A CONSCIÊNCIA DE SI - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]

Comunhão Espírita de Brasília 06/03/2026 (há 4 semanas) 1:09:01 2,225 visualizações

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Transcrição

buscando a ti. Obrigado. [música] Comunhão espírita de Brasília. >> Senhor, [música] estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro de mim que encontrei [música] na comunhão. Foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver, doando [música] amor, vibrando luz, buscando [música] a ti. >> Senhor, mesmo tão longe de atingir a [música] perfeição, aqui eu [música] entendi qual o valor. dessa missão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de [música] viver doando amor, vibrando luz. Boa noite. Boa noite a todos os presentes aqui na nossa comunhão espírita de Brasília e a todos aqueles que estão nos assistindo também nos canais da comunhão, no YouTube, nos nas mídias da comunhão. Bom, vamos começar com uma leitura de harmonização e depois vamos para a palestra do nosso querido irmão Mário. Então eu abri aqui aleatoriamente, como sempre faço, para leitura de harmonização, o livro Vigiai e Orai do irmão José, uma psicografia de Carlos Bacheli, e caiu no no texto preconceito e diz assim: "Qualquer tipo de preconceito que alimentes é sinal de estreiteza de espírito. Cada qual vive de acordo com as suas opções de vida. Estamos a caminho, mas falta-nos muito chão a percorrer. Não te escandalizes diante das atitudes que te causem estranheza. Ninguém é igual a ninguém. Habitua-te a respeitar as preferências sexuais das pessoas, as inclinações que revelem e o modo de vida que elegeram. Não sabes o que foste e nem podes prever o que serás. Trata a todos com igual respeito e consideração. Jesus não se esquivava das prostitutas e dos homens de uma vida. Lembra-te, o amor cobre uma multidão de pecados. Nossa, acho que a gente não precisa falar mais nada, né? Vamos embora, Mário. [risadas] >> Vamos só fechar os olhos e rezar. Não precisa falar mais nada, né, gente? Lindíssima leitura. Eh, texto preconceito do livro Orai e Vigiai. Vamos fazer a nossa prece, né? Convido aqueles que estão aí sentadinhos, se quiserem, a fecharem seus olhos ou permanecerem com eles

? Lindíssima leitura. Eh, texto preconceito do livro Orai e Vigiai. Vamos fazer a nossa prece, né? Convido aqueles que estão aí sentadinhos, se quiserem, a fecharem seus olhos ou permanecerem com eles abertos do jeito que vocês preferirem. É mais pra gente buscar dentro de nós aquilo que nos conecta nesse momento, nesse exato instante, com a espiritualidade amiga que prepara este ambiente para nos acolher na noite de hoje. Estamos aqui, Senhor Jesus, diante de ti, mais uma vez reunidos em Teu nome, por ti e para ti, para nos melhorarmos, para nos aperfeiçoarmos, para aprendermos um pouco mais. E desde já iniciamos essa prece agradecendo por essa mensagem tão linda que nos faz recordar que nós todos somos sem telha, sem telhas divina, que nós todos somos um pedacinho desse imenso e infinito amor do Pai, criador, gerador da vida. Obrigada por essa recordação mais uma vez, por nos fazer rememorar os teus ensinamentos, a tua, o teu evangelho de luz, que só pregou o amor, que só pregou a compreensão, que só pregou a tolerância, a paciência para com o próximo. e que nós buscássemos através dos nossos erros nos perdoarmos, mas acima de tudo olharmos o próximo como também um ser em construção, assim como nós somos. Permita, mestre Jesus, que dentro de nós cresça essa humildade, essa vontade de vermos o próximo com muito amor. Aqueles a quem já amamos, aqueles a quem já admiramos, que este amor aumente, se estabeleça dentro de nossos corações cada vez mais. Mas aqueles irmãos de caminhada, seja no trabalho, na família, no convívio social, que com os quais ainda tenhamos dificuldade. Que essa leitura de hoje, que essa prece, que essa palestra, que esse momento venha nos trazer essa vontade de estreitarmos os laços, ainda que sejam energéticos, mentais, que nos aproximem a esse irmão, irmão de alma, irmão, filho do mesmo pai. Que assim seja. Graças a Jesus, meus queridos. Então, hoje nós vamos ouvir o nosso irmão Mário, que vai nos falar sobre a consciência de si. Ele tá me soprando aqui. Sobre a consciência de

