A criança com doença crônica e sua relação com a família | Família no Ar
"A melhor escola ainda é o lar, onde a criatura deve receber as bases do sentimento e do caráter.” Emmanuel, O Consolador. Que tal debater sobre a Família à Luz do Espiritismo por meio de diversos temas relevantes para este momento de transformação e evolução da Terra? Vem com a gente para o "Família no Ar”, um programa da FEB Lives, o canal de transmissões ao vivo da Federação Espírita Brasileira! No dia 11 de outubro de 2023, abordaremos o tema "A criança com doença crônica e sua rela...
h Boa noite amigos e irmãos que nos assistem aqui no família no ar hoje nós tivemos um pequeno problema técnico mas já estamos aqui e ó quando isso acontece é sinal de que o programa será incrível viu como é bom podermos conversar sobre assuntos que afetam o nosso cotidiano e o das nossas famílias e melhor ainda é entender esses temas à luz do Espiritismo hoje estamos recebendo duas amigas muito especiais ambas atuam na associação médico Espírita e tem muita experiência para compartilhar conosco são elas Márcia Leon e Ana Paula Vec mas hoje ao a invés de nós as apresentarmos nós vamos pedir que elas façam isso afinal de contas assim nós poderemos conhecê-las muito melhor sejam bem-vindas Márcia e Ana Paula Olá boa noite amigos coisa boa estarmos por aqui hoje com vocês não é isso Ana é muito bom uma alegria imensa rever a Márcia e conhecer novos amigos muito bem Posso me apresentar então por favor Muito bem amigos meu nome é Márcia Leon sou médica pediatra com formação em gastroenterologia pediátrica sou da associação médico Espírita D Planalto mãe da Aline do Lucas esposa do arismar atual coordenadora do departamento de família da ami Brasil e é uma alegria muito grande a gente trabalhar juntas né Ana A Ana que me antecedeu na coordenação do departamento de família então uma alegria muito grande estar aqui com vocês pra gente trabalhar esse tema extremamente instigante Ana é com você Ah é uma alegria sempre trabalhar junto com você né Márcia Você é sempre uma grande companheira bom sou médica reumatologista pediatra sou pediatra e reumatologista pediatra com formação na USP São Paulo hoje eu estou aqui em Goiânia e faço parte da ami Goiânia assim como do departamento de família da ami Brasil e é a Nossa Alegria falar de família né Márcia muita é o nosso Nossa menina dos olhos sim é o que a gente sabe fazer né Ana é a gente falar que a gente sabe é meio assim né mas dá até um um friozinho na barriga porque a gente é mãe eu sou mãe de três me tem 23 A do meio tem 21 e a
lhos sim é o que a gente sabe fazer né Ana é a gente falar que a gente sabe é meio assim né mas dá até um um friozinho na barriga porque a gente é mãe eu sou mãe de três me tem 23 A do meio tem 21 e a mais novinha de três na hora que eles me dão trabalho Fala meu Deus para que que eu dou palestra mas é assim nós somos seres humanos somos mães e é nós somos iguais a gente estuda um pouquinho mais tem um pouquinho de experiência para compartilhar mas a gente tá sempre aprendendo né com certeza olha o Marco Leite aí seja bem-vindo mar tranquilo meus amigos ó Gostei dessa mudança viu Nelson assim a gente termina conhecendo melhor os nossos convidados a quem dou o meu boa noite a Márcia a nossa querida Ana e a todos os que estão nos assistindo Ok boa noite a todo mundo aí Boa Noite Nelson Vamos então começar esse nosso colóquio fraterno né uma uma coisa meninas se a gente for verificar é a infância é sempre uma etapa da vida Vista com a associação a alegria a vitalidade né a energia porém a Às vezes a gente observa que algumas crianças não conseguem passar por essa fase da vida assim com essa alegria com essa vitalidade com essa energia pois termina tendo algumas doenças graves que por vezes vão acompanhá-las por longos e longos anos muit das vezes até mesmo ao longo de toda a existência Márcia Ana como é que a doutrina espírita explica essa enfermidade já nessa fase infantil O que que vocês poderiam falar pra gente hum Ana a eu começo então sim bom você falar com uma reumatologista pediatra que atende crianças com doenças Eh vamos dizer assim incuráveis mas eu eu você vê que eu tô até pausada para dizer isso porque quando me perguntam assim Doutora não tem cura eu falo o que que é cura para você eh que que é cura ah ela ficar bem brincar jogar bola subir subir no telhado Então ela tem pco porque esses conceitos assim né a gente pode ter uma doença a gente pode ter uma enfermidade E ainda sim ser alegre ser feliz né crescer praticar esporte e ter uma vida muito boa porque acaba que essa doença
esses conceitos assim né a gente pode ter uma doença a gente pode ter uma enfermidade E ainda sim ser alegre ser feliz né crescer praticar esporte e ter uma vida muito boa porque acaba que essa doença ela é um grande ensinamento e depende muito de como a gente olha é claro que existem enfermidades congênitas com graves lesões do do encéfalo do sistema nervoso central em que essa criança vai ter dificuldade de expressão da sua personalidade mas ela não é a grande maioria das doenças crônicas nós temos inúmeras dentro da reumatologia dentro da gastro né Márcia que é a sua área dentro da endócrina né As crianças diabéticas e é tão engraçado porque dependendo de como a Família aceita essa criança Ela tem uma um entendimento e uma aceitação muito melhor do que qualquer adulto parece que foram Preparadas parece que são espíritos que foram preparados e eu vou te falar de verdade no dia a dia do consultório depois que já está em tratamento e que a família já compreendeu não existe esse peso esse sofrimento tão grande assim não é vida normal então é tão bonito isso que eu não tô nem falando de espiritismo tá vendo né ô mas é tão bonito porque a gente vê a mudança eles chegam estigmatizados como se a vida tivesse acabado e como se aquela criança não tivesse perspectiva nenhuma na vida fosse um Coitadinho Então a primeira postura que a gente tem além do tratamento médico nós somos médicas vamos passar remédio e tudo essa postura mental e espiritual que a gente tenta passar pros nossos pacientes eh ele não é Coitadinho ele tem uma força se isso chegou até vocês é porque vocês têm força e tem mesmo porque às vezes a a outros parentes vê dar algum conselho e a própria família no decorrer do tempo elas falam Poxa eles não entendem nada e pequenos problemas que eles entravam em desespero eles passam a encarar com muita tranquilidade e passa a dar conselhos é muito interessante na sala de espera os pacientes estão vindo ali e nas primeiras consultas com os antigos não fica tranquilo tá tudo certo é vida
