A Esquina de Pedra | Stela Martins | 11.01.26
Descrição Essa série de lives tem por objetivo principal divulgar a obra “A esquina de pedra” e seu autor, Wallace Leal V. Rodrigues. O livro aborda a história do cristianismo primitivo e a formação do catolicismo, com capítulos que se assemelham a crônicas poéticas, explorando temas como a fé, a caridade e a transformação moral. https://www.oclarim.com.br/a-esquina-de-pedra/p O autor Wallace Leal Valentim Rodrigues, autodidata, foi ator e diretor de teatro, diretor de cinema, escritor, jornalista tendo atuado durante 25 anos na Casa Editora o Clarim como continuador da obra de seu fundador, Cairbar Schutel. Conheça a trajetória inspiradora desse espírito no documentário WALLACE LEAL – PODERES DO ESPÍRITO (Márcia Tamia | Zé Henrique Martiniano) https://youtu.be/pwItf50t0fg?si=D2qw3eQpXZMVXeyo #espiritismo, #doutrinaespírita, #allankardec, #reencarnação, #mediunidade, #evoluçãoespiritual, #vidaapósamorte, #cristianismoprimitivo, #esquinadepedra 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280
Olá, gente, sejam todos bem-vindos ao nosso, as nossas reflexões da obra Esquina de Pedra, de autoria de Wallace Leal Rodriguez, uma obra que nos mostra um pouco de como era a vida de dos cristãos primitivos. ou dos primeiros cristãos. Na verdade, primeiros não é um termo certo, porque eles já estavam ali 300, 300 e poucos anos após a crucificação de Jesus. Então, primeiro os cristãos é uma força de expressão. Por isso que a gente usa, tem, ou pelo menos eu tenho usado mais cristãos primitivos, né, que são não são os primeiros, mas são tão ali entre os mais antigos cristãos. Ainda eram apenas cristãos. nós estamos fazendo eh a leitura do livro, né, e algumas eh algumas reflexões a respeito eh desse dessa obra e das informações que que ela nos traz. Se você não pegou essa esse estudo do começo, eu eh sugiro bastante que você vá lá paraa primeira, pros dois primeiros episódios, pelo menos paraas duas primeiras lives, porque aí você vai conhecer um pouco mais a respeito do Alace Leal, que é o autor, e vai entender também um pouco de como se deu essa obra. Ela não é uma obra exatamente psicografada, mas ela é uma obra mediúnica. Ela não é uma obra apenas de autoria do ALAC Leal, tem um trabalho de pesquisa que foi feito por ele, mas também tem aí um conteúdo que é que é eh mediúnico, né? Deixa eu achar aqui que eu esqueci de pegar o os o nosso slide e nós vamos ter algumas Ah, não, não é aqui. Tã. Acho que é isso mesmo. Isso. Vamos lá. Deixa eu falar oi pra turma que já chegou. Se você disser aí que de onde está assistindo, der o seu o seu boa noite, disser onde você está assistindo, eu agradeço bastante, porque isso faz uma diferença na hora de eh desse conteúdo ser apresentado para as pessoas quando elas forem procurar qualquer informação a respeito tanto do ala cileal quanto do livro Esquina de Pedra e vão oferecer muito possivelmente esse conteúdo para as pessoas. Então eu agradeço. Oi, Rosiane, boa t boa noite. Olha, no boa tarde eu tava falando boa noite, agora no boa
do livro Esquina de Pedra e vão oferecer muito possivelmente esse conteúdo para as pessoas. Então eu agradeço. Oi, Rosiane, boa t boa noite. Olha, no boa tarde eu tava falando boa noite, agora no boa noite eu tô falando boa tarde. Tá feia a coisa hoje. Oi, Olga, boa noite, querida. Oi, Miram, boa noite. Oi, Nivalci. Deixa eu só colocar aqui uma umas informações, pessoas. ou errei para poder mostrar para vocês que eu acho que tem tem um material aqui para ser usado e eu tinha esquecido dele. Mas aí voltando aqui só para fazer uma enquanto eu vou atrás dessa informação para fazer uma para lembrar vocês, né, das do que nós estávamos, hum, a gente já tinha apresentado, né, o Atanásio. Ah, eu tenho impressão que eu já tinha colocado ele aqui. Ah, é verdade. Atanásio já tá aqui. Muito bem. Eu não tinha certeza, agora já está aqui. Oi, Marilda, boa noite, querida. Oi, Tânia, boa noite para você também. Então, tá bem, agora já me localizei aqui, já vi que eu não fiz nenhuma bobagem. Então, vamos lá. Nós estamos no capítulo 13, né? Continuamos. Nós começamos o capítulo 13 semana passada. Eh, nós vamos entrar agora em um terreno bem delicado e vocês vão entender porque que eu tô dizendo delicada. Então, vocês eh sintam-se à vontade para dar sua opinião. Se vocês não concordarem com o que eu tô dizendo, vocês fiquem à vontade também. Podem colocar aí no chat. Eh, a Kardec, por inúmeras vezes, disse que era preciso que nós eh pensássemos muito, refletíssemos muito e que a gente não aceitasse qualquer informação, né, que era mesmo que ela tivesse uma assinatura maravilhosa, mesmo que a gente gostasse muito da pessoa que tava falando, era preciso sempre fazer uma reflexão para que a gente realmente pudesse alcançar a fé raciocinada e para que nós saibamos exatamente eh do que nós estamos falando, a informação que nós estamos recebendo ou que nós estamos falando, é sempre preciso refletir e pesquisar. Então, se vocês discordarem de qualquer coisa, se vocês acharem que alguma informação que
ndo, a informação que nós estamos recebendo ou que nós estamos falando, é sempre preciso refletir e pesquisar. Então, se vocês discordarem de qualquer coisa, se vocês acharem que alguma informação que eu tô dando tá errada, vocês fiquem à vontade, à vontade para colocar aí no chat, porque vocês não, no meu entendimento, vocês estão me ajudando. As críticas sempre são uma forma de uma forma muito interessante de colaboração. Então, fiquem à vontade, tá bom? Muito bem. Muita luz nos esclarecimentos. É isso aí. Pera aí que eu perdi aqui um pedaço aqui. Eu já falei. Miriam também já dei boa noite. Alguinha também. Tânia também. Hoje no livro Ave Cristo fizemos referência à institucionalização do cristianismo em esquina de pedra. Ah, que bom. É bom poder fazer essas correlações, né, Marilda? É muito legal sempre submeter ao crio da razão. Exatamente, Miram. Exatamente. E aí a gente precisa estar sempre muito atento a isso, né? Nós vamos ver muito disso na no caminhar agora do livro, né? Nós vamos ver bastante sobre isso. Então, vamos lá. Deixa eu compartilhar aqui com vocês o texto e vamos aqui seguindo na nossa leitura. Muito bem. Então eles estão lá voltando um pouco. Eles receberam a visita ali do Atanásio, né? E ele tá falando a respeito da teoria que eles estavam defendendo, que é de que Jesus e Deus são a mesma coisa, né? Então Jesus não é filho de Deus, ele é o próprio Deus. Aí, eh, e aí, eh, nesse momento que eles, nesse período que eles estão construindo e vão implantar a teoria do da trindade, eh, que é Deus, Deus, Jesus e Espírit Pai, Jesus e o Espírito Santo. É isso. Vocês me perdoem. Meu conhecimento de catolicismo é muito ruim. Pai, filho, espírito santo. É isso. Trindade é pai, o filho e o Espírito Santo. Acho que eu lembrei. Bom, nós estamos aqui, né? Exatamente. Então, vamos lá. Aí Gala tá falando como depois eu verificaria Atanásio. Atanásio era desnorte, era intrépido e tinha a habilidade de um capitão, porém era afável de modos e agradável na conversação. Aí eu vou
