A DOR DA ESCASSEZ E A RIQUEZA DO APRENDIZADO - Roberta Assis [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 26/03/2026 (há 1 semana) 45:36 780 visualizações

👍 Se você gostou, deixe seu like e comentário! 💬 🔄 Compartilhe o vídeo e se inscreva no canal! 📲 ✨ Sua interação é importante e ajuda o vídeo a ser sugerido para mais pessoas! 🙏 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 👥 Seja membro do canal: https://www.youtube.com/channel/UC1clNlD8PZc6XC4ZFfOf9PA/join 💙 Ao se tornar membro, você apoia a produção de mais conteúdo Espírita, ajudando nossa Comunhão a crescer e alcançar mais pessoas. 🌟 Junte-se a nós e faça parte dessa jornada de luz e conhecimento! ✨ ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ ⚠️ Aviso de Direitos Autorais: Este vídeo é original e pertence ao canal da Comunhão Espírita de Brasília. 📹 A reprodução não autorizada deste conteúdo pode resultar em uma reclamação por direitos autorais e a aplicação de sanções pelo YouTube. ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📲 Receba as notícias da Comunhão Espírita de Brasília no seu WhatsApp! 🔔 Inscreva-se no canal da Comunhão Espírita: https://whatsapp.com/channel/0029VaKXCKCFcow3x3c3mk2P ✨ Fique por dentro das novidades e conteúdos! ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ 📺 TV Comunhão - Inscreva-se e acompanhe nossos canais no YouTube! 🌟 Deixe seu like e ative as notificações para ficar sempre atualizado sobre tudo o que acontece na Comunhão Espírita de Brasília! 💡 O canal da Comunhão Espírita de Brasília oferece conteúdos transformadores e educativos sobre Espiritismo e espiritualidade, abordando temas como autoconhecimento, reforma íntima, vida após a morte, e a prática do amor e da caridade. Com palestras, entrevistas, estudos e reflexões inspiradoras, nossos vídeos promovem o esclarecimento espiritual e fortalecem a conexão com a fé e o bem. 🔗 Nossos Canais: 📖 Comunhão Espírita de Brasília (Palestras e Lives) - https://www.youtube.com/comunhaoespiritadebrasilia?sub_confirmation=1 🎥 TV Comunhão (Projetos e Programas Espíritas) - https://www.youtube.com/tvcomunhao?sub_confirmation=1 🔴 TV Comunhão 2 (Transmissão 24 horas e mensagens espíritas) - https://www.youtube.com/@TVComunhao2?sub_confirmation=1 👧 TV Comunhão Kids (Canal Infantil) - https://www.youtube.com/tvcomunhaokids?sub_confirmation=1 🙏 Inscreva-se agora e faça parte dessa jornada de conhecimento e transformação espiritual!

Transcrição

Foi nessa casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando [canto] amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, mesmo tão [canto] longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [canto] entendi qual o [música] valor dessa missão. [música] Foi nessa casa [canto] que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, [música][canto] vibrando luz, buscando a [canto] ti, buscando >> a ti. Boa tarde, amigos, que ainda é uma tardezinha, né, no meu aqui é boa tarde ainda. É doce paz Jesus esteja com todos nós aqui da salão, aqueles que estão nos ouvindo, aqueles que irão nos ouvir. Então a gente começa esse momento muito felizes, né? Como eu sempre falo para vocês, é uma família das 18 horas. A gente já acostumou nesse momento e é uma satisfação tão grande quando não pode subir. Eu falei que eu viajei, juro como que eu fiquei um pouquinho de inveja de do pessoal que tava aqui. Eu não estava porque é tão bom essa relação entre nós, né? Tão saudável. É um um dando, fornecendo energia pro outro e acredito que os de ouvem também comunga dessa boa energia que nós temos aqui. Vamos fazer uma breve leitura para depois a gente passar a palavra pra Roberta, que hoje ela que vai blindar, nos blindar com a sua fala. É, conselhos úteis, né, da dona da Hilda Alonso pelo espírito Hilda Pereira Magalhães. Eu fala que o tempo, tempo e urgência, não te detenhas em alguns aspectos menos agradáveis da vida cotidiana. Ao contrário, valoriza as conquistas que tens alcançado, os benefícios que vêm sendo distribuídos a ti e a todos que compõem a tua pequena sociedade. Tem jorrado muitas graças que só a bondade divina pode permitir que te alcancem. Reconhece que nem sempre tens merecido os cuidados e desvelos que te vêm sendo proporcionados. Esforça-te um pouco mais para seres realmente digno de tudo que a providência divina tem te enviado. Para isso, sacrifica os teus sentimentos menos dignos. Controle os teus pensamentos poucos construtivos e sobretudo busca fazer o bem o mais que puderes para que te sintas confortável