rar com muita tranquilidade e passa a dar conselhos é muito interessante na sala de espera os pacientes estão vindo ali e nas primeiras consultas com os antigos não fica tranquilo tá tudo certo é vida normal então assim qual é a mudança eh eh de olhar dessa família em relação à Vida que é a doença crônica proporcionou aquele núcleo é fantástico aí depois eu falo mais do Espiritismo tá bom perfeito Ana e quando a gente pensa a Ana falou uma coisa muito interessante amigos eh muitas vezes na recepção dos nossos consultórios a gente tem esse diálogo entre as mães entre os pais aí a gente vê chegando um casal primeiro filho com aquele problema né que já já nasceu às vezes uma doença congênita e tá todo mundo ali preocupado E aí você vai vendo que eles vão conversando e quando eles entram pro consultório parece que tá todo mundo mais calmo né então isso é muito importante da gente lembrar mas pensando na doutrina espírita eu gosto muito de uma fala do Emmanuel que ele fala no livro eh do Clovis Tavares amor e sabedoria de Emmanuel ele vai dizer o seguinte né no capítulo eh isso Ana aqui eu também tô com eu com o meu então ele vai dizer o seguinte ninguém poderá dizer que toda a enfermidade a Rigor esteja vinculada aos processos de elaboração da vida mental mas todos poderemos garantir que os processos de elaboração da vida mental guardam positiva influenciação sobre todas as doenças que vem de encontro com isso que a Ana disse depende da maneira com que a família encara né Mesmo sendo uma prova que na maioria das vezes é uma prova paraa criança e paraa família mas em alguns casos nós temos processos expiatórios para a criança e uma prova paraa família então a gente vê que essa questão vai ser muito modul pelo a maneira com que a família encara nem sempre começa-se de uma forma grave e será grave sempre porque vai depender de tudo aquilo que envolve esses diagnósticos esses tratamentos e principalmente a condução desse tratamento que geralmente é uma equipe né Ana multiprofissional mas principalmente Às
que vai depender de tudo aquilo que envolve esses diagnósticos esses tratamentos e principalmente a condução desse tratamento que geralmente é uma equipe né Ana multiprofissional mas principalmente Às vezes você tem algo que começa de uma maneira mais eh limitada mas à medida que o processo terapêutico vai se estabelecendo à medida que a família vai compreendendo como lidar isso vai melhorando então pensamento que é lembrando de pensamento e Vida Emmanuel Capítulo 2 vontade pensamento ele é fundamental pensamento de pai de mãe de vô de vó madrinha tio né ou seja todo mundo Junto e Misturado vibrando positivamente para aquele tratamento seguir bem Ô Márcia que coisa boa ouvir isso de você Acredito que muitos paizinhos tenham muitas preocupações com relação a limitações né E é disso que eu vou falar com vocês agora eh nós sabemos que né algumas doenças crônicas habitualmente elas limitam ou incapacitam o seu portador para alguma ou várias atividades mas aí eu queria que vocês falassem um pouquinho mais profundo sobre isso todas elas são limitantes quais são as principais doenças crônicas na infância no Brasil uhum quando a gente pensa né Nelson sobre isso a gente vê que o IBGE em 2019 trouxe pra gente que que entre 9 e 11% das crianças no território brasileiro Tem algum tipo de doença crônica né E isso ISS eh impacta diretamente dentro de casa impacta na escola em todos aqueles locais que a criança participa e tem a sua vida de relação acho assim a Ana vai complementar porque ela trabalha com isso também no dia a dia né a gente vê que os pacientes sindrômicos são aqueles que já nascem com as suas alterações e vão caminhar ao longo da sua vida eh com essas alterações que realmente levam uma incap Principalmente aqueles pacientes que TM alterações neurológicas graves os pacientes com paralisia cerebral eh os pacientes muitas vezes com doenças crônicas como as cardiopatias crônicas que geralmente são congênitas na infância né ah problemas respiratórios graves como por exemplo os quadros
isia cerebral eh os pacientes muitas vezes com doenças crônicas como as cardiopatias crônicas que geralmente são congênitas na infância né ah problemas respiratórios graves como por exemplo os quadros asmáticos eh crianças que T problemas relacionados ao diabetes tipo um que é o que está na prevalente na infância né problemas renais que trazem também muitas doenças que muitas vezes caminham essas crianças para problemas eh que vão vincular muitas vezes uma dificuldade dessas excreções metabólicas do organismo de uma maneira mais eficiente doenças hepáticas ou seja todo o organismo Ele vai ter um um maior grau ou menor grau de limitação de incapacitação e aqui a gente não pode deixar também a obes idade infantil de lado nem os transtornos do neurodesenvolvimento nem os transtornos mentais na infância Ou seja a Ana vai poder complementar mas é realmente é uma gama muito grande de adoecimentos muito específicos para essa faixa etária que vai do recém-nascido aos 12 anos de idade que geralmente pela pela Organização Mundial de Saúde a criança vai até essa faixa etária depois vem a adolescência então assim é uma grama uma gama infinita de possibilidades Mas tudo vai depender da condução de um diagnóstico quanto mais precoce melhor mas principalmente de como que essa família se adapta ao diagnóstico ao tratamento não é isso Ana perfeito Márcia eh Enquanto você falava eu pensei gente na verdade nós estamos caminhando para as doenças crônicas a Med medida que a ciência avança e e nós conseguimos controlar a maioria das doenças infecciosas nós estamos caminhando cada vez mais para doenças Eh vamos dizer assim crônicas mas não necessariamente limitante como a Márcia colocou cada doença tem o seu papel eu vou dizer que cada espírito reencarnante recebe o seu instrumento de burila tanto no livro pensamento e em vários dos seus capítulos como no livro Consolador e amor e sabedoria do Emanuel a gente encontra que todo processo de enfermidade que vem desde o berço ou não é desde o berço mas é crônico vai a vida