mos lá. Aí Gala tá falando como depois eu verificaria Atanásio. Atanásio era desnorte, era intrépido e tinha a habilidade de um capitão, porém era afável de modos e agradável na conversação. Aí eu vou colocar aqui para vocês rapidamente, só pra gente poder, eu não lembro se eu usei. Tã, tá aqui ou se eu não usei, então eu vou mostrar aqui para vocês, tá? Obrigado, gente. Pai, filho, Espírito Santo. Obrigado, Tânia. Obrigado. Oi, Cínt, bem-vinda, querida. Só um minutinho que ele tá trazendo aqui os slides que é para vocês eh para se eu não falei a semana passada pra gente eh falar hoje e de qualquer forma pra gente lembrar eh de quem nós estamos falando, né? Nós estamos falando de personalidades que têm confirmação histórica ou existência historicamente comprovada. Acho que é o termo mais adequado aqui para esse momento. Deixa eu só colocar aqui para vocês. Olha, esse aqui é o Atanásio. É ele que tá conversando lá na na Eclésia, que é a igreja, né? que era como eles chamavam a igreja na época ali da em que se eh dá a história que nós estamos acompanhando na época da Gala, que é essa pessoa que tá contando a história para nós, né? Então é dela, é desse Atanásio que ela tá falando. Ela tá dizendo que ele é desnorte, era intrépido e tinha habilidade de um capitão, porém era afável de modos e agradável na conversação. Sua imaginação era fácil, seu espírito vivo e penetrante, porém era também, no fundo, um homem frio, capaz de perceber o momento exato para avançar ou para recuar. Então esse que vocês estão vendo aí é o o homem de que Gala tá tá falando, né? O Atanásio de Alexandria. E ele vai falar em seguida de Antão. Pera aí que nós vamos já voltar aí no Antão. Nós vamos falar dele. Então vamos lá. Continuando aqui no texto, eh, sua intuição era clara, mas era também obnubilada. Essa não é uma palavra que a gente esteja acostumada a usar, né? Então, eu fui lá atrás da da do significado exato pra gente poder entender, porque ela tá falando de uma coisa aqui que se a gente ficar com
não é uma palavra que a gente esteja acostumada a usar, né? Então, eu fui lá atrás da da do significado exato pra gente poder entender, porque ela tá falando de uma coisa aqui que se a gente ficar com alguma dúvida com relação ao que tá sendo dito, fica complicado, né? Porque ele tinha uma intuição clara, mas também era obnubilada. Então, o que que é obnubilada? Era um estado de consciência alterado, significando estar turvo, escurecido, ofuscado ou com a mente confusa e lenta para reagir com se estivesse entre a lucidez e o sono, perdendo clareza de pensamento e percepção. Então, a intuição era clara, mas também era obscurecida, confusa. É isso que ela tá querendo dizer para nós. Isso é muito importante pra gente entender a personalidade dessa figura. De outra forma, não exposaria o que se me afigurava o fracasso do homem em face do evangelho. Vou repetir isso para vocês, porque esse essa esse entendimento aqui da Gala, que não era só dela, era da maioria das pessoas da eclésia que era que que ela e a família frequentavam. e também de boa parte dos cristãos da época. Os cristãos entendiam esse essa defesa que o o Atanás vai fazer, essa teoria que eu na verdade era um dogma, né? Eles estavam criando o primeiro dogma da história do do cristianismo. E aí ele passa, ele deixa de ser o cristianismo justamente por conta da criação de um dogma religioso. Eh, e eles são o boa parte dos cristãos desses eh cristãos primitivos foi contra a criação desse dogma. E nós vamos entender agora porquê. Então, o que que ela tá dizendo aqui? Olha, ela tá dizendo que aquilo que o Atanásio tava defendendo, que era a teoria também defendida por Alexandre de Alexandria, é o a o fracasso do homem em face do Evangelho. E mais para frente nós vamos perceber porquê disso. Eu estava renunciando aos sonhos de minha juventude. Olha só, as esperanças mais doces de minha vida por minhas ideias. Então, o que que ela tá contando aqui para nós? Ela tá dizendo para nós que ela vai abandonar todos os sonhos dela.
minha juventude. Olha só, as esperanças mais doces de minha vida por minhas ideias. Então, o que que ela tá contando aqui para nós? Ela tá dizendo para nós que ela vai abandonar todos os sonhos dela. Ela vai eh deixar de ser aquela uma criança, uma jovenzinha, uma pré-adolescente, cheia de vida, cheia de esperança. Ela vai deixar tudo isso para poder defender aquilo que ela acredita. E ela já tá nos entregando isso, já tá nos contando sobre isso. Olha que situação, né? Que situação difícil. Pensar que os homens iam fantasiar sobre elas, quer dizer, sobre as ideias cristãs, né? e perdê-las. Enchia-me de mágoa e consternação, porque eles já tinham eles já tinham recebido ali em n na cidade onde a a gala e a família dela moravam. as primeiras informações acerca daquilo que estava sendo discutido nos grandes centros eh cristãos. E eles já tinham ouvido falar a respeito disso, portanto, e já tinham formado a sua convicção a respeito daquelas coisas todas. Eles já tinham pensado a respeito disso. Eles não estavam sendo pegos de surpresa com a chegada da do Atanásio e com a defesa que ele vai fazer da teoria. Eh, primeiramente apresentada por Alexandre de Alexandria, né? Houve um silêncio longo quando Atanásia terminou de falar. Eu não sei por me pus de pé. Imagina, né? Uma mulher, primeiro que é uma mulher falando no meio do monte de homem. Não é só uma mulher, é uma menina. Ela ainda é uma menina. E aí, nesse momento solene, com a visita de alguém tão importante quanto o Atanásio, justo a menina que se põe em pé para falar logo depois que ele fala. Já isso, a situação já é constrangedora por si só. Por isso que ela tá colocando: "Eu não sei por eu me pus de pé. Todos os olhares se voltaram para mim e o rosto aterrorizado de minha mãe pareceu crescer e se aproximar implorativo, exigindo meu silêncio, porque a mãe já sabia que que ela ia falar, né? Mãe sabe, né? Do que a gente é capaz. Foi Meliton quem perguntou. Melon também era o cara de fora. Ele não era ali da turma. Vais falar?
