A CORTINA DO EU - Carla Daniela [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 05/07/2025 (há 10 meses) 50:56 493 visualizações

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Transcrição

Luz buscando a ti, buscando a ti. Obrigada. Comunhão espírita de Brasília. เ Senhor, estou aqui para agradecer de coração a paz dentro de mim que encontrei na comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda Belém. Amigos, rendamos graças a Jesus pela alegria de estarmos aqui novamente reunidos em seu nome e podendo ser envolvidos pelas suas lúcidas vibrações e inspirados pela sua boa nova. Como sempre fazemos, nós vamos ler uma pequena, um pequeno trecho para que possamos nos harmonizar, nos conectar com mais alto, nos desligarmos de todas as toda a agitação lá de fora, acalmando o nosso coração, a nossa mente. E nos caiu aqui a mensagem do evangelho, não vim destruir a lei. E aí diz-nos Jesus por Mateus: "Não penseis que eu tenha vindo destruir a lei ou os profetas. Não os vim destruir, mas cumpri-los. Porquanto em verdade vos digo que é que o céu e a terra não passarão sem que tudo o que se acha na lei esteja perfeitamente cumprido, enquanto reste um único J e um único ponto. Palavras de Jesus nos mostrando qual era o seu projeto para todos nós neste planeta abençoado que nos acolhe. Vamos elevar o nosso pensamento até o divino mestre, nos deixando envolver por essa luz que é derramada neste ambiente, nos dois planos da vida, mentalizando a sua figura doce, serena, com as suas mãos sobre nós, a espargir as suas vibrações de cura, de esperança, de misericórdia. Neste instante, quando alçamos voo ao mais alto, é que nós nos sentimos em perfeita comunhão com Jesus e com a sua proposta. Que cada um de nós possa ser o multiplicador dessas bênçãos que nos são dispensadas e que a cada novo dia, quando acordamos e renascemos, abracemos a causa de Jesus, a fim de que o nosso coração se fortaleça e nos sustente em todas as nossas caminhadas. Que a paz do mestre nos alcance e permaneça conosco. Que assim seja. Hoje nós temos a alegria de receber a Carla. Eu não a conhecia pessoalmente, só das palestras em outros dias. Ela vai nos falar sobre um tema espinhoso, que é cortina do eu. A cortina do eu.

sim seja. Hoje nós temos a alegria de receber a Carla. Eu não a conhecia pessoalmente, só das palestras em outros dias. Ela vai nos falar sobre um tema espinhoso, que é cortina do eu. A cortina do eu. Será? Por, né? Vamos ver que a Carla, ela é assim, eu não conheço não, mas eu imagino. Ela apresenta o problema e já dá a solução. Então, vamos aproveitar bastante. Vamos lá. Obrigada. Obrigada. É sempre uma alegria estar aqui falando do Evangelho de Jesus a luz da doutrina espírita. E dessa vez eu trago uma mensagem do Emanuel no livro Fonte Viva, que é o capítulo 110, A cortina do eu. E como sempre, a Emanuel traz uma mensagem que é do Evangelho, da dos livros do Novo Testamento, né, das cartas de Paulo. E dessa vez ele pega uma frase, um versículo do da carta de Paulo aos Filipenses, em que ele fala: "Porque todos buscam o que é seu e não o que é do Cristo Jesus". chamando nossa atenção nessa mensagem pro predomínio do nosso próprio interesse, do nosso próprio eu, do de nós mesmos em detrimento da mensagem do Cristo Jesus, que é o nosso principal problema, né? E aí ele fala do mito de Narciso também. Narcismo é um mito que remonta lá à Grécia antiga, onde e que se transformou hoje no arquétipo, arquétipo até mesmo paraa psicanálise, né, do narcisismo e do dessas questões. O mito de Narciso era um homem que nasceu, né, quando ele era pequeno. Todas as crianças normalmente eram levadas pro pros oráculos, né? Principalmente o oráculo de Delfos, que era o resumo de todas as a sabedoria e onde tinha as pitonisas que prediziam o futuro. E foi predito sobre Narciso que ele teria muito sucesso, era destinado a grandes projetos e grandes realizações e a muita felicidade, mas tinha um porém, sempre há, né? que ele jamais visse a sua própria imagem, que ele jamais se centralizasse na sua própria imagem. E isso foi seguido a risca. Narciso cresceu num espaço onde não tinha espelhos, não tinha eh superfícies que pudessem refletir de forma que ele não pudesse olhar para si mesmo, não é?

