A Doutrina Espírita é uma religião? - com Juliano Fagundes

INSTITUTO GOIANO DE ESTUDOS ESPÍRITAS IGESE 22/12/2025 (há 3 meses) 55:37 5 visualizações

Palestra: A Doutrina Espírita é uma religião? - com Juliano Fagundes

Transcrição

Boa noite, queridos irmãos. Queremos desejar a todos a paz de Jesus nos corações. Vamos cumprimentar também os nossos irmãos que nos acompanham pela internet, agradecendo aos parceiros de transmissão que faz com que seja possível que essa mensagem de Jesus chegue a mais locais, a mais corações. E hoje nós estamos nos preparando para celebrar o Natal de Jesus. E nós vamos trazer aqui antes da nossa prece uma mensagem do espírito Emanuel que está no livro Fonte Viva, na psicografia de Francisco Cândido Xavier. A mensagem é Natal e ele faz referência a um versículo do Evangelho de Lucas, no capítulo 2. Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens. As legiões angélicas junto à manjedoura, anunciando o grande renovador, não apresentaram qualquer palavra de violência. Glória a Deus no universo divino, paz na terra, boa vontade para com os homens. O pai supremo, legando a nova era de segurança e tranquilidade ao mundo, não declarava o embaixador celeste investido de poderes para ferir ou destruir. Nem castigo ao rico avarento, nem punições ao pobre desesperado, nem desprezo aos fracos, nem condenação aos pecadores, nem hostilidade para com o fariseu orgulhoso, nem anátema contra o gentil inconsciente. Derramava-se o tesouro divino pelas mãos de Jesus para o serviço da boa vontade. A justiça, do olho por olho e do dente por dente, encontrara enfim o amor disposto à sublime renúncia até a cruz. Homens e animais assombrados ante a luz nascente na estrebaria assinalaram júbilo inexprimível. Daquele novidável momento em diante, a terra se renovaria. O algóz seria digno de piedade. O inimigo convertersea em irmão transviado. O criminoso passaria à condição de doente. Em Roma, o povo gradativamente extinguiria a matança nos circos. Em sidomo, os escravos deixariam de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales da imundícia. Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade

de ter os olhos vazados pela crueldade dos senhores. Em Jerusalém, os enfermos não mais seriam relegados ao abandono nos vales da imundícia. Jesus trazia consigo a mensagem da verdadeira fraternidade e revelando-a, transitou vitorioso do berço de palha ao madeiro sanguinolento. Irmãos, que ouves no Natal os ecos suaves do cântico milagroso dos anjos, recorda que o mestre veio até nós para que nos amemos uns aos outros. Natal, boa nova, boa vontade. Estendamos a simpatia para com todos e comecemos a viver realmente com Jesus sobre os esplendores de um novo dia. Então, em nome do lar de Jesus, nós desejamos um feliz Natal a todos e vamos convidar Nores para fazer a nossa prece de abertura dos nossos trabalhos. Então, queridos irmãos, vamos nesse momento reunir o nosso pensamento direcionado a Jesus, a espiritualidade, aos mentores dessa casa, Aproveitando esses momentos de encontro, de paz, de serenidade, para mais do que nunca pensarmos em Jesus. Estamos às vésperas do seu nascimento. Natal se aproxima e a gente sente no coração a alegria que nos envolve de lembrar do nascimento daquele menino que veio até nós para nos trazer essa mensagem de amor, perdão, fraternidade, confiança e temos a certeza que ele nos acompanha desde muitos e muitos milênios. Ele acompanha nosso planeta desde os momentos iniciais da criação. Jesus é o governador do planeta Terra, é o nosso amado irmão que veio trazer esse evangelho de luz, de paz e de amor. nesse momento que se aproxima o Natal, que nós possamos na noite de hoje recebermos aqui as bênçãos, a luz, o conforto, a paz e, acima de tudo, como a nossa querida Sônia leu, continuemos aprendendo a amar-nos uns aos outros como ele nos amou. Essa foi a mensagem final depois de sua jornada desde o nascimento da manjedora sublime, que o nosso pensamento, que essas ondas luminosas que podemos emanar através do nosso pensamento focado no bem, possam alcançar todos os nossos irmãos de humanidade. Nosso mundo precisa muito de paz, precisa muito de amor, precisa muito de

luminosas que podemos emanar através do nosso pensamento focado no bem, possam alcançar todos os nossos irmãos de humanidade. Nosso mundo precisa muito de paz, precisa muito de amor, precisa muito de Jesus, precisa muito de evangelho. Jesus possa renascer no coração de cada um de nós e que nós sejamos, embora ainda tão pequenos, elementos capazes de engrossar essas fereiras do bem, levando a mensagem de Jesus a todos os corações. Sabemos que nesse momento que nos traz tanta alegria, é também um momento em que muitos irmãozinhos se sentem abandonados, desesperados, desconsolados. E é especialmente a esses irmãos que nós precisamos reforçar essa corrente de amor para que eles possam receber também essas gotas maravilhosas que vem do Cristo quando ele abre seus braços de luz. Devemos relembrar também Maria, nossa mãezinha espiritual, esse espírito maravilhoso que cuida ainda tanto da humanidade terrestre, que ela possa também nesse momento estar presente dos lares. que não vamos esquecer de ter Jesus nos acompanhando na nossa mesa natalina, sendo com toda certeza nosso convidado de honra e fazendo com que as nossas crianças possam crescer sentindo a presença de Jesus nossos lares. Que a bênção de Jesus, que a paz desse Cristo maravilhoso nos envolva e que nós possamos aqui hoje nessa reunião, neste local que nos traz tanto bem-estar e tantos fluidos restauradores, aproveitar toda essa vibração que circula no ambiente. Que assim seja. Nós agradecemos a Nores, agradecemos ao nosso irmão Roldão, que chegou aqui mais cedo e nos brindou com a sua música. E é muito agradável, né, a gente começar as nossas atividades com música tão envolvente. Então, vou apresentar vocês o nosso palestrante de hoje, é conhecido nosso, né, muito querido, Juliano Fagundes. Juliano é trabalhador incansável do movimento espírita, autor de vários livros com temática espíritas, alguns deles psicografados, outros autorais de pesquisa. E hoje ele vai falar para nós, me lembrei seu tema. Hoje o tema que ele vai trazer pra

