com base numa irrealidade. Então, eu estou preso numa ilusão, achando que eu estou de posse da verdade, da realidade. Então, é uma prisão. Quanto mais eu sou preconceituoso e não dou conta disso, mais aprisionado eu estou. Quando eu limpo esse conteúdo,
ilusão, achando que eu estou de posse da verdade, da realidade. Então, é uma prisão. Quanto mais eu sou preconceituoso e não dou conta disso, mais aprisionado eu estou. Quando eu limpo esse conteúdo, quando eu diluo, quando eu ilumino, eu me liberto dessa prisão. Então, preconceito aprisiona. E a gente vai ficar sem a fala da Elô, porque a El ainda não tinha assistido, então não tinha feito ainda o resumo. Eu agradeço participação de vocês, como sempre, muito bom estar aqui e espero vocês na próxima semana, se Deus quiser.
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