própria imagem. E isso foi seguido a risca. Narciso cresceu num espaço onde não tinha espelhos, não tinha eh superfícies que pudessem refletir de forma que ele não pudesse olhar para si mesmo, não é? Nesse sentido pejorativo, porque existe um olhar para si mesmo que é voltado ao autoconhecimento, aquele que trata na questão 90 do livro dos espíritos, né? e que vem também remonta da Grécia, do da enfim, do que tava lá no próprio oráculo de Delfos. Conhece-te a ti mesmo. E aí ele cresceu, mas um belo dia ele estava caminhando, né? Ele era admirado por todos e desejado por todos também, né? Pela sua grande beleza, que chamava muito a atenção e se distinguia de todos os que tinham naquela época. E um belo dia ele caminhando na natureza, admirando tudo que estava ali, passou por um rio, um lago que tinha uma grande beleza e ali tava um dia bonito. Formou um espelho d'água. A tranquilidade daquelas águas formou o espelho d'água. E ele, sem conhecer espelhos, ele olhou para aquela superfície do lago e viu ali um jovem de grande beleza. Imediatamente ele foi tomado por uma paixão, se apaixonou por aquele jovem, só que ele não conseguia conversar, não conseguia falar com aquele jovem, não conseguia sequer tocá-lo. Toda vez que ele se aproximava e tentava tocar, aquela imagem se desvanecia, né? porque ele tocava na água e a água se movimentava e eh desfazia aquela imagem. E ele foi ficando ali, mas tão apaixonado ele estava por aquela imagem, aquele reflexo que ele não conseguia entender que era ele mesmo, que ele não conseguia sair dali e acabou padecendo de fome e de sede diante daquela imagem de si mesmo. E é muitas vezes o que acontece, né? Nós diante daquela imagem de nós mesmos, nós só olhamos para nós, olhamos para tudo aquilo que nós representamos e aprisionamos a nossa alma no culto ao eu e aprisionamos de a ponto de nós deixarmos de buscar aquilo que está do lado de fora, aquilo que nos alimenta, aquilo que alimenta a nossa alma. E apenas entramos nessa busca. Buscar a

no culto ao eu e aprisionamos de a ponto de nós deixarmos de buscar aquilo que está do lado de fora, aquilo que nos alimenta, aquilo que alimenta a nossa alma. E apenas entramos nessa busca. Buscar a nós mesmos é uma busca em glória, porque nós não conseguimos satisfazer todos os nossos desejos, não conseguimos satisfazer essa busca de nós mesmos e acabamos matando a nossa alma de fome, de sede, sem conseguir eh resolver todas essas questões que nós podemos. Eu me lembro quando eu dava aula de, na verdade não era nem evangelização, era catequese. Quando eu era catequista, a gente contava uma história que era muito interessante, que falava um pouco do que é também essa cortina. A gente falava do vidro, né, que um vidro é um algo transparente, um vidro normal, como de uma janela. Aqui tem várias janelas, apesar de que a maioria delas é bisotada e não permite que a gente veja o exterior também, né? Mas normalmente quando a gente olha através de uma janela, a gente vê o mundo lá fora, vê as superfícies que estão lá, vê as belezas que estão além daquele ambiente que está ali. E aí a gente dizia que existe uma, muitas vezes o que se coloca como uma película de metal nessas janelas. E quando a gente coloca essa fina película de metal, essa superfície, esse vidro deixa de mostrar o mundo lá fora e passa apenas a a mostrar aquilo que está diante daquele vidro, né, do lado de cá do vidro. E aí de janela ele passa a ser um espelho. E eu deixo de ver as belezas, as perspectivas e tudo que existe lá fora e até as dores, né? Lembrando de Buda, o Sidarta Gautama, a quem era impedido olhar pela janela e ver o sofrimento que existia lá fora, apenas permitindo ver aquilo que existia dentro do palácio, né? E a descoberta dele foi de que nem tudo era felicidade, nem tudo era beleza, nem tudo era perfeição, mas existia também dor, sofrimento, existia pobreza, existia, enfim, várias coisas que ele não era permitido de ver por olhar apenas o espelho, né? Então, quando nós colocamos essa película