tem te enviado. Para isso, sacrifica os teus sentimentos menos dignos. Controle os teus pensamentos poucos construtivos e sobretudo busca fazer o bem o mais que puderes para que te sintas confortável perante a justiça divina. Não esqueças que o tempo urge e precisa aproveitar todas as oportunidades que a vida terrena ainda tem para oferecer. Não deixes passar um momento sequer inútil no serviço, na conquista de algumas, alguns valores morais para o teu espírito que está sequioso de evolução. Então é uma mensagem para nós, né? Tempo e urgência. O tempo ele não para para esperar, a gente tá crescendo e ele vai, ele vai andando, nós que temos que crescer junto com ele. Bom, vamos fazendo nossa prece para começar esse, já começamos esse momento, mas que é aquela prece de agradecimento por estarmos aqui, podermos ter chegado a essa casa de estarmos aqui, né, banhados por essas bênçãos, né, que o que a espiritualidade nos propõe, nos oferece, nos oferta a oportunidade de aprender mais um pouco com a fala da Roberta. E assim nós começamos muito, mas muito agradecidos, mas sempre rogando que a gente possa aproveitar cada minuto da nossa existência. E este é um minuto precioso, ele não volta atrás. Então, que a gente fica nessa serenidade, nesse acolhimento amoroso da espiritualidade, para que nós possamos aprender um pouquinho mais daquilo que a vida nos ensina, que as pessoas nos ensina. Graças a Deus e graças a Jesus. Bom, amigos, hoje a Roberta tá vai falar para nós que é um tema lindo, lindo, lindo. Eu tenho certeza que vai ser muito bonita a fala dela. A dor da escassez, a dor da pouca coisa e a riqueza de aprendizado, do aprendizado. Então, a fala tá com ela. Sua aguinha, sua aguinha tá aí, Roberto. Olá, sejam todos e todas muito bem-vindas e bem-vindos. Que eu tava ouvindo ali a Rute falar, né, que a gente consiga aprender, né? Acho que todos nós que temos o privilégio Oi. Todos nós que temos o privilégio barra a responsabilidade, né? Porque de vir aqui e conversar um pouco, né?

