A CARIDADE MATERIAL E A MORAL - Leila Parreira [PALESTRA ESPÍRITA]
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เฮ >> Senhor, [canto] estou aqui [música] para agradecer de coração [música] a paz dentro [canto] de mim que encontrei [música] na [canto] comunhão. Foi nessa casa que aprendi toda a beleza de viver, doando amor, vibrando [canto] luz, buscando a ti. >> Boa tarde, sejam todos bem-vindos. É com muita alegria, né, que nos encontramos aqui buscando conhecimento, os ensinamentos do evangelho para que nossa vida, né, coloquemos eles no dia a dia. E assim que a paz do Mestre Jesus nos envolva, pacificando as nossas mentes e os nossos corações. E com certeza essa mesma paz chega aos nossos irmãos e irmãs internautas que nos assistem através dos meios de comunicação da comunhão espírita de Brasília. Hoje nós temos o prazer de receber nossa querida irmã Leila Parreira, que nos nos brindará com tema muito importante, a caridade material e a caridade moral, que está no capítulo 13 do Evangelho Segundo Espiritismo, que a vossa mão esquerda não saiba o que dê à direita. E nós vamos ler um trechinho deste capítulo a prece e depois nós passamos a palavra para nossa irmã. Fazer o bem sem ostentação. Tende cuidado em não praticar as boas obras diante dos homens para serem vistas, pois do contrário, não recebereis recompensa de vosso Pai que está nos céus. Assim, quando derdes esmola, não façais tocar a trombeta diante de vós, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Digo-vos em verdade que eles já receberam sua recompensa. Quando derdes esmola, não saiba a vossa mão esquerda o que faz a vossa mão direita, a fim de que a esmola fique em segredo. E vosso Pai, que vê o que se passa em segredo, vos recompensará. tá no evangelho de Mateus, capítulo 6, versículo 1 a 4. E assim, meus irmãos e irmãs, conectados com a espiritualidade maior que aqui se encontra, nos envolvendo nas energias da paz, do amor que vem do nosso mestre Jesus, acalmando as nossas mentes, os nossos corações, nos fortalecendo. e nos tornando mais receptivos ensinamentos que hoje receberemos.
volvendo nas energias da paz, do amor que vem do nosso mestre Jesus, acalmando as nossas mentes, os nossos corações, nos fortalecendo. e nos tornando mais receptivos ensinamentos que hoje receberemos. Mestre Jesus, só temos a agradecer por tantas oportunidades de aprendizado, de trabalho e no exercício do bem. S conosco, Senhor, hoje e sempre. E neste momento pedimos ao Dr. Bezerra de Menezes, mentor desta casa, e toda a equipe espiritual, principalmente São Francisco de Assis, que é o mentor deste grupo, que inspire intuie a nossa irmã Leila que está com a palavra. Que assim seja. Boa tarde a todos. Sejam todos muito bem-vindos a essa casa de oração. E nós também cumprimentamos todos aqueles que nos assistem pelos canais da mídia, pelos canais da comunhão espírita de Brasília. Hoje o assunto trata, nós vamos tratar de uma das maravilhas ensinadas por Jesus, o homem de Nazaré, que dividiu a história em antes e depois dele. Essa maravilha ensinada por Jesus chama-se caridade. Caridade que é amor. Porque é o amor que dá sentido à vida. Precisamos de caridade, de amor no nosso relacionamento com Deus, que é a fonte de todas as bênçãos, com nosso semelhante, porque existe em nós o sentido de pertencimento. Nós somos uma mesma grande família humana. Então, precisamos de amor para conviver, para harmonizar, para pacificar, para extirpar a maldade do mundo. Então, precisamos cultivar aquilo que é harmonioso, nobre, bom, justo. E precisamos do amor, que também é chamado de caridade para conosco próprios. Porque somos como nosso próximo. Nós também precisamos evoluir. Nós também precisamos crescer. Então, é preciso que haja uma compreensão a respeito da nossa real situação de hoje, do momento presente, para que a gente possa investir as nossas energias, as nossas forças, o nosso discernimento em favor do nosso próprio crescimento. E crescimento aqui significa emancipação, significa libertação de tudo aquilo que nos amesquinha, que nos fazem menores do que somos, tudo aquilo que nos torna pequenos.