perfeição, mas existia também dor, sofrimento, existia pobreza, existia, enfim, várias coisas que ele não era permitido de ver por olhar apenas o espelho, né? Então, quando nós colocamos essa película ali dentro da janela, nós deixamos de enxergar o mundo e passamos a enxergar apenas a nós mesmas e o nosso pequeno mundo que existe para a quem da janela. E aí essa película, a historinha chamava de egoísmo. O egoísmo é aquilo que nos impede de ver o que está além e nos permite apenas ver o que está em nós, aquilo que nos pertence, a nossa própria imagem e o nosso quarto, a nossa casa, aquilo que nos pertence. Quando nós centramos em nós mesmos, nós deixamos de ver todas essas perspectivas que estão lá fora e nos focamos não de uma forma positiva, mas de uma forma que nos limita. Então, a gente chamava isso de egoísmo. E essa película cumpre esse mesmo papel disso que o Emanuel chama de cortina do eu, fechar a nossa visão, né? Ele diz que o eu é como uma cortina que não impede que a gente veja o mundo lá fora. É como essa película do espelho que deixa, não permite que a gente veja para além, mas apenas faz com que nós foquemos em nós mesmos. Então, esse é o nosso egoísmo. Eu me lembro de uma música muito conhecida, né, na voz de Caetano Veloso, chamada Sampa, em que ele diz, né, quando eu me encarei frente à frente e não vi o meu rosto, chamei de mau gosto o que eu vi, de mau gosto mau gosto, é que Narciso acha feio o que não é espelho. Então, o Narciso é aquele que é apaixonado apenas por si mesmo, que não consegue ver o mundo lá fora, que não consegue enxergar beleza em nada além de si mesmo. Narciso preferiu morrer de fome e de sede a procurar outras coisas, procurar outras pessoas, procurar outras belezas e outras visões do mundo. Muitas vezes nós também matamos a nossa alma, matamos a nossa vida, matamos as nossas perspectivas, porque apenas buscamos o nosso própria visão, o nosso próprio interesse. Buscamos em tudo que existe no mundo o reflexo de nós mesmos, não conseguindo

mos a nossa vida, matamos as nossas perspectivas, porque apenas buscamos o nosso própria visão, o nosso próprio interesse. Buscamos em tudo que existe no mundo o reflexo de nós mesmos, não conseguindo ver para além. Eu gosto de citar um meme que é muito interessante, que existe no mundo, eh, existe aí no mundo da internet, né, que é a história do rinoceronte pintor. Eu não sei se vocês já viram esse essa historinha, né, do rinoceronte pintor, que mostrava um rinoceronte que gostava de pintar e aí mostrava ele pintando várias paisagens, pintando uma montanha, pintando um lago, pintando uma praia e outras paisagens belíssimas. Mas em cada paisagem que esse rinoceronte pintava estava o quê? O grande nariz dele. Em primeira perspectiva sempre estava o nariz. Então tava lá a praia belíssima, mas na frente estava o nariz do rinoceronte. Estava a montanha linda, estava um belo pôr do sol todo colorido, mas em em primeira perspectiva estava lá. E esse é o nosso egoísmo também. É a nossa placa do eu. A gente enxerga as belezas, mas em primeiro plano nós enxergamos a nós mesmos, colocamos o nosso nariz, né? E aí se diz que nós não vemos o mundo como ele é. Nós vemos o mundo como nós somos. Porque o nosso espelho, a nossa imagem, o nosso nariz está em todos os lugares em que nós vemos, né? E nós colocamos ele em primeiro lugar, às vezes até sem perceber. Talvez o rinoceronte nem percebesse que aquilo ali fazia parte e que ele era tudo aquilo, né? Ele compreendia aquilo como o foco e não sabia deixar de observar aquele nariz em todas as paisagens que ele via. Então, achar que nós somos o centro, achar que nós somos a perspectiva sobre a qual deve ser analisado o mundo e que existe beleza apenas em nós, tudo aquilo que não é espelho não é belo, é a cortina do eu. É aquela película que não nos permite ver. Eu me lembro da etimologia da palavra também, né? Quando a gente pensa em adversários, adversidades, a gente fala de adverso, né? E isso tem a mesma coisa que diverso. Então é

que não nos permite ver. Eu me lembro da etimologia da palavra também, né? Quando a gente pensa em adversários, adversidades, a gente fala de adverso, né? E isso tem a mesma coisa que diverso. Então é aquilo que é diferente de nós, aquilo que não conseguimos aceitar nem compreender. Então nós vemos como bom aquilo que é visto sobre a nossa perspectiva. Tudo que é diferente, tudo que é diverso é problema, é adversário, é inimigo. Então, tudo que não sou eu, tudo que não faz parte de mim, que não é espelho, é ruim, é feio, é diferente, é inimigo e tudo o que não que eu em que eu não me vejo, eu não consigo compreender e não consigo aceitar. Tudo que está para além dessa película, tudo que está para além dessa cortina, a gente transforma em inimizade e não consegue compreender e muito menos consegue aceitar. Emanuel coloca que o nosso, a defesa dos nossos próprios interesses e a visão apenas com o nosso olhar, o olhar do rinoceronte, é uma das grandes questões da humanidade, porque ele coloca o egoísmo e a vaidade como entraves a nosso processo de evolução pessoal e enquanto humanidade, né? Então, o nosso egoísmo é o nosso principal entrave da evolução, porque nós apenas vemos a nós mesmos e não aceitamos auxiliar o outro, aprender com o outro e crescer junto com o outro também, né? Tem um livro que é muito interessante. Ele se chama Pequeno Tratado das Grandes Virtudes e ele fala de 18 virtudes. Começando com a polidez, que ele diz que não chega a ser uma virtude, mas uma forma de ser que nos aproxima da virtude, que é você ter o trato bom, né? Então, dizer bom dia para as pessoas, mesmo que você não tenha um desejo sincero e real de que aquela pessoa tenha um bom dia, mas você fala por educação, por polidez, e aquele gesto se repetindo vai se transformando em virtude, né? Você fala e demonstra alegria, mesmo que ela não seja real, você demonstra boa educação, cortesia, gestos, né, de ceder o lugar para alguém que que senta na frente da gente no metrô ou fazer gestos de polidez. E a última das