mesmo pai. Que assim seja. Graças a Jesus, meus queridos. Então, hoje nós vamos ouvir o nosso irmão Mário, que vai nos falar sobre a consciência de si. Ele tá me soprando aqui. Sobre a consciência de si. Vai lá, Mário. Estamos ansiosos por te ouvir. Boa noite a todos nós aqui presentes, ao pessoal do canal do YouTube que nos assiste. Leda lá de Uberaba, Minas Gerais. Larissa de Belém, Ieda de Canoas do Rio Grande do Sul, Marlete de Porto Alegre e Miriam. Para além disso também, boa noite a Luí e Marcos que também nos assistem. E muito embora a gente trace um tema com todo um tópico frasal em termos de argumento para falar aqui durante uma palestra pública, às vezes vem uma mensagem como essa e atravessa o pensamento. Porque o cristianismo e o espiritismo, eles nos demonstram o amor de Deus em uma perspectiva muito mais ampla. E no finalzinho da leitura preparatória, teve uma frase de Pedro, que o amor cobre uma multidão de pecados. Mas para Pedro ter chegado a essa frase, ele passou por um processo de transformação. Ele passou por um processo de despertar e sobretudo um processo da consciência de si em relação ao fortalecimento diante dos seus erros, em relação à reconstrução diante do seu arrependimento. Pedro que negou Jesus três vezes, mesmo sabendo do prenúncio lá no Jardim das oliveiras e depois se arrependeu, ficou procurando mais uma chance, mais uma chance. E depois da crucificação do Cristo, provavelmente Pedro pensou que não teria mais uma chance, mas nada melhor para um espírito arrependido do que o tempo. Nada melhor do que o espírito caído, do que um dia após o outro, em que as nossas dores elas vão se acalmando, em que as nossas feridas vão cicatrizando e que as nossas angústias vão oxigenando. E Jesus depois da crucificação começa a aparecer. Em um belo dia, narra João Evangelista, aparece para Pedro e começa ali um diálogo. Jesus novamente questionando como se fosse na temporada dois da negação. Pedro, tu me amas? E Pedro, novamente solícito, a pergunta

narra João Evangelista, aparece para Pedro e começa ali um diálogo. Jesus novamente questionando como se fosse na temporada dois da negação. Pedro, tu me amas? E Pedro, novamente solícito, a pergunta vinha e ele se desestruturava por dentro. E da terceira pergunta que Jesus insiste, porque Jesus insiste conosco, Pedro um pouco atônito. Jesus vai além com o seu ar maestral de simplicidade, com seu ar maestral de inclusão, com o seu ar amoroso de nos proporcionar novas oportunidades. diz, na verdade pede, Pedro, então me faz um favor, qual apacenta, acalma as minhas ovelhas? E Pedro ali se viu em uma nova oportunidade que tanto queria, vendo Jesus na sua frente e do negador junto com Paulo apóstolo, passa a ser o fundador das igrejas. Muitas vezes nos nossos processos de dores, a gente pensa que a vida vai se resolver depois de um tratamento espiritual. A gente pensa que a vida vai se resolver depois que a gente começar a fazer o evangelho no lar, por exemplo, fortalecendo a estrutura espiritual para depois resgatar a estrutura psíquica. Mas pode ser, e muitas das vezes é, a vida não se resolve no instalar de dedos, a vida não se resolve rapidamente, porque para o espírito imortal nada melhor do que séculos de aprendizado, nada melhor do que inúmeras oportunidades de reencarnação. O espírito de Emanuel no livro Pão Nosso, nos traz um registro, salvo me engano, ou é o capítulo 75 ou é o 76, que uma experiência reencarnatória equivale a um dia de batalha. Então, independente da idade que nós tenhamos, é como se a gente chegasse ao final do ciclo da reencarnação com 70, com 80, que é por onde está gravitando a nossa expectativa de vida. E ali a gente visse um dia para o espírito imortal. O próprio espírito Emanuel na introdução do livro há 2000 anos, quando ele vem resgatar a história de uma das suas reencarnações, que é a do senador Públulentos, no começo ele fala para Chico Xavier se apresentando: Chico, se um dia, se um dia a misericórdia divina me permitir, contar-lhei a história do

a das suas reencarnações, que é a do senador Públulentos, no começo ele fala para Chico Xavier se apresentando: Chico, se um dia, se um dia a misericórdia divina me permitir, contar-lhei a história do senador Públiolentul. Um senador presunçoso, um senador vaindoso, um senador muito poderoso que poôde intervir perante a Pilatos para libertar Jesus e não fez e se arrependeu e procurou continuar o seu processo reajustando a sua rota. Eis que a misericórdia divina permite ao espírito de Emmanuel contar essa historinha. E no livro Há 2000 anos, ele relata uma das suas reencarnações. E logo no comecinho ele faz uma prece linda, linda para Jesus. é muito grande, a gente abrevia para refletirmos sobre os nossos processos de despertar da consciência em uma perspectiva de nós nos ajustarmos com o amor de Deus que cobre uma multidão de pecados. Emanuel começa a oração dizendo: "Senhor, o que são 2000 anos diante da eternidade, da eternidade do tempo?" E ali ele nos traz o registro de uma reencarnação, mais uma em que ele vai se conhecendo e que ele vai se maturando e que ele vai se percebendo. Muitas vezes no nosso atual estado do presente e hoje é 5 de março de 2026, a gente não consegue tanto se enxergar plenamente. E dentro das nossas convicções, a gente toma algumas atitudes equivocadas, que nem sempre em tempo real nós sabemos disso. Às vezes pode demorar minutos, outras horas, alguns dias, outros anos e algumas, como é a história do espírito de Emanuel, algumas reencarnações, independente do que seja, independente de quando formos despertar para esse amor ágape, que é o amor de Jesus por nós, que a misericórdia de Deus para humanidade. Nós devemos ter em mente que somos espíritos passando por uma jornada novamente temporária, reencarnatória. E o despertar da consciência requer o seguinte questionamento: consciência de quê? A proposta do Espiritismo é que abramos o nosso coração e as nossas mentes para vivenciarmos a consciência de Deus. E cada um de nós tem o seu próprio