espírita, autor de vários livros com temática espíritas, alguns deles psicografados, outros autorais de pesquisa. E hoje ele vai falar para nós, me lembrei seu tema. Hoje o tema que ele vai trazer pra gente, o que é o espiritismo? Seja bem-vindo, Juliano. O que é o espiritismo? Afinal de contas, não é? Na arte divulgação está bem claro, né? O espiritismo seria uma religião, seria uma religião? É uma das perguntas que cabe a resposta aqui hoje, né? Normalmente nas palestras espíritas, geralmente o orador traz todo um panorama complexo e vai tratando aquilo durante a palestra até a gente chegar num resultado mais simples para todo mundo sair com a resposta clara, né? Mas hoje eu pensei em fazer o contrário. Eu pensei em trazer a resposta clara e simples no começo e depois ir complicando até o final da palestra complicar mais. Por quê? Porque o espiritismo, é claro, tem que nos dar respostas. Porque como é uma doutrina positiva, ou seja, com bases positivistas, como afirma Allan Kardec, tem que nos dar resposta clara, objetiva e verdadeira. E ao mesmo tempo temos que sair daqui com algumas coisas para pensar, para refletir depois, né? Porque também o espiritismo não vai nos entregar tudo como se fosse uma temática. Nós também temos que da nossa parte aprender, pensar, refletir e nos desenvolver na nossa compreensão do mundo, não é? Mas enfim, seria o espiritismo uma religião? Ora, essa resposta acho que a gente não precisa nem se aprofundar muito, né? Hoje os próprios espíritas se reconhecem como adeptos de uma religião. Todas as outras religiões reconhecem o espiritismo também como religião. O católico vai dizer que existe uma religião que é espírita, o evangélico também. Além disso, o Estado brasileiro, não é? Ou seja, né, o governo brasileiro já reconhece que o espiritismo é uma religião. Então não há que muito que se debater sobre isso. Inclusive a legislação que incide sobre as casas espíritas é a legislação do terceiro setor que regula as atividades religiosas. Nós somos regulados pela

ão não há que muito que se debater sobre isso. Inclusive a legislação que incide sobre as casas espíritas é a legislação do terceiro setor que regula as atividades religiosas. Nós somos regulados pela mesma legislação que regula outras igrejas e qualquer outra outro culto. Então sim, o espiritismo é considerado uma religião. No entanto, agora é que a coisa começa a complicar. Allan Kardec nunca disse assim: "O espiritismo é uma religião". Ele nunca disse isso. Vocês podem procurar onde vocês quiserem na codificação. O único lugar onde ele fala esse respeito assim com um pouco mais de clareza é lá no livro que é o espiritismo. Lá tem essa pergunta lá. O espiritismo é uma religião? Só que Kardec dá uma resposta invertida. Ele não fala assim: "O espiritismo é uma religião que funciona de tal forma". Não, ele fala assim: "Não é como as outras." Olha o que que ele responde. Não é como as outras. Espiritismo é religião. O que que ele responde? Não. Não como as outras. Porque o espiritismo não tem culto, não tem adoração, não tem ritual, não tem iniciação, tipo assim, um batismo, né? Alguma coisa para iniciar para dizer: "Não, agora você é espírita porque você fez tais coisas e tal". Ou você, por ser espírita, tem que ser obrigado a fazer um monte de coisas e tal, que vai te acompanhar até o fim da vida. Na Igreja Católica a gente tem o sacramentos que vão acompanhando a pessoa até o fim da vida, né? No nascimento até o último suspiro dela aqui na terra, tem os sacramentos a serem cumpridos. Mas o espiritismo tem isso. E foi uma questão tão interessante essa, mas o momento histórico diz muito sobre isso, porque na verdade os estudos sobre o que é uma religião ou a ciência da religião, eles foram ser amadurecidos só no século XX. Nós temos um grande nome na antropologia que é o nome de Mercelad. é um homem que eu gosto muito dele. Eu tenho formação em antropologia e para mim é um autor que eu acho ele excepcional, porque graças a ele hoje nós temos estudos de ciência da religião

de Mercelad. é um homem que eu gosto muito dele. Eu tenho formação em antropologia e para mim é um autor que eu acho ele excepcional, porque graças a ele hoje nós temos estudos de ciência da religião e temos muito bem definidos os critérios para qualquer tipo de crença se tornar uma religião. E é muito interessante isso porque Allan Kardec desenvolveu tudo isso e o espiritismo nos foi apresentado tendo todos os critérios do que seria uma religião no século XX paraa frente. E ele tava no século XIX. Olha que coisa interessante isso, não é? É por isso que Allan Kardec não foi quem escreveu a doutrina espírita, foi só o codificador. Os espíritos sabiam já o que seria uma religião no futuro. Sabiam todos os critérios que seriam utilizados para que uma crença se tornasse religião. E no século XIX, os espíritos colocaram na codificação todos os fundamentos do que depois viria ser reconhecido internacionalmente como religião. Que coisa, né? Que coisa. Quando a gente vai estudando esses temas, a gente vê o quanto que a codificação tava muito à frente do seu tempo. É realmente só uma doutrina com bases espirituais tão poderosas poderia trazer todo esse fundamento muito antes de que mesmo a ciência tivesse noção do que seria religião ou não. Não, o espiritismo se fundamentou como religião. O próprio Allan Kardec teve essa dificuldade de compreender se o espiritismo é relão religião ou não, mas hoje já se tornou. Quando Merc Elí foi então desenvolver todas as bases do que seria uma religião, o espiritismo encaixou em todas em todas as bases e por isso é reconhecido internacionalmente por isso. Se tivesse faltado algum ponto ali, poderia se questionar, mas hoje não se questiona mais. Mas enfim, vou retornar aqui aos aos pontos que tornam a a religião espírita realmente uma uma fé, uma fé religiosa mesmo. Porque é bom a gente tratar desses pontos. É engraçado a gente pensar assim, o espiritismo é uma religião, é, é também uma filosofia, é uma ciência, sim. Penso que todo mundo