egria, mesmo que ela não seja real, você demonstra boa educação, cortesia, gestos, né, de ceder o lugar para alguém que que senta na frente da gente no metrô ou fazer gestos de polidez. E a última das virtudes que ele considera como mais do que uma virtude é o amor, que ele diz que o amor é transcende e que se nós apenas observarmos o amor, todas as virtudes se tornam desnecessárias, porque elas estão contidas. Se nós agirmos com amor, nós não precisamos de virtude, porque todas as virtudes estão contidas nele, né? É o que diz Pedro: "Ama e faz o que quiseres." Porque nós, se nós lidamos com amor, nós fazemos o bem, desejamos o bem, compreendemos, agimos com justiça e temos um proceder e um olhar virtuoso também. Então, o amor supera todas as virtudes e nos aproxima de Deus, que é puro amor. Mas ele fala nesse livro que nem todas as virtudes, por mais que pareçam, elas são totalmente boas ou totalmente voltadas pro bem. Mas tem virtudes ou coisas que chegam características mesmo nossas, humanas, que se não houver o amor, se não houver o bom propósito, elas acabam se transformando em problemas. Então ele fala, por exemplo, ele distingue justiça. Justiça é uma virtude que é boa em si, né? Porque de qualquer jeito a virtude, a justiça prepondera. Mas tem, por exemplo, a inteligência. Ele diz que a inteligência é uma característica que é evolutiva, que é boa, mas que muitas vezes a inteligência, se não tiver um bom propósito, um propósito que seja voltado pro bem, ela pode até prejudicar, né? A inteligência utilizada pro mal, ela ganha um potencial e potencializa esse mal, dando a ele mais poder ainda. Então ele fala, se a pessoa é voltado pro mal, melhor que ele não fosse inteligente, porque a inteligência vai fazer com que ele seja ainda pior do que ele seria. A mesma coisa a organização, a metodicidade, né? Então a pessoa, o fato de ela ser organizada metódica, não significa que ela seja boa. Tanto que existe o crime organizado, né? Então, se o crime for desorganizado,

a organização, a metodicidade, né? Então a pessoa, o fato de ela ser organizada metódica, não significa que ela seja boa. Tanto que existe o crime organizado, né? Então, se o crime for desorganizado, ele tem faz menos mal do que ele sendo organizado. Por isso a gente pensa isso, né? Que o importante não é a gente ter determinadas características, mas a gente transcender e buscar o bem e buscar fazer o bem. Essas determinadas características e até mesmo virtudes, elas são meios, mas elas nada significam, não nos ajudam se a gente não souber transcender, ultrapassar essa cortina. Então, a inteligência, a organização e até mesmo os sacrifícios, né? a certas coisas que a gente faz, se não tiverem um bom propósito, se não ultrapassarem o meu interesse pessoal, eh a própria disciplina de nada conduz a nossa alma. Ela além de não agregar, pode até nos afastar do bem. Então elas se tornam virtudes quando elas nos ultrapassam, quando elas permitem que nós ultrapassemos isso. E aí ele fala, Emanuala importância então de ultrapassar isso e de buscar mais, né? De não buscar os nossos próprios propósitos, não buscar apenas os nossos interesses, mas buscar aquilo que está em Cristo Jesus. E daí ele fala no início, né, que a gente busca apenas a nós mesmos, né, e porque todos buscam o que é seu e não o que é do Cristo Jesus. Então, não é suficiente que a gente busque nos aprimorar as nossas qualidades, que a gente busque conhecer e saber mais, que a gente busque ser mais, mas que a gente procure eh transcender e busque o que é o bem verdadeiramente, para que essa nossa busca por sabedoria, que essa nossa busca por propósito, que essa nossa busca por disciplina e pelos tesouros do mundo ultrapasse o mero interesse pessoal, mas busque verdadeiramente o interesse do bem. Quando nós ultrapassamos esse olhar de nós mesmos, aí nós temos a verdadeira virtude. Tem um livro chamado que é de um psicólogo chamado Vittor Frankel, em que ele fala e se chama Em Busca de sentido e ali ele fala da experiência pessoal dele, mas