vários dos seus capítulos como no livro Consolador e amor e sabedoria do Emanuel a gente encontra que todo processo de enfermidade que vem desde o berço ou não é desde o berço mas é crônico vai a vida toda ou é um acidente que tem uma mutilação ele é medicamento medicamento da providência divina para nós espíritos o nosso corpo é apenas instrumento Agora se ele é um mamento e eu tenho raiva daquela situação eu odeio o remédio eu não vou tomar o remédio né eu vou reclamar eu vou me revoltar não vai ser remédio então concordo plenamente com a Márcia independente do dos números estatísticos porque temos também as enfermidades psíquicas que às vezes são tão limitantes quanto as as físicas mas que hoje a gente vê por exemplo as crianças autistas com graves limitações mas com a a intervenção da família multidisciplinar el ela se torna uma criança praticamente sem nenhum tipo de limitação vai ter algum espírito alguma criança que vai persistir com limitação vai eu tenho criança com lupos que tá gravs gravíssima quase morrendo e hoje é uma moça jovem que já se casou e está grávida e tá super bem nunca mais teve nada tenho alguns raros casos eu tenho de pacientes que no responde a tratamento e será que é só por causa da Medicina ou por causa da medicação ou porque tem algo naquele espírito que precisa ser mexido que independe de mim no Livro fonte viva Capítulo 86 o Emmanuel fala assim estás doente muito bem o medicamento ajuda a injeção socorre mas se você não sabe calar você não sabe esperar que medicamento que vai ajudar tá bem aqui ó que gênio milagroso te doará o equilíbrio orgânico se não sabe escalar nem desculpar se não ajudas e nem compreendes nada né tem aquela família que já reclama desde a hora que marca consulta por exemplo não sei nem como é que é lá fora se não te humilhas para os desígnios superiores e nem procura Harmonia com os homens quer dizer tem uma chavinha né Essa Doença ela vem para mudar uma chavinha e quando é na criança a minha percepção é que essa chavinha muda mesmo rapidinho mas
res e nem procura Harmonia com os homens quer dizer tem uma chavinha né Essa Doença ela vem para mudar uma chavinha e quando é na criança a minha percepção é que essa chavinha muda mesmo rapidinho mas em alguns núcleos essa chavinha não muda né então ela vem como proposta terapêutica para esse espírito mas também pode ser um processo de proteção vocês sabiam disso é no livro interessante no Missionários da Luz tem a reencarnação do Silvério tem uma outra reencarnação que ela pede uma alteração na na tireoide mas a dele me chama atenção porque ele ele vem com uma com um defeito né na perna na perna o Silvério ele era eh eh ele ia reencarnar ia ser completista não ia precisar mais reencarnar na terra né ele ia conseguir cumprir todo eh todos os anos ali da Encarnação dele e ele pede um defeito na perna então ele nasce com um defeito congênito na perna para ele se proteger ele fala não eu não quero desper nada da minha Encarnação não quero me perder nemum segundo Então esse defeito na perna vai ficar me chamando atenção para eu não me perder na vaidade quando eu quiser e Meu Ego D latar assim ele vai me chamar para reflexões porque a doença faz isso né már ela chama aí você faz mas vai chamar reflexão a criança chama os pais e é engraçado que a criança passa de boa de verdade a criancinha ela fica assim Light tranquila quem tá sofrendo ali são os pais o né Ana fala que a doença é a mensageira né do espírito é da Goiânia noss amig O inicot que foi o pioneiro né na psiquiatria ele fala que a criança é o sintoma dos Pais né isso na psicanálise a gente trabalha o tempo todo Ana porque Se nós formos ver Exatamente isso e exatamente quando você traz essa questão dela ser o sintoma dos Pais nós vamos entrar aqui numa situação do enfrentamento que você já começou até trabalhar sobre isso né e a gente observa que esse enfrentamento da doença ele pode variar de acordo com a idade a gente até já viu alguns estudos parece indicar que quanto mais cedo a criança manifesta essa doença mais fácil será a
e observa que esse enfrentamento da doença ele pode variar de acordo com a idade a gente até já viu alguns estudos parece indicar que quanto mais cedo a criança manifesta essa doença mais fácil será a sua adaptação Ana Isso é verdade ou é um mito né o que é que vocês poderiam falar pra gente nesse sentido olha eu vou falar rapidinho porque eu quero ouvir a Márcia a experiência dela vou te falar que eu acho que isso tem mais a ver com a evolução do Espírito dessa criança e da família eu acho que tem tudo a ver o olhar né a mesma coisa olhar esse copo falar tá metade cheio e ou tá metade vazio Então as famílias que elas eu já tive muitas famílias com dificuldades enormes de aceitação da doença passaram 2 anos 5 anos e mesmo assim a família não aceitava a doença e e a criança não melhora aí eu eu até brinco fal gente a hora que vocês aceitar e que você vê esse remedinho assim nossa que bênção eu adoro você entrando aqui na minha veia vai melhorar e é verdade o que eu vejo é isso essa é minha experiência pessoal não sei qual é a da Márcia é a mesma Ana até porque quando a gente eh vê a família né que chega no cons ório e e ela vai trazendo e eu gosto muito dessa fala né que a doença é mensageira e a criança acaba sendo uma esponja da família né ela mostra o componente familiar em todos os seus aspectos né mas quando a gente tem esses adoecimentos mais crônicos a gente vê que tudo vai depender de como se enxerga o problema né então assim é como a Ana disse a gente tem muito paciente crônico ex em gastro a gente trabalha muito em parceria com os neuropediatras né ou com os os os psiquiatras pediátricos porque eles T muito comprometimento digestivo né então Eh quando a gente vê eh a família chegar ali e Dependendo de quem tá falando já diz muita coisa né então por exemplo se a mãe que fala a interpretação é uma se o pai que diz a interpretação é outra e se vai a avó e não vai nem o pai nem a mãe a interpretação ainda é mais diferente ainda do médico isso traz todo um Arc