, uma fé religiosa mesmo. Porque é bom a gente tratar desses pontos. É engraçado a gente pensar assim, o espiritismo é uma religião, é, é também uma filosofia, é uma ciência, sim. Penso que todo mundo que é espírita já compreendeu isso muito bem, né? Não são poucas as palestras espíritas e os livros que tratam disso. Mas quando alguém nos pergunta assim, por que que o espiritismo é uma religião? Por quê? É difícil a gente explicar, não é? Por quê? É claro que imediatamente na nossa mente vai dizer o seguinte: "Não é porque o espiritismo acredita em Deus ou acredita que existe vida após a morte por causa disso é uma religião." Mas tem gente que não tem religião e acredita em Deus. E tem gente que não tem religião e acredita em vida após a morte. E não tá vinculado a religião nenhuma. Todas as religiões acreditam que existe alguma coisa depois da morte. Não é uma coisa assim própria nossa. E todas as religiões têm que ter uma divindade ou várias divindades, né, a depender da religião que seja, mas tem critérios mais exatos. Então, segundo hoje a antropologia nos apresenta, que determinou essas bases para todo o planeta, vou dizer assim, as religiões têm características muito específicas. Por exemplo, a característica da revelação divina ou da revelação espiritual. Toda religião tem uma revelação que veio lá do além do mundo espiritual, veio de Deus, veio de outro lugar que não humano. Toda a religião tem a sua revelação. O espiritismo tem a revelação, não é a terceira revelação. Olha que interessante isso aí. característica básica pra gente falar de de ser ou não uma religião. Ora, os muçulmanos têm a revelação trazida por Maomé junto do anjo, anjo Gabriel. Os católicos têm a revelação, claro, né, que veio diretamente ali acompanhando o cristianismo. Primeira revelação que veio com Moisés, é considerado revelação, porque do alto do mundo espiritual vem ali os 10 mandamentos. A gente só não sabe se Deus lançou um raio para escrever na pedra ou se Moisés psicografou ali, mas veio de algum lugar

iderado revelação, porque do alto do mundo espiritual vem ali os 10 mandamentos. A gente só não sabe se Deus lançou um raio para escrever na pedra ou se Moisés psicografou ali, mas veio de algum lugar que não era um lugar da terra. Jesus nem se fala, né? anunciação do do escolhido por Deus, o filho de Deus queria salvar a humanidade. Já era isso, já era profetizado milênios antes de Jesus nascer. Se cumprir essa profecia com o nascimento de Jesus, que para nós é a segunda revelação. E é a segunda revelação. E para nós a terceira ainda, que é o advento do espírito de verdade, tá cumprindo esses requisitos que nos sintonizam diretamente a Deus, que nos levam a Deus. A própria palavra religião tem a ver com isso, de nos religar com Deus na etimologia da palavra, quer dizer basicamente isso. Aí outras características de uma religião é essa ideia de transcendência e sagrado. Se nós transcendemos após a vida física, nós estamos caminhando para um princípio religioso. Então nossa alma transcende. Todas religiões vão falar de transcendência da alma, de alguma coisa que nos espera no mais além. E é claro, os aspectos do que é sagrado, daquilo que Deus construiu, Deus tocou, Deus fez. E não é o ser humano que vai desfazer. Nós temos vários princípios. É claro que por ser uma religião e também ser uma filosofia, uma ciência, tem muita gente que nem toca nesses aspectos que seria sagrado ou não ao espírita, mas nós temos pontos que são considerados sagrados, né? A codificação mesmo é é sagrada, é o nosso livro sagrado, é o nosso livro de fé. Nós não mexemos na codificação. Se nós não entendemos alguma coisa que está na codificação, nosso trabalho é o quê? avaliar, estudar, pensar ou então aguardar um momento que possa não ser melhor explicado e não ignorar ou mudar ou cortar ou dizer isso aqui não tem nada a ver. Não é assim. É o nosso livro sagrado, nosso livro de fé. E assim os princípios, princípios que são considerados sagrados. Por exemplo, o princípio da reencarnação é um

er isso aqui não tem nada a ver. Não é assim. É o nosso livro sagrado, nosso livro de fé. E assim os princípios, princípios que são considerados sagrados. Por exemplo, o princípio da reencarnação é um princípio sagrado. Tanto que Kardec chamava a reencarnação de o dogma da reencarnação. Kardec dizia: "Olha, a religião espírita não é dogmática. Dizia assim: "Ah, que uma coisa a gente não vai nem poder tocar naquele assunto porque ele é intocável, porque é um dogma". Não. Mas ele dizia, mas a reencarnação é um ponto que ele é inflexível. A partir da reencarnação, todo o conhecimento espírita ele se desdobra. e se desenvolve só dessa palavra reencarnação. Se a gente pegar a palavra reencarnação e for avaliando ela, a gente chega no conhecimento espírita só através dela. Porque se a gente reencarna, quer dizer o quê? Que a gente que a gente não morre, que só o corpo que morre. Aí o espírito vai pro mundo espiritual. Aí lá no mundo espiritual que que acontece? Porque depois a gente tem que voltar. E o fato da gente voltar nessa situação X, Y, Z, o que que acontece na meio, nesse meio termo que define com o jeito que eu volto? E aí a gente começa a desdobrar todo conhecimento espírita. Vocês veem como é que é? Então, se só do ponto de vista filosófico, a palavra reencarnação, ela já traz todos esses desdobramentos para nós. Por isso que Allan Kardec falava, né, da importância desta palavra, deste conceito para quem é espírita. e assim citando apenas alguns exemplos para nós. No entanto, é por isso que essa palavra ela gerou talvez tanta tanta confusão ao longo dos anos. Ainda hoje a gente percebe muita gente até nas redes sociais debatendo exaustivamente quando se fala de espiritismo. Às vezes, eh, em vídeos espíritas que nós temos na internet, tem muito vídeo espírita, né? Muita palestra espírita. Tem gente lá brigando, mas o espiritismo não é religião. O espiritismo é filosofia de vida, é uma ciência, mas não é religião e etc, etc, etc. Brigando para dizer que não é religião. Mas é porque Allan Kardec, ele