os, aí nós temos a verdadeira virtude. Tem um livro chamado que é de um psicólogo chamado Vittor Frankel, em que ele fala e se chama Em Busca de sentido e ali ele fala da experiência pessoal dele, mas ele parte de uma frase de Niet, que é Niet às vezes é colocado como alguém que nega o valor, né, que tem uma uma postura muito negativa, mas essa frase dele é extremamente positiva. Ele diz que quem tem um porquê é capaz de suportar qualquer como. E aí ele traz essa frase paraa experiência dele no campo de concentração. Ele era judeu na época da Segunda Guerra Mundial e viveu aquele período ali terrível, né? Ele tinha uma esposa que ele amava muito. Ele tinha acabado de casar quando a guerra veio e ele foi levado, ele e a esposa, pro campo de concentração, separados. E aí ele passou por essa situação que era muito, muito, muito difícil, mas ele fala da importância do propósito, dessa busca desse sentido, porque ele diz que quem tem um propósito maior consegue vencer quaisquer dificuldades. E se a pessoa tem uma busca do bem e de algo que realmente transcende a si mesmo, ela consegue suportar essas dificuldades da vida. Então ele diz que ele tinha esse propósito, que era reencontrar a esposa dele, reencontrar aquela que ele amava. E cada dia ele passava pelas situações mais difíceis, realmente difíceis. Ele passava fome, ele tinha trabalhos exaustivos, ele suportava humilhações, mas o simples fato de pensar que ele poderia reencontrar a esposa fazia com que ele suportasse e tivesse forças para lidar com toda aquela situação. E aí ele via que aqueles colegas que perdiam o seu propósito não conseguiam suportar. Ele dizia que percebia claramente quando o olho de alguém apagava o brilho, quando a pessoa desistia de si mesmo, desistia do mundo, desistia da vida. E aí ele diz que essas pessoas já não duravam sequer 48 horas quando o brilho apagava, quando aquela busca maior, aquele sentido maior da vida. Mas ele como queria isso, ele conseguia lutar e essa luta ultrapassava

ue essas pessoas já não duravam sequer 48 horas quando o brilho apagava, quando aquela busca maior, aquele sentido maior da vida. Mas ele como queria isso, ele conseguia lutar e essa luta ultrapassava o sentido de si mesmo. Ele ajudava as pessoas, ele encorajava as pessoas, ele repartia até o pouco que ele recebia de comida, ele se colocava no lugar dos outros para fazer os trabalhos, porque ele tinha esse propósito e retirava desse propósito uma força muito maior que o manteve vivo. E realmente ele sobreviveu à Segunda Guerra, ele escreveu esse livro e e muitas pessoas foram iluminadas por esse conhecimento. Ao contrário, quando nós buscamos apenas o nosso próprio conhecimento e o nosso próprio interesse, mesmo as nossas vitórias nos diminuem e não nos satisfazem. Érico Veríssimo, que é o autor do tempo e o vento, um livro maravilhoso, né? Uma sequência de livros. Ele tem um outro livro que é muito interessante que é ele escreve baseado na passagem do evangelho, né? O título do livro é Olhai os lírios do campo. E ele conta a história de um rapaz que era muito talentoso, um rapaz que tinha muitos talentos, mas tinha uma grande ambição também. ele da mesma forma que Víctor Franco tinha uma noiva que ele amava, uma pessoa que ele conhecia desde a infância e que ele tinha um propósito de permanecer a vida dele toda a ao lado dela, né? Eles se amavam muito, muito desde criança. E tinham uma situação, não passavam miséria, não eram fome, mas não passavam fome, mas eram eh pessoas humildes, né? Viviam no bairro humilde da cidade, etc. E ele queria crescer, queria melhorar a princípio para que ele pudesse dar uma vida melhor pra mulher que ele amava e construir uma família boa. E ele se emprega numa empresa, só que aí ele começa a se destacar lá pelo bom trabalho e chama a atenção do chefe e da filha do chefe, né? E aí ele começa a perceber que a filha do chefe volta ao olhar para ele e ele vê nisso uma oportunidade e aí ele já esquece os bons propósitos dele e aí vê uma