er o seguinte questionamento: consciência de quê? A proposta do Espiritismo é que abramos o nosso coração e as nossas mentes para vivenciarmos a consciência de Deus. E cada um de nós tem o seu próprio conceito divino. E muitas vezes queremos colonizar o outro para ele aceitar o nosso credo, a nossa fé como nós queiramos. Mas o outro, assim como a gente, tem o seu próprio tempo, tem a sua própria construção biopsicosocial. Registra a questão 621 de O livro dos Espíritos, que a lei de Deus está na nossa consciência, muito embora tenhamos livros, textos, hoje na atual época da tecnologia vídeos. áudios. É na nossa consciência que Deus faz morada. E às vezes a gente passa por um processo de dificuldade que pensa que fica isolado, que pensa que fica abandonado, que se contesta. Mas olha só o espiritismo com essa conversa de anjo da guarda, com essa conversa de mentores, com essa conversa de água fluidificado, tudo papo furado, que eu tô passando por um processo de dificuldade, vou pro centro espírita e continua a minha dor. Mas a vida para ser vista de maneira mais ampla. E Deus habita no nosso coração e ele se faz presente, por incrível que pareça, por incrível que pareça, quando a gente mais precise. Allan Kardec tem um texto maestral no livro A Gênese, no capítulo dois, em que ele vai falar sobre Deus no finalzinho. Esse texto às vezes é um pouco esquecido, chama a providência. Então ele vem falar da intercessão de Deus nas nossas vidas. Tem um cantor chamado Vanderle. Ele já desencarnou. Ele tem uma música linda onde Deus possa me ouvir. E tem uma estrofe que chama bastante atenção, mas bastante atenção. Quando ele vem dizer onde ele queria estar e ele vem escrever e colocar uma melodia na música, dizendo onde Deus possa me ouvir. Sabe onde eu queria estar agora, meu amor? morar dentro do meu interior. É naquele momento em que a gente às vezes não tem lágrima de tanto chorar. O rosto fica inchado, a cabeça fica a doer, a gente não consegue dormir, como se a gente ficasse num estado

do meu interior. É naquele momento em que a gente às vezes não tem lágrima de tanto chorar. O rosto fica inchado, a cabeça fica a doer, a gente não consegue dormir, como se a gente ficasse num estado esperando de amanhecer pra vida se resolver. Mas cada um de nós tem a sua própria história que é linda. A nossa história é linda. Cada uma com a sua própria especificidade, cada uma com seu próprio processo de construção. E nós passamos por um processo de planejamento reencarnatório que muita, muita gente torce por nós. Nós temos, por exemplo, além da família corporal, uma família espiritual. espíritos que nos são familiares que já conviveram conosco. Pode ser um avó, um pai, uma mãe. Às vezes, quando a vida inverte a lógica, um filho, uma filha que volta antes, abre aspas do tempo programado, fecha aspas do que nós pensamos. E não é uma cerimônia fúnebre que termina um laço de amor. Muito pelo contrário, os espíritos nos relatam, inclusive aqui na comunhão espírita de Brasília diariamente, que o amor não termina em uma cerimônia fúnebre, ele se amplia. Porque nós quando não temos mais o componente material, emanamos a energia psíquica, os fluidos que nós temos. E aí, meu amigo? E aí, minha amiga? Para quem ama não existe distância. Para quem ama não existe perspectiva de dimensão material ou espiritual. O que importa, conforme ensina Pedro, é o amor e também as nossas ações. O despertar da consciência requer o exercício da incrível capacidade que nós temos. de pensar. Um dos principais atributos para mim é o maior, o melhor, o mais importante do espírito é a capacidade de pensar, de discernir, de escolher. Porém, nós que habitamos o mundo de provas, expiações, que é o segundo num escala de cinco mundos em termos de progresso, cristão, moral, não estamos pronto ainda para essa jornada, para essa caminhada a qual nós estamos atravessando. Porém, Deus sabe disso e não nos deixa em vão, não nos deixa aderir, nos dá de presente uma babá espiritual que é o anjo da guarda,

a essa jornada, para essa caminhada a qual nós estamos atravessando. Porém, Deus sabe disso e não nos deixa em vão, não nos deixa aderir, nos dá de presente uma babá espiritual que é o anjo da guarda, que não devemos me importar, se importar com seu nome, se é Mário, se é Patrícia, se é Flávio, se é Marcos, não. Porque o nome para o espírito que veste inúmeras roupas, que ocupa diversos corpos materiais, é apenas um adjetivo. O amor mais presente que nós temos, é a projeção que nós fazemos. ou em uma perspectiva mais suave, trabalhando um pouco a figura de eufemismo, é o nosso bemquer em relação ao outro. E as nossas atitudes reverberam muito, muito no plano espiritual. Tem uma frase atribuída a Chico Xavier que é mais ou menos assim: "O bem que fizeres em toda parte, não, o bem que fizeres será o teu advogado em toda parte". Esse pensamento é do espírito Emanuel, no capítulo 162 do livro Vinha de Luz, um texto intitulado Luz inextinguível, a luz que não se apaga, que é a luz do nosso amor. Tem uma música muito bonita de Flávio Venturini chamada Noites com Sol. ouve dizer que são milagres noites com sol. É uma composição, provavelmente de uma pessoa muito apaixonada num processo de enamoramento e tem uma estrofe no meiozinho que é linda, onde só tem hebreu, vem me trazer o sol. vem me trazer amor. E particularmente para mim é muito difícil não transversalizá-la com o evangelho do Cristo que se apresenta como a luz do mundo. No evangelho de João, eu sou a luz do mundo. Quem me segue não ficará, não permanecerá, não estará nas sombras. Tentemos associar as sombras a um momento como se tivesse fechando os olhos, que não visse materialmente nada. Porém, cognitivamente, espiritualmente, temos em franca atividade a lei de liberdade, que é a lei do pensamento, que é uma lei natural trazida por Allan Kardec na terceira parte do livro dos espíritos. E aqui eu vou traçar um exemplo. André Botelli, que é um cantor, para mim a música Ave Maria, a melhor versão é na voz dele. E tem um