do nosso próprio crescimento. E crescimento aqui significa emancipação, significa libertação de tudo aquilo que nos amesquinha, que nos fazem menores do que somos, tudo aquilo que nos torna pequenos. Porque o nosso anseio, e é um anseio legítimo, é alçar vou, é dilatar o nosso entendimento, é nos tornarmos aquilo que devemos e podemos nos tornar seres humanos dignificados. Então é todo um processo, exige de nós uma atenção, exige de nós um esforço, um trabalho em nós próprios, porque nós só conseguiremos realmente praticar a caridade, tanto faz material quanto a caridade moral. Se nós nos despojarmos do egoísmo extremo, do interesse só em nós próprios, quando nós conseguirmos nos identificarmos com o próximo, quando nós sentirmos a dor do próximo, a necessidade do outro, que é irmão nosso, irmão na grande família humana, Então, precisamos cultivar esse sentido de sensibilidade em relação ao nosso próximo, para diminuir a dor do outro, para ajudar o outro a crescer, para nos oferecermos em serviço pelo bem da coletividade. Então, de fato e de verdade, a maravilha ensinada por Jesus, que nós vamos estudar hoje, é realmente a caridade. E como é que Jesus entendia a caridade e os espíritos codificadores que trabalharam ao lado de Allan Kardec? Hipolite Leon Denizar Rivaio, o professor, o pedagogo, cientista, que dedicou a sua vida como um verdadeiro missionário para a realização desse grande projeto, o projeto da codificação espírita, para aclarar as nossas mentes, para nos ajudar a entender a nossa realidade espiritual, para compreendermos e nos aprofundarmos em nossa origem que é sagrada. Nós nascemos todos da vontade de Deus, pai, criador de todos os universos, de todas as criaturas, de tudo que existe no mundo. Nós somos filhos, portanto, coerdeiros, junto com Jesus Cristo, que alçou patamares muito elevados como espírito puro, alcançou toda a autonomia, toda liberdade, toda emancipação, toda felicidade de uno com o Pai. Nós temos essa destinação, a destinação de
Cristo, que alçou patamares muito elevados como espírito puro, alcançou toda a autonomia, toda liberdade, toda emancipação, toda felicidade de uno com o Pai. Nós temos essa destinação, a destinação de filhos de Deus. Por isso somos aclarados nos dias de hoje por essa doutrina avançada, por esse ensino de vanguarda que é a doutrina dos espíritos. Antigamente fomos aclarados passo a passo, devagarinho, pelos pelo profetismo, pelos profetas que ao tempo de Moisés vinham trazendo as notícias colhidas do plano espiritual para fazer a humanidade centrar-se na sua própria destinação, compreender que Deus é Deus. pai e é pai educador que não nos castiga, não, não nos pune, mas como educador ele nos oferece as oportunidades para nós nos situarmos naquilo que verdadeiramente precisamos compreender e nos situarmos como filhos de Deus. Então nós vamos caminhando passo a passo para essa emancipação. E só existe um meio para que nós alcancemos a nossa melhoria, o nosso aprimoramento, a nossa transformação de seres animalizados do passado para seres humanizados do presente e seres angélicos do futuro. A nossa caminhada é ascensional. Nós vamos crescendo à medida que vamos aproveitando as oportunidades reencarnatórias. Porque como Deus é educador, é o pai que educa, ele oferece através das reencarnações tantas quantas sejam necessárias para que nós nos ajustemos aos ensinos evangélicos, aos ensinos de Jesus, nosso mestre, guia e modelo. porque ele nos ensina o caminho e modelo porque ele exemplificou como é que devemos nos portar, como é que devemos nos relacionarmos conosco próprios, com o nosso semelhante e com Deus. Então Jesus entendia, segundo as notícias da espiritualidade para Allan Kardec numa das questões do livro dos espíritos, quando ele pergunta: "Como é que Jesus entende a palavra caridade?" E vem a resposta para Jesus. Caridade vem a ser benevolência para com todos. indulgência para com o comportamento do outro e perdão das ofensas, benevolência, indulgência, perdão.