o meu silêncio, porque a mãe já sabia que que ela ia falar, né? Mãe sabe, né? Do que a gente é capaz. Foi Meliton quem perguntou. Melon também era o cara de fora. Ele não era ali da turma. Vais falar? E aí a ela responde: "Sim, vou respondiar-me. Por quê? Porque não posso aceitar. Lembra-te da autoridade diante da qual te levantas", disse Melington, trêmulo de irritação. Quer dizer, ela já é uma uma é uma mulher no meio num ambiente masculino e patriarcal. é uma menina, quer dizer, já é mais desconsiderada ainda. E não bastasse isso, ele ainda ameaça na vê bem o que você vai falar, porque você tá na frente de uma autoridade, né? Lembro-me de que me levanto diante da autoridade de minha própria consciência. Nossa, é, já ela já mostrou que veio logo de cara, né? Eu estou levantando para honrar a minha consciência. Senti-me de repente exausta, com a penosa sensação de estar sobre águas profundas, apenas firmadas sobre o leve espelho do gelo quando os ventos mais quentes começam a soprar. "Tu não compreendeste", tornou Meliton com frieza. Quer dizer, já tá falando que ela não entendeu nada. Então você é burra. Porque eh quando a pessoa não quer que a gente fale, como que ela faz para calar a gente? Ó, você não entendeu o que eu disse. Então, a minha opinião não vale, porque eu não sou tão inteligente a ponto de entender o que você tá falando. Se tivesses compreendido, veríis que é nosso dever cumprir a vontade do diácono. Não pode ser julgadora nesse assunto. Ela não pode ser julgadora por quê? Ela não pode decidir o que ela acredita, o que ela não acredita. Ela pode. E eles tinham esse conceito já dentro da da do cristianismo da época, né? E não tinham essa essa hierarquia rígida que ele a que ele tá se referindo e que ela quer que ele obedeça. Eles não tinham essa hierarquia. A hierarquia se fazia ali pela a hierarquia se fazia ali por autoridade moral e não por autoridade eh impingida por título. Então, se ele era diácono, se ele não era diácono, seja lá o nome que for, é a autoridade dele ali
ali pela a hierarquia se fazia ali por autoridade moral e não por autoridade eh impingida por título. Então, se ele era diácono, se ele não era diácono, seja lá o nome que for, é a autoridade dele ali tava não tava sendo questionada, ela tava questionando o que ele estava apresentando como sendo ah algo verdadeiro. E ela não concordava com isso. Então ele disse, né, não pode ser julgadora nesse assunto. Está escrito no Evangelho que quem não é por Deus é por mamom. Quem não está por mim, diz Jesus, é contra mim. Foi assim, por isso que papai morreu. Falo pelo seu sangue derramado no testemunho. Nossa. Aí ela falou: "Olha, se eu não tenho direito e meu pai morreu defendendo o que ele acreditava, como é que eu não tenho direito de fazer a mesma coisa, né?" Afrontas o diácono. Deverias terte levantado para rogar um conselho. Olha só, só os loucos solicitam conselhos que não estão dispostos a seguir. Eu adorei isso. Só os loucos solicitam conselhos que não estão dispostos a seguir. Minha voz era distante, apagada, sem brilho. Pilotemo levantou-se e veio em meu socorro. É leal que tudo falemos, disse com calma e tranquilidade, enquanto nos franqueiam a palavra em face de todos, desculpa, em face de todos os irmãos, quer dizer, na frente de todo mundo, né? É leal que nós falemos o que nós o que nós pensamos na frente de todas as pessoas. E o que mais tereis a dizer? Indagou Meliton, entre aborrecido e irônico. Tu és livre, como todos, de seguir a Igreja Universal. Não podes estabelecer planos relativamente à igreja de Cristo, Meliton. Ela não nos pertence. Os homens poderão construir edifícios conforme o seu gosto pessoal e intitulá-los igreja. dessa poderão dispor ao seu talante, poderão também constituírem-se em organizações partidárias a serviço de seus interesses materiais e a isso também chamar igreja. Aqui também o seu arbítrio poderá imperar. Paulo na epístola aos Gálatas diz que Jerusalém, que é de cima, a qual é mãe de todos, é livre. O espírito sectarista e orgulhoso dos homens poderá soprar
a. Aqui também o seu arbítrio poderá imperar. Paulo na epístola aos Gálatas diz que Jerusalém, que é de cima, a qual é mãe de todos, é livre. O espírito sectarista e orgulhoso dos homens poderá soprar como rajadas do fanatismo sobre as instituições apelidadas igrejas na terra. Apelidadas igrejas na terra, transformando-as até em templos de nova idolatria ou mesmo em feiras públicas. Além da esfera obscura da matéria, porém resplandece o templo soberano do invisível da igreja fiel. Ela é augusta e livre. Só essa é Igreja Universal. Gente, se vocês ainda não compraram esse livro, comprem. Comprem esse livro. Comprem esse livro e e marquem essas esses trechos, porque isso isso é uma coisa que a gente precisa digerir, sabe? Não, primeiro digerir para depois refletir. Eu já falei para vocês que eu já li esse livro anteriormente há muitos anos e não tinha, eu tenho certeza que eu não tinha maturidade para entender 1/3 do que tá escrito aí. Mas vejam só o que ela tá, eles estão, qual é a discussão aqui? Nós temos lá o o o diácono, né, que é o o caramba, o Atanásio, eu vou esquecendo o nome deles. É, o diácono tá dizendo para pr para essa pras pessoas que estão ali, que é preciso criar um dogma. Ele não tá falando com essas palavras, mas é isso que tá acontecendo. É preciso criar um dogma de que Jesus é Deus. Eles são uma coisa só. Então, eh, por que que eles vão, ele vai explicar mais para frente, ele vai explicar porque que eles resolveram criar esse dogma. Independente da explicação, as pessoas que estão ali e Gala principalmente, né, que é o nosso personagem principal, tá dizendo que não concorda com aquilo. As outras pessoas eh também não concordam, mas elas não têm coragem de dizer que elas não concordam justamente por conta desse clima que foi criado, que esse cara, esse Atanásio, é o que sabe tudo, ele sabe mais do que todo mundo e ninguém pode discutir com ele. Então, quando você já vem eh com esse tipo de de de posicionamento, não há discussão possível. E como que