trazida por Allan Kardec na terceira parte do livro dos espíritos. E aqui eu vou traçar um exemplo. André Botelli, que é um cantor, para mim a música Ave Maria, a melhor versão é na voz dele. E tem um vídeo disponível no YouTube que ele canta no Coliseu lá na Itália, que tem toda uma introdução de uma música instrumental num tom de música clássica e só depois ele entra com o dom da voz cantando a música Ave Maria. André Botelli, aproximadamente com 9 anos, 8, 9 anos, ele foi acometido de um glaucoma e paulatinamente ficou cego. Nem por isso, nem por isso, deixou-se apagar a sua consciência. Deixou-se ir embora os seus propósitos. E mesmo sem enxergar, mesmo sem saber, olhando a dimensão do seu trabalho, André Motelli segue em Colom cantando as multidões e nos ensinando, por exemplo, na música Ave Maria, uma das grandes vertentes da lei de adoração. E às vezes eu fico imaginando quando ele termina uma música que para a banda, ele para, para aquela vibração dos instrumentos correlatos à música instrumental e o mundo desaba em palmas e ele não consegue enxergar, mas mesmo assim está ali. com seu propósito. Muitas vezes a gente pensa que por não enxergar Jesus, ele não está presente na nossa vida. Coladinho aqui, ó, ombro a ombro. Muitas vezes, por não tocarmos o Cristo, nós pensamos que estamos abandonados. E nada melhor do que lembrar a história de Tomé, o conhecido ver para crer. Quando Jesus começou a aparecer, Tomé começou com seu processo de fé dizer que era papo furado. Que conversa não? Ele foi crucificado e muito embora não esteja no túmulo, que a gente foi lá, não tava mais no túmulo, mas ninguém vive de novo, não. Jesus já foi, ou, como diria um personagem da escolinha do professor Raimundo, morreu. Até que um dia Jesus aparece para Tomé. Meu amigo, minha amiga, eu não tava na hora, mas eu acho que Tomé se tremeu. Da cabeça aos pés. Vixe, tô vendo uma assombração. Aí Jesus, certamente muito calmo, com brilho nos olhos, dando um abraço fluído com Tomé. começa ali a estabelecer

ra, mas eu acho que Tomé se tremeu. Da cabeça aos pés. Vixe, tô vendo uma assombração. Aí Jesus, certamente muito calmo, com brilho nos olhos, dando um abraço fluído com Tomé. começa ali a estabelecer um diálogo e nesse diálogo, meio que falando com as mãos mostra as feridas da cruz do calvário, as chagas, os furos. E Tomé, que até então estava num estado emocionado, um estado psíquico de desequilíbrio, começa a se apaziguar, se apaziguar, se apaziguar e fala para Jesus: "Jesus, bem-aventurado és tu realmente o filho de Deus. Aí eu acho o bom do evangelho é a interpretação que a gente faz. Aí eu acho que na hora Jesus deu uma risada assim: "Tomé, né, Tomé? Bem-aventurados os que não viram e creram". O Cristo, à luz da doutrina espírita, passa longe, muito longe de ser uma perspectiva antropomórfica. O Cristo, a luz da doutrina espírita, é a mensagem de consolação, de acolhimento e de esclarecimento no sentido de nos proporcionar informações a respeito do reino dos céus. E quando Cristo vem nos ensinar sobre o reino dos céus, ele nunca fala é reino do céu é igual um microfone, é igual um livro. Ó o dedinho. Porque como ele sabe que a gente passa, travessa uma experiência imortal, ele faz uma reflexão indutiva barra cognitiva. O reino dos céus se assemelha a o reino dos céus se parece com aí ele vai ali diluindo alguns conceitos sobre esperança, por exemplo. E quando a doutrina espírita traça um viés da consciência do Cristo, da consciência de Deus e da consciência de si para a gente, ela propõe o fortalecimento na fé. E a fé vai muito além do do acreditar. Ah, eu acredito que tudo vai dar certo. Um dia vai dar certo. A fé significa entregarmos a nossa vida a Deus na certeza absoluta, mas absoluta, que um dia as nossas dores cessarão sobre a obra de Deus. Hoje na hora do almoço tava mandando mensagem para uma pessoa e o processo de consciência de si, o processo de autoconhecimento, ele requer uma reflexão de quem nós somos. Eu sou uma pessoa, eu não sei fazer duas coisas