e falar, né, que a gente consiga aprender, né? Acho que todos nós que temos o privilégio Oi. Todos nós que temos o privilégio barra a responsabilidade, né? Porque de vir aqui e conversar um pouco, né? Então a gente é como um monitor de turma ou um estagiário, né? que a gente estuda e vem aqui compartilhar o que a gente estudou, eh, que quem vai ensinar a gente hoje mesmo é a dupla, né, Vinícius e Jesus. E fica sempre, né, o desejo de que a gente consiga aprender aquilo que a gente tá tentando compartilhar, né, nessa noção e nessa dimensão. Sempre gosto de sublinhar isso, né? Nós que estamos aqui, que trabalhamos, somos somos tão necessitados ou mais necessitados do que todos que aqui chegam pedindo ajuda, né? Então, estamos todos em pé em situação de igualdade perante a providência, a justiça e a misericórdia divinas. Eh, e hoje a gente vai conversar um pouco exatamente sobre isso, né? Vinícius vai nos chamar nessa reflexão e é importante que a gente dê uma parada para ressignificar a existência a partir do essencial. E qual é o essencial? O espírito que somos. Estamos na matéria. Experimentamos a vida material. Ela é importante, bastante significativa para nós, mas ela é passagem, ela é parte da nossa jornada, da nossa estrada que a gente não cansa de repetir. Começou antes do berço e se estenderá para além do túmulo. Então, é nesse lugar de relativização dos nossos problemas diante da realidade, do ser espiritual que nós somos. que essa conversa hoje vai se desenvolver. Eh, e o Vinícius, ele é bem, esse é um capítulo, né, tá lá no livro Emorno do Mestre, é um capítulo bastante provocador. Como a gente encarna e a nossa vida, né, encarnados, ela é bastante demandante e os problemas que nós enfrentamos muitas vezes eh são bastante desafiadores. Às vezes é difícil pra gente dar um passo atrás e enxergar o contexto, o contexto espiritual. Então, a gente acaba dando a matéria um lugar eh de importância exagerada. E é preciso que a gente tenha cuidado, não é que não tenha importância

so atrás e enxergar o contexto, o contexto espiritual. Então, a gente acaba dando a matéria um lugar eh de importância exagerada. E é preciso que a gente tenha cuidado, não é que não tenha importância a matéria, as questões materiais, sejam elas, né, de poder ou de dinheiro. Não é que isso não tenha importância também, não é que não tenha importância nenhuma para o espírito, porque senão as nossas, né, nós não seríamos chamados a encarnar numa situação assim, mas é uma questão de entender que é uma importância relativa. E aí a gente vai aprender a situar exatamente a fala do Cristo ao nosso coração, que não se pode servir a Deus e a mamã, não se pode servir a Deus e a riqueza simultaneamente como dois senhores. Veja senhores, a quem a gente obedece, quem serve a quem? Se nós optamos por servir a matéria, é ela que rege as nossas decisões e nós seremos estaremos fadados à desilusão, porque a matéria é, em última análise, uma ilusão. logo adiante, todos nós, mais cedo ou mais tarde, seremos chamados a retornar até o corpo que nós estamos utilizando agora, né? Porque nós não somos esse corpo. Nós estamos nesse corpo, muito embora ele pareça ser o tudo que há da realidade, mas nós só estamos ocupando, né, nos utilizando deste desse conjunto, a nossa consciência encarnada, mas até o corpo a gente vai ter que entregar. Então, a realidade ela está mais além do que a matéria. Mas nesse nosso sono encarnados, muitas vezes a gente esquece disso e deixa com que a matéria e seus chamados reja seja a regente da nossa existência e das nossas escolhas. E aí nós nos iludimos e toda vez que a gente se ilude, inevitavelmente contrataremos para algum momento da nossa existência processos de retorno à realidade, processos de desilusão. Então, processos de desilusão são bastante difíceis de atravessar. Todos nós passamos por eles, mas eles são benéficos. Eles nos ajudam a restaurar o contato com a realidade. Se a gente se dispuser a viver esses momentos com honestidade, se dispuser a conviver com essas

