A esquina de pedra | Stela Martins | 240825

Conecta Espiritismo TV 25/08/2025 (há 7 meses) 1:05:33 23 visualizações 5 curtidas

Essa série de lives tem por objetivo principal divulgar a obra “A esquina de pedra” e seu autor, Wallace Leal V. Rodrigues. O livro aborda a história do cristianismo primitivo e a formação do catolicismo, com capítulos que se assemelham a crônicas poéticas, explorando temas como a fé, a caridade e a transformação moral. Wallace Leal Valentim Rodrigues, autodidata, foi ator e diretor de teatro, diretor de cinema, escritor, jornalista tendo atuado durante 25 anos na Casa Editora o Clarim como continuador da obra de seu fundador, Cairbar Schutel. Conheça a trajetória inspiradora desse espírito no documentário WALLACE LEAL – PODERES DO ESPÍRITO (Márcia Tamia | Zé Henrique Martiniano) https://youtu.be/pwItf50t0fg?si=D2qw3eQpXZMVXeyo 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280

Transcrição

Vivi, vivo, vivo e viverei, viverei porque sou imortal. e viverei o que sou e vortar e vi vivo e viverei o que sou. imortal vivo e viverei o que sou imortal. Vivo, vivo e viveri. Imortal. Boa noite para todos. Vamos começar mais um episódio do nosso estudo da obra A Esquina de Pedra, uma obra de Wallace Leal Rodriguez, eh, lindíssima. E eu já vou dizer para vocês, peguem os seus lencinhos. Porque hoje aquela tranquilidade, aquela coisa bucólica, hum, o livro, a história começa a nos provocar nas nossas emoções mais profundas. Nós vamos sentir mais de perto as emoções que Gala, a personagem principal dessa obra, sentiu enquanto estava encarnada, não é? e que o Alace eh relembra enquanto faz a o seu desdobramento para voltar no tempo e no espaço para aquele período e também lembrar dessa encarnação dele. Foi muito legal essa a o estudo da do domingo passado. Nós temos aí um material bacana para vocês poderem acompanhar. Eu recebi várias mensagens de pessoas que compraram o livro para poder acompanhar aqui a leitura. Fiquei bem contente, bem feliz com isso, porque esse livro é muito lindo e não é muito conhecido, né, no movimento espírita. Até que tem bastante gente, muitas pessoas falaram: "Ah, já li, gostei, bem legal, gostei bastante". Então, vamos lá. Deixa eu falar. Boa noite, Mônica. Muito obrigada, querida, por ser membro de um canal espírita e muito bem-vinda ao nosso estudo de hoje. Oi, Rosiane, boa noite. Clube da Esquina, eh, Clube da Esquina de Pedra. Oi, Olguinha, boa noite. Boa noite também para Ernestina, Clube da Esquina. É um clube da esquina. Oi, Marcon. Boa noite, querido. Com direito a café. Ô, Ernestina, hoje eu tô sem café aqui, hein. Hoje eu tô só com água. Marilda, boa noite, querida. Ó, hoje eu tô só com meu balde, meu balde de água. Já vou até tomar um pouquinho. Muito bem. Vamos lá. Vamos fazer a nossa prece. Vocês ouviram a música de abertura? Essa música de abertura chama O Bandeirante e é uma uma criação de do Zé Henrique Martiniano que fala do nosso querido Kaibar Shutel.

lá. Vamos fazer a nossa prece. Vocês ouviram a música de abertura? Essa música de abertura chama O Bandeirante e é uma uma criação de do Zé Henrique Martiniano que fala do nosso querido Kaibar Shutel. Olace foi o o um seguidor, né, e um e um e um trabalhador que deu continuidade à obra do Caiar Chúelu aqui em Matão, no interior do estado de São Paulo. Ô, beleza. Oi, Rê. Boa noite, querida. Então, vamos lá, vamos fazer a nossa Ritinha querida. Boa noite. Vamos fazer a nossa prece. Hoje eu vou mudar um pouquinho e vou pôr uma prece aqui dessas. Que a minha vida seja o canto que louva. Que meu silêncio estrondo do que crê. Que o meu agir traduz a luz que de ti jorra. E a minha prece e a honra de te agradecer. Que o meu falar consolha, a lágrima que chora. Que o meu ouvir entenda as dores do que sofre. Que meu olhar conduz ao beijo que conforta meu sorriso, amizade que acolhe. Que o meu sentir expresse a luz no fim da luta. Que o meu pensar seja tão dura do que hora. Que o meu nascer reflita o esforço do que busca e o meu morrer a alegria do que volta. Que o despertar mehe seja doce como a que a consciência me abol muitas falhas. Que ali trabalho seja fonte de alegrias. E os reencontros, aventura tão buscada. Mas se eu voltar as portas dos renascimentos, que eu viva a vida com a nobreza de um anjo, para que ao fim eu me descubra sem lamentos. Meu retorno seja belo com um sonho. Se eu voltar as portas dos renascimentos, eu vivo a vida com a nobreza de um anjo, para que ao fim eu me descubra sem momentos e meu retorno seja belo com o sonho. Bonita, né? Muito linda. Muito linda. Então, vamos lá, queridos. Não se esqueçam, né, de se fazer aquele o discurso de sempre, mas que é necessário. Não se esqueça de se inscrever nos canais. essa esse estudo parte do canal Consolar Esclarecer, mas ele tá sendo retransmitido pela Renovando Consciências, também pelo Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o Iges pela Conecta Espiritismo TV, pela web Rádio Fraternidade, Grupo Espírita Fonte Viva e também a