oço tava mandando mensagem para uma pessoa e o processo de consciência de si, o processo de autoconhecimento, ele requer uma reflexão de quem nós somos. Eu sou uma pessoa, eu não sei fazer duas coisas ao mesmo tempo. Aí eu tava digitando, encaminhando, aí eu pensei: "Vou cair". Aí parei. Aí pensei, lei do progresso, eu preciso tentar fazer duas coisas ao mesmo tempo que eu tô aqui para aprender. Aí eu tava caminhando e mandei um áudio, mas muito atento ao chão para não cair. Aí no meio do áudio eu escutei um passarinho. Aí até falei no áudio, ó, tô vendo aqui um passarinho e me lembrei de uma passagem do Evangelho de Mateus, em que Jesus vem falar sobre os nossos processos de dificuldade e sobre os nossos processos de despertar para acreditar em Deus. Aí é o que o Cristo fala. Olhe, observai as aves do céu. Nem plantam, nem colhem. Nem por isso Deus as deixa sem comer. Durante muito tempo, muito tempo, eu passei por essa passagem batido, sem entender, sem entender. Até que um dia eu tava terminando mais um processo de cicatrização de uma dor da alma. E nada melhor do que uma cicatriz para lembrarmos da dor sem senti-la. Aí tô curado, não acredito. Aí voltei a essa passagem que durante muito tempo não tinha sentido. Aí eu consegui perceber, foi o começo da minha percepção sobre a sutileza da obra de Jesus. Porque Jesus, ele vai muito além do que a gente tá falando aqui. Ele enxerga o rolê da reencarnação de uma maneira muito mais estratégica e ele faz essas inferências pra gente tentar realmente entender. Não à toa que um dia perguntaram para Jesus, bicho. Falei, bicho, não, Jesus. Por que você fala por parábolas? Por quê? Esse papo aqui de mestre dos magos, lá da caverna do dragão, quem riu revelou a idade. Não sou dessa época. Quem me contava esse desenho era a minha avó. Eu comecei a assistir no YouTube. Acredito quem quiser no papo do espírito imperfeito. Aí Jesus se volta. Rapaz, é porque eu falo de uma maneira tão direta e vocês não entendem que eu preciso falar por parábolas.

assistir no YouTube. Acredito quem quiser no papo do espírito imperfeito. Aí Jesus se volta. Rapaz, é porque eu falo de uma maneira tão direta e vocês não entendem que eu preciso falar por parábolas. Eu preciso falar por historinhas, por associações. E tem uma passagem que Jesus vem nos revelar o reino dos céus no Evangelho de Lucas, que eu acho incrível, que é a parábola da dracma perdida. é desse tamanho, tamanho de um tamborete, mas de um conhecimento espiritual indescritível. Jesus começa, o reino dos céus se assemelha a uma mulher que um belo dia não conseguiu encontrar suas dracmas, suas pratas, não conseguiu encontrar, vamos adaptar aqui a linguagem para tentar se fazer entendível, não conseguiu encontrar o seu dinheiro. Esqueceu a cena do Pix. Pronto, esqueceu sendo Pix. Aí a mulher começou a procurar as dracmas, nada, nada, nada. Foi à calçada, procurou as vizinhas. Tô muito aperreada porque não consigo encontrar minhas dracmas. Não vou ter como fazer a feira, nem pagar o aluguel. Vixe. Não, procure, procure direito. Procurou, procurou e nada. E já assim, bem desesperançoso, também adaptando a parábola pros dias atuais, foi fazer uma faxina, porque quando a gente perde uma coisa, nada melhor do que fazer uma faxina. Aí vai procurando, procurando. Aí procurou, procurou, encontrou as Drakens. Ficou numa euforia, mas numa euforia de felicidade. Aí já era de noite. Aí ela saiu na calçada, tava as vizinhas com candinheiro porque não tinha eletricidade e ela dizendo: "Vocês não sabe dar melhor". Se fosse Manoela, minha irmã, porque Manuela, minha irmã, quando vai contar uma fofoca, ela me liga, tá sentado, tô. E quando a fofoca é grande, ela pergunta, ela ainda fala assim: "Tá sentado à toa, então se deite." Aí eu, vixe, vamos se segurar aqui porque o negócio é revelador, né? Aí a mulher sai. Tô muito feliz. Por quê? Por quê? Porque achei minhas dracmas. E agora repousei meu coração. Aí Jesus quando termina essa parábola, se volta e vem nos dizer da felicidade de Deus

