A Esquina de Pedra | Stela Martins | 07.12.25 📱
A Esquina de Pedra | Stela Martins | 07.12.25 🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5483594840801280
[música] O SOS Presses é um trabalho realizado por voluntários que além de Quero mergulhar no meu silêncio. Quero usufruir da solidão. Quero na [música] caverna o aconchego. Quase me esquecer dos meus lamentos, quase ver sorrir [música] meu coração. Quero ouvir calar [música] os meus ruídos e os gritos que agridem de fora. Jogar fora o que não [música] faz sentido. Desacelerar, ficar comigo e sentir tristezas [música] indo embora. Quero adormecer [música] sob as estrelas que lá fora aguardam me sair. [música] Nos meus poucos sonhos ser eu mesma, quase ser amada, quase aceita e assim me sentir [música] quase feliz. >> Quero mergulhar [música] no meu silêncio. Quero usufruir da solidão. Quero na caverna [música] o aconchego. Quase me esquecer dos meus lamentos, quase [música] ver sorrir meu coração. Quero ouvir calar os meus ruídos [música] e os gritos que agridem de fora. Jogar fora o que não [música] faz sentido. Desacelerar, ficar comigo e sentir [música] tristezas indo embora. Quero adormecer sob as estrelas [música] que lá fora aguardam me sair. Nos meus [música] poucos sonhos ser eu mesma, quase ser amada, [música] quase aceita e assim me sentir [música] quase feliz. Nos meus poucos sonhos ser eu mesma, quase ser amada, [música] quase aceita e assim me sentir quase feliz. [música] Boa noite. Eu espero que nós todos possamos ser mais do que quase felizes, mas que nós possamos ser de verdade felizes na proporção que nos cabe estando num planeta de provas e expiações, não é mesmo? Esse poema da Sam é muito lindo, né? Ainda bem que ela musicou. Ainda bem que ela musicou. Ai, ai. Que bom, que bom. Vamos começar mais um capítulo hoje do nosso livro Esquina de Pedra, livro de autoria do Wallace Leal Rodriguez, um espírita, um trabalhador espírita muito, muito dedicado que viveu em Araraquara, aqui pertinho de São Carlos, da cidade onde eu moro. E esse livro é lindíssimo para aqueles que não começaram a acompanhar desde o princípio, ele fala, de um modo bem resumido, ele fala da
Araraquara, aqui pertinho de São Carlos, da cidade onde eu moro. E esse livro é lindíssimo para aqueles que não começaram a acompanhar desde o princípio, ele fala, de um modo bem resumido, ele fala da vida dos eh cristãos primitivos por volta de 300 anos após a crucificação de Jesus e que é exatamente o período em que o cristianismo vai ser transformado, vai migrar para o o catolicismo. migrar não, porque o catolicismo ainda não existia. Eles vão colocando na na no cristianismo que era praticado e que já era organizado uma série de coisas, né? Vamos chamar aqui de adereços. Vamos chamar de adereços, com todo respeito. Eles vão colocando aí adereços e aí passa, deixa de ser cristianismo, aquele cristianismo que era praticado eh pelos apóstolos e passa a ser o catolicismo, não o catolicismo que a gente conhece hoje, porque esse vem sofrendo alterações ao longo dos dos dessas centenas todas de anos, né, gente? O catolicismo, por exemplo, que a gente lê e que se refere ao período da Idade Média, não é o catolicismo de hoje. A gente tem que lembrar sempre que Jorge Alará nos lembra sempre disso, com razão que quando a gente fala hoje da Igreja Católica, não é a igreja católica do período medieval, tá? É outra igreja católica, até porque muitos de nós, possivelmente estávamos lá no período da inquisição. Eh, sabe Deus fazendo o quê? Olguinha, boa noite. Boa noite pros esquineiros. Adoro vocês. Esquineiros é ótimo. Rosiane, boa noite, turma da esquina. Boa noite, queridos. Boa noite para Nivalci também. Nivalci mora em em Olinda, então não dou conta. Eu sempre canto um um frevinho quando eu vejo ela. Às vezes mais, às vezes menos, né? Eh, oi, Rosiane. A Solange, gente, tá aqui hoje dando apoio técnico aqui na transmissão e hoje ela fez isso também, né? Nós vamos nos encontrar na esquina. Eu adorei. Adorei. Vamos encontrar na esquina. Pode compartilhar, Solange, por favor. Aí, muito bem, muito bem. Então, vamos lá. Nós estamos no capítulo 11, né? ou como brinca um amigo meu no 11º,
na. Eu adorei. Adorei. Vamos encontrar na esquina. Pode compartilhar, Solange, por favor. Aí, muito bem, muito bem. Então, vamos lá. Nós estamos no capítulo 11, né? ou como brinca um amigo meu no 11º, capítulo 11º e vamos falar a respeito do Jante, só para lembrar vocês, o Jantil é aquele eh aquela pessoa que aparece lá perto da gala quando ela tá pastoreando as ovelhas, né? E diz para ela que ele precisa, ele é um pintor e ele precisa fazer um, na verdade não é bem pintor, né? Ele tá mais para um escultor. Ela vai descrevendo pra gente como que ele faz a pintura dele ou o quadro. Ele parece mais uma escultura em madeira, né? Eh, uma escultura, não, desculpa, parece mais que ele tá esculpindo a madeira do que exatamente pintando uma imagem. Mas é ele que vai até a gala e diz para ela que ele recebeu uma encomenda. A encomenda é do Prisco, né? O Prisco tá indo embora para Roma. e quer levar uma imagem da gala junto com ele. E