endo retransmitido pela Renovando Consciências, também pelo Instituto Goiano de Estudos Espíritas, o Iges pela Conecta Espiritismo TV, pela web Rádio Fraternidade, Grupo Espírita Fonte Viva e também a Rádio Espírita do Paraná. Então, não se esqueçam, inscrevam-se nos canais e compartilhem o estudo, porque o nosso objetivo aqui é divulgar o ALAC Leal, né, como autor e como um espírita que teve uma uma participação muito marcante no movimento espírita, não só do estado de São Paulo, mas do país todo. E fazer a divulgação da obra, né, do Esquina de Pedra e das outras obras do Alileal, porque ele é pouco conhecido também, né? Muita gente, assim como eu conhece o Esquina de Pedra, mas sabe pouco do seu autor e pouco do que do trabalho que foi desenvolvido para que o esquina de pedra pudesse ser publicado, né? Que ele pudesse ser escrito e depois publicado. Então vamos lá. Vamos lá. Vamos começar. Nós estamos no capítulo dois, na nossa segunda parte, né? Porque o capítulo dois no livro não é dividido em duas partes, mas a gente já tava estourando o horário domingo passado e aí eu dei aquela paradinha que deixa todo mundo nervoso, não é? E deixei para hoje. Deixei para hoje. Então vamos lá compartilhar aqui o texto com vocês. N. Ué, que aconteceu aqui? Pulou. Pararã. Cadê? Essa eu eu ué, perdi aqui o cadê? Ah, tá aqui, ó. Pão fresco ensopado no azeite de oliva nos parece delicioso e comemo-lo com satisfação. Ah, tá. É que eu mexi aqui no tamanho da página e aí a gente Ah, que bom que você chegou, Terezinha. Que bom. Então, vamos lá. Dá para ler aí? Vocês estão conseguindo ler? Deixa eu ver se eu aumento aqui um pouco até para me ajudar também. Isso. Muito bem. Então, vamos lá. E vejo o quadro singelo, iluminado pela A gente parou naquele trecho em que Gala estava voltando do pastoreio, né? Ela tava voltando para casa com a com os os animais que ela tinha levado para paraa pastagem, né? E voltando, porque o avô já tinha tocado lá a trombeta e isso significava que o avô e o irmão já

, né? Ela tava voltando para casa com a com os os animais que ela tinha levado para paraa pastagem, né? E voltando, porque o avô já tinha tocado lá a trombeta e isso significava que o avô e o irmão já estavam em casa e que era hora, portanto, de voltar para casa até para fazer o lanche da noite, né, ou jantar. E vejo o quad quadro singelo iluminado pelas últimas luzes do crepúsculo. o aposento cheio de odres e bilhas, onde eram acumulados o óleo, o leite, a manteiga, as azeitonas conservadas, a cozinha com o fogão baixo sobre lajes de pedra, a janela se abrindo para a monotonia da step, o balir das cabras e carneiros sobre nossos pés, o ruído do vento, a porta, retângulo de madeira bruta, sobre a qual esticam-se peles de cabras costuradas rusticamente, vai se abrir e vovô se deterá um instante. antes de entrar com suas roupas capadóas, tais como as usam todos os homens das steps. Depois, mamãe Cirilo com seu amistoso sorriso e por último, Corona, o animal amigo que vem estender-se aos pés de meu irmão, lambendo-lhe os dedos a cada vez que, astuciosamente passa-lhe pedacinhos de pão e queijo por debaixo da mesa. Cirilo e eu trocamos compreensivos olhares, enquanto nossa mãe serve bolos de aveia em dias especiais, o doce de leite coalhado e mel ou a fatia de pão especial recheado de nozes e avelãs. "Comei o que quiserdes", ela diz, "sempre o mesmo tom de desafio na voz". É que veio a notificação dos impostos e foi aplicado o jugum. As autoridades romanas calcularam de maneira que cada família fique apenas com a quantidade necessária ao número de pessoas que a constitui. Os vizinhos coxixaram seus receios. Uai, é isso mesmo? É. Tá certo? E eu, Cirilo, mas Cirilo e eu somos bastante crescidos para perceber que a situação é séria. Então aqui ela vai contando para nós. Atrasei, mas cheguei. Tá ótimo, meu bem. Aqui ela vai contando para nós, a Gala, que o que tá acontecendo ali é que a mãe tá dizendo: "Comei o que quiseres, porque eles já sabem que vai acontecer uma nova

sei, mas cheguei. Tá ótimo, meu bem. Aqui ela vai contando para nós, a Gala, que o que tá acontecendo ali é que a mãe tá dizendo: "Comei o que quiseres, porque eles já sabem que vai acontecer uma nova contagem de pessoas eh nas casas e os romanos é que vão decidir o quanto pode ficar para para eles para eles se alimentarem." Então eles não ficam com quanto eles querem, eles ficam com quanto os romanos dizem que eles podem ficar. É um controle, né, inclusive da alimentação, uma coisa bem complicada. E aí quando ela fala aqui do agente em rebos, pera, vou te pôr o texto de novo, ó. O agente em rebos vem a, eu não sei se é assim que pronuncia, viu, gente? vem à nossa casa e temos que nos apresentar diante dele para a prova das bocas. O agente em Rebos era um corpo de funcionários civis no império romano tardio e no império bizantino, atuando como mensageiros imperiais e agentes gerais do governo central do século ao século VI. Era mais ou menos isso aqui, ó. Vou mostrar para vocês. Deixa eu tirar esse. Vou mostrar aqui para vocês. Era mais ou menos isso. O agente em rebos. Dá para ver, né? Eles eh passavam aqui bem à esquerda, eles estão conversando. É uma figura, né, gente? Então eles mostram mais ou menos como funcionava esse agente em Rebos. à esquerda, eles estão fazendo a prova das bocas que eles vão à casa das pessoas para contar quantas pessoas moram naquela casa, se são adultos, se são crianças. E aí eles da cabeça deles, eles dizem se a pessoa, quanto que a pessoa vai comer em determinado período. Então o que ela daquilo que ela colhe cria, daquilo que a família eh planta, colhe e cria, quanto vai ficar para eles poderem se alimentar. Então não tem essa de, ah, eu vou guardar um pouco desse ano pro ano que vem, paraa época do inverno, por exemplo, em que a a a alimentação é mais escassa. Não tem essa não. Se quiser fazer isso, quiser quiser fazer uma reserva, eles vão ter que em algum momento passar fome para poder fazer a reserva. É uma coisa bem chocante, né, para nós. É, é