a palavra caridade?" E vem a resposta para Jesus. Caridade vem a ser benevolência para com todos. indulgência para com o comportamento do outro e perdão das ofensas, benevolência, indulgência, perdão. Mas isso tem todo um conteúdo muito vasto? Ser benevolente é ser também tolerante, é ser também calmo, sereno diante das questões difíceis. Ser benevolente é inclinar o olhar positivamente sobre os fatos, circunstâncias e pessoas. É ver com bons olhos. Então, aquele que segue Jesus elimina da sua vida a malícia, a calúnia, a mentira, a falta de ética, porque já descobriu que ética é o comportamento de acordo com a lei divina. é um comportamento responsável pelas consequências que traz. Todos nós somos semeiadores. Então nós influenciamos pessoas, coletividades. Basta lembrar, por exemplo, de um exemplo positivo, como de Mahatma Gand, que liderou uma nação inteira com uma capacidade incrível de persuasão e, pelo exemplo, pela eh pelo altruísmo, pelo senso de caridade para com aquela gente turbulenta. E ele conseguiu, sem derramar uma gota de sangue, a libertação da sua nação e quem sabe até das consciências daqueles que se agarravam ao rancor, que se agarravam ao ressentimento. Então, pela sua exemplificação, ele alcançou muito, influenciando, semeando o bem. Isso é uma caridade moral de libertação. Porque quando nós conseguimos nos libertarmos a nós mesmos e influenciar no processo de libertação do nosso semelhante, estamos praticando uma caridade chamada caridade moral, porque estamos fazendo a pessoa refletir sobre a importância do seu espírito imortal. É claro que ninguém deveria passar fome nesse mundo. Quando Deus nos ofereceu essa casa planetária a essa humanidade, supriu de todos os recursos para que ninguém passasse pano. Aqui podemos todos nós vivermos com dignidade. Entretanto, os que não são sensíveis aos direitos do semelhante, a importância da vida, os que não são sensíveis ao outro que é o nosso irmão em humanidade, preferem juntar para si tão somente e
dade. Entretanto, os que não são sensíveis aos direitos do semelhante, a importância da vida, os que não são sensíveis ao outro que é o nosso irmão em humanidade, preferem juntar para si tão somente e deixam que vícios, como a ambição a ganância. Tomem conta dos seus destinos esquecidos de que quando passamos para outra dimensão, não podemos levar nada de material. O material, é lógico, é muito importante, porque nós vivemos na terra uma terra concreta, material. Para quê? Para que a gente aprenda a lutar, aprenda a buscar. Melhores meios para uma boa qualidade de vida. Muito justo procurar uma boa casa, conquistar um bom carro, conquistar um bom emprego, mas nunca podemos esquecer de conquistar a nós mesmos, driblando, podando as arestas íntimas, que são tudo aquelas aqueles vícios, aquelas tendências, aquelas inclinações que contradizem a maravilha ensinada por Jesus, que é o amor, a caridade. A caridade que não se cansa, a caridade que não desanima, a caridade que não ofende. Há uns dizeres muito interessantes que é assim, no ocaso da nossa vida, quando estiver terminando, seremos julgados não pelos nossos atos extraordinários que tivermos feito em vida. Seremos julgados pela nossa própria consciência, pelo mínimo de amor que tivermos oferecido aos necessitados, aqueles menos favorecidos, aos marginalizados, aos diferentes. Então, é preciso apurar os nossos sentidos, os nossos sentimentos e abrir mão dos preconceitos. abrir mão dos fake news, abrir mão de toda conduta que nos amesquinhe. Por quê? Será que a prática de da caridade nos dá alegria? Ela nos dá vitalidade, ela nos confere saúde, saúde emocional, saúde psicológica, mental e até física. Sim, observem a pessoa espontaneamente dada aquela disposta a fazer dádivas, que é a mais requitada alegria, é você experimentar a sua potência, o seu poder de doar de si. Isso confere a alegria de viver uma satisfação enorme, porque você se vê como uma pessoa que capaz de multiplicar as bênçãos. E quanto mais se pratica esse tipo de