tenção do chefe e da filha do chefe, né? E aí ele começa a perceber que a filha do chefe volta ao olhar para ele e ele vê nisso uma oportunidade e aí ele já esquece os bons propósitos dele e aí vê uma possibilidade de ascensão social. Então ele esquece, entre aspas, né, o as promessas e o amor que ele tinha por aquela mulher que era escolhida da sua alma e decide que vai se casar com aquela outra moça sem gostar dela, apenas pelo interesse de acender socialmente, de se tornar o futuro dono da empresa. Ele faz exatamente isso, termina o relacionamento com aquela moça, casa, se transforma no herdeiro da empresa, mora numa casa bonita, etc., mas tem uma vida vazia. Ele nunca consegue ser feliz, ele nunca consegue se realizar. tudo aquilo que ele ganha financeiramente e o a prosperidade, ele tem uma vida extremamente eh boa em termos materiais, mas um vazio imenso no coração, nunca consegue ser feliz, porque ele não conseguiu ultrapassar essa cortina do eu. Ele ficou voltado para si mesmo e não se encontra felicidade apenas olhando para si. Se ele tivesse conseguido eh ultrapassar e se voltar paraa felicidade dele, crescer, provavelmente com talentoso como ele era, ele demoraria mais, ele teria que trabalhar, teria que se esforçar, mas ele conseguiria acender socialmente, viver com a mulher que ele amava, conseguir grandes projetos e viver bem e feliz. Enfim, ele com as escolhas que fez não conseguiu ultrapassar e não trouxe felicidade para ninguém, para nenhum dos envolvidos, nem para ele próprio, nem pra mulher com quem ele se casou, nem para todas as pessoas que ele esteve, né? Então foi uma vida vazia e que, claro, né, ele terá uma oportunidade de recomeçar e repensar os valores. Tem uma filósofa também recente, né, mais contemporânea do século XX, que se chama Helena Blavatsk e ela fala de uma ideia que é muito interessante, da ilusão da separatividade. Ela diz que nós achamos que nós somos separados dos outros, mas que na verdade nós vivemos uma comunhão. E ela cita como exemplo,

la de uma ideia que é muito interessante, da ilusão da separatividade. Ela diz que nós achamos que nós somos separados dos outros, mas que na verdade nós vivemos uma comunhão. E ela cita como exemplo, por exemplo, ela diz: "Na areia da praia, se eu fizer dois traços na areia da praia, parecem duas pessoas, né, duas situações diferentes. Então parecem duas individualidades diferentes, mas na primeira maré, primeira vez que a maré sobe, vem a onda e aquelas aqueles dois traços se misturam e transformam numa coisa só, porque na verdade tudo faz parte daquela areia. E nós temos essa ilusão de que nós somos completamente separados, individuais e que não dependemos e não nos relacionamos, mas nós sabemos, né, isso é uma visão sistêmica, que tudo se interrelaciona. Todas as pessoas, todos os seres, todo o universo se interrelaciona. E as minhas escolhas impactam todas as pessoas e as escolhas dos outros também me impactam. Então, é o que o princípio de John Nash, de que o que eu faço de bem para mim deve buscar também o bem pros outros, porque se eu apenas busco o meu próprio bem, na verdade eu estou buscando a minha condenação e a condenação dos outros também, né? Então, não, eu, se eu não ultrapasso o meu, eu me lembro que quando eu estudei Inés, era um economista, né? Quando eu estudei economia, existia um exercício dos peixes e esse exercício dos peixes, existia um número de peixes que cada um podia pescar em duas etapas. E existia um número de peixes que se você podia pescar, eh, davam equilíbrio perfeito. Você podia pescar um determinado número de peixes na primeira semana e na segunda semana. E esse número de peixes que era o equilíbrio era de três, então você podia pescar entre um e cinco. E se cada um pescasse três peixes na primeira semana, sobraria para que cada um pescasse também três peixes na segunda semana e que aí todo mundo manteria o equilíbrio, ficaria saciado e teria suas necessidades. Mas esse exercício nunca dava certo, porque a maioria das pessoas

um pescasse também três peixes na segunda semana e que aí todo mundo manteria o equilíbrio, ficaria saciado e teria suas necessidades. Mas esse exercício nunca dava certo, porque a maioria das pessoas escolhia logo o máximo de peixes na primeira semana, que era cinco. Então, se as pessoas queriam logo cinco, sobravam poucos pra segunda semana. E aqueles que não tinham escolhido ficar com cinco, eh, não conseguiam sequer ganhar peixes na segunda semana e não era possível acumular peixes de uma semana para outra. Então, nem mesmo aqueles que tinham escolhido cinco peixes na primeira semana conseguiam ficar bem na segunda. Então a gente, pela lógica de NES, é uma lógica econômica segundo a qual a gente deve buscar o nosso próprio interesse, o nosso próprio crescimento, mas também o interesse coletivo. Porque se a gente consegue conciliar o meu próprio progresso, o meu próprio interesse, a minha própria, o meu próprio crescimento com o crescimento do grupo de todos, então todos conseguem ficar bem. É o que dizia Gand, né, que a terra tem recursos para prover todos todas as necessidades do mundo, mas não a nossa ganância, né? E na questão 930 do livro dos espíritos diz, os espíritos dizem a Kardec que numa sociedade erigida de acordo com as leis do Cristo, ninguém deve morrer de fome, porque existe o suficiente para todos, mas não para suprir a ganância de todos. Então, se a gente conseguir olhar para além de nós, e claro, nós devemos olhar, buscar o nosso progresso, buscar o nosso interesse, nós todos estamos submetidos à lei do progresso, que é uma lei divina. Então, buscar a nossa melhoria, buscar o nosso crescimento, buscar a nossa evolução não é apenas um direito, mas um dever de todos nós. Mas a gente deve buscar se eu tenho um conhecimento, que esse conhecimento não sirva apenas para mim, mas que sirva também pros outros. O mesmo saber, a mesma inteligência que constrói mais eh mais formas de matar a fome, também constrói armas e destrói mundos, né? Então, a gente pode escolher, não é