aí ela recebe essa notícia, né, Jante o que conta para ela. E é nesse capítulo 11 que ele vai, nós vamos acompanhar melhor, mais detalhadamente quem é Jante, quais são os problemas dele, como é que ele vai entrar e participar aí da vida da gala. É muito interessante. Deixa eu só acertar aqui para ficar Hum. Cadê? Deixa eu ver se eu consigo aqui. Não, eu tô tentando acertar porque ele tá aparecendo duas páginas, né? Semana passada ele já fez isso comigo e eu lembro que era como é que era mesmo? Não. Ai ai. Esqueci como faz isso agora. Puxa vida, desculpa, viu, pessoas? Eu devia ter arrumado isso antes. Ai, ai. Bom, acho que vai ter que ser assim mesmo. É, não, infelizmente eu esqueci. Semana passada ele já deu esse problema e agora ele tá fazendo de novo aqui. Aí vinha, não é nesse não, vinha para cá. Não. Então vai, vamos assim mesmo, porque eu não lembro mais como é que eu fiz isso. E aí é capaz de eu tirar aqui da da ordem, fica pior a emenda do que o soneto, né? Devia ter visto isso antes. Eh, Lúcia Araújo, boa noite. Que bom, querida. Você está em Orlando, que horas
fiz isso. E aí é capaz de eu tirar aqui da da ordem, fica pior a emenda do que o soneto, né? Devia ter visto isso antes. Eh, Lúcia Araújo, boa noite. Que bom, querida. Você está em Orlando, que horas são aí, meu bem? Conta pra gente. Me dá até um pânico quando eu vejo vocês de outros países entrando, eu falo: "Ai, meu Deus, que hora que essa pessoa tá acordada?" Ai, ai. Então, vamos lá. Então, vamos começar a leitura do nosso capítulo 11. No dia seguinte, voltei ao mesmo lugar das ruínas junto ao rio e fiquei a esperar por Jantilo. Eu acho que é assim que pronuncia o nome dele, viu, gente? Eu não tenho certeza. Ele não veio. Não sei quantas ideias me passaram pela cabeça. Por que que ela tá preocupada? Porque já aconteceu, vocês lembram que a mãe do Prisco e uma mulher que tem interesses românticos do Prisco, é apaixonada pelo Prisco, que elas foram até a gala, fizeram algumas ameaças veladas para ela, né? Foi uma situação ali muito tensa, muito perigosa e que ela já foi, Gala já foi avisada que essa moça que é apaixonada pelo Prisco, que também é apaixonada pelo Prisco, é uma romana perigosa, ou seja, ela não mede muito as consequências daquilo que ela faz para alcançar os seus objetivos. Por isso que a Gala ficou preocupada com o Jantil. Não sei quantas ideias me passaram pela cabeça. Distanciei-me do local por algum tempo e depois nem sei por tornei a voltar. Agora o bote estava preso nos ramos da framboezeira. É o bote do jante. Chamei por ele e não tive resposta. O estojo de junco com seus apetrechos estava esquecido por debaixo do banco, numa poça d'água, dando-me a impressão de que o ocupante do barco saltara precipitada e desastradamente. Retirei o estojo e o pus no seco. Aquela impressão de pressa se intensificou quando olhei melhor para a corda passada entre os galhos. Foi preciso refazer o nó para evitar que o barco se perdesse. Andei por volta a procurá-lo e tornei a chamar. Corona de orelhas levantadas correu para o cômoro. É uma planta, né? Vocês lembram que é uma planta que eles
r o nó para evitar que o barco se perdesse. Andei por volta a procurá-lo e tornei a chamar. Corona de orelhas levantadas correu para o cômoro. É uma planta, né? Vocês lembram que é uma planta que eles têm lá, que é comum ali na região. Seguia. Vejante de longe tive medo. Dava-me a impressão de um bêbado a trocar as pernas, a fazer gestos desconexos. Foi um momento só. Ele desapareceu ao meu olhar. As horas foram passando e outras vezes o vi deambulando pelas redondezas como um animal em convulsões selvagens. Tive vontade de tocar a trompa ou de voltar. Porém, a piedade foi mais forte. Aí nós estamos de novo naquela situação, né? Puxa vida, como esse povo se comportava de maneira evangélica, como eles tinham eh o conceito, o entendimento do evangelho em absolutamente todas as decisões que eles tomavam. Que coisa impressionante. Vocês não acham? Ela em vez dela sair correndo, porque era e era a segunda vez que ela tava vendo esse jant, era a segunda vez. Ele já era uma pessoa meio estranha, né? Ela já achava que ele era estranho, lembra? Que ela achou ele meio esquisito, fazendo umas coisas meio esquisita. E aí quando ela vê ele de novo, ele já tá com um comportamento de bêbado, meio trêlocado, fazendo uns getsos esquisitos, não é? E mesmo assim, ao invés de ir embora ou tocar a trombeta, que aí ela ia est chamando o avô e o irmão, né? Se ela tocasse a trombeta, em vez de fazer tudo isso, ela fala: "Não, eu preciso ajudar. Tem alguma coisa errada acontecendo com ele". A Lúcia Araújo avisando fuso de 2 horas. Aqui são 16:41. Ah, pelo menos é mais cedo. Oi, Tânia. Boa noite, querida. Então vocês vejam que o comportamento deles, né, a gente tem visto isso ao longo do livro, que o comportamento deles é bem diferente, graças a Deus. Subi ao cômodo e fiquei vigiando. Já de tarde vi que se aproximava por detrás das ruínas. Seguiu-o atentamente até que ele desapareceu entre as altas arcadas. Aí já tá nas ruínas, né? Pouco depois, ouvi um grito, um grito horrível de desesperdidor.
