E A MINHA HISTÓRIA? - Mário Augusto [PALESTRA ESPÍRITA]
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Buscando a ti, [música] buscando [música] a ti. Obrigado. Comunhão [música] espírita de Brasília. เฮ Senhor, [música] estou aqui para agradecer de [música] coração a paz dentro de [música] mim que encontrei na comunhão. Foi nessa [música] casa que aprendi toda a beleza [música] de viver, doando amor, vibrando luz, buscando a ti. >> Senhor, [música] mesmo tão longe de atingir a perfeição, [música] aqui eu entendi [música] qual o valor dessa missão foi nessa casa que aprendi [música] toda a beleza de viver doando amor, [música] vibrando luz, buscando a ti. Buscando [música] a ti. Obrigado. A comunhão espírita de Brasília. [música] >> Senhor, estou aqui para agradecer [música] de coração a paz dentro [música] de mim que encontrei na [música] comunhão. Foi nessa casa que [música] aprendi. Boa noite a todos. Boa noite a todos. Sejam todos bem-vindos à Comunão Espírita de Brasília nesse sábado, 21 de fevereiro de 2026, palestra das 19. Estamos aqui com o nosso irmão Mário Augusto, que vai nos falar de a minha história. Que possamos estar atentos. Peço a todos que olhem os seus celulares, se estão no modo silencioso, no modo avião, como queiram colocar, de uma forma que não possa interromper o nosso raciocínio e a fala do nosso irmão. Lembrando sempre que estamos numa casa de prece e de oração, fazendo uma breve leitura de harmonização a nossa prece e passar a palavra para o nosso irmão desse livro Preces e Orações, Carlos Abacelli, irmão José. Item 10, por entendimento. Mestre amado, dá-nos a indispensável o indispensável entendimento das lutas que enfrentamos, entendimento das dores oriundas, justamente daqueles que mais amamos. que saibamos compreendê-los e perdoar-lhes. Por mais profundamente nos tenham magoado, proporciona-nos podermos abençoá-los. Imunizas o Senhor contra o ressentimento e que a ingratidão recebida não nos impeça de continuar a amá-los. Se não logramos superar de imediato as mazelas de nosso mundo íntimo, que isto não seja motivo para chafudarmos mais ainda o erro.
to e que a ingratidão recebida não nos impeça de continuar a amá-los. Se não logramos superar de imediato as mazelas de nosso mundo íntimo, que isto não seja motivo para chafudarmos mais ainda o erro. Todos somos enfermos da alma e és o nosso divino médico. Cura-nos a nós e aos nossos irmãos, tão ou mais doentes que nós mesmos. Isso aqui me leva à passagem de Jesus quando ele diz que não veio para os os sãos e veio para os doentes e que mas é uns doentes que tem cura, uns doentes que possemos nos curar no evangelho de Jesus, não tê-lo só como mestre e modelo, mas poder na ação, na prática do bem, vivenciar o seu evangelho. Convido a todos aqui presente e aos irmãos que nos escutam pelo pel esse canal maravilhoso do YouTube. O Carlos de Paraíba, a Emiliana de Juazeiro do Norte, Canoas, Rio Grande do Sul. Olha onde chegamos com a luz do evangelho em torno de Jesus Cristo. Que possamos fechar os nossos olhos, agradecer a Deus. Convido a todos, dizendo: "Pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, te agradeço por essa oportunidade, o bom ânimo de estarmos aqui nesse sábado à noite, ouvindo teus ensinamentos, mestre, ouvindo a tua palavra, a Dr. Bezerra de Menezes, diretora espiritual dessa casa, que prepara esse ambiente para nós, com toda a sua equipe, com os trabalhadores espirituais desta hora, ao nosso irmão Mário Augusto, que possa receber a inspiração do alto naquilo que ele se preparou, trazer com clareza nas palavras os teus ensinamentos, ó Mestre. Assim pedimos permissão para dar início a mais um estudo, a mais uma palestra pública na comunhão espírita de Brasília. Que todos tenham uma boa palestra, que possamos estar atentos com a nossa mente e com o nosso coração para extrair aquilo que é para nós. Que a paz do Cristo esteja com vocês. Olá, pessoal. Boa noite. Um boa noite especial aqui para quem nos assiste no YouTube. Conforme Wagner já registrou, só acrescentando Larissa de Belém, Ia de Canoas e Cláudia de Paracatu, Minas Gerais. Todos nós temos a nossa própria história
ecial aqui para quem nos assiste no YouTube. Conforme Wagner já registrou, só acrescentando Larissa de Belém, Ia de Canoas e Cláudia de Paracatu, Minas Gerais. Todos nós temos a nossa própria história e dentro de um viés imortal, a gente tem alguns scripts que vão se repetindo em decorrência do nosso padrão de pensamento. E se tem algo que é difícil mudar e que precisa de tempo de mudar, é a estrutura do pensamento. E a gente vai aprendendo, fazendo algumas escolhas e paulatinamente a gente vai melhorando, porque a lei do progresso é inexorável. A lei do progresso atinge todos nós. Mas mesmo assim, mesmo com a consciência divina de que somos seres falhos e de que sempre temos a redenção do amor de Jesus para nos fortalecermos, a gente ainda se culpa um pouco. Essa semana, por exemplo, eu tava conversando com um amigo e ele tava confidenciando que ele vivenciava ali nesses dias lá paraa quarta, quinta-feira, um