brigando, mas o espiritismo não é religião. O espiritismo é filosofia de vida, é uma ciência, mas não é religião e etc, etc, etc. Brigando para dizer que não é religião. Mas é porque Allan Kardec, ele falou muitas vezes que espiritismo era filosofia ou doutrina filosófica. Ele usou dessa expressão muitas vezes em toda a codificação, ao mesmo tempo que diz que o espiritismo era uma ciência. Allan Kardec falou demais sobre isso aí, sobre a ciência, ciência, ciência. Inclusive ele nos livros da codificação, ele escreve sobre isso. Quando a gente abre o livro dos espíritos, ali Allan Kardec escreve no subtítulo do livro dos espíritos que aquilo ali é filosofia espírita, os princípios da filosofia espírita. Então, a gente já soube desde o começo que o livro dos espíritos era um livro de filosofia. Era muito claro isso aí para Allan Kardec. Inclusive, a primeira pergunta do livro dos espíritos é uma pergunta filosófica. O que é Deus? O que que é uma pergunta da filosofia? Cada campo de ação do espiritismo tem uma pergunta própria. Não sei se vocês sabiam disso. O campo filosófico é o quê? O quê? Porque a filosofia realmente vai dando nome às coisas, determinando o que são as coisas. E logo depois do livro dos espíritos, Alan Kardec lança o livro dos médiuns, que ele já coloca lá, é um manual para médiuns e evocadores, ou seja, é um livro técnico, é um livro científico, é manual, igual manual de montar a televisão, manualzinho lá, liga o cabo aqui, faz isso, conecta aqui, tal, a energia vem aqui, o controle mexe no canal. Então, o livro dos médias é um livro sobre isso, é um manual para que a gente aprendesse a nos conectar ao mundo espiritual. Então, o livro científico, livro técnico que responde à pergunta própria da ciência, que é o como, como que isso acontece, como é que a semente vira vira árvore? É uma pergunta científica. Então, após a gente na filosofia a gente entender o que é uma semente, entender o que é uma árvore, diferenciar as duas, a ciência vem perguntar: "E como é que uma vira outra?

uma pergunta científica. Então, após a gente na filosofia a gente entender o que é uma semente, entender o que é uma árvore, diferenciar as duas, a ciência vem perguntar: "E como é que uma vira outra? Como é que a semente vira árvore?" E a e a ciência vem tratar disso até chegar no terceiro livro da codificação, que é o Evangelho Segundo o Espiritismo. Não precisa nem dizer que é um livro religioso, olha o nome dele. O Evangelho bíblico dos descendentes dos quatro evangelhos, mas a luz do conhecimento espírita que veio nos dois livros anteriores. E aí sim a gente vai ter lá todo o aspecto moral e todos os outros aspectos que dizem respeito à nossa evolução espiritual por si só. Como interpretar as palavras de Jesus, exclusivamente as palavras de Jesus, para que a gente possa alcançar aí essa evolução espiritual. E o que que tá implícito nisso, né? E o livro, o o Evangelho Segundo Espiritismo vem responder à pergunta própria da religião, que é o porquê, porquê das coisas. Então, voltando ao exemplo da semente da árvore, enquanto a filosofia nos diz o que é uma semente e o que é uma árvore, a ciência tá buscando entender como é que a semente vira árvore. Enquanto a religião vai nos perguntar qual que é o sentido disso? Qual que é o motivo disso? É isso que a religião faz. Qual que é o sentido de uma semente virar árvore? Por quê? E porque tem tanta árvore e porque tem tanta semente diferente? E essa pergunta ela é religiosa porque ela busca o sentido das coisas, o motivo essencial delas existirem. É por isso que o ser humano sem religião é um ser humano que tá com a sua essência mutilada. Aos olhos do do espiritismo, o ateísmo é uma aberração que não deveria existir sobre a terra, porque é o fim do ser humano, é o ateísmo. É estranho isso. Não é só sobre o ponto de vista da religião espírita, não. Do ponto de vista da antropologia, o ateísmo é uma aberração. Quem fala sobre isso com muita propriedade é Lev Straus. Lev Straus é um antropólogo muito famoso, inclusive

ta da religião espírita, não. Do ponto de vista da antropologia, o ateísmo é uma aberração. Quem fala sobre isso com muita propriedade é Lev Straus. Lev Straus é um antropólogo muito famoso, inclusive aqui no Brasil. Ele viveu entre muitas comunidades indígenas daqui. Foi um dos fundadores da USP lá de São Paulo. Lev Straus, depois vocês busquem ele. Lev Straus, ele é muito impopular hoje porque ele é pai de um campo de conhecimento chamado de estruturalismo. A doutrina espírita é uma doutrina estruturalista, positivista e estruturalista. Segundo a Augusto Conte e segundo Lev Straus. Por quê? Porque o espiritismo tem princípios que nos dizem o que é um ser humano, como por exemplo as leis morais, que são princípios que nós não podemos evitar eles, nos depararemos com eles em algum motivo. E Lev Stros falava justamente isso. Para sermos considerados humanos, temos que obedecer e atender a certas estruturas básicas. Não é só falar assim: "Ah, eu sou um ser humano". Mas o que que nos faz humanos? É só o corpo, é inteligência? Levo dizia: "Não, existe uma psiquê dentro de nós, um inconsciente coletivo que nós não conseguimos controlar, porque o inconsciente coletivo é isso, né? Aquilo que todo mundo tem, independente de onde você nasceu, você encontra um outro ser humano, nós nos nos compreendemos muito bem. É igual quando duas mães se encontram na fila, né, de algum banco, do supermercado, né, todas as mães sabem o desafio de ter um filho, não sabe? Quando a gente encontra o tamanho para conversar, os assuntos são muito parecidos. Ah, tive dificuldade com aquilo, mas resolvi dessa forma. A outra disse: "Ah, que legal. Eu tive uma coisa parecida, resolvi de um outro jeito". Ah, é assim, também funciona também. Aplica em casa e funciona mesmo. Não é o que que é isso? Isso é o inconsciente coletivo, aquilo que nos faz humanos, experiências compartilhadas. E Lev Estrus vem nos dizer, então, a experiência religiosa é uma dessas que vem através dos mitos, da da crença na transcendência, na crença nos deuses ou