que se aproximava por detrás das ruínas. Seguiu-o atentamente até que ele desapareceu entre as altas arcadas. Aí já tá nas ruínas, né? Pouco depois, ouvi um grito, um grito horrível de desesperdidor. Corri naquela direção e seus gemidos fizeram-me encontrá-lo. Caíra no fundo de um poço abandonado e não muito fundo, num dos pátios do forte. O fortes é são essas ruínas aí que eu me referi. Debruçando-me na borda, viu sem sentidos. Eu necessitava tirá-lo, tirá-lo lá de dentro. Voltei, reuni quatro das nossas cabras mais fortes, as que trabalhavam no postelum, que é a a carroça, né? o tipo de carroça que eles usam e prendendo-as com a corda que sempre trazia, descia ao poço. Não foi muito difícil puxá-lo amarrado pelos ombros para o lado de fora e vê-lo à luz de perto aumentou minha consideração. Jante ferira-se nos espinhos e sangrava em muitos pontos. Um suor de agonia empapava-lhe os cabelos. Profundas olheiras marcavam-lhe as covas das órbitas em torno das pálpebras violáceas. Tratei-lhe as feridas, consumo de algumas folhas que conhecia e lavei-lhe o rosto. Tentei dar-lhe de beber do meu cabá, porém não o consegui. Sentei-me ao seu lado e a Elive muito tempo a orar. É outra coisa que eles fazem com frequência que a gente acaba não lembrando, né? Você vai socorrer uma pessoa até você lembrar que precisava ter feito uma oração. Pode passar um tempão, né? Ele é a primeira coisa que eles fazem em todas as situações. Jante parecia dormir, um sono profundo de exaustão, e eu já começava a me preocupar quando despertou. Levantou-se com dificuldade e foi sentar-se à pequena distância de onde me achava. Porém, dali sorriu-me tristemente, como a pedir desculpas. Eu me aproximei e estendi-lhe o cabá, do qual ele bebeu com sofreguidão, pois estivera por horas a vagar ao sol. Depois disso, uma palidez mortal se pintou em seu rosto. Sua cabeça descaiu com desânimo. Ajoelhei-me por perto e tentei fazê-lo reagir. Chamei-o. Seu rosto se havia serenado, porém as estranhas mutações já
disso, uma palidez mortal se pintou em seu rosto. Sua cabeça descaiu com desânimo. Ajoelhei-me por perto e tentei fazê-lo reagir. Chamei-o. Seu rosto se havia serenado, porém as estranhas mutações já se faziam sentir. Ela vai explicar melhor o que que são essas mutações um pouco mais à frente. Uma estranha coragem se apossou de mim. Estremeci, sentindo que aquele assumo de piedade e decisão se transformava numa força viva a promanar de mim. Meu coração irradiava. Tomei o rosto dele entre as mãos e ordenei-lhe que repetisse comigo a rogativa que ia fazer. Ele se contagiou, recostou-se e, de olhos nos meus pôs-se a repetir quanto eu falava. Isso é é bem bem comum em reunião mediúnica, em que a necessidade de de ajudar o espírito que se comunica, a entidade que tá se comunicando, que tá sofrendo por algum motivo, ajudá-la a mudar de frequência, né, a pensar em Deus, a pensar em boas coisas, né? Então, é muito comum que o dialogador eh converse com esse espírito e que o espírito acompanhe uma prece, né? Invoquei as forças espirituais do amor, da caridade, da paz, em nome de Jesus. Longamente oramos juntos. Eu cheia de inesperada firmeza e obstinação, ele de humildade, desalento e emoção. Pedi fervorosamente a libertação de Jante, implorando assistência. e luzes para quantos o jungiam àquela horrível e desesperada escravidão. Então, ela já tinha ela já tinha essa noção, né? Eles já tinham conhecimento de que nesses casos havia interferência de algum espírito. mesma maneira que os hebreus, né, naquela época de Jesus também tinham esse entendimento, que muitos casos de loucura, né, como eles chamavam na época, era uma questão de estar possuído, entre aspas, por um espírito maléfico, que a gente encontra essa essa essa esse tipo de descrição mais de uma vez no no Novo Testamento, né? E quando terminei, E quando terminei, tive a certeza de que, embora momentaneamente, tínhamos levado a melhor. A cor voltar a seu rosto. Sua disposição melhorou o suficiente a que se decidisse a
, né? E quando terminei, E quando terminei, tive a certeza de que, embora momentaneamente, tínhamos levado a melhor. A cor voltar a seu rosto. Sua disposição melhorou o suficiente a que se decidisse a trabalhar um pouco. Naquela tarde, a seu pedido, ensinei-lhe a repetir as palavras do Pai Nosso, contando-lhe as circunstâncias em que Jesus as transmitira aos seus seguidores. Analisamos juntos as frases feitas de entrega e humilde expectativa em que os anseios pelo céu se cruzam a visão dos perigos da terra. O não nos deixe cair nas nas tentações inflamou a imaginação de Jantilo. E estivemos a conversar a este respeito. Tentei analisar com ele os aspectos diversos da nossa invigilância, estendendo-me as causas remotas e em vidas pretéritas. E foi por isso que eu convidei a vir à nossa casa. Certamente a questão do retrato, que eu ele ia fazer um retrato para entregar pro pisco, né? E tudo mais deveria ser mantido como um pequenino segredo entre nós dois. Aconselhei-o a explicar e confiar os detalhes todos de seu caso, a experiência de Filoteno. O coração dizia- dizia-me que íamos acertar. Ele se despediu, cheio de gratidão, largando o barco ao sabor da correnteza rio abaixo, acenava-me a deuses. Vem amanhã, eu lhe dizia, levar-te ei à minha casa, tu estarás então com eles. Jant abanava a cabeça, dizendo que sim. Voltei atrás e fiquei esperando o chamado de casa. Houve um silêncio na tarde em que nem as ovelhas baliam e em que eu ouvia o escochar. Escachoar das águas entre as pedras. Escachoar de cachoeira, né? Ou de corredeira e de das águas entre as pedras. Em seguida, uma balsa ganhou a curva do rio. Ei, ei, gritavam-me dela. Anjo e Cândido passaram rapidamente, dirigindo-me a cenos ao sabor das águas. Depois, vocês lembram que o o Prisco descobriu que ou descobriu não, né? O oisco entendeu que ela que Gala era só uma uma pastora e que era pobre e que não tinha nada a ver com o mundo dele. Exatamente numa oportunidade igual a essa que o anjo e o Cândido estavam descendo, passando ali pelo rio e abando