pouco de um sentimento de culpa por causa da sua dedicação, que ao seu olhar era um pouco excessiva à paternidade. E tem dois filhos. E a gente começou a conversar ali. Aí eu disse: "Ó, a culpa é intrínseca. Há uma reflexão do nosso inconsciente de que nós podemos fazer melhor. E você tem que te levar em conta que a paternidade é um presente de Deus. Ele não é espírita, ele é simpatizante da doutrina espírita, que a paternidade é um presente de Deus. Porque quando a gente tem essa bênção de cuidar de outra pessoa desde um processo de gestação, é todo um ciclo que vai se reencontrando. Não é um ciclo que se repete. O ciclo ele vai se reencontrando. Porque para o espírito imortal nada se repete. A vida é dinâmica e a vida é daqui paraa frente. É certo que a gente traz aí uma herança de quem nós somos, uma herança de quem nós fomos, mas estamos construindo hoje quem nós seremos. E aí ele começou a confidenciar e na conversa a gente fez uma associação a um leito de um rio, porque um leito de um rio ele sempre vai desaguar em uma foz. E até desaguardo na foz, o rio ele
seremos. E aí ele começou a confidenciar e na conversa a gente fez uma associação a um leito de um rio, porque um leito de um rio ele sempre vai desaguar em uma foz. E até desaguardo na foz, o rio ele recebe inúmeros afluentes. Aí eu tava falando para ele, vamos tentar utilizar essa metáfora aqui no sentido de que o leito do rio desde a nascente é o seu processo de nascedouro, digamos assim, da paternidade. E o rio vai tomando volume, os afluentes vão preenchendo, os afluentes vão alimentando e os afluentes são as situações da vida. E às vezes quando o leito do rio ele se depara com afluente, ele pode fazer um redemoinho que é como se fosse fossem duas forças em sentido contrário, que a depender da leitura física, as duas forças podem até se somar. E eu tava falando para ele, às vezes as intempérias da vida no leito do rio, do percurso natural da nossa vida, elas podem formar esse tipo de redemoinho que a gente fica em algum momento, mas nós temos que ter consciência que a vida tem que seguir. A vida tem que seguir com a sua história, independente das intempérias. No caso dele, é uma culpa bem específica de um processo que ele, eu acredito que tava passando, mas no final eu atualizo a fofoca aqui, depois eu vou ligar para ele, né? Porque a gente tem que ser, tem que ter fé em Deus para as nossas culpas ficarem aí nas margens da vida. E a gente tava falando isso do redemoinho, do redemoinho e a conversa foi aumentando e ele falando da culpa. Eu disse: "Faça o seguinte, eu sei que ele não ia fazer. Faça uma tatuagem para você lembrar dessa dessa dessa conversa que a gente tem. Você coloca as iniciais dos dois filhos no pulso e coloca como se fosse um vértice e escreve a palavra foz para toda vez que você se questionar em relação à culpa da maternidade, você veja que é um percurso natural da sua vida. Em sentido contrário ou complementar, tem um ditado que diz que cada criança, que para cada criança que nasce nasce uma mãe culpada. São os nossos processos. Porque quando a gente está
al da sua vida. Em sentido contrário ou complementar, tem um ditado que diz que cada criança, que para cada criança que nasce nasce uma mãe culpada. São os nossos processos. Porque quando a gente está imerso na construção diária da vida, em uma relação de amor, a gente sempre quer dar o nosso máximo, como se a gente não conseguisse, porque quando a gente ama, a gente dá o nosso máximo que passa longe, muito longe da perfeição. A perfeição é a paz de Jesus, que ele vem nos apresentar um macete lá no capítulo 14 do Evangelho de João. Eu vos deixo a paz, não a paz do mundo como conheceis, mas eu vos dou a minha paz. A paz de Jesus significa reconciliação, significa recomeço, significa não carregarmos o peso dos nossos erros. Porque já basta para a gente ter errado. Não alimentemos um problema de estimação. Mas nem sempre assim, nem sempre é assim que a vida segue o seu curso. Aí na oração de São Francisco é linda. Então tem várias recomendações lá onde eu ver ódio que eu leve o amor. Eu tento decorar aquela oração de todo jeito e não consigo. Ficou pra próxima reencarnação. Mas na primeira estrofe completa. Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz. Aí, meu amigo, aí minha amiga, quando a gente se destina a ser um destinatário da paz de Jesus, ela começa no nosso coração, ela começa na compreensão dos nossos erros, na compreensão que a vida muito ora tem um projeto de planejamento reencarnatório, não é hermética, não é algo perfeito. O livro dos espíritos nos ensina que a gente quando volta à matéria que passe pelo processo de planejamento reencarnatório, nós traçamos as diretrizes genéricas do que nós vamos passar e as específicas elas se dão na atual reencarnação, de acordo com o nosso livre arbítrio, de acordo com as nossas decisões, de acordo com as nossas escolhas. E é difícil, é muito difícil escolher porque a gente não está pronto. Deus nos envia. Certamente que não é com empurrão, certamente que não é com peteleco, certamente que não é nos deixando a deriva, mas sabendo que somos seres em