nos faz humanos, experiências compartilhadas. E Lev Estrus vem nos dizer, então, a experiência religiosa é uma dessas que vem através dos mitos, da da crença na transcendência, na crença nos deuses ou em Deus, nessa fé que a gente não sabe de onde vem, que ela é a segunda lei moral, que é a lei de adoração, e que vai dizer que ter fé faz parte de ser humano e ter religião faz parte de ser humano. Portanto, é a dica da própria ciência para nos colocar em conexão com a fé religiosa, conexão que nos valoriza dentro do próprio espiritismo, né? É importante a gente ter essa fé ardente dentro de nós para tudo o que a gente precisar. Então, sim, o espiritismo ele é uma religião. É claro que é uma religião, mas que agora vou entrar em outra questão para complicar um pouquinho mais. É religião, mas não é religião. Mas por que que não é religião? Porque é religião para nós que estamos encarnados. Para quem é desencarnado, o espiritismo não é religião, é a vida deles que nós estamos estudando. É como eu aqui no Brasil estudando a vida de quem tá nos Estados Unidos. Eu chamo isso aqui de religião, mas o norte-americano chama quê? Não, aqui é a minha vida, mas eu chamo de religião. Éí mais ou menos isso que o espiritismo ele é. É nesse ponto que o espiritismo não é religião. Para os desencarnados não é uma religião. É como se nós estiver fôssemos, não é fazendo uma comparação assim um pouco grosseira, mas é como os espiritos nos olham e nos vê como estudantes do espiritismo, nos vê como estudantes das ciências biológicas, das ciências físicas, químicas, ciências matemáticas, só que do mundo espiritual. Para nós que estamos encarnados, é, aqui é uma religião, para nós faz muito sentido, porque é o estudo o quê? Do pós-vida. É o estudo das relações entre encarnados e desencarnados. é o conhecimento da vida dos espíritos, que para eles é já a vida deles mesmo. Olhando por esse ângulo, vocês vão compreender melhor. Quem já leu aqui alguma obra espírita, já deve ter percebido que nas obras ou

mento da vida dos espíritos, que para eles é já a vida deles mesmo. Olhando por esse ângulo, vocês vão compreender melhor. Quem já leu aqui alguma obra espírita, já deve ter percebido que nas obras ou de André Luiz, por exemplo, você tem padres no mundo espiritual, pessoas que se consideram padres, sacerdotes. Ué, mas a pessoa tá no mundo espiritual, sabe que existe reencarnação, sabe que a vida continua, que não existe céu, que não existe inferno e tal, mas a pessoa continua católico? É, nas nossas reuniões mediúnicas, mas elas se apresentam pessoas de todo quanto é religião. Se apresentam lá judeus, se apresentam lá árabes, se apresentam indígenas, os cabôclos, se apresentam negros que já foram escravos, se apresentam como preto velhos, não é? se apresenta dessa forma para nós. E há padres e há freiras e eles são todos espíritos que conhecem reencarnação, vida após a morte, lei de causa e efeito, Allan Kardec, etc. Mas mantém a religião deles. Quem já leu o livro Memórias de um suicida, já viu lá os indianos trabalhando com Maria de Nazaré no resgate de alguns suicidas que já estejam um pouco melhores para serem acolhidos. Ué, mas esses indianos lá vivendo a vida que o espiritismo explica, mas continuam sendo indianos lá, adeptos da cultura indiana. Sim, continuam. É muito provável que os religiosos que cheguem no mundo espiritual mantenham a sua fé ainda justamente por causa disso. Então é nesse ponto, olhando do ponto de vista espiritual que o espiritismo não é uma religião. No entanto, existem espíritos que se apresentam como espíritos espíritas. Aí eles falam: "Não, um espírito espírita". Bezerra de Menezes é um caso desse. Bezerra de Menezes já se apresentou muitas vezes na nossa casa de espírita, já nos transmitiu recados ou falados ou escritos e ele sempre a finaliza dizendo: "Olha, um espírito espírita" e outros também que de vez em quando aparece por lá, ele quer quer deixar bem claro, né, que ele é o espírita. Ou seja, não é só porque eles acreditam na

finaliza dizendo: "Olha, um espírito espírita" e outros também que de vez em quando aparece por lá, ele quer quer deixar bem claro, né, que ele é o espírita. Ou seja, não é só porque eles acreditam na doutrina espírita, porque doutrina espírita é a verdade, né? É a verdade da vida deles. Claro que eles acreditam em espiritismo, mas quando ele diz que é espírito espírita, é porque ele é trabalhador do movimento espírita. Daí já é diferente. Não quer dizer exatamente que ele é um adepto do espiritismo, porque o espiritismo é a vida dele. Ele vai ser adepto do espiritismo, querendo ou não. Não é porque é a vida dele. Mas quando ele se apresenta como espírito espírita, é porque ele é trabalhador ou da casa espírita, ou do movimento espírita ou do movimento federativo, vinculado aí à FEGO ou a FEB. Então se apresenta dessa forma que fica mais fácil a identificação. E para nós depois quando nós desencarnarmos, talvez muitos de nós vai se apresentar dessa forma aí se formos convidados em alguma reunião mediúnica para falar alguma coisa, né? Olha, sou um espírito ou espírita e nos dá, né? E podemos dar as recomendações que julgarmos aí necessárias. Importante é que a gente leve para casa todas essas questões pra gente amadurecer elas aí durante os nossos dias, o nosso trabalho. Enquanto religião, o espiritismo ele é claro, não é dizer que ele nos cobra, mas ele nos esclarece, ele nos instrui sobre tudo que uma religião precisa trazer para nós, sabe? justamente é esse aspecto religioso que tanto nos sustenta, é esse aspecto religioso que faz tanta falta no mundo todo. Muitas pessoas degladiando em nome da matéria, degladiando em nome de interesses próprios, do egoísmo, se esquecem dessa transcendência, do porquê das coisas serem assim. É só o campo religioso que vai nos colocar para pensar o porquê. E esse porquê nunca será assim, culpa do meu vizinho, culpa da minha esposa, do meu marido, culpa do governo, culpa não sei de quem. Esse porquê não é esse porquê que o espírito nos diz, é um