potência, o seu poder de doar de si. Isso confere a alegria de viver uma satisfação enorme, porque você se vê como uma pessoa que capaz de multiplicar as bênçãos. E quanto mais se pratica esse tipo de amor desinteressado em favor do nosso semelhante, mais amor detemos em nós. É muito importante. Então, esse assunto que nos inspirou hoje está no capítulo 13 do Evangelho Segundo o Espiritismo. É todo um estudo que os codificadores invisíveis e Allan Kardec e a sua equipe aqui da Terra fizeram para nos esclarecer a respeito da da importância desse assunto. A pessoa que não dá de si, que não se abre para ofertar as bênçãos, ela é uma pessoa triste, ela é uma pessoa amargurada. Ela é uma pessoa desconfiada, é uma pessoa que comete contra si mesmo muitas barbárias, porque ela não honra o impulso natural que todos nós trazemos de vidas e vidas e vidas, que é o impulso para a frente e para o alto, o impulso para o bem. Numa das questões do livro dos espíritos, se não me engano, 886, diz assim que o único objetivo da nossa vida material aqui é a prática do bem, portanto, a prática do amor, a prática da caridade. Acontece que Paulo de Tarso fez um estudo a respeito da caridade e ele fala nessa epístola que se ele der tudo que ele tem, todas as posses, mas não tiver amor, de nada adianta. Se ele falar todas as palavras angelicais, mas se ele não tiver amor, de nada adianta. Então existe caridade, aquela e caridade real. Caridade real é quando nós de fato nos irmanamos com o jeito de ofertar. Não, não é só o ato, não é só sentar ao lado de alguém muito deprimido, triste e até oferecer o nosso silêncio, mas a nossa presença amiga, se nós não tivermos verdadeiro sentido, propósito naquilo que estamos fazendo e querendo ofertar, de nada vale. É como o barulho, é como o sino que bate, vai embora. Então é preciso ter esse conteúdo, esse agente dinamizador que tem que estar em nosso coração, em nosso sentimento, além do nosso propósito de pensamento. Então, é preciso que a gente se envolva
bora. Então é preciso ter esse conteúdo, esse agente dinamizador que tem que estar em nosso coração, em nosso sentimento, além do nosso propósito de pensamento. Então, é preciso que a gente se envolva e com a melhor, o melhor jeito, o melhor carinho, a melhor intenção, a gente imprima [limpando a garganta] no nosso, na nossa convivência, sem querer aplauso, sem querer prêmio, sem querer ser bonzinho. e muito menos ser superior a ninguém, porque é muito natural e é próprio do ser humano nós nos ajudarmos uns aos outros, tanto individualmente como em relação à coletividade. Então, nesse capítulo, fazer o bem sem ostentação, está dizendo que nós não precisamos da do aplauso, não precisamos ser reconhecidos porque fizemos um ato humano e natural. Quando nós estivermos morando num planeta de regeneração ou num mundo feliz, ninguém vai prestar atenção. A pessoa que ofereça alguma dádiva, algum ato de caridade, não vai ficar retido nesse ato. Não vai ficar esperando recompensa, não vai ficar esperando nem ser notado. Mas nesse mundo que nós estamos vivendo é muito positivo o ato de caridade, porque as pessoas caridosas vão exultar com isso, vão ficar felizes porque sentem que alguém mais tem sementes do bem para espalhar. Aquele que é maldoso vai também observar, olha, fulano faz isso como vale a pena, né? Porque a pessoa que faz isso passa a ser bastante respeitada. É a pessoa que sabe se movimentar em favor do bem-estar de alguns. Não pensa só em si. Então está exemplificando o bem. A pessoa que busca, aqueles que estão mais tristes, os importunados, então também são pessoas que têm essa representatividade de cidadãos do reino dos céus, porque convenceu-se a si mesmo de participar na senda do Cristo. Então, há uma história que de uma viúva muito pobre e ia ao templo e levava as suas ofertas pequeninas, colocava lá no jarro, no gasofilácio, chama assim o jarro, nem fazia quase barulho, diferentemente daqueles ricaços que iam por ostentação e derrubavam assim um monte de moeda, tchá, para