la era só uma uma pastora e que era pobre e que não tinha nada a ver com o mundo dele. Exatamente numa oportunidade igual a essa que o anjo e o Cândido estavam descendo, passando ali pelo rio e abando a mão e fala com ela. Gala, gala, lembra disso? Vocês lembram? [risadas] Eles deviam fazer isso com alguma frequência, né? Depois o silêncio voltou. Olhei o ponto onde me assentava pousando para o retrato. Aquele fundo cinzento de pedra, aquela luz iam seguir representadas em tintas para muito longe. Em tintas, mas é o que eu falei para vocês, né? Mais ou menos tintas, porque vocês vão entender daqui a pouco que ela ela vai explicar, né? Ela já explicou, na verdade, né? Bom, depois que Jante me falara sobre a partida de Prisco, uma só coisa sucedera. Aquela doida alegria que me assaltara se me surgiu amarga, como uma galhofa que eu mesma me fizesse e teve a força de trazer meus sentimentos para seus antigos lugares. Só isso. Nenhum acréscimo de tristeza, nenhum desespero. Esse pedaço aqui, eu também queria falar com vocês, porque é uma uma circunstância e um uma consciência de si mesmo muito interessantes que a Gala tem, não é? porque ela tava tava muito apaixonada pelo Prisco, mas ela tinha certeza de que aquela era uma relação e um amor que não iam que não tinha eh condição de ser vivido em plenitude naquela circunstância, porque como é que eles iam viver sendo, não é que de mundos diferentes, gente. Hoje você pode de repente pegar uma pessoa eh que viva numa situação ã de sei lá, de restrições econômicas muito grande e colocá-la convivendo com pessoas, sei lá, muito ricas, por exemplo. É mais fácil isso acontecer. Agora você colocar pessoas eh como dizia meu pai, né? A diferença de educação, a diferença de eh financeira, ela pode ser transposta, mas a a cultural não. Eu eu demorei bastante para entender que que meu pai queria dizer com a diferença cultural, né? A diferença cultural é exatamente isso. Você tem um romano e uma cristã. Naquele período a convivência era
eu demorei bastante para entender que que meu pai queria dizer com a diferença cultural, né? A diferença cultural é exatamente isso. Você tem um romano e uma cristã. Naquele período a convivência era impossível, a não ser que um deles abdicasse de suas crenças, porque senão era impossível a convivência, porque elas eram antagônicas as duas culturas. Então, quando meu pai dizia isso, a cultura é impossível transpor as diferenças culturais, era a isso que ele tava se referindo, né? Você tem uma pessoa que eh tem dificuldades econômicas, que se relaciona com uma que tá muito bem posicionada economicamente, eles se relacionam bem, mas se eles têm questões culturais muito muito dís colocar hoje em dia, por exemplo, uma pessoa que tenha eh uma convicção em religiões de matriz de tradição afro. eh para eh ficar casado com uma de de neopentecostal, é, vai ser uma coisa complicada. É possível? É, é possível. No caso deles, naquela época não, porque os romanos jamais iriam aceitar uma cristã vivendo entre a elite romana, né? Mas hoje em dia essas questões já são um pouco mais diferentes, né? É mais fácil, menos complicado. Não que não exista a pressão para que fiquemos aqui todos entre nós, né? Oi, Rê. Não tem problema, querida. Ainda bem que você tá aqui conosco. A gente fica muito feliz que você esteja aqui, viu? Rê. Então, vamos lá. Eh, então, voltando a dizer, né, ela tinha tanto essa consciência da diferença, eh, da impossibilidade de colocar, de levar adiante essa, esse relacionamento com Prisco ou esse início de relacionamento com Prisco que ela não ampliou a tristeza que havia no coração dela, né? Ela só voltou para aquela posição anterior, né? Ele vai embora, vai para Roma e eu não vou mais vê-lo. Depois a viajante ali tão perto, confrangendo-me o coração. Agora ela tinha outra preocupação, né? Sinceramente, eu desejar ajudá-lo e esse esforço tivera virtude de ocupar lugares em meus pensamentos, de absorver uma parte da força do meu coração. Desgastar-me, exaurir-me, fazer de minha
ação, né? Sinceramente, eu desejar ajudá-lo e esse esforço tivera virtude de ocupar lugares em meus pensamentos, de absorver uma parte da força do meu coração. Desgastar-me, exaurir-me, fazer de minha dor a maior de todas serviria apenas para trazer-me uma sensação de culpa que não desejava. É para acabar, né? É para acabar. Ó, presta atenção. Que que ela tá dizendo aqui? Ela tá dizendo para nós que não era justo ela colocar os o sofrimento dele dela acima das necessidades, por exemplo, do Jantil, porque isso seria muito egoísmo. E a gente faz o quê, né, na nossa rotina? Eu tô falando de mim, viu? Eu tô falando no plural, mas eu tô referindo a mim mesma, porque pombas, quantas vezes a gente não, eu não faço isso, né? Fala: "Não, eu vou resolver meu problema primeiro, né? Eu tô sofrendo muito hoje, não posso ajudar, sabe? Eu tô com tanto problema hoje, como é que eu vou poder ajudar outra pessoa?" E aí não faço nada, não faço nada. E obviamente que depois vem uma sensação de culpa, né? Todos éramos criaturas. Prisco, Filotemo, Janteu. Seria monstruoso pr o meu problema à frente. Seria monstruoso. Na realidade, tínhamos invadido os terrenos uns dos outros. Ontem, hoje, que importava? Os limites tinham sido confundidos por bem ou por mal, de qualquer forma, arrastando responsabilidades que era preciso enfrentar. Voltei para casa e nessa noite, estando a sós com João e Cirilo, falei-lhes a respeito de Jantil. Tínham-nos assentado nos degraus da frente, no escuro a ouvir os grilos e a assistir à queda das estrelas na direção do norte. Eu não sei vocês, mas eu nesse momento eu consigo me ver sentada também numa escada de pedra, olhando pro céu escuro e vendo as estrelas de vez em quando, uma estrela cadente. Vocês conseguem ver? [risadas] Eu acho que vocês conseguem, porque não é bonito, não é bonito, sabe? Boa noite, Terezinha. A gente de vez em quando a gente precisa fazer isso. Eh, tem um nome isso na na psicologia? Não. Enfim, eu só tenho um nome, sabe? O que é esse momento de silêncio,