scolher porque a gente não está pronto. Deus nos envia. Certamente que não é com empurrão, certamente que não é com peteleco, certamente que não é nos deixando a deriva, mas sabendo que somos seres em constante construção. E se tem algo que pode nos ensinar a nos melhorar, se tem algo que pode nos ensinar a nos fortalecer, é a história do pensamento cristão. A história de Paulo, por exemplo, que através do seu começo, através do seu encontro com Jesus, muda todo o percurso de uma história. A história de Paulo, pelo menos até onde eu sei, até onde eu leio, é a história mais fantástica de mudança de uma reencarnação. Porque o então rabino com 30 anos que tocava o terror contra o pensamento cristão, depois do encontro com Cristo, passa a ser o divulgador da obra de amor proposta pelo Nazareno. E Paulo, sabendo que o tempo lhe era curto no seu processo de recomeço, mesmo em Tarso, sendo tratado com uma pessoa diferente, como se fosse, tivesse meio à margem da racionalidade depois do encontro com Jesus, ele complementou a obra do Cristo, dando continuidade tanto na personificação, como também numa obra palpável, que são as suas cartas, as cartas de Paulo, que vem nos ensinar muito, muito sobre a obra de Jesus e nada melhor do que uma pessoa de uma pessoa que erra para escrever o seu processo de redenção. E Paulo, apóstolo vem nos ensinar sobre a construção de uma história de vida baseada em erro, mas não em lamentação. Porque o evangelho é fé em ação. O evangelho significa sabermos que efetivamente os nossos erros não devem nos castrar. Os nossos erros devem servir como se fosse uma mola propulsora para nós sairmos do fundo do poço ao qual provavelmente ou eventualmente nós estejamos hoje. Na obra do Cristo, o poço não tem fundo. O poço só tem a água que é a vida. Jesus ensina isso no diálogo com a mulher samaritana lá no poço de Jacó, quando novamente ele vem proporcionando uma redenção a uma pessoa que se culpava muito, muito, muito, muito, que não era digna, que já tinha
isso no diálogo com a mulher samaritana lá no poço de Jacó, quando novamente ele vem proporcionando uma redenção a uma pessoa que se culpava muito, muito, muito, muito, que não era digna, que já tinha separado quatro vezes e morria de vergonha de si. E Jesus olha no seu psiquismo, sente a sua emoção e diz que no reino dos céus tem vaga para todos, para todos nós. Embora a porta seja estreita, somos nós que estamos no comando de tentar, não que vá conseguirmos reduzir os seus, os nossos excessos. E Paulo, paulatinamente, com um tempo, depois do encontro com Ananias, depois da cheira do deserto, começa um incrível processo de ressignificação. Em sua primeira carta, na carta aos Romanos, ele vem falar sobre novas escolhas. Abre aspas, tudo me é lícito, mas nem tudo me convém. Fecha aspas. Em uma leitura eminentemente estática, a gente pode até pensar, não, isso é muito óbvio. A gente pode escolher de tudo, mas nem tudo que a gente escolher vai ser bem-vindo. Mas a profundidade da filosofia do aluno de Gamaliel vem nos provocar um pensamento a respeito do nosso tempo de aprendizado. E o espiritismo nos traz três camadas em relação a isso. Lá na lei de liberdade, na terceira parte do livro dos espíritos, liberdade de pensamento, liberdade de consciência e livre arbítrio. Cada um no seu tempo. Liberdade de pensamento. O livro dos espíritos vem nos dizer é que é no pensamento que nós somos completamente livres. sem qualquer julgamento, sem máscaras sociais e sem dedos que nos apontem um ar de reprovabilidade. A liberdade de consciência, ela vem gradativamente com a evolução do pensamento cognitivo. O que é se ter uma consciência cristã? Por exemplo, para quem não conhece a obra de Jesus? O que é ter consciência espírita para quem não é espírita? Para quem pensa que o espiritismo é coisa de assombração, como um dia eu já pensei, cheguei no centro espírita pela primeira vez e pensei que do nada ia ficar subindo um monte de gente pelas paredes igual o Homem-Aranha. Até hoje essa cena não existiu
ração, como um dia eu já pensei, cheguei no centro espírita pela primeira vez e pensei que do nada ia ficar subindo um monte de gente pelas paredes igual o Homem-Aranha. Até hoje essa cena não existiu e nem vai existir, porque o espiritismo ele não se propõe a isso. A proposta espírita, o porquê espírita é tocar o nosso coração para nós termos fé em si e fé no porvi. Verberando a lição de Jesus lá no finalzinho do sermão do monte do brilho a sua luz. É lindo o brilho a sua luz. Vós sois o sal da terra e a luz do mundo. Brilhe a sua luz. que às vezes a gente pensa que a luz vem de fora é tomar um banho de sol, tomar um passe, não necessariamente. A luz vem de dentro, onde nós devemos nos observar como parte de um todo, onde nós devemos nos observar como pacientes de Jesus Cristo. Conforme Wagner lembrou no momento preparatório, os sãos não precisam de médicos, mas sim nós, os doentes da alma, que ainda temos aderência com alguns tipos de comportamento, como