escassa. Não tem essa não. Se quiser fazer isso, quiser quiser fazer uma reserva, eles vão ter que em algum momento passar fome para poder fazer a reserva. É uma coisa bem chocante, né, para nós. É, é certamente bem chocante isso. E aí continua o texto, né? As cabeças do rebanho foram contadas e medido o terreno que cultivamos, irrigado por uma nora construída a margem do rio. O homem estabelece nossos limites e mamãe com atrevimento, lembra-lhe o nosso apetite. Quer dizer, lembra o apetite dos dois, né, que são dois adolescentes. O agente olha-nos com desprezo, mas seu olhar se modifica quando se põe sobre ela. Nossa mãe é esbelta e jovem. Seu rosto enfeitado com pesadas tranças loiras é belo, apesar de tisnado pelo sol. Quer dizer, a pele tá queimada, né? Seu rosto enfeitado. Ou desculpa. O homem sugere que ela o procure a fim de que o assunto seja discutido junto ao procurador. Claro está que preferimos moderar a nossa disposição, porque fica ali os dois, né, os as crianças, os adolescentes entendem, né, qual é a situação que o oficial coloca, né? Então, a gente acha que as crianças não estão percebendo o que tá sendo dito. E aqui a, e nós reclamamos das nossas condições de hoje. Pois é, pois é. A ocupação, né, de um de um país por outro povo tem esse tipo de de situação complicadíssima, né, Marilda? Eu fiquei passada também. É, sempre choca a gente, né, esse tipo de de controle, ainda mais comida. Então, quando a gente pensa assim, olha só como a gente eh pega essa esses livros que aparentemente estão falando sobre o passado e pode trazer paraas reflexões atuais, né? Aqui Gala tá deixando claro que embora crianças quase adolescentes, eles têm muito claro qual é o o a proposta que o que o oficial tá fazendo pra mãe deles, né? Você quer que eles comam mais, que eu deixe mais comida, que eu libere mais comida paraa sua família? Então você vem conversar aqui comigo. É antigo, né? Essa essa exploração da mulher, ela é antiga, ela não é de hoje, não. Infelizmente é um

xe mais comida, que eu libere mais comida paraa sua família? Então você vem conversar aqui comigo. É antigo, né? Essa essa exploração da mulher, ela é antiga, ela não é de hoje, não. Infelizmente é um uma das nossas faltas que nós temos repetido ao longo da nossa história, né, no planeta Terra. E aí eu falo nós, porque não necessariamente nós reencarnamos sempre como mulher, né? Acho que nós todos temos clareza sobre isso. Então, em algum momento nós não sabemos em quais momentos nós fomos homem ou fomos mulher. E a gente foi foi eh cristalizando esse essa falta de respeito, essa exploração com o feminino, né, que é bem bem bem ruim, bem ruim mesmo. Eh, os soldados deixam-nos desinquietos e instintivamente nos retraímos. Pinta-se a angústia no rosto de nosso avô. Ele não pode falar. Essa é outra outro momento bem complicado do livro, desse começo aqui da história para nós. Ele não pode falar. E assim todas as respostas devem ser dadas por nossa mãe. Anos atrás, homens como aqueles tinham lhe cortado a língua. Por isso que o avô de da gala não fala a comunicação. Nós vamos ao longo do livro nós vamos entendendo como que era a comunicação, como se dava comunicação com ele, né? Ele teve a língua cortada pelos soldados romanos. Tudo isso se acabou. Outros povos, através de outras tantas eras, invadiram terras alheias, ditaram leis, oprimiram inofensivas populações. E sempre que possível, no mesmo desafio, as mães disseram aos seus filhos: "Comei o que quiserdes". Nossa, isso é muito, muito dolorido, né? Muito dolorido para nós todos que sabemos como é que podemos imaginar, né? Eu não sei, viu, gente? Eu juro que eu não sei, mas eu posso imaginar o que deve ser difícil uma mãe ter que dizer pros filhos não tem nada para comer ou não coma tudo que você quer porque senão amanhã não vai ter nada para comer. Isso deve ser uma coisa desesperadora, desesperadora. E e a gente não tem não vai perdendo a a noção a respeito disso. E muitas vezes nesse distanciamento a gente acaba colocando

ter nada para comer. Isso deve ser uma coisa desesperadora, desesperadora. E e a gente não tem não vai perdendo a a noção a respeito disso. E muitas vezes nesse distanciamento a gente acaba colocando as pessoas que estão passando por uma situação de privação econômica muito intensa. A gente acha que eles não estão fazendo o esforço necessário, né? Mas imagina ter que dizer pros filhos pequenos: "Não tem nada para comer." Nossa. Ah, José Debe reclamou e morreu. Pois é. Pois é. É isso. Deixa eu só ver uma coisa aqui que eu esqueci. Ah, tá. OK. Voltamos lá pro nosso texto pra gente não demorar muito hoje. Não me lembro de que naquele tempo lamentássemos a liberdade que nosso povo perdera. Talvez fôssemos muito jovens para isso. Onde morávamos, apenas uma vez por outra aparecia o Limitanei. Não sei fala a pronúncia correta, mas o limitane eram tropas militares romanas que ficavam estacionadas nas fronteiras do Império Romano durante o baixo império. Eles eram responsáveis pela defesa das fronteiras e, em muitos casos, agiam como uma primeira linha de defesa contra invasões, esperando a chegada de tropas mais fortes. também eram conhecidos como ribeirinhos ou ripenses devido a sua localização em áreas próximas ao rio, a rios. A gente vai ouvir a a gala falar deles várias vezes. Vez por outra aparecia o Limitanei, tão temido pela população das cidades e que a própria corona aprender a odiar a cachorra, né? A corona é a cachorra. O Império Romano se desfez. Dele restam apenas as ruínas melancólicas que sofreram a intolerância do tempo. Os exércitos tumultuários, semelhante às pragas, vencedores sempre, não puderam vencer o tempo e a morte. Hoje, os turistas distraídos passeiam pelas arcadas vazias dos palácios imperiais ou erram impunente pelos aposentos dantes proibidos. Os edifícios que abrigavam o poder deixam passar o vento. E os caminhos famintos que devoravam as distâncias em todas as direções do mundo, se a Eva não cobriu e o pó não os apagou, sonham tão somente