bonito, sabe? Boa noite, Terezinha. A gente de vez em quando a gente precisa fazer isso. Eh, tem um nome isso na na psicologia? Não. Enfim, eu só tenho um nome, sabe? O que é esse momento de silêncio, de largar tudo? para tudo, larga tudo, vai para algum lugar ou se fecha mesmo aí no seu quarto, o lugar que você quiser e passa uns minutinhos assim em silêncio, ouvindo os ruídos à sua volta, identificando da onde eles vêm, imaginando o lugar que eles estão. Isso é um descanso pra mente da gente, um descanso importante da gente fazer. Eles faziam isso porque eles não tinham nem espaço, né, dentro de casa direito. Era uma casa até que confortável, mas confortável nas condições que eles viviam, né? Era uma casa dentro de uma caverna, que dentro uma caverna não, mas dentro de um de um aprofundado, né, da colina, que aí eles fechavam com madeira, com pele de animal, né, a gente já viu como é a casa deles, né? Então eles ficar do lado de fora quando o tempo tava bom era uma liberdade, né? Era um momento realmente de descanso para eles. Muito interessante isso. E eu fiquei lá me vendo no lugar deles também. Sem mencionar o retrato, contei-lhes que Jante saía pintar os campos e que assim o encontrara. Descrevi-lhes aquela estranha máscara líquida que eu surpreendera no moço. Olha, olha, ela vai descrever agora. Que interessante. Assim como vários rostos superpostos e refletidos na água e movimento, tentei explicar, buscando uma imagem para as modificações que se processavam no rosto do pintor. "Muitas faces?", perguntou Cirilo com interesse. "Sim, algumas, pelo menos. Concentrei-me e tentei recordar o quanto vira. Depois fui fui mais explícita. Às vezes o esgar de um rufião, depois a expressão de uma profunda tristeza, em seguida, a máscara da loucura. Alternam-se, confundem-se. Os músculos de sua face parecem impotentes a todas essas plasmagens. reagem convusco. Pera aí, os músculos de sua face parecem impotentes a todas essas plamagens. Plasmagens reagem convulsos em pequenos espasmos. É
sua face parecem impotentes a todas essas plasmagens. reagem convusco. Pera aí, os músculos de sua face parecem impotentes a todas essas plamagens. Plasmagens reagem convulsos em pequenos espasmos. É terrível. Não sabemos ainda o bastante a respeito de tudo isso, dessas invasões a casa física alheia. Olha que legal que é essa definição de obsessão. Invasões a casa física alheia. Que interessante, né? A gente sabe hoje que não é exatamente uma invasão a casa física, que tem outros outro formato, né? Outro funciona de outra maneira, mas que é uma definição bem bonita. É, né? Um dia, porém, o homem alcançará o conhecimento desse mecanismo. Tem toda a razão, Cil. Tem toda a razão. Então, será mais fácil? É, mais ou menos mais fácil. Pobre Jant, eu disse, sentindo um vago desconforto. Oxalá possamos fazer alguma coisa por ele. Sim, será possível, falou João com firmeza. E não será tão difícil. Basta que ele venha e que alcancemos realizar um conjunto de circunstâncias favoráveis. Está segura de que ele virá? Fora pelo fora pelo menos o que Jant me garanti? Será preciso que Gema esteja presente, prosseguiu João e voltou-se para Cirilo. Achas que ela virá? Foi a vez de Cirilo dizer que sim. Eu, porém, ainda não estava entendendo e mesmo sem que perguntasse meu perguntasse, meu irmão veio e meu socorro. Filotemo e Gema tem o dom de profetizar, sabias? Não, eu não sabia. Queres dizer que será possível dialogar com os espíritos através deles? Perguntei. Se tivermos uma boa assistência. Eles já sabiam que precisava de uma boa proteção para poder dialugar com os espíritos. Como sempre disse Kardec para nós, espiritismo não inventou nada. Nada, só sistematizou as informações, não é? Ah, Maria Rejane, ó, que legal. Faço sempre aqui na chácara. Só não tem a escada de pedra, mas um banco de madeira e uma cadeira de ferro. Tá ótimo, né, querida? CPEC, boa noite. Acompanhando o estudo na playlist da Rádio Espírita do Paraná, hoje assistindo ao vivo. Parabéns pelo trabalho. Que bom, que bom. Seja
a e uma cadeira de ferro. Tá ótimo, né, querida? CPEC, boa noite. Acompanhando o estudo na playlist da Rádio Espírita do Paraná, hoje assistindo ao vivo. Parabéns pelo trabalho. Que bom, que bom. Seja bem-vindo ou bem-vinda. Ah, que bom que você tá podendo assistir lá pela playlist. Muito legal, muito legal. Obrigada, viu? Obrigada pela sua presença. Venha sempre. A gente gosta muito de companhia. Vamos lá. Hum. Então, eles já sabiam que era necessário uma boa assistência, né? Independente, mesmo que a gente esteja numa casa espírita ou em qualquer outra casa de oração, é fundamental uma boa assistência para que haja um bom trabalho mediúnico, né? Nós todos sabemos disso. Isso é dito em toda a literatura a respeito de mediunidade, mesmo aquela que não tem relação, que é espiritualista e não espírita. Sim, isso será bom, dará certo. Concordei. Era o que Adastro costumava fazer, falar era que o Adastro, lembrando a vocês, Adastro é o chefe da egrésia, que era como se chamavam as igrejas ou os locais de oração dos cristãos primitivos, né? Egrésia. Era o que a Dastro costumava fazer. Olha só. falar aos espíritos dos mortos, deles, aurindo roteiros e orientação, se fossem esclarecidos e bem intencionados, ou aconselhando-os, favorecendo-os com os benefícios da prece, se estivessem perturbados ou se fossem maus por ignorância. Eles já faziam reunião mediúnica, mas não desse jeito, né? não como a gente faz e não necessariamente com o mesmo objetivo que a gente tem hoje. Não era difícil distingui-los, não era difícil saber quem era o bom e quem não era, né? Bastava, como ensina João, verificar com segurança se vinham de Deus. Vede se os espíritos vêm de Deus. O apóstolo escrevera Janto. Não falou no dia seguinte. Não faltou, desculpa, não faltou no dia seguinte. estava mais calmo e mais seguro, porém de imediato, percebi por suas pálpebras vermelhas inchadas que ele seguramente chorara abundantemente. Quis fazer-lhe perguntas, mas não me atrevi. Nos olhos pisados, o seu olhar