os nós passamos por eles, mas eles são benéficos. Eles nos ajudam a restaurar o contato com a realidade. Se a gente se dispuser a viver esses momentos com honestidade, se dispuser a conviver com essas lágrimas pelo tempo que for necessário, as lágrimas da desilusão e recolocar os nossos parâmetros de existência no ser espiritual que nós somos, nós saímos deste processo mais maduros. mais equilibrados, mais experientes e melhores. Então, os processos de desilusão são, no fim das contas, processos de cura também. Mas voltando aqui ao nosso capítulo, ao nosso livro, o Vinícius vai falar assim: "Olha, eu vou compartilhar com vocês que ele é bem afrontoso, tá? Adoro. Dizem que no mundo há pobres e ricos. A verdade, porém, é que só de pobres se compõe a humanidade. Ricos, onde estão eles? Rico é aquele que de nada precisa. Rico deve ser o que se acha provido abundantemente de tudo que faz a vida feliz, que proporciona alegria de viver. Rico é o que está satisfeito, experimentando pleno contentamento, completa satisfação. Rico, finalmente é o que possui não só o que lhe basta, porém muito mais. A superabundância de todos os bens. Onde se encontra esse rico no meio em que vivemos? Há os que têm dinheiro, mas não tem saúde. Logo, carecem de saúde e quem carece de alguma coisa não é rico. Ele continua, tá? Gente, eu vou pedir a paciência de vocês porque é importante. Além dos pobres de saúde, que são todas as pessoas, visto que não há ninguém isento deste ou daquele problema, desta ou daquela doença física ou moral, a os pobres de paz, os pobres de inteligência, os pobres de ideais, os pobres de caráter, de vontade, de esperança, de fé, enfim, os pobres de amor, que dentre todos são os mais desgraçados. Então não é, vamos situar aqui, né? Não é sobre colocar todo mundo infeliz, né? Fala assim: "Nossa Senhora, então nós somos então uma coletividade bastante lamentável, não?" Mas é de olhar com olhos de realidade. Nós somos uma coletividade cheia de limitações, cheia de defeitos, que precisa aprender

enhora, então nós somos então uma coletividade bastante lamentável, não?" Mas é de olhar com olhos de realidade. Nós somos uma coletividade cheia de limitações, cheia de defeitos, que precisa aprender urgentemente o que que é realidade, o que que é felicidade real, que precisa aprender urgentemente a plenitude do amor. E o amor é partilha. E não é partilha só de bens materiais, não é partilha do nosso ser na integralidade. É a nossa capacidade de nos comprometermos integralmente com a nossa vida e a vida de todos. É nos entendermos numa coletividade. É aprender o respeito. Quem não aprendeu a respeito, e aí respeito, gente, não é só quem a gente gosta, não. Essa parte é até fácil. a gente respeitar quem a gente gosta, eu respeitar a Rute, coisa mais fácil do mundo, amo. É muito mais difícil eu respeitar outro indivíduo, o qual eu não admiro, o qual eu desprezo, mas reconhecer nele um irmão, reconhecer nele um outro ser humano com os mesmos direitos de existência, afirmação, autorregulação que eu, é não prejudicá-lo. é dentro do parâmetro crístico auxiliá-lo quando assim me for possível, sem querer recompensa. Tudo isso é o Cristo que ensina. Isto o Cristo nos ensina nos dizendo que o resultado deste aprendizado é a felicidade real, é a construção da felicidade dentro de nós. Se nós compreendemos o que o Vinícius está falando aqui, né, essa relatividade que tem os bens terrenos, se nós entendemos o quanto todos nós precisamos aprender e que a felicidade do espírito é aprender, a gente vai conseguir lidar melhor, bem melhor até com os problemas, com as dores. com o processo de crescimento, entendendo que a vida quando ela falta, quando ela é escassez, e a escassez qualquer uma delas que a gente está falando aqui, qualquer uma delas. Quando a vida é escassez, ela é aprendizado. Que ninguém é pior que ninguém porque padece de algum mal. Todos nós padecemos. Nós somos essa coletividade em aprendizado. Então, a gente pode nessa medida de compreensão de que todos nós estamos nessa luta