Atanásio, é o que sabe tudo, ele sabe mais do que todo mundo e ninguém pode discutir com ele. Então, quando você já vem eh com esse tipo de de de posicionamento, não há discussão possível. E como que você quer que eu aceite a sua teoria, que eu concorde com a sua teoria, se você já chega dizendo que eu não posso questioná-la porque eu não tô entendendo. Então, se eu não vou entender a sua teoria, eu não posso aceitar. eram era dessas coisas que Kardec falava pra gente quando dizia: "Olha, vamos questionar". Por isso Kardec colocava as informações que ele recebia dos espíritos, ele colocava na revista espírita. E aí aparecia um monte de gente dizendo: "Isso tá errado, isso tá errado, isso não tá certo, tal coisa não confere". Ah, mas com isso aqui eu concordo. Aí ele pegava tudo aquilo, lia tudo e aí ele lia de novo as orientações dos espíritos para saber se aquela contestação tinha sentido ou não tinha sentido. Ele não descartava o a oposição, ele não descartava o contraditório, ele não descartava a as os questionamentos daqueles que eram contra o espiritismo. Jesus também nunca fez isso, nunca descartou os contrários. Nunca disse: "Vocês não podem discutir comigo, vocês não têm autoridade para discutir comigo." Mas ele dizia: "Como você não sabe sobre isso? Se você é um doutor da lei? Não era assim?" Então, a gente não pode aceitar as coisas assim, sem mais nem menos. É preciso pensar sobre elas minimamente. E é isso que a Gala tá dizendo. Baseado em que você quer que eu acredite no que você tá dizendo? Baseado em quê? Jacobson Trovão desde Orlando. Nossa, não. Se ele tá em Orlando, querida, com eh você pode se atrasar, pode até não aparecer. Jacobson Trovão é fantástico, fantástico. Terezinha, boa noite, querida. Boa noite. A Rosiane também, ó, a fala é atual. É isso. Bem, por isso que eu disse que nós íamos começar a entrar num terreno muito importante, muito delicado também. Gala tão novinha e tão grande conhecedora da verdade do evangelho. Ô Tânia, o que é importante a
r isso que eu disse que nós íamos começar a entrar num terreno muito importante, muito delicado também. Gala tão novinha e tão grande conhecedora da verdade do evangelho. Ô Tânia, o que é importante a gente também prestar atenção aqui é que ela não era a pessoa que mais sabia sobre o evangelho. Não era ela que conhecia mais as escrituras, não era ela que tinha o maior entendimento sobre as escrituras. Não era, mas foi a única que teve coragem de se levantar e dizendo não e dizer não aceito. Ela pode não ter sido a melhor, a a pessoa com mais eh eh conhecimento na eclésia, mas certamente foi a única com coragem para dizer o que pensava. Essa é a grande característica dela. Eu não aceito, eu não concordo e eu não vou me calar. Essa é a grande característica dela, sabe? É impressionante isso. Bom, voltando lá, por que eu tô dizendo a vocês que é preciso, se vocês puderem ter esse livro, eh, é muito importante, porque olha o que ela diz. Os homens poderão construir edifícios conforme o seu gosto pessoal e intitulá-los igreja ou casa espírita. Dessa poderão dispor ao seu talante do jeito que eles quiserem. Poderão também constituírem-se em organizações partidárias a serviço de seus interesses materiais e a isso também chamar casa espírita. E aqui eu não tô falando de organização partidária no sentido político, não, viu, gente? Eu tô falando de organização partidária de acordo com o entendimento da doutrina espírita, de que isso tá lá, isso não tá, isso Kardec falou, isso não falou, isso aqui tá certo, isso não tá. Eu acredito no André Luiz, eu não acredito. Eu acredito no sei lá, no Emanuo, eu não acredito. Enfim, né? Vocês concordam? que é disso também que ela tá falando aqui também. O seu o seu arbítrio poderá imperar. Vocês podem fazer o que vocês quiserem. Paulo na epístola aos Gálatas diz que Jerusalém, que é de cima, quer dizer que é um lugar bom, a qual é mãe de todos, é livre. pode fazer o que quiser. O espírito, o espírito sectarista e orgulhoso dos homens poderá soprar como rajadas do
Jerusalém, que é de cima, quer dizer que é um lugar bom, a qual é mãe de todos, é livre. pode fazer o que quiser. O espírito, o espírito sectarista e orgulhoso dos homens poderá soprar como rajadas do fanatismo sobre as instituições apilidadas igrejas na Terra, transformando-as até em templos de nova idolatria ou mesmo em feiras públicas de nova idolatria. Quer dizer, a gente pode aqui criar e a gente faz isso, né, gente? a gente coloca eh determinadas figuras que podem ser o médium aí da sua casa espírita, o presidente da casa espírita, o palestrante famoso que vai pelo faz palestra na cidade inteira, faz palestra no estado, no país, sai do país para fazer palestra e a gente passa a idolatrar essas figuras como se tudo que eles tivessem dizendo fosse o certo. Não pode fazer isso. Não pode por um motivo básico, gente. Eles são espíritos imperfeitos como nós. Eles vão errar como eu vou errar muitas vezes, como vocês vão errar muitas vezes. A idolatria não dá certo por conta disso. Não posso acreditar que só uma pessoa seja capaz de dizer o que é tudo aquilo é verdade. Eu vou vou dar um exemplo mais prático no nosso tempo. A gente tá assistindo uma palestra e vem lá o o palestrante X e fala assim: "Olha, eh, não quero dar um exemplo que possa ser usado depois. Ah, a água que tá no seu copo. Ah, eu vou falar de uma coisa interessante que eu aprendi recentemente. Não é, não dá paraa gente falar água fluidificada porque a água já é um fluído. Então, ela não pode ser se tornar mais fluída do que ela já é. Então, ela é magnetizada. Ah, tá interessante. Aí, enfim, fui atrás de outro lugar, outra fonte, outra informação. Realmente a água é um fluído, né? Ela é considerada um fluído, um líquido, e, portanto, um fluído. Então, ela não vai ser fluidificada, ela vai ser magnetizada. Vai. Que isso muda no na nossa vida? Hum. Nada, nada, né? Mas eu fui conferi para ver se aquilo lá tava certo ou não. Se a gente ouve hoje em dia, por exemplo, um palestrante dá uma informação que foge muito daquilo
uda no na nossa vida? Hum. Nada, nada, né? Mas eu fui conferi para ver se aquilo lá tava certo ou não. Se a gente ouve hoje em dia, por exemplo, um palestrante dá uma informação que foge muito daquilo que a gente ouve em outros lugares, a gente primeiro precisa esperar, né? A gente espera, espera para ver se nós vamos ouvir essa informação em outros lugares também ou a gente vai fazer uma pesquisa para saber da onde ele tirou aquela informação, porque ele tem que ter tirado de algum lugar. E aí se a gente ouve outros bons palestrantes do mesmo nível que o dele falando a mesma coisa e a gente pode, tem aonde confirmar essa informação, aí tudo bem. Agora, aceitar só por aceitar não pode. Que é o que a Gala tá dizendo aqui. É o que ela tá dizendo aqui. A gente não pode idolatrar ninguém e também não podemos transformar as nossas casas espíritas, os nossos templos religiosos, seja lá de que religião, foi em feira pública, em um lugar onde se tá ali só para ganhar dinheiro, onde a principal preocupação é se o bazar tá vendendo ou não tá, sabe? Se tá vendendo o livro ou não tá. Isso tudo é importante, né? O bazar ajuda a casa espírita a se manter. A venda do livro, via de regra, é uma uma fonte de renda para as instituições que precisam desse recurso. Então isso tudo é necessário, mas não pode ser o nosso principal objetivo. Não pode. Além da esfera obscura da matéria, porém resplandece o templo soberano do invisível da igreja fiel. Ela é augusta e livre. Só essa igreja é universal. A gente pode fazer o que a gente quiser. Mas como disse Kardec, o espiritismo já foi plantado, né? Nós não vamos sair brigando com ninguém, nem nos debatendo com outras pessoas, porque nós temos que defender o espiritismo ou defender o cristianismo. Eles não precisam de defesa, eles já estão devidamente implantados. Ah, sim. Sem dúvida, sem dúvida, Tânia, sem dúvida. Para confrontar, ela tinha uma certa base de conhecimentos e e certeza da informação que ela tinha, né? E certeza da informação que ela tinha.