mas que sirva também pros outros. O mesmo saber, a mesma inteligência que constrói mais eh mais formas de matar a fome, também constrói armas e destrói mundos, né? Então, a gente pode escolher, não é apenas buscar saber mais, mas o que fazer com esse saber e como utilizar. Se eu tenho os recursos materiais, eu posso utilizar esses recursos pro bem também. Então, não é apenas crescer, não é apenas melhorar, não é apenas progredir, mas o que eu vou fazer? Eu não preciso me anular nem me diminuir para crescer os outros. Quanto mais a gente cresce, quanto maior a nossa luz, mais nós nos iluminamos. É apenas uma questão de nós querermos e sabermos ultrapassar a nós mesmos, ultrapassar essa cortina e fazer com, como que disse Jesus, que a nossa luz seja colocada em cima do alqueire e ilumine muito. Senão a gente vive aquilo que hoje é muito comum, né? a chamada lógica do condomínio. A lógica do condomínio é perceber que eu tenho muito, perceber que eu tenho mais e erigir um muro, porque eu preciso me defender daqueles que têm menos, né? Enquanto tem, né, um filósofo disse que se eu tenho mais do que eu preciso, eu não devo construir um muro mais alto e sim uma mesa maior. Se eu tenho mais do que eu preciso, eu posso compartilhar e claro, me precavendo também, né? tendo essa precaução de que de garantir o nosso futuro, mas que essa precaução não se transforme em mero egoísmo, mas se transforme num compartilhamento, porque Deus é o Deus da abundância. Deus é aquele Deus que nos garante, né? Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância. E se nós conseguimos viver essa abundância, se nós conseguimos melhorar, progredir, mas também compartilhar, nós sempre nos reguard nos reguardaremos. E essa é a lógica do lírio do campo, né, que ele dá tudo o que tem, ele recebe da natureza tudo o que ele precisa para poder florir. E ele vai florir. Ele vai presentear o mundo com sua cor, com seu perfume, com sua beleza, com tudo o que ele tem, sem economizar, mas confiante de que no dia

tudo o que ele precisa para poder florir. E ele vai florir. Ele vai presentear o mundo com sua cor, com seu perfume, com sua beleza, com tudo o que ele tem, sem economizar, mas confiante de que no dia seguinte ele terá novos recursos. Não é que ele não trabalhe, ele trabalha muito, né? muito antes da gente acordar de manhã, o Lírio já tá lá fazendo fotossíntese, recolhendo a luz do sol e os recursos da natureza, né, os nutrientes do solo para que ele possa florir. Mas ele tem essa confiança de que ele recebe da natureza de acordo com seus próprios esforços e dá a natureza tudo que ele recebe. E é isso que nós temos também. Nós somos seres humanos e também somos integrados à natureza, a esse grande sistema do qual nós fazemos parte. Então é nosso papel recolher do mundo, recolher de tudo o que existe dentro dessa abundância, tudo o que nós precisamos, mas também devolver ao mundo tudo o que nós podemos, que não é o mesmo que nós recebemos, mas é o que está dentro do nosso potencial. Então, cada vez que nós conseguimos transcender a nós mesmos, já pensou se o Lírio dissesse: "Não, eu não quero doar porque eu vou ficar sem?" Ele murcharia sem dar ao mundo aquilo que ele veio para dar, né? Então, nós precisamos dar ao mundo aquilo que nós viemos dar, receber aquilo que é bom, aquilo que é necessário, aquilo que nós merecemos como filhos de Deus, mas também devolver ao mundo os nossos talentos, aquilo que nós podemos, aquilo que nós temos de melhor e a contribuição que cada um de nós pode dar ao mundo. Então, aceitemos o que o mundo tem de bom para nos oferecer. Recebamos do mundo, não fechemos em nós mesmos. Saibamos que o outro não é nosso adversário. O outro tem bondade, tem beleza, tem recursos que podem nos fazer falta. Saibamos olhar, saibamos ter olhos de ver, ouvidos de ouvir, saibamos aprender com o mundo que está ao nosso redor, tendo claro o discernimento, que é o que Paulo falou, né? vejamos tudo, mas vamos reter o que é bom. Saibamos nos alimentar, nos nutrir