a mãe que fala a interpretação é uma se o pai que diz a interpretação é outra e se vai a avó e não vai nem o pai nem a mãe a interpretação ainda é mais diferente ainda do médico isso traz todo um Arc bolso de como que tá a estrutura daquela família e uma coisa que é importante também lembrar é que muitas dessas famílias eh não sei a Ana mas pelo menos na minha experiência nesses tantos anos de Pediatria a maioria das Crianças ehas crianças com doenças crônicas muitas vezes a família se rompe né Geralmente os pais costuma ser Geralmente os pais que eh acaba não seguindo porque muitos deles TM muita dificuldade de estruturação interna quando tá de frente a esse problema Principalmente se o primeiro filho é homem e que geralmente às vezes traz esses adoecimentos mais graves a gente vê isso na experiência mas a gente vê que quanto mais precoce também você eh faz o diagnóstico é claro que você pode ajudar muito mais então acaba não sendo um mito mas Isso não vale para todos os adoecimentos né porque são adoecimentos muitas vezes esses casos sindrômicos ou neurológicos que são muito mais graves no sentido assim uma paralisia cerebral né às vezes diagnosticada aí no pós-parto Por mais que você Invista né precocemente você muitas vezes vai ter a sequela você melhora a o o um patamar de abrangência de cuidados mas nem sempre isso quer dizer que você vai ter cura do paciente né Então isso que a Ana trouxe da questão dependendo do Espírito como que as coisas vão eh se direcionar depende muito desse arcabouço familiar pra gente poder seguir adiante numa melhora de expectativas Viu Marco e Nelson perfeito Márcia muito bom muito bom Ana eh eu vou pedir aos nossos amigos internautas que estão nos assistindo nosso irmãos interajam com a gente mandem as suas perguntas a Ana e a Márcia vão responder com maior prazer e nós vamos gostar muito de vocês participando aqui com a gente né porque isso agrega mais valor ao nosso programa né e engraçado vocês falaram é um tema que acaba eh sendo abordado pela sociedade a gente
s vamos gostar muito de vocês participando aqui com a gente né porque isso agrega mais valor ao nosso programa né e engraçado vocês falaram é um tema que acaba eh sendo abordado pela sociedade a gente tá falando aqui também de algo muito importante né não usamos a palavra Mas vocês já falaram muito isso aqui sobre a inclusão vocês falaram que a inclusão Começa dentro de casa né com os pais com a aceitação com o acolhimento né e o que que nós temos visto recentemente a televisão as mídias em geral Elas começaram a colocar algumas crianças que TM condição física comprometida como personagens em suas tramas né podemos citar uma personagem com sequela de parl infantil e uma outra que é albina como os pais podem orientar os filhos nesta condição para lidar com o preconceito né E aí por isso eu disse eu falei sobre a inclusão né que em alguns casos né seus filhos enfrentarão ao longo da vida é muito interessante viu Nelson essa questão porque assim inclusão eh a gente vê que na realidade quem tem preconceito é o adulto a criança não tem preconceito então recentemente eu não vi não sei se vocês assistiram eu recebi aqui um um post no Instagram em que colocou-se uma pacientinha Down no meio de várias crianças e ela foi sendo acalentada abraçada por todas as as as crianças as crianças não se afastaram né Mas isso não é a realidade quando a gente pensa num adulto no adolescente né então o que a gente tem que lembrar que a inclusão ela é fundamental ela é evangélica porque nós não somos diferentes uns dos outros nós podemos estar numa condição física diferente um dos outros mas o espírito o propósito dele a Fatalidade dele é ser um espírito feliz puro mas quando a gente observa isso E aí a gente vê no consultório muitas vezes essas crianças são excluídas por exemplo no ambiente escolar Quando Às vezes a própria professora limita a criança que é especial para poder eh não não est mesmo pensando que tá protegendo mas não consegue deixar as outras crianças estarem envolvidas com ela né então a
s vezes a própria professora limita a criança que é especial para poder eh não não est mesmo pensando que tá protegendo mas não consegue deixar as outras crianças estarem envolvidas com ela né então a gente já teve várias reclamações sobre isso no consultório muitas mães indignadas com isso mas quando a gente pensa na no no caráter do pai e da mãe de orientar essa criança que é portadora e que está convivendo na escola ou em sociedade primeira coisa que a gente tem que lembrar que família é Cadinho é laboratório então para que a criança possa ter resiliência com aquele que está eh não está adequadamente agindo com ela os pais têm que demonstrar isso dentro de casa né então a resiliência aprender a desculpar aprender a mostrar paraa criança que ela não é diferente dos demais ela está numa condição física diferente neste momento e isso aí não precisa ser espírita para falar isso é todo mundo que tem religião ou religiosidade ou princípios ético Morais então quando a gente trabalha nisso eh vai depender muito a criança é muito uma esponja daquilo que os pais atuam dentro de casa e dentro da parentela corpórea né agora em casa é preciso que você exp explique pra criança o que ela à medida que vai passando o tempo e ela tem condições de compreender isso o que ela tem a percepção de si mesma Porque se ela tem uma percepção positiva de si mesmo mesmo com todas as limitações ela vai saber lidar de uma maneira ou de outra com as item PES mas eu volto a dizer não sei se a Ana concorda quem exclui é adulto criança elas não têm essa dificuldade na grande maioria das vezes Ana acho que é isso mesmo Márcia eu eu justo ia fazer essa pergunta eh o preconceito é de quem será que não é da mãe e do pai que se sente diferente porque tem um filho diferente e o que eu vejo assim no no consultório uma tendência muito forte eh dos Pais fazerem isso querendo proteger o seu filho Doutor Eu quero um laudo aí eu já logo pergunto para quê é para levar pra escola para quê Quem que na escola precisa saber que ela tem lupos artrite