e mais seguro, porém de imediato, percebi por suas pálpebras vermelhas inchadas que ele seguramente chorara abundantemente. Quis fazer-lhe perguntas, mas não me atrevi. Nos olhos pisados, o seu olhar era doce e implorativo, como do cão espancado que encontra de volta o seu senhor. O que se teria passado? Olha, então aqui a gente eh pôde acompanhar agora nesse começo de capítulo 11 eh o desenrolar do da amizade que começa a surgir entre a gala e o jante, né? Porque eles se encontraram, eh, que ele passou mal, que a que a Gala socorreu e etc. E agora, como aconteceu já em outras oportunidades no livro, nós vamos conhecer o Janti, só que como personagem. Então, qual é a história dele, né? Como é que ele vem parar nesse lugar? Como é que ele chega até aqui, eh, para nos encontrar, para nos encontrar nessa história aqui da gala. Então, bora lá. Vamos conhecer Jantil que vai dar tempo, ó. 7:10 vai dar tempo. Jante mora num subúrbio sozinho. De tarde dispensa os serviçais com receio do que vai se passar à noite, pois à noite sempre vem o pior. Então daqui a gente já pode ver que ele não é exatamente uma pessoa desprovida de recursos. Ele precisa trabalhar. Ele já disse isso para pra gala, né? Que ele precisa fazer essas pinturas, né? ou escultura em madeira. Eu entendi mais como escultura em madeira do que pintura. Exatamente. Mas enfim, ele precisava fazer esses quadros, eh, atender essas encomendas para poder ter recurso financeiro para se manter. Jantil é romano, certo? e ele tem serviçais, então é uma situação financeira um pouquinho melhor. Eles, entre aspas, redobram sua força. As sombras o os fortalecem, tornam-se irresistíveis e insaciáveis. Por dentro a casa é sombria e triste. Noite alta, Jâio desperta no solo, molhado em líquidos repugnantes. A cabeça dói-lhe desesperadamente. Levanta-se e desce cambaliante a pequena E desce cambaleante a pequena escada que conduz aos depósitos de água. Lava-se o melhor que pode. A cabeça como uma ponta de lança em brasa lá dentro é toda ela
evanta-se e desce cambaliante a pequena E desce cambaleante a pequena escada que conduz aos depósitos de água. Lava-se o melhor que pode. A cabeça como uma ponta de lança em brasa lá dentro é toda ela uma dor sem remédio. Volta exausto para dentro. A atmosfera da casa deprime-o, desperta o seu desespero. Chantoo percebe que o brinquedo de gato e rato se iniciou. Eles o deixaram livre, mas o espiam de pata levantada esperando. São monstros de olhos de fogo e grotescas cabeças. Jante não pode escapar deles. O mais que pode é furtar aos outros o ediion do espetáculo por vergonha, por piedade, por horror. A coisa vem de longe de sua infância, porém nunca pudera habituar-se. Sai a tropeçar em seus cavaletes, nos materiais de pintura que atravancam a sala, abre a porta e sai para a rua. É madrugada e de longe vem o choro de uma criança. Na esquina ele passa pela oficina do ferreiro. De pé o homem golpeia alguma coisa com seu martelo. O Ferreira tá trabalhando de madrugada, né? Vocês perceberam? A vida desse pessoal não era fácil. A vida dessas pessoas de nós, né? Porque éramos nós que estávamos lá. Mas enfim, a vida naquela época era bem difícil, né? Bem difícil. Então o ferreiro tem o dorso nu, seu braço é maciço, seus golpes fortes e certeiros hipnotizam jant. Eles atingem um bloco de ferro rubro que batida a batida vai se moldando numa lâmina comprida. Jantil fica a olhar como gostaria de se libertar bem depressa. Imagina sua cabeça no lugar do bloco em chamas e depois um golpe, um golpe só. Que desespero, né, gente? Que desespero. O trabalhador olha-o com estranheza. Ele sai a andar com passos trôpegos de bêbado. É dificultoso respirar, porém segue, segue sempre. O sol se levanta, inicia o seu círculo de ouro sobre a cidade em busca do horizonte. Jante está exausto, porém não aliviado. Urge que volte à casa. Porém, a ideia amedronta-o e desgosta-o. Precisamente no momento em que se detém para descansar, recorda-se do modelo da moça cristã das colinas. Suas palavras tinham sido doces. Ela é
e volte à casa. Porém, a ideia amedronta-o e desgosta-o. Precisamente no momento em que se detém para descansar, recorda-se do modelo da moça cristã das colinas. Suas palavras tinham sido doces. Ela é bela e suave. Suas mãos sobre o rosto em chamas tinham sido um brando refrigério. Incitara-o a buscar auxílio na prece e isso fizera com ele, renovando suas forças. Mas agora Jante o esqueceu. Necessita o remédio e o esqueceu. Como é mesmo? Como é mesmo? O rabi judeu a ensinar aquela arrogativa num domingo. Como é? Como é? Jante o volta sucumbido lentamente. Se ao menos pudesse lembrar o nome do Rabi, aquilo era a força, a verdadeira força. Era o poder imortal que renascia dos espetáculos dos circos, das cinzas dos incêndios, que triunfa da morte no martírio. Franze o senho, reteza-se, acua sua memória torturada. Então, relaxa-se. Jesus é o nome. Jânio sente o primeiro estremecer de seus músculos cansados e estuga o passo. A coisa vai se dar. Eles renteiam, entra em casa e apressadamente tranca-se no quarto. Tem presente o nome daquele que a pastora chama o mestre do amor. Jante vai fazer outro esforço desesperado e arrancar de sua cabeça em fogo as palavras da prece. Assenta-se, concentra-se, transpira cheio de ânsias, impranto, tentando lutar contra o círculo que se aperta. Ó Deus, ó Deus, ele encontra as palavras. Pai nosso que estás em todas as partes, glorificado seja o teu nome. Venha a nós o teu reino. Seja feita a tua vontade. Agora o círculo de fogo se distende, ondula, reverbera, mas se distende. Jante sente-se mais seguro. a ideia de que pode lutar, desafoga-o, fortifica-o, concentra-se no nome de Jesus e lentamente repete as palavras da rogativa, tal como a jovem lhe ensinara. Respira descongesto em seu derredor as forças. Eles palpitam, rondam, agitam-se, mas não podem se aproximar. Jante quer gritar o seu alívio. Cai de bruço sobre o leito e chora desvairadamente, repetindo 100 mil vezes o nome de Jesus. Por quanto tempo? Sabe que poderá se libertar? Sua força em