Os edifícios que abrigavam o poder deixam passar o vento. E os caminhos famintos que devoravam as distâncias em todas as direções do mundo, se a Eva não cobriu e o pó não os apagou, sonham tão somente com o louco rodar das bigas vaidosas, com o ressoar dos cascos dos equites soberbos, com o ritmado marchar dos cue e vexalotores. Eu eu tô falando do jeito que escreve, hein? Eh, categorias de romanos. E aí, pra gente, só pra gente ter uma ligeira ideia, né, do que que era isso, olha só, pra gente lembrar, né, como é que eram os romanos, como se vestiam os soldados romanos daquela época. Esse aí não é um soldado só, ele já tá numa categoria um pouco acima. Ele já tem uma graduação um pouco acima acima. Mas eles tinham que carregar um peso da amado, né? um peso danado aí. Boa noite, Maíde, bem-vinda. Bem-vinda. Então, era uma situação, eh, Gala isso tudo passa, né? Que isso tudo passa. O império romano sumiu, restaram as ruínas, que o tempo foi cobrindo com terra, com mato, que elas precis precisam agora ser escavadas pelos pelos estudiosos, pelos arqueólogos para virem à tona novamente. E mesmo assim nem um terço daquela daquele orgulho todo aparece, né? E isso vai acontecer com todos aqueles que se julgam superiores aos outros, né? Esses homens e mulheres eh vão fazer inclusive muita questão de ver o seu orgulho e o e o resultado da as ações orgulhosas serem dissipados pelo tempo, né? É tudo que a gente quer. Que ninguém se lembre daquilo que a gente fez movido pelo orgulho e pelo egoísmo, não é mesmo? A gente quer que todo mundo esqueça o que a gente fez por orgulho e por egoísmo. Ô Shirley, obrigada, querida. Obrigada. Bem, esse livro é lindo. Bom, éramos conhecidos como um povo bárbaro e agressivo. E eu marquei esse pedaço do texto porque a gente precisa sempre deixar ter tomar muito cuidado quando a gente vai fazer a leitura das obras históricas com dados históricos que eh falam sobre o passado. Porque o que a gente fala hoje a respeito do que aconteceu, por exemplo, no Império Romano,

o quando a gente vai fazer a leitura das obras históricas com dados históricos que eh falam sobre o passado. Porque o que a gente fala hoje a respeito do que aconteceu, por exemplo, no Império Romano, certamente não é a verdade completa. Não vou falar verdade absoluta porque verdade absoluta é uma coisa de Deus, né? É algo que só Deus tem essa possibilidade. Mas uma verdade mais concreta, assim, mais robusta, nós também não sabemos, porque a gente não teve acesso a todos os documentos e não teve acesso a a depoimentos e nem a a informações que pudesse que a gente possa considerar como isentas, porque as informações que a gente tem são as informações dos vencedores. Os vencidos nunca podem falar muita coisa. Então, os vikings, por exemplo, quando são acusados pelos romanos de serem eh bárbaros e agressivos, como a Gala tá falando que o povo dela também era chamado de bárbaro e agressivo, é chamado de bárbaro porque eles não tinham o mesmo formato de convivência social, não tinham a mesma cultura que Roma e muito menos que a Grécia. E isso é para pros gregos e pros romanos. Se você não tinha um comportamento parecido com o deles, você era inferior e você era considerado como um bárbaro. mesmo aconteceu com os países europeus quando eles saem para conquistar o resto do mundo e aí eles vão eh descobrindo os as tribos na África, que também ainda não eram países, ou que eles vêm paraa América do Sul, paraa América Central, eles consideram os eh moradores nativos, né, os povos nativos como bárbaros como inferiores por conta disso, porque eles tinham um comportamento diferente. Então, ah, nós é que somos civilizados, o resto não é. A gente precisa tomar bastante cuidado com isso, porque civilidade tem outro significado hoje em dia. E nós sabemos e a própria, esqueci o nome aqui, a ciência mesmo tem descoberto que em várias partes do mundo ah existiram civilizações com um nível evolutivo muito similar, por exemplo, aos egípcios e aos persas. Mas essas civilizações desapareceram

ciência mesmo tem descoberto que em várias partes do mundo ah existiram civilizações com um nível evolutivo muito similar, por exemplo, aos egípcios e aos persas. Mas essas civilizações desapareceram e agora é que a gente tá aquele elas estão sendo recuperadas, por exemplo, aqui na na região amazônica, não necessariamente no Brasil, mas na região amazônica aqui da América do Sul, né? eh, que abrange outros outros países além do Brasil e povos muito evoluídos no que diz respeito à estrutura das cidades, né, com cidades estabelecidas, com sistema de água, com sistema de esgoto, com produção de alimentos em larga escala. E isso a gente achava que eram os egípcios e os persas só que davam conta disso. O resto né? Então, para vocês verem como a gente não tem muito muita informação para para ficar julgando os outros, não é mesmo? Então aqui a a Gala tá dizendo isso, né? éramos conhecidos como um povo bárbaro e agressivo. Em todo o mundo antigo dizia-se que morder num Capadócio era a serpente que morria e por isso as autoridades sentiam-se justificadas subscrevendo as medidas de maior rigor. Então, como eles eram bárbaros e agressivos e os romanos achavam que eles podiam fazer qualquer coisa. A segunda operação cadastral revisada a cada 15 anos encontrou mim mocinha. Eu era esguia de cabelos quase loiros e pele bronzeada pelo sol. Como agente do povo, vestia roupas cortadas em tecidos fabricados em casa, não sem um certo requinte devido ao sangue macedônio de minha mãe. Papai era filho de um mercenário galo e não me lembro, entre todos os nossos conhecidos, de um só que não tivesse mestiçagem. Cirilo e eu éramos altos e diziam que nos parecíamos com nossa mãe. Eu me lembrava ainda de nosso pai, que fora um homem louro, maciço, quer dizer, fortão, né? Grande e forte. Mataram-no em 312, já quando arrefecia o furor das perseguições. Então, ele foi morto por ser cristão, né? É o que ela dá a entender aqui. Desse último édito, nosso avô escapou, embora lesado para sempre do recurso da