guém é pior que ninguém porque padece de algum mal. Todos nós padecemos. Nós somos essa coletividade em aprendizado. Então, a gente pode nessa medida de compreensão de que todos nós estamos nessa luta por nos tornarmos um pouco melhores, menos indigentes do ponto de vista espiritual. Se nós compreendemos que todos nós estamos nessa jornada, sejam quais sejam as circunstâncias de encarnação que a gente esteja vivendo agora, a nossa vida fica menos pesada. A vida não tá se vingando de nós. Ai, Deus tá me punindo. Deus não pune ninguém, gente. Deus proporciona a justiça divina. Ela é sempre mesclada de misericórdia e proporciona oportunidade de redenção e aprendizado. Ah, mas as lições são duras. Porque nosso coração também é duro. Os espíritos nos chamam a atenção no Evangelho Segundo o Espiritismo. Acho que é uma das orientações mais duras que nos diz que o espiritismo é para nós que somos duros de coração, que precisamos desta chave para entender nos mínimos detalhes. É porque nós ainda somos vítimas fáceis do nosso próprio orgulho. E aí o Vinícius fala sobre isso aqui quando ele diz assim: "Olha, pato curioso, só quem é pobre de dinheiro não esconde a sua pobreza. Os demais, quando não ignoram, ocultam a pobreza em que vivem. E se alguém lhes chama atenção para o caso, revoltam-se, pois se dizem ricos do que não possuem. A gente costuma cair nessa armadilha de falsear virtude, gente, todos nós. E aí de novo os espíritos no Evangelho segundo espiritismo vão nos chamar atenção, falar: "Olha, falar uma coisa para vocês. É melhor pouca virtude verdadeira do que muita falciada". O que eles estão dizendo para nós é: "Não tem problema ser quem você é". Não tem problema ainda não dar conta de, né, de não se ofender e assim não precisar perdoar ninguém. Nem estamos esperando isso de você, criatura. Ainda não, você não tem condições para isso. O que a gente tá esperando é um compromisso com o exercício do perdão. Todas as vezes que você se magoar, passa o processo do perdão. Jesus dizendo a

tura. Ainda não, você não tem condições para isso. O que a gente tá esperando é um compromisso com o exercício do perdão. Todas as vezes que você se magoar, passa o processo do perdão. Jesus dizendo a Pedro e dizendo a todos nós, quantas vezes eu vou perdoar? tantas vezes quanto uma ofensa te for feita, 70 vezes, sete vezes, que quer dizer infinitas vezes. Essa é a resposta do Cristo. Eu vou perdoar tanto até o ponto que eu chegarei no nível de entendimento da criação e das criaturas, onde eu não vou mais precisar perdoar, porque eu não vou me magoar. Eu não carregarei mágoa, né? As situações podem até me trazer tristeza, mas não vão fazer morada dentro do meu coração num processo de mágoa do outro si. Porque há uma compreensão de várias dimensões que a gente não dá conta agora, mas aí muitas vezes a gente faz isso, né? Fala assim: "Ai, nossa, você ficou chateado ali com o que aconteceu?" Eu jamais não. Eu não fico chateada não. Eu já nem ligo para essas coisas mais. A gente é falciando para o outro, mas falciando pra gente também. Não é nem que a gente esteja mentindo para outra pessoa. A gente, na verdade, tá mentindo pra gente mesmo. Porque a gente ficou chateado, sim. E a gente não tem nem coragem de admitir, porque a gente acha que é feio. Gente, nós somos quem somos. A gente dá conta de pequenos passos. Fiquei chateado assim, mas vou lidar com isso. E uma coisa interessante do compromisso com o perdão, e é esse exercício que a espiritualidade pede, que Jesus pede, um compromisso com o perdão. É, ele vai passar sempre, né, assim, porque perdão é liberar o nosso coração da mágoa, é ser capaz de lembrar de uma situação que foi dolorosa, difícil e não sentir toda aquela carga emocional. Como quem olha para uma cicatriz se lembra que o acidente aconteceu, se lembra até o quanto que doeu, mas a cicatriz eu eu olho para ela, passo a mão, não sinto a dor mais, muito embora a lembrança esteja ali. O processo do perdão é semelhante, a gente não vai ter amnésia, mas não vai doer quando a gente lembrar,