pequeninas, colocava lá no jarro, no gasofilácio, chama assim o jarro, nem fazia quase barulho, diferentemente daqueles ricaços que iam por ostentação e derrubavam assim um monte de moeda, tchá, para fazer um barulhão lá para serem notado. né, os fariseus principalmente. E Jesus observando junto aos apóstolos aquela ocorrência, comparando a dádiva, o óbvulo da viúva e dos muito ricos, ele comenta com os apóstolos: "Esses deram do que sobrava nas suas vidas. do que não era necessário. A viúva deu do que lhe era importante, do que era necessário. Então, qual é que tem um maior peso? É aquele que exigiu um sacrifício maior. É claro que é a oferta da viúva. A outra história que eu gosto muito é a história em que Jesus faz uma parábola, a parábola dos bodes e das ovelhas. E ele fala que o reino dos céus é para todos aqueles que estão à direita e que quando eu tive fome e me destes de comer, quando eu estava despido e me vestistes, quando eu estava internado, doente, foste me visitar. Aí aqueles do lado direito, mas mestre, quando é que estivestes doente e nós fomos te visitar? Quando é que estivestes eh com fome e te alimentamos ou com sede te descedentamos? Toda vez que fizestes isso, ao menor dos pequeninos, foi a mim que o fizestes. Então, o reino dos céus é desses que se sensibilizam, que sabem oferecer a sua palavra amiga, o seu recurso, a sua ajuda, o seu interesse. E os outros, quando é, Senhor, que nós te vimos com fome e não te demos de comer? Ou despido e não te vestimos, ou doente, não fomos te visitar? Todas as vezes que deixaste de fazer ao menor dos pequeninos, foi a mim mesmo que deixaste de fazer. Então ele coloca o amor, o interesse pelo outro, a ajuda, a solidariedade, a fraternidade como elemento de progresso pessoal, de progresso humano. Então, é muito importante essa fala de Jesus. E a prova de que realmente a caridade é fundamental para o nosso, paraa nossa evolução é quando ele urge a parábola do bom sambaitano, quando ele mostra que a pessoa ferida,
rtante essa fala de Jesus. E a prova de que realmente a caridade é fundamental para o nosso, paraa nossa evolução é quando ele urge a parábola do bom sambaitano, quando ele mostra que a pessoa ferida, deixada na estrada, sofrida, desamparada, é vista por vários vários elementos, elementos da lei, saduceus, fariseus, sacerdotes e nenhum deles se aproximou para ajudar. Entretanto, um herético, alguém mal considerado ali na região, que era o um samaritano, encheu-se de misericórdia. com aquela cena e buscou oferecer um amparo, um amparo verdadeiro, um amparo material, curando-lhe as feridas, cuidando da sua dor, levando-a a ao estabelecimento e pagando para que ele fosse cuidado, mostrou para ele o sentimento de igualdade humana. identificou-se com aquele próximo. Então, é assim, nós devemos cultivar essa capacidade de nos sentirmos identificados com o nosso semelhante. É claro que não nascemos amando, eh, querendo bem, realizando a caridade, nos entregando a essa dinâmica. Não, isso se aprende, isso se treina, isso nós vamos desenvolver a pouco e pouco em nossa existência. Mas para finalizar, eu gostaria, selecionei um artigo do Momento Espírita, que é um site lá do Paraná, que fazem interpretações muito conscienciosas e do da doutrina espírita toda fundamentada nos ensinos ditados pelo espírito de verdade e pelos espíritos codificadores presididos por Jesus a Allan Kardec. Então diz assim: "Um costume muito comum aos fariseus era o de tentar o mestre, fazendo-lhe perguntas que julgavam embaraçosas". Todavia, Jesus respondia a todas as perguntas. Certo dia, um deles, que era doutor da lei, propôs a seguinte questão: "Mestre, qual o grande mandamento da lei? Os judeus seguiam a risca a lei e eram rigorosos quanto a isso. Aí Jesus lhes respondeu: "Amarás o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito?" Esse o maior e o primeiro mandamento. Então, devemos nos voltar todas as manhãs quando abrirmos os olhos a Deus, fonte de todas as bênçãos, reverenciá-lo