é a vaidade, orgulho, egoísmo, a mágoa, o ressentimento em um viés um pouco pejorativo. Porque ressentimento significa sentir duas vezes, mas pela nossa condição moral, às vezes, muitas delas a gente associa o ressentimento a algo ruim. Mas o Nazareno nos ensina que onde está o nosso tesouro, lá estará o nosso coração. E quais são as nossas prioridades de hoje? em relação à história que nós estamos construindo, quais são as nossas diretrizes, como é o nosso processo de se levantar quando a gente cai. É natural que quando a gente caia, a gente queira um processo de recomeçar. É natural que quando a gente caia, a gente queira que Deus amorteça as nossas dores. Ele amortece, mas nós não conseguimos ainda perceber porque temos uma tendência ao imediatismo. Temos uma tendência a como se fosse um passe de mágica, tudo se resolvesse. Mas graças a Deus que não é assim. Caso contrário, a vida não teria graça. O bom do amadurecimento é o aprendizado que o erro traz. Tem uma música cantada por Lulu Santos incrível. Já não tenho dedos para contar
a Deus que não é assim. Caso contrário, a vida não teria graça. O bom do amadurecimento é o aprendizado que o erro traz. Tem uma música cantada por Lulu Santos incrível. Já não tenho dedos para contar de quantos barrancos despenquei, quantas pedras me atiraram e quantas atirei. A arte se baseando na vida. no nosso cotidiano, que é uma constante construção de fortalecimento psíquica. O livro dos espíritos nos ensina em relação à construção da nossa vida lá na questão 921, que a felicidade a gente não consegue atingir nesse mundo. É uma dedução lógica, porque é um mundo ainda de provas, expiações. É um mundo que nós temos a possibilidade de despertar para a obra de Jesus. E o despertar para o Cristo passa longe de ser uma posição ostensiva em que se fale sobre Jesus, que se fale sobre o espiritismo, que se fale sobre amor, que se fale sobre o que quer que seja. A obra de Jesus em ação está no nosso comportamento e não é o que a gente fala, é o que a gente faz. E muitas vezes o outro nos procura e nós, como nos achamos em algumas vezes espíritos missionários, a gente já quer apresentar uma resposta. como se a vida tivesse resposta pronta pros nossos processos de dificuldades. A vida é como se fosse uma flor. Ela tem o seu tempo de desabrochar. Ela tem o seu tempo de ser irrigada. E ela tem o seu tempo, conforme Jesus nos ensina, de semeadura. Na parábola do semeador, o Cristo nos traz um registro muito, muito sutil a respeito do nosso processo de recomeço, do nosso processo de confiança e do nosso processo de esperar. Fé não significa necessariamente acreditar. Fé ter certeza. Certeza. que as coisas darão certo. O ponto é que o nosso tempo não é o tempo de Deus. Nós estamos imersos numa situação pontual de uma reencarnação e Deus vê a nossa vida de uma maneira panorâmica, como se fosse um drone, observando todo o nosso processo milenar reencarnatório. E Deus quer tanto, tanto que a gente se desenvolva, que ele nos oferece um espírito protetor, um anjo da guarda que registra a questão
m drone, observando todo o nosso processo milenar reencarnatório. E Deus quer tanto, tanto que a gente se desenvolva, que ele nos oferece um espírito protetor, um anjo da guarda que registra a questão 495 de o livro dos espíritos, que nunca, nunca, nunca nos abandonam. Ele pode até se afastar, se perceber que a gente não dá muito cabimento para ele, até porque ele também tem as suas obrigações em termos de desenvolvimento. Mas basta uma prece, uma prece. Preceção, tá, pessoal? Basta uma prece que ele aparece, porque para quem quer ajudar, uma oportunidade basta. Na questão 514, Kardec vem dizer com maestria junto com a equipe do espírito de verdade, quais são os tipos de espíritos que nos acompanham. São quatro categorias, não necessariamente quatro espíritos. nosso anjo da guarda, espíritos familiares, que são espíritos que já conviveram conosco em outras reencarnações, espíritos que já voltaram à pátria espiritual antes do que a gente. Pode ser o nosso avô, a nossa avó, a nossa mãe. Infelizmente, a depender do contexto, quando a vida inverte a ordem, o nosso filho, a nossa filha, o nosso neto, os espíritos que nos são simpáticos, que eles vibram no mesmo pensamento que a gente e os espíritos, abre aspas, ma gênios, fecha aspas, que de maus gênios não tem nada. é uma construção semântica no sentido de dissociar. E na nossa construção da nossa história, a gente tá envolto a todas essas pessoas desencarnadas, fora as pessoas reencarnadas, que nos acompanham, que nos influenciam, que torcem pela gente, que querem o nosso progresso. E a depender da escolha do ser, pode ser que algumas pessoas torçam para que a gente sucumba, mas não nos preocupemos com isso, porque cada um fala por si e somente nós, somente nós somos responsáveis pelo curso das nossas vidas. A depender da ascendência que uma pessoa ou um espírito tenha por nós, é natural que nós tenhamos aderência com críticas, com elogios, com sugestões, com mal olhados para quem acredita e mal olhado, com todo respeito.