iz eu eu olho para ela, passo a mão, não sinto a dor mais, muito embora a lembrança esteja ali. O processo do perdão é semelhante, a gente não vai ter amnésia, mas não vai doer quando a gente lembrar, porque a gente alcançou compreensão. A gente liberou a mágoa que a gente trazia, porque o outro fez o ato, mas a mágoa é minha. Só eu posso liberar o meu coração da mágoa, porque pode até a outra pessoa falar assim: "Olha, você me perdoa". Eu falar: "Não, eu prefiro ficar com a mágoa, não vou perdoar não, porque o que você fez é imperdoável". Quando a gente se compromete com a prática do perdão, uma das perguntas que a gente vai precisar fazer é: por que eu fiquei tão magoado? O que que foi ferido? O que em mim tá doendo tanto? Por que isso me machucou? Eu vou precisar ter a coragem de conviver com a tristeza, com a dor, que é muitas vezes o que a gente evita quando a gente diz essa resposta: "Ah, você ficou chateado com fulano? Não, eu não. A gente tá num processo de evitação da dor, normal, natural. Mas se a gente quiser curar, se você quer curar um machucado, vai ter que trocar o curativo e dói. Qualquer um aqui que tenha feito um machucado de longo curso, que teve que trocar curativo, sabe que dói. Tem hora que a gente fala: "Meu Deus, não vou trocar esse curativo, não vou deixar gangrenar o braço." Socorro, [limpando a garganta] porque dói tanto na hora de trocar, mas precisa trocar. Eu preciso tolerar esta dor para alcançar, para avançar no processo de cura. E aí a gente vai trazer para esse ambiente a oração, a prece, o passe, os nossos mentores, o mentor da pessoa que nos magoou. Nós vamos mobilizar toda força de ajuda que nós pudermos neste processo de cura da nossa alma, de libertação desta dor, até o momento que a gente fala: "Não entendi". O interessante e o bonito do processo do perdão, por exemplo, né? a gente tá falando dele aqui. O bonito é que além da gente conseguir superar, lembrar e nos libertarmos da agressão e do agressor, quando a gente faz essa jornada e essa

so do perdão, por exemplo, né? a gente tá falando dele aqui. O bonito é que além da gente conseguir superar, lembrar e nos libertarmos da agressão e do agressor, quando a gente faz essa jornada e essa caminhada, a gente aprende sobre nós. Muitas vezes a gente vai ver expectativas que nós criamos que não eram reais. Às vezes a gente esperava algo de alguém, mas essa pessoa não tinha condições de ofertar isso que eu julguei que ela poderia fazer. Então, há também uma parte minha nessa dinâmica. E aí a gente ajusta a nossa visão, a gente ajusta o nosso proceder e a gente segue mais leve, a gente segue mais rico, mais rico do que importa. Então é preciso que a gente tenha essa coragem de entender-nos nas nossas limitações, porque é nesse entendimento que a gente vai conseguir crescer. É nesse lugar de entendermos que toda a alma encarnada aqui está para enfrentar desafios, aqui está no mesmo nível evolutivo uns dos outros, com grandes desafios, com necessidade de grandes aprendizados, que todos nós enfrentaremos dificuldades e que o erro, o equívoco, o recomeçar é parte inerente do existir. Aí sim a gente se coloca em bases propícias para enriquecer, enriquecer de paz. Quando Jesus fala das promessas do reino, do reino de Deus, gente, não é dinheiro, não é poder, é a capacidade de estar em plenitude na realidade de si mesmo. É a capacidade de sentir a nossa alma ressoar com o amor. é a capacidade de se emocionar com a alegria e com a dor dos que estão em jornada com a gente. É a capacidade de se emocionar com a beleza da natureza, de parar um minuto e falar: "Nossa, [roncando] e isso precisa ser cultivado. A gente precisa escolher. Nós transitamos cotidianamente por uma cidade que é essa nossa Brasília aqui. Muito linda. Pode chamar Brasília de tudo, mas não pode chamar de feia, gente. Ai, é difícil, tem que pegar carro, é isso, é aquilo. Mas feia essa cidade não é. Volta e meia a gente vê parques, volta e meia a gente vê árvores. Sem falar que tá chegando aí, né, o outono inverno em