ados. Ah, sim. Sem dúvida, sem dúvida, Tânia, sem dúvida. Para confrontar, ela tinha uma certa base de conhecimentos e e certeza da informação que ela tinha, né? E certeza da informação que ela tinha. Não tem dúvida nenhuma. Que acompanhava, quem acompanhava espiritualmente. Boa pergunta. Boa pergunta. Também não sei, querida, mas alguém acompanhava ela. Bem lembrado, viu, Tânia? Bem lembrado, alguém acompanhava a gala, graças a Deus, né? E ainda bem que a gente tá podendo acompanhar a história dela agora. Houve um momento de silêncio durante o qual eu ouvi o tropéu do meu coração. Bellingon voltou-se para os assistente e assistentes e disse-lhes enrubecido de cólera. Atanásio clama contra a impiedade, a invigilância e contra Arrios e seus seguidores. Arrios é aquele cara que dizia que não, que Jesus era filho de Deus, que Jesus era um espírito muito evoluído, que veio até a terra por ordem de Deus para tentar fazer a gente voltar pro caminho certo, que é o que a gente acredita até hoje. dizia isso e aí eles estão dizendo que é é a impiedade e a invigilância. Então, deixou de ser uma discussão de conceito e virou uma discussão pessoal. Rosa, é o mal, mas nós somos o bem e nós é que prestamos. Atanás ergueu-se dizendo, pera que eu de novo tô fazendo aquela confusão aqui. Em nome de Alexandre de Alexandria, ordeno que Meliton permaneça na igreja de Sebasti com autoridade igual a do ancião, e amplos poderes para as denúncias de heresia que se fizerem necessárias. Era isso que eles tinham medo, porque o ancião era a autoridade moral, que foi eleito pela comunidade como a autoridade deles. Então eles escolhiam a pessoa mais sensata, mais ponderada, mais caridosa, que tivesse um comportamento absolutamente correto, que não saísse fazendo as coisas da cabeça dele, que fosse ponderado. Era assim que eles escolhiam o ancião, que era o o chefe deles ali, né, o representante deles. E aí vem Atanásio e diz que em nome de Alexandre, que, né, era o o chefe ali da região, ele tava ordenando
ra assim que eles escolhiam o ancião, que era o o chefe deles ali, né, o representante deles. E aí vem Atanásio e diz que em nome de Alexandre, que, né, era o o chefe ali da região, ele tava ordenando que agora o o o Melington ia ficar igual o ancião e mais do que isso, ele ia ter eh poder para denunciar por heresia qualquer um ali da eclésia. Vocês perceberam, né, aonde foi que começou a perseguição de cristão contra cristão. Porque quando a as, como diz uma amiga minha, quando as trevas não conseguem atingir de fora para dentro, que que eles fazem? Eles atacam de dentro para dentro mesmo, né? É isso que acontece. Percebi que a mudez dos assistentes equivalia a uma aquiência, ou seja, todo mundo ficou calado, então todo mundo concordou. Eu e Filotemo nos entreolhamos, assentamos-nos. Adastro, que é o ancião deles, compungido se pois a orar, encerrando os trabalhos da noite. Por que que a Dastro fez isso? Porque se ele se insurge nesse momento, ele ia criar um racha ali no meio. Ele ia criar uma ruptura e um afastamento das pessoas da eclésia. Qual era a serventia disso? Nenhuma, né? Não ia servir para nada. Então ele se pôs a orar. Naquele momento de decisão, Adastro me pareceu bom e puro, muito além de mim, que podia eleger para para a rebelião. Quer dizer, ela ela que queria ela que tentou o enfrentamento muito educadamente, muito respeitosamente, mas ela tentou o enfrentamento e a Dastro achou que era melhor não. Então, mesmo hoje quando a gente vai se insurgir contra contra alguma coisa, a gente precisa precisa voltar há 50 anos, 30 anos atrás, em que as pessoas discutiam sem se ofender. A gente nunca viu os políticos no Brasil há 30, 40 anos e hora que eles eram bem diferentes. Eu não vou citar os nomes aqui para não levantar essa discussão, mas havia um respeito quando um queria discutir com o outro e falar que o outro tava errado. Ninguém ofendia, ninguém usava a palavra de baixo calão, ninguém acusava o outro sem provas. A gente não pode fazer essa discussão dessa forma.
ia discutir com o outro e falar que o outro tava errado. Ninguém ofendia, ninguém usava a palavra de baixo calão, ninguém acusava o outro sem provas. A gente não pode fazer essa discussão dessa forma. A gente não pode fazer isso na rua, não pode fazer isso dentro de casa. E obviamente que não pode fazer isso dentro de uma casa espírita, dentro de um templo religioso. E foi esse o respeito que o Adastro teve. Nós vamos ter que resolver isso de outra forma, não vai ser com o enfrentamento, né? E a gala reconheceu isso nele. Me pareceu bom e puro, porque ele não não propôs a rebelião. Enquanto orava em silêncio, apesar do auxílio providencial que Filotemo me trouxera, um sentimento de solidão sorrateiramente se insinuou em meu espírito. Era qualquer coisa que me purificava, mas que ao mesmo tempo trazia-me o desejo de chorar. Deixa eu só ver. Oi, Fátima. Boa noite, querida. Bem-vinda. Bem-vinda, meu bem. Então, vamos lá. Ao terminar a reunião, assentei-me ao lado de Eliano. Eliano é o o me deu a impressão de ser cigano, né? Eu não tenho certeza se eu eu tô fazendo uma comparação aqui que eu não sei se é a correta, mas é aquele rapaz que tentou eh que junto com com companheiros da mesma tribo dele tentou assaltar a casa da gala e que foi recolhido, tratado, cuidado, tal, e que agora se eh se converteu ao cristianismo e trocou de nome, né? Porque ele gostou do exemplo do Paulo, que era Saulo, e aí ele virou Eliano. Ao terminar a reunião, assentei-me ao lado de Eliano e, como ele, abaixei a cabeça tristemente. Seguiu-se um espaço em que estive abstrata e vazia, e depois ouvi a voz de Nícalo dizer qualquer coisa a respeito de de Mellington ser um caprichoso. Em seguida, veio a voz de Cirilo. Nossos jovens amigos se tinham reunido, porém agora falavam reticenciosamente num tom abafado que me escapava aos ouvidos distraídos, sem conseguir reter as palavras, mas retinha o ruído do vento lá fora e o farfalhar das folhas dos tamarineiros. Aqueles tristes rumores me reconfortaram, como fariam frases de
aos ouvidos distraídos, sem conseguir reter as palavras, mas retinha o ruído do vento lá fora e o farfalhar das folhas dos tamarineiros. Aqueles tristes rumores me reconfortaram, como fariam frases de compreensão. Apercebi-me da sala. Vi que, com seus olhos amendoados e espertos, Eliano seguia agora atentamente quanto se passava em seu derredor. Antes de mim, ele tomara cobro. Quer dizer, antes dela mesmo ele já tava esperto para perceber o que que tava acontecendo em volta. Com sua figura de sacerdote egípcio, um ar de desplante que não se importava em ocultar, Melington vinha formar com o grupo jovem, trazendo Atanásio consigo. Por quê, né? Porque eles viram que a resistência ia vir dos jovens ali naquela eclésia. Então eles foram lá para conversar com os jovens. E agora eu quero que vocês prestem muita atenção, porque quando eu li esse trecho me deu um aperto no coração, um aperto profundo no coração. Atanásio queria convencer, explicar. A igreja vai se organizar", ele disse, perempitório e fervoroso, porém sem calor. E eu me lembrei de uma frase que ouvira algum tempo antes a seu respeito. Exatamente. Ninguém percebe melhor o momento de avançar ou de recuar do silêncio ou da palavra, da ação ou do repouso. Deves compreender que na unidade de vistas e na organização está a força. Força. A a fé precisa de força. Os cristãos precisavam de força para quê? Por que que eles precisavam ser fortes como organização, né? E não como pessoas. Como pessoas a gente precisa ser forte até para sustentar nossa fé. OK. Mas por que que a organização precisava ser forte? A igreja necessita de um elemento agregador, ouvi Melon curiosamente dizer. Em torno desse elemento vai ser possível o colégium para a Congregação Apostolar. E aí alguém pergunta como colégio Augúrion. E aí eu vou contar para vocês o que que é o colégio Augurium. O colégio de Álgures era um dos quatro principais colégios sacerdotais da Roma antiga, responsável por interpretar a vontade dos deuses por meio da observação de sinais prática conhecida