porquê. E esse porquê nunca será assim, culpa do meu vizinho, culpa da minha esposa, do meu marido, culpa do governo, culpa não sei de quem. Esse porquê não é esse porquê que o espírito nos diz, é um porquê cósmico, é um porquê espiritual, é um porquê que diz respeito à evolução espiritual. A evolução espiritual, que é uma escola que nós frequentamos, é a criança que tá no sentada lá na escolinha pensando assim: "Por que que eu tenho que aprender a escrever? Ah, porque meu pai quer, porque minha mãe quer que eu escreva. Ah, porque o governo obriga a gente a estudar, porque não sei. Não é aí que a gente vai encontrar as respostas. É a mesma situação é a nossa aqui na Terra. Não, não é por isso. Não é por aspectos exteriores. Aí a criança tem que olhar pro papel e dizer: "Não, eu tenho preciso aprender a escrever porque vai ser bom para mim". Não é porque meu pai me obrigou, minha mãe me obrigou, não. Porque vai ser bom para mim. Porque assim, vou ser mais inteligente, mais capaz de me comunicar, mas ser mais capaz de compreender o mundo e e vai ficar mais fácil das pessoas me compreenderem se eu souber ler e escrever. E eu vou entender melhor as coisas do mundo, porque eu vou ter acesso a conhecimentos que ninguém tem porque eu sei ler. E eu vou compreender as grandes mentes que passaram pela terra, porque eu vou saber ler e se eu me julgar capaz e te vou também escrever. E assim o espírita deve encarar os seus desafios. Não é culpar quem tá lá fora. Não, não. Por que que eu tô aqui desse jeito? Por quê? É isso que a religião faz. Ah, então por que que eu nasci nesse país, nessa cidade, desse jeitinho com esse corpo, desse jeito aqui, com essa situação? Ah, é porque o o governo, é porque o meu vizinho, é porque o crime, é porque a droga. Hum. Se começar por esse caminho, você já tá indo pro rumo do ateísmo, o tal do materialismo dialético, né, que é a doutrina materialista que tem dominando muitas, muitas mentes por aí, né? Tudo vem da matéria. Não, não. Pense no seu desafio pessoal. Não, porque

ateísmo, o tal do materialismo dialético, né, que é a doutrina materialista que tem dominando muitas, muitas mentes por aí, né? Tudo vem da matéria. Não, não. Pense no seu desafio pessoal. Não, porque assim eu aprendo a ter mais paciência, porque assim eu aprendo a ter mais fé, porque assim eu aprendo a trabalhar com mais afinco, porque assim eu aprendo a respeitar, a calar, ou porque assim eu desenvolvo melhor a minha inteligência. A gente tem que jogar os desafios é paraa nossa evolução, pro nosso desenvolvimento. Assim fica mais fácil. É isso que a religião vai fazer conosco. É por isso que esse afastamento da religião tem que causar tantos transtornos, né? Tanta revolta, né? Pessoa sem religião fica muito revoltada porque perde uma parte da sua essência, uma parte da sua alma, uma parte do seu ser é jogada no lixo. Quando a pessoa diz: "Não, eu não gosto de religião ou não quero religião. Eu acho uma bobagem religião, né? Era a nossa salvação. Esse essa gota de fé é a nossa salvação. Agora, ainda existe uma outra questão. E se de repente a gente vê uma outra religião por aí, como é que a gente vai saber se isso é uma religião de verdade ou não? Será que a gente saberia identificar uma outra religião ou não? Porque existem seitas que parecem religião. Já ouvi ele falar a palavra seita? Ela não é uma palavra pejorativa. Ela não quer dizer que é uma coisa podre, uma coisa errada. Não, não é. Porque toda religião meio que já foi uma seita antes de se tornar religião. A própria Igreja Católica, ela foi uma seita do judaísmo antes de ser igreja católica. Começou como uma seita. Os judeus que aceitavam Jesus iriam se tornar cristãos, que ali foi o o berço da Igreja Católica. Tanto que o apóstolo Tiago, ele dizia o seguinte: "Olha, antes de você aceitar Jesus, você tem que aceitar o judaísmo." Falava isso para os pagãos, os povos que não eram ali daquela região. Então, a pessoa dizia: "Nossa, Jesus é legal, gostei, como é que eu faço para ser cristão?" Aí Thiago dizia: "Bom, primeiramente é o

lava isso para os pagãos, os povos que não eram ali daquela região. Então, a pessoa dizia: "Nossa, Jesus é legal, gostei, como é que eu faço para ser cristão?" Aí Thiago dizia: "Bom, primeiramente é o seguinte, vamos estudar as normas aqui do judaísmo, os nossos rituais, etc, etc, etc. Aí a gente faz o batismo do judeu para depois fazer o batismo do cristão. É um processo duplamente complicado, né? Paulo de Tar já não achava que seria legal, não. Paulo de T dizia o seguinte: "Tiao, para com isso, meu irmão. Deixa o cara ser cristão logo de uma vez. Para que você quer forçar o cara a ser judeu, fazer circuncisão, esse trem tudo, para depois o cara aceitar Jesus? Não, bota ele direto com Jesus. Tanto que Paulo de Tarso, os apóstolos, eles se desentendiam muito, não dava para eles viver juntos. Paulo de Tars foi viver a vida dele já com os pagãos diretamente, pregando diretamente sobre Jesus a eles. Existem muitas seitas, inclusive se a gente vai caminhando, a gente vai ver, por exemplo, eh, o caso dos evangélicos também. Os evangélicos eles começaram como uma seita da Igreja Católica, um um núcleo que não concordava com tudo, que queria um jeito diferente de fazer as coisas, de divulgar a Bíblia. Começaram com uma seita. Aí a gente tem esses nomes muito famosos aí, Martinho Lutero, Calvino e etc, etc., né? Que foram pensadores na época que que forçaram uma ruptura. E essa seita se desvinculou e virou uma religião muito própria, com bases muito próprias. E assim as religiões vão se diferenciando. E nós temos esse fenômeno acontecendo com o espiritismo. Também temos seitas espíritas já que não se vinculam ao espiritismo, que questionam muita coisa, mas que tem vivido em núcleos muito muito agregados ao espiritismo. A gente tem esses dias eu descobri uma seita muito interessante chamada de Icel. Não sei se vocês já ouviram falar dela, depois vocês olham na internet. IU. Vou tentar falar aqui o nome. É Igreja Cristã Espírita Ecumênica Universal. Olha o nome. Igreja Cristã e espírita