i, é difícil, tem que pegar carro, é isso, é aquilo. Mas feia essa cidade não é. Volta e meia a gente vê parques, volta e meia a gente vê árvores. Sem falar que tá chegando aí, né, o outono inverno em que o céu de Brasília começa a dar espetáculos todo santo dia. É uma profusão de cores, mas a gente consegue atravessar dias fio sem enxergar. E isso é indigência. Tô dizendo, eu faço também, tá gente? Passa um dia inteiro, eu não lembrei. Hoje, por algum acaso, teve um momento em que eu tava dirigindo daqui para lá. Hoje foi um dia bem difícil, mas eu consegui olhar e enxergar. Falei: Gente, mas que cidade bonita. Realmente hoje tá difícil, tô correndo aqui. Mas que cidade bonita, né? Que coisa bonita. Neste momento a nossa alma integra com o quê? com Deus, com a criação. E a gente consegue leveza, que é o que o Cristo nos promete. Crede em mim, faz o que eu tô te falando. Tá angustiado, vem até mim, eu vos aliviarei. A vida pode ser mais leve e a gente pode ser mais rico do que importa. Se o cofre tá cheio ou tá vazio ou de dinheiro, gente, não é tão relevante assim. Tem uma relevância relativa. Tanto a escassez material quanto a abundância material oferecem para o espírito um conjunto de aprendizados. Nas nossas jornadas, nós vamos vivenciar. Às vezes, na mesma jornada encarnatória, a gente vivencia as duas coisas. o ter e o não ter. A riqueza é saber navegar na abundância e na falta, sem se ressentir ou sem se perder. Só consegue isso, a gente só consegue isso quando a gente tá conectado com a realidade do espírito que nós somos. E aí sim a gente significa toda a vida material. para o enriquecimento do espírito que nós somos. Tudo que a gente faz começa a ganhar outra significação, uma significação profunda. Qualquer trabalho que eu realizo, eu vou fazer com o melhor de mim. Ah, mas eu vou aqui oferecer o melhor de mim. O outro tá fazendo só assim, cumprir tabela. É preciso que a gente tenha clareza das nossas escolhas e do por nós estamos fazendo o que fazemos.

r de mim. Ah, mas eu vou aqui oferecer o melhor de mim. O outro tá fazendo só assim, cumprir tabela. É preciso que a gente tenha clareza das nossas escolhas e do por nós estamos fazendo o que fazemos. Eu vou fazer o melhor que eu puder, porque este compromisso não é com o outro, não é com a remuneração amoedada. O compromisso é comigo, em que eu estou neste nesta jornada de oferecer ao mundo e a mim o melhor que eu tiver todo dia. Então, todo dia eu vou levantar da cama e eu vou fazer o melhor que eu puder. O melhor que eu puder às vezes é bem limitado, não tem problema. A questão é a do esforço da mensagem inicial. do esforço cotidiano, de coerência espiritual, com uma promessa que a gente fez pra gente mesmo, quando a gente reencarnou, muito mais do que uma promessa com Cristo, muito mais que uma promessa com os mentores, a gente fez uma promessa pra gente mesmo que a gente ia melhorar. que dessa vez a gente ia utilizar da melhor maneira que a gente conseguisse o tempo, que a gente ia voltar mais rico do que importa. Lembrando, gente, que na jornada do espírito, quando chega ao termo de uma encarnação material, nós não levamos nem à células orgânicas do nosso corpo, não há mala material nenhuma que nós levamos. O que nós levamos, quem somos? o que construímos, o que expandimos, o bem que conseguimos integrar no nosso cotidiano. Porque a nossa jornada é sairmos dessas pessoas que ainda estão pautadas por comportamentos que já foram automatizados, comportamentos orgulhosos e egoístas que já foram automatizados. Toda vez que a gente opta só do meu jeito e todos os outros estão errados. Quando a gente opta só para os meus e para os que pensam como eu, nós estamos optando neste lugar de orgulho e egoísmo e seguimos pobres do que necessitamos, porque nós necessitamos de amor. E a, o nosso chamado é substituir esses pilares pela caridade, que é amor em movimento, [roncando] e pela humildade, que não é subserviência, é noção de quem se é, das suas habilidades e dos seus limites.