né? Aí a mulher sai. Tô muito feliz. Por quê? Por quê? Porque achei minhas dracmas. E agora repousei meu coração. Aí Jesus quando termina essa parábola, se volta e vem nos dizer da felicidade de Deus quando consegue consolar um coração com angústia. Aquela angústia da mulher quando encontrou as draácmas segundo Cristo, que se transformou num processo de euforia, de alegria, é quando Deus toca o nosso coração e a gente consegue efetivamente, efetivamente ter a consciência do nosso processo evolutivo, no sentido de que vai dar certo. Não no nosso tempo, mas no tempo dele. E quem sabe o tempo de Deus? Só Deus. Nós que estamos aqui vivenciando os nossos desafios diários, temos que ter em mente que a lição espírita a respeito da lei do progresso nos provoca uma reflexão, nos impulsiona o pensamento de que efetivamente a gente não consegue voltar no tempo. não consegue. Um erro que porventura a gente tem teve, um erro que porventura a gente cometeu, que às vezes a gente se murmura muito. Ai se eu tivesse feito daquele jeito? E se eu tivesse ido pro, pro estudo sistematizado da doutrina espírita, que o nosso estudo começou semana passada, que é um estudo gratuito, só um parênteses, o ESD, toda a casa espírita séria oferece e nós oferecemos, é o estudo sistematizado da doutrina espírita. É um aprofundamento no que é dito nas palestras. É um ambiente de estudo, 1 hora e meia por semana, gratuito. Quem tiver interesse é só procurar ali a recepção. Então, às vezes a gente pensa, não, mas como é que eu não consegui ter essa leitura de vida lá atrás e hoje eu vejo tão nítido? Por que eu errei, meu amigo, minha amiga, a gente faz o que a gente dá conta. É muito fácil nós sermos engenheiros de obra pronta. Engenheiros de obra pronta é uma expressão da auditoria de conta pública que a pessoa constrói, faz uma construção, tem alguns defeitos, aí 5 anos depois vem fazer uma auditoria. Aí o engenheiro de obra pronta para não era para você ter feito isso, isso, isso, mas meu amigo não

pessoa constrói, faz uma construção, tem alguns defeitos, aí 5 anos depois vem fazer uma auditoria. Aí o engenheiro de obra pronta para não era para você ter feito isso, isso, isso, mas meu amigo não sabia disso na época lá. Então, muito cuidado com um processo às vezes às vezes desnecessário de martirização, de culpabilização, porque a culpa ela vai dissolvendo a nossa autoestima. Meu amigo, dissolve que a gente fica se questionando. Não acredito que eu fiz aquilo ou então não acredito porque não fiz aquilo. Não fez porque não era seu tempo. Eu não fiz porque não era meu tempo. E se hoje eu reconheço, a vida vai se valer de me apresentar uma situação semelhante e não igual. Nenhuma situação é igual à outra. Não nos enganemos. Mas quando a gente vai construindo um script da vida, quando a gente vai enraizando um padrão de pensamento, a vida se apresenta nos trazendo inúmeras, inúmeras situações semelhantes. E cabe a gente pela consciência que nós vamos despertando e é no gerúndio que é um processo diário, quebrar um ciclo. Aí quando a gente quebra um ciclo, ninguém entende. Todo mundo critica porque não entende. É muito difícil, é muito difícil pra gente quebrar um ciclo, mas todo ciclo tem o seu bastidor. Todo ciclo que nós temos tem o seu próprio processo de construção mental, mas cabe a gente de acordo com a nossa limitação, não nos enganemos. Até onde eu sei, a regra não é ser espírito missionário. Se tiver um espírito missionário aqui, passa a mão no cabelo para eu dar um abraço no final da palestra. receber os fluidos do espírito missionário. Não tem, estamos todos na mesma linha. Então, a nossa condição é errar, porém é mais acertar do que errar. E nós temos algumas premissas estabelecidas. Um cardápio posto à mesa para nós nos alimentarmos chamado evangélico, que não é algo persecutório, não é algo inquisitório. Virgem errou, agora você vai pagar. Meu amigo, não é bem assim não. Cada um possui a sua própria especificidade. que na lei de adoração que o Espiritismo

é algo persecutório, não é algo inquisitório. Virgem errou, agora você vai pagar. Meu amigo, não é bem assim não. Cada um possui a sua própria especificidade. que na lei de adoração que o Espiritismo ensina que se bifforca em três camadas, louvar, pedir e agradecer, a gente tem uma perspectiva de fortalecimento de si por intermédio da única premissa que nós temos, que é Deus, que nos criou por amor e para o amor. E aí quando a gente consegue perceber a dimensão do amor de Deus pra gente, a gente ativa o Matrix, que é uma expressão da juventude dos anos 2000, que era um filme que tinha que a pessoa não acreditava, não acreditava que podia, que podia que podia ali fazer algo de diferente até que no finalzinho do filme do Matrix 1, quando a gente smite vai para cima dele, ele fala: "Não, aquela cena é épica. Que ele pega as balas assim, não, agora não." Aí quando ele vai girando o matrix, mas girar o matrix do Cristo não é aquele sinal verde e preto, tá? Girar o sinal do Cristo é nós olharmos com os olhos do coração ou conforme canta Claudinho Bochecha, solve, sol love. Mas nossos processos, a gente tem que ter em mente o desafio diário que é isso, é a gente observar na pessoa que erra conosco um espírito como a gente, com a sua história e com a sua limitação. Canta Milton Nascimento, uma música incrível, Caçador de Mim, que tem uma versão do conjunto 14 bis ao vivo que é linda. Por tanto amor, por tanta emoção, a vida me fez assim: Doce, doce ou feroz, manso ou atroz, eu caçador de mim. Provavelmente quem escreveu leu a questão 919A do livro dos espíritos. Quando Santo Agostinho vem ensinar a importância do autoconhecimento. Nada melhor do que não correr da luta. Nada melhor do que não do que enfrentar o medo. E ele vai cantarolando o processo provavelmente da mortalidad. Porque o propósito da vida não é sofrer. A gente pensa em sofrimento por causa da nossa dimensão, ainda tateando. Não é nem engatinhando o evangelho, é tatiando. Igual uma criança quando vai aprender a andar.