dos Pais fazerem isso querendo proteger o seu filho Doutor Eu quero um laudo aí eu já logo pergunto para quê é para levar pra escola para quê Quem que na escola precisa saber que ela tem lupos artrite idiopática juvenil esclerodermia quem tá entendendo ela tem que ir pra educação física ela tem que ir pra escola no momento de limitação muito grave Aí sim a gente pode pedir mas poxa para quê entende eu tenho uma uma uma que é cadeirante ela tem lupos e ela teve min língua me lé eh E então e depois ela teve uma ve ela ficou com uma sequel Zinha Mas ela fala assim e os pais lidam com tranquilidade aí pra gente coloca ela na maca ela fala assim deixa que eu coloco ela fala com dificuldade causa da Sec ela fala assim deixa que eu consigo sozinha e ela faz sozinha entendeu então é essa postura dos Pais de que eles Poxa eles não são diferentes né Agora é lógico se eu tenho alguma dificuldade especial no sentido intelectual Eu acho que eu preciso de um apoio maior né inclusive com aulas e específicas para desenvolvimento dessa criança mas fora isso gente o preconceito é o que a Márcia falou É da gente adulto é Ana isso que você tá colocando e que a Márcia também colocou nós vemos que da importância não tem como a gente desvincular isso né é a importância desse papel familiar no processo dessa criança que começa ter a sua dificuldade já vivenciada nesse início reencarnatório observamos casos né de rejeição e de abandono do filho eu mesmo tô com uma família uma mãe e um garoto o Garotinho hoje tá com 10 anos eh aos 2 meses Márcia quando foi identificado que ele tinha ausência do intestino grosso o pai simplesmente comprou uma passagem pra mãe e pro filho falou assim ó volta pra casa da tua mãe não reconheço esse filho como meu filho ou seja a rejeição e um abandono numa situação dessa né E às vezes a gente encontra o outro extremo ou seja um é o extremo de não aceitar em momento nenhum aquilo que tá acontecendo rejeita e abandona e outro é a super proteção quando a família tenta compensar o filho
gente encontra o outro extremo ou seja um é o extremo de não aceitar em momento nenhum aquilo que tá acontecendo rejeita e abandona e outro é a super proteção quando a família tenta compensar o filho pela doença que ele tá dando tudo que ele deseja termina às vezes aceitando todo quanto qualquer comportamento né a criança faz tudo aí o pai ou a mãe fal não deixa pode deixar porque é assim mesmo ele tá sofrendo muito né E aí vem a pergunta até para nós espíritas nesse nesse processo espiritual considerando a missão dos pais como é que a gente vai est encontrando esse equilíbrio da ação de nós enquanto pais tendo uma criança esse presente que a gente recebeu né até porque vamos ser bem Francos o presente não é só a medicação como você colocou o problema da Criança é se aquilo veio paraa Nossa família é porque nós temos um compromisso com aquilo também não é verdade então considerando essa missão como é que a gente vai fazer esse equilíbrio Ana Márcia fatiana não Márcia hoje vai você agora parece que eu falei tanto acho que nós estamos falando igual a eu acho o seguinte a missão Nossa é engraçado né Gente eu vou fazer um parêntese eu não vejo dessa forma tão difícil eu eu eu tô aqui com quase eu tô com 20 tantos anos aí de forma Mada e vamos colocar aqui 21 só de reumatologia pediátrica se a gente mudar a visão então por exemplo Nossa que tragédia eu tenho não eu tenho lupus Qual o problema eu passo protetor e vou trabalhar e tá tudo bem né eu tenho diabetes Ai que terrível não posso gente qual o problema também não vou comer açúcar eu falo bem vou bem brincando assim eu também não posso vou engordar né assim um jeito diferente de encarar as coisas Sabe com menos tragédia E aí a vida fica mais leve Então se a gente tem quem que não tem filho com dificuldade gente un é com lups outros é com artrit outros é com TDH outros é com depressão depressão tá tá solta ansiedade sabe gente eu não sei eu eu acho que a gente precisa encarar com mais tranquilidade as coisas então eu
lups outros é com artrit outros é com TDH outros é com depressão depressão tá tá solta ansiedade sabe gente eu não sei eu eu acho que a gente precisa encarar com mais tranquilidade as coisas então eu penso que a missão é a mesma é a mesma como qualquer outro filho que é da gente ensiná-los a não desesperar a gente ter paciência hoje tá sabe eu vejo muito isso e mãe mas e depois Doutor calma hoje tá assim vamos pensar no dia de hoje eu faço sempre o convite Vamos pensar no dia de hoje então acho que essa é a nossa missão com os nossos filhos e de levá-los a Deus espiritualizar porque quando a gente tem e quando a gente tem espiritualidade a gente confia a gente confia que vai dar tudo certo e tudo certo não é tudo perfeito não é apesar de da das doencinha das dificuldades a gente ter Harmonia ter ter tranquilidade isso é saúde isso é missão de pai e mãe eu acho que se a gente conseguir ensinar isso PR os nossos filhos né Eh é um grande uma grande herança verdade Ana e quando a gente pensa nisso a gente vai lembrar Marco Nelson e Ana né que a gente tem visto no consultório eh pais muito despreparados para a paternidade e a maternidade perfeito PIS em que o paradigma materialista tá ali na porta e ocupa a casa pais que eles mesmos não Confiam não tem uma religiosidade ou ou uma espiritualidade definida em si mesmos então eu observo assim quando chega esse tipo de situação na clínica primeira coisa a gente tem que eh trabalhar exatamente como eles vão aceitar essa situação exatamente tendo princípios ético Morais não tem como mudar não tem você pode fazer um novo fim mas não tem como fazer um novo começo Chico Xavier já falava isso pra gente então quando a gente observa esse tipo de situação a gente vê que precisamos as famílias aí vem Viu Marco leite e Nelson área Nacional de família precisa trabalhar com a os pais Assim como nós do departamento de família da Brasil precisamos trabalhar na sociedade o resgate da da espiritualidade a vida material ela é boa ela pode te dar um convênio que tem