endência que uma pessoa ou um espírito tenha por nós, é natural que nós tenhamos aderência com críticas, com elogios, com sugestões, com mal olhados para quem acredita e mal olhado, com todo respeito. Mas nós temos que ter em mente o registro da questão 625 do livro dos espíritos, de que Jesus é o modelo e guia da humanidade. E junto com ela tem outra que é coladinha, que é coladinha. E vale muito a pena, muito a pena, na hora do nosso choro silencioso, quando a gente se culpa, quando a gente fica cabis baixo, quando a gente pede uma nova oportunidade para corrigir os nossos erros, quando a gente se envergonha de si, a gente tem que ter em mente que a construção da lei de Deus, conforme registra a questão São 621 está na nossa consciência e cada um tem a sua própria consciência divina. Cada um tem o seu próprio contato íntimo com Deus. E a partir disso, nós podemos melhorar, mudar o curso da nossa história e nos redimirmos. Porque a reencarnação registrada pela questão 171 de o livro dos espíritos, nada mais é do que uma oportunidade de reajuste que nós temos com a justiça divina. E aí, meu amigo? E aí, minha amiga? É só a gente, não é ninguém mais. Quem escuta o nosso choro sem lágrima é Deus. Quem nos vê acordando em insônia, virando para um lado e pro outro da cama, é o nosso anjo da guarda. E quem sabe que nós vamos superar as adversidades nas quais, porventura nós estejamos atravessando hoje é Jesus. Com muita certeza, mas com muita certeza. Porque enquanto o espírito mais perfeito que habitou o planeta, Jesus em outros momentos teve também os seus embates. Porque todos nós, todos nós, sem exceção, incluindo Jesus, conforme registrado na questão 115 do livro dos espíritos, fomos criados simples e ignorantes. que paulatinamente, conforme nós temos uma semente, um germen divino em nossos corações, a gente começa a fazer algumas escolhas para sair da fieira da ignorância. E como é que a gente toma a primeira decisão, por exemplo, se fomos criados simples e ignorantes?
divino em nossos corações, a gente começa a fazer algumas escolhas para sair da fieira da ignorância. E como é que a gente toma a primeira decisão, por exemplo, se fomos criados simples e ignorantes? Talvez me fizeram na diédia me fez essa pergunta no ES lá em Natal 2018. ESD significa estudo sistematizado da doutrina espírita. Conforme Wagner registrou na palestra das 5 horas, a nossa turma começa finalmente, graças a Deus, segunda-feira. Mário, se você tá falando aí que todo mundo foi criado simples e ignorante e como é que eu tomei minha primeira decisão? Aí eu pensei, mas não falei, né? Pensei assim, eu não lembro nem da minha, vou dizer da tua tinha resposta e pedi um tempo. Ó, me deu um tempo, próxima semana eu te respondo. Se eu não encontrar resposta, na outra eu te respondo. Se eu não encontrar nessa reencarnação, um dia eu lhe encontro e vou lhe dizer. Porque o pensamento espírita ele deve ser transmitido com responsabilidade e referência. Aí eu fui consultar o livro dos espíritos e graças a Deus tinha lá, é ali pela 121, 119 que a primeira decisão que a gente toma é um impulso, é um sopro divino. E ali começa o ciclo da vida. Mas aqui eu tô falando, pessoal, ó, [risadas] de milhões de anos. Milhões de anos. E a gente vai tomando essas decisões, vai tropicando, vai tropeçando, vai se levantando, vai passando uma rifocina no joelho que, graças a Deus o Mertiolate deixou para trás. É coisa do século passado, assim como mesmo São Scot vive o progresso. A lei do progresso fala isso lá na questão 775. Primeiro a gente progrede intelectualmente e depois moralmente. São as duas asinhas do progresso que o espiritismo ensina. E se tem algo que nós devemos refletir, é que o conhecimento íntimo do evangelho, o conhecimento íntimo do espiritismo, ele não se apresenta como uma maisvalia, como uma tarja. Não, agora eu sou espírito. Vou fazer o éito porque eu vou receber um diploma lá na frente. Não, o que vale é o conhecimento. E com o conhecimento vem a responsabilidade.