, de toda a tua alma, de todo o teu espírito?" Esse o maior e o primeiro mandamento. Então, devemos nos voltar todas as manhãs quando abrirmos os olhos a Deus, fonte de todas as bênçãos, reverenciá-lo e agradecer pelo Pai misericordioso que ele é para nós. O segundo, que é semelhante ao primeiro, disse Jesus, amarás o teu próximo como a ti mesmo e acrescentou, toda a lei, todas as profecias e escrituras estão contidas nesses dois mandamentos. amar a Deus e ao próximo como a si mesmo. Então, devemos amar a nós, não é egoísmo, não. Não é importante. Devemos ter caridade para conosco, para que possamos nos autoconhecer, nos autoeducar e evoluir. Aí continua Jesus. Se um não for cumprido, o outro também não será. Não se pode amar a Deus sem amar seus filhos ou amar os filhos sem amar o pai. Podemos compreender com isso que Jesus falava da caridade, pois na sequência da resposta ele narrou a parábola do bom samaritano. parábola faz referência a três pessoas que se depararam com um homem ferido no caminho e ressalta que quem se compadeceu e o socorreu foi um samaritano considerado herético, mas que pratica o amor ao próximo, acima do ortodoxo, do legista e do sacerdote que faltam com a caridade. Percebemos nos ensinos de Jesus que a prática da caridade é uma condição para a conquista da felicidade. Vejamos que a caridade não é somente dar coisas, mas doar-se ao próximo. Condição que não requer recursos financeiros, nem influência social. Todos podemos fazê-la. O apóstolo Paulo então fala da caridade. Ainda que eu tivesse a linguagem dos anjos, o dom da profecia, penetrasse todos os mistérios, tivesse fé, a fé possível, até o ponto de transportar montanhas, se eu não tiver amor, se eu não tiver caridade, nada sou. E prossegue: "Quando houvesse distribuído os meus bens para alimentar os pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria." Está bem claro nos ensinos de Paulo que o fato de distribuir os bens materiais
ntar os pobres e houvesse entregado meu corpo para ser queimado, se não tivesse caridade, tudo isso de nada me serviria." Está bem claro nos ensinos de Paulo que o fato de distribuir os bens materiais não é suficiente ou não é só nisso que consiste a verdadeira caridade. A caridade material é apenas uma face, uma faceta. A outra é a caridade moral. Não basta ter fé. Não precisa ser profit desta ou daquela religião. É preciso ter caridade, como a entendia Jesus. Benevolência, indulgência e perdão é fazer ao próximo todo o bem que desejamos que o próximo nos faça. E replicando, Madre Teresa de Calcutá, não importa a religião que você segue, não importa a bandeira filosófica que você considere a melhor, o mais importante é ser um bom ser humano. que um bom ser humano é sensível, é amoroso, é caridoso. Que Jesus nos abençoe e nos proteja a todos nesse projeto de realizarmos o melhor dentro de nós. Obrigada pela atenção. Gratidão à nossa irmã Leila pela reflexão. E neste momento vamos trazer a nossa tela mental a 12 meia figura de Jesus. E assim, mestre Jesus, nosso bom pastor, que o amor seja o nosso norte, que ele seja uma constante em nossas vidas, para que cada vez mais saibamos perdoar, sermos indulgentes com o nosso próximo, acolher amparar sem julgar. E assim, Senhor, vamos caminhando de mão dadas com o Senhor, seguindo esse caminho que nos leva à plenitude. Mestre Jesus, envolva todos aqui presentes, encarnados e desencarnados, no vosso infinito amor, na vossa infinita paz, para que cada vez mais, Senhor, permitamos que esse sentimento maior faça parte de nossas vidas. E pedimos, Senhor, por toda a humanidade, levando consolo lenitivo para os que sofrem, levando a luz onde há sombras, levando paz onde há conflitos, conflitos de todas ordens, não só as guerras, mas os conflitos nos lares, os desequilíbrios. Enfim, Senhor, ampare a todos nós, mas que façamos a nossa parte. Dê conosco, Senhor, hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja, meus irmãos. Ah, nosso irmão fará a