, já quando arrefecia o furor das perseguições. Então, ele foi morto por ser cristão, né? É o que ela dá a entender aqui. Desse último édito, nosso avô escapou, embora lesado para sempre do recurso da fala. Meu nome homenagei a lembrança de meu pai. E aí ela vai continuar, né? Eh, aqui, olha, vou Não, é isso mesmo. A noite está cálida, as janelas abertas espiam-na. A chama da candeia lucila aos tênues sopros da brisa. Reunimo-nos para a prece comum antes do repouso da noite. Olha que gostoso, né? Lembra que eu falei para vocês que nós imos estudar nesse livro os os primeiros cristãos, né, os cristãos eh antes da do surgimento da Igreja Católica. E aí a gente vai ver a simplicidade deles e como é bonito a maneira, o sentimento que eles têm com relação a Jesus e aos ensinamentos dele, né? É, é bem muito legal isso. Então vamos lá. Nossa mãe, repete o nome de Jesus com ternura lembra nosso pai no mundo dos espíritos. Eu vou, eu chorei o dia que eu li, que eu li já essa semana, né, para começar, para conversar com vocês. E aí eu vou chorar de novo. Vocês já pegaram seus lencinhos? Porque o meu já tá aqui separado. Aí a minha anotação sobre isso é que o entendimento de que a morte não é o fim já existia para eles, né? Olha que interessante. A nossa mãe repete o nome de Jesus com ternura e lembra nosso pai no mundo dos espíritos. Então eles já tinham essa clareza de que a morte era do corpo físico e que os nossos amores estavam no plano espiritual. Era isso. Temos as cabeças baixas e alguma coisa de suave eterno aquece-nos o coração. Quando a singela súplica termina, vejo o rosto enrugado de meu avô me descido pelas lágrimas. Deitamos-nos porque já foram, eles já comeram aquele pão com azeite e azeitona que me deu água na boca. Aí eles fizeram uma prece, né? E lembrando o pai que já tava, já tinha desencarnado. E aí eles vão dormir, né? Cirilo vai assoprar a chama, porém animadamente volta-se para mim. Não te contei ainda. Mudou-se uma nova família cristã para a cidade. Veio de

á tava, já tinha desencarnado. E aí eles vão dormir, né? Cirilo vai assoprar a chama, porém animadamente volta-se para mim. Não te contei ainda. Mudou-se uma nova família cristã para a cidade. Veio de Arnaceia. Eu procurei esse nome de tudo quanto é jeito e os registros dizem que essa cidade nunca existiu. Não sei se eles mudaram o nome da cidade no livro para não criar problema ou se a cidade existiu, mas não ficou, não tem registro dela, né? Cândido, aí é o o irmão dela que tá contando, né? Cândido, atirou-me sua tripticha. Acho que é assim que fala. enquanto passava no Rio, escreveu que o filho da casa é um comentarista inspirado, que dizia uma um palestrante cristão, chama-se Filoctemo, na primeira oportunidade convidar Loemos a vir até aqui. Olha a animação do irmão dela, né? E aí, Gala explica para nós. Preciso dizer que a tripta como a diptou polipita. Eu não devo estar falando certo, né, gente? Mas vocês me perdoem aí porque eu não não sei qual que é a pronúncia correta. Essa a tríptia era eram tabuinhas recobertas de cera que usávamos para escrever com o auxílio de um estilete. É curioso recordar também que aquela era a primeira vez em que eu ouvia pronunciar o nome de Filoctemo. E vocês guardem o nome dele que ele vai ser personagem importante na história, hein? Capítulo 5, Cirilo. Muita atenção, porque agora já não é gala quem está falando. Certo. Ai, me atrasei. Não tem problema. Depois você assiste, eu entro dentro da personagem. Sofas. Nem me fala, nem me fala que é uma dor. Olha aqui, eu eu trouxe para vocês. Olha, esse eram os romanos, né? Se vocês procurarem na internet, vocês vão ver essas figuras maior um pouco. Vocês vão ter uma ideia se vocês quiserem. Ah, isso já é outra coisa. Então, vamos lá. Voltemos ao nosso texto. OK. Sente-se num curioso estado de duplicidade. Ó, Cirilo, ela começa o capítulo 5 com o nome do irmão, Cirilo. Sente-se num curioso estado de duplicidade, flutua no quarto e, entretanto, seu corpo continua lá embaixo, na cama,

tado de duplicidade. Ó, Cirilo, ela começa o capítulo 5 com o nome do irmão, Cirilo. Sente-se num curioso estado de duplicidade, flutua no quarto e, entretanto, seu corpo continua lá embaixo, na cama, impassível ao que se passa, pois que a sede, a sede da inteligência também flutua. já não reside na forma letárgica, que é ele mesmo. Olha que descrição mais legal que ele faz aqui, né? E a gente vai encontrar uma descrição muito parecida nas obras do André Luiz, exatamente com o espírito que se afasta temporariamente do corpo físico e vê que o corpo físico tá lá e ele não tá, né? Então, olha só, a sede da inteligência também flutua, porque a sede da inteligência somos nós, né? espíritos e não o nosso corpo físico. Aproxima-se do corpo físico e observa-se. Sua cabeça está recostada sobre o braço esquerdo junto à parede. O outro braço deslizara no sono e pende. Livremente. Seu peito arfa compassadamente. Continua. Tá tudo funcionando, né, no corpo físico, tudo funcionando. E ele percebe que um tênulo e fio de prata prende-o ao corpo que repousa. É difícil compreender. Por certo, sonha. Ele não entende muito bem o que que tá acontecendo. Aí ele escuta assim, ó. Cirilo escuta. Não, não sonhas. Diz-lhe uma voz conhecida. Volta-se. É seu pai. Exatamente como era antes, quando ainda vivo. Atira-se nos braços. Pai, eu sonho. Eu sonho. Não, não sonhas. Vê bem, ali está teu corpo adormecido. Tenho-te nos braços e tu me sentes. Me tocas porque estás aqui em espírito. É assim mesmo. Não estranhes. aponta-lhe o fio extremamente móbil e diz: "Quando morreres e te desligares do corpo material, quando este fio se romper, ficarás então definitivamente no mundo dos espíritos, onde estás comigo agora". Temos então realmente um espírito como tu ensinavas? Esta é a parte eterna que nós todos temos. E é assim, por isso que a morte não existe desde aquele tempo do cristianismo primitivo que eles sabiam. E por isso que o Espiritismo é o consolador prometido, porque vai nos fazer lembrar daquilo que já sabíamos,