ma maisvalia, como uma tarja. Não, agora eu sou espírito. Vou fazer o éito porque eu vou receber um diploma lá na frente. Não, o que vale é o conhecimento. E com o conhecimento vem a responsabilidade. Quem fala isso é o Cristo no Evangelho de Lucas, a quem muito foi dado, muito será cobrado. E às vezes a gente pensa que pelo conhecimento espírita que eventualmente nós tenhamos, a gente tem a condição de julgar o outro. A gente tem a condição de reprovar a conduta do outro. Meu amigo, minha amiga, não nos enganemos. Não nos enganemos, porque o que vale da vida são as emoções que nós emonamos, os sentimentos que nós plasmamos. Tem um texto incrível no capítulo dois do Evangelho Segundo o Espiritismo, finalizando o capítulo, uma realeza terrestre assinado por uma rainha de França. Aí ela vem dizer: "Olha, deixa eu te contar uma coisa. Quando eu tava do lado de lá, ou seja, do lado daí, eu pensava que quando eu desencarnasse, que quando eu morresse, eu ia ser recebido com ser recebida com pompas, com a festa muito grande. Finalmente a rainha chegou. Nós já não estávamos aguentando. Finalmente ela morreu. Tava todo mundo com saudade. Ela desencarna. Aí passa por um processo chamado perturbação espiritual. É como fosse uma turbulência. Para quem nunca andou de avião, andar de avião é assim, é tudo parado. Aí, a depender do vento que o avião passa, o avião começa a tremer. A diferença é que a gente não tá em solo rígido. Aí começa a tremer, a gente começa a se desesperar. Aí reza assim: "Meu Deus, segura essa asa, segura na mão de Deus e vai". E aí a reinha da França quando ela passa pelo estado de perturbação, ela se assusta porque um súdito dela muito simples, muito simples, também já tinha desencarnado antes e tava numa posição muito mais elevada. Aí ela começou a entender como é a lógica da vida e ela vem trazer um recadinho celestial do além pra gente. É um parágrafo bem pequenininho para se grangear, para se conseguir um lugar neste mundo, no reino dos céus. Não se pergunta quem tu fostes,
e ela vem trazer um recadinho celestial do além pra gente. É um parágrafo bem pequenininho para se grangear, para se conseguir um lugar neste mundo, no reino dos céus. Não se pergunta quem tu fostes, nem o que tu vestes, mas quantas lágrimas enxugastes? É ela reverberando as lições de Jesus sobre o reino dos céus. Jesus é tão categórico que quando ele vem nos falar sobre o reino de Deus, ele nunca faz uma assertiva. O reino de Deus é isso, aquilo. Não, ele nos induz o pensamento. O reino de Deus se assemelha a o reino de Deus se parece com aí começa a contar ali as historinhas. Porque a construção do reino de Deus nos nossos corações é muito individual, é muito específica. Tem uma passagem no Evangelho de João em que Jesus tava chegando à casa de Simão. Não Simão Pedro, mas Simão fariseu. Salve me engano, tá no capítulo 7 do Evangelho de João. Aí chamaram Jesus para jantar. Se ele fosse natal, ele teria perguntado: "Vai ter tapioca?" Se ele conhecesse o bobó de camarin Andrel, ele teria perguntado, "Vai ter o bobó com um cafezinho depois?" Não, Jesus, espera aí. que a gente não sabe cozinhar tão bem como ela. Aí ele foi, aí tava lá todo mundo conversando sobre o reino dos céus. Aí chega uma mulher, uma mulher pecadora, as lágrimas, destruído. Porque quando a gente se vê em erro, a gente se dilacera procurando uma nova oportunidade. E ela assim o fez. Procurou Jesus, se ajoelhou aos prantos, lavou os pés de Jesus com suas lágrimas, desabafando, dizendo dos seus erros e pedindo uma redenção ao emissário de Deus. E Jesus, muito solícito, observa a cena, acolhe a mulher, fala palavras de redenção e finaliza: "Não se preocupes, porque a tua fé te redimiu." É diferente do que ele fala paraa mulher com hemorragia que a tua fé te salvou. Porque a fé é um sentimento transversal. Ela nos salva de inúmeros e inúmeros perrengues. E os fariseus não entenderam Jesus. e começaram a criticá-lo. E uma das críticas que Jesus recebeu é que tava trabalhando no sábado. A gente complementa essa história com
úmeros e inúmeros perrengues. E os fariseus não entenderam Jesus. e começaram a criticá-lo. E uma das críticas que Jesus recebeu é que tava trabalhando no sábado. A gente complementa essa história com outra que é a cura da mulher encurvad um belo dia soube das andanças de Jesus e foi pedir-lhe uma cura. Jesus é o seguinte, eu fiquei sabendo aí, me disseram lá na comunhão que você cura as pessoas e eu tô assim com as minhas costas doentes há uns 9, 10 anos. Aí Jesus, olha, é mesmo? É. Aí começa o diálogo e outra cura. Porque o magnetismo de Jesus, ele é tão potente, ele é tão potente que cura coluna, cura cegueira e principalmente, principalmente cura, culpa e remorça. E na cura da mulher encurvada, Jesus também recebeu crítica por curar no sábado. Aí ele se volta pra pessoa e fala: "Ô meu irmão, eu entendo a sua indignação que eu tô curando aqui no sábado, mas e se fosse a tua mãe? E se fosse a tua filha? E se fosse alguém da tua família? O norte de Jesus não é retrocar. O norte