gio Augurium. O colégio de Álgures era um dos quatro principais colégios sacerdotais da Roma antiga, responsável por interpretar a vontade dos deuses por meio da observação de sinais prática conhecida como auspícios. Exatamente isso que eles criaram. Foi exatamente isso que eles fizeram. pegaram o o aquele colégio lá que interpretava a intenção e a vontade dos deuses no período de politeísmo, né? E trouxeram pro cristianismo. Para que que eles iam criar isso? Qual era a necessidade disso, mas era exatamente isso que eles queriam fazer. E aí Nícalo se Nícalo, que é quem faz a pergunta, se referia a uma das formas de organização do culto pagão. Que que ele responde? Que que o Melon responde? De certa forma, a fim de que a igreja possa fazer proselitismo, é preciso um acomodamento ao mundo atual, ao mundo tal como existe agora. É preciso um acomodamento ao mundo tal como existe agora. O que pode fazer a força do paganismo poderá fazer a força do cristianismo. Na batalha, para alcançar a maioria, não importa aderir a algumas formalidades exteriores, tais como as que tanto atraçam as massas nos diversos cultos. Eu vou repetir. A gente discute tanto isso no movimento espírita que me deu um aperto no coração a hora que eu li isso. Na batalha para alcançar a maioria não importa aderir a algumas formalidades exteriores, tais como as que tanto atraem e interessam as massas nos diversos cultos. Isto quer dizer que nós mesmos abriremos a brecha na muralha de dentro para fora", disse João. O olhar de Filotemo encontrou o meu como um relâmpago. Mais ou menos aquilo dissera meses atrás, certa noite ali mesmo. Lembro-me de que a discussão se generalizou em termos de franqueza. Frases como: "Confortável materialismo, absorvido pelo ambiente, golpe de astúcia, chegavam ao meu ouvido preceptadas e candentes." "Sim", eu dizia a mim mesma: "Este é o momento da esquina. A pedra ia ser rejeitada. Mas era possível que os séculos se encarregassem do novo edifício. Dobraríamos a esquina e deixaríamos a
andentes." "Sim", eu dizia a mim mesma: "Este é o momento da esquina. A pedra ia ser rejeitada. Mas era possível que os séculos se encarregassem do novo edifício. Dobraríamos a esquina e deixaríamos a pedra no pó de nossos passos. Quantos de nós estavam ali nessa mesma época também destruindo a pedra, transformando a pedra do cristianismo em pó. para que ele pudesse ser reergido séculos depois. Subitamente, uma intensa sensação de saudade se apoderou de mim. O melhor já tinha se passado. Eu estava rodeada de fantasmas e eu mesma era um fantasma de mãos geladas e de olhar parado. Tinha vontade de estar a sós de sair para fora e me pôr a andar por aqueles corredores e pátios de dizer adeus. Eu podia, dizia a mim mesma, ter estado aqui mesmo, mas há 200 anos atrás. Então, a sentar-me ia junto de Aba, que é a foi o fundador da eclésia onde ela tava, né? e esconderia meu rosto em seu peito. Ela passaria as mãos sobre meus cabelos e depois me falaria de quanto era preciso fazer no futuro para que a semente não se perdesse. No lusco fusco de meus pensamentos, entre meu sonho triste, silencioso e a realidade contra a qual eu era impotente, ouvi o riso seco de Melington. E logo em seguida a frase que Atanásio dirigiu a meus companheiros e que não esqueceria mais. Sois passarinhos da mesma espécie. Para ele talvez isso fosse uma ofensa, né? Mas para eles ali nesse momento era motivo de orgulho ser passarinho da mesma espécie da da espécie que não aceita ou e não aceitou um o primeiro dogma ser criado ali pelos cristãos e que faria com que o cristianismo deixasse de existir nesse formato que a gente que era conhecido até esse período, 300 e poucos anos após a a crucific para começar a surgir o catolicismo, né? Aí está, tá a prova que tudo foi uma questão política. Roma se converter ao cristianismo. É. E e de poder, né? E de poder, porque o que eles estavam querendo era aumentar ah o cristianismo de tal forma que ele fosse maior do que o paganismo. Por quê? Para quê? e fazer essa essa esse crescimento
e de poder, né? E de poder, porque o que eles estavam querendo era aumentar ah o cristianismo de tal forma que ele fosse maior do que o paganismo. Por quê? Para quê? e fazer essa essa esse crescimento baseado em quantidade e não em qualidade. Kardec nos alertou sobre isso também com relação ao espiritismo. As reuniões espíritas não precisam de multidões. Não precisam de multidões. Se a gente hoje num congresso como que vai acontecer agora em Uberlândia consegue atrair 2000, 3.000 pessoas, poxa, que bom, que bacana que é possível ter estrutura para isso, para congressos, mas as nossas casas espíritas não precisam atrair centenas de pessoas em cada estudo. É melhor que a gente tenha muitas casas espíritas com poucas pessoas, mas o conteúdo seja o adequado, seja o correto, que estejamos todos nos baseando realmente nas obras básicas, que a gente conheça a nova literatura espírita sem nos perdermos das obras básicas e dos clássicos. Oi, Beta. O, desculpa. Oi, Bet Araguari. Bem-vinda, querida. Muito triste essa passagem. É até muito atual se reflexionarmos sobre os dias de hoje. Exatamente, Terezinha. Foi isso que me deu um aperto no coração, porque a gente vive fazendo essa discussão depois então da pandemia que as casas espíritas ficaram eh foram esvaziadas. E não foram só as casas espíritas, gente. A maior parte dos templos religiosos foi esvaziado. E aí a era assustador ouvir algumas pessoas dizendo: "Ah, o que que os evangélicos estão fazendo para trair essas essas multidões? A gente precisa saber. Não, a gente não precisa saber. A gente precisa fazer discussões, como eu tenho visto em muitos lugares, é o que é, quais são as necessidades das pessoas que buscam a casa espírita. Nós precisamos adequar as nossas casas espíritas para as necessidades atuais da sociedade. Isso sim, mas não para trair milhões nem centenas, mas para fazer o nosso papel de dar apoio aos nossos irmãos e irmãs para que eles consigam eh entender o o que é o espiritismo e mais do que isso, para que eles se sintam acolhidos