r isso que a morte não existe desde aquele tempo do cristianismo primitivo que eles sabiam. E por isso que o Espiritismo é o consolador prometido, porque vai nos fazer lembrar daquilo que já sabíamos, não é assim? E aí o pai do Cirilo responde: "Sim, como eu te ensinava. Um breve silêncio cai na penumbra do quarto. Pai, eu relutava. Eu tinha fé, mas relutava. Sabias disso? Sim, sabiam. Amava ouvir-te falar porque a mensagem de Jesus era bela, como um cântico, como uma poesia. Sim, sim. Não necessitas explicar. Tu te aproveitaste desse momento para confirmar. Sim, roguei isto a Jesus muitas e muitas vezes e me foi concedido. Necessitas crer sem hesitações. Tem as forças físicas que tua mãe e eu, pelas leis da natureza, demos-te. Necessitas das forças espirituais. Agora está feito. Eu não me esquecerei. Não, não esquecerás. Apenas não deves contar aos outros o que se passa agora. Este é um segredo entre nós. Nossa, coitada do Cirilo, não pode contar para ninguém. Ai, que tristeza. Vinculados por uma profunda afinidade, abraçam-se ainda. Cirilo diz: "É maravilhoso. Eu tardava em me decidir, não é?" Sim. E necessitavas fazê-lo de uma vez por todas. Eu posso seguir Jesus por minha razão e meu sentimento. Sim, e isso preparar-te a o voo. Não poderias fazê-lo antes. Sabes por quê? Porque tinha uma asa só. Sorriem-se alegremente. É bem o Pai ali, com suas ingênuas brincadeiras, o seu porte de gigante inofensivo. Não mudaste, pai. Continuas o mesmo. A morte não nos modifica. E por que haveria de nos modificar? Tu sim te modificaste. Estás um rapaz e em véspera de importantes acontecimentos, mas agora devo deixar-te. Vais despertar em teu leito. Garantes que não me esquecerei? Cirilo pergunta com ansiedade. Sim, não esquecerás. Beija-o na fronte. Cirilo desperta, salta do leito, onde o visitante amado, quase o chama, porém suas ideias se recompõe. Ele se lembra. Ele se lembra. Funda emoção o domina. Silenciosamente abre a janela e fica a olhar a step em volta na em volta na noite azul. Cirilo

amado, quase o chama, porém suas ideias se recompõe. Ele se lembra. Ele se lembra. Funda emoção o domina. Silenciosamente abre a janela e fica a olhar a step em volta na em volta na noite azul. Cirilo diz baixinho. Obrigado, papai. Obrigado, Jesus. Que lindo, não é? Que lindo. Quantos de vocês que estão aí no chat pensaram: "Ai, como eu queria também encontrar meu pai, minha mãe? Nossa, eu tenho uma listinha aqui de parente desencarnada que eu queria também, sabe, encontrar no sonho. A gente encontra, né, gente? Mas eu queria acordar e lembrar que eu encontrei, não é? Ai, ai. Odson, boa noite. Lilian Barbuda querida, boa noite. Paz e bem para nós todos. Ó lá. E vamos continuar. Ah, euzinha, eu imaginei mesmo. Vai aparecer um monte de gente falando eu, eu, eu, eu todo mundo queria, né, lembrar, encontrar os amores que já desencarnaram, mas lembrar, né? E aí continua, né, o capítulo. Somos cristãos e por isso muitos riem-se de nós. Outros se afastam tomados de asco, como se portam relativamente aos loucos. Nestes últimos 8 anos, as perseguições abrandaram e apenas em um ou outro ensejo a mão da intolerância pesa sobre nós. Somos assidos às reuniões da eclésia à igreja, isto é, reunião de fiéis de Sebastes, que discretamente nos acolhe num subúrbio denominado dois tuque, devido aos pedreiros que se aglomeram residindo ali. Olha só como é que eles viviam, como é que os cristãos eh desse período lá eu, eu Rita, ai nem me fala. Eu vou tentar adivinhar quem se queria encontrar, viu, Rita? Mas eu vou só tentar. A docinei queria encontrar a avó. Nossa, não. Eu tenho uma lista aqui, gente. Uma lista comprida, bem comprida. Olha só como eles viviam, como era a vida dos cristãos. Eh, lá no começo, nossos bens e propriedades são administrados em regime de comunidade. As reuniões doutrinárias fazem-se singelamente. Os textos evangélicos são estudados com desvelo e comentados pelos frequentadores em geral. Então, não era uma pessoa só que falava, todos eles comentavam a respeito do texto. Viver a

se singelamente. Os textos evangélicos são estudados com desvelo e comentados pelos frequentadores em geral. Então, não era uma pessoa só que falava, todos eles comentavam a respeito do texto. Viver a mensagem do Cristo Jesus é a mais alta preocupação e por tal motivo a prática deve-se seguir imediatamente à ação. Então eles juntavam, a comunidade vivia. Vocês vão vocês vão entender melhor que que coisa mais linda. Que coisa mais linda. Assim a eclesia ou eclésia enche-se de sofredores e deserdados da sorte, pelos quais a comunidade vela, ofertando-lhes a advertência pela palavra e a assistência material através da dispensa comunal. Quer dizer, eles aquilo que eles produziam, que eles plantavam, colhiam e etc, ficava numa dispensa só. E eles iam utilizando de acordo com a necessidade de cada família. E ainda faziam, apesar do controle romano, ainda faziam lá um esforço para ter uma quantidade que pudesse socorrer aqueles menos os deserdados da sorte, como ele fala aqui, os deserdados da sorte que porventura passassem lá precisando de ajuda. É, é ou não é bonito? Fala sério. Naquele tempo, os agrupamentos mais antigos do ponto ainda adoravam mar. A divindade trazida pelos soberanos ariarates. Havia muitos e muitos anos. Os romanos tinham também trazido seus deuses e para eles construíram ricos templos que não tardaram pelos rituais magníficos a pompa dos sacerdotes e as celebrações públicas a recrutar adeptos em todas as camadas do povo. Vou parar. Eu quero que você expressem como Lívia, como Lívia se reunia nas cavernas com os cristãos para ouvirem a palavra. Exatamente. Eu quero que vocês prestem muita atenção e vejam sem a semelhança com o que acontece hoje em dia. Vou ler aqui, ó, de novo. Os romanos tinham também trazido seus deuses e para eles construíram ricos templos que não tardaram pelos rituais magníficos. a pompa dos celebrações públicas a recrutar adeptos em todas as camadas do povo. Os cristãos não eram maioria, porque aqueles que ainda não estavam preparados