propósito da vida não é sofrer. A gente pensa em sofrimento por causa da nossa dimensão, ainda tateando. Não é nem engatinhando o evangelho, é tatiando. Igual uma criança quando vai aprender a andar. No sertão do Nordeste a gente tem uma expressão chamada a criança já tá durinha. Se aqui se tem isso. Que que a criança já tá durinha quando ela consegue sentar na cama sem a gente ficar fazendo assim para não cair. Vamos sentar a criança aqui. Ela tá durinha. Ai meu Deus, não sei. Vamos ver se tá durinha. Não, tá durinha. Pronto. Tá pronta para mais um desafio reencarnatório, que é engatinhar, depois andar. Aí começam as quedas. Depois andar de bicicleta que começa a ralar o joelho. E hoje, graças a Deus, que não tem mais um fomento ao crescimento do corpo chamado em Scot, que era um homem com bacalhau nas costas maior do que eu. Minha avó dando pra gente, a gente sem saber o porquê. Vovó, por que isso? Pensava que a senhora gostava de mim. E vovó não tome profético, é para você crescer, meu filho. Às vezes a gente passa por um processo literalmente de amargura e pensa que a vida se restringe à aquilo, mas nada melhor do que o tempo, nada melhor do que o fortalecimento do espírito e a consciência de si, no sentido que nós estamos em uma caminhada de progresso. As nossas dores de hoje podem até ser ininteligíveis, podem até ser incompreensíveis, mas o tempo dirá novamente, novamente que nós sobrevivemos. Da mesma forma que a gente lembra hoje, eventualmente quando começou a andar de bicicleta, que caía, que às vezes vem uma criança cambaleando numa bicicleta, não vai dar certo. Vai dar certo. É mais ou menos isso que os nossos mentores dizem pra gente no silêncio das nossas dores. Quando a gente pensa que tá desamparado, quando não encontramos mais chão, aí vem os mentores emanando boas energias, dizendo que tudo vai dar certo. Às vezes a gente não percebe, mas eles anestesiam as nossas dores, enxugam as nossas lágrimas. Quem fala isso é o próprio Cristo no pedir e obtereis.

ndo boas energias, dizendo que tudo vai dar certo. Às vezes a gente não percebe, mas eles anestesiam as nossas dores, enxugam as nossas lágrimas. Quem fala isso é o próprio Cristo no pedir e obtereis. Pedi e obtereis. Bater a porta. e ela se abrirá. Às vezes é muito sem sentido aquela frase, aquela expressão, mas vamos tentar destrinchá-la aqui nesse finalzinho. Pedi e obtereis. Quando a gente passa por um processo de dor, tudo que a gente pede é um consolo. Tudo que a gente pede é um remédio. Tudo que a gente pede é que Deus tome conta da gente. E Jesus fala: "Obtereis com tempo". Aí vem a segunda passagem. bater a porta e ela se abrirá. É a porta do autoconhecimento para nós nos perguntarmos o porquê das nossas dores. Já canto legião urbana na música Quando o Sol bater na janela do seu quarto. Tudo é dor, mas toda dor nasce do desejo de não sentir dor. Eu encontrei lógica nessa estrofe tem uns 2 anos, porque as nossas dores simbolizam que a gente pensa que não é acolhido. Por isso que ele fala: "Toda dor nasce do desejo de não sentir dor." Deixa-me só ver se tem alguma dúvida aqui no nosso canal do YouTube. Boa noite, Cláudia. Marlene sempre nos acompanha lá de Arco Verde, Pernambuco. Vanderson, dasmid, Juliana, Ana Beatriz, Emiliana lá do Ceará, Luía e Larissa novamente de Belém. A gente começou no final da leitura preparatória falando sobre o amor, que o amor cobre uma multidão de pecados, conforme escreve Pedro. Mas Paulo na carta aos Romanos nos ensina aos Coríntios que diga na carta aos Coríntios nos ensina que o amor tudo sofre, tudo crê, tudo suporta e tudo espera. E Paulo, que conheceu no tete a tete o amor de Jesus, e aqui a gente finaliza, nos traz uma lição, advertência, um ensinamento, uma recomendação de que o amor do Cristo nos constrange, porque Jesus sempre está conosco, a gente tendo consciência ou não, que possamos seguir firmes, confiantes e com muita, muita esperança e fé no coração. Muito obrigado, meu irmão Mário, obrigada por esse por essa aula que você deu pra gente hoje.