m se aproximar. Jante quer gritar o seu alívio. Cai de bruço sobre o leito e chora desvairadamente, repetindo 100 mil vezes o nome de Jesus. Por quanto tempo? Sabe que poderá se libertar? Sua força em Jesus é débil, mas poderá desenvolvê-la, poderá fazê-la crescer. Então, expulsará de uma vez por todas os brutais carcereiros. Isso não. Não será assim. É preciso fazê-los compreender. Jante deve dar-lhes o amor que recebe. O silêncio do quarto entre soluços ouve-se baixinho. Possa eu ser Jesus como a sombra humilde sobre o solo e debaixa de teus pés. Eu preciso dar uma paradinha, sabe, gente? Nossa. A força da fé, né? A força da vontade. Sabe quando Jesus falava pros doentes: "Levanta-te, joga a tua capa, joga a tua a tua cama, vá paraa sua casa, mas não entre na aldeia. Foi a tua fé que te curou. Desça dessa árvore e vá cuidar da sua casa, porque lá eu jantar, lá eu farei a minha refeição. Ai, ai. Tudo precisa do nosso movimento, né? Eles sempre nos ajudam, mas é preciso que a gente se movimente. E como Jante se movimentou, eles já criaram imediatamente uma proteção em volta dele. O magnetismo que que foi eh eh escapando do próprio Jantil fez com que se criasse uma barreira para que aqueles espíritos não se aproximassem dele de novo. É fantástico, gente. É fantástico. Ai ai. Maria das Graças. Oi querida. Depois vou ver a live. Estou acompanhando o congresso. Ah, muito bem. É mesmo. Hoje tem o congresso do Consolar Esclarecer. Primeiro congresso do Consolar Esclarecer. Participei dele ontem à tarde. Foi muito bom. Muito bom. Tá bem, querida. Você assiste a live depois, fica sossegada. Mas não é lindo, gente, não é lindo isso que aconteceu? E aí, enquanto ele queria, enquanto muitos, muitas vezes, disseram: "Tira isso de mim", Jantil entendeu que não podia ser dessa maneira, que ele precisava compartilhar aquilo que ele tava recebendo. Ele precisava compartilhar com aqueles espíritos que estavam maltratando, compartilhar todo o amor que ele estava começando a aprender com
que ele precisava compartilhar aquilo que ele tava recebendo. Ele precisava compartilhar com aqueles espíritos que estavam maltratando, compartilhar todo o amor que ele estava começando a aprender com os ensinamentos da gala, eh, a respeito de Jesus. É fantástico, não é? É fantástico, gente. Eu não aguento. Eu leio, e choro, eu choro. Ai, ai. Pintou algumas horas e depois convidei-o a acompanhar-me. Aí ele já encontrou a gala, né? Já tinha pintado ali um pouco o retrato dela e aí eles convida para ir em na casa dela, né? Mamãe veio nos esperar do lado de fora e levou para dentro. Seou conosco entre João e Cirilo. Eu tive de levar os cântaros à fonte. Quando voltei, já os encontrei ao lado de Filotemo e de vários dos outros debruçados sobre os os papiros. Eles já tavam lendo os papilhos deixados, os papilos que eram compartilhados entre as eclésias e que eram cópias dos textos dos apóstolos, né? H, salve, Filotemo. Me disse, Filotemo acaba de mostrar-me nos escritos os episódios de que me falaste, disse Jantilo, com simplicidade. É bom que a reunião se faça tão cedo quanto possível, falei, depositando a bilha no escabelo. A noite se aproxima. Jante não te falou e Gema veio? Olhei em torno, procurando-a e antes que Filotemo confirmasse a sua vinda, via no canto oposto da sala. Aquele olhar serviu também para que eu verificasse como o número de frequentadores para reunião de estudos crescia dia a dia. Era a mocidade que tava se reunindo ali, né? Vocês lembram que Filotemo já tinha dito que queria muito poder reunir os jovens para eles conversarem a respeito da das escrituras, né, que eles não chamavam de escrituras, eles chamavam, falavam que eram os textos dos apóstolos que contavam a respeito de Jesus, dos ensinamentos de Jesus. Era uma reunião de admcidade. Bacana, né? E ela, é isso que a gala tá falando, o tempo ia passando e o número de jovens ali ia aumentando. Preocupas-te por Jantil? Sim, o pobre sofre muito. O que pensas da situação? Não esperei, entretanto,
? E ela, é isso que a gala tá falando, o tempo ia passando e o número de jovens ali ia aumentando. Preocupas-te por Jantil? Sim, o pobre sofre muito. O que pensas da situação? Não esperei, entretanto, que ele respondesse e aduzi: "Nunca me falaste de tuas faculdades. Eu não sabia. Sabes que não nos falamos há quase uma semana? Filotemo não era de se queixar. Isso e o modo como me disse estas últimas palavras fez com que eu me voltasse surpreendida para ele. É, né? Tipo, é mesmo? Isso mesmo. Confirmou há quase uma semana. Seus olhos sorriam plenos de simpatia e ternura. E falando em faculdade, tenho elos novos. Elos daquela corrente, lembra? Da corrente lá. Quase adivinhei, porém, como sempre, neguei-me a admitir e disse: "Ó, não, sim", falou Filotemo, levando para a frente meu ar de caçoada. Jant gútrio. Esse Gútrio a gente ainda não sabe quem é o Janto. A gente já conheceu Grio também. Eu quase me esquecera de Gutrio, o último e inesperado hóspede da casa. Então a casa tinha mais um hóspede. Puxa vida, a casa era pequena, mas cabia gente nessa casa, hein? Entretanto, opa, perdão. Puxa. Entretanto, a mega reprovação de que Filotemo me endereçara ainda perdurava em mim na forma de uma desagradável sensação de remorço. Eu ia dizer alguma coisa quando Cirilo se interpôs entre nós. Era preciso iniciar a reunião se quiséssemos dispor de mais tempo. Sim, por um breve instante eu me esquecera. Busquei Jantil. estava desconcertado e nervoso a um canto. Com as duas mãos, procurava esconder as agitações e impaciências de todo o seu rosto. Assentei-me junto dele para reconfortá-lo. Ao cerrar os olhos para a prece inicial, vi por último a pequena assembleia em silêncio, iluminada por uma única candeia, João, a cabeceira da mesa, designado para presidir. e Filotemo ao seu lado. Então, cada vez, cada reunião era uma pessoa que presidia aquela reunião, né? E eu cheguei a pensar que eles estavam, no começo eu cheguei a achar que eles estavam fazendo que nem um evangelho no lar, né? Mas
ada vez, cada reunião era uma pessoa que presidia aquela reunião, né? E eu cheguei a pensar que eles estavam, no começo eu cheguei a achar que eles estavam fazendo que nem um evangelho no lar, né? Mas pelo que eles estão escrevendo agora, acho que não era não. Acho que tem mais cara de uma reunião de estudos mesmo, né? Embora eles estivessem estudando evangelho. Depois ouvi apenas. Posso, todavia relembrar uma a uma as palavras que foram ditas e os silêncios que caíram sobre nós, às vezes angustiados e pesados, finalmente leves e reconfortantes, os gritos e gemidos, as violentas imprecações, as frases de terror, de delírios, de insubmissão, mas também a voz tranquila e aprasível de João entre preces, renovando advertências, aconselhando, pedindo orientando com ternura e amor. Como eu imaginara, eram três os perseguidores invisíveis de nosso pobre jantaram, embora entre protestos e altercações. Uma força sobreumana, entretanto, tangia-os