ue não tardaram pelos rituais magníficos. a pompa dos celebrações públicas a recrutar adeptos em todas as camadas do povo. Os cristãos não eram maioria, porque aqueles que ainda não estavam preparados buscavam a pompa dos sacerdotes, os templos, os ricos templos e os rituais magníficos que t mais relação com a materialidade do que com a espiritualidade. tem semelhança, vocês estão fazendo uma relação com algumas situações que a gente vive hoje? Pois é, são os hábitos que a gente traz de encarnações, de muitas encarnações ah anteriores e a gente vem arrastando esse mesmo comportamento até hoje. Em comum com os judeus, tínhamos a crença no Deus único. Todavia, diferenças abismais nos separavam. Todos os agrupamentos sectaristas nos execravam. E na vida cotidiana estávamos quase a respeito de tudo e inevitavelmente ao seu alcance. Éramos iscas sempre que se tornava preciso deflagar deflagrar algo de perigoso e servíamos de bode expiatório quando urgia que pagar por alguma coisa. Vocês já também lembraram de alguma situação? Ah, bom. tá acontecendo essa desgraça toda em tal lugar, porque o povo que mora lá fez isso, fez aquilo, não acredita nisso, não acredita naquilo. Por isso que tá acontecendo tantas desgraças lá. Vocês já ouviram isso? Até de espírita já ouvi isso. É duro, né? É duro. Nesse sentido, os gregos prosaicos, os astutos judeus ou os tardos capadócios nos julgavam úteis ou até mesmo imprescindíveis, pois que a experiência mostrara-lhes que, além de tudo, éramos aqueles de quem nada tinham a temer. E aqui eu quero fazer uma uma paradinha também com vocês para dizer o seguinte. O texto tá falando de eh grupos específicos, né? Tá falando dos gregos, tá falando dos judeus, eh dos capadócios, né? De tardos capadócios, quer dizer, capadócios que não eram cristãos. Mas a gente não pode esquecer como espírita que nós já fomos tudo isso. Nós já fomos judeus, nós fomos gregos, fomos romanos ocupadores. Depois nós já fomos portugueses, ingleses e franceses ocupando outras outros eh

pode esquecer como espírita que nós já fomos tudo isso. Nós já fomos judeus, nós fomos gregos, fomos romanos ocupadores. Depois nós já fomos portugueses, ingleses e franceses ocupando outras outros eh outras regiões, outra outros povos, explorando esses povos também. Então não há porque a gente fala assim: "Nossa, como os capadócios eram terríveis, como os romanos eram cruéis, éramos nós lá". Ai a Igreja Católica, nossa, fez horrores na inquisição. Fez, mas éramos nós que estávamos lá. Não eram outros, éramos nós mesmos. Éramos nós pondo fogo e sendo queimados. Então, a gente não pode apontar o dedo para esses grupos hoje, né? A gente não pode achar que a Igreja Católica de hoje é a mesma da época da Inquisição. E nem que os judeus de hoje são os mesmos daquele período, porque éramos nós e vamos ser nós em outras situações, né? A gente precisa tomar muito cuidado com isso. Agrícola Agrícola é nome, viu, gente? Que depois virou palavra, mas é o nome. Agrícola governava a Síria e para Capadócia foram indicados legados, quase todos propretores da categoria senatorial. É muito complicado isso. Não, nem ver. Vou eh falar sobre antigos cônsules ou antigos pretores. A testa dos negócios públicos em Sebastes tínhamos Emílio Lépido Mamerco, o mesmo que 8 ano 8 anos antes recém-chegado e com forças frescas ativara a aplicação do édito que vitimara nosso pai. É esse cara aqui. É esse senhor que ela está falando. Este aí é o Emílio Lépido Mamerco. Certo, a Terezinha? Sim, bem parecido com hoje, porque aqueles que vieram agora para se melhorar não conseguiram, estão sendo arrastados. Pois é, pois é. Atualíssimo. É porque a gente vai vai repetindo, né, o comportamento ao longo do dos séculos. Por isso que a gente demora tanto para evoluir, porque a gente fica repetindo aquele comportamento, né, boa noite, querida, bem-vinda. Nossa, falta um pouquinho só para acabar nosso horário. Ô, meu Deus. Entretanto, mas olha só que que legal que aí nós vamos ver, começar a ver a relação da

rtamento, né, boa noite, querida, bem-vinda. Nossa, falta um pouquinho só para acabar nosso horário. Ô, meu Deus. Entretanto, mas olha só que que legal que aí nós vamos ver, começar a ver a relação da história que a Gala tá contando para nós e aquele começo lá, aquele início, lembra os documentos que nós vimos na no nosso segundo encontro, no nosso segundo domingo, que fala a respeito, são os primeiros documentos que o Alal coloca no livro, a carta que Constantino escreve e tal. E e a explicação que a gente viu a respeito da da briga que existia dentro do do catolicismo que começava a nascer, né? Ele ainda era chamado de cristianismo, mas ainda tava meio bagunçado. Ela vai falar sobre isso agora. Entretanto, as notícias que nos chegavam do Sul eram alentadoras. A cabeça do império estava dividida entre Licínio e Constantino, e havia muitos que confiavam nesse último. As cartas que se circulavam das eclésias de Roma para as eclésias da Ásia eram esperançosas. Talvez a paz definitiva não estivesse tão remota para todos nós. Era expectativa dos dos cristãos primitivos e não serem mais perseguidos, né, presos, mortos, etc. na instituição singel e humilde do estuque, que é onde a gala e a família dela frequenta eh frequentam as reuniões cristãs. Entretanto, mal podíamos adivinhar a febre de poder material que de pouco em pouco dominava os mais altos postulantes da boa nova em Roma e Alexandria. Formulavam-se planos e Constantino ia ser o veículo. Mas em Sebastes estávamos ainda muito distantes de tudo aquilo. Entre nossos trabalhos particulares, os estudos e a assistência aos irmãos necessitados, víamos transcorrer tranquilamente os dias. O mais maravilhoso evento que jamais ocorreu à humanidade, o cristianismo, transcorria ainda em seu curso natural, sem tropeços. Pois que os éditos, ascinas, os espetáculos dos circos apenas nos fortaleciam e purificavam nossos anseios. Será que hoje a gente teria essa mesma coragem que eles tiveram? Será que a gente seria capaz de vencer