lhões nem centenas, mas para fazer o nosso papel de dar apoio aos nossos irmãos e irmãs para que eles consigam eh entender o o que é o espiritismo e mais do que isso, para que eles se sintam acolhidos e possam passar pelas dificuldades, pelas pelas provas, pelas expiações, da melhor maneira possível, entendendo que a morte do corpo físico não é o fim de tudo. A doutrina espírita não existe para atrair milhares de pessoas, ela existe para nos mostrar que nós estamos aqui para realizar a nossa reforma íntima. É para isso que nós estamos aqui. A gente pode atrair milhares de pessoas, claro que pode. A gente pode reunir milhares de pessoas num evento, num congresso, numa atividade. Puxa vida, pode, mas esse não pode ser o nosso objetivo, que é isso que tá acontecendo aqui na história, que nós estamos vendo acontecer. Nós estamos vendo não que a o alace leal conta para nós que aconteceu naquele período. Para quê? Pra gente não deixar acontecer a mesma coisa, né? Vamos melhorar o serviço que nós prestamos ao próximo dentro da casa espírita. Vamos, vamos melhorar a qualidade dos congressos para as pessoas se sentirem mais acolhidas, eh para que os temas sejam mais adequados, mais relevantes, para que todo mundo se sinta confortável, para que todo mundo enxergue o telão, para que o som seja bom, para que a música seja bacana. Claro que sim. Claro que sim. Sem nosso objetivo principal, né? Eu mesma vou em congresso que reúne milhares de pessoas, viu gente? Só para constar aqui. A minha preocupação nesse caso não é com os congressos. Minha preocupação nesse caso é com as casas. O que é que nós estamos fazendo com a casa espírita? Vai dar pra gente ler mais um pouquinho, né? Olhei para ele. Ante o grupo jovem e alvoroçado, ante os clarões daquelas frescas inteligências, havia uma estranha reserva de atitudes, uma tristeza estampada em suas faces. Nossos olhares se encontraram e ele caminhou para mim, carreando consigo as atenções. Não crê que a imposição seja verdadeira? já disse que é uma imposição. Então, não
risteza estampada em suas faces. Nossos olhares se encontraram e ele caminhou para mim, carreando consigo as atenções. Não crê que a imposição seja verdadeira? já disse que é uma imposição. Então, não era uma coisa que eles podiam escolher seguir ou não. Era uma imposição. Seguida a frase que Atanás dirigi: "Opa, perdão, não, não crês que a imposição seja verdadeira?", neguei, balançando a cabeça e respondi: "Mas creio que ela abre um novo campo de temores." Olha a resposta que ele vai dar. Leste o que prescreve Paulo? Quanto às mulheres, embora eu não o faça, ele o faria. Escrevendo aos Hebreus, Paulo também dizia: "Pondo de lado todo o impedimento, corramos com perseverança a carreira que nos está proposta. Sei qual é a carreira. É justo que ponha de lado os impedimentos." Atanásio sorriu como a não levar em conta minha observação. Depois disse pensativamente: "A carreira, o impedimento é apenas uma dificuldade, a de levar as nações politeístas a conhecer um Deus único e a mantê-las nessa ideia". Quer dizer, ele vai impingir a ideia de Deus único também nos outros lugares, né? Tínhamos nos tornado o centro do grupo e ele desviou sua atenção de mim para os circundantes e no mesmo tom pensativo, voltou a dizer: "Seria a mais arrematada e infrutífera loucura fazê-lo supor em sua pequenez a concepção de um ser sem igual na sua eternidade solitária. É tarefa primordial para o cristianismo estabelecer as relações de Deus com o homem sofredor e desprezado. Até aqui tá tudo certo, né? É uma uma necessidade mesmo de que as pessoas percebam, mesmo quando estão sofrendo e quando se sentem desprezadas de que Deus continua junto delas. Deus não as não as desampara nunca. Porém, olha o que ele diz. as relações de Deus com Ah, não, aí eh alguém fala com ele, né? As relações de Deus com os homens não serão estabelecidas pelo próprio homem elevado à categoria de seu colaborador, né? Porque todos os homens são colaboradores de Deus. Um sorriso remoto perpassou pelo rosto do diácono.
om os homens não serão estabelecidas pelo próprio homem elevado à categoria de seu colaborador, né? Porque todos os homens são colaboradores de Deus. Um sorriso remoto perpassou pelo rosto do diácono. Um entusiasmo recente pode oferecer essa ideia que mantém Deus à distância do homem. sozinho em seu trono de eternidade. De novo, ele tá fazendo uma fala correta. Nícalo fez um ó não de protesto, porém Atanásio não o deixou prosseguir. Ele mesmo continuou alto e apressadamente. Olha só, gente. Deus se fez homem na pessoa de Jesus e veio rebaixando-se, revestindo o envoltório miserável da humanidade. Esta ideia é quente e próxima. é capaz de cativar as imaginações como os deuses pagãos o fazem ao deixarem o Olimpo para se o imiscuirem na multidão. Esta ideia internece os corações. Se não lhes dermos este Deus, voltarão enfadados e descorçoados para os deuses de seus portes e tales. Não podemos colocar um abismo intransponível entre a filosofia e a religião, entre o pensamento dos sábios e a piedade dos simples. Então eles inventaram um dogma para fazer com que Deus ficasse parecido com os deuses do paganismo quando ele vem como uma pessoa, né, com o nome de Jesus para ficar entre nós. E aí faz uma distinção extremamente preconceituosa, que é achar que quem é monoteísta é mais inteligente, é melhor, é mais sábio do que quem é politeísta. Já não é mais o cristianismo do simples para o simples, né? Não é? Porque se eu me considero superior ao outro, eu tô sendo tudo menos humilde, menos simples, não é? Não podemos deixá-los definitivamente separados. É preciso reuni-los, conquistá-los a ambos, evitando que o Deus da razão dissipe a luz do idealismo e que a divindade das massas se corrompa na matéria extrema. Nós vamos parar aqui. Ohô, meu Deus. Tô tentando marcar aqui, não tá deixando. Cadê o Vou marcar aqui que é onde nós vamos parar agora para eu não me perder. Então, meus meus amores, vocês viram que é muito triste isso, né? Não é? É. Lenda, essa cena é revoltante. É revoltante.
Cadê o Vou marcar aqui que é onde nós vamos parar agora para eu não me perder. Então, meus meus amores, vocês viram que é muito triste isso, né? Não é? É. Lenda, essa cena é revoltante. É revoltante. O ser humano está necessidade de ajuda mental, psicológica, emocional, espiritual. Exatamente, Fátima. Exatamente. Então, a gente não precisa eh fantasiar o espiritismo. Não precisa fazer com que o Espiritismo atenda as necessidades dos outros, porque o Espiritismo já é para isso. Nós não precisamos mudar as obras básicas. Nós não precisamos atualizar Kardec. Nós não precisamos deixar de usar Joana de vocabulário dela parece mais difícil. Mas nós precisamos usar todo esse conhecimento e compartilhar esse conhecimento com as outras pessoas para que elas consigam, assim como nós, ver a luz no fim do túnel. Mas é uma coisa pra gente parar e pensar muito, né? Parar e pensar profundamente. Sem dúvida, Tânia. Sempre os jovens sendo corajosos e rebeldes. Exatamente. E eu vejo muito isso acontecer. Não sei se vocês vêm por aí, mas eu vejo muito isso, essa renovação que é necessária, porque nós temos aí um período em que a a há ainda essa esse entendimento de que nada se renova dentro do espiritismo. E não é isso. Isso não é verdade. Kardec nos alertou que hav que era necessário haver renovação. renovação frequentemente do conteúdo, inclusive. E aí hoje quando a gente pega o livro dos espíritos, e eu posso falar sobre isso porque quando os meus pais passaram a frequentar o espiritismo e passaram a se considerar espíritas, eu tinha 3 anos de idade, 4 anos de idade. O que eles entendiam a respeito do livro dos médiuns e do livro dos espíritos há 45, 50 anos atrás é completamente diferente do entendimento que nós temos hoje. E ainda bem. E ainda bem. E é preciso que haja esse entendimento. Eu brinco muito porque a gente fala, por exemplo, vou dar um exemplo para vocês prático, nós já passamos muito do horário, mas enfim. Eh, eu fui fazer o começar um um estudo das obras básicas junto com a minha irmã