por invisíveis canais. Posso ainda ouvir a voz do primeiro deles, apresentando-se a gritar por Júpiter, por Júpiter, a tatear o vazio em redor de si, como que momentaneamente cego. E já não era mais a voz de Jante ou aquela, porém uma voz trovejante e áspera que me fez estremecer. Minutos depois, já tínhamos elementos suficientes para identificação do espírito que se apresentava. Tratava-se do próprio avô de Jante, revoltado ainda por seu nascimento em condições em condições que não nos era difícil adivinhar. Enquanto João falava-lhe exortando e explicando, nós orávamos incessantemente. Suponho que esse homem irredutível e duro foi arrebatado pelas poderosas forças espirituais ao recinto do trabalho, pois que sua voz espirou pela garganta de Jántio entre urros e negações, sempre a repetir: "Por Júpiter, por Júpiter". Nem bem o reconfortante silêncio se fizera, o segundo deles se apresentou. como o primeiro e o outro que ainda deveria vir, era um ser perdido e desgraçado pela ignorância. Embora se expressasse num idioma estranho e que
nte silêncio se fizera, o segundo deles se apresentou. como o primeiro e o outro que ainda deveria vir, era um ser perdido e desgraçado pela ignorância. Embora se expressasse num idioma estranho e que éramos incapazes de compreender, suas frases eram repassadas de uma tristeza tão grande que me confrojei o coração. Teve um primeiro e longo monólogo, então o dom de gema se exerceu. Valendo-se do mesmo idioma, pôs-se a falar com ele e era uma mulher presente. Seu tom de voz também era triste, porém às vezes repassado de um sopro de vitalidade. Ela com certeza ensuflava-lhe coragem, acenava-lhe com possibilidades, embora talvez a um alto preço. E quando esse melancólico diálogo cessou, indicando que seus participantes se retiravam, por Filoto, tivemos a palavra elevada de nobre nobre trabalhador evangélico na esfera espiritual. Tínhamos estado, contou-nos ele, em presença de antigo soberano Ariarate, Ariarate, um dos primeiros reis daquela raça. Nesse passado remoto, chamaram certo artista a embelezar-lhe o palácio. O serviço, porém, não chegara a completar-se. Roubando-lhe a alegria e a paz, o artista partira, levando consigo a esposa favorita. O passado naquela noite ressuscitara. Os três se defrontaram. Requisitando prestes, o orientador silenciou. Pressenti então que a vez do Rufião chegara. Veio entre a subios e pequeno pequenos trechos de canções canalhas que obstado por qualquer coisa, não conseguia articular completamente. O médium já tinha um controle sobre a situação, né, naquela época. Era um pândego maldoso, um sátiro em busca das orgias às quais esperava levar o jovem artista. Mas Jante o decepcionava, sua vitória tardava e já se sentia decepcionado. João, desejoso de motivar o seu despertamento, falou-lhe longe. Mas não houve receptividade. Adeus, adeus, despediu-se ele a rir e a soiar. Jantil não é companhia que me sirva. Nem vós o sois. Ficai com vosso palavrório. Toca divertir-me. Por último, ouv por último ouvímo-lo a cantar baixinho. Vênus emerge nas águas,
ele a rir e a soiar. Jantil não é companhia que me sirva. Nem vós o sois. Ficai com vosso palavrório. Toca divertir-me. Por último, ouv por último ouvímo-lo a cantar baixinho. Vênus emerge nas águas, sacode os cabelos úmidos e orvalh os medronheiros. As pequeninas gotas vestem-lhe os seios. Na pausa que se fez, eu tive a certeza de que Jante se libertara. Quem diria, não é? Quem diria que nós iríamos aqui acompanhar uma reunião mediúnica, uma reunião de de desobsessão, não é? Vocês estavam esperando por essa? Estavam esperando por uma reunião de desobsessão? Mas é bacana, não é? E é interessante que ela pouco difere, né, do trabalho que é feito hoje em dia. Os espíritos possivelmente sim, esses se são diferentes uns dos outros, mas no geral ela é muito parecida com o que a gente faz hoje, com o que se fez durante os últimos séculos. Pois nós todos necessitamos desse tipo de socorro, né? temos necessitado desse tipo de socorro. A gente espera que daqui paraa frente não, mas mas né, a gente espera que ao desencarnar nós estejamos preparados para enfrentar e para saber para compreender e para saber lidar com todas as situações que aparecerem, porque ferramenta e conhecimento nós já temos para isso. Queridos e queridas, muitíssimo obrigado pela presença de todos vocês. Obrigado por aqueles que deixaram seus recadinhos aí no chat. Eh, é sempre bom ver gente nova chegando. É sempre bom também ver que tem bastante gente, tem quem esteja nos acompanhando através da playlist. Tem algumas pessoas que me mandam mensagem, inclusive pelo WhatsApp falando que estão acompanhando, fazendo comentários a respeito de de cada trecho que a gente tem lido. Isso é muito legal, é muito bacana. Eu agradeço profundamente a todos vocês e espero que possamos estar juntos no próximo domingo. Estela, com batimento cardíaco e respiração acelerada. Ah, é legal. É mesmo, é mesmo. Eu vou reler aquela parte lá que o o Janto, vou chorar de novo, que Jante fala com Jesus, né? Consegue encontrar na memória dele não
nto cardíaco e respiração acelerada. Ah, é legal. É mesmo, é mesmo. Eu vou reler aquela parte lá que o o Janto, vou chorar de novo, que Jante fala com Jesus, né? Consegue encontrar na memória dele não só o nome, mas se lembrar pelo menos de uma parte do Pai Nosso. Que coisa mais linda, né? A gente tem uma um remédio, acho que eu posso chamar ela de remédio, um remédio para todos os nossos males. É a prece, mas às vezes a gente esquece dela, né, queridos. Uma ótima semana para vocês. Fiquem com Deus. Domingo que vem nós estaremos de volta. E se vocês puderem aí acionar o sininho, eh, para que quando entrar a a sala for aberta e vocês receberem, eu agradeço porque o WhatsApp eh tá interrompendo o uso de lista de transmissão, então tá ficando mais difícil avisar vocês pelo WhatsApp, que era a ferramenta que a gente mais usava para poder compartilhar os links das lives. Então, inscreva-se nos canais, né? Inscreva-se nos canais e aciona aí o sininho para vocês poderem ser avisados, tá bom? Um beijo grande para vocês, fiquem com Deus. Domingo que vem tem mais esquina de pedra. Ciao
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