éditos, ascinas, os espetáculos dos circos apenas nos fortaleciam e purificavam nossos anseios. Será que hoje a gente teria essa mesma coragem que eles tiveram? Será que a gente seria capaz de vencer tudo isso, todas essas dificuldades e continuar seguindo Jesus? Lembro-me de uma certa noite quando papai ainda estava entre nós, ler as anotações de Levi que ele mesmo copiara e depois disser acariciando o pergaminho: "Eis o plano para o novo mundo." Lembro-me também de que pouco depois nossa mãe estendera minha bíblia, pedindo-me que eu fosse à fonte. Havia luar lá fora. Sobre a colina havia o espiral de fumaça que lá longe, entre as ruínas da fortaleza cabíria, indicava que os soldados estavam bivacados à espera das grandes balças. rio acima ou rio abaixo, elas os transportavam para as outras cidades do ponto. O vento estava a meu favor e eu ouvia, embora abafados, os ruídos com que perturbavam a tranquilidade da noite estival. Eu não ignorava que com a anuência dos comandantes traziam mulheres para ali. Riam-se e bebiam à luz das fogueiras, aproveitando-se da cálida estação que ia em curso. Papai confiava com certeza absoluta na melhoria do mundo. Todavia, naquela noite ocorreu-me que profundas escrescências precisavam ser removidas antes que a pele sensível da humanidade pudesse surgir. Eu era muito jovem e inexperiente, mas já vir o suficiente para saber que os os detentores do poder material se negariam a aceitar ideias avaçaladoras, como os últimos serão os primeiros. Bem-aventurados os simples de espírito ou ai de vós os ricos. Uma luta terrível necessitaria ser travada. Contra quem? Eu me surpreendi verificando que cada um contra si mesmo. Eu vou repetir porque isso também é muito atual. Uma luta terrível necessitaria ser travada. Uma luta de quem? Do bem contra o mal. Mas isso é contra quem mesmo? Contra nós mesmos. Eu me surpreendi verificando que cada um contra si mesmo. E aí nós vamos continuar na próxima semana. Vamos continuar na próxima semana. Mas não é fantástico? Não é fantástico?

smo? Contra nós mesmos. Eu me surpreendi verificando que cada um contra si mesmo. E aí nós vamos continuar na próxima semana. Vamos continuar na próxima semana. Mas não é fantástico? Não é fantástico? Já encontrei meu pai, lembrei de tudo. A emoção maior foi ele me abraçar. Ai que lindo, Ernestina. E dizer sem palavras, quanta saudade, quanta saudade. Sempre que lembro fico muito. Nossa, eu fiquei emocionada aqui só de ler seu sua mensagem no chat. Queridos, eh que nós possamos durante a semana meditar muito sobre aquilo que a gente tá lendo aqui, sobre a maneira como viviam os cristãos primitivos, como eles eram doces, como eles eram esperançosos, como o futuro para eles que era alguma coisa assim, eh, obscura, porque eles não sabiam quando que as perseguições iam acabar. Eh, e mesmo assim eles se sentiam felizes, felizes por ter conhecido Jesus, mesmo que através só do dos evangelhos que eles tinham acesso, que nem chamavam evangelho ainda, não é lindo? Mas principalmente pra gente eh ter fazer nossa reflexão sobre essa última frase. A luta não é contra o outro. A luta é contra nós mesmos, contra os nossos defeitos, as nossas paixões, contra o nosso orgulho, contra o nosso egoísmo, que muitas vezes faz com que a gente guerreie com outro outro, como se o outro tivesse que ter um comportamento igual ao nosso. Nosso comportamento nem é bom, nem é perfeito. Para que que a gente quer que o outro seja que nem a gente, né? A gente devia querer que ele fosse melhor, não é? É lindo esse livro. Ah, mas já Isso, ó. 19:33 já. Ai, ai, que bom que vocês gostaram. Eram fraternos entre si. Viviam em comunidades, né? Viviam em comunidades, o que também não era uma novidade criada pelos cristãos. Essa vida em comunidade era muito comum nessa época em que tudo que era produzido, que era eh produzido pelos trabalhadores daquela região, daquela aldeia, daquela comuna, que era o nome que eles que eles tinham, era guardado em conjunto para ser consumido em conjunto, sabe? Passou rápido, né?

produzido pelos trabalhadores daquela região, daquela aldeia, daquela comuna, que era o nome que eles que eles tinham, era guardado em conjunto para ser consumido em conjunto, sabe? Passou rápido, né? Passou mesmo. Passou. E amanhã tem BDC. É, amanhã tem Bom Dia Café. Amanhã no Bom Dia Café, se vocês quiserem, vocês, se vocês puderem, vai ser muito legal, porque nós vamos conversar com uma representante da Casa Transitória de São Paulo, porque amanhã tem uma efeméride com relação à casa transitória. Participem porque vai ser bem bacana, vai ser muito legal. E eu trouxe algumas imagens de lá daqueles dois, três dias que eu passei em São Paulo há uma semana atrás. Reconhecer em nós nossas imperfeições é um caminho difícil, mas necessário. Muito isso, querida, querida, gente linda, um beijo grande para vocês. Espero que vocês fiquem bem. Para aqueles que puderem, até amanhã de manhã no Bom Dia Café. Para aqueles que não tiverem como participar, não tem o menor problema. A gente se vê domingo que vem. Fiquem todos com Deus e até

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