a de Icel. Não sei se vocês já ouviram falar dela, depois vocês olham na internet. IU. Vou tentar falar aqui o nome. É Igreja Cristã Espírita Ecumênica Universal. Olha o nome. Igreja Cristã e espírita Ecumênica Universal. Eles tem site. Eles se fundamentam em Allan Kardec, em tudo que eles pregam, mas com uma perspectiva muito própria, muito própria. Vale a pena a gente conhecer, mas é claro, né, que eles não vão seguir tudo que a doutrina espírita prega. como se diz assim, n são muito seletivos com o conteúdo espírita que atenda ali a visão deles de mundo, né? A gente tem esse caso que é um caso muito interessante. Um outro caso também que tá sendo estudado aí, né, que é o caso dos espíritas à esquerda, que é um uma seita que saiu do espiritismo, que saiu do movimento espírita e eles aceitam tudo que tem a ver com o espiritismo, desde que seja endossado por Carl Marx, por exemplo. Então eles não aceitam muita coisa que Kardec fala, eles têm muita dificuldade com as obras de Chico Xavier, aceita quase nada de Chico Xavier, questiona muita coisa da codificação. Então eles são muito seletivos, eles pegam as coisas do espiritismo desde que interesse a a essa vertente política, né? É um é uma é um uma seita política, mas com base espírita, com fundamento espírita. Tem feito muito sucesso. Todas essas seitas fazem sucesso porque atendem a as suas bolhas, né? Tem gente que tem dificuldade de entender leite causa e efeito, tem gente que tem muita dificuldade de compreender as coisas e acaba ficando nas bolhas, né, fechadas. Mas é exemplos que estão acontecendo. Pode ser que esses seitas se tornem religiões no futuro, pode ser que surjam. Não são, não serão espíritas, é claro, porque o espiritismo ele é exclusivo com base exclusiva da codificação kardequiana, com a codificação de Allan Kardec, não é? As cinco obras da codificação com a sua pureza, com a sua idoneidade, com a sua originalidade, para que a gente possa estudar a partir daquilo, né? Mas eu acho que o assunto,

o de Allan Kardec, não é? As cinco obras da codificação com a sua pureza, com a sua idoneidade, com a sua originalidade, para que a gente possa estudar a partir daquilo, né? Mas eu acho que o assunto, basicamente, os pontos principais, eu acho que nós já conseguimos expor aqui hoje, né? Muita coisa para pensar, né? Ou seja, vocês vem como esse mundo é um mundo dinâmico, é muito dinâmico, né? Não para. Amanhã podem surgir outras denominações baseadas, por exemplo, na na fé espírita. De repente pode surgir o seguinte, né? a casa espírita do passe e vai ter só passe lá. O centro espírita da fluidificação, leva só vai ter passe e água fluidificado. O exemplo, um exemplo, não é? Não são seitas que se baseiam no espiritismo. E assim que assim que as religiões às vezes vão se quebrando e dando origem a outras religiões. É um fenômeno muito dinâmico, mas o recado aqui, na verdade, é para que a gente não se perca. a gente não perca o nosso foco. Ah, porque a gente vê um um uma crença ali que é baseada em espiritismo, de repente a gente pode achar que é um grupo espírita mesmo, né? E às vezes não é. É mais um aceito, um núcleo que tá se desvinculando, tá sendo formado e vai embora para virar outra coisa. Assim como a Igreja Católica se desvinculou do judaísmo e a Igreja Protestante Evangélica se desvinculou da Igreja Católica, tem grupos que já estão desvinculando do movimento espírita, do movimento federativo, estão virando outras coisas. É um mundo muito dinâmico, não é? Não para a evolução, não para. As pessoas também querem viver os seus personalismos de outra forma, viver suas ideias próprias de outra forma. A gente é espírita, pelo menos eu fico muito contente de ver o quanto que a nossa doutrina ela é sólida, ela é firme, ela é boa, o quanto que ela nos educa e tem bases muito muito corretas e muito exatas, né? Ou seja, tem um desenho muito certo da doutrina espírita para que a gente não precise fugir muito, né, das nossas concepções. Mas eu acho que o recado é esse, né? É

muito corretas e muito exatas, né? Ou seja, tem um desenho muito certo da doutrina espírita para que a gente não precise fugir muito, né, das nossas concepções. Mas eu acho que o recado é esse, né? É que a gente olhar pro mundo agora com esse olhar atento, mas com esse olhar cheio de fé, sabendo que a codificação ela veio para nós mesmo, sabe? Pra nossa evolução. É a verdade que chegou para nós. É a verdade da vida após a morte. É a verdade da vida espiritual. E a verdade que Jesus quis nos dar. Quem ainda não leu os livros de Allan Kardec, leia. Não é livro pra gente ler só em grupo, não. A gente pode ler eles em casa. Ler em casa com calma, ler um pouquinho por dia. Lá em casa a gente tem esses momentos de estudo. Nós lemos o Evangelho no culto, mas a gente abre com o livro dos espíritos. Na casa espírita a gente tenta ler os outros livros da codificação. Em casa, em outros momentos, antes de dormir, a gente faz a leitura dos outros livros. A gente tenta encontrar esses momentos para ir agregando, né? eh o estudo de todos os livros. E eu fico muito feliz de ver o quanto que esses estudos são ricos, né? Eu mesmo já tenho, se não me engano, 15 anos que eu estudo o livro dos médiuns e já estive já várias vezes em dois grupos ao mesmo tempo estudando o livro dos médiuns. É um livro fantástico. Talvez eu tenha lido o livro dos médiuns mais que o Evangelho Segundo Espiritismo que tem culto lá em casa toda semana. E é um livro maravilhoso que nunca se esgota. Tá sempre um fenômeno que a gente observa no mundo, a gente olha pro livro e fala assim: "Olha só, tá aqui narrado." É uma experiência maravilhosa a gente poder crescer e viver lendo sempre e relendo muitas vezes, sabe? Por mais que muita gente eh diga assim: "Olha, o espírito é bom e que estuda muito, é o que lê muito o livro". A gente ouve muito isso aí, né? Ainda a pessoa que se julga muito estudiosa porque lê muitos livros. Quando na verdade é mais é o inverso. O ideal é que a gente leia o mesmo livro mais de uma vez.