balhar com a os pais Assim como nós do departamento de família da Brasil precisamos trabalhar na sociedade o resgate da da espiritualidade a vida material ela é boa ela pode te dar um convênio que tem inúmeros profissionais para você tá seu filho você pode ir nos profissionais que você quiser você tem clínicas especializadas em determinados tratamentos muito específicos que não tinha antes então a vida material ela fornece essas essas essas benéfices mas ela não é tudo né então a gente vê Principalmente nos pacientes com transtorno de ansiedade nos pacientes do teia né transtorno do especto autista dos pacientes com problemas eh neurológicos pacientes sindrômicos graves as famílias estão desestruturadas emocionalmente porque não tem um apoio nem um apoio dentro de casa tá todo mundo desesperado como é que você vai querer que a criança esteja bem que ela seja resiliente que ela consiga ter autoestima se a própria família tem essa dificuldade então o problema está na base né esses dias viu Ana uma colega minha uma colega minha falou assim fui lá ela foi lá levar uma criança que tava com criança não uma jovem que ela foi levar foi a jovem e a irmãzinha a menina faltou uma prova na faculdade porque ficou extremamente nervosa e teve crise de diarreia no dia aí como a menina tem 17 para 18 anos ainda tá dentro da área da Pediatria e ela virou assim mas parece que na nossa época a gente era mais forte Então tá tudo muito lábio muito muito tênue né Parece que antigamente a gente enfrentava com mais facilidade eh as dificuldades hoje em dia não tá todo muito desestruturado emocionalmente E aí vem o aspecto moral que a religião nos traz que a doutrina espírita nos traz de sedimentar que a família é laboratório Divino né isso tem que tá imantado em todas as outras religiões mas aqui a gente tem um esclarecimento então daí a necessidade da gente ter esses pais mais fortalecidos Márcia você tá falando aí eu no Congresso Brasileiro agora de rato né Eh assisti uma palestra em que justo
gente tem um esclarecimento então daí a necessidade da gente ter esses pais mais fortalecidos Márcia você tá falando aí eu no Congresso Brasileiro agora de rato né Eh assisti uma palestra em que justo justamente os os estudos mostraram isso compararam crianças eh adolescentes né que nasceram nos anos 90 e os que nasceram nos anos 2000 e quando comparar os dois grupos o grupo que nasceu no ano 2000 teve com índice muito maior estatisticamente significante de ansiedade de transtornos psíquicos com maior dificuldade de enfrentamento do que os nascidos em 90 e aí os autores postularam alguma algumas coisas Primeiro as mídias né porque quem nasceu nos anos 90 ainda não tinha esse smartphone aqui nos anos 2000 já tinha e também provavelmente as mães do ano 2000 todas a maioria trabalhavam fora então houve todas essas eh essas mudanças e não mas com certeza chegará aos estudos de quem nasceu em 2010 para cá né com certeza essa diferença ainda é mais acentuada é gritante é nós temado isso mesmo viu Ana essa geração z né que é a turminha desses últimas décadas elas tem estado em maior processo de fragilidade de saúde emocional psíquica muito por conta disso não vai ser o nosso tema de hoje né mas é o que você tá colocando que vocês já passaram a família é a base a família tem que tá sendo o porto seguro quando a família tá totalmente desestruturada e entram às vezes nessa situação de tá fazendo uma compensação quando você falou assim é que as mães estão trabalhando às vezes em relação às anteriores né não tem problema nenhuma mãe trabalhar mas aí a mãe fica querendo compensar o filho por ela tá fora como se ela tivesse um sentimento de culpa por não est presente né E aí fica dando presentes em vez de presença então aquele mínimo de presença às vezes que tem ela essa presença ela tem que tá sendo utilizada com qualidade mas chega em casa cansada isso aquilo aí Traz presente em vez de estar dando presença mas já já abordamos isso em outros programas e vão aparecer em outros momentos né E quando você traz
com qualidade mas chega em casa cansada isso aquilo aí Traz presente em vez de estar dando presença mas já já abordamos isso em outros programas e vão aparecer em outros momentos né E quando você traz essa outra situação o ano a semana passada estávamos no Congresso por conta do dia do nascituro é importante a gente até tá trazendo isso que nós também não vai ser o nosso foco de hoje mas nós estamos vendo algumas famílias eh no momento da gravidez já temos alguns países por exemplo você pega eh alguns países do Norte Europeu já não existe mais a síndrome de Down porque quando era identificada no ventre se faz o aborto né ou seja as pessoas estão procurando processo de facilidade e não enfrentar Eh esses presentes que Deus nos dá naquele determinado momento para que aquela família possa estar crescendo né é o que você colocou é o medicamento para o espírito e as pessoas não estão querendo esse medicamento estão querendo são as facilidades da vida que vão est comprometendo mais ainda então as não aceitações das possibilidades de doenças futuras dos nossos filhos termina comprometendo mais ainda mar Nelson temos ainda uma outra pergunta vai aí temos temos sim Marco a a Márcia e a Ana Paula Já trouxeram aqui a importância ah da espiritualidade né né do próprio espiritismo na vida né dessas pessoas da religião como a a Márcia bem colocou nós sabemos que os esclarecimentos da doutrina espírita eles nos trazem né trazem para para todos nós né aquela coisa do favorecimento da aceitação dos Pais né da da situação em que eles estão vivendo mas nós queremos ouvir de vocês meninas eh entender um pouco melhor né Qual o papel hoje da casa Espírita e quais os recursos que ela pode oferecer para ajudar a criança para ajudar esses pais para que eles tenham e uma convivência uma vida em sociedade melhor né levando em consideração todo esse processo de vida deles Nelson pensando que Kardec no livro viagem Espírita de 1862 quando ele tava tratando do tema do suicídio ele vai dizer o seguinte que a
lhor né levando em consideração todo esse processo de vida deles Nelson pensando que Kardec no livro viagem Espírita de 1862 quando ele tava tratando do tema do suicídio ele vai dizer o seguinte que a função da casa Espírita é acolher é receber para que naquela época e olha só em 1862 o suicídio na França era grande então ele já preocupava com uma coisa que iria repercutir na vida futura mas a função da casa Espírita é acolher por isso que eh o grupo de pais né que vão estudar temas familiares à luz da doutrina espírita el fundamental porque ali naquele grupo a gente tem eh criaturas que estão passando às vezes pelas mesmas dificuldades então o coordenador desse grupo de pais né Assim como na evangelização mas mais no grupo de pais porque a criança que passa por essas intemperes ela não vai falar pro evangelizador né ela não vai conv então essa essa problemática recai diretamente no grupo de pais ou no atendimento fraterno né quando não tem o grupo de pais vai pelo atendimento fraterno então a casa Espírita tem que acolher para ajudar que essa problemática seja trabalhada de uma maneira extremamente eh que é delicada mas com toda a complexidade que ela merece em termos de esclarecimento né Gente desculpe que tá passando um um carro aqui com um barulho muito grande você está repercutindo na Live não mas então não Ótimo então quando a gente pensao então quando a gente pensa nisso então o acolhimento dessa família Fundamental e até para estimular estudo do Evangelho no Lar né diálogo fraterno em casa aquela hora reservada paraa família Independente se chega a visita a visita vem junto também participa né se FAB toca o telefone a gente não entende a gente Reserva um espaço pra família e isso eh quando essa temática é Trabalhada na casa Espírita parece que você divide a tarefa o ombro fica menos pesado né Ana não sei se você pensa assim perfeito não tem nada a acrescentar isso mesmo além do tratamento magnético né que vai dar esse suporte Extra o passe né a desobsessão