o consciência ou não, que possamos seguir firmes, confiantes e com muita, muita esperança e fé no coração. Muito obrigado, meu irmão Mário, obrigada por esse por essa aula que você deu pra gente hoje. Acho que eh eu precisava estar aqui, precisava ouvir muito mais do que vocês. Com certeza foi muito bom te ouvir. Saio daqui com a minha fé, a minha esperança e os meus ânimos completamente renovados. Pode ter certeza que uma alma entre tantas que te ouviram hoje, encarnadas e desencarnadas, presentes aqui ou pelas mídias, foi profundamente tocada por esse por esse bálsamo de esperança que você nos passou, viu? E eu ri, me emocionei [risadas] como sempre nessas palestras, meus queridos. E é isso, tudo é tão passageiro, né? Da mesma hora que às vezes tudo parece escuro, vem o sol e clareia tudo. Na mesma hora que tudo tá muito claro, vem os desafios e nos tiram daquele daquela zona de conforto. Então que nós não percamos a nossa fé, o nosso bom ânimo e a certeza de que nós não estamos sozinhos. Eu acho que a maior eh mensagem que hoje o nosso irmão Mário nos deixa aqui é essa certeza absoluta de que nós somos cuidados, em especial nos momentos que nós mais estamos precisando desse cuidado e desse amor do Cristo. E o mínimo que a gente pode fazer na vida é transbordar também pr as pessoas que estão ao nosso redor e que muitas vezes estão precisando e nós nem observamos porque estamos tão introjetados nas nossas próprias dores que não conseguimos cuidar. Queremos apenas ser cuidados. Então, que nós possamos amar mais para sermos amados. que nós possamos distribuir mais amorosidade, sensibilidade e doçura para que a vida também nos transborde, nos devolva na mesma proporção. Eu vou passar um aviso antes da gente fazer a prece final sobre o Teatro Vida, que apresenta nos dias 13, 14 e 15 o musical Chico Xavier, o anjo das escritas iluminadas. Essa peça, esse musical vai ser apresentado no Teatro Nacional Cláudio Santoro aqui em Brasília, na sala Martins Pena. Eh, eu repito, dias 13, 14 e 15, sexta-feira, a

, o anjo das escritas iluminadas. Essa peça, esse musical vai ser apresentado no Teatro Nacional Cláudio Santoro aqui em Brasília, na sala Martins Pena. Eh, eu repito, dias 13, 14 e 15, sexta-feira, a sessão às 20 horas, sábado e domingo, duas sessões, uma às 16 e outra às 20. E vocês podem adquirir os ingressos de vocês pelo aplicativo do Simpla. A gente tem aqui também o Qcode no final se alguém quiser pode pegar com a gente o Qcode. Acredito que esteja espalhado aqui também pela comunhão. Então acho imperdível esse musical sobre Chico Xavier, o anjo das escritas sagrumadas e que a gente possa se encontrar lá. Vamos então à nossa prece final. Convido novamente a todos a fecharem seus olhos materiais e sentindo essa calma, essa paz que nos tocou o coração durante toda a explanação do Mário. Vamos unir nossas vozes, nossos sentimentos, nossos fluidos aqui em agradecimento ao Pai Maior por estarmos aqui nesse momento, por termos a dádiva de termos acesso a essa doutrina tão consoladora, a essa doutrina que nos fortalece a cada dia, a cada ensinamento. E vamos pedir ao Pai que cuide dos nossos lares, que cuide das nossas famílias, que cuide daqueles que estão nesse momento em nossas casas, que nós possamos no exercício de pedido sincero e profundo do coração, solicitar que a espiritualidade amiga entre nos nossos lares, limpe as nossas casas das energias muitas vezes que são levadas por nós mesmos oriundas dos nossos pensamentos, às vezes pensamentos que não são de alta vibração, mas que nós possamos ser amparados nesse momento, nessa faxina espiritual e que possamos receber a dádiva todos os que estamos aqui presentes e todos os que nos assistem, de termos os nossos lares cuidados, nos fortalecendo, nos amparando nesta noite de hoje. que aquelas pessoas que lá se encontram, nossos familiares, nossos pais, filhos, amigos, cônjuges, possam se beneficiar também dessa energia que transborda em nossos corações de gratidão e de amor do Pai por cada um de nós. que essa energia, essa limpeza

ares, nossos pais, filhos, amigos, cônjuges, possam se beneficiar também dessa energia que transborda em nossos corações de gratidão e de amor do Pai por cada um de nós. que essa energia, essa limpeza espiritual também se estenda aos nossos ambientes de trabalho, de estudo, e que limpe, que clarei, que encha de luz por onde quer que nós estejamos trilhando as nossas, os nossos desafios e os nossos trabalhos da vida material. E que por fim, Mestre Jesus, essa limpeza também tome conta dos nossos corações, das nossas almas, no nos trazendo, como nos lembrou muito bem o Mário, a consciência de quem nós somos. Espíritos imortais que já vivenciaram tantas e tantas e tantas vitórias, tantos e tantos e tantos desafios e que aqui estamos. Somos fruto de todas essas experiências e essas vivências. Que nós possamos ter essa consciência de nós mesmos. que nós possamos agradecer por estarmos aqui, por termos chegado até aqui, apesar de tudo e apesar de tanto. E que nós possamos, mestre de Jesus, seguirmos firmes e fortes nessa caminhada, certos de que nós estamos sendo o melhor que podemos ser e fazendo o melhor que podemos fazer nesse momento com a consciência que temos. Que assim seja. Graças a Deus e graças a Jesus. Meus queridos irmãos, permaneçam em silêncio, em oração, em prece aqueles que vão participar da segunda parte dos trabalhos de hoje, que é o passe. E aqueles que, porventura estejam de saída, que possam levar essa paz e essa esse cuidado que a espiritualidade teve com cada um de nós aos seus lares. Que assim seja. Uma boa noite a todos. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos [música] deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e

ficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos que em um ambiente tranquilo você se coloque de [música] forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido [música] do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos [música] lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. que também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos [música] se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu,

ontinuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando [música] aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso [música] de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos [música] que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores [música] espirituais desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.

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