de Jesus é nos provocar perguntas existenciais, para as quais das muitas nós ainda não temos respostas. Como é que a gente vai oferecer a outra face para quem bateu na nossa? Mas o sentido psíquico do oferecer a outra face é apresentar um sentimento ao agressor. Um sentimento que porventura esteja retraído, reprimido. Porque como nós fomos criados por amor e para o amor, o sentimento de violência que nós ainda temos nada mais é no fundo no fundo, do que uma incrível vontade que nós temos de sermos amados, de sermos acolhidos. de sermos compreendidos. É por isso que os nossos pensamentos coléricos acendem os dragões de estimação que nós temos. Porque é muito difícil, é muito difícil se sentir rejeitado. É muito difícil. É muito difícil se sentir em abandono, se sentir preterido, se sentir sozinho. Por isso que as nossas ias elas nos apresentam momentos bastantes, bastante pontuais. E quando nós tivermos um acesso de um pensamento de raiva, de um pensamento colérico, tentemos refletir intimamente
or isso que as nossas ias elas nos apresentam momentos bastantes, bastante pontuais. E quando nós tivermos um acesso de um pensamento de raiva, de um pensamento colérico, tentemos refletir intimamente o que foi que acendeu o fósforo. que nenhuma raiva que nós temos é à toa. Na construção da nossa vida, a elaboração do sentimento da raiva é todo um processo. E se nós percorrermos a história da nossa vida, talvez nos deparemos com observância que um sentimento de raiva pode corresponder inversamente falando, a uma rejeição. Não julguemos a raiva das pessoas. Exemplo, Pedro que negou Jesus três vezes, que hoje eu fiquei sabendo uma novidade sobre Pedro na palestra de Wagner. Wagner fez a palestra das 5 horas, tempestades. Ele tava falando sobre a história de Pedro. Aí ele disse: "Não, porque Pedro seguia Jesus, que Pedro era um emissário de primeira hora do Cristo e Pedro era forte. Aí eu vi, eu não sabia dessa. Vou atualizar a fofoca das palestras. Inclusive o vocabulário. Pedro era crossfiteiro. Vamos atualizar, né? É, vamos adaptar a palavra pros dias atuais, mas mantendo o contexto. Então, Pedro, quando Jesus foi ser preso no jardim das oliveiras, quando Judas deu beijo, e aqui um parêntese, a expressão beijo de Judas, que muita gente fala, é porque Judas quando foi vender o local que Jesus estava rezando lá no Getseman, ele se reuniu com os centuriões e disse: "Olhe, vai ter um monte de gente lá. Jesus vai ser o cara que eu vou dar um beijo. Aí de manhãzinha assim chega todo mundo. Aí Judas dá um beijo. Aí a fofoca beijo de Judas é disso. Aí Judas dá um beijo. Aí o centurião vai e avança para Jesus. E até hoje eu tinha uma interpretação dessa passagem que Waga me atualizou, que eu fiquei pensando agora no medo do centurião quando encontrou Pedro Parrudo com a espada na mão para cortar a orelha. E Pedro, puf, corta a orelha no acesso de raiva. Aí Jesus sabendo que ia ser preso, se abaixa, pega a orelha do centurião, cola mais uma cura, aí se volta para Pedro e diz: "Emba a sua espada,
orelha. E Pedro, puf, corta a orelha no acesso de raiva. Aí Jesus sabendo que ia ser preso, se abaixa, pega a orelha do centurião, cola mais uma cura, aí se volta para Pedro e diz: "Emba a sua espada, porque quem com espada fere, com espada será ferido." Jesus nos recomendando ponderação. respirarmos antes dos nossos acessos compulsivos. Porque a história de vida que nós temos, independente, independente do que nós estejamos passando hoje, a nossa história divina ela é linda, mas ela é linda mesmo assim. Nós aqui presencialmente e quem nos assiste no YouTube, a gente resistiu a um flagelo destruidor. Nós temos uma moratória divina por termos resistido à pandemia do COVID-19. Independente do que eventualmente a gente se envergonhe do que fez, do que faz, vamos tentar ajustar os centros de força, vamos tentar ajustar o nosso coração com a obra de Deus. E não é fácil. Se fosse fácil, a gente não tinha um anjo da guarda. E o anjo da guarda, meu amigo, minha amiga, ele insiste, mas insiste ainda mais com quem também seja teimoso. O anjo da guarda é igual aquela música de Diavã. Eu levo a sério, mas você disfarça. Insiste em zero a zero. Eu quero um a um. Sei lá o que te dá. Não quer meu calor. Aí ele pede até um dragão. Só Jesus na causa. Estar vivenciando um mundo de provas, expiações significa, nesta época atual, sobretudo da informação, um grande celeiro. Celeiro de escolhas e celeiro de oportunidades. Nos encaminhando pro final, deixa-me ver aqui se tem alguma pergunta no YouTube. Se tiver, não seja uma pergunta de bolso. Juliana lá dos episódios diários. Emanuele, muito obrigado. Brena vi, agora já era. O som tava baixo. Cláudia, valeu, Karina. Hum. Andreia. Nossa, vai descarregar o celular aqui tanta gente. É, não tem pergunta não. >> É, tem alguma aí, Wagner? >> Não. >> Alguém tem alguma pergunta para fazer? >> Não, pessoal, então é isso. A nossa história de vida. Cada um sabe da sua, cada um sabe onde o sapato aperta. Eu quero finalizar com a história de um coleguinha.