desequilíbrios. Enfim, Senhor, ampare a todos nós, mas que façamos a nossa parte. Dê conosco, Senhor, hoje e sempre. Graças a Deus e graças a Jesus. Que assim seja, meus irmãos. Ah, nosso irmão fará a chamada para o passo dando as prioridades, tá? E aqui nós temos sempre um recado, lembrando a todos que a comunhão tem um atendimento fraterno que acolhe aqueles que estão passando por dificuldades somente emocionais, né? perdas de ente queridos, várias situações. Tem os nossos irmãos e irmãs que estão sempre apostos para acolher, para ouvir, com todo respeito e também privado, nada que outro venha participar. Então, todos quando precisar ou tiver alguém para encaminhar, OK? Fique em paz, que Jesus nos abençoe hoje e sempre. Sejam bem-vindos à nossa sala de passe virtual [música] da comunhão espírita de Brasília. O passe tem como finalidade auxiliar [música] a recuperação física, mental e espiritual, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos. Durante o passe, temos uma troca de energias físicas. mentais e espirituais, guiadas pelo melhor sentimento que é o amor. Essa energia amorosa auxilia no reequilíbrio dos pensamentos e emoções, restabelecendo a harmonia íntima. Assim, deve ser [música] utilizado quando sentir necessidade ou até que se sinta reequilibrado. Nesse momento em que daremos início à aplicação do paz, pedimos [música] que em um ambiente tranquilo você se coloque de forma confortável, fechando os olhos, [música] respirando de maneira tranquila e serena, para que assim possamos sentir a presença do nosso Deus de amor, Senhor da vida e da misericórdia. Entrando em sintonia com o nosso [música] mestre e amigo de todas as horas e com os mentores espirituais dessa casa, rogamos que nesse momento desça sobre [música] nós todos os fluidos salutares e benéficos necessários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária
sários ao reequilíbrio do nosso corpo físico, mental e espiritual. Senhor meu Deus, permita que os bons espíritos que me cercam me auxiliem nos momentos de dificuldade. Que eu tenha a força necessária para [música] continuar a caminhada no sentido do bem, do amor e da caridade. Traz, Senhor, a cura para os males do corpo e da alma. Mas se não for o momento, traz o refrigério necessário para que eu continue a caminhada. Que nossos amigos espirituais possam visitar os nossos lares, abençoando a cada um que lá se encontra, trazendo [música] a alegria de viver, a paz, a harmonia e que cada um possa colocar o amor do Mestre Jesus em seus corações. e também os mentores espirituais possam visitar os nossos [música] ambientes de trabalho, levando a cada canto a tranquilidade, [música] a fraternidade e a serenidade. [música] Que esses bons fluidos se estendam para cada um de nós, amigos e familiares, [música] trazendo o conforto que tanto desejamos. a coragem e a fé para continuarmos à nossa estrada da vida. Estamos [música] chegando aos momentos finais de nosso passe. Faremos então a oração que o mestre Jesus nos ensinou. Pai nosso que estais [música] no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita [música] a tua vontade, assim na terra como no céu. O pão [música] nosso de cada dia dai-nos hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos que nos devem. Perdoa as nossas [música] ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. [música] Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal. E nesse momento, calmamente, [música] vamos abrindo os nossos olhos, retornando [música] ao nosso ambiente com paz e vibrações fraternais. E agradecidos que somos [música] ao nosso mestre Jesus e aos mentores espirituais desta [música] casa, damos graças [música] a Deus, [roncando] graças a Jesus e assim seja.
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