de ouvir, saibamos aprender com o mundo que está ao nosso redor, tendo claro o discernimento, que é o que Paulo falou, né? vejamos tudo, mas vamos reter o que é bom. Saibamos nos alimentar, nos nutrir do que existe no mundo, sendo que a nutrição é seletiva, né? Não significa que tudo o que eu vejo, tudo o que eu ouço, tudo que eu enxergo no mundo vai me fazer bem. Esse filtro também é necessário. Mas saibamos nos nutrir do que existe no mundo. E nos nutrindo do que existe de Deus no mundo, né? Jesus diz que bem-aventurados os puros, porque verão a Deus, sabendo enxergar a Deus, saibamos enxergar ele naquilo que nós podemos receber e naquilo que nós podemos doar também. Enxergar Deus nas coisas boas e belas do mundo que nos nutrem e também nas necessidades do mundo que podem ser supridas por nós. O que nós temos de bom pode agregar. O meu conhecimento pode salvar vidas, pode iluminar vidas, pode fazer coisas boas e trazer tantas coisas boas, né? Acrescentar ao mundo, trazer luz, trazer tantas coisas boas. Então, saibamos sim buscar o autoconhecimento, buscar olhar para nós mesmos, mas com aquele olhar que Santo Agostinho nos fala na questão 90, de nos conhecer, de conhecer o mundo ao nosso redor e de perceber o que ele tem de bom para mim e o que eu tenho de bom para ele. E trabalhar muito, né? Trabalhar no nível do esperançar, trabalhar no sentido de dar, de receber. A gente aqui na sexta de manhã tem um trabalho que se chama mãos estendidas. E eu sempre gosto de dizer que nós estendemos as mãos tanto para dar quanto para receber. Quando precisamos, devemos estender as mãos. E é difícil estender as mãos para receber, né? É difícil a gente se colocar como aquele que recebe. E quando podemos estender as mãos para doar também. E há momentos na vida em que precisamos receber. E há momentos na vida em que precisamos, em que podemos doar e reconhecer o nosso tempo, o nosso lugar e a nossa necessidade é também um dos desafios da vida. Mas para isso precisamos romper essa cortina. Então que a nossa vida

e precisamos, em que podemos doar e reconhecer o nosso tempo, o nosso lugar e a nossa necessidade é também um dos desafios da vida. Mas para isso precisamos romper essa cortina. Então que a nossa vida tenha mais janelas do que espelhos. Que a gente utilize os espelhos quando necessário, mas que a gente saiba também romper esses essas películas, abrir essas cortinas. e olhar para esse belíssimo mundo que existe lá fora. Muito obrigada a todos e uma ótima sexta-feira para vocês. O nosso Muito obrigada. Obrigado a Carla. E enquanto a Carla falava aqui, me veio a imagem de uma metáfora que nós podemos levar para casa como reflexão. Quantas vezes nós visitamos pessoas que tm um terror em abrir cortina, né? Eu tenho uma irmã que a casa dela passa o dia inteiro de cortina fechada. Então, qual o que isso significa do ponto de vista da minha interação com o mundo, não é? como é que eu me encontro em relação ao que a Carla falou, eh, essa cortina do e quanto mais eu sou engolida por este eu, mais eu fico embotado nas minhas possibilidades divinas. Então, que estendamos tudo o que de melhor mora em nosso coração e que saibamos abrir as cortinas para que vejamos o mundo verdadeiramente com os olhos do espírito. Levemos o nosso pensamento a Jesus, esse amigo tão afetuoso, tão amoroso, que nos convida sempre a lançar o nosso olhar na direção do irmão, sem nenhum tipo de impedimento, nos lembrando sempre que o amor cobre uma multidão de pecados, que os sãos não têm necessidade de médico, nos convidando sempre a a ir em busca de todos aqueles que sofrem, entendendo, como nos disse a Carla, que quando eu distribuo a minha luz, nós estamos criando um campo de bênçãos, onde todos sairão dali muito mais tranquilos, muito mais amorosos e mais confiantes. Que Jesus possa levá-los em segurança de retorno a seus lares. Que na próxima sexta-feira que estejamos munidos deste amor e desta esperança que ele nos com que ele nos presenteia. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Vão

rno a seus lares. Que na próxima sexta-feira que estejamos munidos deste amor e desta esperança que ele nos com que ele nos presenteia. Glória a Deus nas alturas, paz na terra a toda a humanidade. Vão com Deus. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade.

a colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos a nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta casa, damos graças a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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