refa o ombro fica menos pesado né Ana não sei se você pensa assim perfeito não tem nada a acrescentar isso mesmo além do tratamento magnético né que vai dar esse suporte Extra o passe né a desobsessão vai auxiliar a toda a família gente a família é o laboratório de tratamento dos agrupamentos espirituais gente é então é fantástica a diferença que a casa Espírita faz inclusive nas não só em tudo sobre tudo que você falou as aulas trazendo algo de resiliência para esses pais né eles se sentem confortados mas eles começam a entender lei de ação e reação começa a entender renúncia abnegação outros valores né que vão preenchendo ali a alma dele de contentamento e aí ele fica mais tranquilo perfeito né uma coisa interessante que temos aqui o Ernesto Caldeira trouxe uma uma frase não é nem pergunta né mas uma afirmativa ó a família tem um papel de suma importância na inserção da criança seja na escola ou no dia a dia minha esposa é professora de educação especial nas famílias presentes O resultado é vista a olho nu né ele tá vendo isso quando as famílias realmente estão presentes você vê muita diferença e depois ele complementa uma outra coisa que é o que a gente tem que est trabalhando Olha só a família muit das vezes tem que ter tratamento paralelo para aprender a lidar com o problema nós estamos falando aqui das Crianças com a dificuldade e tá sendo muito claro quando vocês colocam que o grande problema não é a dificuldade que a criança tem mas como essa família encara essa dificuldade porque às vezes essa dificuldade foi muito bacana quando a Ana trouxe ah a frase que a dificuldade é o medicamento E aí a gente vai estar colocando né é o medicamento para o espírito a gente só quer enxergar muito das vezes aquele momento atual e quando a gente traz Isso numa visão espírita numa visão espiritual tá certo 10 anos 15 anos de dificuldade é muito tempo é muito tempo se a gente encarar única e exclusivamente essa vida presente mas na hora que você enxerga a vida Imortal que todos nós
ão espiritual tá certo 10 anos 15 anos de dificuldade é muito tempo é muito tempo se a gente encarar única e exclusivamente essa vida presente mas na hora que você enxerga a vida Imortal que todos nós temos enquanto espíritos nós vamos ver aqui uma dificuldade de 15 20 30 anos é um segundo na nossa existência né e isso faz uma diferenç danada não é verdade e como é que é essa questão Ana e Márcia Vocês que são médicas espíritas terminam tendo esse atendimento nos consultórios a gente não vai tá fazendo o proselitismo doutrinário dentro de uma consulta né eu encaro também isso às vezes no nosso processo de atendimento de saúde mental quando no consultório com os nossos pacientes mas muit das vezes a gente não pode deixar de passar algumas informações porque termina sendo alguns valores nossos como é que é esse processo nesse tratamento desses pacientes junto a essas famílias com essa situação da imortalidade existe possibilidade da gente estar trabalhando isso sem tá levando proselitismo se você conversar na mesma linguagem da mãe que tem a religião diferente da sua você consegue instituir até o culto no lar em casa Já tem 13 anos viu Ana tem 13 anos que eu diariamente estimulo o estudo do Evangelho no Lar em casa e aí o Papa Francisco religão né independente da religião Papa Francisco deu uma dica muito boa que os católicos não podem ficar presos apenas a palavra do padre na igreja mas que toda a literatura da igreja existe dentro da dos shoppings católicos livros de explicação então que a família precisa rezar unida não só fazer novena pro Natal Olha que beleza aí eu peguei um um um um pai que é um diácono né que eh ajuda na na igreja né que me contou isso nem eu sabia ele me mandou o vídeo Então a partir daí as minhas mães evangélicas Pentecostais católicas e mesmo aquelas que não tem religião aí a gente vai pros aspectos ético-morais né a gente consegue Viu Marco estabelecer eh a possibilidade e a gente recebe o feedback parece que tudo ficou melhor as brigas diminuíram as
não tem religião aí a gente vai pros aspectos ético-morais né a gente consegue Viu Marco estabelecer eh a possibilidade e a gente recebe o feedback parece que tudo ficou melhor as brigas diminuíram as dificuldades parece que ficaram mais fáceis de levar né os sonhos melhoram Ou seja você modifica o o ambiente magnético de casa né pela própria prece que é o maior recurso que a gente tem terapêutico né então a gente eh vê que realmente quando você tem essa predisposição tudo fica mais fácil Ana não Márcia você tá falando tudo perfeito não tenho nada a acrescentar n Ok Nelson V aí a próxima pergunta abre Obrigado Marco acho que a gente ainda tem tempo vamos lá eu tenho uma pergunta para vocês a gente já tá com tempo bem apertado mas eu acho que ela é importante ainda pra gente finalizar aqui né então vamos lá para essa etapa final eu gostaria que vocês pudessem trazer Aqueles né que nos assistem a compreensão de você vocês sobre as palavras de Jesus né quando ele afirma Vinde a mim todos vós que estais Aflitos e sobrecarregados que Eu vos aliviarei né lá em Mateus 11:28 eh no contexto que nós estudamos né e que vocês trouxeram com muita propriedade na noite de hoje olha Eh essa frase para mim ela traz um conforto enorme Vinde a mim todos vós que sofreis todos nós sofremos E se a gente busca o evangelho de Jesus os seus exemplos essa aproximação porque não é só ler o evangelho ou só fazer ou ir num culto esse exercício Diário de conexão íntima com algo sagrado né E que independe da religião para mim é J mas para quem é budista Pode ser outra uma força maior essa conexão ela conforta ela faz com que a gente entre em contato com as dificuldades sem desespero porque a gente sente que não estamos sozinhos independente do que aconteça conosco essa força maior chamada Deus nos envolve e ele conhece Conhece nosso coração nossas dificuldades e e não deixa que nada maior do que a nossa força chegue até nós confiar que ele está no comando gera um conforto imenso não adianta você explicar