o porque a gente fala, por exemplo, vou dar um exemplo para vocês prático, nós já passamos muito do horário, mas enfim. Eh, eu fui fazer o começar um um estudo das obras básicas junto com a minha irmã mais velha, com a Paula, que é a que desencarnou em 2022, numa casa espírita que a gente frequentava aqui em São Carlos, né, lá na Casa do Caminho. E aí nosso qual o nosso objetivo era ler pergunta, resposta, pergunta resposta e pensar a respeito daquilo. nada de muito fantástico, nem nada de fora do normal, era fazer essa leitura mesmo. E aí no começo a gente não tinha ninguém para estudar, éramos só nós duas, de vez em quando aparecia uma terceira pessoa. Mas foi muito interessante porque uma das coisas que a gente leu e que até hoje eu brinco com essa com essa questão que é a eu vou até colocar aqui para vocês questão logo no começo 88 do livro dos espíritos. Na verdade, a questão 88a. Vou aumentar aqui. Quando a gente fala de espírito evoluído, o que que a gente pensa? A gente pensa num espírito eh de cor branca, não é? De cor azul, uma luz branco, uma luz azul. Não é assim que a gente pensa? É assim, gente, porque eu tenho certeza que vocês pensam assim, porque eu também pensava, não pensava não, ainda penso. Quando eu vou ver um, quando eu penso em algum espírito evoluído, eu penso nele azul ou branco. Mas vamos ler aí que que tá escrito no livro dos espíritos. Ele pergunta, né, os espíritos têm forma determinada, limitada e constante? E aí ele responde, para vós não. Para nós, né? Para nós não, mas para eles sim. O espírito é, se quiserdes, uma chama, um clarão ou uma centelha etéria. E aí eles perguntam: "Essa chama ou centelha tem cor?" E aí ele eles respondem: "Tem uma coloração que para vós vai do colorido escuro e opaco a uma cor brilhante". Quer dizer, vai do mais escuro ao mais brilhante. Qual a do rubi? conforme é mais ou menos puro. Então, os espíritos são de que cor? Dá para ler aí o tamanho do pequeno. Qual que é a cor dos espíritos, gente, que eles estão dizendo aí no livro dos
e. Qual a do rubi? conforme é mais ou menos puro. Então, os espíritos são de que cor? Dá para ler aí o tamanho do pequeno. Qual que é a cor dos espíritos, gente, que eles estão dizendo aí no livro dos espíritos? É vermelho, porque essa é a cor do rubi. O rubi é vermelho, né? O rubi mais comum, que a gente conhece mais. É o é vermelho, é uma pedra vermelha, né? Uma pedra semipreciosa e ela é vermelha. E aí quando você vai falar isso para as pessoas, elas ficam louc Como assim? Não é possível. Tá lá, tá escrito, né? Tá escrito conforme lá há uma cor brilhante qual a do rubi. Conforme o espírito é mais ou menos puro. Se ele quisesse falar que era branco, que era translúcido, que era qualquer outra coisa, ele ia falar em diamante, não é? Se ele quisesse falar verde, ele ia dizer uma esmeralda, mas ele usou rubi, não é? Então é isso, a gente tem que reler as obras básicas, estudar as obras básicas e ter um entendimento atualizado a respeito delas. Não atualizar as obras é o nosso entendimento que precisa ser atualizado. E nós temos que tomar muito cuidado porque a min a minha sensação é que nós estamos mais uma vez na esquina de pedra, né? E que nós não tenhamos a sensação de que estamos pisando sobre a poeira deixada pela destruição da esquina de pedra. Não é a cor mesmo, é só é só ler lá. Não, se ele fosse falar do brilho, ele ia podia falar então do diamante, porque o diamante brilha muito mais, reflete muito mais luz do que o rubi, justamente porque o o brilhante é branco e o rubi é vermelho. Ai ai. É isso, não é o brilho. Ele tá falando da cor, ele tá se referindo à cor. E aí o brilho é por é a questão de ser mais ou menos evoluído. Ai faz diferença de verdade, Miram? Não faz diferença, né? Eu uso isso como uma brincadeira, como uma não uma brincadeira, mas para mostrar que a gente lê as obras básicas, mas não presta atenção no que tá escrito lá. E eu tô falando de mim, né? Não tô falando de você, não tô falando de outra pessoa, tô falando de mim. Porque depois de
ar que a gente lê as obras básicas, mas não presta atenção no que tá escrito lá. E eu tô falando de mim, né? Não tô falando de você, não tô falando de outra pessoa, tô falando de mim. Porque depois de décadas, década, uma vida inteira dentro do espiritismo, eu não lembrava disso, nunca tinha lido isso, nunca tinha prestado atenção nessa informação, mas ela tá lá, mas ela tá no livro dos espíritos. Deve ser por isso que fala uma centelha ou uma chama. É, então é porque uma cente, uma chama, a chama tem, a chama não é branca e nem azul, a não ser quando ela vem de um de um de um de um, como chama? Aquele do isqueiro lá, aquele fluído do isqueiro, aí a chama é azul. Do contrário, normalmente o fogo é vermelho. Tem sentido, Terezinha? Tem. Nunca tinha pensado nisso. Divaldo lia o livro dos espíritos todo ano. É, o ano inteiro, né? ia ia lendo, porque a Jana de Angeles falou para ele, eu não disse para você decorar, eu disse para você ler. Lembra disso? Ela falou para ele ler o livro dos espíritos, estudar o livro dos espíritos e não decorar, né? Mas eu tenho eu tenho uma inveja de quem consegue decorar, que vocês não têm ideia. Gente, desculpa ter passado do horário, mas nós vamos entrar num período aqui muito, muito intenso, sabe? em que essas relações que a gente eh a gente precisa fazer essas relações com com a nossa vida atual e trazer as informações e as reflexões para o nosso cotidiano, para o nosso dia a dia, sabe? É necessário, é muito necessário. Também não percebi isso na questão 88. Pois é, bem, pois é. É por isso que a gente tem, ah, eu já eu já estudei, já fiz estudo das obras básicas, já fez, né? E pois é, aí faz de novo. Toda vez que eu pego o livro que eu já li, que eu já participei de grupo de estudo daquele livro, parece que eu nunca tinha visto aquilo na minha frente. E eu não é uma reclamação, eu não estou reclamando. Eu estou fazendo uma constatação e ficando muito contente por isso, porque é muito bom saber que nós vamos estar sempre aprendendo,
na minha frente. E eu não é uma reclamação, eu não estou reclamando. Eu estou fazendo uma constatação e ficando muito contente por isso, porque é muito bom saber que nós vamos estar sempre aprendendo, sempre aprendendo. Nunca nós vamos poder falar: "Eu sei tudo sobre espiritismo" ou "Eu sou sei tudo sobre o livro dos espíritos". Porque a gente não sabe, a gente vai sempre tá aprendendo. Eu agradeço muito, muito a presença de vocês. Fico muito contente que vocês estejam aqui. Gostaria muito que vocês falassem a respeito desse livro com outras pessoas. Não precisa falar da dessa live especificamente, fazer propaganda da live, não é isso, mas falem sobre a obra, sobre o Esquina de Pedra. Falem com as pessoas sobre o ALC Leal Rodrigues. Na na descrição do vídeo tem o link do documentário sobre o ALace Leal. Eh, compartilhem com as pessoas o documentário, falem sobre outras obras dele, porque é um material muito rico, muito bacana, que a gente precisa se apropriar dele novamente. O movimento espírita deixou o esquina de pedra e deixou as outras obras do ala cileal meio de escanteio. Elas precisam ser resgatadas. Eu confio em vocês para me ajudarem nisso, tá bom? Eu estudo até hoje, sempre digo isso também. Ritoquinha querida, por favor, meu bem, assista, assista. Muito obrigada a todos vocês. Obrigado pela presença. Não se esqueça também de se inscreverem nos canais espíritas. Se puderem, sejam membros também dos canais espíritas. E nós nos vemos ou essa semana no Bom Dia Café, ou então a semana que vem, no domingo, quando a gente for fazer uma nova leitura do Esquina de Pedra. Beijo grande para vocês e até lá. เ
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