o nosso chamado é substituir esses pilares pela caridade, que é amor em movimento, [roncando] e pela humildade, que não é subserviência, é noção de quem se é, das suas habilidades e dos seus limites. Não querer ser mais do que é, mas também não se furtar de contribuir com aquilo que já é. ofertar sempre o melhor e com esse pouco de luzes iluminar cada vez mais o nosso íntimo e irmos enriquecendo de amor à nossa vida, de contentamento o nosso viver. Estejamos onde estivermos, do ponto de vista material com pouco, com muito, mas sempre honrando a vida a nossa e de toda a criação ao nosso redor, nos reconhecendo integrados uns aos outros, aprendizes do amor. Uma boa noite para todos nós. Lindo esse tema, né, amigos? Lindo, lindo. Aí eu lembrei da mensagem que foi lida só no último parágrafo, Roberta. Não deixes passar um momento sequer inútil no serviço, na conquista de alguns valores morais para o teu espírito que tá sequioso de evolução, né? A gente tá sequioso, mas só tá na vontade, né? Então o tempo passa e a gente vai deixando. Bom, vamos terminando esse nosso momento. Primeiramente agradecendo a Roberta, né? Eu sabia que o tema era muito bonito e que ia ser desenvolvido com muita com muita habilidade, com muita doçura, que é típico dela, né? Então vamos agradecendo a esse momento, a esse pai amoroso que nos dá a oportunidade de sempre estarmos aqui aprendendo cada vez mais, mas ainda pedimos ele que nos acompanhe nessa nossa trajetória de crescimento. Se ficarmos mais difícil a se ficar mais difícil a vida, né, que a gente lute, porque a vida é difícil mesmo, os exercícios são difíceis mesmo. A pobreza moral é difícil mesmo. E nós ainda vivemos essa pobreza, né, essa escarez de moralidade. Uma hora a gente faz certo, mas depois a gente volta e fica naquele vai e vem. Mas Jesus tá sempre observando, porque a hora que a gente vai melhora, ele segura, ele firma ali, né? Aí ali a gente começa a aprender a exercitar aquilo que nós mesmos já procuramos por nosso benefício. Então muito agradecido

ando, porque a hora que a gente vai melhora, ele segura, ele firma ali, né? Aí ali a gente começa a aprender a exercitar aquilo que nós mesmos já procuramos por nosso benefício. Então muito agradecido estamos, amigo Jesus, pelas oportunidades que tem nos ofertado. Então fiquemos nessa doce paz dele e nós nos despedimos com um beijo no coração de cada um de vocês, aqueles que estão nos ouvindo também. E agora nós passamos para outra parte do nosso momento que é o passe, é o fechamento da noite de hoje. E por isso nós temos um irmão que nos nos acompanha para que a gente possa recebê-los. Boa noite, até quarta-feira que vem. É dia primeiro, não é, Roberta? Quarta-feira que vem é >> Vai ter palestra, vai ter palestra. Por favor, não viaje. Viaje na qua, né? Abraço grande. >> Pois eu não vou fazer a Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo [música] os fluidos deletérios. por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus [música] de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos

[música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. [música] O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso [música] mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

Vídeos relacionados