ele conhece Conhece nosso coração nossas dificuldades e e não deixa que nada maior do que a nossa força chegue até nós confiar que ele está no comando gera um conforto imenso não adianta você explicar estatística para ninguém se você tá lá num num hospital não adianta você saber a causa da doença o tratamento estatística progn não adianta nada nada se você não tiver construído esse Castelo interior de fé Ali você vai sentir e se você Já construiu começou a construir o Emmanuel fala que a fé não é não é uma uma árvore que você se coloca na hora que você precisa ela é um tempo de construção diária para que no momento da dificuldade ele esteja pronto né então se a gente tiver fé tiver essa conexão com Deus né a gente vai sentir o conforto Como Jesus disse esse é Amparo e nada vai ser tão difícil se a gente sabe que existe a imortalidade da Alma que tudo que a gente tá passando é um processo que o nosso corpo é simples instrumento então a gente sente esse conforto perfeito e esse conforto né Ana eh vem para uma coisa muito simples Jesus como Governador planetário nos conhece pelo nome sabe a a nossa traj ória sabe a nossa dificuldade sabe as nossas potencialidades tá investindo em nós pela sua misericórdia pra gente poder não é acertar mais é Errar menos né então isso traz um conforto traz aquele abraço a gente se sente protegido né E principalmente a gente se sente eu a gente ainda não podemos falar isso eu e o pai somos um mas nós e Jesus somos irmãos então isso nos ajuda isso nos conforta para essas famílias que passam tantas dificuldades nessas dores crônicas que as suas seus filhos né estão passando eh por momentos tão delicados com tantas doenças difíceis no dia a dia mas é como eu vejo algumas mães comentando Doutora parece que depois que a gente ora né no dizer Pentecostal ou quando a gente clama no dezer evangélico ou quando a gente reza no dizer católico e quando a gente faz prece no dizer Espírita parece que tudo fica mais fácil a dificuldade fica menos difícil então isso traz
a gente clama no dezer evangélico ou quando a gente reza no dizer católico e quando a gente faz prece no dizer Espírita parece que tudo fica mais fácil a dificuldade fica menos difícil então isso traz conforto Eu queria falar uma eu queria se vocês me permitem eu acho importante colocar isso aqui eh sempre me impressionou muito essa pergunta 101 do livro Consolador porque eles perguntam assim pro Emmanuel eh Por que que não pode ter a cura das doenças né da lepra do Câncer aí ele responde assim em verdade no Orbit terrestre na sua atmosfera estão todos os elementos de cura para todas as doenças do planeta é só recordar as curas de Jesus só que só que a doença incurável traz consigo profundos benefícios aí ele faz uma pergunta bem irônica bem Terrível o que seria das criaturas terrestres sem a moléstia dolorosa que apodrecem lhe a vaidade até onde Poderia o orgulho e o personalismo dos Espíritos sem a constante ameaça de uma carne frágil e atormentada então o problema não é o nosso corpo adoecido gente é a gente crescer em amor em talento e tudo vai vai vai ter cura porque a cura já tá aí no planeta não é basta a gente merecê-la e enquanto a gente não merece essa essa cura sem doença alguma vamos ser feliz vamos ter a nossa vida com contentamento apesar das dificuldades elas são passageiros perfeito e como você bem colocou né a felicidade é uma questão de escolha é uma questão de escolha não é o outro que nos faz feliz mas nós mesmos que construímos a felicidade dentro de nós Marc Ana que banquete bacana tivemos essa noite com vocês gratidão a vocês duas né é isso na próxima semana nos veremos novamente e Ficamos felizes de vocês estarem aqui conosco não é isso Nelson é isso e eu só posso desejar uma boa semana a todos que nos assistiram né beijos no coração de vocês e aguardamos todos no dia 18 de outubro quando ir iremos conversar sobre Como entender o TDAH boa noite Márcia Boa noite Ana boa noite Marco e até lá tchau gente abraço turma até mais somos impulsionados e motivados por
no dia 18 de outubro quando ir iremos conversar sobre Como entender o TDAH boa noite Márcia Boa noite Ana boa noite Marco e até lá tchau gente abraço turma até mais somos impulsionados e motivados por um bem maior por meio da caridade e da vivência do Evangelho do Cristo chegamos onde chegamos conquistamos o que conquistamos o nosso trabalho acolhe quem mais precisa é independente da distância nossos meios acessam lugares que antes pareciam inalcançáveis a comunicação é chave em todos os setores de nossa sociedade e ela muitas vezes permitiu abraçar quem precisava de atenção em momentos de dor e angústia Esse trabalho é feito com muita dedicação por toda uma equipe profissional preparada para produzir diversos tipos de conteúdos que alcançam o público já são mais de 4.000 conteúdos de qualidade disponibilizados gratuitamente em nossas plataformas produzidos por comunicólogos produtores audiovisuais cenógrafos editores designers programadores e técnicos de áudio toda essa estrutura só é possível graças a você apoiador do nosso trabalho e somos gratos por toda a sua doação até aqui mas este trabalho precisa continuar podemos acolher ainda mais pessoas e para continuar alcançando tantos corações precisamos de você por isso mais uma vez contamos com seu apoio financeiro apenas com ele poderemos avançar ainda mais e continuar próximos de você trabalhamos pelo consolo pelo esclarecimento e pela esperança e sabemos que somente juntos com você poderemos fortalecer essa corrente a padrinha FEB TV estamos juntos com você através da FEB TV acesse do. febtv.com.br e faça sua doação G l
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