uém tem alguma pergunta para fazer? >> Não, pessoal, então é isso. A nossa história de vida. Cada um sabe da sua, cada um sabe onde o sapato aperta. Eu quero finalizar com a história de um coleguinha. descrita no livro Contos desta e de outra vida. O coleguinha se chama Línio, tá no capítulo 36, carta singular, o nome do capítulo. Licínio era um coleguinha que ele deixava tudo para fazer amanhã. Não comece no não, no próximo semestre eu começo e cheio de vontade para começar. Vá pra palestra? Não, no próximo sábado eu vou. E cheio de vontade para ir pra palestra. Aí chega um dia que Licínio projetando várias coisas na vida que sempre deixava para depois teve um problema de angina no coração e desencarno. Aí vem Humberto de Campos nos dizer aqui que a oportunidade que a gente tem na vida, essas oportunidades que nos são diárias, elas devem ser aproveitadas, pessoal. Nós não estamos prontos. A vida é um constante processo de construção, de erros e acertos. E não tem nada melhor na vida do que a gente reconhecer um erro e a partir dele, a partir dele recomeçar. Quem fala isso é Pedro na sua primeira carta. quando ele vem dizer que o amor cobre uma multidão de pecados. Quem fala isso é Paulo em uma carta quando ele diz que o amor do Cristo nos constrange. Quem fala isso é Jesus no capítulo 15 do Evangelho de João, quando ele diz: "Eu sou a videira. Permaneçam em mim, porque vocês são as ramas do reino dos céus, enquanto ramas que germinemos fé, esperança e amor. Muito obrigado. Falei para ele que Pedro devia ser forte igual ele, pescador. Muito bom ouvir o nosso irmão Mário, né? Obrigado a todos pela presença. Sábado à noite, como diz Mais Braga, acho muito engraçado quando ela começa, não deve ter nada para fazer em Brasília, né? Casa espírita cheia, mas isso é muito bom ver o bom ânimo, porque Jesus nos pede isso, bom ânimo. Que possamos sempre buscar através pelas através das palestras públicas, dos estudos da casa, a instrução para colocar em prática o amor. O amor que,
bom ânimo, porque Jesus nos pede isso, bom ânimo. Que possamos sempre buscar através pelas através das palestras públicas, dos estudos da casa, a instrução para colocar em prática o amor. O amor que, como diz Paulo, tudo constrói e ele vai muito mais além. Sem o amor nada seria. Sem o amor eu não consigo perdoar. Eu não consigo amar, eu não consigo, né? Então, que possamos ter todo esse caminho do amor, que foi o que Mário trouxe hoje aqui pra gente, o amor a nós e o amor ao próximo. dando um breve aviso, falando em amor, um homem que pregou o amor enquanto esteve conosco, Francisco Cândido Xavier, e a comunhão espírita com a sua diretoria de arte e cultura, convida a todos para uma peça teatral musical que se realizará no dia 14, 13, 14 e 15 de março na sala no Teatro Nacional, sala Martins Pena. Será sexta-feira às 20 horas, sábado e domingo duas sessões às 16 e às 20 horas. Ali no na nossa entrada tem um cartaz como esse que tem o Qcode do Simpla, que é um aplicativo onde você compra os ingressos. Além de ajudar a casa, nós estaremos assistindo um musical teatral divulgado pela diretoria de arte e culturas da comunhão espírita de Brasília. É uma peça que ele já vem ensaiando há mais de um ano. Eu já vi alguns ensaios. Está linda. É um musical que mostra a caminhada de Chico Xavier. Nome do musical é Chico Xavier, o anjo das escritas iluminadas. Começa com ele pequenininho e vai. É lindo o musical. Aqueles que tiverem oportunidade nos dias tiverem em Brasília, tiverem agenda, disponibilidade, compra lá o seu ingresso e participe dessa peça. Vá assistir. É muito bom. Leve a família comer pipoca, rir, chorar e ver uma peça teatral espírita muito boa. Convido a todos. A casa também tem um atendimento fraterno, que é o atendimento aonde você quiser uma orientação espiritual, tratar o espírito. Nós temos atendimento de segunda a quinta, sexta, sábado e domingo. Agora também domingo das 17:30 às 19:30. Mais informações, temos no nosso painel os horários, tudo certinho. Agora, para
o espírito. Nós temos atendimento de segunda a quinta, sexta, sábado e domingo. Agora também domingo das 17:30 às 19:30. Mais informações, temos no nosso painel os horários, tudo certinho. Agora, para os que nos ouvem, muito obrigado. O Mário já agradeceu aqui. Fiquem para o passe virtual, né? E agradeço a todos e peço agora pra gente fazer a prece final. Vamos fechar os nossos olhos, aqueles que tiverem mais confortáveis, dizendo: Deus, pai de infinita bondade, mestre amado Jesus, queridos amigos espirituais e guardiões, obrigado pelo bom ânimo de estar aqui nessa casa de oração, buscando os seus ensinamentos. que eu possa sair daqui um pouco melhor do que eu cheguei. Obrigado, mestre, por ter intuído o nosso irmão Mário, por ter corrido tudo no decorrer tudo bem. Assim, mestre, te agradecemos e damos por encerrado mais uma palestra pública na comunhão espírita de Brasília. Que todosam para casa em paz. Que a paz do Cristo esteja em vossos corações. Que tenha uma semana iluminada. Que saibamos tomar as melhores decisões, fazer as melhores escolhas. Que no nosso trabalho seja, estejamos bem com os nossos amigos. Nosso irmão ali vai chamar para o passe e quando tomar o passe, lembre sempre daquele desafeto e peça perdão daquele irmão que eu acho que é o meu opositor e na verdade ele é um irmão de caminhada. Assim seja. >> Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade [música] auxiliar a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas, mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento, que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio [música] dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim deve ser utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque
er utilizado quando [música] sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos [música] sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso mestre e amigo de todas as horas [música] e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental [música] e espiritual. Senhor meu Deus, [música] permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, [música] a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar [música] os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, [música] trazendo a alegria de viver, a paz, a harmonia [música] e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também [música] os mentores espirituais possam visitar os nossos ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, [música] amigos e familiares, trazendo o conforto que tanto desejamos. >> a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos [música] então a oração que o Mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais no [música] céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem.
venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia dai-nos [música] hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que [música] nos devem. Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais [música] desta casa, damos graças [música] a Deus, graças a Jesus e assim seja.
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