o". A gente ouve muito isso aí, né? Ainda a pessoa que se julga muito estudiosa porque lê muitos livros. Quando na verdade é mais é o inverso. O ideal é que a gente leia o mesmo livro mais de uma vez. que a gente leia esse livro uma, duas, três, que a gente leia André Luiz uma, duas, três vezes, que a gente sempre retorne a Emanuel, sempre retorne ao Chico, retorne à codificação e vamos lendo e relendo. Cada momento da nossa vida a gente tem uma maturidade diferente. Uma passagem que a gente leu hoje, amanhã ela adquire uma riqueza diferente, porque é leitura pra nossa alma, né? É leitura paraa nossa alma, é leitura pro nosso futuro. E o nosso futuro ele é infinito, né? Viveremos para sempre. Então nunca é demais, né? Vou encerrar por aqui, gente, que já tá na minha hora. Olha, quero agradecer muito a oportunidade, agradecer a casa pelo tema, que é um tema interessantíssimo, né? E pela oportunidade de estar aqui hoje com vocês, gente. Que Jesus nos abençoe muito aí durante essa semana, que é semana de Natal, tá? Então vamos tentar levar uma semana harmônica, que a gente não caia nessa besteira de falar assim: "Ah, eu não vou me reunir com meu parente porque ele votou no fulano e eu gosto de voltar no ciclano e aí não vou lá na casa dele não. A gente não cai nessa besteira porque o nosso único partido é o partido de Jesus. É só esse é o partido que é o nosso. Se a gente botar um na frente desse, a gente deixa de ser cristão, deixa de ser espírito, vamos ser fulano ou se fulano. Tá bom, gente? que possamos ver um Natal em paz e tentemos pacificar nossos corações. Muito obrigado. Queremos agradecer aqui o Juliano que falou muito bem, esclarecendo um pouco sobre esses aspectos da doutrina espírita, que é a ciência, religião e filosofia, para que a gente possa realmente entender um pouco mais sobre a nossa religião e como eh vermos, né, de forma mais diferenciada o quanto o espiritismo que codificado por Kardec que nos deixa eh mais tranquilos e mais serenos, né, durante a nossa caminhada.

sobre a nossa religião e como eh vermos, né, de forma mais diferenciada o quanto o espiritismo que codificado por Kardec que nos deixa eh mais tranquilos e mais serenos, né, durante a nossa caminhada. Bom, gente, queremos aqui mais uma vez é agradecer ontem pelo trabalho, algumas pessoas que estiveram conosco no trabalho aí da entrega das cestas natalinas. foi uma campanha muito eh vultosa. Eh, entregamos mais de já mais de quase 300 cestas e a gente fica muito feliz com o trabalho de todos que colaboraram, que ajudaram e que fizeram que com que isso acontecesse. e também desejar a todos, né, um bom Natal, que todos possam se comunhar com as suas famílias e que possam ter um Natal de alegria e como foi falado aqui na semana passada, que Cristo esteja sempre presente e lembrarmos sempre dessa mensagem que é o que precisamos comemorar o nascimento de Jesus, tá? Então, boa noite a todos e queria que a Nores fizesse a prece de agradecimento e cerramento. Ah, já. Ah, então tá bom. Desculpa, eu não vi, cheguei mais atrasado. Eh, eh, Sônia, você faz para nós, então faz pra gente. >> Boa noite, irmãos. Então, com os nossos corações vibrando nessa energia de muita luz, de muito amor e fraternidade nessa semana de tanto amor e aconchego, que é a semana do Natal. E depois de ouvirmos tantas palavras de amor, de carinho, de fraternidade, nós agradecemos ao nosso mestre Jesus e rogamos que ele estenda sobre nós as suas mãos curadoras, nos amparando, nos fortalecendo, nos tornando mais fraternos, não só no Natal, mas por toda a nossa caminhada. Agradecemos, ó Pai, a nossa doutrina tão esclarecedora e rogamos a sua luz de amor e proteção para todo o nosso planeta Terra, para todos os nossos irmãos que ainda não conhecem. a sua luz e o seu amor. Gratos, ó Pai, por tudo. A todos um Natal de muita paz, de muito amor e muita luz. Que assim seja, amado mestre Jesus, todos agora lembrando da sua imagem que nos transmite paz, equilíbrio e, acima de tudo, Senhor, esperança. Rogamos que as suas luzes

paz, de muito amor e muita luz. Que assim seja, amado mestre Jesus, todos agora lembrando da sua imagem que nos transmite paz, equilíbrio e, acima de tudo, Senhor, esperança. Rogamos que as suas luzes de amor e de saúde atinja todos os nossos amigos que estão no tratamento espiritual. que neste momento eles recebam a energia necessária para a sua recuperação. Pedimos, Senhor, [música] nesse momento, tantas dificuldades pra humanidade, que cheguem a todos a sua energia curadora, todos enfermos em geral. Pedimos, Senhor, que a sua luz, o seu amor atinja os desencarnados que estão na nossa lista, que eles possam receber neste momento paz e equilíbrio e o consolo. Pedimos, Senhor, que as suas [música] energias maravilhosas fluidifiqu essa água. Que todos aqueles [música] que fizerem uso possam receber toda a energia necessária. Vamos agora para alguns minutos fechar os nossos olhos e fazer uma prece em silêncio. Peço, Senhor, suas bênçãos para todos os trabalhadores dessa [música] casa, especial aqueles que estão agora enfermos, necessitando do seu amparo. E vamos agora fazer a nossa prece de encerramento. Jesus amado, rogamos neste momento que o Senhor fortaleça cada um de nós nessa senda que estamos seguindo. Que nós possamos ter o entendimento da importância desse momento e que cada espírito possa tirar o proveito necessário para sua evolução. Sabemos que acima de tudo não estamos desamparados, mas que possamos ter fé, esperança e paz para transpormos essa fase que passamos da nossa existência. Que as suas luzes derrame sobre toda a humanidade, Senhor. Que cada coração que esteja em sofrimento receba o calor do seu amor e possa ser um bálsamo nessa fase, nessa travessia que todos estamos passando. nós em momento algum, Senhor, possamos perder de vista a luz do farol do teu evangelho, que ilumine nossos caminhos e que nos mostre, Senhor, hoje e sempre que sem caminharmos em seus atrás dos seus passos, não chegaremos nunca ao que nós necessitamos, que só o evangelho, o amor e a fé

, que ilumine nossos caminhos e que nos mostre, Senhor, hoje e sempre que sem caminharmos em seus atrás dos seus passos, não chegaremos nunca ao que nós necessitamos, que só o evangelho, o amor e a fé e que nos dará força nesses momentos. Obrigado por tudo, por essa semana e proteja e ilumine a todos. Que assim seja.

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